Crónica de José Manuel Alho no Correio de Albergaria
Há um ano aceitei integrar o lote de colaboradores desta III Série do jornal “Correio de Albergaria” (CA), fundado em 1896. Um repto que me sensibilizou por não se revestir de outras motivações que não se confinasse ao exercício das liberdades de pensamento e de expressão.
Na verdade, incorporar um projeto de imprensa local, livre dos anacronismos típicos da subsidiodependência e das tentaculares influências dos caciquismos atávicos que nunca esmoreceram, é um ato de dedicação, sacrifício e doação pessoal que importa replicar.
Durante este tempo, testemunhei o arrojo e o comprometimento de quem assumiu ser possível, em Albergaria, erguer um projeto de comunicação social para reforço de um conceito (rico) de cidadania, cultivando a proximidade, estimulando e conservando vínculos identitários, culturais e históricos da maior relevância coletiva.
Um jornal local só terá sucesso se souber cultivar a Língua Portuguesa, mormente a pensar na emigração, sabendo contornar o escasso investimento publicitário, os baixos índices de leitura e as naturais resistências à fidelização através da(s) assinatura(s). Para ter impacto na vida política, económica e social, mesmo que em concorrência desigual com as novas plataformas digitais, a missão só poderá centrar-se na busca corajosa e insaciável da informação impermeável às contaminações dos que cedo se habituaram ao imobilismo reverencial.
Com efeito, a informação passou a não depender exclusivamente do suporte de papel para circular. A partir do final da década de noventa, o número de leitores que surgem do jornal impresso para o acesso a jornais online tem crescido vertiginosamente. Impõe-se a questão: qual será o futuro do jornal impresso? Para a geração nascida nos anos 2000, os estudos asseguram que não escolherá o papel como a única forma de acomodar a informação. Atualmente, o jornal impresso ainda satisfaz quem tem mais de 25 anos de idade pelo que o futuro comportará desafios e exigências que até poderão favorecer, pela sua especificidade, a imprensa local e regional.
No entanto, muitos responsáveis por publicações similares à do CA têm apontado o dedo às autarquias deste país que utilizarão a publicidade institucional a seu bel-prazer, distribuindo indiscriminadamente os anúncios pelas publicações. Por isso, afiançam, as autarquias constituir-se-ão como grandes meios de pressão sobre o livre exercício do jornalismo. Neste particular, cumprirá notar que este jornal estará liberto desse tipo de suspeições ainda que se reconheça, com crescente premência, o imperativo de instituir e observar, com iniludível rigor, critérios mais claros na distribuição da publicidade abonada pelos poderes locais. Cumulativamente, o combate à diferenciação e à desigualdade no acesso às fontes de informação afigura-se de crucial importância para a erradicação de injustiças que apoucam o serviço disponibilizado às populações.
Em razão até das considerações acima partilhadas, o balanço só pode ser positivo porque recheado de conquistas até há pouco julgadas improváveis. E porque a conquistas nos referimos, nada melhor do que lembrar as sábias palavras de Baron de Montesquieu, que ajudarão a perspetivar o futuro deste periódico: "As conquistas são fáceis de alcançar, pois fazemo-las com todas as nossas forças; mas são difíceis de conservar, uma vez que apenas as mantemos com uma parte das nossas forças."
José Manuel Alho, Correio de Albergaria
republicado em alho_politicamente_incorrecto, 07.09.13
Notas do Blogue Novos Arruamentos:
Neste primeiro ano de existência não tem sido pacificas as relações entre o partido no poder (PSD) e o "Correio de Albergaria".
O facto do primeiro director estar ligado ao CDS e a sub-directora ao PS seria um factor potenciador de pluralidade de opiniões e que levasse ao afastamento da partidarização do periódico. A existência de uma secção com artigos de opinião e o pedido recorrente de novos colaboradores poderia levar a que aparecessem artigos de pessoas ligadas ao PSD o que não aconteceu.
Não nos parece correcto que o PSD associe todas as criticas ao executivo como sendo a criação de um contra-poder.
O "Correio de Albergaria" é um meio de comunicação que faz falta ao concelho e que deve ser acarinhado por todas as forças politicas. A pluralidade de opiniões deve ser promovida em prol do desenvolvimento da terra.
Apesar da falta de meios não se compreende a insistência do CA em abordar o município usando o e-mail e queixando-se depois que não obteve resposta. Aquando da apresentação das candidaturas às eleições autárquicas voltaram a insistir nessa forma de comunicação chegando-se ao caricato de ter havido textos de todos as candidaturas menos do PSD que é das que está mais bem colocadas.
Neste episódio, o CA justificou-se que teria contactado o PSD com a informação da data-limite para receberem a informação. Na nossa opinião não se compreende a posição do PSD em não ter facultado a informação mas o CA deveria adiar a publicação dessa peça (com informações sobre todas as candidaturas) para o número seguinte.
Mais recentemente verificou-se uma mudança no cargo de Director do jornal passando a ser ocupado pela anterior sub-directora. Os editoriais ficaram mais pequenos e talvez menos incisivos mas não se compreende, tanto antes como agora, como isso pode causar melindre ao executivo.
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
sábado, 14 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Exposição
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Exposição de Pintura
"os Tons do Meu Olhar"
Rosângela Larraz
04 a 27 de Setembro 2013
CASA DA JUVENTUDE DE AVEIRO
2ª A 6ª FEIRA
09H30 -12H30 | 14H00 - 18H00
Quadros representados na exposição:
Lavadeiras de Águeda
Fial Amigo
Igreja de Ribeira de Fráguas
Angeja Antiga
Águeda Antiga
Angeja
S. Gonçalo
Angeja
Albergaria-a-Velha
Angeja
Angeja
Igreja dos Ossos
Ruínas Telhadela
Moinhos Fial
Moliceiros Águeda
Fonte em Angeja
Como formadora em Artes Plásticas tem realizado vários workshops na CASA da Juventude de Aveiro. No dia 19 de Outubro irá realizar-se mais um dedicado à Pintura a Acrílico e Técnicas Decorativas.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Solares dos Séc XVIII e XIX
Decorreu, com brilho e na presença de diversas individualidades, a inauguração da exposição de óleo sobre tela, subordinada ao tema "Solares dos Séc XVIII e XIX para Memória Arquitectónica do Concelho de Albergana-a-Velha" de Rosângela Larraz,
no passado dia 22, na sala de reuniões da Junta de Freguesia (de Angeja).
Saliente-se a qualidade das pinturas e, em especial, o registo actual de alguns dos mais belos edifícios de Angeja e de outras freguesias do concelho, que levaram os presentes à vontade imediata de adquirirem a maior parte das telas.
À autora e à Junta de Freguesia de Angeja, cujo presidente [José Manuel Dias Neves 2002/2005] teceu algumas considerações sobre o evento, os nossos parabéns.
Jornal D'Angeja
no passado dia 22, na sala de reuniões da Junta de Freguesia (de Angeja).
Saliente-se a qualidade das pinturas e, em especial, o registo actual de alguns dos mais belos edifícios de Angeja e de outras freguesias do concelho, que levaram os presentes à vontade imediata de adquirirem a maior parte das telas.
À autora e à Junta de Freguesia de Angeja, cujo presidente [José Manuel Dias Neves 2002/2005] teceu algumas considerações sobre o evento, os nossos parabéns.
Jornal D'Angeja
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Rosangela Larraz
| http://albergariav.blogs.sapo.pt/1773.html |
Foi uma das principais dinamizadoras do "Hobby-Arte", Feira Interactiva de Artesanato, em Angeja, que surgiu em 2005 com "a comemoração do 14.º aniversário da elevação de Angeja a vila e do primeiro aniversário do Jornal D'Angeja".
O modelo da "Hobby-Arte" foi trazido de S. Paulo, no Brasil, por Rosângela Larraz, coordenadora do certame. "Os artesãos trabalham ao vivo e são simultaneamente monitores". O espírito da feira é "criar uma interacção entre visitantes e artesãos, despertando-as para novas artes".
Os principais objectivos deste evento prendem-se com a "dinamização da freguesia, a sensibilização da população para a riqueza natural e arquitectónica do lugar, tudo isto inserido numa feira interactiva em que os participantes podem executar pequenos projectos junto dos artesãos e levá-los para casa".
Neste momento tem uma exposição na Casa Municipal da Juventude de Aveiro onde tem vários quadros com motivos de Albergaria-a-Velha e do seu concelho.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Maria e as flores
Quem sai aos seus não degenera", diz o sábio ditado.
Meu avô materno, Adelino, era um jardineiro amador de mão cheia. Quando voltou para Portugal, (já com mais de 70 anos!) construiu uma casa e plantou um belo jardim.
Quantas flores!
Minha mãe, em 1968 quando foi com meu pai trazer minha avó de volta, após o falecimento do meu avô.
O lugar : Branca, ou como constava no enderêço das inúmeras cartas que enviávamos - Souto da Branca, Laginha, Portugal.
Minha mãe herdou o gosto pelas plantas, e eu continuei a herança, repassando-a para minha filha que também vive cercada de "mato".
Postado por Flora Maria em 04/01/2010
http://floradaserra.blogspot.pt/2009/11/sempre-portugal.html
Meu avô materno, Adelino, era um jardineiro amador de mão cheia. Quando voltou para Portugal, (já com mais de 70 anos!) construiu uma casa e plantou um belo jardim.
Quantas flores!
Minha mãe, em 1968 quando foi com meu pai trazer minha avó de volta, após o falecimento do meu avô.
O lugar : Branca, ou como constava no enderêço das inúmeras cartas que enviávamos - Souto da Branca, Laginha, Portugal.
Minha mãe herdou o gosto pelas plantas, e eu continuei a herança, repassando-a para minha filha que também vive cercada de "mato".
Postado por Flora Maria em 04/01/2010
http://floradaserra.blogspot.pt/2009/11/sempre-portugal.html
sábado, 31 de agosto de 2013
Superfícies comerciais
Minipreço
Depois de vários avanços e recuos, Albergaria-a-Velha tem finalmente em funcionamento uma média superfície comercial, instalada pelo Minipreço, que vai funcionar diariamente, incluindo domingos e feriados.Durante mais de 20 anos, os pequenos comerciantes conseguiram travar vários projectos, mas desta feita, os entraves foram ultrapassados e o público consumidor vai mesmo aderir à nova moda de grandes e médios espaços comerciais.
A primeira superfície comercial instalada na vila de Albergaria-a-Velha, abriu ao público na manhã do passado dia 30 de Novembro, na rua Marquês de Pombal, perto do posto da GNR.
Trata-se do Minipreço, ligado ao grupo Promodes, de que faz parte o Carrefour.
Em Albergaria-a-Velha o Minipreço optou por um espaço de média dimensão, com uma área coberta com cerca de 950 metros quadrados, a que acresce o parque de estacionamento exterior, com capacidade para 70 veículos, incluindo três lugares para deficientes.
O Minipreço vai funcionar diariamente, incluindo domingos e feriados entre as 9 e as 21 horas e conta com cinco caixas e sete funcionários, coordenados pelo gerente Helder Santos.
Na manhã do primeiro dia registou-se um movimento considerável de clientes, que ali podem encontrar, em zonas devidamente compartimentadas e assinaladas, artigos que vão da alimentação e bebidas, ao doce e sobremesas, drogaria, detergentes, perfumaria ou talho, neste caso com carne cortada na hora ou embalada. Os clientes podem utilizar o cartão Minipreço, estando o estabelecimento dotado de serviço Multibanco, prevendo-se no futuro próximo a instalação de uma caixa automática, destinada a levantamento de dinheiro e outras operações bancárias.
O aparecimento de espaços de média e grande dimensão em Albergaria-a-Velha foi, ao longo das últimas duas décadas de forte oposição do pequeno comércio local, mas desta vez a própria Câmara Municipal, viu-se forçada a dar parecer favorável ao projecto do Minipreço, podendo em breve surgir novas áreas do género na vila ou mesmo no concelho.
Apesar desta abertura, alguns comerciantes contactados acerca de eventuais efeitos negativos para os seus pequenos supermercados, mostraram-se algo preocupados, mas conformados, acreditando, no entanto, que a ligação directa estabelecimento–cliente, muitas das vezes assente na proximidade entre as duas partes, ainda vai continuar a pesar nos hábitos das pessoas, que preferem o chamado atendimento pessoal e personalizado. De resto, em vários desses estabelecimentos continua a funcionar o ancestral hábito de muitos clientes irem adquirindo bens e produtos que liquidam no final do mês, quando recebem o cheque do vencimento, que serve para pagar a conta e receber o troco em dinheiro «vivo», destinado à restante gestão da vida das famílias. E como reconhecem empresários e consumidores, esta faceta vai continuar e deste moda mantém uma ligação que em muitos casos já vem dos tempos das lendárias mercearias, lojas e tabernas do século passado.
Jacinto Martins / Jornal de Albergaria
Intermarché chega ao concelho de Albergaria-a-Velha
O Grupo Os Mosqueteiros abriu um supermercado Intermarché, em Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro.A loja ocupa 1.135 metros quadrados e foi alvo de um investimento de três milhões de euros.
O Intermarché é dotado de uma galeria comercial, composta por duas lojas e uma cafetaria, que permitiu a criação de 40 novos postos de trabalho.
A área de influência do supermercado atinge 25.900 potenciais clientes residentes no concelho de Albergaria-a-Velha.
Rita Gonçalves, Hipersuper, 04/12/2009
domingo, 25 de agosto de 2013
Alba design - Fundição de ideias e negócios
uma proposta de 2012 por Hugo Almeida / Arquitectos Anónimos
ainda por concretizar
ALBA DESIGN - FUNDIÇÃO DE IDEIAS E NEGÓCIOS, é um projecto que resulta da vontade de criar um espaço inovador dedicado ao empreendedorismo, comércio, formação, ensino, Cultura e lazer.
O projecto pretende criar sinergias com a história de Albergaria e da ALBA com todo o seu espólio industrial e histórico.
Contará com espaços como o Museu de Albergaria e da ALBA, Clusters Empresariais, Núcleos de Ensino, Formação e Conservação e também Espaços Comerciais.
- Alba Design Fundição
Incubadora/geradora de empresas
Serviços Administrativos Partilhados
Centro de Negócios, Valorização e Transferêncía de Saberes e Tecnologia
Rede de Competências Empresariais (Design Industrial, Fundição, Moldes,
Agroalimentar, Saúde, etc..)
- Alba Design Expo
Centro de Exposições
Showroom empresarial
Gabinetes de Ação Empresarial e Cultural
- Alba Design Desenvolvimento e Formação
Design e Engenharia de Produto
Metalurgia, Design Industrial e Moldes
Desenvolvimento de criatividade e talentos
Formação e Aprendizagem
Centro de Experiências e Inovação Partilhada
Gabinete Patentes e Direitos de Autor
Parcerias com Institutos de Investigação e Universidades
- Alba Design Museu
História do Território de Albergaria
A Estrada – Centro de aprendizagem pedagógica Rodoviària
A ALBA
- Alba Design Arquivo (vivo)
Arquivo e Tratamento de Espólio
Consulta e Pesquisa
Atelier Pedagógico
- Zona Social
Lounge
Bar e Cafetaria
Zona de Descanso
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Albergaria-a-Velha 2002
A câmara vai encomendar plano estratégico de desenvolvimento do concelho.
É uma das prioridades traçadas no plano de actividades para 2002, que o executivo aprovou por unanimidade e vai agora submeter à apreciação da Assembleia Municipal.
Ainda na área do planeamento, é assumido a necessidade de proceder à revisão do plano director municipal (PDM) e a importância da administração central definir o traçado do Itenerário Completar 2 (IC2) que atravessa o concelho.
O orçamento atinge quase 22,4 milhões de euros. Na gestão desta verba, a Câmara afirma que vai ter em conta compromissos assumidos anteriormente e novos projectos a comparticipar com verbas comunitárias até 2006.
A presidência dá "especial atenção" a algumas áreas específicas. No apoio social, vai ser cedida uma parcela de terreno para a Associação Mão Amiga construir um centro de recursos sociais para a família . A recuperação de casas degradadas no bairro Napoleão é outra prioridade.
No sector da educação são reservadas verbas para reparar edifícios escolares por todo o concelho. Quanto À cultura, é dado relevo ao projecto de restauro do cine teatro Alba e a adapção da casa do Torreão a Fórum Municipal. No domínio da saúde, aponta-se para este ano o início da ampliação do centro de saúde da Vila.
Outras prioridades
» Transferência da Biblioteca Municipal para a antiga escola Conde Ferreira
» Beneficiação da piscina municipal
» Adesão ao programa da Rede Social
Notícias de Aveiro, 15/02/2002
É uma das prioridades traçadas no plano de actividades para 2002, que o executivo aprovou por unanimidade e vai agora submeter à apreciação da Assembleia Municipal.
Ainda na área do planeamento, é assumido a necessidade de proceder à revisão do plano director municipal (PDM) e a importância da administração central definir o traçado do Itenerário Completar 2 (IC2) que atravessa o concelho.
O orçamento atinge quase 22,4 milhões de euros. Na gestão desta verba, a Câmara afirma que vai ter em conta compromissos assumidos anteriormente e novos projectos a comparticipar com verbas comunitárias até 2006.
A presidência dá "especial atenção" a algumas áreas específicas. No apoio social, vai ser cedida uma parcela de terreno para a Associação Mão Amiga construir um centro de recursos sociais para a família . A recuperação de casas degradadas no bairro Napoleão é outra prioridade.
No sector da educação são reservadas verbas para reparar edifícios escolares por todo o concelho. Quanto À cultura, é dado relevo ao projecto de restauro do cine teatro Alba e a adapção da casa do Torreão a Fórum Municipal. No domínio da saúde, aponta-se para este ano o início da ampliação do centro de saúde da Vila.
Outras prioridades
» Transferência da Biblioteca Municipal para a antiga escola Conde Ferreira
» Beneficiação da piscina municipal
» Adesão ao programa da Rede Social
Notícias de Aveiro, 15/02/2002
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Biblioteca
HISTÓRIA
Em Janeiro de 2002, logo após a tomada de posse do atual executivo, a Fundação Calouste Gulbenkian, detentora de um pólo de Leitura em Albergaria-a-Velha, informou a Câmara Municipal de que ia encerrar o espaço e cessar a sua presença no Concelho.
A Câmara Municipal, preocupada com este vazio, e ciente da necessidade desta resposta cultural e educativa no Município, diligenciou no sentido de, rapidamente, encontrar um espaço onde pudesse criar, ainda que em situação provisória, uma Biblioteca Municipal.
Fruto da boa aceitação da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha, acordaram as duas entidades instalar a Biblioteca Municipal no Salão Nobre da Junta de Freguesia, ficando esta privada daquele espaço durante o período de tempo necessário à criação de um outro, adequado e condigno, pela Câmara Municipal.
Reconhecendo o interesse e valorizando o esforço que a Câmara Municipal fez no sentido de diligenciar com a maior brevidade o preenchimento desta lacuna, a Fundação Calouste Gulbenkian cedeu os fundos do extinto Pólo de Leitura, a que juntou outros, entretanto enviados, que serviram de base à abertura do novo espaço.
Assim, em Abril de 2003, a Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha abriu as portas aos seus leitores num espaço provisório, com os constrangimentos naturais, e com uma coleção muito limitada. Desde então, a Biblioteca Municipal tem tido a preocupação de enriquecer a sua coleção, de forma faseada, nas diversas classes, com especial preocupação pela atualização de novidades literárias.
Não obstante a solução encontrada, a Câmara Municipal encetou, desde logo, junto da Direcção-Geral do Livro e da Biblioteca (na altura Instituto do Livro e da Biblioteca) todas as diligências no sentido de encontrar uma resposta definitiva, criando um novo espaço, adequado às necessidades dos leitores e com todas as condições dignas de uma Biblioteca Municipal.
O Executivo Municipal viu no projeto da recém-inaugurada Biblioteca Municipal, para além do cumprimento das funções a que se destina, uma ótima oportunidade para a requalificação de um edifício emblemático do Município.
Tradicionalmente conhecido como “A Casa do Torreão”, o edifício requalificado e ampliado assume-se como a referência num terreno de dimensões generosas, sobranceiro a uma das entradas na cidade. Todo o conjunto assume uma particular relevância, pela forma exposta da sua topografia e imagem sobre o atual traçado do IC 2, e da ligação com uma das freguesias contíguas à sede do Concelho, Valmaior.
Aproveitando a localização privilegiada do edifício, central, de fácil acesso, e as excelentes potencialidades da sua envolvente, com um espaço exterior que permite o desfrutar dos prazeres da leitura e a dinamização de diversas atividades complementares, a intervenção assentou, essencialmente, na manutenção das fachadas existentes, na preservação dos elementos de interesse histórico e patrimonial e na construção de um novo corpo. Todas as áreas funcionais da Biblioteca ficam localizadas num só piso. O 1.º andar do edifício destina-se aos serviços internos e ao Salão Nobre (sala polivalente), o qual beneficia de invulgar beleza, conferida por telas de Domingos Costa (1910) e tetos trabalhados da mesma época.
Volvidos os trabalhos de requalificação e ampliação do Palacete e Torreão da Quinta da Boa Vista, a 22 de Junho de 2013 é inaugurada a Nova Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, abrindo-se, assim, uma nova página na História desta Biblioteca.
A Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, pertencente à Rede Nacional de Leitura Pública, enquadra-se, desde então, na tipologia BM2.
http://albergaria.bibliopolis.info/ABiblioteca/Sobren%C3%B3s.aspx#tab-3
Em Janeiro de 2002, logo após a tomada de posse do atual executivo, a Fundação Calouste Gulbenkian, detentora de um pólo de Leitura em Albergaria-a-Velha, informou a Câmara Municipal de que ia encerrar o espaço e cessar a sua presença no Concelho.
A Câmara Municipal, preocupada com este vazio, e ciente da necessidade desta resposta cultural e educativa no Município, diligenciou no sentido de, rapidamente, encontrar um espaço onde pudesse criar, ainda que em situação provisória, uma Biblioteca Municipal.
Fruto da boa aceitação da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha, acordaram as duas entidades instalar a Biblioteca Municipal no Salão Nobre da Junta de Freguesia, ficando esta privada daquele espaço durante o período de tempo necessário à criação de um outro, adequado e condigno, pela Câmara Municipal.
Reconhecendo o interesse e valorizando o esforço que a Câmara Municipal fez no sentido de diligenciar com a maior brevidade o preenchimento desta lacuna, a Fundação Calouste Gulbenkian cedeu os fundos do extinto Pólo de Leitura, a que juntou outros, entretanto enviados, que serviram de base à abertura do novo espaço.
Assim, em Abril de 2003, a Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha abriu as portas aos seus leitores num espaço provisório, com os constrangimentos naturais, e com uma coleção muito limitada. Desde então, a Biblioteca Municipal tem tido a preocupação de enriquecer a sua coleção, de forma faseada, nas diversas classes, com especial preocupação pela atualização de novidades literárias.
Não obstante a solução encontrada, a Câmara Municipal encetou, desde logo, junto da Direcção-Geral do Livro e da Biblioteca (na altura Instituto do Livro e da Biblioteca) todas as diligências no sentido de encontrar uma resposta definitiva, criando um novo espaço, adequado às necessidades dos leitores e com todas as condições dignas de uma Biblioteca Municipal.
O Executivo Municipal viu no projeto da recém-inaugurada Biblioteca Municipal, para além do cumprimento das funções a que se destina, uma ótima oportunidade para a requalificação de um edifício emblemático do Município.
Tradicionalmente conhecido como “A Casa do Torreão”, o edifício requalificado e ampliado assume-se como a referência num terreno de dimensões generosas, sobranceiro a uma das entradas na cidade. Todo o conjunto assume uma particular relevância, pela forma exposta da sua topografia e imagem sobre o atual traçado do IC 2, e da ligação com uma das freguesias contíguas à sede do Concelho, Valmaior.
Aproveitando a localização privilegiada do edifício, central, de fácil acesso, e as excelentes potencialidades da sua envolvente, com um espaço exterior que permite o desfrutar dos prazeres da leitura e a dinamização de diversas atividades complementares, a intervenção assentou, essencialmente, na manutenção das fachadas existentes, na preservação dos elementos de interesse histórico e patrimonial e na construção de um novo corpo. Todas as áreas funcionais da Biblioteca ficam localizadas num só piso. O 1.º andar do edifício destina-se aos serviços internos e ao Salão Nobre (sala polivalente), o qual beneficia de invulgar beleza, conferida por telas de Domingos Costa (1910) e tetos trabalhados da mesma época.
Volvidos os trabalhos de requalificação e ampliação do Palacete e Torreão da Quinta da Boa Vista, a 22 de Junho de 2013 é inaugurada a Nova Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, abrindo-se, assim, uma nova página na História desta Biblioteca.
A Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, pertencente à Rede Nacional de Leitura Pública, enquadra-se, desde então, na tipologia BM2.
http://albergaria.bibliopolis.info/ABiblioteca/Sobren%C3%B3s.aspx#tab-3
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Inauguração do Salão Nobre
No dia 3 de Agosto foi inaugurado o Salão Nobre da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha aproveitando a zona que esteve cedida à biblioteca.
http://www.freguesiadealbergaria.pt/
Autarcas
http://www.freguesiadealbergaria.pt/
Autarcas
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