@MPGDP PROJECTO 681
Gravado em Vilarinho de São Roque, Albergaria-a-Velha a 5 de Junho de 2013
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna
No âmbito do projecto: "Há Festa na aldeia"
http://vimeo.com/67996607#at=0
Estes irmãos naturais e residentes em Vilarinho de São Roque foram a fonte a que o Núcleo Etnográfico do Rancho da Ribeira de Fráguas foi beber meia dúzia de anos atrás, estas modinhas recolhidas por Vera Silva e Nuno Jesus, justamente neste quinteiro, fazem parte do Processo Técnico da referida associação etnográfica. A primeira moda "Ricocó", está a ser trabalhada em parceria com os "Re-Timbrar" para a encenação musical do dia 6 de Julho no âmbito do evento "Há Festa na Aldeia"
Nuno Jesus
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Aldeia de Vilarinho de S. Roque
Vilarinho de S. Roque é uma das mais recentes Aldeias de Portugal.
O rio Fílveda corre pela aldeia desenhando cascatas de água e alimentando moinho e regadios. A primeira referência de Vilarinho de S. Roque - freguesia de Ribeira de Fráguas (Albergaria-a-Velha) - surge no foral de Figueiredo e Bemposta, concedido por D. Manuel I em 1514.
Os moinhos eram em outras épocas partilhados por várias famílias por turnos de moagem com horário proporcional ao tamanho das propriedades agrícolas.
A capela de São Roque, provavelmente edificada em meados do século XVIII, foi restaurada em 1900, sendo um dos atractivos deste território que tem uma paisagem onde as casas rurais e os espigueiros se espalham pelos seus verdejantes campos.
A religiosidade sempre caracterizou as suas gentes. As alminhas fazem parte do património edificado, enquanto pequenos monumentos de carácter popular erguidos junto a caminhos, particularmente onde existem encruzilhadas, dizem, para proteger as almas que estão no Purgatório.
A zona florestal da aldeia é rica em pinheiros bravos e mansos, carvalhos, sobreiros e fundamentalmente eucaliptos.
O projecto Há Festa na Aldeia tem o seu primeiro evento-âncora marcado para o próximo fim-de-semana, 6 e 7 de Julho, em Vilarinho de S. Roque, no concelho de Albergaria-a-Velha.
Programa
O rio Fílveda corre pela aldeia desenhando cascatas de água e alimentando moinho e regadios. A primeira referência de Vilarinho de S. Roque - freguesia de Ribeira de Fráguas (Albergaria-a-Velha) - surge no foral de Figueiredo e Bemposta, concedido por D. Manuel I em 1514.
Os moinhos eram em outras épocas partilhados por várias famílias por turnos de moagem com horário proporcional ao tamanho das propriedades agrícolas.
A capela de São Roque, provavelmente edificada em meados do século XVIII, foi restaurada em 1900, sendo um dos atractivos deste território que tem uma paisagem onde as casas rurais e os espigueiros se espalham pelos seus verdejantes campos.
A religiosidade sempre caracterizou as suas gentes. As alminhas fazem parte do património edificado, enquanto pequenos monumentos de carácter popular erguidos junto a caminhos, particularmente onde existem encruzilhadas, dizem, para proteger as almas que estão no Purgatório.
A zona florestal da aldeia é rica em pinheiros bravos e mansos, carvalhos, sobreiros e fundamentalmente eucaliptos.
O projecto Há Festa na Aldeia tem o seu primeiro evento-âncora marcado para o próximo fim-de-semana, 6 e 7 de Julho, em Vilarinho de S. Roque, no concelho de Albergaria-a-Velha.
Programa
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Rede de equipamentos culturais
Centenas de pessoas marcaram presença na inauguração da Nova Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha que decorreu na tarde de 22 de junho. Com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, este novo espaço vem completar e enriquecer a rede de equipamentos culturais do Município, de acordo com a estratégia definida na Nova Agenda para a Cultura e Criatividade.
José Licínio Pimenta, Vereador da Cultura, confessou ser um dia especial para a comunidade Albergariense na medida em que todo o processo de criação da Nova Biblioteca foi um trabalho extraordinário de envolvimento coletivo, em que se somaram as várias sensibilidades, desde a arquitetura, a educação, a inclusão social e a cultura.
Para o autarca, existem quatro equipamentos fundamentais para o desenvolvimento cultural do Município e afirmou estar orgulhoso por, em cerca de dez anos, ter contribuído para colocar ao serviço da comunidade três deles: o Arquivo Municipal, o Cineteatro Alba e a Nova Biblioteca Municipal. Em relação ao último equipamento – o Museu – José Licínio Pimenta disse estarem já lançadas as bases para a criação de um espaço de nova geração, capaz de atrair público e ser sustentável.
O Presidente da Câmara Municipal, João Agostinho Pereira, afirmou que “em termos culturais é, seguramente, um dos dias mais importantes, na medida em que se abre uma nova porta para a apropriação de conhecimento e acesso à informação!”. No seu discurso perante um Salão Nobre esgotado, o autarca descreveu o processo moroso de criação deste novo espaço cultural e mostrou orgulho pelo trabalho feito: “a biblioteca tem já cerca de três mil leitores fidelizados, que visitam o espaço regularmente para requisitar novos livros; promove iniciativas inovadoras, indo ao encontro das novas tendências e públicos”.
Para João Agostinho Pereira, “o futuro da Biblioteca passará pela promoção da leitura e pela capacidade de educar e guiar as pessoas na avaliação e seleção de fontes de informação” mas será, ainda, um espaço de coesão e inclusão social, com condições de igualdade de acesso aos espaços e às atividades. Na verdade, a Câmara Municipal já está a trabalhar no processo de certificação em acessibilidade total, pelo que se prevê que a Biblioteca Municipal seja a primeira do País a possuir este certificado.
Finalmente, o Presidente da autarquia Albergariense agradeceu a dedicação, a visão estratégica e a capacidade de liderança do Vereador da Cultura, José Licínio Pimenta; “a Nova Agenda para a Cultura e Criatividade ficará para a história deste concelho como demonstração da sua competência, conhecimento e capacidade de trabalho!”
CMA, 26/06/2013
José Licínio Pimenta, Vereador da Cultura, confessou ser um dia especial para a comunidade Albergariense na medida em que todo o processo de criação da Nova Biblioteca foi um trabalho extraordinário de envolvimento coletivo, em que se somaram as várias sensibilidades, desde a arquitetura, a educação, a inclusão social e a cultura.
Para o autarca, existem quatro equipamentos fundamentais para o desenvolvimento cultural do Município e afirmou estar orgulhoso por, em cerca de dez anos, ter contribuído para colocar ao serviço da comunidade três deles: o Arquivo Municipal, o Cineteatro Alba e a Nova Biblioteca Municipal. Em relação ao último equipamento – o Museu – José Licínio Pimenta disse estarem já lançadas as bases para a criação de um espaço de nova geração, capaz de atrair público e ser sustentável.
O Presidente da Câmara Municipal, João Agostinho Pereira, afirmou que “em termos culturais é, seguramente, um dos dias mais importantes, na medida em que se abre uma nova porta para a apropriação de conhecimento e acesso à informação!”. No seu discurso perante um Salão Nobre esgotado, o autarca descreveu o processo moroso de criação deste novo espaço cultural e mostrou orgulho pelo trabalho feito: “a biblioteca tem já cerca de três mil leitores fidelizados, que visitam o espaço regularmente para requisitar novos livros; promove iniciativas inovadoras, indo ao encontro das novas tendências e públicos”.
Para João Agostinho Pereira, “o futuro da Biblioteca passará pela promoção da leitura e pela capacidade de educar e guiar as pessoas na avaliação e seleção de fontes de informação” mas será, ainda, um espaço de coesão e inclusão social, com condições de igualdade de acesso aos espaços e às atividades. Na verdade, a Câmara Municipal já está a trabalhar no processo de certificação em acessibilidade total, pelo que se prevê que a Biblioteca Municipal seja a primeira do País a possuir este certificado.
Finalmente, o Presidente da autarquia Albergariense agradeceu a dedicação, a visão estratégica e a capacidade de liderança do Vereador da Cultura, José Licínio Pimenta; “a Nova Agenda para a Cultura e Criatividade ficará para a história deste concelho como demonstração da sua competência, conhecimento e capacidade de trabalho!”
CMA, 26/06/2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Publicidade
Estava aqui a limpar o meu disco e encontrei isto que há muito fiquei de vos enviar. Refere-se ao melhor leitão dos arredores de Aveiro e embora muita da mística do sítio tenha sido perdida com a remodelação da casa, o Leitão continua a ser excelente, como sempre foi.
Via IP5
Aveiro - direcção Viseu. Sair para Angeja. Virar à esquerda para Angeja (à direita fica o sinal "A-seitasse Intulho"). Atravessar Angeja. Pouco depois da Igreja virar à esquerda em direcção a Aveiro (tem uma placa a dizer "Aveiro"). Quando chegar à rotunda, do lado esquerdo está a Casa dos Leitões e do lado direito está o centro de recepção da AMRia.
Via 109
Aveiro - seguir em direcção a Cacia. Atravessar Cacia. Depois da ponte sobre o Vouga virar à direita para Angeja. Quando chegar à rotunda, em frente está a Casa dos Leitões e do lado esquerdo está o centro de recepção da AMRia.
Atendendo à especificidade da comida e do local convém marcar com antecedência. O número é o 234 911 259 e peçam para falar com Sr. Agostinho.
Publicada por Rui Gonçalves à(s) 7/29/2004 10:42:00 AM
Via IP5
Aveiro - direcção Viseu. Sair para Angeja. Virar à esquerda para Angeja (à direita fica o sinal "A-seitasse Intulho"). Atravessar Angeja. Pouco depois da Igreja virar à esquerda em direcção a Aveiro (tem uma placa a dizer "Aveiro"). Quando chegar à rotunda, do lado esquerdo está a Casa dos Leitões e do lado direito está o centro de recepção da AMRia.
Via 109
Aveiro - seguir em direcção a Cacia. Atravessar Cacia. Depois da ponte sobre o Vouga virar à direita para Angeja. Quando chegar à rotunda, em frente está a Casa dos Leitões e do lado esquerdo está o centro de recepção da AMRia.
Atendendo à especificidade da comida e do local convém marcar com antecedência. O número é o 234 911 259 e peçam para falar com Sr. Agostinho.
Publicada por Rui Gonçalves à(s) 7/29/2004 10:42:00 AM
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Programa Inaugural da Nova Biblioteca Municipal
É já na tarde de 22 junho (16h00) que é inaugurada a Nova Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros que surge do restauro e ampliação do Palacete da Quinta da Boa Vista e Torreão.
Trata-se de um equipamento com características especiais, onde a arquitetura do edifício, o seu Torreão, as Telas que decoram uma das salas, da autoria de Domingos Costa (1910), e os tetos da mesma época lhe conferem uma identidade própria e única.
Neste mais recente espaço cultural, cujo modelo de funcionamento foi também enquadrado numa estratégia inovadora, concebida no âmbito da Nova Agenda para a Cultura e Criatividade do Município, para além das áreas de leitura dedicadas às diferentes faixas etárias (adulto, infantil e juvenil), que vão contar com mais de 24 000 novos títulos no seu acervo bibliográfico, a Biblioteca vai disponibilizar uma zona multimédia, bebeteca, um salão nobre para conferências e outros eventos, um átrio para receções e exposições, um pátio exterior que funciona como extensão das zonas de leitura e um generoso depósito que funcionará em articulação com o Arquivo Municipal, onde está já o arquivo fotográfico cedido pela Foto Gomes, para além das áreas de trabalho interno.
No dia de abertura, logo após a cerimónia solene, vai ter lugar a inauguração da exposição "A Cor das Palavras" de Artur Oliveira e Ricardo Oliveira, pelas 17h00. Nesta mostra, que coloca em diálogo a pintura e a poesia, vão ser apresentadas algumas abordagens possíveis para a dimensão dos sonhos na nossa vida e que são “um alimento essencial para a fruição de se estar vivo”.
No dia inaugural há, ainda, uma visita aberta com Espaços e Autores, uma atividade dinamizada pelos alunos do Conservatório de Música da Jobra. Os autores vagueiam pela nossa memória e citam versos ou frases que nos inspiram. Uma vez lidos, ficam sempre lá e, sem nos olhar ou interpelar, vão ocupando os espaços, incutindo-nos emoções, por vezes não conformes, mas sempre verdadeiras.
CMA, 13/06/2013
Trata-se de um equipamento com características especiais, onde a arquitetura do edifício, o seu Torreão, as Telas que decoram uma das salas, da autoria de Domingos Costa (1910), e os tetos da mesma época lhe conferem uma identidade própria e única.
Neste mais recente espaço cultural, cujo modelo de funcionamento foi também enquadrado numa estratégia inovadora, concebida no âmbito da Nova Agenda para a Cultura e Criatividade do Município, para além das áreas de leitura dedicadas às diferentes faixas etárias (adulto, infantil e juvenil), que vão contar com mais de 24 000 novos títulos no seu acervo bibliográfico, a Biblioteca vai disponibilizar uma zona multimédia, bebeteca, um salão nobre para conferências e outros eventos, um átrio para receções e exposições, um pátio exterior que funciona como extensão das zonas de leitura e um generoso depósito que funcionará em articulação com o Arquivo Municipal, onde está já o arquivo fotográfico cedido pela Foto Gomes, para além das áreas de trabalho interno.
No dia de abertura, logo após a cerimónia solene, vai ter lugar a inauguração da exposição "A Cor das Palavras" de Artur Oliveira e Ricardo Oliveira, pelas 17h00. Nesta mostra, que coloca em diálogo a pintura e a poesia, vão ser apresentadas algumas abordagens possíveis para a dimensão dos sonhos na nossa vida e que são “um alimento essencial para a fruição de se estar vivo”.
No dia inaugural há, ainda, uma visita aberta com Espaços e Autores, uma atividade dinamizada pelos alunos do Conservatório de Música da Jobra. Os autores vagueiam pela nossa memória e citam versos ou frases que nos inspiram. Uma vez lidos, ficam sempre lá e, sem nos olhar ou interpelar, vão ocupando os espaços, incutindo-nos emoções, por vezes não conformes, mas sempre verdadeiras.
CMA, 13/06/2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Bombeiros
No âmbito da atualização dos dados
referentes aos corpos de bombeiros do país, o portal bombeiros.pt esteve
recentemente no quartel de Albergaria a Velha no distrito de Aveiro.
Imagens: António Pina & Raul Nunes / ver mais em: Bombeiros.ptquinta-feira, 6 de junho de 2013
Presidentes
Quadro representando o Comendador José Luiz Ferreira Tavares
imagem publicada na Revista Patrimónios (2004)
Salão Nobre da Cãmara Municipal de Albergaria-a-Velha
No salão Nobre estão expostos três retratos a óleo:
- Comendador José Luiz Ferreira Tavares
- Dr. João Eduardo Nogueira e Melo
- Bernardino Máximo Álvares de Araújo Tavares e Silva de Albuquerque.
As fotografias são de Napoleão Luiz Ferreira Leão, Américo Martins Pereira, José Nunes Alves e Fernando Nunes de Almeida.
Curiosidade:
Em 1995, a Assembleia Municipal aprovou uma proposta do Com. Eng. José António da Piedade Laranjeira no sentido de serem reunidas fotografias de todos os ex-Presidentes da Câmara Municipal (do período Monárquico e do periodo Republicano) para figurarem no salão nobre da edilidade. Os governantes da época, afirmaram em Assembleia Municipal que o Adjunto da Presidência. Eng.º Rui Tavares, estaria a tratar do assunto. (Delfim Bismarck Ferreira, Jornal de Albergaria)
imagem publicada na Revista Patrimónios (2004)
Salão Nobre da Cãmara Municipal de Albergaria-a-Velha
No salão Nobre estão expostos três retratos a óleo:
- Comendador José Luiz Ferreira Tavares
- Dr. João Eduardo Nogueira e Melo
- Bernardino Máximo Álvares de Araújo Tavares e Silva de Albuquerque.
As fotografias são de Napoleão Luiz Ferreira Leão, Américo Martins Pereira, José Nunes Alves e Fernando Nunes de Almeida.
Curiosidade:
Em 1995, a Assembleia Municipal aprovou uma proposta do Com. Eng. José António da Piedade Laranjeira no sentido de serem reunidas fotografias de todos os ex-Presidentes da Câmara Municipal (do período Monárquico e do periodo Republicano) para figurarem no salão nobre da edilidade. Os governantes da época, afirmaram em Assembleia Municipal que o Adjunto da Presidência. Eng.º Rui Tavares, estaria a tratar do assunto. (Delfim Bismarck Ferreira, Jornal de Albergaria)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Eleições para a Câmara Municipal 1976-2009
| Concelho de Albergaria-a-Velha | ||||
| 2009 - 11 Out | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 47.86% | 6465 | Maioria 4 | JAP |
| CDS-PP | 32.37% | 4373 | 2 | |
| PS | 13.54% | 1829 | 1 | |
| PCP-PEV | 1.84% | 248 | ||
| B.E. | 1.67% | 226 | ||
| Brancos | 1.61% | 218 | ||
| Nulos | 1.10% | 149 | ||
| Votantes | 60.92% | 13508 | ||
| Abstenção | 39.08% | 8667 | ||
| Inscritos | 22 175 | |||
| 2005 - 9 Out | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 57.20% | 7633 | Maioria 4 | JAP |
| CDS-PP | 23.13% | 3087 | 2 | |
| PS | 11.99% | 1600 | 1 | |
| PCP-PEV | 2.12% | 283 | ||
| B.E. | 1.84% | 246 | ||
| Brancos | 2.07% | 276 | ||
| Nulos | 1.64% | 219 | ||
| Votantes | 66.18% | 13344 | ||
| Abstenção | 33.82% | 6818 | ||
| Inscritos | 20 162 | |||
| 2001 - 16 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 42.34% | 5509 | Maioria 4 | JAP |
| CDS-PP | 41.19% | 5360 | 3 | |
| PS | 8.26% | 1075 | ||
| I | 3.45% | 449 | ||
| PCP-PEV | 1.30% | 169 | ||
| B.E. | 0.78% | 102 | ||
| Brancos | 1.53% | 199 | ||
| Nulos | 1.15% | 149 | ||
| Votantes | 66.09% | 13012 | ||
| Abstenção | 33.91% | 6675 | ||
| Inscritos | 19 687 | |||
| 1997 - 14 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| CDS-PP | 38.45% | 4815 | 3 | RM |
| PPD/PSD | 37.72% | 4724 | 3 | |
| PS | 18.84% | 2359 | 1 | |
| PCP/PEV | 1.75% | 219 | ||
| Brancos | 1.72% | 215 | ||
| Nulos | 1.53% | 191 | ||
| Votantes | 64.57% | 12523 | ||
| Abstenção | 35.43% | 6871 | ||
| Inscritos | 19 394 | |||
| 1993 - 12 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| CDS-PP | 44.19% | 5493 | 3 | RM |
| PPD/PSD | 33.38% | 4149 | 3 | |
| PS | 15.95% | 1982 | 1 | |
| PCP/PEV | 1.50% | 187 | ||
| PSN | 1.38% | 172 | ||
| Brancos | 1.56% | 194 | ||
| Nulos | 2.04% | 253 | ||
| Votantes | 67.03% | 12430 | ||
| Abstenção | 32.97% | 6114 | ||
| Inscritos | 18 544 | |||
| 1989 - 17 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| CDS | 52.14% | 6256 | Maioria 4 | RM |
| PPD/PSD | 30.40% | 3648 | 2 | |
| PS | 13.11% | 1573 | 1 | |
| PCP/PEV | 1.40% | 168 | ||
| Brancos | 1.02% | 122 | ||
| Nulos | 1.93% | 232 | ||
| Votantes | 68.54% | 11999 | ||
| Abstenção | 31.46% | 5508 | ||
| Inscritos | 17 507 | |||
| 1985 - 15 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| CDS | 39.84% | 4217 | 3 | RM |
| PPD/PSD | 39.15% | 4144 | 3 | |
| PS | 14.24% | 1507 | 1 | |
| APU | 3.63% | 384 | ||
| Brancos | 1.50% | 159 | ||
| Nulos | 1.63% | 173 | ||
| Votantes | 64.92% | 10584 | ||
| Abstenção | 35.08% | 5718 | ||
| Inscritos | 16 302 | |||
| 1982 - 12 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 37.30% | 3792 | 3 | FA |
| CDS | 30.10% | 3060 | 2 | |
| PS | 25.26% | 2568 | 2 | |
| APU | 3.46% | 352 | ||
| Brancos | 1.97% | 200 | ||
| Nulos | 1.91% | 194 | ||
| Votantes | 65.53% | 10166 | ||
| Abstenção | 34.47% | 5347 | ||
| Inscritos | 15 513 | |||
| 1979 - 16 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 37.26% | 3616 | 3 | JNA |
| CDS | 34.04% | 3304 | 3 | |
| PS | 22.25% | 2159 | 1 | |
| APU | 3.51% | 341 | ||
| Brancos | 1.23% | 119 | ||
| Nulos | 1.71% | 166 | ||
| Votantes | 67.57% | 9705 | ||
| Abstenção | 32.43% | 4657 | ||
| Inscritos | 14 362 | |||
| 1976 - 12 Dez | ||||
| Votos | Mandatos | |||
| PPD/PSD | 41.77% | 3435 | 3 | JNA |
| CDS | 31.85% | 2619 | 3 | |
| PS | 16.31% | 1341 | 1 | |
| FEPU | 3.89% | 320 | ||
| GDUPS | 1.95% | 160 | ||
| Brancos | 2.21% | 182 | ||
| Nulos | 2.03% | 167 | ||
| Votantes | 61.85% | 8224 | ||
| Abstenção | 38.15% | 5072 | ||
| Inscritos | 13 296 | |||
| . | ||||
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| . . |
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| FONTE: CNE | . |
|||
LEGENDA:
JAP - JOÃO AGOSTINHO PEREIRA
RM - RUI MARQUES
FA - FERNANDO NUNES ALMEIDA
JNA - JOSÉ NUNES ALVES
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha
No dia 21 de Novembro de 2008 foi inaugurado o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha (AMA) que representou uma mudança na gestão da informação da autarquia.
PASSADO
Desde a fundação do Município de Albergaria-a-Velha até 2008, não existia nenhum serviço exclusivamente dedicado à gestão da informação com as devidas condições. Foram 173 anos de acumulação documental, que levaram a perdas documentais significativas, inclusive de documentos de elevado valor histórico para o município.
Encontrámos uma autarquia onde cada serviço tinha o seu método de organização e a classificação dependia de critérios baseados no senso comum de cada colaborador. Cada sector classificava à sua maneira, isto é, não havia uniformização de critérios. Não existiam instrumentos que permitissem recuperar a informação. Não existia qualquer noção do património arquivístico existente, para além do “Recenseamento dos Arquivos Locais” dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (ANTT) em 1997, ainda assim incompleto.
A documentação era sucessivamente transferida entre edifícios, o que provocou perdas documentais significativas. Os acervos encontravam-se dispersos em seis pontos: edifício dos Paços do Concelho, armazéns municipais, nos antigos edifícios da cadeia, Biblioteca, Escola Primária e Casa dos Magistrados.
Nenhum dos edifícios reunia as condições mínimas para o correcto acondicionamento da documentação. Não existia nenhum tipo de controlo no acesso. O património estava praticamente deixado ao abandono, sem condições de higiene existindo apenas por imposições legais. Não existiam recursos humanos nem financeiros afectos exclusivamente ao serviço de arquivo.
(...) o Executivo Camarário apostou na construção de um edifício que pudesse criar condições condignas à conservação e preservação da documentação. Um edifício que também disponibilizasse aos utilizadores as condições necessárias às suas pesquisas, que atraísse novos públicos e que dignificasse os seus profissionais e utentes.
A projecção do edifício teve o apoio do PARAM - Programa de Apoio à Rede de Arquivos Municipais do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. O resultado foi um edifício com 3 pisos: no piso térreo, o serviço de referência, hall de exposições e depósito documental; no primeiro piso, 2 gabinetes de trabalho, uma sala de leitura, uma sala de triagem e um salão polivalente. No último piso, adaptação do sótão, encontra-se o arquivo de cartazes, onde irá funcionar o serviço de digitalização.
Antes da se inaugurar o novo edifício houve a preocupação da Direcção-Geral de Arquivos em auditar todos os aspectos do funcionamento do sistema de arquivo da autarquia. Foram analisadas questões técnicas relativamente ao edifício, bem como procedimentos internos. Após verificação de conformidades a implementar, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha (AMA) conseguiu o apoio do Arquivo Distrital de Aveiro, que se revelou fundamental para solucionar alguns dos problemas encontrados ao longo do percurso. Da parte do ADAVR foi disponibilizado apoio técnico, sugestões de métodos de trabalho e emitidos pareceres, criando a proximidade necessária à superação das necessidades. Foi o conjunto de esforços destas entidades que permitiu estruturar convenientemente o edifício e avançar com a implementação de um controlo ambiental através de um sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado, centralizar os vários documentos da mesma providência e aplicar um rígido controlo no acesso aos mesmos.
Desta forma, o AMA definiu a sua missão, valores, objectivos e indicadores para o serviço e publicou o seu Regulamento Interno. Criaram-se instruções de trabalho relativos à limpeza, acondicionamento e arrumação dos documentos. Esta última solução acabou por se revelar uma mais-valia, sobretudo na fase de arranque em que não existiam colaboradores a tempo inteiro no serviço, pois permitia à maioria dos recursos humanos executar os trabalhos listados.
(...)
PRESENTE
O novo edifício garantiu aos técnicos as condições necessárias para procederem à avaliação, selecção e classificação das grandes massas documentais existentes. Conseguiu-se recensear todas as unidades de instalação, o que permitiu a criação de instrumentos de descrição que possibilitaram a recuperação de documentos, chegando-se a redescobrir património pensado inexistente. Apesar do arquivo não ter iniciado os trabalhos de digitalização dos documentos, encontram-se descritos mais de 13.000 registos, na totalidade dos diferentes níveis de descrição.
Uma das primeiras ferramentas disponibilizadas ao público do serviço de leitura e referência foi o “Arquivo Digital”. O produto baseado numa interface Web, permite ao utilizador pesquisar documentos iconográficos de uma forma rápida, além de permitir o acesso à consulta de jornais antigos na hemeroteca digital.
Com o intuito de se intervir a montante, no fluxo da informação da autarquia, estabeleceu-se um Plano de Classificação Documental (PCD), transversal a todos os serviços. (...)
A desmaterialização documental, apesar da redução de custos e de facilitar o controlo e acesso à informação, veio trazer algumas preocupações relacionadas com a preservação do documento electrónico a médio e longo prazo. De facto, foi apresentado um documento, o Plano de Preservação Digital, que estabelecia os formatos a utilizar para os documentos textuais, iconográficos, cartográficos, documentos não-lineares e desenhos técnicos e arquitectónicos. De igual forma, teve-se em conta as questões do hardware, a monitorização e avaliação contínua dos documentos que constam no repositório digital e a integridade e autenticidade dos mesmos através da certificação por assinatura digital.
O Arquivo, tendo como missão a preservação e difusão do património arquivístico, estabelece esforços para intervir junto das entidades externas à Câmara, para sensibilizar e evitar a perca da herança do município. Desta forma, através do incentivo a doações e depósito de documentos para serem conservados em condições próprias, tratados e difundidos para o bom uso da comunidade, tem-se concretizado no crescente número de protocolos entre a Câmara e as pessoas colectivas ou singulares, permitindo, da mesma forma, aumentar a riqueza do nosso acervo e democratizar o seu acesso.
(...)
FUTURO
O trabalho está longe de ser concluído e a plena satisfação está longe de ser atingida. Os investimentos futuros passarão pela aposta na melhoria contínua do software de gestão da informação, adicionando-lhe a componente de integração de representações e objectos digitais, não apenas na integração de imagens digitalizadas, mas também do audiovisual.
Outro aspecto será a aposta na disponibilização de conteúdos na Web, em que os utilizadores poderão consultar os registos, objectos digitais e garantir serviços à distância e num curto espaço de tempo.
(...)
Autoria:
Sandra M. Figueiredo (sandra.figueiredo@cm-albergaria.pt)
Helder Silva (helder.silva@cm-albergaria.pt )
Adaptado do texto sobre Gestão da Informação na Administração Municipal: passado, presente e futuro - Caso Município de Albergaria-a-Velha
10-57-1-PB.pdf
Forinova
PASSADO
Desde a fundação do Município de Albergaria-a-Velha até 2008, não existia nenhum serviço exclusivamente dedicado à gestão da informação com as devidas condições. Foram 173 anos de acumulação documental, que levaram a perdas documentais significativas, inclusive de documentos de elevado valor histórico para o município.
Encontrámos uma autarquia onde cada serviço tinha o seu método de organização e a classificação dependia de critérios baseados no senso comum de cada colaborador. Cada sector classificava à sua maneira, isto é, não havia uniformização de critérios. Não existiam instrumentos que permitissem recuperar a informação. Não existia qualquer noção do património arquivístico existente, para além do “Recenseamento dos Arquivos Locais” dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (ANTT) em 1997, ainda assim incompleto.
A documentação era sucessivamente transferida entre edifícios, o que provocou perdas documentais significativas. Os acervos encontravam-se dispersos em seis pontos: edifício dos Paços do Concelho, armazéns municipais, nos antigos edifícios da cadeia, Biblioteca, Escola Primária e Casa dos Magistrados.
Nenhum dos edifícios reunia as condições mínimas para o correcto acondicionamento da documentação. Não existia nenhum tipo de controlo no acesso. O património estava praticamente deixado ao abandono, sem condições de higiene existindo apenas por imposições legais. Não existiam recursos humanos nem financeiros afectos exclusivamente ao serviço de arquivo.
(...) o Executivo Camarário apostou na construção de um edifício que pudesse criar condições condignas à conservação e preservação da documentação. Um edifício que também disponibilizasse aos utilizadores as condições necessárias às suas pesquisas, que atraísse novos públicos e que dignificasse os seus profissionais e utentes.
A projecção do edifício teve o apoio do PARAM - Programa de Apoio à Rede de Arquivos Municipais do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. O resultado foi um edifício com 3 pisos: no piso térreo, o serviço de referência, hall de exposições e depósito documental; no primeiro piso, 2 gabinetes de trabalho, uma sala de leitura, uma sala de triagem e um salão polivalente. No último piso, adaptação do sótão, encontra-se o arquivo de cartazes, onde irá funcionar o serviço de digitalização.
Antes da se inaugurar o novo edifício houve a preocupação da Direcção-Geral de Arquivos em auditar todos os aspectos do funcionamento do sistema de arquivo da autarquia. Foram analisadas questões técnicas relativamente ao edifício, bem como procedimentos internos. Após verificação de conformidades a implementar, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha (AMA) conseguiu o apoio do Arquivo Distrital de Aveiro, que se revelou fundamental para solucionar alguns dos problemas encontrados ao longo do percurso. Da parte do ADAVR foi disponibilizado apoio técnico, sugestões de métodos de trabalho e emitidos pareceres, criando a proximidade necessária à superação das necessidades. Foi o conjunto de esforços destas entidades que permitiu estruturar convenientemente o edifício e avançar com a implementação de um controlo ambiental através de um sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado, centralizar os vários documentos da mesma providência e aplicar um rígido controlo no acesso aos mesmos.
Desta forma, o AMA definiu a sua missão, valores, objectivos e indicadores para o serviço e publicou o seu Regulamento Interno. Criaram-se instruções de trabalho relativos à limpeza, acondicionamento e arrumação dos documentos. Esta última solução acabou por se revelar uma mais-valia, sobretudo na fase de arranque em que não existiam colaboradores a tempo inteiro no serviço, pois permitia à maioria dos recursos humanos executar os trabalhos listados.
(...)
PRESENTE
O novo edifício garantiu aos técnicos as condições necessárias para procederem à avaliação, selecção e classificação das grandes massas documentais existentes. Conseguiu-se recensear todas as unidades de instalação, o que permitiu a criação de instrumentos de descrição que possibilitaram a recuperação de documentos, chegando-se a redescobrir património pensado inexistente. Apesar do arquivo não ter iniciado os trabalhos de digitalização dos documentos, encontram-se descritos mais de 13.000 registos, na totalidade dos diferentes níveis de descrição.
Uma das primeiras ferramentas disponibilizadas ao público do serviço de leitura e referência foi o “Arquivo Digital”. O produto baseado numa interface Web, permite ao utilizador pesquisar documentos iconográficos de uma forma rápida, além de permitir o acesso à consulta de jornais antigos na hemeroteca digital.
Com o intuito de se intervir a montante, no fluxo da informação da autarquia, estabeleceu-se um Plano de Classificação Documental (PCD), transversal a todos os serviços. (...)
A desmaterialização documental, apesar da redução de custos e de facilitar o controlo e acesso à informação, veio trazer algumas preocupações relacionadas com a preservação do documento electrónico a médio e longo prazo. De facto, foi apresentado um documento, o Plano de Preservação Digital, que estabelecia os formatos a utilizar para os documentos textuais, iconográficos, cartográficos, documentos não-lineares e desenhos técnicos e arquitectónicos. De igual forma, teve-se em conta as questões do hardware, a monitorização e avaliação contínua dos documentos que constam no repositório digital e a integridade e autenticidade dos mesmos através da certificação por assinatura digital.
O Arquivo, tendo como missão a preservação e difusão do património arquivístico, estabelece esforços para intervir junto das entidades externas à Câmara, para sensibilizar e evitar a perca da herança do município. Desta forma, através do incentivo a doações e depósito de documentos para serem conservados em condições próprias, tratados e difundidos para o bom uso da comunidade, tem-se concretizado no crescente número de protocolos entre a Câmara e as pessoas colectivas ou singulares, permitindo, da mesma forma, aumentar a riqueza do nosso acervo e democratizar o seu acesso.
(...)
FUTURO
O trabalho está longe de ser concluído e a plena satisfação está longe de ser atingida. Os investimentos futuros passarão pela aposta na melhoria contínua do software de gestão da informação, adicionando-lhe a componente de integração de representações e objectos digitais, não apenas na integração de imagens digitalizadas, mas também do audiovisual.
Outro aspecto será a aposta na disponibilização de conteúdos na Web, em que os utilizadores poderão consultar os registos, objectos digitais e garantir serviços à distância e num curto espaço de tempo.
(...)
Autoria:
Sandra M. Figueiredo (sandra.figueiredo@cm-albergaria.pt)
Helder Silva (helder.silva@cm-albergaria.pt )
Adaptado do texto sobre Gestão da Informação na Administração Municipal: passado, presente e futuro - Caso Município de Albergaria-a-Velha
10-57-1-PB.pdf
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
Indicações Utéis
Anuario del comercio, de la industria, de la magistratura y de la administracion de Espana, sus colonias, Cuba, Puerto-Rico y Filipinas, estados hispano-americanos y Portugal
Tratava-se de uma publicação que tinha alguma informação sobre os concelhos portugueses. Os dados que se apresentam mais abaixo estão reproduzidos em edições de 1908 e 1910 mas são de anos próximos de 1903.
ALBERGARIA-A-VELHA — V. de 2983 h., cabeça do concelho e comarca, com 13.175, a 18 k. de Aveiro, Prov. do Douro e bispado do Porto. - Feiras nos segundos domingos domingos de cada mez - A estação mais próxima Estarreja, a 15 Km
* ADMINISTRAÇÃO DO CONCELHO. - Administrador, Pinho (António Fortunato). - Secretário, Maia Mendonça (Manoel)
* CAMARA MUNICIPAL. - Presidente, d'Albuquerque (Bernardino Máximo). - Secretário, Araújo (Germano)
* Juízo de direito. - Juiz, Lemos (António Victor)
* Juízo de Paz. - Juiz, Moreira (Joaquim)
* CADEIAS. - Director, Teixeira Pacheco (Manoel)
* CORREIO E TELEGRAPHO. - Chefe, Moreira (Maria Adelaide)
* Parocho. — Pirez Alvares Mourão (Julio)
* INSTRUÇÃO PRIMÁRIA. - Professor, Ferreira (Joaquim António) - Professora, Fernandes (Guilhermina Augusta)
* Advogados.
Correia de Silva Portal (Abel)
Miranda (Francisco António)
Pinho (António Fortunato)
* Agente de bancos.
Oliveira Campos (Manoel d.)
* Carruagens d'aluguer.
Almeida (António José de)
Costa (António Maria de)
Ferreira dos Santos Caixeiro (Manoel)
Geraldo (João)
* Cazas de Pasto.
Bastos (Manoel Martins de)
Ferreira Vidal (José)
Geraldo (João)
Nunes Nobre (João)
Ribeiro (António Henriques)
* Confeitaria.
Ribeiro e Silva (Joaquim)
* Correeiro.
Dias dos Santos (João)
* Diligências.
Para Estarreja e Vizeu
* Hoteis.
Costa (Bernardino Maria da)
Coelho de Pinho (José)
* Jornal.
Correio d'Albergaria
* Latoeiros.
Rodrigues Ferreira Vidal (Abílio)
Rodrigues Terceiro (António)
Silva Vidal (João Olympio)
* Louças (Fábricas de).
Almeida (Augusto Cezar de)
Correa Vidinha (Francisco)
* Madeiras.
Coelho de Pinho (José)
Ferreira da Silva (Abel)
Henriques (Patricio Bernardino)
* Médicos.
Homem Correia Telles (José)
Lemos (Manoel)
Sousa (Vicente Carlos de)
* Mel e cera.
Correia de Melo (Delphim)
Silva (Marques da)
* Mercearias.
Bastos (Manoel Joaquim de)
Fernandes da Silva Dourado (José)
Ferreira Vidal (José)
Geraldo (João)
Marque Pereira (António)
Nunes Nobre (João)
Oliveira Campos (Manoel d')
Pinheiro Mourisca (José)
Ribeiro (António Henriques)
Ribeiro e Silva (Joaquim)
Silva Vidal (Francisco Augusto da)
Simões (José)
* Merceneiros.
Gomes Soares (José)
Silva Ferreira (Silvério da)
* Ourivesaria.
Simões Gaspar (Manoel)
* Papel (Fabrica de).
Valle Maior. - Gerente, Berggoist (Eric Daniel)
* Pharmácias.
Marques de Lemos (Francisco)
Ferreira (João Pedro)
* Polpa (Fábrica de).
The Caima Timber Estate and Wood Pulp Company
* Relojoarias.
Simões Gaspar (Manoel)
Teixeira de Miranda Pacheco (Manoel)
* Sociedades.
Grémio recreativo Albergariense - Presidente, Miranda (Francisco António de)
Philarmónica - Regente, Mattos (Francisco de)
* Sollicitador.
Rodrigues Castanheira (António)
* Tecidos de lã.
Geraldo (António)
Marques de Lemos (Albérico)
Pinto (António Ferreira)
Rodrigues Ferreira da Silva (João)
Silva Paula (Ermelinda da)
* Vellas de cera (Fábricas de).
Correia de Mello (Delfim)
Marques da Silva (Miguel)
* Vinho (Negociantes de).
Dourado (José)
Ferreira Vidal (José)
Ferreira (José Simões)
Geraldo (João)
Pinheíro Mourisca (José)
Raymundo (Manoel)
Ribeiro (António Henriques)
Silva Pedro (António)
Vasconcellos (António)
Tratava-se de uma publicação que tinha alguma informação sobre os concelhos portugueses. Os dados que se apresentam mais abaixo estão reproduzidos em edições de 1908 e 1910 mas são de anos próximos de 1903.
ALBERGARIA-A-VELHA — V. de 2983 h., cabeça do concelho e comarca, com 13.175, a 18 k. de Aveiro, Prov. do Douro e bispado do Porto. - Feiras nos segundos domingos domingos de cada mez - A estação mais próxima Estarreja, a 15 Km
* ADMINISTRAÇÃO DO CONCELHO. - Administrador, Pinho (António Fortunato). - Secretário, Maia Mendonça (Manoel)
* CAMARA MUNICIPAL. - Presidente, d'Albuquerque (Bernardino Máximo). - Secretário, Araújo (Germano)
* Juízo de direito. - Juiz, Lemos (António Victor)
* Juízo de Paz. - Juiz, Moreira (Joaquim)
* CADEIAS. - Director, Teixeira Pacheco (Manoel)
* CORREIO E TELEGRAPHO. - Chefe, Moreira (Maria Adelaide)
* Parocho. — Pirez Alvares Mourão (Julio)
* INSTRUÇÃO PRIMÁRIA. - Professor, Ferreira (Joaquim António) - Professora, Fernandes (Guilhermina Augusta)
* Advogados.
Correia de Silva Portal (Abel)
Miranda (Francisco António)
Pinho (António Fortunato)
* Agente de bancos.
Oliveira Campos (Manoel d.)
* Carruagens d'aluguer.
Almeida (António José de)
Costa (António Maria de)
Ferreira dos Santos Caixeiro (Manoel)
Geraldo (João)
* Cazas de Pasto.
Bastos (Manoel Martins de)
Ferreira Vidal (José)
Geraldo (João)
Nunes Nobre (João)
Ribeiro (António Henriques)
* Confeitaria.
Ribeiro e Silva (Joaquim)
* Correeiro.
Dias dos Santos (João)
* Diligências.
Para Estarreja e Vizeu
* Hoteis.
Costa (Bernardino Maria da)
Coelho de Pinho (José)
* Jornal.
Correio d'Albergaria
* Latoeiros.
Rodrigues Ferreira Vidal (Abílio)
Rodrigues Terceiro (António)
Silva Vidal (João Olympio)
* Louças (Fábricas de).
Almeida (Augusto Cezar de)
Correa Vidinha (Francisco)
* Madeiras.
Coelho de Pinho (José)
Ferreira da Silva (Abel)
Henriques (Patricio Bernardino)
* Médicos.
Homem Correia Telles (José)
Lemos (Manoel)
Sousa (Vicente Carlos de)
* Mel e cera.
Correia de Melo (Delphim)
Silva (Marques da)
* Mercearias.
Bastos (Manoel Joaquim de)
Fernandes da Silva Dourado (José)
Ferreira Vidal (José)
Geraldo (João)
Marque Pereira (António)
Nunes Nobre (João)
Oliveira Campos (Manoel d')
Pinheiro Mourisca (José)
Ribeiro (António Henriques)
Ribeiro e Silva (Joaquim)
Silva Vidal (Francisco Augusto da)
Simões (José)
* Merceneiros.
Gomes Soares (José)
Silva Ferreira (Silvério da)
* Ourivesaria.
Simões Gaspar (Manoel)
* Papel (Fabrica de).
Valle Maior. - Gerente, Berggoist (Eric Daniel)
* Pharmácias.
Marques de Lemos (Francisco)
Ferreira (João Pedro)
* Polpa (Fábrica de).
The Caima Timber Estate and Wood Pulp Company
* Relojoarias.
Simões Gaspar (Manoel)
Teixeira de Miranda Pacheco (Manoel)
* Sociedades.
Grémio recreativo Albergariense - Presidente, Miranda (Francisco António de)
Philarmónica - Regente, Mattos (Francisco de)
* Sollicitador.
Rodrigues Castanheira (António)
* Tecidos de lã.
Geraldo (António)
Marques de Lemos (Albérico)
Pinto (António Ferreira)
Rodrigues Ferreira da Silva (João)
Silva Paula (Ermelinda da)
* Vellas de cera (Fábricas de).
Correia de Mello (Delfim)
Marques da Silva (Miguel)
* Vinho (Negociantes de).
Dourado (José)
Ferreira Vidal (José)
Ferreira (José Simões)
Geraldo (João)
Pinheíro Mourisca (José)
Raymundo (Manoel)
Ribeiro (António Henriques)
Silva Pedro (António)
Vasconcellos (António)
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