quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Albergaria-a-Velha 1958








Vasco de Lemos Mourisca (1958)

ALBERGARIA-A-VELHA da Rainha
Dona Tereza, que a fundou e fez,
Foi do primeiro solo português,
É lusitana da primeira linha !

Na senda de oito séculos caminha,
Rica de História, ufana de altivez!
E chega, à actualidade, na esbeltez
Da garbosa paisagem que a acarinha.

Se não possui o que é de seu condão,
Se lhe prometem mais, do que lhe dão...,
E, do que dizem dar, nem vem metade...,

Nem, por tal jeito, se lhes esfuma a esp'rança
Em tempos, que hão-de vir, de mais bonança
E Pão e Paz e Amor da Humanidade !

1958 VASCO DE LEMOS MOURISCA

Albergaria-a-Velha

MERCÊ da sua privilegiada situação geográfica, Albergaria-a-Velha é hoje uma vila bastante desenvolvida e progressiva. Atravessada pelas estradas nacionais Porto-Lisboa e pela internacional Aveiro-Vilar Formoso, tornou-se um centro de grande movimento e ponto de paragem quase obrigatória a todos aqueles que gostam de deliciar-se com os encantos da paisagem.

Não será Albergaria-a-Velha um centro de turismo, mas, sem dúvida, tem um papel preponderante na zona da região do Vouga, uma das mais importantes regiões turísticas do país. A 18 quilómetros de Aveiro, capital do distrito e a 58 quilómetros do Porto e de Coimbra, Albergaria-a-Velha usufrui uma situação geográfica a todos os títulos magnífica.

Fundada pela rainha D. Tereza em 1117, é hoje uma vila que acompanha o progresso e tem lugar de relevo ao lado das mais importantes vilas da Beira Litoral, contribuindo para isso a riqueza do seu solo e o incremento da sua indústria.

A norte de Albergaria, no Bico do Monte, ergue-se a capela de Nossa Senhora do Socorro, mandada erigir em cumprimento de uma promessa feita a quando da epidemia do cólera morbus, que em 1855 flagelou esta região. Do Bico do Monte, desfruta-se uma paisagem extraordinária de beleza ! Graças à sua altitude, vê-se, dai, com nitidez, o farol de Aveiro e os variadíssimos canais da Ria, que constituem um espectáculo deslumbrante de cor e pitoresco. Para o lado oposto, a serrania imponente parece dominar tudo e todos, destacando-se o Buçaco e o Caramulo, assim como as serras das Talhadas e do Arestal.

Albergaria-a-Velha tem todas as características para, num futuro breve, poder ser, sem favor, um dos principais centros turísticos da Beira Litoral.

Em 9 de Fevereiro de 1910 passou em Albergaria o primeiro comboio para passageiros e mercadorias. Para o desenvolvimento do seu comércio, muito têm contribuído os Caminhos de Ferro como meio de comunicação com os principais centros. Ligando alguns pontos do concelho à vila, com comodidade e economia, contribuem em grande escala para uma maior aproximação, tendo trazido enormes vantagens para as gentes vizinhas.

Albergaria-a-Velha é hoje uma vila moderna e próspera com o caminho aberto para um maior desenvolvimento industrial, comercial, agrícola e turístico que não poderá deixar de verificar-se dentro de breves anos.

Branca

QUEM viajar pelo Caminho de Ferro do Vale do Vouga, ou pela estrada Nacional n.º 1, Porto-Lisboa — encontra entre Albergaria-a-Velha e Pinheiro-da-Bemposta uma risonha localidade que, pelo seu aspecto encantador, agrada, sem dúvida, ao viajante.

Os seus prédios novos, cheios de beleza, a igreja matriz, o novo edifício dos C. T. T., prestes a ser inaugurado, a fábrica de cerâmica, as suas duas estações ferroviárias, os campos marginais, recamados de verdura, são motivo de grande atracção.

Esta linda povoação denomina-se Branca. Auranca se dizia no passado século XIII, o que quer dizer região aurífera.

Com efeito, deveria tê-lo sido em recuados tempos e tanto que, no ano de 1945, foi declarada cativa para o Estado, para efeito de pesquisas de minério de chumbo, zinco, prata e oiro a área poligonal, situada no Concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, cujos vestígios são as pirâmides geodésicas Cabeço-do-Barril e Alto-de-Fradelos, que fazem parte desta freguesia.

Esta localidade foi até 1890 um dos centros mineiros mais importantes do Pais, tendo paralisado então, devido à má administração das minas do Palhal e Telhadela.

É sabido que existe, nestas últimas, um importante filão de cobre: o poço mestre (como então lhe chamavam) das minas do Palhal, que é, talvez, o mais profundo de Portugal, pois atinge 400 metros de profundidade e as suas galerias, a extensão de 13 quilómetros aproximadamente.

Os montões enormes de pedras e aterro, que se encontram nas proximidades, junto ao Rio-Caima, dão-nos uma ideia do que foi, outrora, a grande actividade mineira, naquelas paragens. Eram, há pouco, pertença das Minas e Metalurgia do Braçal, que as vendeu à SAPEC, tendo esta Empresa montado ali uma fábrica de aços duros, a única no País e a maior da Europa, empregando já um grande número de pessoas

A mesma Empresa, que tem à frente dos seus trabalhos um bom grupo de engenheiros estrangeiros e portugueses, briosamente mandou destruir o casario velho que se encontrava em ruínas, e como a "Fénixsurgiram novos e magníficos edifícios, com esplêndidos jardins, e uma enorme construção destinada às instalações fabris.

O lugar do Palhal, que durante cerca de 70 anos não teve vida industrial, regozija-se agora, ao ouvir novamente o rumor das máquinas e o martelar intenso nas bigornas.

Seguindo o curso do Rio Calma — mais abaixo, cerca de mil metros, depara-se-nos a importante fábrica de pasta química para papel, denominada Caima Pulp & C.°, que ocupa uma grande área nas margens direita e esquerda deste rio, com uma boa ponte, sobre o mesmo.O conjunto dos edifícios é enorme, as construções continuam a fazer-se activamente, tendo sido ali empregados alguns milhares de sacos de cimento e muitíssimo ferro.

É interessante a fabricação da pasta — centenas de metros cúbicos de toros de eucalipto são diàriamente para ali transportados, utilizando-se vários meios de transporte, entre eles, o Vale do Vouga; sendo depois depositados em estaleiros, onde existem, geralmente, milhares e milhares de metros cúbicos de madeira, seguindo dali para a chamada Casa da Lenha, onde um formigueiro humano a reduz a pequenas cavacas, que entrando em enormes caldeiras, são devidamente cozidas.

Uma vez saídas dali, entram numa levada de água, que passando por vários filtros, aos secantes, aqui já em pasta, segue à cortadoria, sendo depois enfardada.

Entre a fábrica e a estação ferroviária de Albergaria-a-Nova — cerca de 5 quilómetros — existe um cabo aéreo, que diàriamente transporta algumas centenas de toneladas de pasta e matérias primas.

Esta mesma empresa possui uma área de terreno, plantado de eucaliptos, numa extensão digna de ser admirada, devido aos lindos exemplares de árvores e à sua situação.

O aproveitamento de tais terrenos foi obra dos ingleses, fundadores da fábrica, que os aforaram outrora à Junta desta Freguesia, remindo-os mais tarde.

A contribuição industrial desta empresa é de perto de mil contos anuais e o imposto à Câmara Municipal, de cerca de 100 contos.

Outras indústrias de menor vulto existem ainda tais como: — cerâmica, a serração de madeiras, o Flexicol, moagens, uma estação de serviço automobilístico permanente, e ainda, no lugar de Soutelo, uma fábrica de material cirúrgico, cujo fabrico ultrapassa já, em qualidade, o, até agora, importado do estrangeiro.

Esta freguesia tem presentemente cerca de 5.500 habitantes, sempre em crescente aumento, tendo em vista que, desde o princípio do corrente ano, foram já registados no Posto do Registo Civil, 115 nascimentos e óbitos apenas 24.

O clima é dos melhores, e isso se verificou quando do último questionário acerca da tuberculose, pois apenas apareceram dois doentes, com tuberculose importada—um da América-do-Norte e outro de África.

Na época calmosa, centenas de lisboetas vêm residir entre nós uma boa temporada, regressando à capital, com melhores cores.

A parte baixa é como que um canteiro de lindas flores plantado no sopé da Serra de São Julião e lá no alto, no Telégrafo — mais conhecido por "TALEGRE" — é sítio dos mais apreciáveis, descortinando-se dali toda a costa marítima, que se estende de Espinho ao Cabo Mondego destacando-se a Ria-de-Aveiro e seu Farol.

Vários melhoramentos devemos ao Estado, tais como: reparação de estradas, a construção de 5 edifícios escolares, reparação do edifício—Mãe, nas Lajinhas, electrificação da freguesia, etc, etc..

Outros melhoramentos serão pedidos — por intermédio do Dig.mo Presidente da Câmara Municipal do Concelho, Snr. Coronel Gaspar Inácio Ferreira, a quem esta freguesia muito deve, tais como construção de uma estrada que ligue a Branca, pelo lado Norte, à Ribeira-de Fráguas — passando por Nobrijo e pelos terrenos da Cavada Velha e Vale-da-Vide, ricos em madeiras, mas de valor reduzido, devido aos caminhos intransitáveis que os atravessam.

Uma mina que, a principiar no lugar do Outeiro, atravessa a serra, até ao lado Nascente, aproveitando o importante manancial de águas, que ali nasce formando o chamado Ribeiro Escuro, este, sem aproveitamento.

Esta grandiosa obra, a efectuar-se, seria para a Branca uma grande riqueza, pois poderia irrigar os nossos férteis campos, evitando que centenas de bombas eléctricas, deixassem de movimentar-se, pois o preço da energia, para fins agrícolas, é ainda de 1$20 por KV, talvez o mais caro de Portugal.

Branca, 10-12-1958


(textos da edição da Gazeta dos Caminhos de Ferro comemorativa dos 50 anos da linha do Vale do Vouga)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

2005: Demolição do Antigo Palace-Garage Hotel


ACTA AM - 02/MAR/2005

EVENTUAL CLASSIFICAÇÃO DE UM EDIFÍCIO SITO NA RUA DO HOSPITAL (ANTIGO PALACE-GARAGE HOTEL), EM ALBERGARIA-A-VELHA

(...) foi presente uma informação da Técnica Superior de Biblioteca e Documentação, a comunicar que se encontra em curso no IPPAR o processo de classificação do edifício (antigo Palace-Garage Hotel) situado na Rua do Hospital, nesta Vila de Albergaria-a-Velha, colocando à consideração do Órgão Executivo a emissão de parecer favorável à referida classificação.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, determinar a realização de vistoria técnica ao edifício, para posterior decisão sobre a matéria.

ACTA AM 20/JUL/2005

AUTO DE VISTORIA TÉCNICA

Em seguimento do deliberado em reunião de 2 de Março último, foi presente o auto da vistoria técnica realizada em 11 de Julho de 2005 ao edifício (antigo Palace-Garage Hotel) situado na Rua do Hospital, nesta Vila de Albergaria-a-Velha, propriedade do Banco Millenium BCP, documento que se dá aqui como inteiramente reproduzido para todos os efeitos legais e cuja cópia fica anexa à presente acta, fazendo parte integrante desta deliberação (doc.2).

Analisado o processo, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, notificar a instituição bancária proprietária do imóvel, Banco Millenium BCP, para, no prazo máximo de 30 dias a contar da data da notificação, proceder à demolição do edifício, nos termos constantes do auto de vistoria, sob pena de, não o fazendo, a Câmara Municipal proceder à execução dos trabalhos, a expensas do proprietário do imóvel. Mais foi deliberado, unanimemente, aprovar a presente deliberação em minuta, para efeitos de sua imediata executoriedade, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 92º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.

JAN/2006

AQUISIÇÃO DO PRÉDIO SITUADO NA RUA DO HOSPITAL, N.ºS 11/13, EM ALBERGARIA-A-VELHA

O Sr. Presidente da Câmara propôs a aquisição do prédio situado na Rua do Hospital, n.ºs 11/13, nesta Vila de Albergaria-a-Velha, onde esteve implantado o Palace Garage Hotel, uma vez que este se situa no Centro Histórico da Vila de Albergaria-a-Velha e junto à futura Biblioteca Municipal. Mais disse que após contactos com a empresa proprietária do imóvel, esta concordou com a venda do imóvel pelo valor proposto de € 100.000,00.

Analisado a proposta, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta no sentido de adquirir o citado imóvel pelo preço acordado, devendo ser organizado o respectivo processo. (...)

--

A compra das antigas instalações da Garagem Vidal está a intensificar o braço de ferro entre a Câmara e Associação de Bombeiros de Albergaria-a-Velha, que pode comprometer seriamente e desenrolar do processo para a construção de um novo quartel para os soldados da paz. Do lado dos voluntários, Elísio Apolinário não tem dúvidas em considerar que "a Câmara está a estrangular a Associação" ao comprar um imóvel que "é muito necessário para a operacionalidade dos bombeiros". Aquele responsável confessa que o negócio para a compra da Garagem Vidal foi proposto ao BCP (detentor do edifício) pelos bombeiros, com a intenção de ampliar o actual quartel. Elísio Apolinário refere que com aquele edifício e uma outra parcela adjacente, "permitiria que os bombeiros se pudessem fixar nas actuais instalações por mais uma década", até que ficasse resolvida a questão inerente ao novo edifício e terreno dos bombeiros, que teima na continuidade do desentendimento entre as duas partes.

(...) João Agostinho respondeu e disse que "não se sabia nada na Câmara em relação à venda" do imóvel, "nem nunca os bombeiros informaram a Câmara de tal intenção". Para o autarca, no âmbito do processo de demolição que estava a decorrer, "o BCP é que fez a proposta".

(...) O assunto, que mereceu comentários de todos os vereadores presentes, levou João Agostinho a considerar que "tudo isto é uma falsa criação, uma verdadeira mentira", confirmando que ainda não se sabe o que vai fazer a autarquia no recém adquirido terreno junto do actual quartel dos bombeiros.

Jornal Beira Vouga, 2ª quinzena de Abril de 2006


imagem: Jornal de Albergaria (FB)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Beira Vouga


A partir da mais recente edição - 2ª Quinzena de Novembro de 2011 - o jornal Beira Vouga passa a ter duas edições diferentes para os concelhos de Albergaria-a-Velha e Sever do Vouga.

Esperemos que seja uma maneira de ter mais e melhor informação sobre o nosso concelho.

Quanto ao Jornal de Albergaria, que já não é lançado há alguns meses, esperemos que resolva rapidamente os problemas que tem impedido a sua regular publicação.

Lembramos aqui um texto publicado pelo albergariense José Manuel Alho, em Outubro de 2009, quando comentava palavras do director do J.A.:

"Na verdade, a nossa terra até mereceria um periódico semanal, com um corpo redactorial fixo e porventura semiprofissional. Contudo, parece que os tempos de crise no essencial da vida económica local estarão a ditar sérios constrangimentos ao nível das receitas, em particular nas provenientes da publicidade. Cumulativamente, muito do tecido empresarial aqui sediado estará longe de sentir o pulsar da vila e de ser sensível aos seus anseios e potencialidades, preferindo divorciar-se de muitos dos agentes/pólos dinamizadores da colectividade onde se inserem."

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sport Clube Alba

Almanaque Desportivo do Distrito de Aveiro 1950
http://www.prof2000.pt/users/avcultur/almanspor50/page076.htm

Enquadrada nas comemorações do 3º aniversário do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha vai ser inaugurada uma exposição sobre os 70 anos do Sport Clube Alba.

sábado, 19 de novembro de 2011

Um livro a muitas mãos



“UM LIVRO A MUITAS MÃOS”


REGULAMENTO


O grupo de Recrutamento de Educação Especial (910) do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha, propõe a criação de histórias, subordinadas às temáticas da deficiência/exclusão.

OBJECTIVOS:

Esta actividade tem como objectivos sensibilizar a comunidade educativa para o tema da deficiência e para os direitos da igualdade de oportunidades e não-discriminação das pessoas com deficiência.

DESTINATÁRIOS:

Toda a Comunidade Educativa (pais, alunos, assistentes operacionais, professores) poderá escrever uma história colectiva ou individual alusiva às temáticas acima mencionadas.

ELABORAÇÃO DA HISTÓRIA:

A história não deverá ultrapassar as três páginas A4; everá ser formatada com o tipo de letra Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5; everá incluir uma ilustração alusiva ao tema e conter a identificação dos respectivos autores.

CALENDARIZAÇÃO:

As histórias deverão ser enviadas através do mail institucional à Coordenadora do Grupo de Recrutamento 910, professora Rute Campos, até ao dia 27 de Fevereiro.

As histórias serão compiladas e expostas nas Bibliotecas Escolares do Agrupamento de escolas.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALBERGARIA-A-VELHA


Sede: Escola Secundária c/ 3º ceb de Albergaria-a-Velha
Rua Américo Martins Pereira, 3850-837 Albergaria-a-Velha

Telf. 234 529 680 Fax: 234 529 689


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Familia de Vilarinho




Manoel Caetano (de Castro) nasceu em Ossela-Oliveira de Azemeis (filho de Joao Caetano e Maria Joaquina, neto pat. de Joze Caetano), casou em 11.9.1808 com Anna Thereza de Jesus viuva de Joze Domingues de Vilarinho -Ribeira de Fragoas. Tiveram 5 filhos em Villarinho (hoje Vilarinho S. Roque).


1° Manoel Caetano de Castro 22.7.1809-2° Anna Marques 3.4.1811-3° Joze Caetano de Castro 21.12.1813-4° Joao Caetano de Castro 11.5.1816-5° Joaquim Caetano de Castro 20.4.1818


O Joao Caetano de Castro casou com Joana Martins (Joana da Eira) natural de Telhadela e teve uns 6 filhos 2 faleceram no 1° ano


1° Joze Caetano de Castro 16.4.1867-2° Joao Caetano de Castro 19.4.1868 ( Meu Bisavô)-3° Antonio Caetano de Castro 13.12.1872-4° Maria 2.10.1874


O Joao Caetano de Castro casou com Maria Custodia Marques e teve nove filhos.


Maria Marques de Castro, Delfim Caetano de Castro, Isaura Marques de Castro, Augusto Caetano de Castro, Alvaro Caetano de Castro, Mauricio Caetano de Castro (esse foi para o Brasil, casou com Teresa Delta, São Bernardo do Campo), Benilde Marques de Castro, Baltazar Caetano de Castro ( Brasil , Sao Paulo) e a minha Avó Belmira Marques de Castro (1909)




Nota: foto de familia de Vilarinho (década de 1910/1920) - exposição Tempo de Memória (NJ/RF)

sábado, 12 de novembro de 2011

Ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria-a-Velha com sede em Cidade













Ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria-a-Velha com sede em Cidade

Ver Heráldica na Página do Municipio

Edital


Aviso n.º 20983/2011
Heráldica do Município de Albergaria -a -Velha com sede em Cidade

Diário da República, 2ª série, nº 203, 21/10/2011

João Agostinho Pinto Pereira, presidente da Câmara Municipal de Albergaria -a -Velha, torna pública a ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria -a -Velha, após emissão de parecer 41974 Diário da República, 2.ª série — N.º 203 — 21 de Outubro de 2011 da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, em 12 de Julho de 2011, e que foi estabelecida em sessão ordinária da Assembleia Municipal de 23 de Setembro de 2011, sob proposta da Câmara Municipal, deliberada em reunião de 17 de Agosto de 2011, nos termos da alínea t) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5 -A/2002, de 11 de Janeiro:

Brasão — escudo de ouro, cruz de azul; orla de negro, carregada de oito rosas heráldicas de ouro, folhadas de verde e botonadas de vermelho. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco, com a legenda a negro: “MUNICÍPIO DE ALBERGARIA -A -VELHA”.

Bandeira — gironada de oito peças de amarelo e púrpura. Cordão e borlas de ouro e púrpura. Haste e lança de ouro.

Selo — nos termos da lei, com a legenda: “Câmara Municipal de Albergaria -a -Velha”.

E para constar e demais efeitos, se publica o presente aviso e se afixam editais de igual teor nos lugares públicos do costume.

14 de Outubro de 2011. — O Presidente da Câmara Municipal de
Albergaria -a -Velha, João Agostinho Pinto Pereira.


(anterior)




Armas - Escudo de ouro, com uma cruz de azul. Orla de negro carregada de oito rosas de ouro folhadas de verde e abotoadas de vermelho. Coroa mural de quatro torres de prata. Listel branco com a legenda de negro : " VILA DE ALBERGARIA-A-VELHA ".



Cruz de azul - Símbolo do espírito cristão, da representação das armas de D. Teresa e o antigo nome de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, a Rainha D. Teresa mandou criar a "albergaria", "servindo de exemplo à protecção aos pobres, aos doentes e aos desprotegidos da sorte".



Orla de negro - Representada de negro por ser deste esmalte que, em heráldica, se representa a honestidade e a terra.



Oito rosas de ouro - Representam a caridade, a generosidade, a esmola que se dá aos pobres, foi escolhido o ouro para as rosas porque este material significa nobreza, constância e liberalidade.
Escudo de ouro - Por ser este o material mais nobre.




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arquivo Municipal


Dado o sucesso da actividade “Em Busca do Arquivo Municipal” junto das crianças e professores do 1º Ciclo do Ensino Básico, o Serviço de Aprendizagem Criativa (SAC) decidiu criar uma sessão especial para as Famílias, em que pais, filhos, avós, netos, irmãos, primos são convidados a superar diversas provas em busca do tesouro final. O “Em Busca do Arquivo Municipal – Famílias” terá lugar na tarde de 20 de Novembro (15h00), estando inserido nas Comemorações do 3º Aniversário deste equipamento.

Nesta actividade, cada família forma uma equipa que terá de responder correctamente aos vários desafios colocados em cada divisão do Arquivo Municipal. Enquanto cada grupo passa pelo Exterior do Edifício, Recepção, Sala de Exposições, Depósito, Sala de Leitura e Sala de Tratamento, vai aprendendo o que se faz em cada espaço específico ficando, assim, a conhecer todos os processos inerentes a um Arquivo, cuja missão primordial é preservar a memória histórica local. Desde pesquisar nos fundos documentais, a arquivar correctamente pastas, as famílias vão ter de colocar à prova várias competências para o tão desejado tesouro não lhes escapar das mãos!

Para participar no “Em Busca do Arquivo Municipal – Famílias”, os interessados deverão fazer a sua inscrição através do e-mail arquivo.municipal@cm-albergaria.pt ou pelo telefone 234 529 300 até ao dia 15 de Novembro. A participação é gratuita!

CMA

Em breve será inaugurada também a exposição sobre os 70 anos do S. C. Alba

sábado, 5 de novembro de 2011

Toponímia - Vasco Vidal

Edital nº 226/2011

ASSUNTO: Toponímia da Cidade de Albergaria-a-Velha - Rua Vasco Vidal

CMA

Saber mais sobre Vasco Vidal (1911-1980) no Blog de Albergaria

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Boa Vista

Albergaria-A-Velha: Câmara quer adquirir Palacete da Boavista (1999)

O município de Albergaria-A-Velha adquiriu recentemente o Palacete e Quinta da Boavista, situados no centro da Vila. O negócio foi fechado por 150 mil contos.

Saúl Silva, presidente da Câmara, declarou ao jornal 'Linha da Frente' que se trata de um imóvel de valor arquitectónico e bem localizado, ocupando um área de 10 mil metros quadrados.

«Várias são as possibilidades para a utilização deste importante imóvel. Saúl Silva tem em mente lá instalar alguns dos seus serviços municipais, uma vez que os Paços de Concelho se encontram com os seus espaços congestionados. Também a instalação nesse local de um núcleo museológico para Albergaria é uma hipótese para utilização do Palacete da Boavista», escreve o semanário 'Linha da Frente'.

Outra ideia qie ganha consistência é a localização nesse espaço do novo quartel dos Bombeiros Voluntários. O Palacete recomenta ao princípio do século. A proposta de aquisição ainda terá de ser submetida à Assembleia Municipal.

editor: Júlio Almeida Actualizado no dia 28 Maio 1999
http://www.noticiasdeaveiro.pt/alber28maio99.htm

Nota: no palacete está a ser construída a nova biblioteca.