sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Comemoração dos 500 anos do Foral de Angeja

http://www.cm-albergaria.pt/output_efile.aspx?id_file=28128&id_object=20710
 Entre 14 e 16 de agosto, Angeja vai transformar-se numa vila quinhentista para celebrar os 500 anos do seu foral atribuído pelo rei D. Manuel. Ao longo de três dias, os visitantes serão conduzidos numa viagem ao passado em que não irão faltar gaiteiros, malabaristas, cavaleiros, nobres e a sempre presente “arraia-miúda”.

De forma a tornar este grande evento numa verdadeira festa da comunidade, os habitantes de Angeja, desde as crianças aos idosos, foram convidados a encarnar diferentes personagens e os seus misteres, construindo, desta forma, um ambiente mais espontâneo e autêntico nos vários momentos que constam do programa.

Na quinta-feira, véspera de feriado, a feira quinhentista, com artesanato, ofícios, tabernas e animação deambulante é oficialmente aberta às 19h30. Pelas 21h30, há um concerto pela Banda Filarmónica de Angeja na Igreja Matriz e, a encerrar a noite, os visitantes poderão apreciar o cortejo noturno “Nós Somos Vida das Gentes” que inclui animação com fogo, malabarismo, danças orientais e música.

No feriado, a abertura da feira é anunciada por uma arruada de gaiteiros às 10h30. A Eucaristia na Igreja terá início meia hora mais tarde, seguindo-se um espetáculo com trampolineiros, grupo de gaiteiros e dança Sufi. À tarde (17h00), as ruas de Angeja irão ganhar um outro colorido com o tradicional cortejo que antecede a chegada da comitiva do foral. A festa continua com um concerto de música comunitária e, pelas 20h30, todos poderão apreciar o que se comia no início do século XVI na ceia quinhentista. O grupo Popularis garantirá a animação musical durante a noite (22h30).


No último dia, os gaiteiros voltam a anunciar a abertura da feira pelas 10h30. O programa da tarde arranca com um concerto pelo grupo Trabucos (15h00) e todos os participantes voltarão a reunir-se para o cortejo e o baile com danças populares medievais e quinhentistas (17h00). Antes da hora do jantar, há ainda tempo para apreciar as demonstrações do Jogo do Pau. A encerrar as comemorações, haverá concertos (Trabucos e Popularis), cuspidores de fogo, o Jogo do Pau e uma apresentação com todos os artistas.



CMA, 04/08/2014

PROGRAMA

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Escavações arqueológicas no monte de São Julião

Estão em curso no monte de São Julião, na freguesia da Branca, trabalhos arqueológicos promovidos pelo Município de Albergaria-a-Velha em colaboração com o Centro de Arqueologia de Arouca

Esta campanha tem a duração de duas semanas e envolve, para além de arqueólogos daquela associação, vários estudantes do Concelho, permitindo que estes tenham uma experiência única nas suas férias de verão.

No monte de São Julião, onde já entre 1993 e 1994 se realizaram algumas pesquisas, existem vestígios de um povoado habitado há mais de 3000 anos, durante os finais da Idade do Bronze. Os trabalhos têm permitido a recolha de fragmentos de cerâmicas típicas desse período e outros objetos, identificando-se ainda parte do sistema defensivo do sítio e outros indícios de muito interesse.

Para Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e responsável pela área da Cultura, “esta campanha arqueológica tem várias funções: primeiro porque vem reforçar a ideia da necessidade de salvaguardar aquele vasto espaço com sensibilidade arqueológica, evitando que outros projetos o venham a destruir no futuro; depois porque vem aprofundar o conhecimento que deles temos, confirmando a existência de um povoado da Idade do Bronze e de uma mamoa do período megalítico; porque sensibiliza as populações para a preservação do património arqueológico; porque resultará na publicação de um artigo científico sobre o local e porque abre portas para posteriores intervenções para aumentar o conhecimento sobre aquele que será, até ao momento, o povoado conhecido mais antigo do concelho de Albergaria-a-Velha”.

Para o autarca, “todas estas razões são mais do que suficientes para a autarquia estar extremamente satisfeita com a sua realização e com os resultados que daí advirão”.

CMA

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A procissão - Angeja, 1973

Está quase chegando à Igreja, de passagem pela Praça, centro cívico da Vila, onde fez mais uma pausa, para os devotos colocarem uma nota - de valor pecuniário, com um alfinete sobre uma das fitas que esticadas descem das pontas do manto da padroeira até à base do andor, - passando de seguida por baixo do mesmo, como complemento da promessa; ao lado, de opa branca como as demais, que as vermelhas já passaram com os estandartes e pendões, um mordomo de bandeja na mão estende-a aos que a veem passar, juntando mais umas moedas que complementarão o estendal de notas, das mais variadas, de pequeno e grande valor, nacionais e estrangeiras, estas daqueles que, emigrados, regressaram para férias. A Banda de Música da Vila em festa, está ainda tocando a sua vez, depois de o ter feito a Banda convidada vinda de fora, como tocando estão os sinos da Igreja; colchas e colgaduras qual delas a mais vistosa pendem das janelas, e no ar que se respira, há um cheiro a carne assada - matou-se a cabra para a festa (1) - saindo ele também pelas janelas das cozinhas, misturando-se com o cheiro que evola, da erva doce que atapeta a rua - escorregadia de paralelipípedos de granito polido - esmagada pelos calcantes de todo este cortejo, até ao pálio que cobre o Pároco local, e um padre convidado que veio para a missa; agora, também um cheiro a incenso, saído do turíbulo fumegante que um acólito transporta. A Banda de fora acentua o ritmo de marcha, com o tré, tré, tré, trr..é, na tarola do músico ao lado do que toca o bombo, e este a dado passo, dá dois toques na pele esticada e redonda, que outrora também de cabra foi, e a música irrompe uma vez mais; atrás o povo caminha, mais mulheres que homens, e muitas destas vão descalças, algumas vão de costas para a frente, agarradas por uma de cada lado, em penitência como que contando os passos, que a Igreja está mesmo ali à vista, e já estralejam foguetes.

(1) Aqui não posso esquecer o desfile do rebanho, chocalhando pelas ruas ainda poeirentas da vila, em semana de festa, fins dos anos cinquenta, para serem vendidas porta a porta, e mortas para o almoço do domingo de festa.

Nota: Texto escrito pelo autor em 19 de Julho de 2011 e publicado no blog EVOLUIR em 20 de Fevereiro de 2014

Manuel Oliveira Costa©2014,Aveiro,Portugal

http://escritaevoluir.blogspot.pt/2014/02/a-procissao.html

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Toponimia da nossa Vila - 1987

BM
Num processo que virá a ser mais frequente, foram atribuídos pela Câmara Municipal nomes a Ruas e Praças da nossa vila.

Pretende a Câmara Municipal completar, a médio prazo, toda a toponímia de Albergaria-a-Velha (sede do concelho) e, se possível, de algumas áreas das freguesias.

Os nomes agora atribuídos são os seguintes:

* Rua das Lameirinhas — Desde a Rua Gonçalo Eriz à Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque;

* Travessa das Lameirinhas — Desde a Praça das Lameirinhas à Rua Gonçalo Eriz (passando pelo interior do Bairro do F.F.H.);

* Rua José Nunes Alves — Desde a Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque à mesma Avenida (entroncando com a Rua Fernando Pessoa);

* Rua Fernando Pessoa — Desde a Rua José Nunes Alves à Praça Fernando Pessoa;

* Travessa do Emigrante —Desde a Rua José Nunes Alves à Rua Professor Egas Moniz;

* Rua Professor Egas Moniz — Desde a Praça Fernando Pessoa em direcção à Azerveira;

* Praça Fernando Pessoa — Localizada no Entroncamento da Rua Fernando Pessoa, da Rua Professor Egas Moniz, Rua Dr. Flausino Correia e da Rua 25 de Abril;

* Rua 25 de Abril — Desde a Praça Fernando Pessoa ao Alto de Assilhó (passa junto aos campos de ténis);

* Rua Dr. Flausino Correia — Desde a Praça Fernando Pessoa ao Largo do Ciclo Preparatório;

* Rua Américo Martins Pereira — Desde o Largo do Ciclo Preparatório à Rua Serpa Pinto;

* Rua do Serrado — Desde a Rua Américo Martins Pereira à Rua Serpa Pinto;

* Rua do Vale — Desde a Rua Américo Martins Pereira e a Rua Comendador Martins Pereira;

* Rua Dr. António Fortunato Pinho — Desde a Rua Serpa Pinto à Rua do Vale;

* Rua da Cruz Vermelha — Desde a Rua do Vale à Rua da Gaia;

* Rua 1º de Maio — Desde o Mercado até à Rua Serpa Pinto (paralela ao Caminho de Ferro).

Assinalamos a importância da decisão tomada, tendo em vista a simplificação das várias facetas da vida da comunidade, a nível privado e público.

Informamos que estão em execução placas de azulejo com a designação dos diversos arruamentos e praças, que muito virão a contribuir para a valorização dos lugares públicos.

Boletim Municipal nº 1, Novembro de 1987

Algum tempo mais tarde foi proposto nomear uma Comissão para continuar o trabalho de classificação toponímica das ruas e praças de Albergaria-a-Velha, constituída pelos Senhores Dr. Mário Jorge de Lemos Pinto, Dr. António Albuquerque de Pinho, Aires Rodrigues, Engº José António Laranjeira e Engº Rui Tavares.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Foral da Vila de Frossos

O Foral da vila de Frossos, datado de 1514 e o livro de tombo e demarcações, do séc. XVII, do mesmo Concelho entretanto extinto, acabam de receber um financiamento de cerca de 5.000 euros para a sua recuperação e restauro.

O acervo foi depositado no Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha pela junta de freguesia de Frossos através da celebração do protocolo assinado em 2010.

Tendo em vista o interesse histórico e arquivístico dos documentos em causa, o Município de Albergaria-a-Velha, em parceria com a freguesia de São João de Loure e Frossos, candidataram-se, no início deste ano, ao financiamento de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais da Fundação Calouste Gulbenkian, sendo o projeto apresentado aprovado no passado mês de Junho.

Fonte

terça-feira, 8 de julho de 2014

Passeio das Virtudes

ALBERGARIA ESTEVE NA RDP (Antena 1)

Confrontados com uma solicitação de última hora, foi organizado um conjunto de intervenções que permitiu preencher parte de um programa da RDP (Antena 1), com a designação PASSEIO DAS VIRTUDES.

É um programa que vem acontecendo semanalmente por todo o país, onde se procura caracterizar os concelhos nas suas diferentes facetas: vida sócio-económica, cultural, recreativa, desportiva e turística, incluindo ainda o passado de cada um.
Não quisemos deixar de dizer ao resto do país quem somos.

Por isso fizemos um retrato do nosso município e da região em que nos inserimos, falámos do nosso passado, do nosso presente e daquilo que julgamos vir a ser o nosso futuro.

Fizemo-lo de uma forma simples, despretenciosa, mas marcando uma posição e respondendo ao solicitado pela referida estação de rádio.

Em resultado desse programa tivemos a visita de um casal, de Lisboa, a quem foi proporcionado uma visita ao nosso concelho e à região.

O simpático casal Baptista, ganhou o concurso com os seguintes versos, dedicados a Albergaria:

ALBERGARIA-A-VELHA

— Saudades de juventude
Conservo nesta memória
És criança, também sonhas
— Avó, conta essa história!


— Sou velha, muito velhinha
Tão doce recordação!
Sou no teu sonho, criança
Doce palavra em botão!


— Avó, tens Sol no sorriso.
— Meu nome é Albergaria;
Meu destino é dar abrigo
Quem busca nova alegria.


— Tens horizontes serenos
E primaveras macias
Rota de luz, és farol
Para minhas fantasias.


— Do passado sou saudade
Sou coração em desejos
Criança, na tua mão
Sou o futuro em mil beijos


Sinto o coração bater
Nas carícias do teu rosto
— Como o Sol ao entardecer
Gosto de ti, como gosto!

extra:

PASSEIO DAS VIRTUDES - RDP NORTE

ainda me lembro do programa que existia anteriormente (2ª metade dos anos 80), feito nos mesmos moldes. No estúdio, neste caso no da RDP - Norte, estavam dois grandes profissionais que se afastaram completamente da rádio, Júlio Montenegro e Hermano Manuel; no exterior, como sempre, Rui Dias José. O programa chamava-se "Passeio das virtudes".

http://www.mundodaradio.org/old2/viewtopic.php?id=83&p=2

Um país que conhecia e amava. Um país que aprendeu a contar aos microfones da rádio.

Bastaria o "Passeio das Virtudes", que criou na RDP Norte a olhar o país todo, para o celebrar como profissional emérito. Mas além disso teve uma carreira cheia de realizações, de vontades, de projectos, de lutas.

Despediu-se agora de nós.

Manha cedo, um telefonema do Porto com uma  uma notícia triste. Daquelas que preferimos não receber.

Tinha falecido o Hermano Manuel, amigo, companheiro, grande homem da rádio. Dos tempos em que a Rádio ainda amava a palavra e os sentimentos.

Com ele (e o Júlio Montenegro) foram as jornadas do Passeio das Virtudes ou os tempos do Programa da Manhã da Antena 1. Os gloriosos anos 80!

Rui Dias José, Facebook, 03/03/2011

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Antigos autarcas da Branca


No âmbito das comemorações dos 25 anos de elevação a Vila da Branca realizou-se no dia 30 de Junho de 2014, no Centro Cultural de Branca, o encerramento das comemorações deste aniversário onde numa resenha histórica foram lembrados todos os antigos presidentes de Junta da Freguesia e da Junta da Paróquia.

http://youtu.be/MhvE4ERtWCM

O salão nobre da Junta de Freguesia da Branca apresenta agora as fotografias desses autarcas.

https://www.facebook.com/freguesia.branca

terça-feira, 17 de junho de 2014

Biblioteca Municipal (antes/agora)

https://www.youtube.com/watch?v=XwRSMn_paL0
Video no youtube com as diferenças no edificio da Biblioteca

https://www.youtube.com/watch?v=XwRSMn_paL0

Video apresentado aquando da inauguração da Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha que decorreu na tarde de 22 de Junho de 2013

https://www.youtube.com/watch?v=XwRSMn_paL0

No dia 21 de Junho de 2014 comemora-se o primeiro aniversário da nova Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha com uma mostra de livreiros e alfarrabistas, animada por atividades de promoção de leitura, denominada "Praça do Livro".

No decorrer do evento Albergaria Convida, nos dias 26, 27, 28 e 29 de Junho, sempre pelas 20h30 irão realizar-se visitas guiadas ao edificio, sujeitas a inscrição prévia e com a duração aproximada de 40 minutos.

No dia 6 de Junho foi inaugurada uma exposição alusiva ao edíficio onde se encontra a biblioteca mas ainda não apareceu qualquer notícia no site da Câmara, excepto na agenda, e a exposição também não está em grande destaque no portal da Biblioteca.

Histórias infantis expostas no Arquivo Municipal

Está patente, até ao final de junho, no Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha, a exposição As Nossas Histórias, composta por trabalhos desenvolvidos por alunas do 3º ano do Curso Técnico de Apoio à Infância na disciplina de Expressão Plástica, orientada pela professora Manuela Almeida.

No último ano do curso, definiu-se como trabalho de projeto trabalhar o livro infantil, partindo de histórias originais ou adaptadas, criando as ilustrações, trabalhando a paginação e editando o produto final. Assim, nesta mostra, o visitante consegue admirar os livros feitos pelas alunas, mas também todo o processo criativo que incluiu a utilização de diversas técnicas para dar vida às histórias, desde o desenho à colagem de fotografias, passando por aplicações de tecido ou algodão. Na Sala de Exposições é possível ver, ainda, os fantoches e outros recursos que as alunas usaram na dinamização das histórias junto das crianças - incluindo um livro gigante em tecido - bem como encadernações artísticas de conhecidos contos de fadas efetuadas por alunos do 2º ano do curso.

A exposição As Nossas Histórias pode ser visitada durante o horário normal de funcionamento do Arquivo Municipal.

CMA, 12/06/2014




sábado, 14 de junho de 2014

Exposição documental

Inauguração da exposição "O Castelo e Palacete da Boa Vista: História Viva", na Biblioteca Municipal.
Ponto de visita obrigatória. Muito interessante esta mostra de história desta cidade, com peças inéditas e que, muitas, só hoje foram vistas. A mim dizem-me muito, porque também tive o privilégio de poder modestamente contribuir na sua requalificação.

Eduardo Costa Ferreira / arquitecto responsável pela requalificação, 07/06/2014

Elementos em exposição:
* 6 Fotografias da autoria do fotografo lisboeta Vidal da Fonseca,

* Fotografias do edifício em construção - 1901,
* Correio de Albergaria de 29/12/1904,
* Revista "A Construção Moderna" (1905),

* 4 Bilhetes-Postais com imagens do Castelo e Palacete,
* Fotografias do Castelo e Palacete em dia de festa,
* Cartões de visita de João Patrício Álvares Ferreira,
* Envelope,
* Formulário de subscrição - Irmandade Nossa Senhora do Socorro,

* Correspondência,
* Plantas,
* 2 Quadros com o retrato de João Patrício (um deles emprestado pela Misericórdia de Albergaria),
* Quadro com a lista dos fundadores da Misericórdia,
* Levantamento topográfico 1928,
* 2 Bilhetes Postais (Edição António Marques Pereira e Manuel d'Oliveira Campos - 1908 e Casa da Alameda - década de 1960),

* Separata da revista "Patrimónios",
* Saco Padaria Beira Vouga,
* Pacote Loja de Encantos (2014),
* Merchandising Olá Albergaria,
* Separador da Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha (2013),

(...)

A exposição na Biblioteca Municipal (com alguma da história do edificio onde a mesma se situa) está patente até ao dia 3 de Julho de 2014

Para mais informações, contacte, por favor, através do telefone 234 529 755 ou do endereço biblioteca@cm-albergaria.pt
N  40º  41Ž 34.94”
O    8º  28Ž 46.09”
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