Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
quinta-feira, 28 de março de 2013
Alquerubim 1937
À venda no site de leilões Ebay
Vendedor: leaderphil - Buenos Aires (Argentina)
Origem: Rosalina Aydos dos Santos - Alquerubim (Albergaria-A-Velha)
Destino: Eduardo Aydos - Porto Alegre (Brasil)
Data: 26/02/1937
segunda-feira, 25 de março de 2013
Exposição de arte sacra
A diocese de Aveiro, a celebrar 75 anos da sua restauração como diocese, promove uma exposição de arte sacra no museu de Aveiro, que conta com a participação das 101 paróquias que constituem esta igreja particular.
Em parceria com o museu de Aveiro, a diocese promove assim um espaço que, para além de dinamizar o diálogo com o mundo e a sociedade em que está inserida, é ao mesmo “partilha de um tesouro sem esquecer nunca que a arte transporta em si um ministério profético”. Queremos ao mesmo tempo despertar as comunidades cristãs para o valor do património de que são possuidoras e sensibilizar para a correta conservação e preservação deste valioso património, resultante do património imaterial que é a fé e culto cristão.
Durante a exposição, aberta ao público de 20 de Janeiro a 7 de Abril de 2013 no horário normal de funcionamento do museu de Aveiro com entrada gratuita
A exposição que tem peças das 101 paróquias da diocese está patente, no Museu de Aveiro, de 20 de Janeiro até 7 de Abril, das 10h às 17h30, de terça a domingo. O catálogo que inclui fotografia e legenda de todas as peças está à venda por 12 euros.
http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=3575
Em parceria com o museu de Aveiro, a diocese promove assim um espaço que, para além de dinamizar o diálogo com o mundo e a sociedade em que está inserida, é ao mesmo “partilha de um tesouro sem esquecer nunca que a arte transporta em si um ministério profético”. Queremos ao mesmo tempo despertar as comunidades cristãs para o valor do património de que são possuidoras e sensibilizar para a correta conservação e preservação deste valioso património, resultante do património imaterial que é a fé e culto cristão.
Durante a exposição, aberta ao público de 20 de Janeiro a 7 de Abril de 2013 no horário normal de funcionamento do museu de Aveiro com entrada gratuita
A exposição que tem peças das 101 paróquias da diocese está patente, no Museu de Aveiro, de 20 de Janeiro até 7 de Abril, das 10h às 17h30, de terça a domingo. O catálogo que inclui fotografia e legenda de todas as peças está à venda por 12 euros.
http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=3575
sábado, 23 de março de 2013
Santiago em calcário
Santiago em Calcário, Séc XV
Fotografia da exposição fotográfica "Tempo de Memória" com fotografias relacionadas com a freguesia de Ribeira de Fráguas.
(cópia da fotografia cedida por Nuno Jesus)
Fotografia da exposição fotográfica "Tempo de Memória" com fotografias relacionadas com a freguesia de Ribeira de Fráguas.
(cópia da fotografia cedida por Nuno Jesus)
quinta-feira, 21 de março de 2013
Inauguração Quartel Séc. XXI
Os orgãos sociais e o comando têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de Inauguração do “Quartel Séc. XXI”, situado no arruamento H da Zona Industrial de Albergaria-a-Velha, que se realiza no dia 07 de Abril de 2013.
Programa:
10.00h Formatura geral para imposição de condecorações;
10.30h Recepção aos convidados;
11.00h Inauguração Oficial do Quartel Séc. XXI;
11.30h Sessão Solene;
15.00h Desfile apeado e motorizado.
http://www.bombeirosdealbergaria.pt
Jornal Bombeiros de Portugal, 14/Nov/2008
Programa:
10.00h Formatura geral para imposição de condecorações;
10.30h Recepção aos convidados;
11.00h Inauguração Oficial do Quartel Séc. XXI;
11.30h Sessão Solene;
15.00h Desfile apeado e motorizado.
http://www.bombeirosdealbergaria.pt
O
actual quartel não servia para as necessidades deste corpo de
bombeiros, afirmava o anterior comandante, José Ricardo Bismarck, em declarações ao jornal "Bombeiros de Portugal".
Actual quartel está obsoleto (2008)
(...) justifica a afirmação com os factos
de a instalação ter sido “projectada em 1965 e inaugurada em 1969,
quando havia três viaturas. Ele foi projectado para seis e hoje temos
33. Havia, na altura, 20 bombeiros e foi projectado para cerca de 30.
Hoje temos cerca de 140 bombeiros e está obsoleto. Não foi pensado para
ter mulheres, para ter tantas viaturas, para ter oficinas de manutenção,
para ter um apoio de comando e de secretaria… E, nesse sentido, é um
quartel que perdeu a validade”.
A
pensar no futuro, “estamos a trabalhar no projecto do novo quartel há
oito anos, mas já a partir de 1982 se falava em ampliações e na
necessidade de um novo quartel, por este estar esgotado”.
O
comandante José Bismarck fez questão de mencionar, agradecido, a equipa
técnica que o tem ajudado. “Na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, o
arquitecto Eduardo Costa Ferreira, os engenheiros Carlos Goulart e
Paulo Elísio e a Dr.ª Sandra Figueiredo; na Universidade de Aveiro, os
professores doutores Carlos Borrego e Nelson Martins e o engenheiro Luis
Tarelho; na NJL – Industrias Metalurgicas, Lda., os engenheiros Mário
Miguel Marques Mendes e Luisa Pereira; na 2M – Comércio e Serviços de
Electricidade, Lda., o engenheiro José Leite; na Scentor SA – Energy and
Building Solutions, o engenheiro Francisco Lamas.
Jornal Bombeiros de Portugal, 14/Nov/2008
segunda-feira, 18 de março de 2013
Tese
Sendo o GDUP da ECOP formado por operários da Construção Civil contratados para uma obra especifica (neste caso a Escola Técnica) resolvemos devido a termos um problema que é comum neste distrito de Aveiro, desenvolver uma tese sobre as condições dos contratados e as perspectivas de trabalho junto deles para alcançar a sociedade socialista.
I
A região sul do distrito de Aveiro tem-se caracterizado por uma fraca movimentação do proletariado industrial desde o 25 de Abril até aqui. Isto acontece por várias razões algumas das quais podemos enumerar:
— Grande parte do proletariado possui um pequeno talhão de terra que amanha depois de sair da fábrica. o que lhe origina o medo que lha roubem.
— Haver o domínio da pequena indústria sobre a grande.
— Haver um grande número de operários contratados por um ou dois meses que no fim desse período podem vir a assinar novo contrato.
II
É sobre o último caso que nós iremos debruçar detalhadamente visto ser o nosso caso especifico.
A ECOP-Arnaldo Oliveira é uma empresa de Construção Civil do Porto, que vem do Porto e contratou em Albergaria-a-Velha 50 operários até acabar a obra.
A situação destes operários tem muitas especificidades como por exemplo:
— Não têm assistência social pela Caixa de Previdência.
— Não têm subsidio de férias nem 13.º mês.
— Não têm direito a férias.
Além destas condições estão constantemente ameaçados pelo desemprego porque basta o patrão não querer e legalmente não assina o contrato.
III
Aliado a este receio o patrão vai dando as habituais compensações quer monetárias quer através de facilidades aos operários mais obedientes, conseguindo assim uma base de apoio dentro da fábrica que ataca todos os operários que se insurgem contra as injustiças cometidas sobre eles.
Assim é frequente ver-se numa fábrica operários a pôrem-se contra camaradas seus. acusando-os de querer arruinar o patrão que "está a ter prejuízo com a fábrica", só a mantendo aberta porque não quer atirar os trabalhadores para o desemprego e outras lamúrias que lhes são impingidas.
É também frequente ver-se delegados sindicais serem espancados pelo patronato sem haver um repúdio generalizado por parte dos operários.
É evidente que neste clima de terror que os operários aqui vivem e não são as boas palavras que fazem por exemplo com que uma fábrica adira à greve dos metalúrgicos quando decretada pelo sindicato (que é na sua maioria PS).
IV
Isto seria um panorama muito negro se nós nos alheássemos da evolução contínua da situação política portuguesa. Mas neste momento alguns daqueles que ontem defendiam acerrimamente posições do PPD, como é o caso de 3 elementos que hoje integram este GDUP e que já pertencem a uma organização revolucionária, vêem já mais claramente quem são os seus inimigos de classe e quem os defende. Deste modo, nós tentámos despoletar uma luta. que embora não tivesse ido para a frente por falta de apoio da maioria dos operários, teve o apoio bastante activo de vários CDSs, PPDs e PSs.
É na grave crise económica que existe neste pais e que não tem solução capitalista sem ser por métodos repressivos ainda maiores do que os usados neste momento (ou seja através do fascismo) e que irá originar nos tempos mais próximos medidas de restrição que irão despoletar grandes lutas. Pois quando a fome chega já não há mesmo nada a perder para a classe. Assim iremos ver os operários a mandar à fava quem os ilude neste momento e a aderir a um programa revolucionário.
V
Mas aqui surge um perigo: os GDUPs pondô-se à cabeça da luta reivindicativa não terem um programa político que aponte claramente os saltos qualitativos a dar. E é este programa (essa estratégia) que os GDUPs têm que encontrar neste congresso. Porque um programa de luta não basta, porque à luta seguir-se-á a repressão e à repressão a resposta quer nós queiramos quer não. Este clima irá originar graves perturbações a que a burguesia tentará dar resposta fazendo o seu golpe à chilena, a que corresponderá uma resposta do proletariado mais consciente. Se essa resposta não se alargar a todo o proletariado e a certos sectores da pequena burguesia que se queiram aliar, então podemos ter a certeza de que o fascismo se instalará.
Neste sentido temos que apontar claramente na organização da classe não para reivindicar melhores salários mas para conquistar o poder à burguesia. Porque o ciclo de aumento de salários-aumento de preços não tem viabilidade de durar muito tempo em Portugal, quer pela consciência que a classe adquiriu em certos pontos do pais e que não tardará em adquirir nos meios onde a direita ainda domina. depois das lutas que se darão, quer pela impossibilidade da situação aguentar muito tempo de agitação social.
GDUP—ECOP
Página UM, 30/10/1976
I
A região sul do distrito de Aveiro tem-se caracterizado por uma fraca movimentação do proletariado industrial desde o 25 de Abril até aqui. Isto acontece por várias razões algumas das quais podemos enumerar:
— Grande parte do proletariado possui um pequeno talhão de terra que amanha depois de sair da fábrica. o que lhe origina o medo que lha roubem.
— Haver o domínio da pequena indústria sobre a grande.
— Haver um grande número de operários contratados por um ou dois meses que no fim desse período podem vir a assinar novo contrato.
II
É sobre o último caso que nós iremos debruçar detalhadamente visto ser o nosso caso especifico.
A ECOP-Arnaldo Oliveira é uma empresa de Construção Civil do Porto, que vem do Porto e contratou em Albergaria-a-Velha 50 operários até acabar a obra.
A situação destes operários tem muitas especificidades como por exemplo:
— Não têm assistência social pela Caixa de Previdência.
— Não têm subsidio de férias nem 13.º mês.
— Não têm direito a férias.
Além destas condições estão constantemente ameaçados pelo desemprego porque basta o patrão não querer e legalmente não assina o contrato.
III
Aliado a este receio o patrão vai dando as habituais compensações quer monetárias quer através de facilidades aos operários mais obedientes, conseguindo assim uma base de apoio dentro da fábrica que ataca todos os operários que se insurgem contra as injustiças cometidas sobre eles.
Assim é frequente ver-se numa fábrica operários a pôrem-se contra camaradas seus. acusando-os de querer arruinar o patrão que "está a ter prejuízo com a fábrica", só a mantendo aberta porque não quer atirar os trabalhadores para o desemprego e outras lamúrias que lhes são impingidas.
É também frequente ver-se delegados sindicais serem espancados pelo patronato sem haver um repúdio generalizado por parte dos operários.
É evidente que neste clima de terror que os operários aqui vivem e não são as boas palavras que fazem por exemplo com que uma fábrica adira à greve dos metalúrgicos quando decretada pelo sindicato (que é na sua maioria PS).
IV
Isto seria um panorama muito negro se nós nos alheássemos da evolução contínua da situação política portuguesa. Mas neste momento alguns daqueles que ontem defendiam acerrimamente posições do PPD, como é o caso de 3 elementos que hoje integram este GDUP e que já pertencem a uma organização revolucionária, vêem já mais claramente quem são os seus inimigos de classe e quem os defende. Deste modo, nós tentámos despoletar uma luta. que embora não tivesse ido para a frente por falta de apoio da maioria dos operários, teve o apoio bastante activo de vários CDSs, PPDs e PSs.
É na grave crise económica que existe neste pais e que não tem solução capitalista sem ser por métodos repressivos ainda maiores do que os usados neste momento (ou seja através do fascismo) e que irá originar nos tempos mais próximos medidas de restrição que irão despoletar grandes lutas. Pois quando a fome chega já não há mesmo nada a perder para a classe. Assim iremos ver os operários a mandar à fava quem os ilude neste momento e a aderir a um programa revolucionário.
V
Mas aqui surge um perigo: os GDUPs pondô-se à cabeça da luta reivindicativa não terem um programa político que aponte claramente os saltos qualitativos a dar. E é este programa (essa estratégia) que os GDUPs têm que encontrar neste congresso. Porque um programa de luta não basta, porque à luta seguir-se-á a repressão e à repressão a resposta quer nós queiramos quer não. Este clima irá originar graves perturbações a que a burguesia tentará dar resposta fazendo o seu golpe à chilena, a que corresponderá uma resposta do proletariado mais consciente. Se essa resposta não se alargar a todo o proletariado e a certos sectores da pequena burguesia que se queiram aliar, então podemos ter a certeza de que o fascismo se instalará.
Neste sentido temos que apontar claramente na organização da classe não para reivindicar melhores salários mas para conquistar o poder à burguesia. Porque o ciclo de aumento de salários-aumento de preços não tem viabilidade de durar muito tempo em Portugal, quer pela consciência que a classe adquiriu em certos pontos do pais e que não tardará em adquirir nos meios onde a direita ainda domina. depois das lutas que se darão, quer pela impossibilidade da situação aguentar muito tempo de agitação social.
GDUP—ECOP
Página UM, 30/10/1976
domingo, 17 de março de 2013
AR-TEs
O Espaço d'AR-TEs
Centro Cultural Independente
A partir de agora novos passos vamos dar e mais intervenientes iremos ser. O sítio de costume, a loja devoluta, a antiga farmácia, passará a ter nome: Espaço dAR-TEs, centro cultural da AlbergAR-TE.
A Praça Ferreira Tavares para além do Bancos, da Câmara, do Tribunal, do Jornal de Albergaria, passará a contar connosco, quotidianamente.
O que vai acontecer? Muitas coisas que o Espaço, polivalente como pretendemos, possa albergar. Esse é o propósito da
AlbergAR-TE, para Albergaria.
Página antiga da Albergar-te
/http://planeta.clix.pt/albergar-te/diversos.html
NB: Isso passou-se já há bastante tempo agora na antiga farmácia está mais um banco.
Centro Cultural Independente
A partir de agora novos passos vamos dar e mais intervenientes iremos ser. O sítio de costume, a loja devoluta, a antiga farmácia, passará a ter nome: Espaço dAR-TEs, centro cultural da AlbergAR-TE.
A Praça Ferreira Tavares para além do Bancos, da Câmara, do Tribunal, do Jornal de Albergaria, passará a contar connosco, quotidianamente.
O que vai acontecer? Muitas coisas que o Espaço, polivalente como pretendemos, possa albergar. Esse é o propósito da
AlbergAR-TE, para Albergaria.
Página antiga da Albergar-te
/http://planeta.clix.pt/albergar-te/diversos.html
NB: Isso passou-se já há bastante tempo agora na antiga farmácia está mais um banco.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Rui Marques No Parlamento (1999)
«Rui Marques, eleito presidente da Câmara Municipal de Albergaria-A-Velha nas últimas eleições autárquicas mas a ocupar actualmente as funções de deputado na Assembleia da República foi o alvo de fortes críticas nesta Assembleia Muncipal. Críticas oriundas sobretudo da bancada do PSD, nomeadamente de Mário Jorge Lemos Pinto que alegou mesmo ser ilegal a suspensão do mandato do presidente da Câmara, Rui Marques. Contactado pelo Linha da Frente, Rui Marques afirmou estar 'tranquilo e descansado'. Sobre este caso 'não estou minimamente preocupado', refere ainda Rui Marques.
Linha da Frente, 06/05/1999
Linha da Frente, 06/05/1999
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Empresas PME
Foram distinguidas 12 empresas de Albergaria-a-Velha com o estatuto PME Excelência 2012, numa sessão presidida pelo Ministro da Economia e do Emprego, em Braga. Tratam-se de pequenas e médias empresas que apresentaram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no ano de 2011. Em todo o país, foram reconhecidas 1.239 empresas.
(adaptado, edição da 2.ª quinzena de Janeiro do Beira Vouga)
Lista de empresas do concelho - PME Excelência 2012
Acustekpro - Soluções Técnicas de Isolamento, Lda - CAE 43290
António Bastos de Almeida & Irmão, Lda. - CAE 56101
Aveicabo - Telecomunicações e Serviços, S.A. - CAE 42220
Fernando Abreu, S.A. - CAE 25731
Fisola - Fábrica de Isoladores Eléctricos, Lda - CAE 27900
Grupel - Grupos Electrogéneos, S.A. - CAE 27110
Litoralalbe - Alimentos para Animais, S.A. - CAE 46211
Maga Moldes, Lda - CAE 25734
Marques, Silva & Pereira, Lda - CAE 16101
Palbit, S.A. - CAE 25733
Planiflex - Indústria de Colchões, Lda - CAE 31030
Transpalmaz - Camionagem de Carga, Lda - CAE 49410
Empresas PME Líder / Plataforma FINCRESCE
2M - Comércio e Serviços de Electricidade, Lda - CAE 43290
Aveicellular - Comunicações e Acessórios, Lda - CAE 46520
Aveidigital - Produtos de Telecomunicações, Lda - CAE 46520
Bioflorestal, S.A. - CAE 2200
Covema - Madeiras, Lda - CAE 46731
Duravit - Comércio e Equipamento Industrial, Lda - CAE 46620
Duromin - Equipamentos para Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda - CAE 46900
Eurocolchão, Lda - CAE 31030
Fernando Pimenta & Filho, Lda - CAE 41200
Futurvida - Fabricação de Veículos Especiais, Lda - CAE 29320
Heliroma - Plásticos, S.A. - CAE 22292
Intermaco - Comércio e Representações de Máquinas e Ferramentas, Lda - CAE 46620
João de Almeida Oliveira, Lda - CAE 47300
Larus - Artigos para Construção e Equipamentos, Lda - CAE 25120
M.C. Rios, S.A. - CAE 46211
Madeibranca - Comércio de Derivados de Madeira, Lda - CAE 46731
Marinhauto - Indústrias Metalúrgicas, Lda - CAE 25620
Mazel - Rações para Animais, S.A. - CAE 10912
Mazel - Transportes, S.A. - CAE 49410
Mercocentro - Comércio de Produtos Alimentares e Bebidas, Lda - CAE 46170
MetalFaj - Indústria Metalúrgica, Lda - CAE 25992
Metalusa, S.A. - CAE 25110
Newstamp - Estampagem de Componentes Metálicos, Lda - CAE 25501
O 2 A - Autoadesivos, S.A. - CAE 32996
Oligas - Instalações Eléctricas e Gás, Unipessoal Lda - CAE 43210
Petrobranca - Combustíveis, S.A. - CAE 47300
Portoflex - Fábrica de Tubo Flexível, Lda - CAE 25992
Portopal - Madeiras e Derivados, S.A. - CAE 46731
Q. Provider, Lda - CAE 14131
Refracivil - Construções, Lda - CAE 41200
Ribeiroescala - Construções, Lda - CAE 41200
Serrano da Silva - Madeiras e Transportes, Lda - CAE 49410
Sopormetal - Sociedade Portuguesa de Metais, Lda - CAE 46720
Sotavinhos - Distribuição de Bebidas, S.A. - CAE 46341
Transbranca - Transportes, S.A. - CAE 49410
Transportes de Mercadorias Valente & Aguiar, Lda - CAE 49410
TV Ria - Sistemas de Comunicação, Lda - CAE 61900
Unimadeiras - Produção, Comércio e Exploração Florestal, S.A. - CAE 46731
Valart - Metalúrgica Central do Vouga, Lda - CAE 29200
Valpel - Comércio e Tranformação de Papel, Lda - CAE 17220
Viecon - Transportes Nacionais e Internacionais, Lda - CAE 49410
(adaptado, edição da 2.ª quinzena de Janeiro do Beira Vouga)
Lista de empresas do concelho - PME Excelência 2012
Acustekpro - Soluções Técnicas de Isolamento, Lda - CAE 43290
António Bastos de Almeida & Irmão, Lda. - CAE 56101
Aveicabo - Telecomunicações e Serviços, S.A. - CAE 42220
Fernando Abreu, S.A. - CAE 25731
Fisola - Fábrica de Isoladores Eléctricos, Lda - CAE 27900
Grupel - Grupos Electrogéneos, S.A. - CAE 27110
Litoralalbe - Alimentos para Animais, S.A. - CAE 46211
Maga Moldes, Lda - CAE 25734
Marques, Silva & Pereira, Lda - CAE 16101
Palbit, S.A. - CAE 25733
Planiflex - Indústria de Colchões, Lda - CAE 31030
Transpalmaz - Camionagem de Carga, Lda - CAE 49410
Empresas PME Líder / Plataforma FINCRESCE
2M - Comércio e Serviços de Electricidade, Lda - CAE 43290
Aveicellular - Comunicações e Acessórios, Lda - CAE 46520
Aveidigital - Produtos de Telecomunicações, Lda - CAE 46520
Bioflorestal, S.A. - CAE 2200
Covema - Madeiras, Lda - CAE 46731
Duravit - Comércio e Equipamento Industrial, Lda - CAE 46620
Duromin - Equipamentos para Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda - CAE 46900
Eurocolchão, Lda - CAE 31030
Fernando Pimenta & Filho, Lda - CAE 41200
Futurvida - Fabricação de Veículos Especiais, Lda - CAE 29320
Heliroma - Plásticos, S.A. - CAE 22292
Intermaco - Comércio e Representações de Máquinas e Ferramentas, Lda - CAE 46620
João de Almeida Oliveira, Lda - CAE 47300
Larus - Artigos para Construção e Equipamentos, Lda - CAE 25120
M.C. Rios, S.A. - CAE 46211
Madeibranca - Comércio de Derivados de Madeira, Lda - CAE 46731
Marinhauto - Indústrias Metalúrgicas, Lda - CAE 25620
Mazel - Rações para Animais, S.A. - CAE 10912
Mazel - Transportes, S.A. - CAE 49410
Mercocentro - Comércio de Produtos Alimentares e Bebidas, Lda - CAE 46170
MetalFaj - Indústria Metalúrgica, Lda - CAE 25992
Metalusa, S.A. - CAE 25110
Newstamp - Estampagem de Componentes Metálicos, Lda - CAE 25501
O 2 A - Autoadesivos, S.A. - CAE 32996
Oligas - Instalações Eléctricas e Gás, Unipessoal Lda - CAE 43210
Petrobranca - Combustíveis, S.A. - CAE 47300
Portoflex - Fábrica de Tubo Flexível, Lda - CAE 25992
Portopal - Madeiras e Derivados, S.A. - CAE 46731
Q. Provider, Lda - CAE 14131
Refracivil - Construções, Lda - CAE 41200
Ribeiroescala - Construções, Lda - CAE 41200
Serrano da Silva - Madeiras e Transportes, Lda - CAE 49410
Sopormetal - Sociedade Portuguesa de Metais, Lda - CAE 46720
Sotavinhos - Distribuição de Bebidas, S.A. - CAE 46341
Transbranca - Transportes, S.A. - CAE 49410
Transportes de Mercadorias Valente & Aguiar, Lda - CAE 49410
TV Ria - Sistemas de Comunicação, Lda - CAE 61900
Unimadeiras - Produção, Comércio e Exploração Florestal, S.A. - CAE 46731
Valart - Metalúrgica Central do Vouga, Lda - CAE 29200
Valpel - Comércio e Tranformação de Papel, Lda - CAE 17220
Viecon - Transportes Nacionais e Internacionais, Lda - CAE 49410
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Património Imóvel
Em 18 de Junho de 2001 a ADERAV solicitou ao IPPAR a classificação como Imóveis de Interesse Público, dos seguintes imóveis do concelho:
* Casa da Fonte - Séc. XVIII - Albergaria-a-Velha
* Troço de calçada romana - Séc. I - Branca
* Quinta das Relvas - Séc. XVIII - Branca
* Quinta do Outeiro - Séc. XIX - Branca
NOTÍCIAS DAS ACTIVIDADES DA ADERAV - "Patrimónios" – n.º 2, Março 2002
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/
* Casa de Santo António
Categoria de Protecção: Em Vias de Classificação (Homologado como IIP - ...
Cronologia: Despacho de homologação de 12-09-1997 do Ministro da Cultura
Parecer de 15-01-1995 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Proposta de abertura de 13-09-1994 da DRCoimbra
Proposta de classificação de 26-11-1981 da ADPNCAveiro
ZEP: Parecer favorável de 7-11-2011 da SPAA do Conselho nacional de Cultura
Proposta de 29-10-2010 da DRCCentro
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72098/
* Pelourinho de Frossos
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73443/
* Pelourinho de Angeja
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73766/
* Mamoa de Açores
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73814/
*Antigo Palace-Garage Hotel
Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal
Despacho de encerramento de 22-03-2006 [demolido em 2006]
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/3720936/
* CTT de Albergaria-a-Velha
Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal
Esteve em vias de classificação nos termos do Dec.-Lei n.º 173/2006, DR, I Série, n.º 16, de 23-08-2006
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10949547/
* Vila Francelina
Classificado como MIM - Monumento de Interesse Municipal
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/14057879/
Imóveis de Interesse Municipal
Consideram-se de interesse municipal os bens cuja protecção e valorização, no todo ou em parte, representem um valor cultural de significado predominante para um determinado município.
Site da CMA
O Imóvel Casa e Quinta das Relvas foi o primeiro Classificado como Imóvel de Interesse Municipal.
O mesmo acontecendo, mais recentemente, com a Vila Francelina.
* Casa da Fonte - Séc. XVIII - Albergaria-a-Velha
* Troço de calçada romana - Séc. I - Branca
* Quinta das Relvas - Séc. XVIII - Branca
* Quinta do Outeiro - Séc. XIX - Branca
NOTÍCIAS DAS ACTIVIDADES DA ADERAV - "Patrimónios" – n.º 2, Março 2002
PATRIMÓNIO IMÓVEL - INFORMAÇÃO OBTIDA NO SITE DO IGESPAR (EX-IPPAR)
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/
* Casa de Santo António
Categoria de Protecção: Em Vias de Classificação (Homologado como IIP - ...
Cronologia: Despacho de homologação de 12-09-1997 do Ministro da Cultura
Parecer de 15-01-1995 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Proposta de abertura de 13-09-1994 da DRCoimbra
Proposta de classificação de 26-11-1981 da ADPNCAveiro
ZEP: Parecer favorável de 7-11-2011 da SPAA do Conselho nacional de Cultura
Proposta de 29-10-2010 da DRCCentro
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72098/
* Pelourinho de Frossos
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73443/
* Pelourinho de Angeja
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73766/
* Mamoa de Açores
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73814/
*Antigo Palace-Garage Hotel
Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal
Despacho de encerramento de 22-03-2006 [demolido em 2006]
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/3720936/
* CTT de Albergaria-a-Velha
Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal
Esteve em vias de classificação nos termos do Dec.-Lei n.º 173/2006, DR, I Série, n.º 16, de 23-08-2006
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10949547/
* Vila Francelina
Classificado como MIM - Monumento de Interesse Municipal
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/14057879/
Imóveis de Interesse Municipal
Consideram-se de interesse municipal os bens cuja protecção e valorização, no todo ou em parte, representem um valor cultural de significado predominante para um determinado município.
Site da CMA
O Imóvel Casa e Quinta das Relvas foi o primeiro Classificado como Imóvel de Interesse Municipal.
O mesmo acontecendo, mais recentemente, com a Vila Francelina.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Jornal de Albergaria
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| Primeira edição |
Depois de abortado o projecto da Rádio Osseloa verificou-se a criação, por parte de outras pessoas, da Cooperativa de Comunicação Social de Albergaria. Os objectivos da cooperativa, conforme estatutos de 15/12/1992, eram: promover os valores culturais do concelho; contribuir para o enriquecimento informativo e cultural da população; e despertar nas pessoas a liberdade critica, com respeito pelas instituições e pelas leis.
Nesse primeiro número destaca-se o editorial, uma reportagem sobre o Lar de Terceira Idade, a primeira parte do artigo de Albuquerque Pinho (secção "Para a História de Albergaria") sobre o primeiro número do Jornal de Albergaria em 13/05/1911, notícias das freguesias, desporto, apontamento sobre o Carnaval, secção "De Ecclesia" e o espaço das Escolas.
Director Mário Jorge Lemos Pinto
Primeiros Colaboradores:
José António Moreira Vinhas
Dr. António Albuquerque Pinho
António Augusto Lemos (Desporto)
Pe. Querubim Silva
Luis Filipe
João Agostinho Pereira (Alquerubim)
João Ricardo Valente (Angeja)
José Silva (S. J. Loure)
A última edição do Jornal de Albergaria, com o nº 420, aconteceu em 12 de Agosto de 2011. A quem de direito sugere-se a edição de um volume com artigos do Dr. Alburquerque Pinho e as efemérides locais que publicou ao longo de vários anos.
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| mudança de instalações para a Rua Serpa Pinto |
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