terça-feira, 25 de novembro de 2014

Arquivo Municipal - 6º aniversário

No 6º aniversário do Arquivo Municipal, foram celebrados mais 11 protocolos de cedência, doação e depósito de importante documentação para a preservação da memória local.

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha comemorou o seu sexto aniversário no dia 21 de novembro, tendo aproveitado a ocasião para celebrar mais nove protocolos de doação, cedência ou de depósito com munícipes e entidades locais.

Para Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e vereador responsável pela área, “se a Cultura é um bem essencial, a preservação da memória é igualmente muito importante. Não obstante a pouca visibilidade pública que os arquivos têm, o trabalho aqui realizado é de extrema importância para a preservação da memória coletiva de uma comunidade. Graças às inúmeras e importantes doações e depósitos que fomos tendo, o arquivo municipal, apesar de jovem, está hoje quase no limite das suas capacidades, sendo urgente começar a pensar num novo arquivo, com dimensões suficientes para uma verdadeira Casa da Memória.

A nova documentação cedida no âmbito dos protocolos assinados vem enriquecer ainda mais o Arquivo Municipal. Aos doadores, o nosso agradecimento.”

No dia de aniversário, foramm assinados 9 protocolos com os seguintes munícipes/ entidades: Duarte de Jesus Machado, António José Marques Moreira Vinhas, Junta de Freguesia de Angeja, José António Valente Ferreira, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha,  Mário Jorge de Lemos Pinto, Jorge Manuel Lemos Silva, Clube de Albergaria e Correio de Albergaria.

Assinados os protocolos, Sandra Figueiredo, técnica responsável pelo Arquivo Municipal, fez um balanço do trabalho desenvolvido ao longo do último ano. Para além da média de 4250 registos informáticos mensais de documentação, foi feita a limpeza preliminar e a contagem de 140 000 chapas e películas (de um total de 204 000 imagens) do espólio da Foto Gomes, bem como a recolha de 100 000 documentos da Antiga Fábrica Alba, que irão ser inventariados. Em termos de arquivo fotográfico, foram digitalizadas 3000 fotografias em papel e a Biblioteca do Fundo Local foi disponibilizada online. Quanto à formação dos mais novos, o Arquivo Municipal realizou atividades para cerca de 480 crianças e jovens. Apresentado o muito trabalho efetuado em 12 meses, Sandra Figueiredo rematou, dizendo: “deixamos de ser o parente pobre! Obrigada a todos os que contribuam para que isso aconteça!"

António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, felicitou a equipa do Arquivo Municipal pela forma como trataram e divulgaram a informação e acrescentou que “com estes protocolos, ficamos todos mais ricos, pois permitem que outros possam estudar e encontrar as nossas raízes, saber de onde viemos.” O autarca finalizou, afirmando que “é muito gratificante termos um arquivo como o de Albergaria-a-Velha!”

Fonte

Protocolos assinados com os seguintes munícipes/ entidades:
- Duarte de Jesus Machado - uma edição do "Jornal de Albergaria" (doação);

- António José Marques Moreira Vinhas - 29 fotografias e 7 postais antigos (cedência de direitos de uso de imagem);

- Junta de Freguesia de Angeja - 303 exemplares do jornal "O Século" (doação);

- José António Valente Ferreira - 98 exemplares da revista "Ilustração Portugueza" (depósito a 5 anos);

- Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha - 84 exemplares do Jornal de Albergaria (depósito);

 - Mário Jorge de Lemos Pinto - duas edições do jornal "Gazeta de Albergaria" (doação);

- Jorge Manuel Lemos Silva - 5 fotografias do Castelo e Palacete da Boa Vista e uma fotografia da Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha (doação);

- Clube de Albergaria - 113 exemplares do jornal "Beira Vouga" (depósito a 30 anos);

- Correio de Albergaria - 40 exemplares do jornal "Correio de Albergaria" (doação)

* O link para a biblioteca online do fundo local do Arquivo Municipal de Albergaria é o seguinte: http://gibopac.cm-albergaria.pt/opac.

Relativamente ao arquivo fotográfico foram digitalizadas cerca de 3000 fotografias em papel e estão disponíveis para consulta no Arquivo Municipal. Em breve estarão disponíveis online no site do Arquivo que está a ser preparado. Qualquer assunto relacionado com o arquivo municipal poderá ser enviado para email arquivo.municipal@cm-albergaria.pt ou por telefone 234529300.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Assembleia Municipal

Os munícipes interessados em intervir nas sessões da Assembleia Municipal deverão ter em conta este artigo do Regimento da Assembleia Municipal.

Artigo 21.º

Intervenção do Público

1. O tempo total de Intervenção do Público tem a duração máxima de trinta e dois minutos, dividido por dois períodos de dezasseis minutos. No primeiro só podem ser abordados assuntos que não constem da Ordem do Dia. No segundo só serão abordados temas que constem da Ordem do Dia.

2. Antes de cada Sessão, os cidadãos interessados em intervir farão a sua prévia inscrição, junto da Funcionária da Câmara Municipal que apoia a Assembleia, referindo nome, morada e assunto a tratar. De acordo com o tema que pretendam tratar serão distribuídos pelo 1º ou 2º período. O tempo para inscrições decorrerá das 20h+30´às 20h + 50´ na Sala de Reuniões. Um cidadão não está inibido de se inscrever e intervir nos dois períodos.

3. Situações excecionais, não previstas no ponto anterior, serão analisadas e decididas de forma específica pela Mesa.

4. A duração de cada intervenção não poderá exceder dois minutos por cada um dos referidos períodos.

5. O cidadão deverá ter uma intervenção clara e sucinta não se desviando do assunto para que se inscreveu. Se o seu discurso se tornar ofensivo ou injurioso deve ser advertido pelo Presidente da Assembleia, que poderá mesmo retirar-lhe a palavra se persistir nessa atitude.

6. Se o tempo máximo atribuído a cada período não for integralmente preenchido poderá ser transferido para o outro período.

7. Cabe à Mesa a gestão das intervenções destes períodos.

8. A Mesa ou qualquer Membro da Assembleia ou da Câmara Municipal prestará os esclarecimentos solicitados, ou se tal não for possível, será o cidadão esclarecido, posteriormente, por escrito.

9. A nenhum cidadão é permitido, sob qualquer pretexto, intrometer-se nas discussões e aplaudir ou reprovar as opiniões emitidas, as votações feitas e as deliberações tomadas, sob pena de sujeição à aplicação de coima e de, em caso de quebra de disciplina ou da ordem, ser mandado sair do local da reunião pelo Presidente da Mesa, sob pena de desobediência nos termos da Lei.

10. As atas das sessões ou reuniões fazem referência sumária às eventuais intervenções do público na solicitação de esclarecimentos e às respostas dadas.


https://www.facebook.com/municipiodealbergariaavelha?hc_location=timeline

http://www.cm-albergaria.pt//Templates/TabbedContainer.aspx?id_class=6377&divName=1983s115s6377

A próxima Assembleia Municipal será no dia 28 de Novembro.

Sessão Ordinária de 28 de novembro de 2014

Edital

A – Expediente, anúncios e informações prestadas pela mesa; 
B – 1º Período da Intervenção aberta ao Público;
C – Período Antes da Ordem do Dia; 
D – Período da Ordem do Dia:

Ponto 1 – Apreciação e votação da ata da sessão de 26-09-2014.
Ponto 2 – Apreciação da Informação Escrita do Senhor Presidente da Câmara Municipal sobre a “Atividade Municipal” e “Situação

Financeira do Município”;
Ponto 3 – Apreciação e votação do Plano Diretor Municipal de Albergaria-a-Velha – 1ª Revisão;
Ponto 4 - Apreciação e votação do Imposto Municipal sobre Imóveis – Fixação do valor da taxa para vigorar em 2015;
Ponto 5 – Apreciação e votação do lançamento de uma Derrama para o ano de 2015;
Ponto 6 - Apreciação e votação da Taxa Municipal dos Direitos de Passagem para 2015;
Ponto 7 – Apreciação e votação da Participação no Imposto sobre Rendimentos de Pessoas Singulares – Fixação de taxa para o ano de 2015;
Ponto 8 – Apreciação e votação da Modificação às Grandes Opções do Plano (4ª Revisão) do Município de Albergaria-a-Velha para 2014;
Ponto 9 – Apreciação e aprovação do Procedimento concursal para preenchimento de dois postos de trabalho de Assistente Operacional (Área de condução de veículos ligeiros – Transporte coletivo de crianças) – Proposta de Anulação.
Ponto 10 – Apreciação e votação da Proposta de Organização dos Serviços Municipais – Regulamento e Organização dos Serviços Municipais;
Ponto 11 – Apreciação e votação do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2015;
Ponto 12 – Apreciação e votação do Mapa de Pessoal para 2015;
Ponto 13 – Apreciação e votação da Assunção de compromissos plurianuais, no âmbito da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em atraso, durante o ano de 2015 – Autorização prévia genérica;
Ponto 14 – Apreciação e votação da Autorização Prévia da Assembleia Municipal para Celebração de Compromissos Plurianuais – Objeto de aquisição: Energia elétrica em média tensão, baixa tensão especial e baixa tensão normal;
Ponto 15 – Apreciação e votação do acordo de execução de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Vale Maior – Relatório quadrimestral 2014;
Ponto 16 – Apreciação e votação do acordo de execução de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia de Alquerubim – Relatório quadrimestral 2014;
Ponto 17 – Apreciação e votação do acordo de execução de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia de Angeja – Relatório quadrimestral 2014;
Ponto 18 – Apreciação e votação do acordo de execução de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia Branca – Relatório quadrimestral 2014;
Ponto 19 – Apreciação e votação do acordo de execução de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia de Ribeira de Fráguas – Relatório quadrimestral 2014;
Ponto 20 – Listagem de compromissos plurianuais ao abrigo da autorização prévia genérica concedida pela Assembleia Municipal, em sessão de 23.04.2014;
Ponto 21 – Proposta de aprovação em minuta, para efeitos da sua imediata executoriedade, dos pontos 3 a 19 do presente Edital, nos termos do n.º 3, do art.º 57.º, do Anexo I, à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro.

E – 2º Período da Intervenção aberta ao Público. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Exposição de Modelismo Ferroviário

Na tarde de 15 de novembro, pelas 16h00, vai ser inaugurada uma exposição de Modelismo Ferroviário na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha com modelos de comboios na escala 1/87 (H0).

Até ao final do mês, os visitantes poderão admirar exemplos do início do transporte ferroviário até aos dias de hoje, integrados em diferentes ambientes, incluindo uma velha locomotiva numa paragem na Estação de Albergaria-a-Velha. A mostra divide-se numa parte estática e noutra dinâmica e, para este efeito, usar-se-á uma maquete onde irão circular modelos de comboios que fizeram História.

Nos dias de abertura da Biblioteca Municipal haverá um período entre as 10h30 e as 12h00 para uma breve explicação sobre os modelos em circulação, pelo que os visitantes poderão tirar as suas dúvidas e aprender mais sobre esta forma de retratar a evolução do transporte ferroviário.

CMA

De 15 a 30 de Novembro a Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha acolhe uma exposição de modelismo ferroviário. A apresentação divide-se entre dioramas, uma maqueta, e modelos h0 de várias épocas.

"A exposição está dividida em duas partes, sendo uma composta por pequenos dioramas com a apresentação de várias locomotivas e outra composta com vários comboios desde o século XIX até aos dias de hoje", dá conta nota da loja de modelismo ferroviário a propósito do enredo proposto pela exposição de modelismo ferroviário.

A exposição contempla  ainda uma maqueta com comboios a circular, e a breve explicação sobre os modelos em circulação. "Uma maqueta onde diariamente irão circular várias composições. Entre as 10h30 e as 12h00 haverá uma visita guiada e a circulação de composições de acordo com um determinado tema, "onde os visitantes poderão tirar as suas dúvidas e aprender mais sobre esta forma de retratar a evolução do transporte ferroviário".

Uma das pedras que suporta a exposição é o modelista coleccionador de modelos Fausto Vidal. O apaixonado pelos comboios à escala explicou à webrails.tv algumas das linhas propostas com esta iniciativa de modelismo. Em particular a proposta diária de visita guiada à Exposição de Modelismo Ferroviário.

A parceria que junta a loja de modelismo ferroviário ComboiosElectricos.com, o Município de Albergaria-a-Velha e a Biblioteca Municipal do município, inaugura Sábado dia 15 às 16.00h e estará patente até ao dia 30 de Novembro.

Horário: horário normal de funcionamento da Biblioteca Municipal.

3ª a Sexta - das 10h00 às 19h00
Sábado - das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
 Encerra ao Domingos e à 2ª

10.30-12.00h Explicação sobre os modelos em exposição

http://webrails.tv/tv/?p=15621

Uma das curiosidades é a pequena maqueta com a estação de Albergaria e com um veículo da Alba que também aparece no cartaz da exposiçãp.

sábado, 8 de novembro de 2014

Visita dos Reis

A Família Real Portuguesa esteve, hoje, aqui de visita, às grandes Fábricas Metalúrgicas Alba.

Foi a primeira vez que tive a honra de ajoelhar e beijar a mão, a Suas Magestades.

Nunca tinha falado a Reis.

É muito diferente de falar a um presidente da República, porque, diante do Rei - com me frisava o meu dilecto amigo Vicente Saraiva Santo - sente-se a superioridade iniludível e inilidível do Monarca.

Ante S.M., eu vi a linha varonil dos Rei que fizeram Portugal, contemplei 8 séculos de História, personificados em um Homem.


(...)

Albergaria-a-Velha, 8 de Novembro de 1954

Folhas Solhas do Meu Diário - Vasco de Lemos Mourisca

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Obras de Cristiano Vicente Leal em Águeda

No sentido de reforçar as dinâmicas culturais, no passado dia 20 de outubro, o Município de Águeda, representado pelo Presidente da Câmara, Gil Nadais, e pela Vereadora da Cultura, Elsa Corga, assinou um protocolo de colaboração com a Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro através do seu Presidente do Conselho de Administração, Mateus Augusto Araújo.

Com este protocolo é formalizado o compromisso entre o Município de Águeda e a Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, para cedência e exposição das seguintes obras de arte:

retrato do Dr. Adolfo Portela datado de 1954 do autor António Alves,

retrato do Conde Sucena do autor C.V. Leal datado de 1904,

retrato do Dr. António Breda sem data (C. 1960) do autor Ricardo Navarro,

retrato do Visconde de Aguieira, do autor C. V. Leal,

retrato do Dr. Albano de Melo Ribeiro Pinto do autor C. V. Leal datado de 1899.

A Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro fica obrigada a proceder à manutenção, conservação e exposição ao público no museu da Fundação, em Águeda, das obras de arte referidas acima, bem como a garantir a segurança e integridade das obras.

A Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro tem por missão desenvolver e executar a política cultural regional no domínio da conservação e do restauro, bem como do património cultural móvel e imaterial, designadamente através do respetivo estudo, preservação, conservação, valorização e divulgação.

CM ÁGUEDA

Cristiano Vicente Leal, pintor retratista e fotógrafo, que nasceu em Palhais, Barreiro, residiu em Albergaria-a-Velha e teve atelier também no Porto.

 Nascido em 1846 e falecido em 1911, Cristiano Leal foi autor de muitas dezenas de retratos a óleo e a craion, os quais se encontram espalhados pelos distritos de Aveiro, Porto, Viseu, Coimbra e Guarda.

D.Bismarck, 2008

http://blogdealbergaria.blogspot.pt/2008/06/pintor-cristiano-leal-1841-1911.html

Foi publicado um estudo sobre a sua vida e obra na revista Patrimónios.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Revista Albergue



Câmara Municipal lança revista sobre História e Património



Na tarde de 8 de novembro, pelas 16h00, vai ser apresentada, na Biblioteca Municipal, o primeiro número da revista Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha. Esta publicação, de periodicidade anual, é editada pela Câmara Municipal e reúne os mais recentes estudos de reputados autores, historiadores, arqueólogos e investigadores sobre o Concelho.

Para a autarquia Albergariense, esta nova revista pretende desempenhar diversas funções, das quais se pode destacar: veículo de inventariação, preservação, valorização e divulgação do Património do Concelho de Albergaria-a-Velha; órgão de discussão da memória coletiva; local onde aqueles que se dedicam ao estudo da História e do Património deste concelho possam editar os resultados dos seus estudos, fomentando e incentivando, assim, o aparecimento de mais e melhores trabalhos de investigação sobre estas temáticas; meio de angariação de uma base de dados iconográficos, impedindo assim o desaparecimento de um sem número de documentos gráficos e fotográficos; e publicação de permuta com outras autarquias, de forma a enriquecer os seus fundos bibliográficos de forma pouco dispendiosa.



Segundo Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal, a revista Albergue pretende contribuir “para que os Albergarienses, bem assim como todos aqueles que aqui vivem, trabalham ou daqui descendem, tenham um melhor conhecimento do seu passado coletivo, da sua História e do seu Património, para que fiquem mais atentos, sensíveis, defensores e fruidores daquele que foi o legado das gerações que nos antecederam.” Quanto à escolha do nome da revista, o autarca, que também é Historiador, afirma que  “para além de simbolizar a sua relação com o nome da cidade sede do concelho, homenageando-a, representa também o facto de albergar, abrigar e conter informações importantes para o conhecimento do território e das gentes que viveram ao longo dos séculos que importa preservar.”



Neste primeiro número, os temas são diversos – A Arte Retabular na Igreja Paroquial de Santa Cruz; a Linha Férrea do Vale do Vouga e a Chegada do Comboio a Albergaria-a-Velha; Talábriga; um perfil de Bernardino Máximo de Albuquerque; entre outros – havendo, ainda, um artigo do conceituado historiador, José Mattoso, com o título Albergaria-a-Velha: uma velha identidade.



CMA, 03/11/2014




- A Arte Retabular na Igreja Paroquial de Santa Cruz
- A Linha Férrea do Vale do Vouga e a Chegada do Comboio a Albergaria-a-Velha
- Talábriga;
- Perfil de Bernardino Máximo de Albuquerque
- Albergaria-a-Velha: uma velha identidade - José Mattoso



(entre outros)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Branca 1989

ELEVAÇÃO DE BRANCA A  CATEGORIA DE VILA
1 DE JULHO DE 1989 - PROJECTO DE LEI

1 — Introdução histórica

A origem desta povoação é anterior à data da fundação da nacionalidade, porquanto a existência de dois crassos dentro dos seus actuais limites territoriais assim o prova. São eles o do Monte de São Julião, a cujas vertentes se encontra encostada, e o de Crestelo, na parte mais ocidental, onde foram em tempos descobertos diversos vestígios de construções e utensílios da época romana.

Alguns investigadores históricos pensam que a tão discutida cidade romana da Talábriga, que uns pretendem situar em Cacia e outros próximo do Marnel, poderia situar-se nas imediações de Crestelo.

Da importância dessas antigas civilizações no crescimento dessa terra saliente-se a existência da via militar romana que a atravessava, cujas lajes eram ainda visíveis não há muitos anos nos sítios da Estrada e das Lajinhas.

O Talegre, expressão popular que quer dizer telégrafo, situa-se no Alto de São Julião e deverá ter recolhido o nome do facto de dali serem feitas as comunicações militares para as guarnições existentes na vasta área. que o monte domina em redor de muitas léguas.

O primitivo nome deste povoado foi Auranca e já no remoto ano de 1098 se lhe encontram referências. Mais tarde, a 7 de Julho de 1139, esteve aqui o bispo de Coimbra, de passagem para Cucujães, onde se foi avistar com o então infante Afonso Henriques.

Nas Inquirições de Afonso 11, em 1220, a Vila da Branca consta como possuindo 37 casais. Pensa-se que a Vila se situava à volta da igreja matriz.

A antiga freguesia pertencia ao priorado do Padroado Real da Vila de Bemposta, sendo seu donatário o marquês de Angeja e, dai, constar do foral concedido a esta última por D. Manuel 1, em 15 de Agosto de 1514. Consta ainda que foi doada por D. Pedro II, em 1690, a Bernardo Torres da Silva e que pelo monarca reinante foi concedida à Branca, em 1790, uma considerável soma em dinheiro.

Dentro da povoação, mais precisamente junto a Albergaria-a-Nova, em 10 de Maio de 1809, no decorrer da Segunda Invasão Francesa, as linhas avançadas do Exército Anglo-Luso travaram com êxito um combate com as forças invasoras do general Soult, forçando-as a recuar para o Norte.

Actualmente, Branca pertence ao concelho de Albergaria-a-Velha desde a criação deste, tendo antes pertencido ao da Bemposta.

Tem por padroeiro São Vicente, e a igreja matriz, construída nos finais do século XVII, tem a particularidade de possuir a torre na parte posterior, por trás do altar-mor. É dotada, no seu interior, de rica talha dourada executada no antigo Arsenal da Marinha e foi beneficiada por diversas vezes com obras de restauro, a mais importante das quais foi a sua remodelação e ampliação, cujas obras orçaram em mais de 25 000 contos e ficaram concluídas em 1987. Diz uma tradição que, antes de edificada a torre da igreja, os sinos estiveram durante alguns anos pendurados num frondoso carvalho existente no adro, a que chamavam «o carvalho do sino», e que teria sido mais tarde inconscientemente derrubado.

O primeiro pároco colocado que se conhece foi o reverendo Pedro Nunes, cujo  falecimento ocorreu a 24 de Fevereiro de1586.

Em princípios do século XVIII foi fundado pelo então prior João de Sousa Menezes um hospício, que funcionou na Quinta das Cavadas, mas teve existência efémera e terminou mesmo antes da morte daquele, em 24 de Janeiro de 1749.

Sob o aspecto económico saliente-se a existência das Minas do Palhal, que estiveram activas até finais do século passado e que deram posteriormente lugar ao aparecimento de outras empresas.

2 — Situação geográfica

A Branca situa-se no extremo norte do concelho de Albergaria-a-Velha, à margem da estrada nacional n.° 1, confrontando do norte com Pinheiro da Bemposta, do concelho de Oliveira de Azeméis, do sul com a vila de Albergaria-a-Velha, do nascente com Ribeira de Fráguas, também de Albergaria, e do poente com Beduído, Salreu e Canelas, do concelho de Estarreja.

Situa-se numa região privilegiada, a 8 km da auto-estrada, à distância de 22 km, 50 km, 66 km e 280 km, respectivamente, de Aveiro, Porto, Coimbra e Lisboa e a menos de 10 km da via rápida Aveiro-Vilar Formoso.

É servida pela linha de caminho de ferro do Vale do Vouga e por variadas carreiras de camionagem.

3 - Área urbana

A área urbana é de menos de 10 km2, com uma densidade populacional de aproximadamente 800 habitantes.

4 - População

Segundo o censo de 1981, que é o último disponível, era naquela data de 4827 habitantes, divididos por 1481 fogos.

Actualmente, estima-se em perto de 6000 habitantes e 1600 fogos, com um número de eleitores na ordem dos 3800.

5 - Equipamento social

    Admninstração local

Possui junta de freguesia, sediada em edifício próprio.

    Administração religiosa

Possui igreja matriz e oito capelas de culto público.

    Transportes e comunicações

A povoação da Branca é servida por carreiras rodoviárias e ferroviárias a todas as horas do dia, facilitando a deslocação dos seus habitantes para qualquer localidade do País.

Possui estação dos correios com serviço de telefones automáticos.

    Ensino e educação

É dotada de seis escolas pré-primárias, catorze salas de ensino básico, três salas de ciclo preparatório TV, duas escolas de música, um centro infantil e uma creche.

6 — Cultura desporto e recreio

Existe a Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca, cuja banda celebra no próximo ano o seu cinquentenário, e uma associação designada JOBRA — Movimento de Jovens da Branca, colectividade com vinte anos de existência, que mantém em actividade várias secções culturais, tais como teatro, dança, grupo coral, grupo de cantares e desporto, movimentando mais de uma centena de jovens. Como a Associação Musical, tem em funcionamento uma escola de música, frequentada por cerca de uma centena de alunos.

Criada em 1987, a PROBRANCA, Associação para o Desenvolvimento Sócio-Cultural da Branca, promove e incentiva as actividades sócio-culturais, dando apoio às outras associações existentes.

7 — Saúde e assistência

A Branca está dotada de um moderno posto médico, duas farmácias e vários médicos residentes, com consultórios particulares, situando-se a menos de 8 km de distância do centro de saúde.

A associação PROBRANCA mantém um serviço de apoio domiciliário aos idosos e o Centro Social Paroquial de São Vicente presta serviço à infância.

8 — Serviços

Funciona na sede da casa do povo uma extensão da Segurança Social. Existem gabinetes de projectistas, de contabilidade, de engenharia, de mediação de seguros e de advocacia e uma agência bancária da Caixa Geral de Depósitos.

9 — Indústria

Possui duas grandes unidades industriais, que empregam mais de meio milhar de pessoas, sendo uma do ramo da pasta para papel e outra da pulverometalurgia do tungsténio, e mais de uma centena de pequenas unidades de diversos ramos, empregando cerca de um milhar de pessoas.

10 — Comércio

Existem numerosos estabelecimentos de venda a retalho, quer de artigos de consumo, quer de bens duradouros e de equipamento.

Verifica-se, pelo que antecede, que a povoação da Branca, do concelho de Albergaria-a-Velha, reúne plenamente os requisitos previstos na Lei n.° 11/82 para ser elevada à categoria de vila.

A decisão favorável da Assembleia da República não constituirá mais do que o reconhecimento do quanto este povo tem lutado pela sua promoção e um estimulo para que cada vez a procure com mais determinação e coragem.

Nesta conformidade, o deputado do Partido Social-Democrata abaixo assinado, nos termos do n.° 1 do artigo 170.° da Constituição, apresenta à Assembleia da República o seguinte projecto de lei:

Artigo único. A povoação da Branca, no concelho de Albergaria-a-Velha, é elevada à categoria de vila.

O Deputado do PSD, Flausino José Pereira da Silva.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Eleições Autárquicas 1989

1989

Presidente - Rui Pereira Marques

Vereadores - Saul Silva, Albino Silva e Manuel Oliveira (CDS), José António Laranjeira, Américo Chaló (PSD) e José Carlos Oliveira (PS)

Assembleia Municipal

 Joaquim Augusto Ferreira Nadais - Presidente


Mandatos: Janeiro de 1990 a Janeiro 1994


Constituição da Assembleia:

Presidente: Joaquim Augusto Ferreira Nadais
1ºSecretário: Alexandre José de Miranda Soares Pereira
2ºSecretário: Augusto Henrique Conceição Pinto da Silva
Vogais: Mário Jorge de Lemos Pinto
Augusto Jorge de Lacerda Neves
Tércio Melo da Silva
Rogério São Bento Camões
Helder Castanheira Santos Rodrigues
Mário Vidal da Silva
Manuel Henrique da Conceição Neves
Pedro Tomás Pereira Marques
Júlio Inácio Ribeiro de Bastos
António Augusto Simões de Almeida Salgado
Alberto José Mouteiro de Matos
Manuel Pereira dos Santos
Fernando Alberto Esteves Nogueira da Silva
Carlos Manuel Silva Nunes
Arménio Soares de Pinho
José António de Azevedo Rodrigues
José Manuel Correia Parente
Manuel Linhares Martins Miranda
Fernando Nogueira da Silva
Carlos Manuel de Melo Mortágua
António Lopes das Neves
Fernando Soares Ferreira
Jorge da Silva Melo
Manuel Martins da Silva
Plácido Melo da Silva
Manuel Tavares da Silva Letra

CMA

A oposição na Câmara de Albergaria-a-Velha

Há dias perguntaram-me, com alguma entoação sarcástica na voz:

— "Que oposição existe na Câmara de Albergaria-a-Velha?"

Nas eleições de Dezembro de 1989, os cidadãos eleitores foram bem claros nas suas opções e, assim, para a Câmara "deram" a maioria absoluta (4 elementos) ao CDS e a minoria a dois outros partidos (PSD - 2 elementos; PS - 1 elemento); e para a Assembleia Municipal não tendo dado a maioria absoluta a qualquer dos partidos "deram", no entanto, a maioria relativa ao CDS.

Por ter a maioria na Câmara, o CDS viu o seu "cabeça de lista" assumir a Presidência, como determina a lei, enquanto no seio da Assembleia Municipal foi eleita uma mesa CDS correspondendo, embora por via indirecta, à vontade dos eleitores que, com a maioria relativa, deram indicações claras de que desejavam o CDS a presidir a este órgão Autárquico. Neste último caso — da Assembleia Municipal — nem sempre foi assim pois há anos, e também sem qualquer dos partidos ter a maioria absoluta, uma ligação CDS - PS colocou a presidir à Assembleia um partido que não correspondia à vontade dos eleitores que apontaram, inequivocamente, para que fosse um elemento do PSD a exercer aquela função, já que este partido obteve então a maioria relativa.

Deste modo, temos, actualmente, em Albergaria-a-Velha, nos órgãos autárquicos municipais, duas situações bem distintas: uma na Câmara, onde a "oposição" pelo voto nada consegue contra a "maioria absoluta"; e outra na Assembleia Municipal onde, pelo voto, se duas das minorias se aliarem vencem a outra minoria, mesmo que esta seja a maior minoria.

Fica bem claro que na Assembleia Municipal é possível propor alterações e fazer aprovar ou não aprovar propostas da Câmara ou de qualquer um dos partidos representados nesta Assembleia, enquanto na Câmara a "oposição" - se a maioria estiver unida se  limita a ditar para a acta a sua opinião mas, como é óbvio, sem qualquer resultado prático.

Mas é assim que tem acontecido em Albergaria-a-Velha?

A "oposição" na Câmara nada tem conseguido?

Em meu entender, a "oposição" muito tem conseguido e no que me diz respeito, não me tenho limitado a ditar para a acta, mas tenho apresentado propostas que têm merecido a aprovação da Câmara, ou tenho procurado influênciar a Câmara de modo a que sejam alteradas propostas em discussão.

Mas na Câmara muitas das questões não são aprovadas por unanimidade?

É um facto e é o que relatam as actas, mas o que não se escreve nas actas é que muitas das deliberações por unanimidade (maioria mais oposição) só foram possíveis após intensos debates em que se modificaram profundamente as propostas iniciais, modificações que também têm tido por base as posições assumidas pela "oposição".

E tem sido assim porque em vez de uma "oposição", só usando a "crítica selvagem" (contra tudo e contra todos) optamos por uma "critica humana", isto é, por uma crítica que apresenta alternativas para os problemas em apreciação.

Temos tido êxito e por isso o resultado desta "luta" oposição-maioria, no seio da Câmara, só pode favorecer o Concelho de Albergaria-a-Velha, nosso objectivo primeiro quando tomamos posse do cargo de Vereador, mesmo em minoria absoluta e, assim, nos manteremos até ao fim do nosso mandato.

Por José António Laranjeira — Vereador (PSD)
Boletim Municipal nº 14, Fevereiro de 1992

Eleições Autarquicas de 1989 Município de ALBERGARIA-A-VELHA
TOTAL FREGUESIAS 8 INSCRITOS 17507

++++++ ASSEMBLEIA MUNICIPAL ++++++ ++++++++ CAMARA MUNICIPAL ++++++++
MANDATOS 21 MANDATOS 7
VOTANTES 11999 68,5 VOTANTES 11999 68,5
+++++++++++++++++++ VOTOS +++ MAND +++++++++++++++++++ VOTOS +++++ + MAND
BRANCOS 194 1,6 BRANCOS 122 1,0
NULOS 223 1,9 NULOS 232 1,9
CDS 4890 40,8 9 CDS 6256 52,1 4
PSD 3763 31,4 7 PSD 3648 30,4 2
PS 2657 22,1 5 PS 1573 13,1 1
PCP/PEV 272 2,3 PCP/PEV 168 1,4
















PRESIDENTE DA CAMARA - CDS

fonte: STAPE/ANMP


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Revelações sobre a Branca

2007

Na noite em que se comemoraram 152 anos desde a integração da freguesia da Branca no Concelho de Albergaria-a-Velha (24 de Outubro), a Câmara Municipal organizou, no CCB, a tertúlia "Conversas em redor da Branca", onde um painel de quatro especialistas deu uma visão singular sobre a freguesia em diversos períodos históricos.

Nélia Oliveira, Técnica Superior de Arquivo e Biblioteca, realçou a importância do património (nas várias vertentes histórica, paisagística e cultural) como forma de perpetuar a memória colectiva. segundo os estudos efectuados, especialmente nas estações arqueológicas de S. Julião e Crestelo, pode-se afirmar que Branca é uma povoação muito antiga, com vestígios proto-históricos e romanos. Ao longo dos séculos, muito se destruiu, mas a oradora salientou que ainda existem exemplos de património histórico que merecem destaque na freguesia, nomeadamente a Quinta  das Relvas, a Calçada de Relvas  (talvez do período romano) e a Quinta do Outeiro.

Delfim Bismarck, historiador e conservador de museu, realçou, igualmente, a antiguidade da freguesia que, na idade média, pertencia às Terras de Santa Maria. Na Inquirição de D. Afonso II, em 1220, já existia um povoado relevante na Branca, com uma Igreja, propriedade do rei, e uma Ermida denominada de Santa Maria. Nos foros pagos ao monarca, destacava-se o pão, vinho, linho, trigo, milho, ovelhas, cabras, porcos, galinhas, queijo, manteiga e ovos, todos estes bem muito preciosos para os lavradores da época. Nos censos de 1527, no reinado de D. João III, notou-se uma perda acentuada de população na zona da Branca, mas o tempo veio comprovar que a freguesia tinha potencial para fixar pessoas. No final do século XIX, a indústria era um forte "chamariz" para a freguesia. Manuel Ferreira Rodrigues, professor universitário que estudou a indústria na região de Aveiro entre 1864 e 1931, notou que existia muita actividade na época, principalmente nas áreas de moagem, cerâmica, serração, minas, lacticínios e exploração florestal.

Na última intervenção da noite, Paula Abreu, socióloga, referiu que a Branca já não e a "freguesia industrial" de antigamente, mas, mesmo assim, continua a ser um local privilegiado, estando localizada entre pontos estratégicos muito importantes (Porto, Aveiro e Coimbra). Apesar das características urbanas ao longo da "coluna vertebral" da freguesia (o IC2), Paula Abreu salientou que continuam a existir vestígios de uma certa ruralidade, o que a leva a falar de uma multiplicidade de comunidades, com modelos de organização e estruturação económica diferentes. "Branca é como um pequeno laboratório do país", um espelho da realidade mais vasta que compõe Portugal.


Albergaria em revista, 2007/2008

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

CulturAlb organiza I Jornadas Históricas de Albergaria-a-Velha

Nos dias 24 e 25 de outubro de 2014 [sexta e sábado] a CulturAlb – associação de artes, recreio e cultura de Albergaria-a-Velha vai organizar, na Biblioteca Municipal, as primeiras Jornadas Históricas do Concelho sobre a temática "Memória e Património – Temas da nossa Terra".

Esta iniciativa enquadra-se na missão que a associação desempenha no Concelho e na Região, proporcionando a todos os participantes o aprofundar dos seus conhecimentos sobre os diferentes domínios relacionados com o Património e a sua importância, não só na formação integral do indivíduo, mas também enquanto valor identitário. Com as Jornadas, a CulturAlb pretende estabelecer elos entre passado e presente, conhecer e compreender realizações e factos, refletir sobre ações humanas, perpetuar marcas que foram legados e enriqueceram a História e Identidade da Região.

Com este objetivo, a Culturalb convidou diversas personalidades para apresentarem comunicações nos diferentes domínios do conhecimento – História, Música, Literatura, entre outros. Ao longo dos dois dias, irão debater-se variados temas, tais como a indústria no início do século XX, o património musical Português, as albergarias como percursoras da revolução na hospedagem, a escrita e o património (numa intervenção do premiado escritor, Mário Cláudio) ou o Caminho de Santiago. Para além do espaço de debate, na tarde de sábado serão organizadas duas visitas guiadas: um percurso pelo património histórico-artístico do Concelho e uma visita à Rota dos Moinhos.

A participação nas I Jornadas Históricas de Albergaria-a-Velha é gratuita, mas sujeita a uma inscrição prévia. Os interessados poderão fazê-la através de formulário próprio em www.culturalb.pt ou contactar a associação pelo número 918 624 094.

Este evento tem o apoio da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior.


CMA, 09/10/2014

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