sexta-feira, 26 de junho de 2015

Angeja - Feira dos 26


Recriação da "Feira dos 26" organizada pela Junta Freguesia de Angeja.
Com a participação de todas as associações da vila de Angeja!


 A página da Junta Freguesia de Angeja tem a honra de apresentar o cartaz da Feira dos 26 - 2015. Partilhamos com vocês o post da Cristina Souto Rigotti que fala da origem da fotografia que está no cartaz.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Alquerubim


 Painel colocado recentemente no Largo Dr. José Pereira de Lemos representando os seis lugares da freguesia de Alquerubim (Fontes, Paus, Fial, Calvães, Ameal e Beduído) e onde aparece a nova imagem da Junta de Freguesia.

"Um Rio, Um Lugar, Suas Gentes"

Azul - Rio
Verde - campos e floresta
Amarelo - Pôr-do-sol

segunda-feira, 15 de junho de 2015

PDM

1.Reconhecimento do Espaço Urbano Disperso do Murtório, na Freguesia de Alquerubim, a exemplo da que está contemplada para o Vale da Silva;

2.Desenvolvimento da UOPG prevista para o espaço da LARUS;

3.Criação do Parque Molinológico do Fontão em articulação com o Parque Ecológico do Vale da Ribeira do Fontão;

4.Criação do Parque Molinlógico do Fial e Murtório;

5.Criação do Parque Intermunicipal Ecológico e de Lazer do Médio Vouga, em cooperação com os Municípios de Sever do Vouga, Águeda e Albergaria-a-Velha, com a finalidade de repor a flora autóctone nas vertentes junto ao Rio Vouga e aproveitamento do troço restante da antiga linha do Vale do Vouga desde a Foz do Rio Mau até Sernada como pista pedonal e clicável.

6.Criação de linhas envolventes de defesa natural da Floresta contra Incêndios, ao longo de todo o curso dos rios Vouga, Caima, Fílveda; pequeno, Mau, Fontão e Jardim.

7.Criação de reserva para um ancoradouro de embarcações de recreio e artesanais na zona do Cubo, na margem direita do Rio Vouga.

8.Aproveitamento da Zona do Reguinho para hortas sociais e não para PARQUE MUNICIPAL visto que, para esse efeito, é exíguo e demasiado retalhado por infra estruturas rodoviárias.

9.Parque da Cidade, duas sugestões:

9.1 - No seguimento para Nascente da quinta da Boavista (torreão) até Valmaior e eventual aproveitamento da Quinta dos Lagos;

9.2 – Vale do Fontão no espaço compreendido entre a Pontarranha e as lagoas de estação de tratamento e eventual prolongamento até ao Brandão Gomes.

10.Parque do Município: todo o troço do Caima, desde a Ponte do Pinto até ao limite do Concelho a Sul, integrando todo o património edificado, Casa Branca, Quinta das Tílias, aproveitamentos mini-hidricos, Quinta do Caima, Moinhos da Freiroa, Fabrica do Prado e Praia Fluvial de Valmaior.

PDM


PONDERAÇÃO
           .
Analisadas as sugestões apresentadas pelo requerente informa-se o seguinte:

1-Não tem características nem expressão territorial para ser integrado em Área de Edificação Dispersa.

2-A UOPG do Gorgulhão já foi delimitada conforme possível expansão das empresas que ali se encontram. Um aumento de área da mesma não é viável tendo em conta as condicionantes aplicáveis ao território.

Não é intenção estratégica do município disseminar polos industriais, mas sim concentrar na Zona Industrial de Albergaria-a-Velha.

3-A sustentabilidade da criação de um parque molinológico não é reforçada pela disseminação de delimitação de vários parques  pelo  território,  pelo  que  o  que  não  é  de  considerar  a sugestão.
Existe enquadramento  no  PDM  para  a recuperação dos moinhos.

4-A sustentabilidade da criação de um parque molinológico não é reforçada pela disseminação de delimitação de vários parques  pelo  território,  pelo  que o  que  não  é  de  considerar  a sugestão.
Existe  enquadramento  no  PDM  para  a recuperação dos moinhos.

5-Não está no âmbito da 2ª Discussão Pública e não tendo sido nunca considerada como opção no quadro das intenções pelo que não é aceitar.

6-Esta questão é do âmbito do PMDFCI e não do PDM.

7-Trata-se de operações urbanísticas e não de ações de planeamento.

8-Não é objetivo estratégico o ação justificada para a qualificação do solo.

9-O parque da cidade é considerado noutra área tendo por base a sua localização central e a sua aproximação à Sra. do Socorro.

10-Não é de considerar a sugestão visto que não existe enquadramento no Plano para dois tipos diferenciados de Parques (parque da cidade e parque do município), sendo que este ultimo situa-se
muito próxima do Parque Molinológico do Caima.

(No âmbito da discussão e aprovação do PDM do concelho permitam-nos destacar a participação de Elisío Apolinário Silva. O requerente foi candidato pelo PS nas últimas eleições autárquicas de 2013 e foi um dos perdedores. Apesar das suas ideias para o PDM não terem sido aproveitadas vimos enaltecer a sua participação cívica bem como algumas das ideias.)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Inventário do Património Arquitectónico DGEMN (2002)

URL: http://www.monumentos.pt/webipa/navegar.asp?NIPA=0102&Nome=Albergaria+a+Velha   Data: 12:01:15 2 Fevereiro, 2002
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         
DGEMN - DIRECCAO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS 

Inventário do Património Arquitectónico


Número IPA Designação Localização Acesso Protecção

--0102010004 Mamoa de Açores Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha EN. 1, Lug. de Açores
IIP, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 Dezembro 1997

--0102010005 Casa de Santo António Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175
IIP, Desp. 12 Setembro 1997

--0102010006 Casa na estrada de Aveiro Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha  

--0102030002 Pelourinho de Angeja Aveiro, Albergaria-a-Velha, Angeja EN. 16, Lg. da República
IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933

--0102050003 Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços Lg. do Pelourinho
IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933
     


Casa na estrada de Aveiro

IPA  : Monumento
Nº IPA  : 0102010006
Designação  : Casa na estrada de Aveiro
Localização  : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso  :
Protecção  :
Enquadramento  : Urbano, no ângulo de ruas, adossada a casas de 1 e de 2 pisos.
Descrição  : Planta rectangular, volume único com cobertura em telhado de 4 águas. Edifício de 2 pisos com fachada principal, dividida em 2 panos por pilastras toscanas. Existência de 4 vãos em cada piso, tendo o 1º quatro portas simples de verga curva com cornija saliente que se ligam, três delas, às bacias das janelas de sacada do 2º piso; estas têm verga curva e guarda de grade em ferro; a outra janela é de avental, pouco desenvolvido, recortando-se a simular duas aletas opostas, ladeada por duas mísulas para suporte de floreiras. No pano da direita, abre-se amplo portão com verga recta encimada por cornija sobrepujada por aletas com volutas deitadas enquadrando pedra rectangular ao centro, já sem brasão; encimando-a foi colocada posteriormente uma pequena janela rectangular simples ao nível do 2º piso. A fachada lateral é flanqueada por pilastras idênticas, definindo dois panos: o primitivo, com 3 vãos em cada piso, e um acrescento lateral, à esquerda, com 2 janelas rectangulares simples, uma em cada piso; no 1º pano, três portas simples de verga curva, encimadas por janelas de peito também com verga curva, sendo a do meio com guarda peito de grade em ferro e as laterais de avental, pouco desenvolvido, recortando-se a simular duas aletas opostas, ambas enquadradas por duas mísulas para suporte de floreiras. Friso e cornija corrida com beirado saliente rematam ambas as fachadas.
Utilização Inicial  : Residencial
Utilização Actual  : Residencial, comercial (restaurante)
Propriedade  : Privada: pessoa singular
Afectação  : Sem afectação
Época Construção  : Séc. 18
Arquitecto/Construtor/Autor  : Desconhecido
Cronologia  : Séc. 18, finais - construção; séc. 19 / 20 - acrescentos laterais às fachadas com vãos rectangulares simples.
Tipologia  : Arquitectura civil privada, barroca. Palácio urbano barroco com planta rectangular num único volume.
Caracteristicas Particulares  : As fachadas E. e S. tiveram acrescentos laterais com vãos rectangulares simples. Fachadas de 2 pisos, flanqueadas por pilastras toscanas, vãos de verga curva, portas ao nível do 1º piso e janelas de sacada ou de avental, com recorte simulando aletas, ao nível do 2º; portão com verga recta encimada por cornija sobrepujada por aletas com volutas deitadas enquadrando pedra rectangular ao centro já sem brasão; mísulas para suporte de floreiras enquadrando as janelas de avental.
Dados Técnicos  : Paredes autoportantes
Materiais  : Granito (cantarias), telha marselha, ferro (guardas), madeira (caixilhos, alumínio (caixilhos do piso térreo)
Bibliografia  : GONÇALVES, A. N., Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Aveiro, Zona Sul, VI, Lisboa, 1959, p. 54.
Documentação Gráfica  : DGEMN: DSID
Documentação Fotográfica  : DGEMN: DSID
Documentação Administrativa  :
Intervenção Realizada  :
Observações  : Está situada no ângulo do entroncamento das antigas saídas de Albergaria-a-Velha para N. (Porto) e para O. (Aveiro).
Actualização  :
     
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Mamoa de Açores

IPA  : Sítio
Nº IPA  : 0102010004
Designação  : Mamoa de Açores
Localização  : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso  : EN. 1, Lug. de Açores
Protecção  : IIP, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 Dezembro 1997
Enquadramento  : Rural. Envolvida por eucaliptal e tojo alto, em zona votada ao abandono e no vértice de pequeno tecido florestal entre a EN e caminho de terra batida que conduz à lixeira municipal.
Descrição  : Em Mamoa, ainda soterrada, sem qualquer intervenção arqueológica.
Utilização Inicial  : Funerária
Utilização Actual  :
Propriedade  : Privada: pessoa singular
Afectação  : Sem afectação
Época Construção  : Séc. 4 / 3 a. C. (conjectural)
Arquitecto/Construtor/Autor  : Não aplicável
Cronologia  :
Tipologia  : Arquitectura funerária, megalítica. A cultura megalítica situa-se em datas aproximadas entre o Séc. 4 e o Séc. 3 e mesmo 2 a. C.
Caracteristicas Particulares  : Mamoa intacta.
Dados Técnicos  :
Materiais  :
Bibliografia  :
Documentação Gráfica  :
Documentação Fotográfica  :
Documentação Administrativa  : DGEMN: DREMC
Intervenção Realizada  :
Observações  : *1 - Nunca foi investigada ou sofreu qualquer tipo de intervenção de nível arqueológico. *2 - Tornou-se impossível, dado a falta de tratamento ambiental e depois de vasta procura entre tojo e arvoredo, um registo fotográfico, embora a Câmara Municipal conheça quem a localize exactamente. Sugere-se intervenção imediata e urgente pois a zona está perto de uma lixeira municipal.
Actualização  :

*

Casa de Santo António

IPA  : Monumento
Nº IPA  : 0102010005
Designação  : Casa de Santo António
Localização  : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
Acesso  : Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175
Protecção  : IIP, Desp. 12 Setembro 1997
Enquadramento  : Urbano, flanqueado por casas urbanas com 1 e 3 pisos. Fachada principal virada sobre rua. Do lado esquerdo, um pequeno espaço aberto com acesso através de um portão chapeado, ligeiramente recuado, separa-a da casa seguinte.
Descrição  : Planta rectangular, sensivelmente irregular na fachada posterior, composta por ala residencial e capela. Corpos volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de 2 águas. Ala residencial de 2 pisos com fachada principal flanqueada por pilastras toscanas, tendo no 1º, portas simples de verga recta com cornija recta saliente, encimadas por janelas, ritmada e alternadamente, de sacada, sobre modilhões, e com avental decorado com almofadas em losango. À direita, abre-se amplo portão com pilastras e verga recta decorada por frisos e cornija saliente sobrepujada por pináculos e enrolamentos e brasão liso terminado por cruz, ao centro. Segue-se-lhe a capela, com portal de verga recta encimado por cornija e nicho ladeado por enrolamentos; lateralmente, abrem-se janelas com enrolamentos sobre a cornija encimadas por outras molduras curvas. Remate em frontão triangular com óculo no tímpano. Também à direita, adossa-se pano de muro com sineira, fechada posteriormente, de arco pleno, ladeada por volutas invertidas e encimada por pináculos e motivo cílindrico no topo. No interior da capela, coro-alto apoiado em colunas, púlpito no lado da Epístola e 2 altares laterais. Na capela-mor, retábulo de talha com colunas salomónicas com grinaldas.
Utilização Inicial  : Residencial
Utilização Actual  : Residencial
Propriedade  : Privada
Afectação  : Sem afectação
Época Construção  : Séc. 18
Arquitecto/Construtor/Autor  : Desconhecido
Cronologia  : Séc. 18, década de 30 - mandada construir pelo capitão João Ferreira da Cruz; 1750 - construção da capela; 1843 - transferidos para a capela, os restos mortais de João Henriques Ferreira (1730 - 1802); 1843, posteriormente - passou para a posse da família Castro e Lemos, tendo sido vendida várias vezes; 1982 - estava ocupado por uma fábrica de camisas.
Tipologia  : Arquitectura civil privada, barroca. Palácio urbano barroco com planta rectangular composta por ala residencial e capela integrada na fachada.
Caracteristicas Particulares  : Destaca-se a composição decorativa do amplo portão para o pátio interior e a existência de pequena sineira sobre pano de muro adossado ao lado direito da capela.
Dados Técnicos  : Paredes autoportantes
Materiais  : Granito (cantarias), ferro (gradeamentos), telha de aba e canudo, vidro, madeira (caixilhos), ferro (portão lateral).
Bibliografia  : GONÇALVES, A. N., Inventário Artístico de Portugal - VI, Distrito de Aveiro, Zona Sul, Lisboa, 1959, p. 53 - 54; PRATA, José, Nota sobre a Casa de Santo António, em Albergaria-a-Velha, Boletim da Associação deDefesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro, Aveiro, 1981-82, nº 6, p. 7 - 10.
Documentação Gráfica  : DGEMN: DSID
Documentação Fotográfica  : DGEMN: DSID; IPPAR; ADERAV *1; CMAV
Documentação Administrativa  : DGEMN: DSID; IPPAR; ADERAV; CMAV
Intervenção Realizada  :
Observações  : *1 - Associação de Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro.
Actualização  :

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 Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços

IPA  : Monumento
Nº IPA  : 0102050003
Designação  : Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços
Localização  : Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços
Acesso  : Lg. do Pelourinho
Protecção  : IIP, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933
Enquadramento  : Urbano. Isolado em largo levemente arborizado e empedrado modernamente, sem construções destoantes mas não contemporâneas.
Descrição  : Soco de três degraus quadrangulares, estrutura integral paralepipédica com base ática tripartida, fuste liso e remate com pseudo-imposta, gola quadrangular e capitel cúbico com duas faces opostas lavradas com escudo, identificando-se um deles como armas nacionais. Inclui ferros de sujeição.
Utilização Inicial  : Marco jurisdicional
Utilização Actual  : Marco histórico-cultural
Propriedade  : Pública: estatal
Afectação  : Autarquia local, Artº 3º, Dec. 23 122, 11 Outubro 1933
Época Construção  : Séc. 16 (conjectural) / 17
Arquitecto/Construtor/Autor  : Desconhecido
Cronologia  : 1124 - D. Teresa conceda-lhe carta de doação, que lhe serva de foral; 1514, 22 Mar. - foral manuelino e constituição de Comenda da Ordem de São João do Hospital; 1620 - data inscrita na imposta; 1836 - extinção do concelho
Tipologia  : Arquitectura civil pública, maneirista. Pelourinho maneirista do tipo de coluço, deslocado.
Caracteristicas Particulares  : Estrutura paralelepipédica
Dados Técnicos  : Estrutura autoportante
Materiais  : Calcário, tijolo (base)
Bibliografia  : GONÇALVES, Nogueira, Inventário Artístico de Portugal. Distrito de Aveiro, VI, Lisboa, 1959, p. 61; CORREIA, Azevedo de, Arte Monumental Portuguesa, Vol. 1, Porto, 1975, p. 33; MALAFAIA, E. B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses. Tentâmen de Inventário Geral, INCM, Lisboa, 1997, p. 212.
Documentação Gráfica  :
Documentação Fotográfica  : DGEMN: DSID, DREMC
Documentação Administrativa  : DGEMN: DREMC
Intervenção Realizada  : Câmara Municipal: 1980 - obras de beneficiação na base (colocação de tijolo).
Observações  : Em 1963 (DREMC) estava "em regular estado de conservação e situado à margem da Estrada Municipal, no ramal da estrada de Mourisca a Angeja. Base maciça de alvenaria com reboco de cimento, com 1,45 de lado por 0,80 de alto. Necessita substituição da base por degraus de cantaria".
Actualizaçao








ACTUAL/2015 - http://www.monumentos.PT




--0102010004 Mamoa de Açores Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha EN. 1, Lug. de Açores

--0102010005 Casa de Santo António Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha, R. de Santo António, nº 22 a 32; Fl. 175

--0102010006 Casa na estrada de Aveiro / Casa do Mouro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha  

--0102030002 Pelourinho de Angeja Aveiro, Albergaria-a-Velha, Angeja EN. 16, Lg. da República

--0102050003 Pelourinho de Frossos / Pelourinho de Froços Aveiro, Albergaria-a-Velha, Froços Lg. do Pelourinho

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Eleições Autárquicas 1993




Presidente - Rui Pereira Marques (CDS)

Vereadores - Saul Oliveira Silva (CDS), Tércio Melo Silva (CDS), Alberto Camões Sobral (PSD), Fernando Nunes de Almeida (PSD), José Carlos Silva Oliveira (PSD) e José Silva Pedro (PS)

Assembleia Municipal

Joaquim Augusto Ferreira Nadais - Presidente


Mandatos: Janeiro de 1994 a Janeiro de 1998

Constituição da Assembleia:

Presidente: Joaquim Augusto Ferreira Nadais
1ºSecretário: Manuel da Silva Oliveira
2ºSecretário: Maria Assunção Silva Dias
Vogais: Rogério São Bento Camões
Helder Castanheira Santos Rodrigues
José António da Piedade Laranjeira
Manuel Henriques da Conceição Neves
Américo Augusto Pereira Chaló
Augusto Henrique Conceição Pinto da Silva
Ricardo Sérgio de Miranda Tavares
Maximino da Silva Peralta
João Nogueira de Sousa e Melo
António Augusto Brito da Silva
Fernando Alberto Esteves Nogueira da Silva
Armindo Souto Gonçalves Abreu
Jesus Manuel Vidinha Tomás
Delfim dos Santos Bismarck Álvares Ferreira
António Marques Melo
Graça Maria de Andrade Lopes Figueiredo
Mário Jorge Lemos Pinto
Manuel Linhares Martins Mirana
Fernando Nogueira da Silva
Carlos Manuel Melo Mortágua
António Lopes das Neves
Fernando Soares Ferreira
Jorge da Silva Melo
Manuel Martins da Silva
Plácido Melo Silva
Carlos Manuel Silva Nunes



Eleições Autarquicas de 1993 Município de ALBERGARIA-A-VELHA
TOTAL FREGUESIAS 8 INSCRITOS 18544
------ ASSEMBLEIA MUNICIPAL ------ -------- CAMARA MUNICIPAL --------
MANDATOS 21 MANDATOS 7
VOTANTES 12430 67,0 VOTANTES 12430 67,0
------------------- VOTOS ---MAND ------------------- VOTOS ------ MAND
BRANCOS 238 1,9 BRANCOS 194 1,6
NULOS 208 1,7 NULOS 253 2,0
CDS-PP 4448 35,8 8 CDS-PP 5493 44,2 3
PPD/PSD 4428 35,6 8 PPD/PSD 4149 33,4 3
PS 2642 21,3 5 PS 1982 16,0 1
PCP/PEV 238 1,9 PCP/PEV 187 1,5
PSN 228 1,8 PSN 172 1,4







PRESIDENTE DA CAMARA - CDS-PP
FONTE: ANMP

imagens de campanha do PS

http://ephemerajpp.com/2015/06/21/eleicoes-autarquicas-de-1993-albergaria-a-velha-ps/





Imagens de campanha do CDS



sexta-feira, 8 de maio de 2015

A envolvente da antiga Fábrica Alba

http://www.prof2000.pt/users/hjco/aderav/patrimonios/Patrim10_185.htm
Unidade de Intervenção 4 da ARU - A envolvente da antiga Fábrica Alba;

ÁREA/ESPAÇO ABRANGIDO

A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado. Através desta empresa, o nome de Albergaria perpetuou-se no mundo, através do mobiliário urbano que se pode ainda ver em muitas cidades e vilas portuguesas e estrangeiras, bem como na ação humanitária, social e cultural do seu principal fundador: Augusto Martins Pereira.

A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira.

ESTADO ATUAL/PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO

Em Abril de 2001, a ALBA foi adquirida pela Metalurgia e Fundição METAFALB, SA, empresa integrada no Grupo DURIT, com a preocupação de recuperar uma indústria com um largo passado de prestígio. Entretanto, a empresa em Albergaria-a-Velha foi desativada, pelo que o edifício está totalmente abandonado, em mau estado de conservação.

O Edifício da Antiga Fabrica Alba (parcela com cerca de 30 mil metros quadrados, dos quais 16 mil são de área coberta) tem nos últimos anos sido objeto de discussão ao nível de eventuais projetos de requalificação, sem que entretanto nenhum tenha sido concretizado.

ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO

A estratégia de intervenção nesta Unidade, procura a Reabilitação do edifício preservando assim uma das principais memorias e um dos mais emblemáticos elementos marcantes da história e da imagem da Cidade.

Para além da reabilitação física da estrutura edificada a estratégia de intervenção incidirá também na reconversão funcional conferindo a este edifício a dignidade própria de outrora. Nesse sentido pretende-se reutilizar parte do Edifício enquanto Unidade Museológica Temática.

A intervenção incidirá ainda na valorização do espaço exterior envolvente, potenciando a criação de zonas de lazer, zonas verdes e estacionamentos públicos.

ARU/2015

A rubrica "Abandonados" da SIC é transmitida quinzenalmente no Jornal da Noite, depois das 20h. A reportagem do próximo domingo, 10 de maio de 2014, é sobre a FÁBRICA ALBA
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Albergaria-a-Velha 2015



ExpoFlorestal - 8 a 10 de Maio 2015
II Festival Pão de Portugal - 5 a 7 de Junho 2015
Albergaria ConVIDA 2015 - 2 a 5 de Julho 2015

Moinhos'2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Painéis Informativos

Ficou interessante a colocação dos painéis informativos junto de alguns edificios emblemáticos de Albergaria-a-Velha nomeadamente junto dos Paços do Concelho, da Junta de Freguesia e Cine Teatro Alba.

Poderia ser interessante saber mais alguma coisa sobre esse projecto. Alguma memória descritiva que tenha sido realizada. Informação sobre quais os edifícios que foram contemplados e se estão previstos mais. Quem fez os desenhos/modelos dos edificios (de quem é o design), etc...

No futuro site da autarquia é provável que apareça alguma da iconografia e os textos presentes nesses painéis mas agora ficava a marca da génese do projecto.

Na Rota dos Moinhos também já tinham sido colocados alguns destes painéis.


Totem de informação turístico-cultural para instalação junto a locais de interesse. - Os desenhos foram realizados no gabinete de projecto da Larus Design Urbano.


Boletim Municipal

http://www.cm-albergaria.pt//Templates/TabbedContainer.aspx?id_class=2006&divName=790s2006

sexta-feira, 24 de abril de 2015

ARU - Unidades de Intervenção

(...) é possível, já em sede de ARU, definir um programa de intervenção mais pormenorizado para as Unidades de Intervenção definidas (...).

Estas unidades de intervenção [UI] correspondem aos principais espaços de vivência urbana e identificadores de lugares de encontro e de sociabilidade urbana (sejam edificado, funções urbanas, valores patrimoniais ou espaços).
São neles que se encontram os principais elementos marcantes da imagem e da identidade da Cidade e representam lugares que encerram história e memória no dinamismo urbanístico da Cidade.

Todas estas unidades de intervenção desempenham, na área alargada, um papel de centralidade urbana e articulam-se através dos arruamentos e dos espaços públicos que as ligam e dos valores patrimoniais (singulares ou conjuntos) que se dispersam e encontram nessa área alargada.


    UI 1_ Envolvente das Ruas Santo António, Avenida Napoleão Luíz Ferreira Leão, Rua do Hospital e Rua Mártires da Liberdade;

1. Rua Santo António – É considerada uma das Ruas mais importantes e simbólicas da Cidade de Albergaria-a-Velha, quer pela sua localização, quer pelo seu valor histórico, quer pelo parque edificado que envolve; nela encontra-se a Casa e Capela de Santo António, edifício este classificado como MIP – Monumento de Interesse Publico. A Rua apresenta um perfil reduzido - característica de arruamentos de Zonas Históricas – não tendo capacidade para suportar estacionamento.

O Parque edificado é denso e apresenta alguns edifícios com interesse arquitetónico e cultural, equipamentos e outras construções com intervenções pouco qualificadas onde a sua traça foi pervertida ou adulterada, embora grande parte esteja devoluto e revele sinais de degradação e mau estado de conservação. Os seus proprietários mantem-se expectantes quanto ao seu destino.

Na imagem denota-se um dos principais problemas, a falta de estacionamento, devido ao reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios, assim como, durante o período noturno obstrui a iluminação de piso existente.

2. Casa n.º 34 - Antiga Estalagem dos Padres – propriedade privada – Este edifício localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício de linguagem arquitetónica simples que se desenvolve em três pisos. Apresenta composição simétrica com correspondência entre vãos nos dois últimos andares, o rés-do-chão é rasgado apenas por portas e portões de acesso. A fachada principal é revestida a azulejo de origem, o guarnecimento dos vãos aparece em lintéis simples e retos, a cantaria está aparente nos cunhais e friso; as caixilharias das janelas são de guilhotina em carpintarias monocromáticas.
Sobressai no terceiro piso na zona central da fachada uma porta com sacada protegida em guarda de ferro forjado trabalhado. Este edifício encontra-se degradado e em mau estado de conservação.

3. Casa n.º 29 - Edifício de habitação unifamiliar – propriedade privada. Localiza-se na Rua de Santo António, é um edifício interessante que se insere no grupo de tipologias de dois pisos com uma marcada horizontalidade. Apresenta embasamento, guarnição dos vãos, sacada e cornija em cantaria de granito. As caixilharias são em madeira de duas folhas batente. A sacada no primeiro piso alberga dois vãos e está protegida por guardas em ferro forjado trabalhado. Atualmente esta habitação apresenta sinais de insalubridade e mau estado de conservação. Existe projeto de entidade privada para ampliação e reabilitação da habitação unifamiliar.

4. Casa e Capela de Santo António – Imóvel Classificado como Monumento de Interesse Publico (MIP), situa-se na Rua de Santo António, é considerada uma das mais simbólicas e emblemáticas construções do Concelho de Albergaria-a-Velha, é uma construção de tipo provincial, possui uma ampla fachada principal virada sobre a rua e está dividida em três setores, ala residencial, portão nobre e Capela. Existe projeto de entidade privada para reabilitação e transformação do edificado numa instituição de crianças e idosos.

5. Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão – É uma das Avenidas principais mais importantes do centro da Cidade. Num dos extremos remata na Praça /Jardim Ferreira Tavares / Edifício dos Paços do Concelho. Nesta se concentram diversos estabelecimentos comerciais e de serviços de grande relevância. Apresenta um só sentido e faixas de estacionamento de ambos os lados, tornando-se excessivo e retirando o protagonismo ao uso pedonal. Avenida sem zonas de esplanada e de lazer.

6. Rua Mártires da Liberdade – corresponde ao primeiro troço antes da Rua de Santo António. Na imagem mostra o reduzido perfil do arruamento. O estacionamento em lugares não permitidos causa o impedimento à circulação pedonal e acessibilidade aos edifícios. Nesta Rua localiza-se a capela do Mártir São Sebastião. Verifica-se uma falta de dinamismo na Rua, ausência de espaços de lazer, associado à degradação do parque edificado envolvente e ao número significativo de edifício devolutos.

7. Rua do Hospital – É uma das Ruas mais importantes da Cidade e de história marcante, delimitada pelo Largo Primeiro de Dezembro e a Rua Dr. Alexandre Albuquerque. É nesta Rua que se localiza um dos Edifícios mais emblemáticos do Concelho, o Palacete da Boa Vista adaptado a Biblioteca Municipal. A conflitualidade entre veículo e peão é presente em todos os seus pontos, dado o volume de trafego que apresenta. Verifica-se a ausência de espaços de lazer, iluminação deficiente e intervenções desqualificadas no parque edificado.


    UI 2_ Envolvente da Rua Eng.º. Duarte Pacheco e Rua Dr. José Henriques;

Foi incluído na zona de intervenção 2, a Rua Eng.º. Duarte Pacheco e a Rua Dr. José Henriques, que liga o Velho Quartel dos Bombeiros ao Posto da GNR.

Esta área integra alguns equipamentos de utilização pública tais como a Igreja Matriz, o Centro Paroquial, parque infantil, lavadouro e um dos Edifícios notáveis da Cidade (Casa da Quinta da Fonte).


    UI 3_ Envolvente da Praça Fernando Pessoa e das Ruas Prof. Egas Moniz e 25 de Abril;

Foi incluído na zona de intervenção 3, a Praça Fernando Pessoa, a Rua Prof. Egas Moniz e a Rua 25 de Abril.

http://novos-arruamentos.blogspot.pt/2015/03/novos-arruamentos_26.html

    UI 4_ A envolvente da antiga Fábrica Alba;


A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado.

A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira

    UI 5_ Envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares;

Foi incluído na zona de intervenção 5, a envolvente da Alameda 5 de Outubro e do Jardim da Praça Ferreira Tavares.

Trata-se de dois dos espaços públicos mais importantes do Município. Localizam-se no Centro Cívico e no coração da Cidade e relacionam-se diretamente e funcionalmente com os equipamentos públicos estruturantes (Câmara Municipal, Cine Teatro Alba, Tribunal).

A sua importância funcional motivou e motiva a presença de inúmeros estabelecimentos comerciais e de serviços na envolvente. Trata-se de espaços bem conservados tendo recentemente sido intervencionada a Alameda 5 de Outubro em processo de regeneração que envolve demolições de edificações e requalificação urbana.

    UI 6_ Envolvente da Rua Gonçalo Eriz e Bairro das Lameirinhas.

A Rua Gonçalo Eriz constitui um dos principais eixos urbanos, que estabelece a ligação entre a Igreja Matriz e o Cemitério e o núcleo antigo de Assilhó, lugar de marcante ancestralidade histórica de Albergaria-a-Velha. Atualmente apresenta disfuncionalidades urbanísticas (excesso de tráfego para o perfil que evidencia, ausência de passeios, descaracterização do edificado, défice de iluminação e ausência de mobiliário urbano).

Trata-se de um eixo viário importante uma vez que é uma passagem (quase obrigatória) dos transportes públicos, circunstância esta que associada as características do reduzido perfil causa inúmeros conflitos.

O Bairro das Lameirinhas constitui um “Bairro Social” dos anos 80 localizado na Rua das Lameirinhas na zona central da Cidade, evidencia um estado de degradação significativo, com reflexos negativos na imagem da cidade. O caracter social do Bairro tem originado problemas sociais disfuncionais que importa atenuar ou eliminar.

A regeneração preocupada com as questões ambientais e sustentabilidade impôs recente necessidade de intervenção.

ARU/2015