Eventual Classificação de Casa Velha, sita na Rua da Feiteira, freguesia da Branca
Edital 1129/2015
Eventual classificação de Casa Velha sita na Rua da Feiteira, freguesia da Branca, município de Albergaria-a-Velha
António Augusto Amaral Loureiro e Santos, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, faz público nos termos dos artigos 9.º e 25.º do Decreto-Lei 309/2009, de 23 de outubro, do artigo 25.º da Lei 107/2001, de 8 de setembro, e ainda nos termos e para os efeitos previstos na Lei 107/01, de 8 de setembro, no Decreto-Lei 309/2009, de 23 de outubro, e na alínea t) do n.º 1 do artigo 33.º do anexo I à Lei 75/2013, de 12 de setembro, que por deliberação tomada, por unanimidade, pela Câmara Municipal, em reunião de 18 de novembro de 2015, foi determinada a abertura do procedimento administrativo de classificação da Casa Velha, sita na Rua da Feiteira, freguesia da Branca, município de Albergaria-a-Velha, como monumento de interesse municipal.
Mais se informa que, a partir da data de publicação deste anúncio de abertura de procedimento de classificação, o monumento mencionado se considera em vias de classificação, nos termos do n.º 5 do artigo 25.º da Lei 107/01, de 8 de setembro, produzindo-se os efeitos previstos no n.º 2 do artigo 14.º do Decreto-Lei 309/2009, de 23 de outubro.
Nos termos do artigo 27.º da Lei 107/01, de 8 de setembro, e do disposto no Código de Procedimento Administrativo, convidam-se os interessados para, no prazo de 30 dias, se pronunciarem sobre a proposta de abertura de procedimento administrativo de classificação.
O processo relativo à proposta de classificação encontra-se disponível para consulta de todos os interessados, na Divisão de Educação, Ação Social, Cultura e Desporto, todos os dias úteis, das 9 horas às 17 horas.
As sugestões deverão ser formuladas por escrito e enviadas à Câmara Municipal, dirigidas ao Exmo. Senhor Presidente, até às 17 horas do último dia do prazo acima referido.
Para constar e legais efeitos se torna público este edital, que vai ser publicado nos termos do artigo 56.º do anexo I à Lei 75/2013, de 12 de setembro, e n.º 2 do artigo 9.º do Decreto-Lei 309/2009, de 23 de outubro, e afixado nos lugares de estilo, e ainda no sítio institucional do Município de Albergaria-a-Velha, www.cm-albergaria.pt.
1 de dezembro de 2015. - O Presidente da Câmara Municipal, António Augusto Amaral Loureiro e Santos.
https://dre.tretas.org/dre/2306278/
-
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
domingo, 20 de dezembro de 2015
Processo de eventual classificação de interesse Municipal
Casa de Hóspedes, sita na Rua do Caima, freguesia da Branca, Município de Albergaria-a-Velha
- Edital
- Planta implantação
- Planta localização
Casa Velha sita na Rua da Feiteira, Caima, freguesia da Branca, Município de Albergaria-a-Velha
- Edital
- Planta implantação
- Planta localização
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Rota da Luz
| Ligado às religiões e cultos, encontramos o principal património do concelho. Os monumentos megalíticos do Taco; a Igreja de Santa Cruz, dos finais do séc. XVII, com retábulos e altar-mor em talha dourada; as Igrejas Paroquiais de Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, S. João de Loure e Valmaior. Os Pelourinhos de Frossos e de Angeja são símbolos da antiga autonomia municipal. Albergaria-a-Velha
Igreja Paroquial de Santa Cruz
Edifício de gosto provincial, de invocação de Santa Cruz, com larga porta sobrepojada por 2 janelões e torre sineira do lado direito. No interior sobressaem belíssimas talhas setecentistas. O retábulo do altar-mor é um imponente trabalho de talha dourada da época de D. Pedro II, ladeado por 2 colunas salomónicas, ornadas de vides, crianças e aves. A pia baptismal data do século XVII.
Casa de Santo António e capela
É uma bela construção do século XVIII. A fachada deixa perceber três zonas distintas – o sector habitacional, o portão principal e a capela privativa; pilastras toscanas dividem estas secções. As portas são emolduradas ao estilo da época.
Casa da Fonte
Século XVIII
Casa do Mouro
Século XVIII
“Chalet” da família Vidal
Edifício Arte Nova, sito na praça José Ferreira Tavares
Construído em dois planos, um dos quais mais recuado e em frente do qual corre o gradeamento de ferro, destacam-se as janelas do lado direito do edifício, sobre as quais se rasga uma varanda de belo efeito.
Casa do Dr. António Pinho
Edifício Arte Nova, sito na praça José Ferreira Tavares, nºs 8 e 8 A.
Constitui o exemplar arquitectónico mais representativo da vila pela sobrecarga da sua decoração. Levantado à altura de dois andares, são as janelas geminadas do primeiro andar que atraem de forma imediata o olhar.
Capela de Nossa Senhora do Socorro
Situada no cume do Monte de Nossa Senhora do Socorro, antes designado por Bico do Monte, esta capela surge como cumprimento de promessa feita quando, no decorrer do ano 1855, deflagrava um mortífero surto de cólera. O seu maior interesse reside no espantoso local onde foi edificada, com largas vistas para toda a região envolvente. No seu interior encontra-se uma escultura da Virgem com o Menino, obra de setecentos.
Capela de S. Gonçalo
Sobreiro - com azulejos da Fábrica da Biscaia.
Capela de S. Marcos
Com alguns exemplares de escultura medieval, de calcário, coimbrã.
Monumentos Megalíticos
Mamoas do Taco.
Alquerubim
Igreja Paroquial Stª Marinha
Do século XVII e XVIII; hoje bastante alterada, possui retábulos barrocos do século XVIII.
Capela de Nossa Senhora das Dores
Em Paus - outrora com a designação de S. Pedro, foi reconstruída ao gosto popular.
Angeja
Igreja Matriz
Do século XVII (alterada), com retábulos barrocos em talha dourada e escultura do século XV, na frontaria.
Pelourinho
(Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23122, de 11-10-1933): reconstrução recente.
Branca
Igreja Paroquial de S. Vicente
Retábulos dos século XVII e XVIII.
S. João de Loure
Igreja Paroquial de S. João Baptista
Reconstruída por volta de 1688, em substituição de outra do século XII; interior com talha dourada dos século XVII e XVIII. Os caixotões do forro pintados com cenas da vida dos Apóstolos.
Cruzeiro
Do século XVII, alterado.
Frossos
Pelourinho
(Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23122, de 11-10-1933): do século XVI, em calcário, tem fuste prismático com um capitel dórico, no qual assenta um paralelepípedo com as armas nacionais.
Igreja Paroquial de S. Paio
Do século XVI, da renascença, com retábulo do barroco inicial (século XVII).
Igreja Paroquial de Santa Eulália
Já muito alterada. Do século XVII, possui retábulos das várias épocas, sacrário de boa qualidade.
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Arquivo Municipal de Albergaria
Fundos do Arquivo Municipal de Albergaria vão estar acessíveis na Internet
O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha assinala o sétimo aniversário com a apresentação de uma página de Internet, que vai permitir o acesso aos seus acervos e fundos arquivísticos. A sessão pública vai decorrer na sexta-feira, dia 20, pelas 18h00.
Com a nova página de Internet, a Câmara de Albergaria-a-Velha será a primeira Autarquia da Região de Aveiro a funcionar com uma plataforma de software livre, conforme recomenda a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas. O novo software não tem custos de manutenção e tem continuidade garantida.
A página do Arquivo vai agregar milhares de registos e disponibilizar em suporte digital documentos variados, como projetos de arquitetura, jornais, fotografias, arquivos familiares, atas e mesmo os mais relevantes para a História de Albergaria, como a documentação autárquica desde 1835 ou os forais medievais. Numa primeira fase, a documentação só poderá ser consultada no Arquivo, mas o objetivo é torná-la pública através do novo site. E isso poderá acontecer já em janeiro de 2016.
O carregamento da plataforma de Internet, que implica a digitalização de documentos, está a ser realizada diariamente por seis técnicos no Arquivo Municipal. A página de Internet vai permitir pesquisas simples, por nomes de pessoas, famílias, organismos e localidades geográficas. Será também possível pesquisar dentro dos próprios documentos digitalizados, através de tecnologia de reconhecimento ótico de caracteres.
A Câmara Municipal está a planear também a adesão à Rede Portuguesa de Arquivos, que congrega toda a informação disponível nos arquivos digitais do País.
Na sessão de sexta-feira a Autarquia Albergariense vai ainda celebrar cinco protocolos com particulares e entidades, que vão ceder diverso material para depósito. Os documentos a ceder incluem projetos de desenho, fotografias, partituras e vários exemplares de jornais locais, desde a década de 1920 até aos anos 1980.
CMA, 18-11-2015
O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha assinala o sétimo aniversário com a apresentação de uma página de Internet, que vai permitir o acesso aos seus acervos e fundos arquivísticos. A sessão pública vai decorrer na sexta-feira, dia 20, pelas 18h00.
Com a nova página de Internet, a Câmara de Albergaria-a-Velha será a primeira Autarquia da Região de Aveiro a funcionar com uma plataforma de software livre, conforme recomenda a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas. O novo software não tem custos de manutenção e tem continuidade garantida.
A página do Arquivo vai agregar milhares de registos e disponibilizar em suporte digital documentos variados, como projetos de arquitetura, jornais, fotografias, arquivos familiares, atas e mesmo os mais relevantes para a História de Albergaria, como a documentação autárquica desde 1835 ou os forais medievais. Numa primeira fase, a documentação só poderá ser consultada no Arquivo, mas o objetivo é torná-la pública através do novo site. E isso poderá acontecer já em janeiro de 2016.
O carregamento da plataforma de Internet, que implica a digitalização de documentos, está a ser realizada diariamente por seis técnicos no Arquivo Municipal. A página de Internet vai permitir pesquisas simples, por nomes de pessoas, famílias, organismos e localidades geográficas. Será também possível pesquisar dentro dos próprios documentos digitalizados, através de tecnologia de reconhecimento ótico de caracteres.
A Câmara Municipal está a planear também a adesão à Rede Portuguesa de Arquivos, que congrega toda a informação disponível nos arquivos digitais do País.
Na sessão de sexta-feira a Autarquia Albergariense vai ainda celebrar cinco protocolos com particulares e entidades, que vão ceder diverso material para depósito. Os documentos a ceder incluem projetos de desenho, fotografias, partituras e vários exemplares de jornais locais, desde a década de 1920 até aos anos 1980.
CMA, 18-11-2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Francisco Dias de Oliveira
A capa do número dois da revista apresenta o retrato de Francisco Dias de Oliveira, um Albergariense do século XVIII, que foi familiar do Santo Ofício, o equivalente a magistrado. Ilustra o artigo de Teresa Cruz Tubby e Delfim Bismarck Ferreira “Familiares do Santo Ofício no Concelho de
Francisco Dias de Oliveira (nascido em 24/09/1722 em Albergaria-a-Velha)
Francisco Dias de Oliveira e sua mulher D. Maria Joana Álvares Ferreira foram os 1.ºs Senhores da "Casa do Mouro" (a residência era onde se encontrava o antigo Restaurante Triângulo)
-----------------------
Dados encontrados no site Geneall referente à sua filha Maria Clara Álvares de Oliveira e ao seu neto Bento Álvares Ferreira:
Maria Clara Álvares de Oliveira
* Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha 21.09.1773 + 26.07.1837
Pais
Pai: Francisco Dias de Oliveira * 24.09.1722
Mãe: Maria Joana Álvares Ferreira * 19.03.1743
Casamentos
Manuel Ferreira dos Santos Júnior * 14.04.1769
Filhos
•José Ferreira dos Santos
•João Gualberto Álvares Ferreira
•Bento Álvares Ferreira * 27.03.1817 Mathilde Angélica Álvares de Carvalho
http://arquivo.pt/wayback/20091005052040/http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=296426
Bento Álvares Ferreira
* Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha 27.03.1817 + Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
05.12.1884
Pais
Pai: Manuel Ferreira dos Santos Júnior * 14.04.1769
Mãe: Maria Clara Álvares de Oliveira * 21.09.1773
Casamentos
Mathilde Angélica Álvares de Carvalho * 11.06.1820
Filhos
•Patrício Teodoro Álvares Ferreira * 26.12.1846 Joaquina de Jesus Tavares
•Margarida Álvares Ferreira
•José Vicente Álvares Ferreira
•João Patrício Álvares Ferreira Henriqueta Guilhermina Severim de Avelar
•Fortunato Álvares Ferreira
http://arquivo.pt/wayback/20091004172716/http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=288005

Francisco Dias de Oliveira (nascido em 24/09/1722 em Albergaria-a-Velha)
Francisco Dias de Oliveira e sua mulher D. Maria Joana Álvares Ferreira foram os 1.ºs Senhores da "Casa do Mouro" (a residência era onde se encontrava o antigo Restaurante Triângulo)
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Dados encontrados no site Geneall referente à sua filha Maria Clara Álvares de Oliveira e ao seu neto Bento Álvares Ferreira:
Maria Clara Álvares de Oliveira
* Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha 21.09.1773 + 26.07.1837
Pais
Pai: Francisco Dias de Oliveira * 24.09.1722
Mãe: Maria Joana Álvares Ferreira * 19.03.1743
Casamentos
Manuel Ferreira dos Santos Júnior * 14.04.1769
Filhos
•José Ferreira dos Santos
•João Gualberto Álvares Ferreira
•Bento Álvares Ferreira * 27.03.1817 Mathilde Angélica Álvares de Carvalho
http://arquivo.pt/wayback/20091005052040/http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=296426
Bento Álvares Ferreira
* Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha 27.03.1817 + Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
05.12.1884
Pais
Pai: Manuel Ferreira dos Santos Júnior * 14.04.1769
Mãe: Maria Clara Álvares de Oliveira * 21.09.1773
Casamentos
Mathilde Angélica Álvares de Carvalho * 11.06.1820
Filhos
•Patrício Teodoro Álvares Ferreira * 26.12.1846 Joaquina de Jesus Tavares
•Margarida Álvares Ferreira
•José Vicente Álvares Ferreira
•João Patrício Álvares Ferreira Henriqueta Guilhermina Severim de Avelar
•Fortunato Álvares Ferreira
http://arquivo.pt/wayback/20091004172716/http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=288005
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Rui Marques
Sem querer fazer política, mas porque a história faz-se (também…) de factos e de realidades indesmentíveis, ainda que por vezes o tempo as desvaneça, convém lembrar que o Dr. Rui Marques teve um primeiro mandato muito bom, um segundo mandato assim assim (se me é permitido usar esta linguagem falando do desempenho de um cargo…) e um último mandato na verdade muito mau ou mesmo, na opinião de muita gente descomprometida com quem se fala e que vota (…), desleixado e desastroso em muitos aspectos e foi esse deslizar para o abismo que tornou possível que um então relativamente desconhecido presidente da Junta de Alquerubim tivesse chegado a presidente da Câmara Municipal de Albergaria.
Mesmo que apenas com os tais cento e tal votos que naquele caso representaram, dado o anterior prestígio do Dr. Rui Marques e a notória implantação do partido que o apoiava, particularmente em Albergaria, na Ribeira de Fráguas e em S. João de Loure, mais do que uma grande vitória de João Agostinho, uma fortíssima penalização a uma certa arrogância e a um certo autismo que os anos prolongados no topo às vezes tendem a proporcionar. É que o povo é sereno, como dizia o outro, mas por vezes não anda tanto a dormir como alguns pensam…
Revista Albergue nº 2
O segundo número da revista “Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a- Velha” é apresentado no sábado, dia 14, pelas 17h00, na Biblioteca Municipal. A publicação anual, editada pela Câmara Municipal, tem uma tiragem de 500 exemplares e reúne 11 artigos de investigadores que se têm dedicado ao estudo do Concelho.
A revista “Albergue” assume-se como um veículo de inventariação, preservação, valorização e divulgação do Património de Albergaria-a-Velha. “Pretendemos contribuir para a consolidação da consciência geral da existência e do interesse do Património, enquanto representação viva da História da nossa comunidade e da nossa região”, refere António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal.
A capa do número dois da revista apresenta o retrato de Francisco Dias de Oliveira, um Albergariense do século XVIII, que foi familiar do Santo Ofício, o equivalente a magistrado. Ilustra o artigo de Teresa Cruz Tubby e Delfim Bismarck Ferreira “Familiares do Santo Ofício no Concelho de Albergaria-a-Velha”.
Os artigos abrangem diversos períodos históricos e temáticas, como a fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha na primeira metade do século XIX, as recentes escavações arqueológicas em São Julião da Branca ou a história da Foto Gomes, uma das mais antigas casas de fotografia albergarienses, com um considerável espólio, agora depositado no Arquivo Municipal.
Destaque para os trabalhos do arqueólogo António Manuel S. P. Silva, com “Revisitando Cristelo (Albergaria-a-Velha), Talábriga e um amigo que partiu” e “Escavações Arqueológicas em S. Julião da Branca (Albergaria-a-Velha) – Campanhas de 2014-2015”, em coautoria com Gabriel R. Pereira, Paulo A. P. Lemos e Sara Almeida e Silva.
Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara e diretor da publicação, espera que os leitores “aprofundem os seus conhecimentos, alimentem a sua curiosidade e tornem-se mais atentos, defensores e fruidores daquele que foi o legado de quem nos antecedeu”.
A revista “Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha” terá o preço de capa de dez euros e pode ser adquirida na Biblioteca e Arquivo Municipais.
cidades
APRESENTAÇÃO DO Nº2 DA REVISTA ALBERGUE
14 NOVEMBRO | SÁBADO | 17h00
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALBERGARIA-A-VELHA
ALBERGUE - HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA
Revista editada pela Câmara Municipal, que promove a investigação, preservação, valorização e divulgação do património do Concelho. No nº 2, os leitores podem contar com artigos de especialistas de diversas áreas, que demonstram que Albergaria-a-Velha tem um passado que vale a pena conhecer.
http://albergaria.bibliopolis.info/Eventos.aspx
Alguns artigos:
- Familiares do Santo Ofício no Concelho de Albergaria-a-Velha - Teresa Cruz Tubby e Delfim Bismarck Ferreira
- Fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha na primeira metade do século XIX
- História da Foto Gomes
- Revisitando Cristelo (Albergaria-a-Velha), Talábriga e um amigo que partiu - António Manuel S. P. Silva
- Escavações Arqueológicas em S. Julião da Branca (Albergaria-a-Velha) – Campanhas de 2014-2015” - Gabriel R. Pereira, Paulo A. P. Lemos e Sara Almeida e Silva.
A revista “Albergue” assume-se como um veículo de inventariação, preservação, valorização e divulgação do Património de Albergaria-a-Velha. “Pretendemos contribuir para a consolidação da consciência geral da existência e do interesse do Património, enquanto representação viva da História da nossa comunidade e da nossa região”, refere António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal.
A capa do número dois da revista apresenta o retrato de Francisco Dias de Oliveira, um Albergariense do século XVIII, que foi familiar do Santo Ofício, o equivalente a magistrado. Ilustra o artigo de Teresa Cruz Tubby e Delfim Bismarck Ferreira “Familiares do Santo Ofício no Concelho de Albergaria-a-Velha”.
Os artigos abrangem diversos períodos históricos e temáticas, como a fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha na primeira metade do século XIX, as recentes escavações arqueológicas em São Julião da Branca ou a história da Foto Gomes, uma das mais antigas casas de fotografia albergarienses, com um considerável espólio, agora depositado no Arquivo Municipal.
Destaque para os trabalhos do arqueólogo António Manuel S. P. Silva, com “Revisitando Cristelo (Albergaria-a-Velha), Talábriga e um amigo que partiu” e “Escavações Arqueológicas em S. Julião da Branca (Albergaria-a-Velha) – Campanhas de 2014-2015”, em coautoria com Gabriel R. Pereira, Paulo A. P. Lemos e Sara Almeida e Silva.
Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara e diretor da publicação, espera que os leitores “aprofundem os seus conhecimentos, alimentem a sua curiosidade e tornem-se mais atentos, defensores e fruidores daquele que foi o legado de quem nos antecedeu”.
A revista “Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha” terá o preço de capa de dez euros e pode ser adquirida na Biblioteca e Arquivo Municipais.
cidades
APRESENTAÇÃO DO Nº2 DA REVISTA ALBERGUE
14 NOVEMBRO | SÁBADO | 17h00
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALBERGARIA-A-VELHA
ALBERGUE - HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA
Revista editada pela Câmara Municipal, que promove a investigação, preservação, valorização e divulgação do património do Concelho. No nº 2, os leitores podem contar com artigos de especialistas de diversas áreas, que demonstram que Albergaria-a-Velha tem um passado que vale a pena conhecer.
http://albergaria.bibliopolis.info/Eventos.aspx
Alguns artigos:
- Familiares do Santo Ofício no Concelho de Albergaria-a-Velha - Teresa Cruz Tubby e Delfim Bismarck Ferreira
- Fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha na primeira metade do século XIX
- História da Foto Gomes
- Revisitando Cristelo (Albergaria-a-Velha), Talábriga e um amigo que partiu - António Manuel S. P. Silva
- Escavações Arqueológicas em S. Julião da Branca (Albergaria-a-Velha) – Campanhas de 2014-2015” - Gabriel R. Pereira, Paulo A. P. Lemos e Sara Almeida e Silva.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Presidenciais 1996
Sampaio arrastou com ele, no distrito de Aveiro, a abrangência da sua candidatura contra o «pleno de direita» pretendido pela de Cavaco. Um distrito difícil, de política multicolor, que ontem o recebeu mais ou menos bem. Até ouviu o autarca PP, Rui Marques, dizer que «tem conseguido cativar o voto afectivo».
Os «homens» de Sampaio ficaram, por escassos minutos, vidrados e ganharam um postura tensa. O presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, Rui Marques, do PP, acabava de anunciar que não dava «apoio expresso» a qualquer dos candidatos à Presidência da República. O suspense era grande já que todos esperavam uma declaração de voto incondicional no candidato, tão bem recebido pelo município ao som de rancho folclórico. Os rostos só se descontraíram quando Rui Marques rematou a sua intervenção: «É de todos os candidatos o que tem conseguido cativar o voto afectivo». E alguém da equipa sampaísta exclamou: «Bingo!» Rui Marques, edil há dez anos, fez uma espécie de crítica velada à direcção do seu partido, dizendo que a «liberdade de voto» não lha podiam dar, pois essa já tinha sido «ganha em 74». Podem, disse, «é dar indicação de voto». Indicação que, à semelhança do seu partido, também não quis dar claramente aos seus municípes. Mas acabaria por o fazer com as palavras do «voto afectivo» e ao reconhecer que Jorge Sampaio «é o candidato mais bem preparado para entender o poder local».
(...)
PAULA SÁ / DN, 02/09/1996
Os «homens» de Sampaio ficaram, por escassos minutos, vidrados e ganharam um postura tensa. O presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, Rui Marques, do PP, acabava de anunciar que não dava «apoio expresso» a qualquer dos candidatos à Presidência da República. O suspense era grande já que todos esperavam uma declaração de voto incondicional no candidato, tão bem recebido pelo município ao som de rancho folclórico. Os rostos só se descontraíram quando Rui Marques rematou a sua intervenção: «É de todos os candidatos o que tem conseguido cativar o voto afectivo». E alguém da equipa sampaísta exclamou: «Bingo!» Rui Marques, edil há dez anos, fez uma espécie de crítica velada à direcção do seu partido, dizendo que a «liberdade de voto» não lha podiam dar, pois essa já tinha sido «ganha em 74». Podem, disse, «é dar indicação de voto». Indicação que, à semelhança do seu partido, também não quis dar claramente aos seus municípes. Mas acabaria por o fazer com as palavras do «voto afectivo» e ao reconhecer que Jorge Sampaio «é o candidato mais bem preparado para entender o poder local».
(...)
PAULA SÁ / DN, 02/09/1996
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Carta de Couto de Osseloa
Amanhã estarei em Albergaria-a-Velha, para as II Jornadas Histórias. Esta cidade recorda-me tanto D. Teresa! Poderão ver no livro uma imagem da Carta de Couto de Osseloa, com a minha "legenda":
"Diz a tradição que a rainha Teresa, passando por Assilhó, se hospedou em casa de Gonçalo Eriz e lá deu à luz um filho. Em sinal de gratidão, instituiu ali uma albergaria, mais tarde Albergaria-a-Velha. De facto, o documento data de 1117, o ano em que terá nascido Sancha, filha de Fernão Peres de Trava. Terá sido em Assilhó o nascimento?"
23/10/2015
Isabel Stilwell - Escritora/Jornalista estará amanhã em Albergaria-a-Velha, para as II Jornadas Históricas. Uma oportunidade para conhecerem a autora e obterem um livro autografado.
Albergaria a Velha terá sido fundada por D. Teresa, conforme atesta a Carta de Couto de Osseloa, «em agradecimento de Deus nela alomiar (sic) dum parto, como se tem por tradição verdadeira e antiquíssima.»
"Diz a tradição que a rainha Teresa, passando por Assilhó, se hospedou em casa de Gonçalo Eriz e lá deu à luz um filho. Em sinal de gratidão, instituiu ali uma albergaria, mais tarde Albergaria-a-Velha. De facto, o documento data de 1117, o ano em que terá nascido Sancha, filha de Fernão Peres de Trava. Terá sido em Assilhó o nascimento?"
23/10/2015
Isabel Stilwell - Escritora/Jornalista estará amanhã em Albergaria-a-Velha, para as II Jornadas Históricas. Uma oportunidade para conhecerem a autora e obterem um livro autografado.
Albergaria a Velha terá sido fundada por D. Teresa, conforme atesta a Carta de Couto de Osseloa, «em agradecimento de Deus nela alomiar (sic) dum parto, como se tem por tradição verdadeira e antiquíssima.»
sábado, 10 de outubro de 2015
Publicidade
Jornal Beira Vouga, 1943
Publicidade Bernardino Maria da Costa
ver mais em
http://blogdealbergaria-empresarial.blogspot.pt/
Publicidade Bernardino Maria da Costa
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