quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Dia da Freguesia

No dia 27 de setembro a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior vai comemorar o Dia da Freguesia com um conjunto de atividades de promoção do artesanato e das coletividades locais no Parque da Mobilidade, junto à Piscina Municipal.

Pelas 10h00 será feita a abertura oficial da Feira de Artesanato, seguindo-se uma manhã desportiva em que os munícipes são convidados a aderir ao hábito saudável de praticar atividade física.

À tarde, a dança está em destaque com a atuação dos três grupos folclóricos da freguesia – Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha; Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha; e Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho. Do folclore far-se-á uma passagem para o samba com uma atuação bem ritmada do Grupo de Samba “Unidos de Vila Régia”.

O Dia da Freguesia encerrará com um espetáculo no Cineteatro Alba pelas 21h30. Em palco, o público poderá desfrutar das atuações do Grupo de Cantares Santa Eulália, da União Desportiva e Cultural de Mouquim, do Coro Despertar, do Clube de Albergaria, da CulturAlb, do grupo Ligação Urbana e da AlbergAR-TE.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=20840

27 SETEMBRO 2014

DIA DA FREGUESIA DE ALBERGARIA-A-VELHA E VALMAIOR
Gratuito (sujeito a levantamento de ingresso e à lotação da sala) | 90 min. | M/ 3

Unidos pela natureza e agora também administrativamente, o território que compõe a freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior é habitado desde há mais de 5.000 anos. Antes de existir Portugal, já nestas terras se vivia e trabalhava. Nesse sentido, a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior comemora no próximo dia 27 de setembro o “Dia da Freguesia”, visando assim assinalar o dia da sua comunidade através de diversas iniciativas de carácter cultural e social que promovam o são convívio entre os seus cidadãos.

Espetáculo no Cineteatro alba

Grupo de Cantares Santa Eulália
União Desportiva e Cultural de Mouquim
Coro Despertar
Clube de Albergaria
CulturAlb
Ligação Urbana
AlbergAR-TE

http://www.cineteatroalba.com/dia-da-freguesia-de-albergaria-a-velha-e-valmaior/

http://freguesiadealbergariaavelhaevalmaior.pt

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Rua do Hospital

Duarte Machado - Facebook Café Girassol-Lembranças de várias vida

O Real Hospital de Albergaria (que desde 1835 servia de tribunal judicial e cadeia) situava-se exactamente onde hoje é o Palacete da Boa Vista. No último trabalho que publiquei em Dezembro último, sobre a história do Palacete e Castelo da Boa Vista apresento um mapa e a única fotografia (de 1894) que se conhece desse edifício.

Era na parede exterior desse antigo Hospital que se encontrava a lápide hoje existente na escadaria dos Paços do Concelho. Em 1895, a Câmara Municipal presidida pelo Dr. João Eduardo Nogueira e Melo vendeu em hasta pública o edifício, arrematando-o João Patrício Álvares Ferreira (meu tio-bisavô). Comprara também, em 1891, a José Domingues da Silva uma casa contígua, juntando assim estas propriedades à Quinta da Boa Vista que era de sua mãe D. Matilde Angélica Álvares de Carvalho.

Delfim Bismarck, 08/09/2011

domingo, 14 de setembro de 2014

Grupo de Amigos no Café

Café Leão em 1951 (foto cedida pelo Sr. Rui Castanheira ao Portal de Albergaria)


Sentados à mesa da esquerda para a direita: Mário Conde, Atanásio ribeiro, Luís Mano, Matos, Rocha ( dono do café ), José Homem e Minhato.(DM) Na foto, quase ao centro, de gola alta preta e gabardina, é Orlando Bismarck, com 18 anos de idade.(DB)

Facebook Café Girassol, 31 de Julho de 2011
https://www.facebook.com/groups/237000052999189/

FALECEU O SR. ANDRADE

Desde que me lembro, sempre me habituei a ver o sr. Andrade num grupo de pessoas onde estava o meu Pai. Eram pessoas da Alba, mas eram sobretudo pessoas do antigo Café Leão, depois do Café Avenida e por fim do Café Napoleão (menos do Girassol).

Descontados os que eram mais novos (e que felizmente continuam por aí), eram pessoas que agora estariam pelos 90 anos, mais 5, menos 5. Hoje, o sr. Andrade tinha menos, o meu Pai teria mais. Não os nomeio todos, mas num só fôlego recordo alguns só para amostra, e pelos nomes por que os tratavam: o Marques da Silva, o Lalande, o Lima, o Mário Conde, o engenheiro Miguel, o Alberto Soares Pereira, o Rebelo, o António Augusto, o Deltinho, o Figueiredo… Mas, sendo pessoas da mesma geração, eram sobretudo um grupo de amigos, mais ou menos íntimos, que praticavam a tertúlia e o convívio à mesa do café, diariamente, várias vezes ao dia. O meu Pai faleceu há 20 anos, o sr. Andrade foi a sepultar ontem. Creio que, desse grupo de homens bons, entre os 85 e os 90 , o sr. Andrade foi o último a falecer.

Deixo aqui a minha homenagem a um homem de convívio fácil, com um apurado e sibilino sentido de humor, muito culto (tanto quanto ser-se culto é conhecer-se o mundo) e modesto. Para comigo, filho do seu colega Nestor, colega do Colégio dos seus filhos José e Manuela, o sr. Andrade teve sempre uma atitude de muita estima e consideração. Nos últimos anos não eram assim tantas as conversas que tínhamos, mas era o cumprimento, simples e amigo que trocávamos quando nos víamos. E isso chegava, para perceber a sua afectuosidade.

Sei que foi um bom Pai – este pode ser o seu elogio fúnebre. Com o seu falecimento, há uma parte muito considerável da minha memória que se encerra, em jeito de fim de capítulo. E deixa muitas saudades.

Mário Jorge Lemos Pinto, 22/07/2014 (facebook)

sábado, 6 de setembro de 2014

Medalhas (Municipio de Albergaria-a-Velha)

Ao contrário de outros municipios não é habitual a atribuição de medalhas no municipio de Albergaria-a-Velha.

Em 2003 foi  deliberado que fosse promovido um levantamento das distinções honoríficas atribuídas e respectiva fundamentação.

 O Prof. João Agostinho Pereira, em reunião da Assembleia Municipal de 17/12/2004, referiu que a Câmara estava atenta e que iria desenvolver trabalho no sentido de galardoar outros Albergarienses.

Houve apenas uma cerimónia, em 2009, em que  foram distinguidas as Associações e Colectividades com mais de 25 anos de actividade ao serviço da comunidade.

Deverão ser homenageados os albergarienses que o mereçam e essa distinção nunca deverá ter qualquer conotação politica ou partidária. Não concordamos que seja feita a título póstumo.

É provável que possa haver mais homenageados caso o  actual executivo queira aproveitar as comemorações dos 180 anos do concelho que será em fevereiro de 2015.


Medalha entregue ao Padre Querubim - 2004

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Galeria de Fotografias

site antigo da CMA - 2006
REVIVER O PASSADO

Estação dos Caminhos de Ferro
Rua Barros Gomes
Rua de St. António
Rua do Hospital I
Rua do Hospital II

GASTRONOMIA

Broa de Milho
Ensopado
Bilharacos
Regueifa de Canela
Turcos

VALE MESMO A PENA...

Igreja de Alquerubim
Cruz da Igreja da Branca
Igreja de Frossos
Cruzeiro de Frossos
Igreja da Nossa Sra do Socorro


Bateira
Cruzeiro de S.João de Loure
Moinho de Vilarinho de S.Roque
Fonte da Alameda (*)
Parque de Merendas de Frossos

Campos de Frossos
Parque Fluvial de Angeja
Pateira de Frossos
Barragem Rio Fílveda
Pastoreio na zona Baixo Vouga

comparar com a versão actual no site da CMA - GF

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Jornal de proximidade

"(...) colocava o desafio de nos enviarem as vossas sugestões, as vossas foto-denuncia, as vossas "cartas de leitor".
 

Queremos saber. Queremos estar mais próximos. Queremos que nos ajudem nesse sentido."
 

Sara Vinga da Quinta (extracto do editorial do último Correio de Albergaria que comemorou recentemente o 2º aniversário)

https://pt-pt.facebook.com/CorreioDeAlbergaria

Chuva Miúda - Beira Vouga - 1996

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

2º Aniversário do jornal "Correio de Albergaria"

Um jornal de proximidade

A imprensa é a artilharia do pensamento. (Rivarol, Antoine)

O jornal Correio de Albergaria  comemora mais um aniversário de uma renovada existência, desde cedo animada pela ambição de afirmar-se como “artilharia” privilegiada da informação local, esclarecendo dúvidas, fiscalizando e denunciando as grandes questões de um concelho abençoadamente multifacetado.

Num tempo em que muitos jornais nascem e morrem sem que deles se dê conta, à exceção de uns quantos exemplares preservados num punhado de bibliotecas, o Correio de Albergaria também não se livra de enfrentar as dificuldades inerentes aos tempos que vivemos, aceitando o desafio de manter e alargar o leque de patrocinadores e de assinantes, sem nunca condescender na sua luta por trazer sempre a comunidade informada dos factos que realmente contendem com os seus legítimos interesses.

Na verdade, a imprensa regional e local portuguesa tem origens na exaltação da Liberdade, que resultou do triunfo da Revolução Liberal de 1820 e da consequente promulgação da Carta Constitucional. Desde essa época que se multiplicaram no país centenas de jornais locais e regionais, em alguns casos ligados à Igreja Católica e noutras circunstâncias relacionados a tipografias ou a pequenas empresas de comunicação.

Atualmente, e de acordo com os registos obrigatórios de publicações do Instituto da Comunicação Social, haverá em Portugal cerca 4 000 títulos registados, dos quais cerca de novecentos (22,5%) são da imprensa regional e local. Sabendo-se que em Portugal há 22 distritos, isto indica que, em média, cada distrito contará com 41 títulos da imprensa regional e local, embora os distritos do litoral norte e centro detenham bastantes mais publicações do que outros - Aveiro na 2ª posição (com 11%), atrás de Lisboa, mas à frente do Porto.

Ao longo deste novo fôlego, o Correio de Albergaria funcionou muitas vezes como veículo de petição e de representação ou de setores da comunidade ou (mesmo) de toda a comunidade perante terceiros, sobretudo quando se envolveu num jornalismo de causas. De igual modo, foi inegável o esforço de promoção da qualidade dos conteúdos dados à estampa para consumo geral. Numa altura em que se regista o florescimento dos jornais regionais e locais de distribuição gratuita («free papers») e se constata que mais de 20 % dos jornais regionais e locais portugueses  já têm edições on-line, este periódico tem ainda assim sido capaz de salvaguardar a sua independência face aos diversos tipos de poderes (político, religioso…), em especial na salvaguarda da independência face ao poder autárquico. Será provavelmente difícil para muitas pequenas publicações regionais e locais abandonarem a situação financeiramente confortável de dependência das autarquias locais, mas este é - defendo-o com unhas e dentes - o melhor caminho para garantir vendas, leitores e vigor publicitário.

Habitualmente, devo reconhecer que – em razão até das funções que já exerci em contextos diversos – os fazedores de jornais são frequentemente céticos em relação ao interesse e à qualidade dos textos enviados por alguns leitores-escritores. Infelizmente, grande parte deles não têm pés nem cabeça. Contudo, as vantagens, principalmente ao nível da fidelização dos “consumidores”, compensarão os riscos.

Dedicação, carinho e responsabilidade

Porque a conceção de cada número do Correio de Albergaria denota dedicação, carinho e responsabilidade, visando o mui nobre desiderato de gerar (mais) leitores comprometidos e críticos, gostaria de ver incrementada no jornal maior interação com o público que o degusta. Para o efeito, mais do que (porventura) ressuscitar o mistério acutilante da emblemática “Chuva Miúda” do então Beira-Vouga, celebrizada pelo requintado esgar de mangação de um crítico aleatoriamente omnipresente, apreciaria a manutenção de rubricas como “FOTO DENÚNCIA” ou até mesmo a criação do espaço “CARTAS DO LEITORES”.

Se servir o público é um dos objetivos principais do Correio de Albergaria, não seria a secção das cartas dos leitores uma boa oportunidade para potenciar a tão almejada interatividade? Na oportunidade, lembro as funções que as cartas podem ter na imprensa: um espaço aberto de diálogo, de participação e de crítica em relação ao próprio jornal. Aliás, a secção da correspondência dos leitores tem precisamente a função elementar de abrir um canal entre os leitores e as publicações, sendo, por isso, um espaço de aproximação entre os leitores do título e as pessoas que o fazem. As cartas dos leitores fomentariam, assim, uma maior proximidade e reciprocidade entre o jornal e o seu público, enquanto meio primário, de feedback (cfr. Lambiase, 2005: 2).

Para surpresa de muitos, no seu estudo sobre as páginas editoriais em jornais norte-americanos, baseado em questionários a editores, Ernest Hynds, professor na Universidade de Georgia, concluiu que praticamente TODOS os leitores veem a página editorial (que inclui o Editorial, colunas de Opinião, cartoons e cartas dos leitores - aquilo a que podemos designar, na realidade da imprensa portuguesa, como o espaço de opinião dos jornais) como um fórum de troca de informação e opinião.

Habitualmente, devo reconhecer que – em razão até das funções que já exerci em contextos diversos – os fazedores de jornais são frequentemente céticos em relação ao interesse e à qualidade dos textos enviados por alguns leitores-escritores. Infelizmente, grande parte deles não têm pés nem cabeça. Contudo, as vantagens, principalmente ao nível da fidelização dos “consumidores”, compensarão os riscos.

Daí que, além do crescimento abstratamente considerado do Correio de Albergaria, eu formule, por ocasião deste aniversário, o desenvolvimento de um jornalismo de proximidade que combata o isolamento de algumas povoações da nossa terra e que favoreça a divulgação das atividades económicas das micro e pequenas empresas. Até porque um jornal próximo diminui consideravelmente as possibilidades de empobrecimento da Democracia, da Cidadania, da Cultura e da História.

José Manuel Alho
por alho_politicamente_incorrecto, em 22.08.14

JMA - Desde os 15 anos que colabora com vários jornais. Os primeiros a aceitar a sua colaboração foram: Diário de Aveiro, O Comércio do Porto, O Primeiro de Janeiro, Beira-Vouga, Jornal da Pateira, Soberania do Povo, Jornal da Bairrada, Linha da Frente, Região de Águeda, Litoral Centro, A Voz de Azeméis, Jornal de Albergaria e o Correio de Albergaria. Fez ainda locução na extinta rádio (pirata) Talábriga e na Rádio Soberania, de Águeda.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Homenagem a NLFL - 1966

http://museu.rtp.pt/app/uploads/dbEmissoraNacional/Lote%2007/00007283.pdf



(...) creio que o Rogério tem razão: o "legado Napoleão" foi para a construção do Bairro com o mesmo nome, entretanto desmantelado para a construção da Secundária, e que presentemente está na rua Joaquim A. Miranda, ao lado do Lar da Misericórdia (Assilhó). O Bairro da Misericórdia (rua comendador Augusto Martins Pereira) terá sido construido com dotações públicas e com o mecenato da família Martins Pereira. Mas sem certezas...

Mário Jorge Lemos Pinto, Facebook, 9 de Agosto de 2011

Já esquecia que o "legado Napoleão" também deu para comprar uns apartamentos em Lisboa, mas, no tempo em que fui vereador da Câmara, as rendas já mal davam para as despesas de conservação. Quem fazia a administração (recebia rendas e tratava das despesas) era o meu Colega, Dr. José Armando Silva Ferreira, Ilustre Advogado em Lisboa e nosso conterrâneo.

Mário Jorge Lemos Pinto, Facebook, 9 de Agosto de 2011

E repare-se na singeleza do busto: "Homenagem da Câmara Municipal". Assim mesmo, sem outros nomes além do homenageado. Se fosse agora, era logo o nome do presidente da Câmara, "Prof." fulano de tal, que até parece um Professor Catedrático!

Mário Jorge Lemos Pinto, Facebook, 13 de Setembro de 2011

NAPOLEÃO LUIZ FERREIRA LEÃO , proprietário, nasceu em 25 de Julho de 1866 na Rua de Santo António, em Albergaria-a-Velha, filho do Cap. Patrício Luiz Ferreira Tavares Pereira e Silva, oficial de milícias e proprietário, natural de Albergaria-a-Velha, e de D. Maria Amália das Dores Duarte e Cunha, natural de São Jerónimo, Braga, moradores em Albergaria-a-Velha.

Foi editor de dois jornais "O Clamôr" (1891-1892) e "A Situação" (1892); emigrando para Lourenço Marques, Moçambique, aos 28 anos, onde viria a granjear grande fortuna. Começou por aforar ao Estado extensas áreas de terreno na Matola e na Mailana, que cultivou e tornou prósperos. Em 1912 já a imprensa moçambicana noticia a descoberta de óleos diversos, extraídos de frutos, por parte de Napoleão. Em 1916, na sequência da I Grande Guerra, alguns albergarienses foram destacados para aquela colónia, e aí Napoleão os recebeu e apoiou com vestuário, dinheiro e conforto. Faleceu em 25 de Abril de 1922, tendo feito testamento público em 10 de Fevereiro desse ano, em Lourenço Marques, legando toda a sua fortuna à Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, para que com esse legado construisse casas para habitação dos pobres da vila de Albergaria-a-Velha, e depois de não existirem mais pobres a necessitarem de casas, que os rendimentos fossem aplicados na melhoria do hospital e das escolas do concelho. (FERREIRA, Delfim Bismarck, VIGÁRIO, Rafael Marques, "Albergaria-a-Velha 1910 - da Monarquia à República", 2010, p. 571

O NAPOLEÃO DA MATOLA - Napoleão Luiz Ferreira Leão, de seu nome completo, era uma figura típica do velho Lourenço Marques. Antigo colono instalou-se na Matola, aonde sempre se dedicou à agricultura. Honrado cidadão que toda a ...

Recordando o passado: figuras de Lourenco Marques ha 50 anos - 1967

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Comemoração dos 500 anos do Foral de Angeja

http://www.cm-albergaria.pt/output_efile.aspx?id_file=28128&id_object=20710
 Entre 14 e 16 de agosto, Angeja vai transformar-se numa vila quinhentista para celebrar os 500 anos do seu foral atribuído pelo rei D. Manuel. Ao longo de três dias, os visitantes serão conduzidos numa viagem ao passado em que não irão faltar gaiteiros, malabaristas, cavaleiros, nobres e a sempre presente “arraia-miúda”.

De forma a tornar este grande evento numa verdadeira festa da comunidade, os habitantes de Angeja, desde as crianças aos idosos, foram convidados a encarnar diferentes personagens e os seus misteres, construindo, desta forma, um ambiente mais espontâneo e autêntico nos vários momentos que constam do programa.

Na quinta-feira, véspera de feriado, a feira quinhentista, com artesanato, ofícios, tabernas e animação deambulante é oficialmente aberta às 19h30. Pelas 21h30, há um concerto pela Banda Filarmónica de Angeja na Igreja Matriz e, a encerrar a noite, os visitantes poderão apreciar o cortejo noturno “Nós Somos Vida das Gentes” que inclui animação com fogo, malabarismo, danças orientais e música.

No feriado, a abertura da feira é anunciada por uma arruada de gaiteiros às 10h30. A Eucaristia na Igreja terá início meia hora mais tarde, seguindo-se um espetáculo com trampolineiros, grupo de gaiteiros e dança Sufi. À tarde (17h00), as ruas de Angeja irão ganhar um outro colorido com o tradicional cortejo que antecede a chegada da comitiva do foral. A festa continua com um concerto de música comunitária e, pelas 20h30, todos poderão apreciar o que se comia no início do século XVI na ceia quinhentista. O grupo Popularis garantirá a animação musical durante a noite (22h30).


No último dia, os gaiteiros voltam a anunciar a abertura da feira pelas 10h30. O programa da tarde arranca com um concerto pelo grupo Trabucos (15h00) e todos os participantes voltarão a reunir-se para o cortejo e o baile com danças populares medievais e quinhentistas (17h00). Antes da hora do jantar, há ainda tempo para apreciar as demonstrações do Jogo do Pau. A encerrar as comemorações, haverá concertos (Trabucos e Popularis), cuspidores de fogo, o Jogo do Pau e uma apresentação com todos os artistas.



CMA, 04/08/2014

PROGRAMA

http://www.cm-albergaria.pt/output_efile.aspx?id_file=28128&id_object=20710