URL: http://www.monumentos.pt/webipa/navegar.asp?NIPA=0102&Nome=Albergaria+a+Velha Data: 12:01:15 2 Fevereiro, 2002
DGEMN - DIRECCAO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS
Inventário do Património Arquitectónico
Número IPA Designação Localização Acesso Protecção
--0102010004 Mamoa de Açores Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha EN. 1, Lug. de Açores
IIP, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 Dezembro 1997
--0102010005 Casa de Santo António Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175
IIP, Desp. 12 Setembro 1997
--0102010006 Casa na estrada de Aveiro Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
--0102030002 Pelourinho de Angeja Aveiro, Albergaria-a-Velha, Angeja EN. 16, Lg. da República
IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933
--0102050003 Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços Lg. do Pelourinho
IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933
Casa na estrada de Aveiro
IPA : Monumento
Nº IPA : 0102010006
Designação : Casa na estrada de Aveiro
Localização : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso :
Protecção :
Enquadramento : Urbano, no ângulo de ruas, adossada a casas de 1 e de 2 pisos.
Descrição : Planta rectangular, volume único com cobertura em telhado de 4 águas. Edifício de 2 pisos com fachada principal, dividida em 2 panos por pilastras toscanas. Existência de 4 vãos em cada piso, tendo o 1º quatro portas simples de verga curva com cornija saliente que se ligam, três delas, às bacias das janelas de sacada do 2º piso; estas têm verga curva e guarda de grade em ferro; a outra janela é de avental, pouco desenvolvido, recortando-se a simular duas aletas opostas, ladeada por duas mísulas para suporte de floreiras. No pano da direita, abre-se amplo portão com verga recta encimada por cornija sobrepujada por aletas com volutas deitadas enquadrando pedra rectangular ao centro, já sem brasão; encimando-a foi colocada posteriormente uma pequena janela rectangular simples ao nível do 2º piso. A fachada lateral é flanqueada por pilastras idênticas, definindo dois panos: o primitivo, com 3 vãos em cada piso, e um acrescento lateral, à esquerda, com 2 janelas rectangulares simples, uma em cada piso; no 1º pano, três portas simples de verga curva, encimadas por janelas de peito também com verga curva, sendo a do meio com guarda peito de grade em ferro e as laterais de avental, pouco desenvolvido, recortando-se a simular duas aletas opostas, ambas enquadradas por duas mísulas para suporte de floreiras. Friso e cornija corrida com beirado saliente rematam ambas as fachadas.
Utilização Inicial : Residencial
Utilização Actual : Residencial, comercial (restaurante)
Propriedade : Privada: pessoa singular
Afectação : Sem afectação
Época Construção : Séc. 18
Arquitecto/Construtor/Autor : Desconhecido
Cronologia : Séc. 18, finais - construção; séc. 19 / 20 - acrescentos laterais às fachadas com vãos rectangulares simples.
Tipologia : Arquitectura civil privada, barroca. Palácio urbano barroco com planta rectangular num único volume.
Caracteristicas Particulares : As fachadas E. e S. tiveram acrescentos laterais com vãos rectangulares simples. Fachadas de 2 pisos, flanqueadas por pilastras toscanas, vãos de verga curva, portas ao nível do 1º piso e janelas de sacada ou de avental, com recorte simulando aletas, ao nível do 2º; portão com verga recta encimada por cornija sobrepujada por aletas com volutas deitadas enquadrando pedra rectangular ao centro já sem brasão; mísulas para suporte de floreiras enquadrando as janelas de avental.
Dados Técnicos : Paredes autoportantes
Materiais : Granito (cantarias), telha marselha, ferro (guardas), madeira (caixilhos, alumínio (caixilhos do piso térreo)
Bibliografia : GONÇALVES, A. N., Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Aveiro, Zona Sul, VI, Lisboa, 1959, p. 54.
Documentação Gráfica : DGEMN: DSID
Documentação Fotográfica : DGEMN: DSID
Documentação Administrativa :
Intervenção Realizada :
Observações : Está situada no ângulo do entroncamento das antigas saídas de Albergaria-a-Velha para N. (Porto) e para O. (Aveiro).
Actualização :
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Mamoa de Açores
IPA : Sítio
Nº IPA : 0102010004
Designação : Mamoa de Açores
Localização : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso : EN. 1, Lug. de Açores
Protecção : IIP, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 Dezembro 1997
Enquadramento : Rural. Envolvida por eucaliptal e tojo alto, em zona votada ao abandono e no vértice de pequeno tecido florestal entre a EN e caminho de terra batida que conduz à lixeira municipal.
Descrição : Em Mamoa, ainda soterrada, sem qualquer intervenção arqueológica.
Utilização Inicial : Funerária
Utilização Actual :
Propriedade : Privada: pessoa singular
Afectação : Sem afectação
Época Construção : Séc. 4 / 3 a. C. (conjectural)
Arquitecto/Construtor/Autor : Não aplicável
Cronologia :
Tipologia : Arquitectura funerária, megalítica. A cultura megalítica situa-se em datas aproximadas entre o Séc. 4 e o Séc. 3 e mesmo 2 a. C.
Caracteristicas Particulares : Mamoa intacta.
Dados Técnicos :
Materiais :
Bibliografia :
Documentação Gráfica :
Documentação Fotográfica :
Documentação Administrativa : DGEMN: DREMC
Intervenção Realizada :
Observações : *1 - Nunca foi investigada ou sofreu qualquer tipo de intervenção de nível arqueológico. *2 - Tornou-se impossível, dado a falta de tratamento ambiental e depois de vasta procura entre tojo e arvoredo, um registo fotográfico, embora a Câmara Municipal conheça quem a localize exactamente. Sugere-se intervenção imediata e urgente pois a zona está perto de uma lixeira municipal.
Actualização :
*
Casa de Santo António
IPA : Monumento
Nº IPA : 0102010005
Designação : Casa de Santo António
Localização : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso : Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175
Protecção : IIP, Desp. 12 Setembro 1997
Enquadramento : Urbano, flanqueado por casas urbanas com 1 e 3 pisos. Fachada principal virada sobre rua. Do lado esquerdo, um pequeno espaço aberto com acesso através de um portão chapeado, ligeiramente recuado, separa-a da casa seguinte.
Descrição : Planta rectangular, sensivelmente irregular na fachada posterior, composta por ala residencial e capela. Corpos volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de 2 águas. Ala residencial de 2 pisos com fachada principal flanqueada por pilastras toscanas, tendo no 1º, portas simples de verga recta com cornija recta saliente, encimadas por janelas, ritmada e alternadamente, de sacada, sobre modilhões, e com avental decorado com almofadas em losango. À direita, abre-se amplo portão com pilastras e verga recta decorada por frisos e cornija saliente sobrepujada por pináculos e enrolamentos e brasão liso terminado por cruz, ao centro. Segue-se-lhe a capela, com portal de verga recta encimado por cornija e nicho ladeado por enrolamentos; lateralmente, abrem-se janelas com enrolamentos sobre a cornija encimadas por outras molduras curvas. Remate em frontão triangular com óculo no tímpano. Também à direita, adossa-se pano de muro com sineira, fechada posteriormente, de arco pleno, ladeada por volutas invertidas e encimada por pináculos e motivo cílindrico no topo. No interior da capela, coro-alto apoiado em colunas, púlpito no lado da Epístola e 2 altares laterais. Na capela-mor, retábulo de talha com colunas salomónicas com grinaldas.
Utilização Inicial : Residencial
Utilização Actual : Residencial
Propriedade : Privada
Afectação : Sem afectação
Época Construção : Séc. 18
Arquitecto/Construtor/Autor : Desconhecido
Cronologia : Séc. 18, década de 30 - mandada construir pelo capitão João Ferreira da Cruz; 1750 - construção da capela; 1843 - transferidos para a capela, os restos mortais de João Henriques Ferreira (1730 - 1802); 1843, posteriormente - passou para a posse da família Castro e Lemos, tendo sido vendida várias vezes; 1982 - estava ocupado por uma fábrica de camisas.
Tipologia : Arquitectura civil privada, barroca. Palácio urbano barroco com planta rectangular composta por ala residencial e capela integrada na fachada.
Caracteristicas Particulares : Destaca-se a composição decorativa do amplo portão para o pátio interior e a existência de pequena sineira sobre pano de muro adossado ao lado direito da capela.
Dados Técnicos : Paredes autoportantes
Materiais : Granito (cantarias), ferro (gradeamentos), telha de aba e canudo, vidro, madeira (caixilhos), ferro (portão lateral).
Bibliografia : GONÇALVES, A. N., Inventário Artístico de Portugal - VI, Distrito de Aveiro, Zona Sul, Lisboa, 1959, p. 53 - 54; PRATA, José, Nota sobre a Casa de Santo António, em Albergaria-a-Velha, Boletim da Associação deDefesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro, Aveiro, 1981-82, nº 6, p. 7 - 10.
Documentação Gráfica : DGEMN: DSID
Documentação Fotográfica : DGEMN: DSID; IPPAR; ADERAV *1; CMAV
Documentação Administrativa : DGEMN: DSID; IPPAR; ADERAV; CMAV
Intervenção Realizada :
Observações : *1 - Associação de Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro.
Actualização :
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Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços
IPA : Monumento
Nº IPA : 0102050003
Designação : Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços
Localização : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços
Acesso : Lg. do Pelourinho
Protecção : IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933
Enquadramento : Urbano. Isolado em largo levemente arborizado e empedrado modernamente, sem construções destoantes mas não contemporâneas.
Descrição : Soco de três degraus quadrangulares, estrutura integral paralepipédica com base ática tripartida, fuste liso e remate com pseudo-imposta, gola quadrangular e capitel cúbico com duas faces opostas lavradas com escudo, identificando-se um deles como armas nacionais. Inclui ferros de sujeição.
Utilização Inicial : Marco jurisdicional
Utilização Actual : Marco histórico-cultural
Propriedade : Pública: estatal
Afectação : Autarquia local, Artº 3º, Dec. 23 122, 11 Outubro 1933
Época Construção : Séc. 16 (conjectural) / 17
Arquitecto/Construtor/Autor : Desconhecido
Cronologia : 1124 - D. Teresa conceda-lhe carta de doação, que lhe serva de foral; 1514, 22 Mar. - foral manuelino e constituição de Comenda da Ordem de São João do Hospital; 1620 - data inscrita na imposta; 1836 - extinção do concelho
Tipologia : Arquitectura civil pública, maneirista. Pelourinho maneirista do tipo de coluço, deslocado.
Caracteristicas Particulares : Estrutura paralelepipédica
Dados Técnicos : Estrutura autoportante
Materiais : Calcário, tijolo (base)
Bibliografia : GONÇALVES, Nogueira, Inventário Artístico de Portugal. Distrito de Aveiro, VI, Lisboa, 1959, p. 61; CORREIA, Azevedo de, Arte Monumental Portuguesa, Vol. 1, Porto, 1975, p. 33; MALAFAIA, E. B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses. Tentâmen de Inventário Geral, INCM, Lisboa, 1997, p. 212.
Documentação Gráfica :
Documentação Fotográfica : DGEMN: DSID, DREMC
Documentação Administrativa : DGEMN: DREMC
Intervenção Realizada : Câmara Municipal: 1980 - obras de beneficiação na base (colocação de tijolo).
Observações : Em 1963 (DREMC) estava "em regular estado de conservação e situado à margem da Estrada Municipal, no ramal da estrada de Mourisca a Angeja. Base maciça de alvenaria com reboco de cimento, com 1,45 de lado por 0,80 de alto. Necessita substituição da base por degraus de cantaria".
Actualizaçao
ACTUAL/2015 - http://www.monumentos.PT
--0102010004 Mamoa de Açores Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha EN. 1, Lug. de Açores
--0102010005 Casa de Santo António Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175
--0102010006 Casa na estrada de Aveiro / Casa do Mouro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
--0102030002 Pelourinho de Angeja Aveiro, Albergaria-a-Velha, Angeja EN. 16, Lg. da República
--0102050003 Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços Lg. do Pelourinho
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
terça-feira, 9 de junho de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Eleições Autárquicas 1993
Presidente - Rui Pereira Marques (CDS)
Vereadores - Saul Oliveira Silva (CDS), Tércio Melo Silva (CDS), Alberto Camões Sobral (PSD), Fernando Nunes de Almeida (PSD), José Carlos Silva Oliveira (PSD) e José Silva Pedro (PS)
Assembleia Municipal
Joaquim Augusto Ferreira Nadais - Presidente
Mandatos: Janeiro de 1994 a Janeiro de 1998
Constituição da Assembleia:
Presidente: Joaquim Augusto Ferreira Nadais
1ºSecretário: Manuel da Silva Oliveira
2ºSecretário: Maria Assunção Silva Dias
Vogais: Rogério São Bento Camões
Helder Castanheira Santos Rodrigues
José António da Piedade Laranjeira
Manuel Henriques da Conceição Neves
Américo Augusto Pereira Chaló
Augusto Henrique Conceição Pinto da Silva
Ricardo Sérgio de Miranda Tavares
Maximino da Silva Peralta
João Nogueira de Sousa e Melo
António Augusto Brito da Silva
Fernando Alberto Esteves Nogueira da Silva
Armindo Souto Gonçalves Abreu
Jesus Manuel Vidinha Tomás
Delfim dos Santos Bismarck Álvares Ferreira
António Marques Melo
Graça Maria de Andrade Lopes Figueiredo
Mário Jorge Lemos Pinto
Manuel Linhares Martins Mirana
Fernando Nogueira da Silva
Carlos Manuel Melo Mortágua
António Lopes das Neves
Fernando Soares Ferreira
Jorge da Silva Melo
Manuel Martins da Silva
Plácido Melo Silva
Carlos Manuel Silva Nunes
| |
TOTAL FREGUESIAS 8 INSCRITOS 18544
| ------ ASSEMBLEIA MUNICIPAL ------ | -------- CAMARA MUNICIPAL -------- |
| MANDATOS 21 | MANDATOS 7 | |||||||
| VOTANTES | 12430 | 67,0 | VOTANTES | 12430 | 67,0 | |||
| ------------------- | VOTOS | --- | MAND | ------------------- | VOTOS | ----- | - MAND | |
| BRANCOS | 238 | 1,9 | BRANCOS | 194 | 1,6 | |||
| NULOS | 208 | 1,7 | NULOS | 253 | 2,0 | |||
| CDS-PP | 4448 | 35,8 | 8 | CDS-PP | 5493 | 44,2 | 3 | |
| PPD/PSD | 4428 | 35,6 | 8 | PPD/PSD | 4149 | 33,4 | 3 | |
| PS | 2642 | 21,3 | 5 | PS | 1982 | 16,0 | 1 | |
| PCP/PEV | 238 | 1,9 | PCP/PEV | 187 | 1,5 | |||
| PSN | 228 | 1,8 | PSN | 172 | 1,4 | |||
| PRESIDENTE DA CAMARA - CDS-PP | ||||||||
imagens de campanha do PS
http://ephemerajpp.com/2015/06/21/eleicoes-autarquicas-de-1993-albergaria-a-velha-ps/
Imagens de campanha do CDS
sexta-feira, 8 de maio de 2015
A envolvente da antiga Fábrica Alba
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| http://www.prof2000.pt/users/hjco/aderav/patrimonios/Patrim10_185.htm |
ÁREA/ESPAÇO ABRANGIDO
A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado. Através desta empresa, o nome de Albergaria perpetuou-se no mundo, através do mobiliário urbano que se pode ainda ver em muitas cidades e vilas portuguesas e estrangeiras, bem como na ação humanitária, social e cultural do seu principal fundador: Augusto Martins Pereira.
A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira.
ESTADO ATUAL/PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO
Em Abril de 2001, a ALBA foi adquirida pela Metalurgia e Fundição METAFALB, SA, empresa integrada no Grupo DURIT, com a preocupação de recuperar uma indústria com um largo passado de prestígio. Entretanto, a empresa em Albergaria-a-Velha foi desativada, pelo que o edifício está totalmente abandonado, em mau estado de conservação.
O Edifício da Antiga Fabrica Alba (parcela com cerca de 30 mil metros quadrados, dos quais 16 mil são de área coberta) tem nos últimos anos sido objeto de discussão ao nível de eventuais projetos de requalificação, sem que entretanto nenhum tenha sido concretizado.
ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO
A estratégia de intervenção nesta Unidade, procura a Reabilitação do edifício preservando assim uma das principais memorias e um dos mais emblemáticos elementos marcantes da história e da imagem da Cidade.
Para além da reabilitação física da estrutura edificada a estratégia de intervenção incidirá também na reconversão funcional conferindo a este edifício a dignidade própria de outrora. Nesse sentido pretende-se reutilizar parte do Edifício enquanto Unidade Museológica Temática.
A intervenção incidirá ainda na valorização do espaço exterior envolvente, potenciando a criação de zonas de lazer, zonas verdes e estacionamentos públicos.
ARU/2015
A rubrica "Abandonados" da SIC é transmitida quinzenalmente no Jornal da Noite, depois das 20h. A reportagem do próximo domingo, 10 de maio de 2014, é sobre a FÁBRICA ALBA
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segunda-feira, 4 de maio de 2015
Albergaria-a-Velha 2015
ExpoFlorestal - 8 a 10 de Maio 2015
II Festival Pão de Portugal - 5 a 7 de Junho 2015
Albergaria ConVIDA 2015 - 2 a 5 de Julho 2015
Moinhos'2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Painéis Informativos
Ficou interessante a colocação dos painéis informativos junto de alguns edificios emblemáticos de Albergaria-a-Velha nomeadamente junto dos Paços do Concelho, da Junta de Freguesia e Cine Teatro Alba.
Poderia ser interessante saber mais alguma coisa sobre esse projecto. Alguma memória descritiva que tenha sido realizada. Informação sobre quais os edifícios que foram contemplados e se estão previstos mais. Quem fez os desenhos/modelos dos edificios (de quem é o design), etc...
No futuro site da autarquia é provável que apareça alguma da iconografia e os textos presentes nesses painéis mas agora ficava a marca da génese do projecto.
Na Rota dos Moinhos também já tinham sido colocados alguns destes painéis.
Totem de informação turístico-cultural para instalação junto a locais de interesse. - Os desenhos foram realizados no gabinete de projecto da Larus Design Urbano.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
ARU - Unidades de Intervenção
(...) é possível, já em sede de ARU, definir um programa de intervenção mais pormenorizado para as Unidades de Intervenção definidas (...).
Estas unidades de intervenção [UI] correspondem aos principais espaços de vivência urbana e identificadores de lugares de encontro e de sociabilidade urbana (sejam edificado, funções urbanas, valores patrimoniais ou espaços).
São neles que se encontram os principais elementos marcantes da imagem e da identidade da Cidade e representam lugares que encerram história e memória no dinamismo urbanístico da Cidade.
Todas estas unidades de intervenção desempenham, na área alargada, um papel de centralidade urbana e articulam-se através dos arruamentos e dos espaços públicos que as ligam e dos valores patrimoniais (singulares ou conjuntos) que se dispersam e encontram nessa área alargada.
UI 1_ Envolvente das Ruas Santo António, Avenida Napoleão Luíz Ferreira Leão, Rua do Hospital e Rua Mártires da Liberdade;
1. Rua Santo António – É considerada uma das Ruas mais importantes e simbólicas da Cidade de Albergaria-a-Velha, quer pela sua localização, quer pelo seu valor histórico, quer pelo parque edificado que envolve; nela encontra-se a Casa e Capela de Santo António, edifício este classificado como MIP – Monumento de Interesse Publico. A Rua apresenta um perfil reduzido - característica de arruamentos de Zonas Históricas – não tendo capacidade para suportar estacionamento.
O Parque edificado é denso e apresenta alguns edifícios com interesse arquitetónico e cultural, equipamentos e outras construções com intervenções pouco qualificadas onde a sua traça foi pervertida ou adulterada, embora grande parte esteja devoluto e revele sinais de degradação e mau estado de conservação. Os seus proprietários mantem-se expectantes quanto ao seu destino.
Na imagem denota-se um dos principais problemas, a falta de estacionamento, devido ao reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios, assim como, durante o período noturno obstrui a iluminação de piso existente.
2. Casa n.º 34 - Antiga Estalagem dos Padres – propriedade privada – Este edifício localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício de linguagem arquitetónica simples que se desenvolve em três pisos. Apresenta composição simétrica com correspondência entre vãos nos dois últimos andares, o rés-do-chão é rasgado apenas por portas e portões de acesso. A fachada principal é revestida a azulejo de origem, o guarnecimento dos vãos aparece em lintéis simples e retos, a cantaria está aparente nos cunhais e friso; as caixilharias das janelas são de guilhotina em carpintarias monocromáticas.
Sobressai no terceiro piso na zona central da fachada uma porta com sacada protegida em guarda de ferro forjado trabalhado. Este edifício encontra-se degradado e em mau estado de conservação.
3. Casa n.º 29 - Edifício de habitação unifamiliar – propriedade privada. Localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício interessante que se insere no grupo de tipologias de dois pisos com uma marcada horizontalidade. Apresenta embasamento, guarnição dos vãos, sacada e cornija em cantaria de granito. As caixilharias são em madeira de duas folhas batente. A sacada no primeiro piso alberga dois vãos e está protegida por guardas em ferro forjado trabalhado. Atualmente esta habitação apresenta sinais de insalubridade e mau estado de conservação. Existe projeto de entidade privada para ampliação e reabilitação da habitação unifamiliar.
4. Casa e Capela de Santo António – Imóvel Classificado como Monumento de Interesse Publico (MIP), situa-se na Rua de Santo António, é considerada uma das mais simbólicas e emblemáticas construções do Concelho de Albergaria-a-Velha, é uma construção de tipo provincial, possui uma ampla fachada principal virada sobre a rua e está dividida em três setores, ala residencial, portão nobre e Capela. Existe projeto de entidade privada para reabilitação e transformação do edificado numa instituição de crianças e idosos.
5. Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão – É uma das Avenidas principais mais importantes do centro da Cidade. Num dos extremos remata na Praça /Jardim Ferreira Tavares / Edifício dos Paços do Concelho. Nesta se concentram diversos estabelecimentos comerciais e de serviços de grande relevância. Apresenta um só sentido e faixas de estacionamento de ambos os lados, tornando-se excessivo e retirando o protagonismo ao uso pedonal. Avenida sem zonas de esplanada e de lazer.
6. Rua Mártires da Liberdade – corresponde ao primeiro troço antes da Rua de Santo António. Na imagem mostra o reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios. Nesta Rua localiza-se a capela do Mártir São Sebastião. Verifica-se uma falta de dinamismo na Rua, ausência de espaços de lazer, associado à degradação do parque edificado envolvente e ao número significativo de edifício devolutos.
7. Rua do Hospital – É uma das Ruas mais importantes da Cidade e de história marcante, delimitada pelo Largo Primeiro de Dezembro e a Rua Dr. Alexandre Albuquerque. É nesta Rua que se localiza um dos Edifícios mais emblemáticos do Concelho, o Palacete da Boa Vista adaptado a Biblioteca Municipal. A conflitualidade entre veículo e peão é presente em todos os seus pontos, dado o volume de trafego que apresenta. Verifica-se a ausência de espaços de lazer, iluminação deficiente e intervenções desqualificadas no parque edificado.
UI 2_ Envolvente da Rua Eng.º. Duarte Pacheco e Rua Dr. José Henriques;
Foi incluído na zona de intervenção 2, a Rua Eng.º. Duarte Pacheco e a Rua Dr. José Henriques, que liga o Velho Quartel dos Bombeiros ao Posto da GNR.
Esta área integra alguns equipamentos de utilização pública tais como a Igreja Matriz, o Centro Paroquial, parque infantil, lavadouro e um dos Edifícios notáveis da Cidade (Casa da Quinta da Fonte).
UI 3_ Envolvente da Praça Fernando Pessoa e das Ruas Prof. Egas Moniz e 25 de Abril;
Foi incluído na zona de intervenção 3, a Praça Fernando Pessoa, a Rua Prof. Egas Moniz e a Rua 25 de Abril.
http://novos-arruamentos.blogspot.pt/2015/03/novos-arruamentos_26.html
UI 4_ A envolvente da antiga Fábrica Alba;
A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado.
A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira
UI 5_ Envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares;
Foi incluído na zona de intervenção 5, a envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares.
Trata-se de dois dos espaços públicos mais importantes do Município. Localizam-se no Centro Cívico e no coração da Cidade e relacionam-se diretamente e funcionalmente com os equipamentos públicos estruturantes (Câmara Municipal, Cine Teatro Alba, Tribunal).
A sua importância funcional motivou e motiva a presença de inúmeros estabelecimentos comerciais e de serviços na envolvente. Trata-se de espaços bem conservados tendo recentemente sido intervencionada a Alameda 5 de Outubro em processo de regeneração que envolve demolições de edificações e requalificação urbana.
UI 6_ Envolvente da Rua Gonçalo Eriz e Bairro das Lameirinhas.
A Rua Gonçalo Eriz constitui um dos principais eixos urbanos, que estabelece a ligação entre a Igreja Matriz e o Cemitério e o núcleo antigo de Assilhó, lugar de marcante ancestralidade histórica de Albergaria-a-Velha. Atualmente apresenta disfuncionalidades urbanísticas (excesso de tráfego para o perfil que evidencia, ausência de passeios, descaracterização do edificado, défice de iluminação e ausência de mobiliário urbano).
Trata-se de um eixo viário importante uma vez que é uma passagem (quase obrigatória) dos transportes públicos, circunstância esta que associada as características do reduzido perfil causa inúmeros conflitos.
O Bairro das Lameirinhas constitui um “Bairro Social” dos anos 80 localizado na Rua das Lameirinhas na zona central da Cidade, evidencia um estado de degradação significativo, com reflexos negativos na imagem da cidade. O caracter social do Bairro tem originado problemas sociais disfuncionais que importa atenuar ou eliminar.
A regeneração preocupada com as questões ambientais e sustentabilidade impôs recente necessidade de intervenção.
ARU/2015
Estas unidades de intervenção [UI] correspondem aos principais espaços de vivência urbana e identificadores de lugares de encontro e de sociabilidade urbana (sejam edificado, funções urbanas, valores patrimoniais ou espaços).
São neles que se encontram os principais elementos marcantes da imagem e da identidade da Cidade e representam lugares que encerram história e memória no dinamismo urbanístico da Cidade.
Todas estas unidades de intervenção desempenham, na área alargada, um papel de centralidade urbana e articulam-se através dos arruamentos e dos espaços públicos que as ligam e dos valores patrimoniais (singulares ou conjuntos) que se dispersam e encontram nessa área alargada.
UI 1_ Envolvente das Ruas Santo António, Avenida Napoleão Luíz Ferreira Leão, Rua do Hospital e Rua Mártires da Liberdade;
1. Rua Santo António – É considerada uma das Ruas mais importantes e simbólicas da Cidade de Albergaria-a-Velha, quer pela sua localização, quer pelo seu valor histórico, quer pelo parque edificado que envolve; nela encontra-se a Casa e Capela de Santo António, edifício este classificado como MIP – Monumento de Interesse Publico. A Rua apresenta um perfil reduzido - característica de arruamentos de Zonas Históricas – não tendo capacidade para suportar estacionamento.
O Parque edificado é denso e apresenta alguns edifícios com interesse arquitetónico e cultural, equipamentos e outras construções com intervenções pouco qualificadas onde a sua traça foi pervertida ou adulterada, embora grande parte esteja devoluto e revele sinais de degradação e mau estado de conservação. Os seus proprietários mantem-se expectantes quanto ao seu destino.
Na imagem denota-se um dos principais problemas, a falta de estacionamento, devido ao reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios, assim como, durante o período noturno obstrui a iluminação de piso existente.
2. Casa n.º 34 - Antiga Estalagem dos Padres – propriedade privada – Este edifício localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício de linguagem arquitetónica simples que se desenvolve em três pisos. Apresenta composição simétrica com correspondência entre vãos nos dois últimos andares, o rés-do-chão é rasgado apenas por portas e portões de acesso. A fachada principal é revestida a azulejo de origem, o guarnecimento dos vãos aparece em lintéis simples e retos, a cantaria está aparente nos cunhais e friso; as caixilharias das janelas são de guilhotina em carpintarias monocromáticas.
Sobressai no terceiro piso na zona central da fachada uma porta com sacada protegida em guarda de ferro forjado trabalhado. Este edifício encontra-se degradado e em mau estado de conservação.
3. Casa n.º 29 - Edifício de habitação unifamiliar – propriedade privada. Localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício interessante que se insere no grupo de tipologias de dois pisos com uma marcada horizontalidade. Apresenta embasamento, guarnição dos vãos, sacada e cornija em cantaria de granito. As caixilharias são em madeira de duas folhas batente. A sacada no primeiro piso alberga dois vãos e está protegida por guardas em ferro forjado trabalhado. Atualmente esta habitação apresenta sinais de insalubridade e mau estado de conservação. Existe projeto de entidade privada para ampliação e reabilitação da habitação unifamiliar.
4. Casa e Capela de Santo António – Imóvel Classificado como Monumento de Interesse Publico (MIP), situa-se na Rua de Santo António, é considerada uma das mais simbólicas e emblemáticas construções do Concelho de Albergaria-a-Velha, é uma construção de tipo provincial, possui uma ampla fachada principal virada sobre a rua e está dividida em três setores, ala residencial, portão nobre e Capela. Existe projeto de entidade privada para reabilitação e transformação do edificado numa instituição de crianças e idosos.
5. Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão – É uma das Avenidas principais mais importantes do centro da Cidade. Num dos extremos remata na Praça /Jardim Ferreira Tavares / Edifício dos Paços do Concelho. Nesta se concentram diversos estabelecimentos comerciais e de serviços de grande relevância. Apresenta um só sentido e faixas de estacionamento de ambos os lados, tornando-se excessivo e retirando o protagonismo ao uso pedonal. Avenida sem zonas de esplanada e de lazer.
6. Rua Mártires da Liberdade – corresponde ao primeiro troço antes da Rua de Santo António. Na imagem mostra o reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios. Nesta Rua localiza-se a capela do Mártir São Sebastião. Verifica-se uma falta de dinamismo na Rua, ausência de espaços de lazer, associado à degradação do parque edificado envolvente e ao número significativo de edifício devolutos.
7. Rua do Hospital – É uma das Ruas mais importantes da Cidade e de história marcante, delimitada pelo Largo Primeiro de Dezembro e a Rua Dr. Alexandre Albuquerque. É nesta Rua que se localiza um dos Edifícios mais emblemáticos do Concelho, o Palacete da Boa Vista adaptado a Biblioteca Municipal. A conflitualidade entre veículo e peão é presente em todos os seus pontos, dado o volume de trafego que apresenta. Verifica-se a ausência de espaços de lazer, iluminação deficiente e intervenções desqualificadas no parque edificado.
UI 2_ Envolvente da Rua Eng.º. Duarte Pacheco e Rua Dr. José Henriques;
Foi incluído na zona de intervenção 2, a Rua Eng.º. Duarte Pacheco e a Rua Dr. José Henriques, que liga o Velho Quartel dos Bombeiros ao Posto da GNR.
Esta área integra alguns equipamentos de utilização pública tais como a Igreja Matriz, o Centro Paroquial, parque infantil, lavadouro e um dos Edifícios notáveis da Cidade (Casa da Quinta da Fonte).
UI 3_ Envolvente da Praça Fernando Pessoa e das Ruas Prof. Egas Moniz e 25 de Abril;
Foi incluído na zona de intervenção 3, a Praça Fernando Pessoa, a Rua Prof. Egas Moniz e a Rua 25 de Abril.
http://novos-arruamentos.blogspot.pt/2015/03/novos-arruamentos_26.html
UI 4_ A envolvente da antiga Fábrica Alba;
A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado.
A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira
UI 5_ Envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares;
Foi incluído na zona de intervenção 5, a envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares.
Trata-se de dois dos espaços públicos mais importantes do Município. Localizam-se no Centro Cívico e no coração da Cidade e relacionam-se diretamente e funcionalmente com os equipamentos públicos estruturantes (Câmara Municipal, Cine Teatro Alba, Tribunal).
A sua importância funcional motivou e motiva a presença de inúmeros estabelecimentos comerciais e de serviços na envolvente. Trata-se de espaços bem conservados tendo recentemente sido intervencionada a Alameda 5 de Outubro em processo de regeneração que envolve demolições de edificações e requalificação urbana.
UI 6_ Envolvente da Rua Gonçalo Eriz e Bairro das Lameirinhas.
A Rua Gonçalo Eriz constitui um dos principais eixos urbanos, que estabelece a ligação entre a Igreja Matriz e o Cemitério e o núcleo antigo de Assilhó, lugar de marcante ancestralidade histórica de Albergaria-a-Velha. Atualmente apresenta disfuncionalidades urbanísticas (excesso de tráfego para o perfil que evidencia, ausência de passeios, descaracterização do edificado, défice de iluminação e ausência de mobiliário urbano).
Trata-se de um eixo viário importante uma vez que é uma passagem (quase obrigatória) dos transportes públicos, circunstância esta que associada as características do reduzido perfil causa inúmeros conflitos.
O Bairro das Lameirinhas constitui um “Bairro Social” dos anos 80 localizado na Rua das Lameirinhas na zona central da Cidade, evidencia um estado de degradação significativo, com reflexos negativos na imagem da cidade. O caracter social do Bairro tem originado problemas sociais disfuncionais que importa atenuar ou eliminar.
A regeneração preocupada com as questões ambientais e sustentabilidade impôs recente necessidade de intervenção.
ARU/2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Património Relevante
PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO RELEVANTE
1 – Casa com Nº 1 – Rua Santo António e Rua Almirante Reis
2 – Casa e Capela de Santo António – Rua de Santo António
3 – Casa do antigo Posto Médico – Rua de Santo António
4 – Castelo da Boa Vista (Biblioteca Municipal) – Praça Dona Tereza/Rua do Hospital
5 – Casa Nº 8 – a 8ª – Praça Ferreira Tavares
6 – Casa Quinta da Fonte – Rua Eng.º. Duarte Pacheco
7 – Casa do Mouro – Rua Dr. José Henriques
8 – Casa da Família Vidal – Praça Ferreira Tavares
Os valores patrimoniais presentes na área de intervenção da ARU conferem a esta área central um interesse acrescido pois representam testemunhos relevantes da história e da memória coletiva da Cidade. Referenciamos oitos elementos patrimoniais marcantes que ajudam a afirmar a identidade e a imagem da cidade. Trata-se de elementos referenciadores do espaço e do tempo e conferem ao centro da cidade elementos de referência facilmente identificáveis e reconhecidos por todos.
1 – Casa com Nº 1 – Rua Santo António e Rua Almirante Reis
A Casa com n.º 1 é um edifício de gaveto que se localiza nas Ruas de Santo António e na Rua Almirante Reis, no Centro da Cidade de Albergaria-a-Velha. A sua construção remonta ao século XX. É um exemplar que se insere na arquitetura caraterística dos “Torna Viagem”.
O edifício pertenceu à Senhora Luísa Vidal e ao Arquiteto Viriato da Silva Vidal, que, para além de proprietário, foi o autor do projeto.
O edifício desenvolve-se em três pisos, claramente assinalados nas fachadas, fazendo a distinção e a separação entre eles com friso e cunhais de proporções muito elegantes.
2 – Casa e Capela de Santo António – Rua de Santo António
A Casa e Capela de Santo António situam-se na Rua de Santo António, no Centro da Cidade de Albergaria-a-Velha. É considerada uma das mais emblemáticas construções do Concelho e foi mandada edificar no final da década de 30 do século XVIII, pelo Capitão Dr. João Ferreira da Cruz. Em 1843 passou para a posse da família Castro e Lemos, tendo sido vendida várias vezes. No ano de 1967 é adquirida por Francisco de Jesus Rodrigues da Silva, adaptando-a interiormente para casa de comércio e indústria de confeções, preservando somente a fachada, a Capela e algumas divisões; em 1982 estava ocupada ainda por uma fábrica de camisas.
É uma construção de tipo provincial, flanqueada por casas urbanas de 1 e 3 pisos. A ampla fachada principal é virada sobre a rua e está dividida em três setores, partindo no Norte: ala residencial, portão nobre e capela.
O edifício apresenta planta retangular, sensivelmente irregular na fachada posterior. A ala residencial e a Capela são corpos volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de 2 águas. A ala residencial tem dois pisos com fachada principal flanqueada por pilastras toscanas. É composta de cinco vãos, tanto num como noutro piso, tendo no primeiro piso, portas simples de verga reta saliente, encimadas por janelas.
A Capela de nave única e capela-mor. É de construção posterior à casa, tendo inscrita na fachada a data de 1750.
A Casa de Santo António está classificada como M.I.P – Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 144/2014, Diário da República, 2ª Série – N.º37 – 21 de fevereiro.
Ainda é de acrescentar, que foi fixada na envolvente à Casa de Santo António, uma ZEP – Zona Especial de Proteção, Anúncio n.º59/2013, Diário da República, 2.ª Série, N.º 27, de 7 de fevereiro de 2013.
3 – Casa do antigo Posto Médico – Rua de Santo António
A Casa onde em tempo passado se instalou o Posto Médico, localiza-se na Rua Santo António, no centro da Cidade e na ZEP - Zona Especial de Proteção.
É um edifício do início do século XX, concretamente do ano de 1901. Desenvolve-se em dois pisos, a fachada principal é simétrica, tripartida, marcada por colunas que evidenciam o núcleo central da mesma.
A influência da corrente artística de Arte Nova é presente não só nos gradeamentos em ferro forjado que aparecem nas sacadas e parapeitos, mas principalmente nos florões que encimam os lintéis em arco completo dos vãos do núcleo central da fachada.
4 – Castelo da Boa Vista (Biblioteca Municipal) – Praça Dona Tereza/Rua do Hospital
O Castelo da Boa Vista / Biblioteca Municipal, localiza-se numa Quinta na Praça Dona Tereza e na Rua do Hospital, no centro do Município. Data do início do século XX.
É um edifício singular, mandado construir, no ano de 1900, pelo empresário João Patrício Alvarez Ferreira como casa de veraneio. Mostra linguagens arquitetónicas e correntes artísticas distintas, procurando manter o equilíbrio neoclássico com destaque do frontão e a arquitetura militar, com uma espécie de muralha com torres.
Neste momento, é propriedade do Município e foi alvo de obras de requalificação para a instalação da nova Biblioteca Municipal.
5 – Casa Nº 8 – a 8ª – Praça Ferreira Tavares
A Casa Nº8 – 8ª - localiza-se na Praça Ferreira Tavares, no coração urbano da Cidade, junto à Câmara Municipal.
Pertenceu a um conceituado estudioso local, Dr. António de Pinho e considera-se uma das mais exuberantes manifestações de Arte Nova da Cidade. As estruturas são em granito de bom lavrado, tratando, no geral, temática floral e conchas.
O alçado principal é ostentoso sendo no primeiro andar onde se concentra a maior riqueza decorativa. A fachada apresenta dois conjuntos de janelas geminadas e amplas, ladeando o portal ao centro, no qual se inscrevem duas portas. Por cima deste, assenta a varanda nobre da casa para onde se abrem três janelas, maior a do centro e convertida em porta.
6 – Casa Quinta da Fonte – Rua Eng.º. Duarte Pacheco
A Casa Quinta da Fonte, localizada na Rua Engenheiro Duarte Pacheco, considerada um grande exemplar de Arquitetura Civil, residencial e vernácula, é um edifício de dois pisos, composto por dois corpos, casa principal e celeiro, de planta em L.
Arquitetura do Século XVIII, alinha-se na fachada principal quatro janelas e uma sacada média; os vãos estão protegidos por caixilharia de madeira pintada com cor branca e moldura exterior pintada de cor verde; a fachada da direita segue a mesma ideologia.
7 – Casa do Mouro – Rua Dr. José Henriques
A Casa do Mouro, é um edifício de gaveto situado no ângulo das ruas Dr. José Henriques e Dr. Alexandre de Albuquerque; enquadrada num espaço urbano, reúne-se com casas de 1 a 2 pisos. A sua utilização atual é comercial e residencial. Data dos finais do século XVIII, embora já tenha sofrido alterações com acrescentos nas fachadas laterais.
8 – Casa da Família Vidal – Praça Ferreira Tavares
A Casa da família Vidal, insere-se também no Centro da Cidade, na Praça Ferreira Tavares. Constitui, tal como a casa anterior, uma referência de grande valor na corrente artística da Arte Nova. É uma obra de arquitetura de traçado simples, que se desenvolve em dois corpos, um avançado sobre a praça e outro, recuado, no qual se insere uma singela escadaria com o seu gradeamento em ferro forjado, continuada em varanda ampla, aberta e guarnecida, também em ferro forjado da época.
A fachada do corpo recuado era originalmente pintada com temática de flores e nenúfares em que se movimentam gansos brancos; no entanto, foi repintada em 1991, sem a força original, o que lhe conferia especial requinte, na tradição de uma família que se afirmava culta nas artes, música, literatura, pintura e arquitetura.
ARU/2015
1 – Casa com Nº 1 – Rua Santo António e Rua Almirante Reis
2 – Casa e Capela de Santo António – Rua de Santo António
3 – Casa do antigo Posto Médico – Rua de Santo António
4 – Castelo da Boa Vista (Biblioteca Municipal) – Praça Dona Tereza/Rua do Hospital
5 – Casa Nº 8 – a 8ª – Praça Ferreira Tavares
6 – Casa Quinta da Fonte – Rua Eng.º. Duarte Pacheco
7 – Casa do Mouro – Rua Dr. José Henriques
8 – Casa da Família Vidal – Praça Ferreira Tavares
Os valores patrimoniais presentes na área de intervenção da ARU conferem a esta área central um interesse acrescido pois representam testemunhos relevantes da história e da memória coletiva da Cidade. Referenciamos oitos elementos patrimoniais marcantes que ajudam a afirmar a identidade e a imagem da cidade. Trata-se de elementos referenciadores do espaço e do tempo e conferem ao centro da cidade elementos de referência facilmente identificáveis e reconhecidos por todos.
1 – Casa com Nº 1 – Rua Santo António e Rua Almirante Reis
A Casa com n.º 1 é um edifício de gaveto que se localiza nas Ruas de Santo António e na Rua Almirante Reis, no Centro da Cidade de Albergaria-a-Velha. A sua construção remonta ao século XX. É um exemplar que se insere na arquitetura caraterística dos “Torna Viagem”.
O edifício pertenceu à Senhora Luísa Vidal e ao Arquiteto Viriato da Silva Vidal, que, para além de proprietário, foi o autor do projeto.
O edifício desenvolve-se em três pisos, claramente assinalados nas fachadas, fazendo a distinção e a separação entre eles com friso e cunhais de proporções muito elegantes.
2 – Casa e Capela de Santo António – Rua de Santo António
A Casa e Capela de Santo António situam-se na Rua de Santo António, no Centro da Cidade de Albergaria-a-Velha. É considerada uma das mais emblemáticas construções do Concelho e foi mandada edificar no final da década de 30 do século XVIII, pelo Capitão Dr. João Ferreira da Cruz. Em 1843 passou para a posse da família Castro e Lemos, tendo sido vendida várias vezes. No ano de 1967 é adquirida por Francisco de Jesus Rodrigues da Silva, adaptando-a interiormente para casa de comércio e indústria de confeções, preservando somente a fachada, a Capela e algumas divisões; em 1982 estava ocupada ainda por uma fábrica de camisas.
É uma construção de tipo provincial, flanqueada por casas urbanas de 1 e 3 pisos. A ampla fachada principal é virada sobre a rua e está dividida em três setores, partindo no Norte: ala residencial, portão nobre e capela.
O edifício apresenta planta retangular, sensivelmente irregular na fachada posterior. A ala residencial e a Capela são corpos volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de 2 águas. A ala residencial tem dois pisos com fachada principal flanqueada por pilastras toscanas. É composta de cinco vãos, tanto num como noutro piso, tendo no primeiro piso, portas simples de verga reta saliente, encimadas por janelas.
A Capela de nave única e capela-mor. É de construção posterior à casa, tendo inscrita na fachada a data de 1750.
A Casa de Santo António está classificada como M.I.P – Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 144/2014, Diário da República, 2ª Série – N.º37 – 21 de fevereiro.
Ainda é de acrescentar, que foi fixada na envolvente à Casa de Santo António, uma ZEP – Zona Especial de Proteção, Anúncio n.º59/2013, Diário da República, 2.ª Série, N.º 27, de 7 de fevereiro de 2013.
3 – Casa do antigo Posto Médico – Rua de Santo António
A Casa onde em tempo passado se instalou o Posto Médico, localiza-se na Rua Santo António, no centro da Cidade e na ZEP - Zona Especial de Proteção.
É um edifício do início do século XX, concretamente do ano de 1901. Desenvolve-se em dois pisos, a fachada principal é simétrica, tripartida, marcada por colunas que evidenciam o núcleo central da mesma.
A influência da corrente artística de Arte Nova é presente não só nos gradeamentos em ferro forjado que aparecem nas sacadas e parapeitos, mas principalmente nos florões que encimam os lintéis em arco completo dos vãos do núcleo central da fachada.
4 – Castelo da Boa Vista (Biblioteca Municipal) – Praça Dona Tereza/Rua do Hospital
O Castelo da Boa Vista / Biblioteca Municipal, localiza-se numa Quinta na Praça Dona Tereza e na Rua do Hospital, no centro do Município. Data do início do século XX.
É um edifício singular, mandado construir, no ano de 1900, pelo empresário João Patrício Alvarez Ferreira como casa de veraneio. Mostra linguagens arquitetónicas e correntes artísticas distintas, procurando manter o equilíbrio neoclássico com destaque do frontão e a arquitetura militar, com uma espécie de muralha com torres.
Neste momento, é propriedade do Município e foi alvo de obras de requalificação para a instalação da nova Biblioteca Municipal.
5 – Casa Nº 8 – a 8ª – Praça Ferreira Tavares
A Casa Nº8 – 8ª - localiza-se na Praça Ferreira Tavares, no coração urbano da Cidade, junto à Câmara Municipal.
Pertenceu a um conceituado estudioso local, Dr. António de Pinho e considera-se uma das mais exuberantes manifestações de Arte Nova da Cidade. As estruturas são em granito de bom lavrado, tratando, no geral, temática floral e conchas.
O alçado principal é ostentoso sendo no primeiro andar onde se concentra a maior riqueza decorativa. A fachada apresenta dois conjuntos de janelas geminadas e amplas, ladeando o portal ao centro, no qual se inscrevem duas portas. Por cima deste, assenta a varanda nobre da casa para onde se abrem três janelas, maior a do centro e convertida em porta.
6 – Casa Quinta da Fonte – Rua Eng.º. Duarte Pacheco
A Casa Quinta da Fonte, localizada na Rua Engenheiro Duarte Pacheco, considerada um grande exemplar de Arquitetura Civil, residencial e vernácula, é um edifício de dois pisos, composto por dois corpos, casa principal e celeiro, de planta em L.
Arquitetura do Século XVIII, alinha-se na fachada principal quatro janelas e uma sacada média; os vãos estão protegidos por caixilharia de madeira pintada com cor branca e moldura exterior pintada de cor verde; a fachada da direita segue a mesma ideologia.
7 – Casa do Mouro – Rua Dr. José Henriques
A Casa do Mouro, é um edifício de gaveto situado no ângulo das ruas Dr. José Henriques e Dr. Alexandre de Albuquerque; enquadrada num espaço urbano, reúne-se com casas de 1 a 2 pisos. A sua utilização atual é comercial e residencial. Data dos finais do século XVIII, embora já tenha sofrido alterações com acrescentos nas fachadas laterais.
8 – Casa da Família Vidal – Praça Ferreira Tavares
A Casa da família Vidal, insere-se também no Centro da Cidade, na Praça Ferreira Tavares. Constitui, tal como a casa anterior, uma referência de grande valor na corrente artística da Arte Nova. É uma obra de arquitetura de traçado simples, que se desenvolve em dois corpos, um avançado sobre a praça e outro, recuado, no qual se insere uma singela escadaria com o seu gradeamento em ferro forjado, continuada em varanda ampla, aberta e guarnecida, também em ferro forjado da época.
A fachada do corpo recuado era originalmente pintada com temática de flores e nenúfares em que se movimentam gansos brancos; no entanto, foi repintada em 1991, sem a força original, o que lhe conferia especial requinte, na tradição de uma família que se afirmava culta nas artes, música, literatura, pintura e arquitetura.
ARU/2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Toponimia 1910
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| Placa da Rua Rodrigues de Freitas |
Em sessão ordinária de 14 de Dezembro de 1910, a Comissão Municipal Republicana (... ) deliberou alterar a nomenclatura das ruas de Albergaria-a-Velha. Pelo presidente foi dito que nem todas as denominações escolhidas pelas veriações transatas tiveram a consagração geral. Há pois necessidade de substituir os nomes não consagrados por outros da denominação de muitas outras ruas e finalmente da designação de todas por uma forma inalterável e duradoura.
Respeitando as denominações consagradas tais como Martyres da Liberdade, Santo António, Hospital, Dr. José Henriques, Castro Mattoso, Gonçalo Eriz, Fonte, Serpa Pinto, Santa Cruz e Cruzes proponho que a todas as outras, fossem dados os seguintes nomes:
ANTIGAS DESIGNAÇÕES --------------------- NOVAS DESIGNAÇÕES
AVENIDA QUILLINAN ----------------------- AVENIDA DA LIBERDADE (778)
PRAÇA NOVA ------------------------------ PRAÇA FERREIRA TAVARES (779)
LARGO DO CHAFARIZ ----------------------- LARGO DA REPÚBLICA (780)
PRAÇA VELHA ----------------------------- PRAÇA D. TERESA
RUA DA ESTAÇÃO ------------------------- AVENIDA DO VALE DO VOUGA (781)
RUA BARROS GOMES ------------------------ RUA ALMIRANTE REIS
LARGO DO COMENDADOR --------------------- LARGO 5 DE OUTUBRO (782)
RUA DE CAMPINHO ------------------------- RUA DA REVOLUÇÃO (783)
RUA DE CIMA (784) ----------------------- RUA 1.° DE DEZEMBRO (785)
RUA DOS PAÇOS DO CONCELHO ÀS TRAPAS ----- RUA MIGUEL BOMBARDA
RUA DAS TRAPAS AO CEMITÉRIO ------------- RUA ELIAS GARCIA
RUA DOS PELÂMES ------------------------- RUA VASCO DA GAMA
RUA DO MATINHO (786) -------------------- RUA CAMÕES
RUA DA CACIEIRA (787) ------------------- RUA MARQUÊS DE POMBAL
RUA DO CORTÍNHAL (788) ------------------ RUA JOSÉ FALCÃO
VIELA DAS ALMAS (789) ------------------- RUA RODRIGUES DE FREITAS
RUA DAS BÓCAS (790) --------------------- RUA TRINDADE COELHO
RUA DO JOGO ----------------------------- RUA EÇA DE QUEIRÓS
RUA DO DOURADO -------------------------- RUA LATINO COELHO (791)
RUA DA CRUZINHA ------------------------- RUA DA LAPA
778 - Na década de 40 passou a designar-se por Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão.
779 - Nome pelo qual também já era denominada desde 1889.
780 - Na década de 40 passou a designar-se por Largo 1.° de Dezembro.
781 - Pequena rua que ligava a Praça Ferreira Tavares à estação do cominho de ferro.
782 - Posteriormente designada Praça Conselheiro Alexandre Sousa e Melo.
783 - Posteriormente designada parcialmente por Rua Eng.' Duarte Pacheco.
784 - Apenas até à Viela da Bouça. Daqui até ao Rodêlo, designava-se Rua do Pinheiro Manso.
785 - Uma parte desta rua viria designar-se na década de 40 Rua Dr. Alexandre de Albuquerque.
786 - Ligava a Rua de Campinho à Rua das Cruzes.
787 - Ia da Capela do Senhor da Santa Cruz às Urgueiras.
788 - Ou Cortinhais.
789 - Paralela à rua anterior.
790 - Viela com início no Largo Conselheiro Alexandre Sousa e Melo.
791 - A actual Rua Eça de Queiróz engloba esta artéria e a anterior. A Rua Latino Coelho desapareceu dando origem à Travessa Eça de Queiróz.
A comissão não só concorda com a conservação das antigas denominações que entenda dever respeitar, como com as alterações e substituições agora indicadas pelo presidente e para umas e outras possam ter carácter defenitivo e duradouro, resolve que desde já feita a aquisição de chapas com os nomes propostos.
Acta de 14/12/1910
Informação retirada do livro "Albergaria-a-Velha 1910 - Da Monarquia à República"
RUAS QUE MANTIVERAM A SUA DESIGNAÇÃO
MARTYRES DA LIBERDADE
SANTO ANTÓNIO
HOSPITAL
DR. JOSÉ HENRIQUES
CASTRO MATTOSO
GONÇALO ERIZ
FONTE
SERPA PINTO
SANTA CRUZ
CRUZES
quinta-feira, 26 de março de 2015
Novos Arruamentos
ÁREA/ESPAÇO ABRANGIDO
Foi incluído na zona de intervenção 3, a Praça Fernando Pessoa, a Rua Prof. Egas Moniz e a Rua 25 de Abril.
ESTADO ATUAL/PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO
Esta Unidade de intervenção insere-se no “coração” da Cidade, corresponde a uma centralidade urbana onde a função residencial “convive” com um nível de densidade significativa de atividades comerciais, de serviços e equipamentos públicos estruturantes, tais como o Centro Escolar, Piscinas Municipais, Centro de Saúde, equipamentos desportivos e a incubadora de empresas.
A Praça Fernando Pessoa constitui o elemento “âncora” para o desenvolvimento das áreas que lhe são adjacentes, para, por contágio, espalhar a concretização de novos padrões urbanos para toda a malha urbana.
Esta área tem vindo a ser descaraterizada nas últimas décadas pela desqualificação do parque edificado (edifícios de fraca qualidade arquitetónica e construtiva), degradação das vias, deformação e mau estado de conservação dos passeios e faixas de estacionamento, iluminação pública desajustada, arvoredo descaracterizado, sem conforto para a permanência de pessoas.
A dimensão e a função urbana da Praça (e respetiva envolvente) justificam uma intervenção integrada ao nível do ordenamento e estruturação do tecido Urbana.
ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO
A estratégia de intervenção sobre esta unidade deve incidir preferencialmente nas seguintes preocupações:
. Desenvolver / incrementar uma imagem urbana que traduza o contexto de modernidade próprio dos lugares centrais;
. Estabelecer a articulação / ligação com outras centralidades;
. Promover condições de atratividade que favoreçam a fixação de pessoas e atividades num ambiente de sociabilidade / vivência urbana qualificada;
. Compatibilização entre diferentes modos de circulação prosseguindo objetivos de “acessibilidade universal” privilegiando os tipos de pavimentos adequados, e disciplinando as questões do estacionamento, favorecendo os modos de circulação ciclo/pedonal;
. Reestruturação dos principais sítios / lugares de encontro e de sociabilidade urbana (largos, praças, jardins), criando condições que promovam a animação e vivencia urbana (atraindo e fixando pessoas e atividades);
. Instalação / modernização de mobiliário que favoreça a afirmação de uma imagem urbana mais qualificada e a inclusão social;
. A qualificação ambiental da área, dispondo elementos de recolha dos lixos dentro do quadro geral da cidade, ao mesmo tempo que se promove a organização dos espaços verdes em função da estrutura arbórea existente;
. A valorização de elementos patrimoniais, e outros que constituem referências marcantes da memória e história da Cidade;
. A valorização da estrutura edificada promovendo obras de reconstrução, remodelação, recuperação e conservação;
. Criar zonas de estacionamento na zona envolvente.
fonte: PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA [ARU] DA ÁREA CENTRAL DA CIDADE DE ALBERGARIA-A-VELHA (MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA) - Janeiro 2015
Foi incluído na zona de intervenção 3, a Praça Fernando Pessoa, a Rua Prof. Egas Moniz e a Rua 25 de Abril.
ESTADO ATUAL/PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO
Esta Unidade de intervenção insere-se no “coração” da Cidade, corresponde a uma centralidade urbana onde a função residencial “convive” com um nível de densidade significativa de atividades comerciais, de serviços e equipamentos públicos estruturantes, tais como o Centro Escolar, Piscinas Municipais, Centro de Saúde, equipamentos desportivos e a incubadora de empresas.
A Praça Fernando Pessoa constitui o elemento “âncora” para o desenvolvimento das áreas que lhe são adjacentes, para, por contágio, espalhar a concretização de novos padrões urbanos para toda a malha urbana.
Esta área tem vindo a ser descaraterizada nas últimas décadas pela desqualificação do parque edificado (edifícios de fraca qualidade arquitetónica e construtiva), degradação das vias, deformação e mau estado de conservação dos passeios e faixas de estacionamento, iluminação pública desajustada, arvoredo descaracterizado, sem conforto para a permanência de pessoas.
A dimensão e a função urbana da Praça (e respetiva envolvente) justificam uma intervenção integrada ao nível do ordenamento e estruturação do tecido Urbana.
ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO
A estratégia de intervenção sobre esta unidade deve incidir preferencialmente nas seguintes preocupações:
. Desenvolver / incrementar uma imagem urbana que traduza o contexto de modernidade próprio dos lugares centrais;
. Estabelecer a articulação / ligação com outras centralidades;
. Promover condições de atratividade que favoreçam a fixação de pessoas e atividades num ambiente de sociabilidade / vivência urbana qualificada;
. Compatibilização entre diferentes modos de circulação prosseguindo objetivos de “acessibilidade universal” privilegiando os tipos de pavimentos adequados, e disciplinando as questões do estacionamento, favorecendo os modos de circulação ciclo/pedonal;
. Reestruturação dos principais sítios / lugares de encontro e de sociabilidade urbana (largos, praças, jardins), criando condições que promovam a animação e vivencia urbana (atraindo e fixando pessoas e atividades);
. Instalação / modernização de mobiliário que favoreça a afirmação de uma imagem urbana mais qualificada e a inclusão social;
. A qualificação ambiental da área, dispondo elementos de recolha dos lixos dentro do quadro geral da cidade, ao mesmo tempo que se promove a organização dos espaços verdes em função da estrutura arbórea existente;
. A valorização de elementos patrimoniais, e outros que constituem referências marcantes da memória e história da Cidade;
. A valorização da estrutura edificada promovendo obras de reconstrução, remodelação, recuperação e conservação;
. Criar zonas de estacionamento na zona envolvente.
fonte: PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA [ARU] DA ÁREA CENTRAL DA CIDADE DE ALBERGARIA-A-VELHA (MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA) - Janeiro 2015
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