A revista "Patrimónios" nº 10 inclui os seguintes estudos ligados ao nosso concelho:
- "O Arquitecto Adães Bermudes E A Construção De Uma Escola Primária Em Albergaria-A-Velha (1902)" de Delfim Bismarck Ferreira;
- "A Fábrica Alba E Os Seus Fundadores - História e Património" de Nélia Oliveira.
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
400 anos da Igreja Matriz de Angeja - Catálogo
No âmbito das comemorações dos 400 anos da Igreja Matriz de Angeja, vai ser lançado, na noite de 29 de dezembro de 2013, pelas 21h00, o catálogo [e DVD] da exposição Memórias: História, Arte e Fé, de José Fernando Silva e Luís Altino Bastos Resende.
Nesta publicação, o leitor encontra a paixão pelas raízes e o fervor para fazer perceber, aos vindouros, o legado que a população de Angeja recebeu e as exigências que ele coloca. Sem pretender ser uma investigação exaustiva, esta obra é um precioso roteiro e um registo duradouro daquilo que é a vida em comunidade, cívica e religiosa, nesta freguesia ao longo de quatro séculos.
Para Querubim Pereira da Silva, pároco de Angeja, “o livro que ora temos em mãos é um desafio ao nosso permanente desejo de identificar e perceber. Conseguiram os autores uma desconstrução interessante do nosso património, dando-nos a beleza do pormenor e provocando-nos para o trabalho de reconstruirmos a maravilha do todo”.
Durante a apresentação do catálogo na Igreja Matriz de Angeja haverá uma pequena performance de música e canto.
CMA
De 3 a 29 de Agosto de 2013 esteve patente, na Igreja Matriz de Angeja, a Exposição "Memória: História, Arte e Fé".
Nesta publicação, o leitor encontra a paixão pelas raízes e o fervor para fazer perceber, aos vindouros, o legado que a população de Angeja recebeu e as exigências que ele coloca. Sem pretender ser uma investigação exaustiva, esta obra é um precioso roteiro e um registo duradouro daquilo que é a vida em comunidade, cívica e religiosa, nesta freguesia ao longo de quatro séculos.
Para Querubim Pereira da Silva, pároco de Angeja, “o livro que ora temos em mãos é um desafio ao nosso permanente desejo de identificar e perceber. Conseguiram os autores uma desconstrução interessante do nosso património, dando-nos a beleza do pormenor e provocando-nos para o trabalho de reconstruirmos a maravilha do todo”.
Durante a apresentação do catálogo na Igreja Matriz de Angeja haverá uma pequena performance de música e canto.
CMA
De 3 a 29 de Agosto de 2013 esteve patente, na Igreja Matriz de Angeja, a Exposição "Memória: História, Arte e Fé".
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Memórias do Cine-Teatro Alba
O Catálogo da Exposição "Alba - Memórias do Cine-Teatro" recebeu uma Menção Honrosa, na Categoria Catálogo, nos Prémios APOM 2013, instituídos pela Associação Portuguesa de Museologia.
O documentário, concebido no âmbito da exposição inaugural do renovado Cineteatro Alba, venceu uma menção honrosa, na Categoria de Património Imaterial, na 8ª Edição do Concurso de Vídeo do Inatel 2013.
O documentário foi anteriormente candidato ao prémio europeu Heritage in Motion, promovido pela Europa Nostra e pela European Museum Academy, nas categorias "Filme/Vídeo" e "Educação", com destaque para as áreas técnicas de câmara/fotografia, realização e edição.
Para a QUE CENA, produtora do documentário, trata-se de "um olhar sobre as vidas de quem trabalhou no Cineteatro ao longo de mais de 50 anos". Pretende-se também demonstrar os sentimentos de vivência e pertença daqueles que passaram por este equipamento cultural que marcou gerações de Albergarienses.
"Entre os rostos enrugados e as mãos tremidas, as memórias caminham connosco, numa interminável contaminação construtiva entre a realidade e o mito".
http://www.youtube.com/watch?v=m2mmFWrxtfc
O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, é uma edição exclusiva de 1.000 exemplares numerados, que apresenta as história de um importante equipamento cultural pelas pessoas que o vivenciaram.
O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, que vem acompanhado com DVD, está à venda no Cineteatro Alba, na Biblioteca Municipal e no Arquivo Municipal.
http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=18784
http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=19957
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Valorizando o património
A degradação ou desaparecimento do património edificado constitui um empobrecimento para a vila [de Angeja].
Quando Angeja foi sede de concelho, executaram-se grandes obras e edificações, que hoje representam a memória histórica que recordamos com orgulho e devemos preservar, recuperando-as para serem utilizadas em diferentes usos (habitação, comércio ou serviços).
Eu proponho que os proprietários desses edifícios devem organizar-se para obterem benefícios das entidades oficiais para a conservação ou recuperação destes imóveis.
Os filhos de Angeja não podem continuar a fixar-se noutras terras, Temos que pensar no futuro da víla.
Como prometi estou a apresentar a minha proposta para a fachada de uma edificação classificada no centro da vila para comércio.
Até à próxima.
Mercedes Souto, Arquitecta
Nota: nos primeiros números do jornal D' Angeja foram publicados vários artigos interessantes da arquitecta Mercedes Souto sobre recuperação de património.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
ALBERGARIA na Revista de Turismo
![]() |
| Revista Turismo - página dedicada a Albergaria-a-Velha |
«Albergaria-a-Velha e a sua actividade municipal» é uma das páginas.
A nossa terra foi das que menos atenção mereceram, talvez por culpa nossa..
Um anónimo articulista fala ex-catedra do concelho de Albergaria-a-Velha, das obras que a C.M. tem feito e então dos grandes projectos que tem. E diz que tem imensos projectos... Era escusado referi-los, porque a gente já está farta de projectos, como, por exemplo, o do novo Teatro que se há-de fazer no próximo século..
Nem uma única linha sôbre as magnificas realizações e contribuíções do grande industrial Sr. Augusto Martins Pereira, das Fábricas Alba, desta vila.
É claro que «Turismo» não tem culpa directa, embora a tenha indirecta, porque devia informar-se.
A nossa censura vai, sobretudo, para o ilustre articulista, que empregou a tinta toda a dar lustro ao sapato municipal.
artigo do jornal Beira-Vouga, 1941 (?)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Dois Postais e Albergaria Ontem
Para a História de Albergaria - Dois postais e 'Albergaria Ontem'
(…) em meados de Julho seguinte [1908] eram postos à venda os 14 postais coloridos, com uma tiragem de mil exemplares de cada.
A edição pertencia a Manoel d'Oliveira Campos e António Marques Pereira que eram proprietários das duas mais importantes casas comerciais da vila.
Os assuntos dos postais são os seguintes: dois aspectos da Avenida da Praça Nova; dois da Rua de Santo António; vista geral dos Paços do Concelho e Cadeia; Rua do Hospital; dois aspectos do Largo do Chafariz; dois do Bairro d'Alagoa; Casa da Fonte e Rua de Campinho; vista do Soito; vista do Chorão dos Pelames; vista da Igreja do lado de Campinho e parte interior da Igreja.
O postal em causa foi escrito no Porto e lançado ao correio em 06/05/1909, por um comerciante, João Augusto Corrêa, que não sei se seria do nosso concelho, e dirigido a um irmão, provavelmente caixeiro viajante ao cuidado da posta restante em Oliveira de Azeméis. Daqui peregrinou em busca do destinatário pela Vila da Seixa até chegar ao Hotel Avenida em Coimbra, donde veio a regressar ao remetente no Porto, no dia 15 de Maio, como atestam as inscrições e os seis carimbos do correio no verso.
(…)
Para além das observações já anotadas no artigo [do número anterior] de António José Vinhas, acrescento que ainda documenta a existência, na Praça, das frondosas austrálias que a ensombravam e protegiam dos calores estivais havia dezenas de anos e que iriam ser quase todas cortadas ainda nesse ano, como pode ler-se no «Correio d'Albergaria», para virem a ser substituídas por árvores de menor porte.
Esta decisão da Câmara, então presidida por Domingos Guimarães, Director da Fábrica de Papel de Valmaior, procurava o embelezamento da Praça Ferreira Tavares, para o que também se encarregou o mestre de obras José Vidal de fazer a planta e apresentar um orçamento para a sua regularização. Dois anos depois, já emoldurada com os Lancis de granito, iniciava-se a macadamização da rua envolvente, obra que veio a ser concluída pelo Dr. Jaime Ferreira que também mandou ensaibrar e regularizar o piso da própria praça.
POSTAL PUBLICADO NA QUARTA PÁGINA
Faz parte de uma nova colecção de 12 postais, não coloridos, com aspectos de Albergaria-a-Velha e Valmaior. Foram postos à venda em Agosto de 1913. Cada postal custava 1 centavo (10 réis), enquanto os anteriores custavam 30 réis.
A edição era de «A Central», o grande estabelecimento comercial que António Marques Pereira possuiu durante cerca de meio século no Largo 1.º de Dezembro, onde entroncava a estrada que vinha de Viseu.
Provavelmente porque a anterior edição se encontraria esgotada, um dos editores mandava executar, apenas 5 anos depois, uma outra. Não é caso para estranhar porque o postal ilustrado e a carta eram as formas correntes de comunicação à distância, para além de estar já em moda o coleccionamento de postais.
Apenas cinco anos decorridos, é sensível a diferença verificada na Avenida. Não só o nome passa a ser Avenida da Liberdade, no que antes se conhecia por Avenida da Praça Nova e oficialmente se designava por Avenida Luiz Quillinan, mas o que, no primeiro postal, aparece ainda como projecto tosco, começa agora a ter o aspecto com que iria manter-se por largos anos.
Nos passeios, já com lancis, despontam as primeiras árvores protectoramente engradadas. Tinham sido mandadas plantar no Inverno de 1911, mas, já no verão, várias tinham morrido ou sido partidas pelo «vandalismo» de que se queixava o «Jornal d'Albergaria». Foram depois substituídas e protegidas como se vê no postal. Mesmo assim não vingaram muito tempo, pois em 1918, a Câmara, presidida então pelo Dr. Francisco António de Miranda, mandou plantar outras que custaram 7$55.
Para além do já referido, também se verifica, nesses cinco anos decorridos entre as duas fotografias, que surgiram numerosas construções, entre as quais avulta, significativamente, uma situada a meio do lado esquerdo da Avenida. É a casa onde, a partir dos anos 30 durante dezenas de anos, foi a residência e consultório do Dr. Flausino Corrêa que fez de Albergaria a sua terra e a serviu com entrega devotada que muitos recordarão gratamente.
Essa casa, demolida há anos e substituída por um prédio de andares, foi considerada na época como um lindo «palacete». Concluída em 1911, pertenceu a Germano Araújo, durante longos anos Secretário da Câmara e foi obra do «habil architecto desta villa, sr. António Marques Pereira», como refere o jornal.
Anoto, por fim, que a fotografia foi tirada num domingo de manhã, dia em que se realizava o mercado semanal na Praça Ferreira Tavares. Ao cimo da Avenida vê-se o mostruário de venda da louça de barro espalhada no chão ensaibrado do passeio do lado direito. Era produto da antiga e afamada «Fábrica de Loiça da Biscaia», nos arredores de Assilhó.
Eis o que me ocorre sobre os postais publicados no número anterior deste jornal.
Embora o estudo da evolução da zona central de Albergaria-a-Velha tenha de ficar para mais tarde, creio que seria pena que estes elementos. agora revelados, se viessem a perder.
Albuquerque Pinho, Beira Vouga, Albergaria-a-Velha, 15 de Abril de 1987.
(…) em meados de Julho seguinte [1908] eram postos à venda os 14 postais coloridos, com uma tiragem de mil exemplares de cada.
A edição pertencia a Manoel d'Oliveira Campos e António Marques Pereira que eram proprietários das duas mais importantes casas comerciais da vila.
Os assuntos dos postais são os seguintes: dois aspectos da Avenida da Praça Nova; dois da Rua de Santo António; vista geral dos Paços do Concelho e Cadeia; Rua do Hospital; dois aspectos do Largo do Chafariz; dois do Bairro d'Alagoa; Casa da Fonte e Rua de Campinho; vista do Soito; vista do Chorão dos Pelames; vista da Igreja do lado de Campinho e parte interior da Igreja.
O postal em causa foi escrito no Porto e lançado ao correio em 06/05/1909, por um comerciante, João Augusto Corrêa, que não sei se seria do nosso concelho, e dirigido a um irmão, provavelmente caixeiro viajante ao cuidado da posta restante em Oliveira de Azeméis. Daqui peregrinou em busca do destinatário pela Vila da Seixa até chegar ao Hotel Avenida em Coimbra, donde veio a regressar ao remetente no Porto, no dia 15 de Maio, como atestam as inscrições e os seis carimbos do correio no verso.
(…)
Para além das observações já anotadas no artigo [do número anterior] de António José Vinhas, acrescento que ainda documenta a existência, na Praça, das frondosas austrálias que a ensombravam e protegiam dos calores estivais havia dezenas de anos e que iriam ser quase todas cortadas ainda nesse ano, como pode ler-se no «Correio d'Albergaria», para virem a ser substituídas por árvores de menor porte.
Esta decisão da Câmara, então presidida por Domingos Guimarães, Director da Fábrica de Papel de Valmaior, procurava o embelezamento da Praça Ferreira Tavares, para o que também se encarregou o mestre de obras José Vidal de fazer a planta e apresentar um orçamento para a sua regularização. Dois anos depois, já emoldurada com os Lancis de granito, iniciava-se a macadamização da rua envolvente, obra que veio a ser concluída pelo Dr. Jaime Ferreira que também mandou ensaibrar e regularizar o piso da própria praça.
POSTAL PUBLICADO NA QUARTA PÁGINA
Faz parte de uma nova colecção de 12 postais, não coloridos, com aspectos de Albergaria-a-Velha e Valmaior. Foram postos à venda em Agosto de 1913. Cada postal custava 1 centavo (10 réis), enquanto os anteriores custavam 30 réis.
A edição era de «A Central», o grande estabelecimento comercial que António Marques Pereira possuiu durante cerca de meio século no Largo 1.º de Dezembro, onde entroncava a estrada que vinha de Viseu.
Provavelmente porque a anterior edição se encontraria esgotada, um dos editores mandava executar, apenas 5 anos depois, uma outra. Não é caso para estranhar porque o postal ilustrado e a carta eram as formas correntes de comunicação à distância, para além de estar já em moda o coleccionamento de postais.
Apenas cinco anos decorridos, é sensível a diferença verificada na Avenida. Não só o nome passa a ser Avenida da Liberdade, no que antes se conhecia por Avenida da Praça Nova e oficialmente se designava por Avenida Luiz Quillinan, mas o que, no primeiro postal, aparece ainda como projecto tosco, começa agora a ter o aspecto com que iria manter-se por largos anos.
Nos passeios, já com lancis, despontam as primeiras árvores protectoramente engradadas. Tinham sido mandadas plantar no Inverno de 1911, mas, já no verão, várias tinham morrido ou sido partidas pelo «vandalismo» de que se queixava o «Jornal d'Albergaria». Foram depois substituídas e protegidas como se vê no postal. Mesmo assim não vingaram muito tempo, pois em 1918, a Câmara, presidida então pelo Dr. Francisco António de Miranda, mandou plantar outras que custaram 7$55.
Para além do já referido, também se verifica, nesses cinco anos decorridos entre as duas fotografias, que surgiram numerosas construções, entre as quais avulta, significativamente, uma situada a meio do lado esquerdo da Avenida. É a casa onde, a partir dos anos 30 durante dezenas de anos, foi a residência e consultório do Dr. Flausino Corrêa que fez de Albergaria a sua terra e a serviu com entrega devotada que muitos recordarão gratamente.
Essa casa, demolida há anos e substituída por um prédio de andares, foi considerada na época como um lindo «palacete». Concluída em 1911, pertenceu a Germano Araújo, durante longos anos Secretário da Câmara e foi obra do «habil architecto desta villa, sr. António Marques Pereira», como refere o jornal.
Anoto, por fim, que a fotografia foi tirada num domingo de manhã, dia em que se realizava o mercado semanal na Praça Ferreira Tavares. Ao cimo da Avenida vê-se o mostruário de venda da louça de barro espalhada no chão ensaibrado do passeio do lado direito. Era produto da antiga e afamada «Fábrica de Loiça da Biscaia», nos arredores de Assilhó.
Eis o que me ocorre sobre os postais publicados no número anterior deste jornal.
Embora o estudo da evolução da zona central de Albergaria-a-Velha tenha de ficar para mais tarde, creio que seria pena que estes elementos. agora revelados, se viessem a perder.
Albuquerque Pinho, Beira Vouga, Albergaria-a-Velha, 15 de Abril de 1987.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Albergaria-a-Velha
APRESENTAÇÃO
Resenha histórica
Em Novembro de 1117 D. Teresa concede Carta do Couto de Osseloa em favor do fidalgo Gonçalo Eriz, doando-lhe vastas terras, Uma das razões para o fazer prendia-se com a instituição de uma albergaria ao cimo da estrada do lugar de Osseloa, a qual o fidalgo seria obrigado a manter e serviria para acolher, proteger e assistir os viajantes, pobres e doentes.
A fundação da primitiva "albergaria" levou as pessoas a estabelecerem-se em seu redor e a fixarem-se junto a Assilhó, formando um pequeno povoado que, adotando aquele nome, originaria a atual Albergaria-a-Velha. Esta qualificação de "velha" surgiu para a distinguir de outras albergarias mais recentes, que no país e terras hispânicas junto à fronteira comum foram surgindo.
Depois das terras do Couto terem regressado de direito à administração da Coroa, por extinção da descendência direita de Gonçalo Eriz, o rei D. João II doou-as à irmã, D. Joana, que por sua vez as legou às Dominicanas do Convento de Jesus em Aveiro. As freiras de Jesus acabariam por criar em 1496 a freguesia de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, constituída por Albergaria-a-Velha (a principal aldeia) e pelos lugarejos da área do Couto (Assilhó, Sobreiro, Frias de Baixo e de Cima, S. Marcos e Fontão).
No séc. XIX, em oposição ao absolutismo régio, surgiu um forte núcleo de liberais albergarienses que, em 1828 apoiou as forças do então coronel José António da Silva Torres Ponte de León nos combates do Marnel e da Ponte do Vouga contra as tropas fiéis a D. Miguel. Depois da queda de D. Miguel, general Torres serviu-se do seu alto cargo e em reconhecimento aos albergarienses determinou, apoiado pelo Decreto de 9 de Janeiro de 1834, que o Concelho de Albergaria-a-Velha fosse criado no final desse ano.
Ao promover a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de Vila e criando o seu Concelho, retirou-a do Concelho de Aveiro, anexando-lhe ainda a freguesia de S. João de Loure e duas partes da freguesia de Valmaior. A fundação do Concelho seria assinalada no dia 13 de Fevereiro de 1835, pela primeira sessão da câmara, presidida por José Correia de Meio, conforme consta no "Livro para os Acordãos da Câmara d'este Concelho d'Albergaria Velha".
Em 1842, ano em que se integrou a freguesia de Alquerubim neste Concelho, foi restaurado o Concelho de Paus, extinguindo-se o de Albergaria-a-Velha. A extinção, embora temporária, ocorreu na sequência do período Cabralista e durou até 1846. Vieram posteriormente a incorporar o Concelho as freguesias de Angeja e Frossos (1853), Branca e Ribeira de Fráguas (1855) e a restante parte da freguesia de Valmaior (1856).
O crescimento económico do município desenvolveu-se com base no Rio Vouga, ligado ao progresso das freguesias ribeirinhas de Angeja, Frossos, Alquerubim e S. João de Loure, Com o aparecimento da indústria, aliada às vias de comunicação, as freguesias do interior (Albergaria-a-Velha, Branca e Valmaior) tornaram-se, do séc. XVIII ao XX, em polos de crescimento económico, no que respeita à extração de minério, fabrico da pasta de papel, metalurgia e cerâmica.
Em 1868 a autarquia, presidida por Ferreira Tavares, toma a decisão de construir o edifício dos Paços do Concelho, para nele se poderem instalar todos os serviços da Câmara, que se encontravam dispersos pela Vila em condições impróprias e insuficientes. O inicio da construção deu-se em 1869, mas as obras acabaram por ser suspensas em 1873 por falta de recursos financeiros. A construção recomeçou a mando do Presidente Bernardino Máximo de Albuquerque, em 1890, depois de reformulado o projeto. Em 1897 o edifício foi finalmente inaugurado, realizando-se a primeira sessão da autarquia em 10 de Outubro.
No dia 6 de Abril de 2011, os deputados da Assembleia da República votaram, por unanimidade, em sessão plenária, o Projeto de Lei n.º 424/XI, que promove a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de cidade, situação que acabou por ficar oficializada no dia 28 de Junho do mesmo ano, após a publicação da Lei n.º 34/2011.
Localização e Acessibilidades
A25 / IP5 – Aveiro – Vilar Formoso, com saída em Albergaria-a-Velha;
A1 – Lisboa – Porto com saída para A25 / IP5;
IC2 / EN1 – Lisboa – Porto, com saída em Albergaria-a-Velha.
O Itinerário Principal nº1 (IP1) permite a ligação direta entre os dois centros urbanos principais do país, Lisboa e Porto, assim como dos distritos mais dinâmicos do litoral, Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém. No Município de Albergaria-a-Velha o acesso ao IP1 é feito através do IP5 no nó do Sobreiro, que serve não só o Município de Albergaria-a-Velha como os Municípios envolventes de Aveiro, Águeda, Sever do Vouga, etc.
Na região, a ligação entre o litoral e o interior é feita através do Itinerário Principal nº5 (IP5) que facilita de modo significativo o acesso aos centros do interior, especialmente Viseu e Guarda, no entanto, em virtude de compreender apenas uma faixa de circulação em cada sentido esta via continua inadequada ao fluxo de tráfego que nela circula. A lenta circulação nesta via de comunicação fica também a dever-se ao intenso tráfego de veículos pesados.
Pertencente à Rede Nacional Complementar, o Itinerário Complementar nº2, atravessa no Município a Vila da Branca e a cidade de Albergaria-a-Velha, e faz ligação a norte com os Municípios de Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira e a Sul com o Município de Águeda, ou seja centros industriais importantes na região.
No Município de Albergaria-a-Velha, este eixo compreende algumas áreas problemáticas, principalmente no troço que atravessa os aglomerados urbanos da freguesia da Branca e ainda nos cruzamentos de acesso à cidade de Albergaria-a-Velha."
"O Município de Albergaria-a-Velha encontra-se estruturado por três eixos principais que lhe permite acesso rápido aos centros urbanos nacionais mais importantes" (PDM - Albergaria-a-Velha)
Atividades Económicas
Banhado pelos rios Caima e Vouga que tornam, desde há séculos, particularmente férteis os seus campos, tanto para a agricultura como para a criação de gado, talvez se possa considerar o Município de Albergaria-a-Velha como essencialmente agrícola, embora muitas atividades de cariz industrial se tenham, desde há anos, aqui radicado, contando com ótima localização para o escoamento dos seus produtos.
No Município de Albergaria-a-Velha o sector secundário é o que tem maior representatividade com 56,2% da população ativa, inserindo-se o Município numa região com fortes tradições industriais, O sector primário ocupa apenas 13,6% da população ativa e no sector terciário ocupam-se 30%.
O sector secundário tem representatividade na Indústria transformadora com 74%, de que assume especial importância a fabricação de produtos metálicos, indústrias básicas de metais não ferrosos, indústria têxtil e Indústria de madeira.
Predominam as empresas de pequena e média dimensão com 75% das empresas tendo menos de 20 trabalhadores. A indústria transformadora do Município concentra-se essencialmente nas freguesias de Albergaria-a-Velha e Branca, que fixam à volta de 90% dos postos de trabalho.
O Município de Albergaria-a-Velha beneficia de uma posição geoestratégica, sendo privilegiado com a criação de uma forte e bem estruturada Zona Industrial, na qual assenta, principalmente, o seu desenvolvimento. As atividades do sector secundário mais exercidas no Município são a fundição, as coinfecções, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos vários, a transformação de madeiras, o fabrico de papel, o fabrico e restauro de mobiliário, a produção cerâmica, entre outras.
(retirado do Manual de Qualidade do município de Albergaria-a-Velha)
Resenha histórica
Em Novembro de 1117 D. Teresa concede Carta do Couto de Osseloa em favor do fidalgo Gonçalo Eriz, doando-lhe vastas terras, Uma das razões para o fazer prendia-se com a instituição de uma albergaria ao cimo da estrada do lugar de Osseloa, a qual o fidalgo seria obrigado a manter e serviria para acolher, proteger e assistir os viajantes, pobres e doentes.
A fundação da primitiva "albergaria" levou as pessoas a estabelecerem-se em seu redor e a fixarem-se junto a Assilhó, formando um pequeno povoado que, adotando aquele nome, originaria a atual Albergaria-a-Velha. Esta qualificação de "velha" surgiu para a distinguir de outras albergarias mais recentes, que no país e terras hispânicas junto à fronteira comum foram surgindo.
Depois das terras do Couto terem regressado de direito à administração da Coroa, por extinção da descendência direita de Gonçalo Eriz, o rei D. João II doou-as à irmã, D. Joana, que por sua vez as legou às Dominicanas do Convento de Jesus em Aveiro. As freiras de Jesus acabariam por criar em 1496 a freguesia de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, constituída por Albergaria-a-Velha (a principal aldeia) e pelos lugarejos da área do Couto (Assilhó, Sobreiro, Frias de Baixo e de Cima, S. Marcos e Fontão).
No séc. XIX, em oposição ao absolutismo régio, surgiu um forte núcleo de liberais albergarienses que, em 1828 apoiou as forças do então coronel José António da Silva Torres Ponte de León nos combates do Marnel e da Ponte do Vouga contra as tropas fiéis a D. Miguel. Depois da queda de D. Miguel, general Torres serviu-se do seu alto cargo e em reconhecimento aos albergarienses determinou, apoiado pelo Decreto de 9 de Janeiro de 1834, que o Concelho de Albergaria-a-Velha fosse criado no final desse ano.
Ao promover a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de Vila e criando o seu Concelho, retirou-a do Concelho de Aveiro, anexando-lhe ainda a freguesia de S. João de Loure e duas partes da freguesia de Valmaior. A fundação do Concelho seria assinalada no dia 13 de Fevereiro de 1835, pela primeira sessão da câmara, presidida por José Correia de Meio, conforme consta no "Livro para os Acordãos da Câmara d'este Concelho d'Albergaria Velha".
Em 1842, ano em que se integrou a freguesia de Alquerubim neste Concelho, foi restaurado o Concelho de Paus, extinguindo-se o de Albergaria-a-Velha. A extinção, embora temporária, ocorreu na sequência do período Cabralista e durou até 1846. Vieram posteriormente a incorporar o Concelho as freguesias de Angeja e Frossos (1853), Branca e Ribeira de Fráguas (1855) e a restante parte da freguesia de Valmaior (1856).
O crescimento económico do município desenvolveu-se com base no Rio Vouga, ligado ao progresso das freguesias ribeirinhas de Angeja, Frossos, Alquerubim e S. João de Loure, Com o aparecimento da indústria, aliada às vias de comunicação, as freguesias do interior (Albergaria-a-Velha, Branca e Valmaior) tornaram-se, do séc. XVIII ao XX, em polos de crescimento económico, no que respeita à extração de minério, fabrico da pasta de papel, metalurgia e cerâmica.
Em 1868 a autarquia, presidida por Ferreira Tavares, toma a decisão de construir o edifício dos Paços do Concelho, para nele se poderem instalar todos os serviços da Câmara, que se encontravam dispersos pela Vila em condições impróprias e insuficientes. O inicio da construção deu-se em 1869, mas as obras acabaram por ser suspensas em 1873 por falta de recursos financeiros. A construção recomeçou a mando do Presidente Bernardino Máximo de Albuquerque, em 1890, depois de reformulado o projeto. Em 1897 o edifício foi finalmente inaugurado, realizando-se a primeira sessão da autarquia em 10 de Outubro.
No dia 6 de Abril de 2011, os deputados da Assembleia da República votaram, por unanimidade, em sessão plenária, o Projeto de Lei n.º 424/XI, que promove a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de cidade, situação que acabou por ficar oficializada no dia 28 de Junho do mesmo ano, após a publicação da Lei n.º 34/2011.
Localização e Acessibilidades
A25 / IP5 – Aveiro – Vilar Formoso, com saída em Albergaria-a-Velha;
A1 – Lisboa – Porto com saída para A25 / IP5;
IC2 / EN1 – Lisboa – Porto, com saída em Albergaria-a-Velha.
O Itinerário Principal nº1 (IP1) permite a ligação direta entre os dois centros urbanos principais do país, Lisboa e Porto, assim como dos distritos mais dinâmicos do litoral, Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém. No Município de Albergaria-a-Velha o acesso ao IP1 é feito através do IP5 no nó do Sobreiro, que serve não só o Município de Albergaria-a-Velha como os Municípios envolventes de Aveiro, Águeda, Sever do Vouga, etc.
Na região, a ligação entre o litoral e o interior é feita através do Itinerário Principal nº5 (IP5) que facilita de modo significativo o acesso aos centros do interior, especialmente Viseu e Guarda, no entanto, em virtude de compreender apenas uma faixa de circulação em cada sentido esta via continua inadequada ao fluxo de tráfego que nela circula. A lenta circulação nesta via de comunicação fica também a dever-se ao intenso tráfego de veículos pesados.
Pertencente à Rede Nacional Complementar, o Itinerário Complementar nº2, atravessa no Município a Vila da Branca e a cidade de Albergaria-a-Velha, e faz ligação a norte com os Municípios de Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira e a Sul com o Município de Águeda, ou seja centros industriais importantes na região.
No Município de Albergaria-a-Velha, este eixo compreende algumas áreas problemáticas, principalmente no troço que atravessa os aglomerados urbanos da freguesia da Branca e ainda nos cruzamentos de acesso à cidade de Albergaria-a-Velha."
"O Município de Albergaria-a-Velha encontra-se estruturado por três eixos principais que lhe permite acesso rápido aos centros urbanos nacionais mais importantes" (PDM - Albergaria-a-Velha)
Atividades Económicas
Banhado pelos rios Caima e Vouga que tornam, desde há séculos, particularmente férteis os seus campos, tanto para a agricultura como para a criação de gado, talvez se possa considerar o Município de Albergaria-a-Velha como essencialmente agrícola, embora muitas atividades de cariz industrial se tenham, desde há anos, aqui radicado, contando com ótima localização para o escoamento dos seus produtos.
No Município de Albergaria-a-Velha o sector secundário é o que tem maior representatividade com 56,2% da população ativa, inserindo-se o Município numa região com fortes tradições industriais, O sector primário ocupa apenas 13,6% da população ativa e no sector terciário ocupam-se 30%.
O sector secundário tem representatividade na Indústria transformadora com 74%, de que assume especial importância a fabricação de produtos metálicos, indústrias básicas de metais não ferrosos, indústria têxtil e Indústria de madeira.
Predominam as empresas de pequena e média dimensão com 75% das empresas tendo menos de 20 trabalhadores. A indústria transformadora do Município concentra-se essencialmente nas freguesias de Albergaria-a-Velha e Branca, que fixam à volta de 90% dos postos de trabalho.
O Município de Albergaria-a-Velha beneficia de uma posição geoestratégica, sendo privilegiado com a criação de uma forte e bem estruturada Zona Industrial, na qual assenta, principalmente, o seu desenvolvimento. As atividades do sector secundário mais exercidas no Município são a fundição, as coinfecções, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos vários, a transformação de madeiras, o fabrico de papel, o fabrico e restauro de mobiliário, a produção cerâmica, entre outras.
(retirado do Manual de Qualidade do município de Albergaria-a-Velha)
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A visita à floresta
No dia 15 de novembro, na parte da tarde, as turmas da professora Carmo e da professora Céu foram visitar a floresta, que está próxima da escola EB de Albergaria-a-Velha.
Pelo caminho, vimos um quintal com árvores e plantas cultivadas: couve-galega, roseiras e outras flores, limoeiros, laranjeiras, oliveiras, pessegueiros, uma latada e alecrim. Junto do alecrim até cantámos a canção tradicional. Assim, vimos árvores de folha caduca e outras de folha persistente ou perene. A seguir, vimos uma quinta onde havia plásticos pendurados para espantar os pardais e vários potes de água para regar a terra. Também havia um galinheiro onde vivem animais de capoeira. Depois passámos por um eucaliptal.
Num pinhal, pudemos observar várias árvores e plantas silvestres, como: a urze, o trevo, o tojo, o musgo, o azevinho e a hera, que é uma planta trepadeira. Nos pinheiros vimos as pinhas e as agulhas ou caruma. Um pinheiro tinha um golpe no tronco, onde pudemos ver e tocar a resina que estava seca.
Pudemos, ainda, observar a manta morta que é formada por restos de plantas secas. É uma terra escura e fofinha e um bom solo para alimentar outras plantas. No pinhal também vimos cogumelos, que podem ser venenosos. Também vimos alguns animais, como pássaros, duas lesmas enormes, uma larva e duas tocas. No pinhal não havia barulho, só silêncio e, às vezes, o zumbido da natureza, das árvores a mexer pelo vento. Apesar de nos deslocarmos em silêncio, apenas conseguimos ouvir algum chilrear. A Auxiliar D. Glória explicou-nos que talvez fosse por causa do vento.
As árvores que fazem parte desta floresta são: pinheiros, eucaliptos, carvalhos e alguns sobreiros. Estivemos em duas clareiras.
Também vimos alguma poluição feita pelo homem, como plásticos, embalagens e pneus. Até vimos uma zona que tinha vestígios de madeira queimada e refletimos sobre o problema dos incêndios.
Fizemos uma bela caminhada, com exercício físico, respirando ar puro, mas com a companhia de algumas melgas teimosas.
Foi um passeio interessante onde pudemos observar e aprender muitas coisas e, o mais importante, saber apreciar e proteger a natureza.
Texto elaborado pela Inês Vinhas e enriquecido com os colegas
da turma do 4.º A, da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª Titular da Turma do 4.º A: Carmo Delgado
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt/32153.html
Cais da Escrita
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt
Pelo caminho, vimos um quintal com árvores e plantas cultivadas: couve-galega, roseiras e outras flores, limoeiros, laranjeiras, oliveiras, pessegueiros, uma latada e alecrim. Junto do alecrim até cantámos a canção tradicional. Assim, vimos árvores de folha caduca e outras de folha persistente ou perene. A seguir, vimos uma quinta onde havia plásticos pendurados para espantar os pardais e vários potes de água para regar a terra. Também havia um galinheiro onde vivem animais de capoeira. Depois passámos por um eucaliptal.
Num pinhal, pudemos observar várias árvores e plantas silvestres, como: a urze, o trevo, o tojo, o musgo, o azevinho e a hera, que é uma planta trepadeira. Nos pinheiros vimos as pinhas e as agulhas ou caruma. Um pinheiro tinha um golpe no tronco, onde pudemos ver e tocar a resina que estava seca.
Pudemos, ainda, observar a manta morta que é formada por restos de plantas secas. É uma terra escura e fofinha e um bom solo para alimentar outras plantas. No pinhal também vimos cogumelos, que podem ser venenosos. Também vimos alguns animais, como pássaros, duas lesmas enormes, uma larva e duas tocas. No pinhal não havia barulho, só silêncio e, às vezes, o zumbido da natureza, das árvores a mexer pelo vento. Apesar de nos deslocarmos em silêncio, apenas conseguimos ouvir algum chilrear. A Auxiliar D. Glória explicou-nos que talvez fosse por causa do vento.
As árvores que fazem parte desta floresta são: pinheiros, eucaliptos, carvalhos e alguns sobreiros. Estivemos em duas clareiras.
Também vimos alguma poluição feita pelo homem, como plásticos, embalagens e pneus. Até vimos uma zona que tinha vestígios de madeira queimada e refletimos sobre o problema dos incêndios.
Fizemos uma bela caminhada, com exercício físico, respirando ar puro, mas com a companhia de algumas melgas teimosas.
Foi um passeio interessante onde pudemos observar e aprender muitas coisas e, o mais importante, saber apreciar e proteger a natureza.
Texto elaborado pela Inês Vinhas e enriquecido com os colegas
da turma do 4.º A, da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª Titular da Turma do 4.º A: Carmo Delgado
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt/32153.html
Cais da Escrita
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Boletim Municipal - Curiosidades
Curiosidades do concelho de Albergaria-a-Velha
- Tem uma área de 155.98 Km2.
- É confrontado pelos concelhos de Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Águeda, Aveiro, Murtosa e Estarreja.
- É composta por 8 freguesias: Albergaria-a-Velha, Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, Ribeira de Fráguas, S. João de Loure e VaImaior.
- Tem 68 lugares.
- A maior freguesia do concelho é a Branca (30.22 Km2) e a mais pequena é a freguesia de Frossos (7.95 Km2).
- Cerca de 40% do território municipal é classificado de Reserva Ecológica Nacional e cerca de 30% é classificado de Reserva Agrícola Nacional.
- Aproximadamente 55% do concelho é ocupado por floresta.
- A área urbana do município ocupa cerca de 15% do território.
- Nos últimos cem anos a população do concelho aumentou 88% (de 12.877 habitantes em 1890 para 24.146 habitantes em 1991).
- A densidade populacional do concelho em 1890 era de 83 habitantes/Km2, actualmente é de 154.9 habitantes/Km2.
- Foi o concelho de Albergaria-a-Velha que na década de 80 registou o maior crescimento demográfico (13.2%) de todos os concelhos da região centro.
Boletim Municipal (1991/1992)
- Tem uma área de 155.98 Km2.
- É confrontado pelos concelhos de Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Águeda, Aveiro, Murtosa e Estarreja.
- É composta por 8 freguesias: Albergaria-a-Velha, Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, Ribeira de Fráguas, S. João de Loure e VaImaior.
- Tem 68 lugares.
- A maior freguesia do concelho é a Branca (30.22 Km2) e a mais pequena é a freguesia de Frossos (7.95 Km2).
- Cerca de 40% do território municipal é classificado de Reserva Ecológica Nacional e cerca de 30% é classificado de Reserva Agrícola Nacional.
- Aproximadamente 55% do concelho é ocupado por floresta.
- A área urbana do município ocupa cerca de 15% do território.
- Nos últimos cem anos a população do concelho aumentou 88% (de 12.877 habitantes em 1890 para 24.146 habitantes em 1991).
- A densidade populacional do concelho em 1890 era de 83 habitantes/Km2, actualmente é de 154.9 habitantes/Km2.
- Foi o concelho de Albergaria-a-Velha que na década de 80 registou o maior crescimento demográfico (13.2%) de todos os concelhos da região centro.
Boletim Municipal (1991/1992)
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