Na Rota das Pousadas
Descer o Vouga até Aveiro
A Pousada de Santo António, em Serém de Cima, nos arredores de Albergaria-a-Velha, é o ponto de arranque para um passeio por fora de estrada que nos leva a acompanhar o curso do rio Vouga até Aveiro, cruzando trilhos florestais entre pinheiros e eucaliptos, e percorrendo caminhos de serventia a férteis explorações agrícolas, nos ricos vales que se estendem nas margens do rio.
A povoação de Serém mal se descobre no mapa, mas durante décadas foi ponto de passagem obrigatória dos viajantes que percorriam a famosa Estrada Nacional Nº1, entre Lisboa e o Porto. Dominando uma colina sobranceira ao rio Vouga, a escassos quilómetros de Albergaria-a-Velha, Serém foi escolhida em 1942 para a implantação de uma das primeiras Pousadas de Portugal, com uma dúzia de quartos e uma suite, bem como um simpático restaurante panorâmico, de onde se disfruta uma bela vista para o vale recortado pelo rio. Hoje, para quem faz a viagem de automóvel entre as duas cidades, o melhor caminho é a auto-estrada, e saindo desta no «nó» de Albergaria, tomamos a I.P.5 em direcção a Viseu e deixamos este «Itinerário Principal» pouco mais à frente, na primeira saída que encontramos, onde se virarmos para Águeda e Coimbra basta percorrer um par de quilómetros para chegar à Pousada de Santo António. Esta unidade da Enatur adaptou-se também aos novos tempos e de «porto de abrigo» para automobilistas cansados de uma viagem que há 15 anos ainda podia demorar um dia inteiro, foi completamente renovada de acordo com os padrões das Pousadas de Portugal, direccionando-se para o turismo de qualidade e tomando-se num local agradável para gozar uns momentos de descontracção.
Tal como o conceito das Pousadas de Portugal, o todo-o-terreno é igualmente uma actividade «anti-stress» e o itinerário que traçámos entre a Pousada de Santo António e o centro da cidade de Aveiro, percorrendo mais de meia centena de quilómetros, é disso um bom exemplo!
Arrancando frente à porta da Pousada de Santo António, cumprimos apenas 500 metros até trocar o asfalto pelos pisos de terra, tomando um caminho que nos faz passar junto à piscina da pousada e conduz até à povoação de Serém de Cima. Aqui, no cruzamento já em asfalto, seguimos pela esquerda até ao fim da estrada, que termina na saída poente da povoação, numa bifurcação em que tomamos a direita, entrando num estradão florestal. Um quilómetro depois, cruzamos o asfalto e prosseguimos em frente, sempre pelo estradão de terra principal, desprezando todos os caminhos que surgem à direita ou esquerda até voltar a encontrar uma estrada alcatroada. Desta feita, seguimo-la durante 800 metros até reentrar em terra, entrando à direita para novo estradão, entre um pinhal e eucaliptal. Cumprimos mais um quilómetro para alcançar a povoação de Fial, onde tomamos a esquerda na rua principal e seguimos a estrada de asfalto que liga com a povoação de Salgueiral. Já à entrada desta, subindo a primeira rua do lado direito penetramos uma vez mais nos caminhos poeirentos entre os pinhais e eucaliptais, cruzando uma ponte sobre a auto-estrada. Depois desta, avançamos à direita em asfalto e 350 metros adiante, na bifurcação seguinte, prosseguimos para terra (nota nº l5 do «roadbook»), seguindo em frente por caminhos que não fazem chegar à entrada da povoação de loure.
Em Loure, viramos à direita na primeira rua que encontramos, a das Fontaínhas, descendo-a até ao fim, para então tomar um caminho de terra à direita e contornar a localidade. Entramos finalmente no vale quando reencontramos o asfalto à saída de Loure, cruzando a estrada para seguir um caminho entre campos agrícolas. Num instânte avistamos o rio Vouga e a partir daqui raras vezes o perdemos de vista, acompanhando o seu curso até Aveiro, ora numa margem, ora ao longo da outra.
Entre Loure e a povoação seguinte, São João de loure, seguimos pela margem direita, «contra a corrente» do rio, percorrendo cerca de cinco quilómetros. Nesta segunda localidade, e já em estrada de asfalto, cruzamos o rio sobre uma antiga ponte de ferro e à saída desta viramos à direita para um caminho que segue pela margem esquerda do Vouga. Momentâneamente deixamos de ver o rio, seguindo por uma pista entre uma alameda de árvores tão cerrada que forma um túnel natural onde nalguns pontos não chega a luz do dia, permitindo adivinhar «belos lamaçais» por altura das chuvas, já que aí os terrenos não secam com a mesma facilidade daqueles que estão permanentemente expostos ao sol. No fim do «túnel» (nota nº 43 do «roadbook») seguimos pela esquerda um estradão «rapidíssimo» que contorna duas pontes da lP5, uma sobre o rio Vouga, outra sobre uma pequena e admirável lagoa, que merece a pena espreitarmos. A ideia é exactamente essa, pois o estradão não tem saída, fazendo-nos voltar para trás pelo mesmo caminho e só no cruzamento anterior atravessamos o rio, Passando por uma pequena ponte. Na margem oposta, entramos na povoação de Angeja, seguindo sempre pela esquerda. Não chegamos a percorrer as ruas de Angeja, mas na bifurcação em que ao virar à esquerda deixamos a localidade pelas costas temos a «Casa dos Leitões», excelente para uma breve pausa, sugerindo retemperar forças com uma sanduíche do dito ou, no caso de não ser apreciador dos «bacorinhos» assados à moda da Bairrada, pode sempre experimentar uns rojões de porco igualmente de fazer crescer água na boca.
Voltando ao percurso, certamente que bem mais «aconchegados», avançamos por asfalto à bifurcação com a Estrada Nacional Nº lO9, que se dirige de Aveiro ao Porto através de Estarreja, Ovar e Espinho. Virando à esquerda no sentido de Aveiro, logo a seguir, mesmo antes da ponte sobre o Vouga, abandonamos a E.N. 109 e tomamos o estradão de terra que acompanha a margem direita do rio. ladeamos ainda alguns braços da ria de Aveiro e atravessamos o Vouga por uma pequena ponte de aspecto algo frágil, mas suficientemente sólida para suportar o peso de dois Range Rover em simultâneo. Na margem oposta, avançamos em frente até à povoação de Vilarinho e só então os caminhos de terra ficam definitivamente para trás. Então, não deixe de observar as casas solarengas desta povoação, e siga para o centro de Aveiro, passando junto às fábricas da Renault até entrar na E.N. 109, e saindo desta pela IP5 na direcção de «Aveiro Oeste» até à rotunda que nos leva ao centro de Aveiro, contornando um dos canais que faz a cidade merecer o rótulo de «a Veneza portuguesa».
Terminamos o passeio no centro de Aveiro. Para regressar à Pousada de Santo António e gozar um merecido descanso, não tem nada que enganar: tome a IP5 em direcção ao interior e siga este Itinerário Principal até ao «nó» que cruza a Estrada Nacional Nº 1. E se o passeio por fora de estrada o deixou com vontade de percorrer mais quilómetros, pode aproveitar dois outros itinerários na «Rota das Pousadas», um que se desenrola também a partir da Pousada de Santo Antónlo, dirigindo-se rio Vouga acima (no sentido inverso ao deste «road-book») até às imediações de Sever do Vouga (Talhadas), e outro que tem como base a Pousada da Ria, perto de São Jacinto, e percorre inúmeros caminhos ao longo da riadeaveiro.
Consulte a sua colecção da Todo Terreno ou siga as «Rota Land Rover», uma colectânea de vinte e dois destes itinerários, à vendas nas boas livrarias, bem como via postal, fazendo o pedido à Todo Terreno.
http://supragw.supra.pt/todo-terreno/jul96/pousadas.htm (1996)
Serém de Cima pertence ao concelho de Águeda e faz fronteira com Albergaria-a-Velha
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
sábado, 20 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Árvores e Candeeiros
![]() |
| notícia de 1931, Gazeta de Albergaria |
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os
Verdes”, questiona o Ministério da Agricultura, Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território, sobre o abate de árvores centenárias, tílias, em
Albergaria-a-Velha.
Considera que se trata de árvores que “não apresentavam sintomas de problemas sanitários ou outros e que faziam parte do património cultural e arbóreo, marcante de tantas gerações de albergarienses”. O deputado ecologista quer saber quais os motivos que levaram a este abate e também os planos futuros que existem para aquele local.
Na base da questão está o abate de nove tílias centenárias no largo do Torreão, junto da entrada principal da Quinta da Boa Vista, precisamente junto do local onde decorrem as obras de construção da Biblioteca Municipal de Albergaria.
Recorde-se que este caso motivou uma tomada de posição de populares que se recusaram a retirar veículos estacionados no largo como forma de protesto.
05-06-2012 (Fonte: Rádio Terranova )
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Francisco Silva, 7 de Junho de 2012
As árvores não só não estavam doentes, como não causavam qualquer problema nas fundações. São, aliás, espécies indicadas para serem plantadas nas cidades. Mais: eram seres vivos insubstituíveis e que faziam parte da cidade, cujos cidadãos tinham direito a usufruir. Que idade é que você tem? Que gravetos é que quer ver ali a crescer, para si, para os seus filhos e para os seus netos? O que você não percebe é que a cidade, qualquer cidade, é para as pessoas e para ser vivida pelas pessoas; as cidades não são objectos que estão ao serviço de um poder político qualquer, que não tem a mínima ideia do que é o planeamento. Qualquer albergariense que se preze já devia estar farto de ver as fachadas que fazem a identidade citadina emparedadas ou, pior, destruídas: são boas para depois vermos nos postalinhos, não é? Para dizer aos filhinhos e aos netinhos como era isto antigamente, não é? Será que você merece a cidade que tem?---
RC, 7 de Junho de 2012
De há uns anos para cá, desde a importação da moda dos movimentos ditos ecologistas e dos partidos ditos verdes, floresceu a ideia de que o que é verde, não se pode cortar… Esteja o ciclo de vida no limite, seja por que razão seja, natural ou da conveniència humana, é verde, não se pode cortar… Enfim, o oito ou oitenta, o exagero, o extremisto tão à portuguesa…Recordo a polémica intensa ocorrida há alguns anos a propósito do abate das árvores, também centenárias e muito mais frondosas e vistosas do que estas tílias do Torreão, que escondiam a fachada do edifício da Câmara Municipal… O que se disse, as sentenças condenatórias que algumas mentes ecológicamente ultrasensíveis anunciaram aos quatro ventos quando se soube que as árvores iriam ser abatidas… Atentado ambiental, crime ecológico, vilipêndio da memória dos albergarienses, o diabo a sete!…
As árvores foram, apesar dessas visões catastrofistas dos pretensos salvadores da Natureza, realmente abatidas. E hoje… Alguém nota a falta?… Alguém pensa que ficou desvalorizada a estética paisagista do jardim e da fachada municipal?… Alguém acha que a percentagem de dióxido de carbono tornou o céu albergariense mais perigoso?…
Vai Albergaria passar à categoria de deserto apenas porque se decidiu abater nove tílias centenárias numa perspectiva de valorização do património construido, não se sabendo, sequer, neste momento, o que vai ser a futura decoração daquele espaço que até poderá passar por um complemento paisagista natural?…
Enfim… há albergarienses que são uns exagerados!…
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Campinho a Capital, 7 de Junho de 2012
O Francisco Silva também ainda deve ser novo… pela teoria dele a alameda em frente ao cinema ainda estava cheia de ameixieiras e diospireiros, o chão ainda era de terra batida e estava sempre cheio de diospiros e ameixas esmagadas e de ramos esgaçados pela miudagem a subir às árvores… nem sei se sabe do que é que eu estou a falar… Também nem se deve lembrar do que era o centro de Albergaria a Velha há trinta anos, estavam lá realmente as tílias, mas não estavam as centenas de árvores que foram plantadas nesses trinta anos nas ruas da cidade, não estavam lá os relvados junto ao pavilhão e às piscinas… se alguma coisa se fez nesta terra nos últimos trinta anos foi aumentar as árvores plantadas, mude de teoria para dizer mal, não venha com política para isto, que em matéria de natureza nunca se fez tanto em Albergaria a velha como nos últimos trinta anos, parece que você é que ainda é muito novo…---
Francisco Silva, 7 de Junho de 2012
Anda muita confusão por essas cabeças. Já percebi que o progresso da nossa cidade é meter betão em cima da terra. Se calhar assim parece mais cidade. Qual é a justificação para cortar as tílias? Valorização do espaço? Não me façam rir. Pelo que sei, o poder público nunca justificou o acto inqualificável; devia fazê-lo! As cidades valem também pela identificação que a sua população consegue fazer dela; eu, e muitos albergarienses, revemo-nos naquilo que a nossa cidade nos pode oferecer. E Albergaria já tem muito pouco para oferecer nesse campo. E com o actual poder poder público tem cada vez menos.Por acaso sabiam que a casa do Torreão tinha murais e frescos (ou afrescos) nos tectos e paredes, pintos há cerca de 100 anos? E sabem o que lhes aconteceu? Foram destruídos; em nome do progresso, certamente. Por que não preservá-los? Por que não fazer um projecto que contemplasse a sua preservação, um motivo em que a população se pudesse rever? O exemplo das tílias é só mais um. Já agora, não acho nada bem que se tenham abatido as árvores frente à câmara; nem acho nada bem que se tenha destruído o café Girassol para se construir um mamarracho. Mas eu ainda tenho memória disso, porque os mais novos só tem memória de espaços citadinos anódinos, feios, que mais parecem os subúrbios ou os dormitórios das grandes cidades. Mas parece que é isso que querem os meus conterrâneos… Será?
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Luis Castro, 7 de Junho de 2012
Eu não sei, e admito isso, qual foi o principal motivo que levou o executivo camarário a remover as ditas tílias do local. O que é facto, e volto a reafirmar, é que os paralelos junto a estas tílias estavam TODOS levantados. De qualquer forma, já ouviu falar em enquadramento paisagístico ou reorganização paisagística? Sim, isso também acontece nas cidades!Se fossem árvores que ao olharmos para elas dissessemos “Eh pá, realmente eram tão bonitas e fazem aqui tanta falta!” A verdade é que não o eram (na minha opinião) e tornaram a praça muito mais arejada. Acredita que alguém ia de propósito ao largo da Quinta do Torreão para ver as árvores?
Concordo com o RC quando diz que “Alguém pensa que ficou desvalorizada a estética paisagista do jardim e da fachada municipal?… Alguém acha que a percentagem de dióxido de carbono tornou o céu albergariense mais perigoso?…”
Relativamente ao Café Girassol, estou plenamente de acordo consigo. O que ali está é um autêntico mamarracho. Foi uma das primeiras obras do Dr. Rui Marques e que desde sempre foi um projecto mal nascido. O arquitecto desse edifício é o mesmo do Centro de Saúde….
De qualquer forma, pelo que se consta, não estará ali muitos mais anos por isso, não se preocupe!
O senhor é mais um bacoco moralista. Quem lhe disse a si que os murais e frescos tinham sido destruídos em prol do progresso? Para que o senhor saiba, esses ditos murais e frescos foram removidos no início das obras e encaminhados para restauro.
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RC , 7 de Junho de 2012,
… é a primeira vez que leio alguém a lamentar o abate das árvores que ofuscavam inutilmente a fachada do interessante edifício da nossa Câmara Municipal. E olhe que críticas antes do abate, ouvi muitas, mas elogios ao resultado final, ouvi ainda mais…
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Francisco Silva, 11 de Junho de 2012
Ou seja, tectos e pinturas do edifício da futura biblioteca foram de facto destruídos e não têm qualquer recuperação possível. E só não foram TODOS destruídos porque alguém se lembrou de avisar que seria um crime essa destruição. E porque o interior do edifício está documentado há muitos anos. E que essa destruição até poderia ser usada como trunfo político. Mas se era uma riqueza do concelho, ou da cidade, deixou de o ser. Desapareceu.De resto, é uma imbecilidade confundir a destruição de património com progresso. Não sei onde esta gente vive, mas em Albergaria até parece que progresso rima com retrocesso.
(…) quando se constrói/recupera um imóvel tem que se ter em conta o que lá existe, o que é possível e deve ser recuperado, incluindo as árvores. Nada disso foi feito aqui. O que revela que este poder local não sabe muito bem ao que anda. Ou se calhar sabe muito bem, porque esta é uma das formas de despender mais dinheiro numa obra projectada. Claro que ninguém está preocupado com isto, afinal, trata-se de dinheiro público e a avaliar pelos comentários, o dinheiro público é para desperdiçar.
(…) aqui há uns anos, em Angeja, foram abatidas umas dezenas de árvores seculares, oliveiras, se não estou em erro. O poder local de então começou por dizer que estavam doentes. Mentira. E depois lá se foi sabendo que afinal as árvores foram cortadas para lenha… Perguntem a qualquer angejense com memória, porque hoje, no seu lugar, apenas estão lá uns gravetos sem sentido, na Rua da Várzea.
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Luis Castro, 11 de Junho de 2012
Vamos lá ver se entendi: Francisco, quer dizer, então a biblioteca devia ser no sitio onde será mas o edifício não deveria sofrer aquelas obras profundas certo? Devia ser no lugar da antiga padaria. Boa ideia! Até se podia aproveitar os balcões de atendimento e tudo!O sr. continua a afirmar incessantemente que os quadros foram destruídos. Continuo a dizer-lhe que o que diz não tem fundamento porque, como já lhe referi anteriormente, essa foi uma das preocupações da CM (conhecendo o valor das obras) no início da construção da biblioteca. A verdade é que muitas das pinturas (que as conheço) estavam num estado lastimável que a sua recuperação e restauração eram praticamente impossíveis.
---
Sousita, 13 de Junho de 2012
Para que é que precisamos daquelas árvores, ora essa?! Era bom termos uma praça em condições, onde se pudesse estar, mas afinal foi tudo para os bibliotecários poderem ter o seu pópó à porta. Progresso, dizem os saloios… Agora vamos proteger-nos do sol debaixo da sombra dos carros e vamos respirar o seu fumo. E os tectos, património de todos, para que servem?! Ora, em nome do progresso, e porque este se quer de grandes mamarrachos, lá se foi o património. É bem, porque a gente vive é de betão… Com aquele cubo nas traseiras do torreão, deve ter sido por falta de espaço… Mas também, numa terra onde se destruiu um cine-teatro majestoso por um ao estilo de pré-fabricado, onde a maior e mais antiga fábrica vai caindo aos poucos, onde existem (?) vestígios arqueológicos na zona industrial, que poucos conhecem, onde se deixou cair o edifício garagem, onde se fizeram obra duvidosas como o edifício do paços do concelho, já nada admira… e o povão até aplaude!
Mas o pior disto tudo, é que se está tudo a conjugar para colocarem mais
candeeiros daqueles bonitos, tipicamente históricos, que adornam a zona
histórica da cidade… e mais uns cubos com umas couves… de preferência com o
passeio rebaixado, como na rua da igreja à santa cruz, ou na rua de sto antónio, para se poder
estacionar à vontade em cima dos passeios.
---
JF, 13 de Junho de 2012Sousita, quanto aos candeeiros…vamos esperar para ver, mas aqueles mastros inclinados apontados ao céu em frente ao Cine-Teatro não auguram nada de bom. Palpita-me que nisso vamos estar de acordo. Para já apenas me fazem lembrar os que em tempos colocaram na Rua de Santo António: abortos, mamarrachos, aberrações, revelações de uma imensa ignorância para além da parte estética, porque se esta é discutível, a questão histórica nem por isso…
[completo]
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Página do CDS Albergaria
A página do CDS ALBERGARIA muda a sua imagem e dá início a uma nova fase
Aproveitando as comemorações do 5 de Outubro dia da implantação da República, o blog CDS ALBERGARIA entendeu comemorar esta importante data, apresentando uma nova imagem, mais fresca, jovem e virada para o futuro. As atualizações vão passar a ser contínuas, e o blog passa a estar diretamente ligado à página do Facebook e do Twiter do CDS Albergaria, atualizando automáticamente as páginas destas redes sociais, permitindo assim, de modo mais eficiente, partilhar todos os novos posts do blog. As mudanças não ficam por aqui, o blog alterará o seu conceito e começará a veicular informação da atividade de todos os eleitos pelas listas do partido, designadamente a atividade dos Vereadores do CDS na Câmara Municipal, dos deputados municipais, bem como a atividade desenvolvida pelos autarcas do partido nas respetivas freguesias.
É de primordial importância que as populações passem a estar informadas dos assuntos mais importantes do nosso concelho e de tudo o que o CDS ALBERGARIA faz para defender e apoiar as necessidades, expectativas e interesses de todos os albegarienses sem exceção. O blog continuará a veicular informação relevante acerca das atividades do partido.
Como nota final, o CDS ALBERGARIA quer deixar uma mensagem de esperança no futuro do concelho, sublinhando que a mudança é possível e deve começar por cada um de nós. E que cada um de nós pode mesmo fazer a diferença.
CDS Albergaria
Vamos ver como corre e se a ideia é seguida pelos restantes partidos.
Aproveitando as comemorações do 5 de Outubro dia da implantação da República, o blog CDS ALBERGARIA entendeu comemorar esta importante data, apresentando uma nova imagem, mais fresca, jovem e virada para o futuro. As atualizações vão passar a ser contínuas, e o blog passa a estar diretamente ligado à página do Facebook e do Twiter do CDS Albergaria, atualizando automáticamente as páginas destas redes sociais, permitindo assim, de modo mais eficiente, partilhar todos os novos posts do blog. As mudanças não ficam por aqui, o blog alterará o seu conceito e começará a veicular informação da atividade de todos os eleitos pelas listas do partido, designadamente a atividade dos Vereadores do CDS na Câmara Municipal, dos deputados municipais, bem como a atividade desenvolvida pelos autarcas do partido nas respetivas freguesias.
É de primordial importância que as populações passem a estar informadas dos assuntos mais importantes do nosso concelho e de tudo o que o CDS ALBERGARIA faz para defender e apoiar as necessidades, expectativas e interesses de todos os albegarienses sem exceção. O blog continuará a veicular informação relevante acerca das atividades do partido.
Como nota final, o CDS ALBERGARIA quer deixar uma mensagem de esperança no futuro do concelho, sublinhando que a mudança é possível e deve começar por cada um de nós. E que cada um de nós pode mesmo fazer a diferença.
CDS Albergaria
Vamos ver como corre e se a ideia é seguida pelos restantes partidos.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Worldwide Photo Walk 2011
Worldwide Photo Walk Albergaria-a-Ve...
(Group: 277)
http://worldwidephotowalk.com/walk/angeja-aveiro-portugal/
O limite é de 50 participantes. Podem participar no evento mesmo não fazendo parte do Núcleo de Fotografia – Albergariótipos.
As fotografias de 2012 devem ser enviadas para o grupo de Flickr relativo ao evento em Angeja, disponível em: http://www.flickr.com/groups/wwpwangeja2012/
1 Outubro 2011
- Albergaria-a-Velha
- Albergariótipos
- Worldwide Photo Walk
- Fotografia de Carlos Lopes
- Em 2012 irá decorrer no dia 13 de Outubro em Angeja:
- No dia 13 de outubro, tem lugar, em vários países do mundo, a WorldWide Photo Walk, o maior evento internacional na área da fotografia social. Mais uma vez, o Albergariótipos – núcleo de fotografia do Clube de Albergaria, associa-se a esta iniciativa e organiza uma caminhada fotográfica pela Vila de Angeja neste dia.
O ponto de encontro está marcado para as 8h00, no Parque do Areal; a caminhada percorrerá as ruas de Angeja e um dos percursos naturais do Baixo Vouga, num trajeto misto de cerca de 6 km, dando assim a oportunidade de conhecer o essencial da História e da vivência da Vila.
A participação na WorldWide Photowalk é gratuita e aberta a todos os amantes da fotografia.- Os participantes poderão colocar a sua melhor fotografia a concurso, sendo que o vencedor, a apurar por um júri do Albergariótipos, terá direito a um prémio e a participar no concurso mundial anual.
Para mais informações, os interessados poderão consultar o sítio- http://worldwidephotowalk.com/walk/angeja-aveiro-portugal/ ou a página do Albergariótipos no Facebook
http://worldwidephotowalk.com/walk/angeja-aveiro-portugal/
O limite é de 50 participantes. Podem participar no evento mesmo não fazendo parte do Núcleo de Fotografia – Albergariótipos.
As fotografias de 2012 devem ser enviadas para o grupo de Flickr relativo ao evento em Angeja, disponível em: http://www.flickr.com/groups/wwpwangeja2012/
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Vida de um bombeiro
Natural de Assilhó onde viveu a infância e juventude, Delfim de Bastos Ferreira de Carvalho rumou aos 23 anos até Vale Maior depois de ter casado com Emília. Com apenas 18 anos de idade (em 1964), Delfim Carvalho inicia nos bombeiros como voluntário e em 1997, a convite de José Ricardo Bismarck, comandante da corporação passa a ser oficial de dia do quartel. Além de bombeiro, Delfim Carvalho desempenhou funções como pedreiro e metalúrgico, na fábrica Alba onde esteve 27 anos. Entrou nos Bombeiros em 1964.
O “bichinho” em ser bombeiro foi incutido pelo pai. As histórias que o pai contava em casa fez com que o interesse fosse crescendo. Dessa forma, Delfim Carvalho, o irmão e irmãs decidem ir para os bombeiros.
Desde pequeno que ouvi histórias sobre os bombeiros. O meu pai era bombeiro por isso eu e os meus irmão decidimos seguir o caminho dele. As minhas irmãs faziam parte do corpo de voluntárias da saúde e eu e o meu irmão éramos bombeiros voluntários. Na altura existia um grupo de meninas que ajudavam no transporte de doentes ao fim-de-semana e as minhas irmãs decidiram juntar-se e ajudar.
Depois de um ano e meio de instrução, em 1964 iniciei a actividade voluntária na corporação albergariense que ficava situada na actual sede do Clube Desportivo de Campinho, em Albergaria. Na altura existiam apenas 22 bombeiros.
Em 1969 tive um acidente e o comandante da altura, José Laranjeira, convidou-me para realizar o trabalho de operador central. Mais tarde, em1997, José Bismarck, actual comandante convidou-me para ser oficial de dia do quartel, no quadro activo dos bombeiros.
Primeiro trabalho como bombeiro
Delfim Carvalho não esqueceu o primeiro dia como bombeiro. A corporação albergariense foi chamada para um incêndio em Angeja, mas um acidente com o carro aberto Chevrolet fez com que não iniciasse a actividade naquele dia.
O meu primeiro trabalho como bombeiro foi complicado. Na altura fomos chamados para um incêndio florestal em Angeja e seguimos num carro aberto Chevrolet. Não cheguei a combater o incêndio porque quando íamos a caminho do incêndio despistamo-nos, na conhecida curva do Tomás, no lugar do Sobreiro. Não ganhei para o susto e o sucedido não me fez desistir do sonho de ser bombeiro. No despiste não houve feridos, mas os danos na viatura foram elevados.
Sandra Carvalho, Jornal Beira Vouga, 30 de Abril de 2007
(...) foi também entregue pelo representante o crachá de ouro a Delfim Carvalho, há 44 anos ligado aos bombeiros de Albergaria-a-Velha e que, entre outras condecorações, possui a medalha de serviços distintos, grau ouro e que foi por várias vezes eleito bombeiro do ano da corporação. Vítima de um grave acidente que o deixou paraplégico, Delfim Carvalho mantém-se ligado aos bombeiros, sendo responsável pelas comunicações e desempenhando funções de instrutor dos candidatos a bombeiros. Particularmente emotivo foi o momento em que a irmã do homenageado - ela própria, em tempos, elemento do corpo activo - leu uma mensagem em que dizia que o irmão e os bombeiros «fizeram desta missão voluntária e deste objectivo a razão das vossas vidas».
Diário de Aveiro, 07 de Abril de 2008
O “bichinho” em ser bombeiro foi incutido pelo pai. As histórias que o pai contava em casa fez com que o interesse fosse crescendo. Dessa forma, Delfim Carvalho, o irmão e irmãs decidem ir para os bombeiros.
Desde pequeno que ouvi histórias sobre os bombeiros. O meu pai era bombeiro por isso eu e os meus irmão decidimos seguir o caminho dele. As minhas irmãs faziam parte do corpo de voluntárias da saúde e eu e o meu irmão éramos bombeiros voluntários. Na altura existia um grupo de meninas que ajudavam no transporte de doentes ao fim-de-semana e as minhas irmãs decidiram juntar-se e ajudar.
Depois de um ano e meio de instrução, em 1964 iniciei a actividade voluntária na corporação albergariense que ficava situada na actual sede do Clube Desportivo de Campinho, em Albergaria. Na altura existiam apenas 22 bombeiros.
Em 1969 tive um acidente e o comandante da altura, José Laranjeira, convidou-me para realizar o trabalho de operador central. Mais tarde, em1997, José Bismarck, actual comandante convidou-me para ser oficial de dia do quartel, no quadro activo dos bombeiros.
Primeiro trabalho como bombeiro
Delfim Carvalho não esqueceu o primeiro dia como bombeiro. A corporação albergariense foi chamada para um incêndio em Angeja, mas um acidente com o carro aberto Chevrolet fez com que não iniciasse a actividade naquele dia.
O meu primeiro trabalho como bombeiro foi complicado. Na altura fomos chamados para um incêndio florestal em Angeja e seguimos num carro aberto Chevrolet. Não cheguei a combater o incêndio porque quando íamos a caminho do incêndio despistamo-nos, na conhecida curva do Tomás, no lugar do Sobreiro. Não ganhei para o susto e o sucedido não me fez desistir do sonho de ser bombeiro. No despiste não houve feridos, mas os danos na viatura foram elevados.
Sandra Carvalho, Jornal Beira Vouga, 30 de Abril de 2007
(...) foi também entregue pelo representante o crachá de ouro a Delfim Carvalho, há 44 anos ligado aos bombeiros de Albergaria-a-Velha e que, entre outras condecorações, possui a medalha de serviços distintos, grau ouro e que foi por várias vezes eleito bombeiro do ano da corporação. Vítima de um grave acidente que o deixou paraplégico, Delfim Carvalho mantém-se ligado aos bombeiros, sendo responsável pelas comunicações e desempenhando funções de instrutor dos candidatos a bombeiros. Particularmente emotivo foi o momento em que a irmã do homenageado - ela própria, em tempos, elemento do corpo activo - leu uma mensagem em que dizia que o irmão e os bombeiros «fizeram desta missão voluntária e deste objectivo a razão das vossas vidas».
Diário de Aveiro, 07 de Abril de 2008
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Taça da Liga de Basquetebol (2003)
José Licínio Pimenta, Vereador do Pelouro do Desporto
da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, está confiante
no sucesso da XIV Taça da Liga de Basquetebol. É a primeira
vez que o Concelho recebe um evento desta dimensão e, como tal,
a preparação tem sido bastante cuidada, envolvendo uma vasta
equipa desejosa de transformar este evento numa verdadeira festa do desporto.
O que levou a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha a apostar na realização da Taça da Liga de Basquetebol?
Há dois factores que influenciaram a nossa aposta. Por um lado, o facto de pretendermos mostrar o que o nosso concelho tem de bom; alia uma excelente posição geográfica (IP5, IC2, IC1, A1), com uma riqueza natural invejável, a paisagem serrana de um lado e o baixo Vouga do outro, património, história e uma área industrial muito importante, não só para a região como para o próprio país. Por outro lado, rentabilizar os espaços desportivos e promover a prática desportiva, sobretudo junto das crianças e jovens.
Como é que tem corrido a organização/preparação do evento?
Julgo que tem corrido bem! A parte logística está a ser preparada com o maior rigor e a promoção do evento envolveu a comunidade desportiva e escolar como pretendíamos. Três das equipas que participam na prova conviveram com as crianças das escolas, nos três pavilhões, e vamos ter as colectividades e um ginásio a animar os intervalos dos jogos.
Quais são as suas expectativas em relação à Taça da Liga?
Tenho a certeza de que vai ser um grande espectáculo. É a primeira vez que Albergaria-a-Velha recebe um evento desta dimensão e noto que as pessoas estão mobilizadas para a festa. As equipas são as melhores, a modalidade é apelativa, Albergaria tem boas condições logísticas e humanas, logo estão reunidas as condições necessárias para uma grande festa do desporto nacional. Há ainda dois aspectos que me fazem estar muito confiante. Por um lado, o facto de algumas das equipas estarem bastante próximas de Albergaria-a-Velha, três são mesmo do Distrito de Aveiro, o que vai trazer a Albergaria muitos visitantes; por outro lado, o facto de importantes empresas da região terem colaborado de forma tão vincada com a Câmara Municipal, com particular destaque para a GROHE, nesta organização. É a prova de que estávamos certos quando aceitámos o desafio.
É a primeira vez que existe um Pelouro do Desporto na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. Quais têm sido as grandes prioridades nesta área?
Mais importante do que haver um Pelouro do Desporto, é o facto de haver pelouros. De facto, hoje, na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha trabalha-se em equipa, os Pelouros estão distribuídos pelos Vereadores do Executivo, de forma a que, em cada área, haja um trabalho programado e eficiente. O que fizemos na área do desporto, neste primeiro ano de mandato, foi criar regras e definir um programa de acção. Assim, começamos por criar um Programa de Apoio e Incentivo à Actividade Desportiva e Cultural, onde são claras as regras de apoio às colectividades, dando aos chamados subsídios um carácter de rigor, clareza e transparência; regulamentámos a utilização dos espaços desportivos, piscinas e pavilhões, de modo a definir critérios de utilização e a preservar e conservar os espaços de uso comum; realizámos obras de beneficiação dos pavilhões, dotando-os de melhores condições de utilização e trabalhámos todo o processo tendo em vista a remodelação da Piscina Municipal de Albergaria-a-Velha. Enfim, foi um ano de trabalho intenso com o objectivo de podermos servir melhor as escolas, as colectividades, os munícipes. Paralelamente, delineámos um programa de acção que contempla a organização de eventos, onde se insere a XIV Edição da Taça da Liga GROHE, e, sobretudo a colaboração com outras entidades do concelho na promoção e divulgação de organizações conjuntas.
O Jogo
Nº 343 / 18 Qui, 30 Jan 2003
O que levou a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha a apostar na realização da Taça da Liga de Basquetebol?
Há dois factores que influenciaram a nossa aposta. Por um lado, o facto de pretendermos mostrar o que o nosso concelho tem de bom; alia uma excelente posição geográfica (IP5, IC2, IC1, A1), com uma riqueza natural invejável, a paisagem serrana de um lado e o baixo Vouga do outro, património, história e uma área industrial muito importante, não só para a região como para o próprio país. Por outro lado, rentabilizar os espaços desportivos e promover a prática desportiva, sobretudo junto das crianças e jovens.
Como é que tem corrido a organização/preparação do evento?
Julgo que tem corrido bem! A parte logística está a ser preparada com o maior rigor e a promoção do evento envolveu a comunidade desportiva e escolar como pretendíamos. Três das equipas que participam na prova conviveram com as crianças das escolas, nos três pavilhões, e vamos ter as colectividades e um ginásio a animar os intervalos dos jogos.
Quais são as suas expectativas em relação à Taça da Liga?
Tenho a certeza de que vai ser um grande espectáculo. É a primeira vez que Albergaria-a-Velha recebe um evento desta dimensão e noto que as pessoas estão mobilizadas para a festa. As equipas são as melhores, a modalidade é apelativa, Albergaria tem boas condições logísticas e humanas, logo estão reunidas as condições necessárias para uma grande festa do desporto nacional. Há ainda dois aspectos que me fazem estar muito confiante. Por um lado, o facto de algumas das equipas estarem bastante próximas de Albergaria-a-Velha, três são mesmo do Distrito de Aveiro, o que vai trazer a Albergaria muitos visitantes; por outro lado, o facto de importantes empresas da região terem colaborado de forma tão vincada com a Câmara Municipal, com particular destaque para a GROHE, nesta organização. É a prova de que estávamos certos quando aceitámos o desafio.
É a primeira vez que existe um Pelouro do Desporto na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. Quais têm sido as grandes prioridades nesta área?
Mais importante do que haver um Pelouro do Desporto, é o facto de haver pelouros. De facto, hoje, na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha trabalha-se em equipa, os Pelouros estão distribuídos pelos Vereadores do Executivo, de forma a que, em cada área, haja um trabalho programado e eficiente. O que fizemos na área do desporto, neste primeiro ano de mandato, foi criar regras e definir um programa de acção. Assim, começamos por criar um Programa de Apoio e Incentivo à Actividade Desportiva e Cultural, onde são claras as regras de apoio às colectividades, dando aos chamados subsídios um carácter de rigor, clareza e transparência; regulamentámos a utilização dos espaços desportivos, piscinas e pavilhões, de modo a definir critérios de utilização e a preservar e conservar os espaços de uso comum; realizámos obras de beneficiação dos pavilhões, dotando-os de melhores condições de utilização e trabalhámos todo o processo tendo em vista a remodelação da Piscina Municipal de Albergaria-a-Velha. Enfim, foi um ano de trabalho intenso com o objectivo de podermos servir melhor as escolas, as colectividades, os munícipes. Paralelamente, delineámos um programa de acção que contempla a organização de eventos, onde se insere a XIV Edição da Taça da Liga GROHE, e, sobretudo a colaboração com outras entidades do concelho na promoção e divulgação de organizações conjuntas.
O Jogo
Nº 343 / 18 Qui, 30 Jan 2003
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Lápide
Em 22 de Novembro de 1902, a lápide do antigo Real Hospital foi entregue à Câmara Municipal por João Patrício. A câmara não a queria aceitar de modo algum, alegando que não tinha onde a colocar e sugerindo que João Patrício a colocasse na frontaria de sua casa. Valeu a intervenção de Patrício Theodoro Álvares Ferreira, que em sessão camarária apresentou os motivos da importância daquela inscrição e solicitou que a mesma fosse depositada no edifício da nova cadeia onde servisse de origem a um pequeno museu.
Delfim Bismarck Ferreira. Revista Patrimónios nº 8
Delfim Bismarck Ferreira. Revista Patrimónios nº 8
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Anunciantes GCF
Anunciantes de Albergaria-a-Velha na edição especial da Gazeta dos Caminhos de Ferro, editada em 1944, sobre a Linha do Vale do Vouga.
UNIÃO TÉCNICA INDUSTRIAL, L.DA
Fábrica e Escritório:
ALBERGARIA-A-NOVA
Os melhores Briquetes de carvão vegetal ou mineral são os fabricados com os aglutinantes e máquinas da
União Técnica Industrial, Lda
-
Fábricas Metalúrgicas ALBA
SEDE: ALBERGARIA-A-VELHA
Telefone: 6 (P.B.X.) — Telegramas ALBA
-
FÁBRICA CERÂMICA DA BRANCA, LDA
TELHA TIPO MARSELHA, «URBANA», REGIONAL, BÉBÉ—TIJOLO, BURRO, BATIDO, VAZADO, DE - VOLTA, REFRACTÁRIO — ACESSÓRIOS, ETC., —
SOUTO DA BRANCA - Telefone 5
-
TIPOGRAFIA VOUGA
JOSÉ FIGUEIREDO — ALBERGARIA-A-VELHA
- SECÇÕES DE PAPELARIA, LIVRARIA E ARTIGOS DE ESCRITÓRIO
- IMPRESSOS PARA REPARTIÇÕES PÚBLICAS, COMÉRCIO E INDÚSTRIA
-
Serração da Branca, L.da
MADEIRAS APARELHADAS E CAIXOTARIA
SEMPRE GRANDES QUANTIDADES DE MADEIRAS EM ARMAZÉM, TANTO EM TÔSCO COMO APARELHADAS.
- CASTANHO EM PRANCHA E ADUELA. — EUCALIPTO PARA MARCENARIA E ADUELA. — FABRICAMOS QUALQUER ESPÉCIE DE CAIXA EM GRANDE QUANTIDADE
SOUTO DA BRANCA
-
Manuel Rodrigues Correia & Irmão
FÁBRICA DE SERRAÇÃO E MOAGEM
TEM SEMPRE GRANDE STOCK DE MADEIRAS SERRADAS E SÊCAS.
SOALHOS E FORROS APARELHADOS — MOLDURAS DE TODOS OS TAMANHOS — MÓI E VENDE FARINHA DE MILHO
ALBERGARIA-A-VELHA - PORTUGAL
-
CAIMA PULP. Cº. LTD.
FABRICANTES DE PASTAS DE MADEIRA DE EUCALIPTO E PINHEIRO
PARA O FABRICO DE PAPEL E COMPRADORES DE MADEIRAS DE EUCALIPTO E PINHEIRO EM TOROS
QUINTA DO CAIMA - Albergaria-a-Nova / Sede no Pôrto AVENIDA DOS ALIADOS, 20-4.º
Endereço telegrãfíco:
CAIMA - ALBERGARIA-A-VELHA
CAIMA - PORTO
Telefone em ALBERGARIA-A.VELHA n.º 4
Telefone no Porto: n.º 7275
-
JOSÉ SALSA
FÁBRICA DE CERRALHARIA, EXECUÇÃO PERFEITA DE TODOS OS ACESSÓRIOS PERTENCENTES A BICICLETAS
R. ALMIRANTE REIS - ALBERGARIA-A-VELHA
-
MIGUEL MARQUES HENRIQUES
(CASA FUNDADA EM 1905)
RELOJOARIA E OURIVESARIA
Importador directo de relógios de tôrre dos melhores fabricantes franceses de MORES-DU-JURÁ — Máquinas de costura «KOHLER» para tódas as aplicações - Aparelhos de Rádio «PHILIPS» de todos os modêlos — Bicicletas e Acessórios de diferentes marcas — Bombas eléctricas e manuais --
ARTIGOS ELÉCTRICOS
Avenida da Liberdade — ALBERGARIA-A-VELHA
-
Café AVENIDA
Lúcilia Mourisca Moreira
VINHOS FINOS. LICOROSOS E CHAMPANHES
— CERVEJARIA E CONFEITARIA
Albergaria-a-Velha
-
A Mobiladora Albergariense DE JOSÉ MARQUES FERREIRA
(Antiga Ferreira & Mendes)
Mobilias em todos os estilos, avulsas e completas
CONSTRUÇÃO SÓLIDA
Albergaria-a-Velha
-
Fábrica de Sacos de Papel
de Germano Marques da Silva
Impressão de Sacos de Papel
Preços módicos — Telefone N. 9
Albergaria-a-Velha
-
José Ferreira d'Almeida
(Casa Fundada um 1895)
CERRALHARIA E FORJAS
MÁQUINAS AGRÍCOLAS
ARTIGOS DIVERSOS
Albergaria-a-Velha
-
Armando Bastos da Silva
MERCEARIAS E MIUDEZAS
LOUÇAS ESMALTADAS E ALUMÍNIUM
CALÇADO VULCANIZADO PARA
Praia, Campo e Ténis, das acreditadas marcas Ictori e Jape
AGENTE DE SEGUROS
Albergaria-a-Velha
-
RELÓGIOS PÚBLICOS DE MOREZ—DU—JURA
Universalmente conhecidos como os melhores, para Igrejas - Escolas - Câmaras — Fábricas
para entrega imediata.
Miguel Marques Henriques
Albergaria-a-Velha
UNIÃO TÉCNICA INDUSTRIAL, L.DA
Fábrica e Escritório:
ALBERGARIA-A-NOVA
Os melhores Briquetes de carvão vegetal ou mineral são os fabricados com os aglutinantes e máquinas da
União Técnica Industrial, Lda
-
Fábricas Metalúrgicas ALBA
SEDE: ALBERGARIA-A-VELHA
Telefone: 6 (P.B.X.) — Telegramas ALBA
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FÁBRICA CERÂMICA DA BRANCA, LDA
TELHA TIPO MARSELHA, «URBANA», REGIONAL, BÉBÉ—TIJOLO, BURRO, BATIDO, VAZADO, DE - VOLTA, REFRACTÁRIO — ACESSÓRIOS, ETC., —
SOUTO DA BRANCA - Telefone 5
-
TIPOGRAFIA VOUGA
JOSÉ FIGUEIREDO — ALBERGARIA-A-VELHA
- SECÇÕES DE PAPELARIA, LIVRARIA E ARTIGOS DE ESCRITÓRIO
- IMPRESSOS PARA REPARTIÇÕES PÚBLICAS, COMÉRCIO E INDÚSTRIA
-
Serração da Branca, L.da
MADEIRAS APARELHADAS E CAIXOTARIA
SEMPRE GRANDES QUANTIDADES DE MADEIRAS EM ARMAZÉM, TANTO EM TÔSCO COMO APARELHADAS.
- CASTANHO EM PRANCHA E ADUELA. — EUCALIPTO PARA MARCENARIA E ADUELA. — FABRICAMOS QUALQUER ESPÉCIE DE CAIXA EM GRANDE QUANTIDADE
SOUTO DA BRANCA
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Manuel Rodrigues Correia & Irmão
FÁBRICA DE SERRAÇÃO E MOAGEM
TEM SEMPRE GRANDE STOCK DE MADEIRAS SERRADAS E SÊCAS.
SOALHOS E FORROS APARELHADOS — MOLDURAS DE TODOS OS TAMANHOS — MÓI E VENDE FARINHA DE MILHO
ALBERGARIA-A-VELHA - PORTUGAL
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CAIMA PULP. Cº. LTD.
FABRICANTES DE PASTAS DE MADEIRA DE EUCALIPTO E PINHEIRO
PARA O FABRICO DE PAPEL E COMPRADORES DE MADEIRAS DE EUCALIPTO E PINHEIRO EM TOROS
QUINTA DO CAIMA - Albergaria-a-Nova / Sede no Pôrto AVENIDA DOS ALIADOS, 20-4.º
Endereço telegrãfíco:
CAIMA - ALBERGARIA-A-VELHA
CAIMA - PORTO
Telefone em ALBERGARIA-A.VELHA n.º 4
Telefone no Porto: n.º 7275
-
JOSÉ SALSA
FÁBRICA DE CERRALHARIA, EXECUÇÃO PERFEITA DE TODOS OS ACESSÓRIOS PERTENCENTES A BICICLETAS
R. ALMIRANTE REIS - ALBERGARIA-A-VELHA
-
MIGUEL MARQUES HENRIQUES
(CASA FUNDADA EM 1905)
RELOJOARIA E OURIVESARIA
Importador directo de relógios de tôrre dos melhores fabricantes franceses de MORES-DU-JURÁ — Máquinas de costura «KOHLER» para tódas as aplicações - Aparelhos de Rádio «PHILIPS» de todos os modêlos — Bicicletas e Acessórios de diferentes marcas — Bombas eléctricas e manuais --
ARTIGOS ELÉCTRICOS
Avenida da Liberdade — ALBERGARIA-A-VELHA
-
Café AVENIDA
Lúcilia Mourisca Moreira
VINHOS FINOS. LICOROSOS E CHAMPANHES
— CERVEJARIA E CONFEITARIA
Albergaria-a-Velha
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A Mobiladora Albergariense DE JOSÉ MARQUES FERREIRA
(Antiga Ferreira & Mendes)
Mobilias em todos os estilos, avulsas e completas
CONSTRUÇÃO SÓLIDA
Albergaria-a-Velha
-
Fábrica de Sacos de Papel
de Germano Marques da Silva
Impressão de Sacos de Papel
Preços módicos — Telefone N. 9
Albergaria-a-Velha
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José Ferreira d'Almeida
(Casa Fundada um 1895)
CERRALHARIA E FORJAS
MÁQUINAS AGRÍCOLAS
ARTIGOS DIVERSOS
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Praia, Campo e Ténis, das acreditadas marcas Ictori e Jape
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Republicada no PORTAL DE ALBERGARIA onde provocou uma troca de palavras mais ou menos acesa:
---
Luis Castro, 5 de Junho de 2012
Outra vez esta conversa sem jeito nenhum?Voltamos a bater no ceguinho novamente!
E agora, o que é que querem que a câmara faça? Não pensaram que as raízes das ditas tílias poderiam estar a causar problemas nos edifícios adjacentes? Como era visível, muitos dos paralelos já estavam levantados por causa das raízes. Ah e tal agora porque eram centenárias não se podiam abater. Além disso, na minha opinião, estéticamente não ficavam nada bem! Há tantos outros assuntos tão mais importantes na NOSSA TERRA! A biblioteca será, como já é o Cineteatro Alba, uma importante infraestrutura para a NOSSA CIDADE!