Novo PDM de Albergaria-a-Velha amplia área destinada a atividades económicas
Com a entrada em vigor do novo Plano Diretor Municipal, o Município de Albergaria-a-Velha vai aumentar a área destinada a atividades económicas em mais de 50 por cento, lançando mesmo uma nova zona industrial.
Vocacionado para o desenvolvimento do concelho e com um caráter orientador, o novo PDM amplia a área destinada às atividades económicas em mais de 250 hectares, com um considerável alargamento da Zona Industrial de Albergaria-a-Velha. Mas é igualmente criada a Zona Industrial de Soutelo, na freguesia da Branca, que tem como base a participação pública de um grupo de empresários que mostraram interesse em fazer investimento imediato. O PDM define também um regime de simplificação em processos de instalação de empreendimentos considerados estratégicos.
A regeneração urbana e a valorização do património existente são outras das linhas orientadoras do Plano Diretor. É definida a criação do Parque Molinológico, uma forma de integrar os cerca de 350 moinhos existentes no concelho na Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, e relocalizado o Parque da Cidade, permitindo a criação de pistas cicláveis entre as freguesias.
Com o objetivo de criar uma centralidade nos pequenos núcleos existentes nas zonas rurais, o PDM estabelece uma nova classificação de solo – a Área de Edificação Dispersa – que permite a instalação de pequenos estabelecimentos comerciais e outras atividades de apoio aos aglomerados em solos rurais. O documento define ainda um período de dois anos para legalização de construções não licenciadas.
O PDM agora em vigor, que foi aprovado em Assembleia Municipal em novembro do ano passado, vem revogar o anterior, de 1999, e o Plano de Urbanização de Angeja, de 2008.
CMA, 09/03/2015
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
terça-feira, 24 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
Portal de Telhadela
Esta página não será mais do que um olhar pessoal sobre a aldeia de Telhadela. No entanto será uma espécie de fundo local, onde poderá ser obtida toda a informação sobre o que se passou, o que se passa e que se passará na aldeia de Telhadela.
sábado, 21 de março de 2015
Bairros e ruas de Albergaria-Velha - 1828
Nomes de todos os bairros e ruas de Albergaria-Velha, em 1828.
A começar de Nascente e Sul para norte e poente encontraremos: Salgueirinhos, Farrapa, Bócas, Calçada, Atoleiro, Alagoa, Cortinhal, Praça, Rua da Travessa, Cazais, Rua de Cima, Currais, Trapas, Fonte, Campinho, Cruzes, Póvoa, Reguinho e Assilhó
Fonte: Albergaria e o Seu Concelho, António de Pinho (páginas 84 e 133)
Identificação de algumas das ruas/bairros:
- Salgueirinhos / Farrapa - Rua dos Mártires da Liberdade
- Rua das Bócas
- (Rua do) Atoleiro - Largo do Atoleiro (Chafariz)
- Rua da Alagoa - Rua Barros Gomes - Rua Almirante Reis + Alameda 5 Outubro
- Rua do Cortinhal - Rua José Falcão
- Sanguinhaes - Praça Comend. Ferreira Tavares
- Rua da Ladeira - Rua Serpa Pinto
- Rua da Travessa - Rua Dr. José Henriques Ferreira
- Rua dos Casaes [conhecida por Rua da Cadeia] - Rua Castro Matoso
- Rua de Cima - Rua Alexandre Alburquerque / Rua do Pinheiro
- Rua dos Curraes - Rua Gonçalo Eriz
- Rua de Campinho - Rua Eng. Duarte Pacheco
- Rua dos Pelames - Rua Vasco da Gama
- Rua das Cruzes
- Rua do Matinho - Rua Luis de Camões
- Rua da Semouqueira - Rua Dr. Albuquerque Pinho
- Largo do Comendador - Largo Conselheiro Sousa e Melo
- Rua do Jogo - Rua Eça de Queiroz
(...)
A começar de Nascente e Sul para norte e poente encontraremos: Salgueirinhos, Farrapa, Bócas, Calçada, Atoleiro, Alagoa, Cortinhal, Praça, Rua da Travessa, Cazais, Rua de Cima, Currais, Trapas, Fonte, Campinho, Cruzes, Póvoa, Reguinho e Assilhó
Fonte: Albergaria e o Seu Concelho, António de Pinho (páginas 84 e 133)
Identificação de algumas das ruas/bairros:
- Salgueirinhos / Farrapa - Rua dos Mártires da Liberdade
- Rua das Bócas
- (Rua do) Atoleiro - Largo do Atoleiro (Chafariz)
- Rua da Alagoa - Rua Barros Gomes - Rua Almirante Reis + Alameda 5 Outubro
- Rua do Cortinhal - Rua José Falcão
- Sanguinhaes - Praça Comend. Ferreira Tavares
- Rua da Ladeira - Rua Serpa Pinto
- Rua da Travessa - Rua Dr. José Henriques Ferreira
- Rua dos Casaes [conhecida por Rua da Cadeia] - Rua Castro Matoso
- Rua de Cima - Rua Alexandre Alburquerque / Rua do Pinheiro
- Rua dos Curraes - Rua Gonçalo Eriz
- Rua de Campinho - Rua Eng. Duarte Pacheco
- Rua dos Pelames - Rua Vasco da Gama
- Rua das Cruzes
- Rua do Matinho - Rua Luis de Camões
- Rua da Semouqueira - Rua Dr. Albuquerque Pinho
- Largo do Comendador - Largo Conselheiro Sousa e Melo
- Rua do Jogo - Rua Eça de Queiroz
(...)
quarta-feira, 18 de março de 2015
Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha
Albergaria-a-Velha: Evolução da malha urbana
Como se observa no anexo III.20, eram poucas as ruas que se podiam identificar no núcleo urbano de Albergaria-a-Velha, até ao séc. XVII. As vias existentes correspondiam, maioritariamente, aos eixos de ligação entre os lugares do Concelho e deste com as principais aglomerações urbanas vizinhas. A malha urbana assinalada nesta figura manteve-se praticamente inalterada até meados do séc. XIX. A via mais importante correspondia à antiga estrada real, com orientação aproximada norte-sul, desenvolvendo-se no eixo atualmente formado pelas ruas Comendador Augusto Martins Pereira, Dr. Nogueira Melo, Mártires da Liberdade, de Santo António, do Hospital, Dr. Alexandre Albuquerque e 1º de Dezembro. Este era o principal eixo da urbe e onde se concentravam os principais estabelecimentos comerciais. Nesta zona, em particular entre a Rua dos Mártires da Liberdade e a Rua do Hospital, existia uma maior densidade de arruamentos e edifícios, formando uma malha urbana mais densa, sendo a principal centralidade da urbe. É possível ainda identificar algumas vias de ligação aos lugares do Jogo, Cruzinha e Açores, entre as quais uma via que mais tarde daria origem às ruas da Lapa e Serpa Pinto, assim como uma via com orientação oeste-este, de ligação a Valmaior, atualmente a Rua Dr. Brito Guimarães.
As restantes vias existentes tinham por finalidade a ligação aos lugares vizinhos, como Assilhó, que nesta época constituía ainda um lugar autónomo da urbe, separado fisicamente do centro urbano de Albergaria-a-Velha. A ligação entre estes dois lugares processava-se unicamente através da Rua Gonçalo Eriz. Em Assilhó, o edificado concentrava-se a este da Ribeira de Albergaria, sendo este o seu núcleo mais antigo e onde surge uma maior densidade de ruas e vielas, assim como a Capela. A sudoeste deste lugar desenvolve-se uma via que permitia a ligação aos lugares situados a sul, entre os quais Frias, Alquerubim e São João de Loure. A ligação de Albergaria-a-Velha a Campinho e ao Sobreiro processava-se através do atual eixo formado pelas ruas Eng.º Duarte Pacheco e da Santa Cruz, sendo possível identificar uma nucleação mais evidente na confluência entre estas ruas e a das Cruzes, também já existente à época.
Na segunda metade do séc. XIX, iniciam-se os trabalhos de expansão da malha urbana, com a abertura de novas ruas, assim como a construção de alguns equipamentos, entre os quais o abastecimento de água e lavadouros. Após as necessárias expropriações de terrenos e casas, inicia-se a construção de um novo centro cívico, a Praça Nova, atual Praça Comendador Ferreira Tavares, onde se instalou mais tarde os Paços do Concelho. Daqui rasgaram-se novas ruas, como a Rua Castro Matoso, a Rua Miguel Bombarda e a Alameda 5 de Outubro. Atualmente, o quarteirão formado entre a rua dos Mártires da Liberdade, a rua do Hospital e a Praça Comendador Ferreira Tavares é considerado o Centro Histórico de Albergariaa- Velha. Como se pode observar na Carta Militar de 1945 (anexo III.21), a malha urbana manteve-se praticamente inalterada desde os primeiros anos desse século, sendo que as únicas alterações significativas foram a construção da Linha do Vale do Vouga e da correspondente estação, em 1910, na Alameda 5 de Outubro, a ligação desta à Rua Comendador Martins Pereira, através da Rua Serpa Pinto e do Serrado, a Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque, na década de 30 do século XX, o prolongamento da Rua Marquês de Pombal, para nordeste, e a construção da N16, também na década de 30, fazendo o aproveitamento da ligação existente até Valmaior.
A dinamização decisiva da malha urbana acontece apenas a partir das décadas de 60 e 70, acompanhando a dinâmica populacional evidenciada pelo Concelho. Ainda na década de 60, procurando dar resposta ao crescente tráfego da EN1, que atravessava o lugar de Albergaria-a-Velha através das ruas Comendador Martins Pereira, Dr. Nogueira Melo, Mártires da Liberdade, de Santo António, do Hospital, Dr. Alexandre Albuquerque e 1º de Dezembro, causando graves constrangimentos ao ambiente urbano, é construída a variante de Albergaria. Esta localiza-se a nascente deste eixo, separando fisicamente a vila dos lugares do Jogo, Cruzinha e Açores. Ainda que, numa primeira fase, tenha criado alguns constrangimentos pelo corte que provocou em algumas ruas, acabou por se constituir como uma barreira ao crescimento desordenado da urbe em direção a nascente, delimitando o seu perímetro urbano, ao mesmo tempo que libertava as ruas referidas do tráfego regional, conferindo a estes arruamentos as características necessárias para desempenharem funções urbanas de cariz local. Em 1968, inicia-se a construção do mercado municipal em terreno anexo à Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque, e na década de 1970 são construídas a Escola Preparatória Conde D. Henrique e a Escola Liceal e Comercial (atual Secundária), em terrenos agrícolas não urbanizados (com a exceção do bairro Napoleão, entretanto demolido) localizados a oeste da Linha do Vouga, numa encosta voltada a poente. Com a construção destes equipamentos de ensino, rasgaram-se novas vias que permitiram a sua ligação à urbe, entre as quais a Rua Américo Martins Pereira e, alguns anos mais tarde, a Rua do Vale. Durante esta década, foi também projetado e deu-se início à construção do arruamento do vale localizado entre Assilhó e a Av. Bernardino Máximo de Albuquerque, e as novas escolas, criando-se uma nova zona habitacional denominada por Novos Arruamentos (das Escolas Técnicas). Esta nova configuração da malha urbana pode ser observada na Carta Militar de 1977 (anexo III.22). Nesta carta, observa-se que a urbanização nos lugares de Campinho, Sobreiro, Açores e Sr.ª do Socorro era ainda muito incipiente, restringindo-se à ocupação marginal das vias primitivas.
O desenvolvimento da malha urbana, adquirindo a configuração que se conhece hoje, acontece apenas no final do anos 80 e durante a década de 90 e seguintes. Em 1983, inicia-se a construção da Zona Industrial de Albergaria-a-Velha, a norte do aglomerado urbano. Em Albergaria-a-Velha, assiste-se a uma densificação da malha urbana, em particular nos Novos Arruamentos, tanto a nordeste, pela ocupação do vale, como a sudoeste, pela nova ligação a Assilhó, através da Av. 25 de Abril; e no eixo da Rua 1º de Dezembro/Rua Dr. Alexandre Albuquerque. Assiste-se também à abertura de novas frentes urbanas no setor sudeste, através de novas vias perpendiculares à Comendador Martins Pereira, entre as quais a Urbanização das Laranjeiras (construída no local do antigo parque desportivo da Alba), a Rua Padre Matos, a Rua Bernardino Correia Teles e a Rua do Vale, que adquire finalmente a configuração atual. Em Campinho, o edificado, que se concentrava no eixo primitivo das ruas Eng.º Duarte Pacheco, de Santa Cruz e Marquês de Pombal, começa a ocupar os terrenos agrícolas que o circundavam, tanto a oeste, pela ligação da Rua do Agro à Rua das Cruzes, e desta à Rua de Santa Cruz pela Rua da Carvoeira; como a este, pela ligação definitiva da Rua do Reguinho à Av. Afonso Henriques e pela construção, na última década, da urbanização de Santa Cruz; e a norte, pela ocupação dos terrenos situados a norte da Rua Marquês de Pombal e da Av. Afonso Henriques, facilitada pela abertura de novas vias de acesso à Zona Industrial. Em Assilhó, dada a exiguidade de espaço no seu núcleo original, a expansão da malha urbana ocorre a oeste da Ribeira de Albergaria, na zona designada como “Alto de Assilhó”, sem um padrão evidente de desenvolvimento e configuração. Na Sr.ª do Socorro, impulsionada pelo encerramento de uma unidade industrial que aí se encontrava, continua a ocupação linear da EM 556 através de moradias unifamiliares, não permitindo, desta forma, a criação de um núcleo urbano e de uma centralidade. No Sobreiro, a evolução da malha urbana acompanha a tendência histórica de ocupação linear da antiga N16. Nos restantes lugares, a evolução da malha urbana está condicionada à ocupação marginal e densificação das vias existentes, sem um padrão de desenvolvimento explícito ou programado.
"Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha"
João Pedro Bastos
Dissertação de Mestrado (2014)
http://hdl.handle.net/10316/26569(pg. 121-124)
segunda-feira, 16 de março de 2015
Novos Arruamentos
Outra zona importante e paradigmática no lugar de Albergaria-a-Velha são os Novos Arruamentos. Este espaço, edificado ao longo de um processo de expansão urbana que se iniciou na década de 80 e se prolonga até à atualidade, e que assentou na edificação em altura, concentra um elevado número de serviços e equipamentos. Por este fator, nesta zona existe um maior número de edifícios preferencialmente residenciais. Aqui, a densidade populacional atinge os valores mais elevados, devido à elevada densidade de edifícios com 3 ou mais pisos, sendo a zona onde existe um maior número de edifícios com 5 ou mais pisos. A forma de ocupação mais frequente é o arrendamento, atingindo aqui os valores mais elevados da área de estudo na relação entre alojamentos arrendados e proprietário ocupante.
Devido à forte dinâmica imobiliária desta zona, ao longo do período em análise, o número de alojamentos vagos tem vindo a aumentar, sendo uma das zonas da área de estudo onde esta situação é mais frequente. Sendo paradigmático da especulação imobiliária a que o território foi sujeito nos últimos 20 anos, excedendo largamente a dinâmica demográfica, este aumento do número de alojamentos vagos reflete uma menor procura por esta zona. Tal poderá ficar a dever-se ao aumento da idade dos edifícios e sua natural degradação, à obsolescência do espaço público e/ou à elevada concentração de serviços e atividades comerciais, com o consequente aumento da pressão sobre o espaço e todas as condicionantes, em termos de qualidade de vida, que tal acarreta.
"Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha"
João Pedro Bastos
Dissertação de Mestrado (2014)
(pg. 186)
Devido à forte dinâmica imobiliária desta zona, ao longo do período em análise, o número de alojamentos vagos tem vindo a aumentar, sendo uma das zonas da área de estudo onde esta situação é mais frequente. Sendo paradigmático da especulação imobiliária a que o território foi sujeito nos últimos 20 anos, excedendo largamente a dinâmica demográfica, este aumento do número de alojamentos vagos reflete uma menor procura por esta zona. Tal poderá ficar a dever-se ao aumento da idade dos edifícios e sua natural degradação, à obsolescência do espaço público e/ou à elevada concentração de serviços e atividades comerciais, com o consequente aumento da pressão sobre o espaço e todas as condicionantes, em termos de qualidade de vida, que tal acarreta.
"Dinâmicas Territoriais em Albergaria-a-velha"
João Pedro Bastos
Dissertação de Mestrado (2014)
http://hdl.handle.net/10316/26569 (pg. 186)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Cineteatro Alba - exposição permanente
13 FEVEREIRO 2015
Exposição | CTAlba
EXPOSIÇÃO PERMANENTE CINETEATRO ALBA – 65 ANOS
Gratuito
http://www.cineteatroalba.com/exposicao-permanente-do-cineteatro-alba/
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Dia do Município - 180 anos
À descoberta dos Paços do Concelho
No dia em que se comemoram os 180 anos da fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha – 13 de fevereiro de 1835 – a Câmara Municipal vai promover um dia aberto aos alunos do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico.
As crianças poderão visitar e descobrir como funcionam alguns serviços no Edifício dos Paços do Concelho e contactar de perto com as pessoas que formam o Executivo Municipal.
Durante a visita, os alunos e os seus professores, serão recebidos e acompanhados por elementos do executivo que responderão a questões formuladas sobre a sua organização e funcionamento. Serão acompanhados também por colaboradores da Câmara Municipal, que os guiarão pelos diferentes espaços que constituem o percurso de visita elaborado. De forma simples e direta, será explicado a este jovens cidadãos a missão da autarquia local, abordando a evolução da administração desde 1835.
No Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde se realizam as sessões de Assembleia Municipal, vão assistir a uma breve explicação sobre o seu funcionamento e a um apontamento histórico sobre a evolução Concelho, no plano administrativo, geográfico, social e cultural.
Neste roteiro pelos diferentes serviços, os mais novos irão passar por alguns dos espaços mais emblemáticos, tais como a lápide da fundação de Albergaria, o Salão Nobre ou o Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, ouvindo explicações sobre a evolução territorial, cultural e histórica do Concelho desde 1835.
Para além de vir ao encontro do programa de Estudo do Meio do 1º Ciclo do Ensino Básico, esta visita guiada insere-se na estratégia de promoção da História e Património Local, da Educação para a Cidadania, e do conhecimento ativo, pretendendo sensibilizar os mais novos para as responsabilidades das instituições democráticas e para as formas de exercer uma cidadania ativa.
A visita à Câmara Municipal - um órgão de Poder Local - no 3º ano antecede e complementa a visita à Assembleia da República, que as crianças farão depois no 4º ano, ficando, assim, com uma imagem mais completa de como funcionam os órgãos de soberania
À noite, as Comemorações do Dia do Município encerram com um concerto da fadista Carminho no Cineteatro Alba, pelas 21h30.
CMA
No dia em que se comemoram os 180 anos da fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha – 13 de fevereiro de 1835 – a Câmara Municipal vai promover um dia aberto aos alunos do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico.
As crianças poderão visitar e descobrir como funcionam alguns serviços no Edifício dos Paços do Concelho e contactar de perto com as pessoas que formam o Executivo Municipal.
Durante a visita, os alunos e os seus professores, serão recebidos e acompanhados por elementos do executivo que responderão a questões formuladas sobre a sua organização e funcionamento. Serão acompanhados também por colaboradores da Câmara Municipal, que os guiarão pelos diferentes espaços que constituem o percurso de visita elaborado. De forma simples e direta, será explicado a este jovens cidadãos a missão da autarquia local, abordando a evolução da administração desde 1835.
No Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde se realizam as sessões de Assembleia Municipal, vão assistir a uma breve explicação sobre o seu funcionamento e a um apontamento histórico sobre a evolução Concelho, no plano administrativo, geográfico, social e cultural.
Neste roteiro pelos diferentes serviços, os mais novos irão passar por alguns dos espaços mais emblemáticos, tais como a lápide da fundação de Albergaria, o Salão Nobre ou o Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, ouvindo explicações sobre a evolução territorial, cultural e histórica do Concelho desde 1835.
Para além de vir ao encontro do programa de Estudo do Meio do 1º Ciclo do Ensino Básico, esta visita guiada insere-se na estratégia de promoção da História e Património Local, da Educação para a Cidadania, e do conhecimento ativo, pretendendo sensibilizar os mais novos para as responsabilidades das instituições democráticas e para as formas de exercer uma cidadania ativa.
A visita à Câmara Municipal - um órgão de Poder Local - no 3º ano antecede e complementa a visita à Assembleia da República, que as crianças farão depois no 4º ano, ficando, assim, com uma imagem mais completa de como funcionam os órgãos de soberania
À noite, as Comemorações do Dia do Município encerram com um concerto da fadista Carminho no Cineteatro Alba, pelas 21h30.
CMA
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