domingo, 31 de outubro de 2010

Albergaria-a-Velha 1910

O dia 5 de Outubro de 1910 na Vila de Albergaria-a-Velha foi igual a tantos outros. Só no dia 6, pelas 11h00 da manhã, foi recebida a notícia da proclamação da República em Portugal, mas isto por meio de informações particulares, pois na altura as comunicações telegráficas e postais eram fracas na região. No dia seguinte, chegaram as primeiras notícias oficiais e pelas 16h15, alguns rapazes içaram uma bandeira republicana nos Paços do Concelho, atiraram alguns foguetes e a Philarmonica Albergariense percorreu as ruas da Vila. Mas será que o povo se juntou à festa?

Esta obra, que resulta de um estudo profundo da época, revela dados curiosos sobre como os Albergarienses viveram a queda da Monarquia e o nascer de uma nova era, que se esperava mais próspera.

Fonte: CMA

A apresentação do livro "Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República", da autoria dos historiadores albergarienses Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Marques Vigário, irá decorrer no dia 6 de Novembro de 2010, pelas 17h00, no Salão Nobre dos Paços do Município de Albergaria-a-Velha.

sábado, 23 de outubro de 2010

2002: Nova sede da Junta

Na sua reunião ordinária de Agosto, o executivo da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha tomou diversas deliberações, entre as quais a de promover mais uma edição do concurso de fotografia, uma tradição que já vem de há anos e que irá decorrer no último trimestre deste ano. O regulamento está a ser ultimado e nas próximas semanas será aprovada a sua versão final.

Quanto a apoios a colectividades, foram contemplados eventos realizados pelos grupos folclóricos Cultural e Recreativo, Malmequeres de Campinho e Etnográfico, todos sediados na freguesia de Albergaria-a-Velha e que entre outras actividades, organizam ou organizaram os seus festivais, o mesmo acontecendo com os ranchos da Casa do Povo e As Lavadeiras do Vouda, ambos da vila de Angeja e que, habitualmente, colaboram nas iniciativas da Junta de Albergaria, o que justifica, ainda que excepcionalmente, a atribuição dos apoios, dado tratar-se de instituições não sediadas na freguesia.

Um pedido de apoio, oriundo da Associação Alba Saudade, que visa a colocação de um busto, em lugar a definir, do grande benemérito e empresário que foi Augusto Martins Pereira, cujo orçamento ronda os 8.500 euros (1.700 contos), fica a aguardar o desenvolvimento do processo, ao qual a Câmara Municipal também irá ligar-se, mas é certo que o Junta dará o seu apoio à iniciativa da associação que representa os antigos jogadores, dirigentes e outras figuras que ao longo de mais de 60 anos deram algo de si ao Sport Clube Alba.

A Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha está a fazer o levantamento dos seus bens móveis e imóveis, em ordem a actualizar o cadastro dos mesmos, como é o caso do novo edifício da Junta de Freguesia, na antiga escola primária do Conde Ferreira, contígua à Câmara Municipal e cujas obras estão concluídas, devendo a nova sede da Junta ser inaugurada até final do ano em curso, por um ou mais membros do actual governo de Durão Barroso.

Soberania do Povo, 23/08/2002

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Proc. nº 14/09.5T2ALB – Execução Ordinária

Proc. nº 14/09.5T2ALB – Execução Ordinária Tribunal da Comarca do Baixo Vouga Juízo de Média e Peq. Inst. Cível

Venda extra-judicial dos bens imóveis penhorados no âmbito do processo n.º 14/09.5T2ALB – Carta Precatória, cujos executados são a sociedade Reficel, S.A. e Celrisco – Sociedade de Reciclagem de Papel e Produtos de Celulose, S.A., que a seguir se identificam:

Verba N.8 – Conjunto industrial, com área total de 6.164m2, sito em Carvalhal, freguesia de Ribeira de Fráguas, concelho de Albergaria-a-Velha C.R.P. de Albergaria-a-Velha sob o n.º 1984/Ribeira de Frágua e inscrito no artigo matricial 941/Ribeira de Fráguas.

Verba N.º13 – Conjunto de edifícios fabris destinados à indústria de pasta de papel com escritórios, armazéns, edifício destinado a serviços sociais de r/c e 1.º andar e logradouro - com área total de 33.873 m2, sito em Quinta do Caima – Carvalhal C.R.P. de Albergaria-a-Velha sob o n.º 3399/Branca e inscrito nos artigos matriciais sob os artigos 1641 e 2575/Branca.

Moradias localizadas na freguesia da Branca

Verba N.º16 – Prédio urbano, composto por casa de habitação de r/c e 1.º andar, com dependências e logradouro, área total de 160m2, sito em Quinta do Caima C.R.P. de Albergaria-a-Velha sob o n.º 3577/Branca e inscrito no artigo matricial 1184/Branca. Verba N.º18 – Prédio urbano, composto por casa de habitação de r/c e 1.º andar, dependências anexas e logradouro, com área total de 750m2, sito em Carregal C.R.P. de Albergaria-a-Velha sob o n.º 715/Branca e inscrito no artigo matricial 2678/Branca.
Verba N.º19 – Prédio urbano, composto por casa de habitação de r/c e 1.º andar com anexos e logradouro, com área total de 2.200m2, sito em Carvalhal C.R.P. de Albergaria-a-Velha sob o n.º 4910 e inscrito no artigo matricial 1672/Branca.

Terrenos rústicos (Ribeira de Fráguas)

Vale da Presa (Verbas N.ºs 1, 2 e 3); Matinhas (4, 5 e 6); Palos ou Poias (7); 9 - Vale da Presa ou Bessadas; e 10 - Carvalhal de Baixo ou Cabeço da Mata.

Terrenos rústicos (Branca)

11-Cavadas de Cima, 12-Ponte do Carvalhal, 14-Murtal, 15-Feiteira e 17- Viveiro - Quinta do Caima.

Fonte:Avaliberica

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

Legado Napoleão 1960

 
Decisão sobre um legado

Como é do conhecimento dos nossos leitores, administra a nossa Câmara Municipal um importante legado doado pelo benemérito albergariense falecido em Lourenço Marques, Napoleão Luís Ferreira Leão, o qual se destina sobretudo a construção de casas para pobres de utilização gratuita.

Mercê de uma decisão do Governador da Província de Moçambique, a maior parte da concessão da Matola foi anulada e indeferido o pedido de remissão do foro. Por isso, a Câmara Municipal recorreu desta decisão, tendo o Conselho Ultramarino, em acórdão recente, anulado por sua vez aquela decisão do Governador da Província.

Considerado o valor do legado que totaliza aproximadamente 20.000.000$90 e embora à Câmara só caibam duas terças partes o resultado final pleito, em que interveio como advogado do Município o sr. Dr. Alfredo de Sousa e Melo, deve encher de regozijo todos os albergarienses.

Neste momento aguardam-se ainda algumas diligências com viste à possível alienação do Legado cuja administração nas condições actuais, é bastante difícil.

(Do «Jornal de Albergaria»)

- republicado na Gazeta dos Caminhos de ferro

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dissertações chronológicas

Dissertações chronológicas e criticas sobre a história e jurisprudência