quarta-feira, 18 de março de 2015

Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha


Albergaria-a-Velha: Evolução da malha urbana

Como se observa no anexo III.20, eram poucas as ruas que se podiam identificar no núcleo urbano de Albergaria-a-Velha, até ao séc. XVII. As vias existentes correspondiam, maioritariamente, aos eixos de ligação entre os lugares do Concelho e deste com as principais aglomerações urbanas vizinhas. A malha urbana assinalada nesta figura manteve-se praticamente inalterada até meados do séc. XIX. A via mais importante correspondia à antiga estrada real, com orientação aproximada norte-sul, desenvolvendo-se no eixo atualmente formado pelas ruas Comendador Augusto Martins Pereira, Dr. Nogueira Melo, Mártires da Liberdade, de Santo António, do Hospital, Dr. Alexandre Albuquerque e 1º de Dezembro. Este era o principal eixo da urbe e onde se concentravam os principais estabelecimentos comerciais. Nesta zona, em particular entre a Rua dos Mártires da Liberdade e a Rua do Hospital, existia uma maior densidade de arruamentos e edifícios, formando uma malha urbana mais densa, sendo a principal centralidade da urbe. É possível ainda identificar algumas vias de ligação aos lugares do Jogo, Cruzinha e Açores, entre as quais uma via que mais tarde daria origem às ruas da Lapa e Serpa Pinto, assim como uma via com orientação oeste-este, de ligação a Valmaior, atualmente a Rua Dr. Brito Guimarães.

As restantes vias existentes tinham por finalidade a ligação aos lugares vizinhos, como Assilhó, que nesta época constituía ainda um lugar autónomo da urbe, separado fisicamente do centro urbano de Albergaria-a-Velha. A ligação entre estes dois lugares processava-se unicamente através da Rua Gonçalo Eriz. Em Assilhó, o edificado concentrava-se a este da Ribeira de Albergaria, sendo este o seu núcleo mais antigo e onde surge uma maior densidade de ruas e vielas, assim como a Capela. A sudoeste deste lugar desenvolve-se uma via que permitia a ligação aos lugares situados a sul, entre os quais Frias, Alquerubim e São João de Loure. A ligação de Albergaria-a-Velha a Campinho e ao Sobreiro processava-se através do atual eixo formado pelas ruas Eng.º Duarte Pacheco e da Santa Cruz, sendo possível identificar uma nucleação mais evidente na confluência entre estas ruas e a das Cruzes, também já existente à época.

Na segunda metade do séc. XIX, iniciam-se os trabalhos de expansão da malha urbana, com a abertura de novas ruas, assim como a construção de alguns equipamentos, entre os quais o abastecimento de água e lavadouros. Após as necessárias expropriações de terrenos e casas, inicia-se a construção de um novo centro cívico, a Praça Nova, atual Praça Comendador Ferreira Tavares, onde se instalou mais tarde os Paços do Concelho. Daqui rasgaram-se novas ruas, como a Rua Castro Matoso, a Rua Miguel Bombarda e a Alameda 5 de Outubro. Atualmente, o quarteirão formado entre a rua dos Mártires da Liberdade, a rua do Hospital e a Praça Comendador Ferreira Tavares é considerado o Centro Histórico de Albergariaa- Velha. Como se pode observar na Carta Militar de 1945 (anexo III.21), a malha urbana manteve-se praticamente inalterada desde os primeiros anos desse século, sendo que as únicas alterações significativas foram a construção da Linha do Vale do Vouga e da correspondente estação, em 1910, na Alameda 5 de Outubro, a ligação desta à Rua Comendador Martins Pereira, através da Rua Serpa Pinto e do Serrado, a Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque, na década de 30 do século XX, o prolongamento da Rua Marquês de Pombal, para nordeste, e a construção da N16, também na década de 30, fazendo o aproveitamento da ligação existente até Valmaior.

A dinamização decisiva da malha urbana acontece apenas a partir das décadas de 60 e 70, acompanhando a dinâmica populacional evidenciada pelo Concelho. Ainda na década de 60, procurando dar resposta ao crescente tráfego da EN1, que atravessava o lugar de Albergaria-a-Velha através das ruas Comendador Martins Pereira, Dr. Nogueira Melo, Mártires da Liberdade, de Santo António, do Hospital, Dr. Alexandre Albuquerque e 1º de Dezembro, causando graves constrangimentos ao ambiente urbano, é construída a variante de Albergaria. Esta localiza-se a nascente deste eixo, separando fisicamente a vila dos lugares do Jogo, Cruzinha e Açores. Ainda que, numa primeira fase, tenha criado alguns constrangimentos pelo corte que provocou em algumas ruas, acabou por se constituir como uma barreira ao crescimento desordenado da urbe em direção a nascente, delimitando o seu perímetro urbano, ao mesmo tempo que libertava as ruas referidas do tráfego regional, conferindo a estes arruamentos as características necessárias para desempenharem funções urbanas de cariz local. Em 1968, inicia-se a construção do mercado municipal em  terreno anexo à Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque, e na década de 1970 são construídas a Escola Preparatória  Conde D. Henrique e a Escola Liceal e Comercial (atual Secundária), em terrenos agrícolas não urbanizados (com a  exceção do bairro Napoleão, entretanto demolido) localizados a oeste da Linha do Vouga, numa encosta voltada a poente.  Com a construção destes equipamentos de ensino, rasgaram-se novas vias que permitiram a sua ligação à urbe, entre as  quais a Rua Américo Martins Pereira e, alguns anos mais tarde, a Rua do Vale. Durante esta década, foi também projetado e deu-se início à construção do arruamento do vale localizado entre Assilhó e a Av. Bernardino Máximo de Albuquerque, e as novas escolas, criando-se uma nova zona habitacional denominada por Novos Arruamentos (das Escolas Técnicas). Esta nova configuração da malha urbana pode ser observada na Carta Militar de 1977 (anexo III.22). Nesta carta, observa-se que a urbanização nos lugares de Campinho, Sobreiro, Açores e Sr.ª do Socorro era ainda muito incipiente, restringindo-se à ocupação marginal das vias primitivas.

O desenvolvimento da malha urbana, adquirindo a configuração que se conhece hoje, acontece apenas no final do anos 80 e durante a década de 90 e seguintes. Em 1983, inicia-se a construção da Zona Industrial de Albergaria-a-Velha, a norte do aglomerado urbano. Em Albergaria-a-Velha, assiste-se a uma densificação da malha urbana, em particular nos Novos Arruamentos, tanto a nordeste, pela ocupação do vale, como a sudoeste, pela nova ligação a Assilhó, através da Av. 25 de Abril; e no eixo da Rua 1º de Dezembro/Rua Dr. Alexandre Albuquerque. Assiste-se também à abertura de novas frentes urbanas no setor sudeste, através de novas vias perpendiculares à Comendador Martins Pereira, entre as quais a Urbanização das Laranjeiras (construída no local do antigo parque desportivo da Alba), a Rua Padre Matos, a Rua Bernardino Correia Teles e a Rua do Vale, que adquire finalmente a configuração atual. Em Campinho, o edificado, que se concentrava no eixo primitivo das ruas Eng.º Duarte Pacheco, de Santa Cruz e Marquês de Pombal, começa a ocupar os terrenos agrícolas que o circundavam, tanto a oeste, pela ligação da Rua do Agro à Rua das Cruzes, e desta à Rua de Santa Cruz pela Rua da Carvoeira; como a este, pela ligação definitiva da Rua do Reguinho à Av. Afonso Henriques e pela construção, na última década, da urbanização de Santa Cruz; e a norte, pela ocupação dos terrenos situados a norte da Rua Marquês de Pombal e da Av. Afonso Henriques, facilitada pela abertura de novas vias de acesso à Zona Industrial. Em Assilhó, dada a exiguidade de espaço no seu núcleo original, a expansão da malha urbana ocorre a oeste da Ribeira de Albergaria, na zona designada como “Alto de Assilhó”, sem um padrão evidente de desenvolvimento e configuração. Na Sr.ª do Socorro, impulsionada pelo encerramento de uma unidade industrial que aí se encontrava, continua a ocupação linear da EM 556 através de moradias unifamiliares, não permitindo, desta forma, a criação de um núcleo urbano e de uma centralidade. No Sobreiro, a evolução da malha urbana acompanha a tendência histórica de ocupação linear da antiga N16. Nos restantes lugares, a evolução da malha urbana está condicionada à ocupação marginal e densificação das vias existentes, sem um padrão de desenvolvimento explícito ou programado.

"Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha"
João Pedro Bastos
Dissertação de Mestrado (2014)

http://hdl.handle.net/10316/26569

(pg. 121-124)

segunda-feira, 16 de março de 2015

Novos Arruamentos

Outra zona importante e paradigmática no lugar de Albergaria-a-Velha são os Novos Arruamentos. Este espaço, edificado ao longo de um processo de expansão urbana que se iniciou na década de 80 e se prolonga até à atualidade, e que assentou na edificação em altura, concentra um elevado número de serviços e equipamentos. Por este fator, nesta zona existe um maior número de edifícios preferencialmente residenciais. Aqui, a densidade populacional atinge os valores mais elevados, devido à elevada densidade de edifícios com 3 ou mais pisos, sendo a zona onde existe um maior número de edifícios com 5 ou mais pisos. A forma de ocupação mais frequente é o arrendamento, atingindo aqui os valores mais elevados da área de estudo na relação entre alojamentos arrendados e proprietário ocupante.

Devido à forte dinâmica imobiliária desta zona, ao longo do período em análise, o número de alojamentos vagos tem vindo a aumentar, sendo uma das zonas da área de estudo onde esta situação é mais frequente. Sendo paradigmático da especulação imobiliária a que o território foi sujeito nos últimos 20 anos, excedendo largamente a dinâmica demográfica, este aumento do número de alojamentos vagos reflete uma menor procura por esta zona. Tal poderá ficar a dever-se ao aumento da idade dos edifícios e sua natural degradação, à obsolescência do espaço público e/ou à elevada concentração de serviços e atividades comerciais, com o consequente aumento da pressão sobre o espaço e todas as condicionantes, em termos de qualidade de vida, que tal acarreta.

"Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha"
João Pedro Bastos
Dissertação de Mestrado (2014)

http://hdl.handle.net/10316/26569

(pg. 186)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Caminho Português de Santiago

O Caminho Português de Santiago já está marcado no Concelho.(CMA)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Dia do Município - 180 anos

À descoberta dos Paços do Concelho

 No dia em que se comemoram os 180 anos da fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha – 13 de fevereiro de 1835 – a Câmara Municipal vai promover um dia aberto aos alunos do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico.

As crianças poderão visitar e descobrir como funcionam alguns serviços no Edifício dos Paços do Concelho e contactar de perto com as pessoas que formam o Executivo Municipal.

Durante a visita, os alunos e os seus professores, serão recebidos e acompanhados por elementos do executivo que responderão a questões formuladas sobre a sua organização e funcionamento. Serão acompanhados também por colaboradores da Câmara Municipal, que os guiarão pelos diferentes espaços que constituem o percurso de visita elaborado. De forma simples e direta, será explicado a este jovens cidadãos a missão da autarquia local, abordando a evolução da administração desde 1835.

No Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde se realizam as sessões de Assembleia Municipal, vão assistir a uma breve explicação sobre o seu funcionamento e a um apontamento histórico sobre a evolução Concelho, no plano administrativo, geográfico, social e cultural.

Neste roteiro pelos diferentes serviços, os mais novos irão passar por alguns dos espaços mais emblemáticos, tais como a lápide da fundação de Albergaria, o Salão Nobre ou o Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, ouvindo explicações sobre a evolução territorial, cultural e histórica do Concelho desde 1835.

Para além de vir ao encontro do programa de Estudo do Meio do 1º Ciclo do Ensino Básico, esta visita guiada insere-se na estratégia de promoção da História e Património Local, da Educação para a Cidadania, e do conhecimento ativo, pretendendo sensibilizar os mais novos para as responsabilidades das instituições democráticas e para as formas de exercer uma cidadania ativa.

A visita à Câmara Municipal - um órgão de Poder Local - no 3º ano antecede e complementa a visita à Assembleia da República, que as crianças farão depois no 4º ano, ficando, assim, com uma imagem mais completa de como funcionam os órgãos de soberania

À noite, as Comemorações do Dia do Município encerram com um concerto da fadista Carminho no Cineteatro Alba, pelas 21h30.

CMA

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A criação do Concelho e os primeiros autarcas

Em meados de 1834, após a vitória das forças liberais fieis a D. Pedro, a Convenção de Évora-Monte pusera fim ao reinado absoluto de D. Miguel que durara seis conturbados anos.

Terminava assim um violento período de repressão, de perseguição, de homizios, de prisões, de enforcamentos e de guerra civil que assolou o País e afectou dolorosamente a nossa região onde havia bastante gente que aderira ao liberalismo e tomara parte activa nos movimentos políticos e militares.

Com o termo da guerra era altura de se conseguir a acalmia e reformular toda a vida administrativa indispensável à nova situação.

Já em Janeiro desse ano um decreto determinava que continuasse a haver Câmaras Municipais nas terras onde existiam, "enquanto não se fizer efectiva a nova organização dos Concelhos".

E, no seu relatório preliminar, diz-se que "a Instituição das Câmaras Municipais eleitas pelos Povos, de maneira que possa com verdade dizer-se que os representam(...) é um elemento essencial da organização do sistema administrativo e uma das garantias dos direitos e das liberdades públicas".

Por tal, se estabelece que "aquela Instituição se faça efectiva nas terras em que as circunstâncias o permitirem".

Assim o pensou o General Torres (José António da Silva Torres Ponce de León), comandante militar da Província do Douro, naturalmente conhecedor deste espírito municipal e das necessidades da região e apoiado na força com que "os capitães-generais das províncias constantemente influem na administração civil", como referia Mouzinho da Silveira.

Nos finais de 1834, o velho general criou o Concelho de Albergaria-a-Velha. Para isso terá influído também o conhecimento directo do desenvolvimento e da importância posicional da povoação e do grupo de albergarienses que, em 1828, o auxiliaram aquando dos violentos combates do Marnel e da Ponte do Vouga contra as tropas fieis ao "usurpador" D. Miguel. Nessa época havia em Albergaria um forte núcleo de liberais que apoiaram as forças do então coronel Torres e, desse facto vieram a sofrer, com suas famílias, gravosas consequências.

No reordenamento que as circunstâncias permitiam, o general Torres elevou Albergaria-a-Velha a vila e cabeça do concelho constituído pelas freguesias da sede e de S. João de Loure (anteriormente pertencentes ao concelho de Aveiro), de Vale Maior (retirado ao concelho de Lamas) e de Alquerubim (com a extinção do concelho de Paus). Naturalmente, de entre as famílias mais destacadas da vila se escolheram os autarcas que haviam de presidir aos destinos do nóvel município nesta sua fase inicial de implantação.

Em breve se realizava a primeira reunião. Efectivamente, em 13 de Fevereiro de 1835 teve ela lugar, como constava do "Livro de Actas das Sessões da Câmara", o qual infelizmente se terá perdido, mas de que há notícia segura transmitida pelo ilustre historiador das coisas albergarienses, Patrício Teodoro Álvares Ferreira que, ainda no século passado iniciou os seus trabalhos de investigação, desempenhou cargos municipais e era familiar de vários autarcas dos primeiros tempos.

Existe, contudo, na posse de sua família, que teve a amabilidade de me permitir a consulta, um "Livro para os Acordãos da Câmara d'este Concelho d'Albergaria Velha", constituído por 60 folhas numeradas e rubricadas pelo Provedor Interino (depois denominado Administrador do Concelho), António Augusto Henriques Ferreira, irmão mais novo dos destacados liberais Dr. José Henriques Ferreira, que foi deputado e governador civil, e João Henriques Ferreira, enforcado sob o governo de D. Miguel pela participação na Revolução de 1828.

O primeiro acórdão começa assim:

"Anuo do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e cinco aos treze dias do Mês de Fevereiro do dito anho em esta Villa de Albergaria Velha e Gazas destinadas para a riunião e publicas audiencias. do Senado da Camara da mesma Villa: Ahi sendo Presentes em Publica Audiencia todos os Membros da mesma Camara; Comigo Escrivão e a maior parte do povo da mesma Villa; ( ... ) etc..

Seguem-se as primeiras posturas da edilidade tendente a um ordenamento municipal e defesa dos habitantes.

Finda a sessão de que o escrivão dá fé, assinam "O Presidente da Camara — José Correia de Mello"; "o Vereador — Patricio Theodoro Alvares e Carvalho"; "o Fiscal José Marques Brandão" e muitos dos presentes que assim deixaram o testemunho deste primeiro acto municipal que termina na forma do estilo: "E eu escrivão da Camara Municipal desta Villa de Alberga V.a q. estes escrevi e assignei. Villa de Alberg.ª Velha treze de Fever.° de 1835. — Antonio Constantino de Lemos Ferreira e Carvalho.

Ao fim da página, o "Provedor Interino" aprova, data e assina este documento precioso que marca o nascimento do nosso Concelho, iniciado por uma decisão com algo de revolucionário que só iria ter cobertura legal, alguns meses depois, por decreto de 23 de Julho de 1835, uma quinta-feira.

ALBUQUERQUE PINHO, Boletim Municipal, Fevereiro de 1992

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Dia do Município

 (...) o mais importante, é que Albergaria-a-Velha não tem o seu dia, e esse dia quanto a nós, deveria ser o 13 de Fevereiro (data da fundação do concelho), ou o 1º de Novembro (simbolizando o mês de Novembro de 1117 em que a Rainha D. Teresa doou o Couto de Osseloa a Gonçalo Eriz, fundando assim a primitiva Albergaria). Um ou outro seriam o "Dia do Município", que para além de servir para que nas escolas se falasse um pouco mais da nossa história local, "semeando" assim raízes à nossa terra, poderia e deveria servir também para homenagear os Albergarienses que por cá ou espalhados pelo Mundo mais se têm destacado nas mais diversas áreas de actividade. Aliás, isto é o que qualquer município com algum grau de civilidade faz.

Delfim Bismarck Ferreira, Jornal de Albergaria, 22/02/2011

http://blogdealbergaria.blogspot.pt/2014/02/albergaria-velha-um-concelho-com-179.HTML

iniciado em 2014 com a comemoração dos 179 anos do município - será que este ano há medalhas?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Conversas d' Angeja - floresta


A Floresta:importância ambiental, social e económica

07/02/2015

Angeja