Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Acção Católica Rural (antiga JAC e LAC)
Nome: Dália Rosa Faria Nunes
Nascida: 17 de fevereiro de 1942
Diocese: Aveiro
Fui militante da JACF/JARC de 1961 a 1970, tendo interrompido até 1980, altura em que recomecei na ACR, até hoje
MR: Como conheceu a Acção Católica Rural (antiga JAC e LAC)?
DN: Em 1961 fui convidada por militantes da Seção da minha paróquia (Branca) para frequentar as reuniões e, passado muito pouco tempo, participei ativamente na encenação e dinamização de uma atividade do Movimento. Gostei e continuei.
MR: Qual a motivação para se tornar militante da ACR?
DN: Naquela altura dizíamos que os militantes precisavam de ser «pescados à linha», e foi isso que fizeram comigo. Vi-me quase desde o início responsabilizada em atividades e em ações de formação, e penso que foi o sentir que acreditavam em mim, o que me motivou a continuar. A esta distância, penso que a maior motivação foi o dizerem-me «tu vais fazer porque és capaz».
MR: Que percurso fez dentro da Ação Católica?
DN: Nessa altura fazia-se um “aspirantado”, penso que com a duração de dois anos. Eu saltei essa etapa, embora tenha feito “exame”, para passar a militante. Fui convidada para a equipa diocesana logo a seguir, onde fui responsável das pré-jovens e do Ultramar, e passados dois ou três anos, fui eleita presidente diocesana.
Na ACR, fui dirigente diocesana, onde ocupei o cargo de tesoureira e presidente. No plano nacional assumi vários cargos: secretária, vogal de expansão, vogal de formação, representante na FIMARC, e presidente e vice-presidente. Pertenci também a Junta Diocesana da Acção Católica. Atualmente sou dirigente de base e diocesana.
MR: Como carateriza a Ação Católica da época em que ingressou no Movimento?
DN: A Ação Católica da época era o Movimento da Igreja por excelência, e quase todas as paróquias a tinham organizada. Era disciplina ensinada nos Seminários, e a Hierarquia tinha nela os seus braços para a ação, embora os leigos “tivessem” de dar contas à Hierarquia. Contudo, a análise dos acontecimentos da sociedade civil permitiu aos militantes adquirirem uma consciência nova da sua responsabilidade, quer como cidadãos, quer como cristãos. Era para os seus elementos uma escola de formação integral e espaço de crescimento na fé. Muitos militantes da JAC/F devem a sua valorização pessoal ao Movimento.
MR: Quais os maiores marcos da história do Movimento?
DN: Como jovem, vivi o Grande Encontro (“Os novos escolhem Deus”), que se realizou em Lisboa, em 1963; o encontro europeu de jovens rurais em Stuttgart, em 1965; e várias concentrações, todas precedidas de uma longa preparação de todos os participantes.
Como adulta, logo a seguir ao 25 de abril, envolvi-me com outros militantes no esclarecimento dos cristãos da diocese acerca dos programas partidários, vistos à luz da Doutrina da Igreja; no esclarecimento dos rurais sobre as consequências da nossa entrada na Comunidade Europeia; na Assembleia Mundial da FIMARC, realizada na Casa Diocesana de Albergaria-a-Velha (foi um trabalho exigentíssimo, pois recebemos participantes de todos os continentes, que estiveram cá 15 dias); as várias Jornadas Sociais, sendo duas realizadas em Aveiro, mas tive participação ativa em todas; as diversas campanhas, principalmente as «A Aldeia que eu quero no Portugal europeu», que nos abriu para as realidades europeias e deu uma nova forma de abertura do Movimento ao meio, e a campanha «O homem primeiro»; e ainda Seminários que proporcionaram aos militantes da ACR a possibilidade de escutarem pessoas das mais diferentes áreas da sociedade civil e religiosa.
Os cadernos de militantes e as revistas «Girassol», «Fé e Trabalho», «Diálogo» e «Mundo Rural», embora não sendo marcos, foram meios usados para a formação contínua dos seus elementos.
MR: Como vê a receção do Concílio Vaticano II dentro do Movimento? Deram-se grandes alterações?
DN: Uma das maiores virtudes da Acção Católica foi ajudar os militantes a intervirem, estarem atentos aos acontecimentos e consciencializarem-se dos seus deveres como cristãos e cidadãos.
Quer na JACF/JARC, quer na ACR, os documentos conciliares sobre a missão dos leigos no mundo, foram tema de reflexão e de muitas ações de formação. O início das reuniões, quer de base, quer diocesanas, quer nacionais, tinham sempre um largo tempo de discussão sobre estes temas. O mesmo no que se refere às diversas Encíclicas e Cartas Pastorais, que foram publicadas ao longo dos anos. A minha consciência de leiga (penso que responsável) vem toda daí.
Espero que com as comemorações dos 50 anos do Concílio e com a celebração do Ano da Fé, muitos destes documentos voltem a ser objeto de estudo e reflexão.
MR: O Movimento teve a preocupação de acompanhar o que ia acontecendo aquando da saída dos documentos conciliares?
DN: Pelo que disse atrás, confirmo que sim. O Movimento foi uma grande escola de formação eclesial e cívica.
MR: Como carateriza a Acção Católica dos anos seguintes (após o Concílio)?
DN: Apesar da Acção Católica ter vivido e concretizado no seu trabalho militante a doutrina conciliar, as alterações politicas, o fim da sua estrutura organizativa e o aparecimento de novos movimentos e novas formas de apostolado, com um cariz menos interventivo e menos “exigente” e muitas vezes “mais macio”, não obrigando tanto a “pôr as mãos na massa” e ainda um novo posicionamento da Hierarquia, levou a um enfraquecimento progressivo da Acção Católica.
MR: E hoje, como vê a Acção Católica Rural enquanto recetora da mensagem do Concílio?
DN: Tenho consciência clara que a ACR tem de estar no mundo, com outro tipo de abordagem, mas nunca com menos exigência e menos consciência do papel dos seus militantes dentro da Igreja e do meio. E esta consciência terá de ser de novo adquirida, estudando e debatendo a doutrina conciliar e aplicando-a à vida, utilizando o seu método de trabalho, a Revisão de Vida.
MR: Qual pensa ser o papel da ACR nos dias de hoje?
DN: Olhando para as nossas paróquias, sinto uma certa frustração e um desencanto. Dá-me a sensação que regredimos e que às vezes não somos capazes de arregaçar as mangas e nos sentirmos comprometidos e intervenientes na vida dos homens e mulheres que connosco partilham os acontecimentos. O mundo está diferente e as solicitações são muitas, mas não nos podemos demitir da missão que nos foi confiada.
Vivemos a nível de país um momento doloroso mas interpelante, e a Igreja (bispos, padres e leigos) tem de saber qual o seu papel no meio de tudo isto. A ACR é por natureza um movimento vocacionado para a intervenção evangélica, e tem de continuar a lutar por aquilo em que acredita.
Continuo a pensar que a Acção Católica ainda não tem substituto, e tenho a perceção de que em alguns setores da Igreja se começa a reconhecer que o lugar da Acção Católica não está ocupado.
Nome: Flausino Pereira da Silva
Nascido: 27 de agosto de 1938
Diocese: Aveiro
Militante da ACR desde: 1984 (64 anos de Militante, contando o tempo de Pré-Jacista)
Militante Pré-Jac desde 1948, depois da JAC e ACR, até hoje!
Como conheceu a Acção Católica Rural (antiga JAC e LAC)?
Através da JAC da minha Paróquia (Branca, diocese de Aveiro).
Qual a motivação para se tornar militante da ACR?
A atração pela formação nas reuniões e a possibilidade de conhecer pessoas, conviver e assumir responsabilidades
Que percurso fez dentro da Acção Católica?
Iniciei como Pré-Jacista em 1948, passei a militante de base da JAC, depois a dirigente e, em 1956, fui chamado a fazer parte da equipa diocesana. Em 1960 fui convidado para a equipa nacional, onde permaneci até este Movimento se incorporar na ACR. Depois interrompi e regressei como dirigente diocesano e nacional, após as primeiras jornadas sociais de 1984.
Como carateriza a Acção Católica da época em que ingressou no Movimento?
Nos anos quarenta e cinquenta a Acção Católica tinha um enorme peso na Igreja, por ser praticamente o único Movimento Apostólico de intervenção social. A Hierarquia dava grande importância ao papel do Movimento e tinha muita consideração pelos seus membros.
Quais os maiores marcos da história do Movimento?
Para mim, os maiores marcos foram: o Congresso Mundial da JAC-JACF, em Lourdes, em 1960; o Grande Encontro da Juventude em 1962; a Comemoração dos 25, 50 e 75 anos da Acção Católica; as Jornadas Sociais da ACR; as Campanhas, das quais destaco "A Aldeia que eu Quero no Portugal Europeu", com a constituição de cerca de mil grupos de análise reflexão e acção (GARA), que culminou na Festa das Jornadas e no desfile festivo, realizados em Aveiro; os Seminários Nacionais, iniciados em 1988, no seguimento desta campanha, e que prosseguem anualmente até hoje.
Como vê a receção do Concílio Vaticano II dentro do Movimento? Deram-se grandes alterações?
Se houve Movimento que acolheu e traduziu na sua ação apostólica as deliberações do Concilio Vaticano II, foi a Acção Católica, particularmente a ACR que, com as Jornadas Sociais assumiu corajosamente o seu papel de «Sal da Terra e Luz do Mundo».
O Movimento teve a preocupação de acompanhar o que ia acontecendo aquando da saída dos documentos conciliares?
A Acção Católica e a ACR, em particular, deram sempre muito relevo na formação dos militantes: à Doutrina Social da Igreja, às Constituições que saíram do Concílio, bem como a Exortação que se lhe seguiu. Foram objecto de estudo, nos cadernos do militante e nas acções de formação desenvolvidas
Como carateriza a Acção Católica dos anos seguintes (após o Concílio)?
O Concílio deu uma nova força à Acção Católica, que se libertou, progressivamente, da conceção de "manus longa" da Hierarquia, para assumir a sua identidade de Movimento Laical, evangelizando as pessoas e estando presente nas realidades temporais, para as transformar.
E hoje, como vê a Acção Católica Rural enquanto recetora da mensagem do Concílio?
Mau grado a ACR ter recebido e traduzido na sua militância e ação a doutrina do Vaticano II, a própria Hierarquia e a Igreja não a traduziram na Acção Eclesial. Surgiram novas formas de apostolado e movimentos de cariz mais espiritualista, e menos intervencionista.
Com a evolução social e política e o desenvolvimento associativo, de par com a democratização da vida social, cultural, económica e até eclesial, os Movimentos da Acção Católica perderam expressão e tornaram-se "difíceis" para os cristãos e para a própria Hierarquia.
É indiscutível, contudo, que a acção evangelizadora e a formação dos militantes da ACR, hoje em dia, traduzem amplamente o espírito e a doutrina do Concílio Vaticano II
Qual pensa ser o papel da ACR nos dias de hoje?
A ACR tem de se manter fiel à sua vocação e missão de Movimento de Leigos no mundo, porque essa é a sua essência.
Mas o nosso mundo muda/mudou muito depressa e as pessoas estão demasiado cheias de si, de coisas materiais e culturais, e de ideias que o mundo lhes incute e, por isso, menos disponíveis para Movimentos "difíceis" como o é a ACR.
Adaptando a formação e a ação ao modo eclesial e social de hoje, o Movimento continua a ser e é, na atualidade, fundamental, como o foi no passado, para a Nova Evangelização das pessoas e dos ambientes
http://mundo-rural.webnode.pt/entrevistas/
http://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/14549/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o_Joana%20Veigas_MIT_2014.pdf
Histórias de Acção Católica
Relatos de um compromisso na primeira pessoa em destaque na Ecclesia Rádio
A ECCLESIA Rádio vem apresentando histórias de envolvimento e dedicação nas dinâmicas dos Movimentos da Acção Católica, que comemora 75 anos de vida no nosso país, tempo em que, como lembrou a Conferência Epsicopal Portuguesa, ajudaram a formar muitos leigos “que tiveram um papel assinalável nos mais diversos sectores da sociedade portuguesa, desde a política à economia, do ensino, às profissões liberais mais significativas”.
Para o Pe. Querubim Silva, assistente espiritual da Acção Católica Rural (ACR), admite que a metodologia do “Ver, Julgar, Agir” marca o seu quotidiano e afirma que o movimento “não é residual”.
“Estamos presentes, e com vida, em 14 dioceses”, assegura, destacando a importância da ACR para a “preservação de valores do meio rural” como a vizinhança ou a solidariedade.
(...)
Dália Nunes, também ela membro da direcção da ACR, chegou à Acção Católica por causa do sonho de ser “locutora”, acompanhando assim uma celebração de consagração de jovens. Das suas memórias destaca a primeira participação num encontro europeu, em 1965, “tudo o que aconteceu na viagem, de comboio” ou o dormir “em tendas com água lá dentro e lama nos pés”.
Desde 1961, Dália Nunes sente que a Acção Católica “faz parte da vida” e aplica a sua metodologia às situações que lhe surgem na vida profissional.
(...)
O ciclo de programas conclui-se esta Sexta-feira com o testemunho de Flausino Silva, da ACR, numa emissão que se inicia pelas 22h45, na Antena 1.
AE 13/11/2009
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/nacional/historias-de-accao-catolica/
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
https://pt.pinterest.com/luisloureiro/albergaria-a-velha/
Pinterest é uma rede social que permite compartilhar fotos de variadas temáticas.
O link acima está relacionado com Albergaria-a-Velha.
Cidade do distrito de Aveiro, na zona centro de Portugal
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Crianças de Albergaria descobrem como funciona a Câmara Municipal
A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha promove, amanhã, um dia aberto para os alunos do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico no âmbito das comemorações do Dia do Município.
A partir das 9h30 os serviços municipais recebem cerca de 130 crianças divididos em quatro visitas guiadas, proporcionando um contacto direto com a atividade camarária e com o Executivo Camarário.
Durante a visita, alunos e professores serão acompanhados por funcionários da Autarquia, percorrendo as diversas Divisões distribuídas pelos Paços do Município. Para além dos serviços autárquicos, o roteiro inclui os locais mais emblemáticos, como a lápide da fundação de Albergaria, o Salão Nobre, bem como o Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, onde serão recebidos por António Loureiro e os restantes membros do Executivo. Pretende-se explicar aos jovens cidadãos a missão da Câmara Municipal, as suas áreas de atuação e a forma como a sua atividade se reflete no dia a dia da comunidade.
Para além de vir ao encontro do programa de Estudo do Meio do 1º Ciclo do Ensino Básico, o dia aberto insere-se na estratégia de promoção da História e Património Local e da Educação para a Cidadania, procurando sensibilizar os mais novos para as responsabilidades da Administração Pública e para as formas de exercer uma participação ativa. A visita à Câmara Municipal no 3º ano do 1º Ciclo antecede e complementa a visita à Assembleia da República, que as crianças farão depois no 4º ano.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Erigir busto a Napoleão Luis Ferreira Leão (1935)
Acta – Sessão da Câmara
Data 1935-02-05
Presidente: Bernardino Correia Teles de Araújo e Albuquerque,
§§§ Vogais/Vereadores- Dr. Eduardo Henrique de Almeida Souto. Manuel Marques Lima, Francisco Pires de Miranda Ferreira da Silva (vogal administrador do concelho).
§§§ Escrivão: Albérico Henriques
§§§ Deliberações:
- Aprovação da acta anterior;
- Substituição do retrato do Senhor Bernardino Máximo de Araújo e Albuquerque por outro;
- Colocação de canos para condução de água em Rendo:
- Erigir busto a Napoleão Luis Ferreira Leão;
- Mandar organisar caderno de encargos para a construção de quatro casas no "Bairro Napoleào" e uma no Bairro de Campinho para moradia da irmã do benemérito;
- Imposto sobre carnes;
- Admissão de assalariado para fiscalizar o Matadouro;
- Autorização de pagamentos: reparação da casa de posto de ensino do lugar do ontão; artigos fornecidos para o Posto da Guarda Nacional Republicana; renda da casa do Delegado do Procurador da República: à União Eléctrica o fornecimento de energia; material de construção.
Pelo Senhor Presidente foi apresentada a seguinte proposta:
Considerando que, por um espírito de justiça e gratidão, a esta Câmara Municipal compete, como legítima representante do povo, perpetuar a memória das cidadãos que, por actos de benemerência, heroísmo ou quaisquer outros que contribuam para o bem colectivo ou para o progresso de Albergaria. se tenham distinguido;
Considerando que o cidadão Napoleão Luis Ferreira Leão, pelo valiozíssimo legado feito, por seu testamento de 12 de Fevereiro de 1922 em benefício dos pobres e obras de caridade de Albergaria bem merece ser apontado às gerações vindouras como exemplo de filantropia e dedicação à terra natal;
Considerando que para atingir essa finalidade se deve procurar que o nome do prestante cidadão fique inteiramente vinculado à história da nossa terra por forma diferente da oral ou escrita;
Proponho que a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha tome a iniciativa de lhe erigir um busto, em local a determinar oportunamente, e que a sua aquisição e despesas inerentes sejam custeadas por meio de subscrição pública, para a qual a Câmara contribuirá com importância de 6.000$0O, a incluir no próximo orçamento ordinário.
Fonte:AMA
(o busto seria colocado na Praça Ferreira Tavares em 1966 - 31 anos depois)
Data 1935-02-05
Presidente: Bernardino Correia Teles de Araújo e Albuquerque,
§§§ Vogais/Vereadores- Dr. Eduardo Henrique de Almeida Souto. Manuel Marques Lima, Francisco Pires de Miranda Ferreira da Silva (vogal administrador do concelho).
§§§ Escrivão: Albérico Henriques
§§§ Deliberações:
- Aprovação da acta anterior;
- Substituição do retrato do Senhor Bernardino Máximo de Araújo e Albuquerque por outro;
- Colocação de canos para condução de água em Rendo:
- Erigir busto a Napoleão Luis Ferreira Leão;
- Mandar organisar caderno de encargos para a construção de quatro casas no "Bairro Napoleào" e uma no Bairro de Campinho para moradia da irmã do benemérito;
- Imposto sobre carnes;
- Admissão de assalariado para fiscalizar o Matadouro;
- Autorização de pagamentos: reparação da casa de posto de ensino do lugar do ontão; artigos fornecidos para o Posto da Guarda Nacional Republicana; renda da casa do Delegado do Procurador da República: à União Eléctrica o fornecimento de energia; material de construção.
Pelo Senhor Presidente foi apresentada a seguinte proposta:
Considerando que, por um espírito de justiça e gratidão, a esta Câmara Municipal compete, como legítima representante do povo, perpetuar a memória das cidadãos que, por actos de benemerência, heroísmo ou quaisquer outros que contribuam para o bem colectivo ou para o progresso de Albergaria. se tenham distinguido;
Considerando que o cidadão Napoleão Luis Ferreira Leão, pelo valiozíssimo legado feito, por seu testamento de 12 de Fevereiro de 1922 em benefício dos pobres e obras de caridade de Albergaria bem merece ser apontado às gerações vindouras como exemplo de filantropia e dedicação à terra natal;
Considerando que para atingir essa finalidade se deve procurar que o nome do prestante cidadão fique inteiramente vinculado à história da nossa terra por forma diferente da oral ou escrita;
Proponho que a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha tome a iniciativa de lhe erigir um busto, em local a determinar oportunamente, e que a sua aquisição e despesas inerentes sejam custeadas por meio de subscrição pública, para a qual a Câmara contribuirá com importância de 6.000$0O, a incluir no próximo orçamento ordinário.
Fonte:AMA
(o busto seria colocado na Praça Ferreira Tavares em 1966 - 31 anos depois)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Património Religioso - Inventários da Paróquia de Santa Cruz
artigo de Hugo Cálão publicado na revista Albergue nº1 (2014)
consultar arquivo online
Hugo Cálão
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| artigo |
Hugo Cálão
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Património Religioso
Concelho de Albergaria-a-Velha
-Inventário: Igreja Matriz de Albergaria; Capela de São Sebastião; Capela de Santa Cruz; Capela do Espírito Santo; Capela de São Gonçalo do Sobreiro; Capela de São Marcos; Capela das Frias; Capela de São José de Assilhó. 1911-07-20. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/001)
-Cedência de terreno do passal de Albergaria-a-Velha para um matadouro. 1911-11-28 a 1914-08-24. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/017)
- Livro de Conta Corrente com a Comissão Concelhia (1911-1922). Ofícios, correspondência e documentos relativos à administração da Comissão. Receita e Despesa da Corporação Cultual do concelho e freguesia de Albergaria-a-Velha. Concelho de Albergaria-a-Velha. 1923-10-16 a 1937-07-02. (Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha)
-Lista dos cidadãos para a comissão concelhia de Albergaria-a-Velha; cópia da acta de instalação e primeira sessão da dita comissão; cópia da acta da sessão extraordinária da Junta de Paróquia de Alquerubim; Proc. 2199: Sobre o pagamento das dívidas à Confraria de Nossa Senhora do Rosário, da freguesia de Branca; Proc. 3131: Pedido de exoneração de membros da comissão concelhia de Albergaria-a-Velha; Proc. 1432: Pedido de reparação da capela da freguesia de Alquerubim pelos seus habitantes; Proc. 1848: Sobre o pagamento dos débitos à Confraria de Nossa Senhora do Rosário, da freguesia de Branca; Proc. 6343: Instalação da comissão concelhia de Albergaria-a-Velha e nomes dos indivíduos que a constituem. 1911-10-12 a 1919-11-14 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/019)
-Aposentação do pároco da freguesia de Albergaria-a-Velha, Júlio Pires Álvares Mourão. 1923-06-20 a 1923-12-13 (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/002)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Albergaria-a-Velha. 1928-07-04 a 1930-07-25 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/005)
- Inventário: Igreja de Alquerubim; Capela de Santa Marta; Capela de São Pedro; Capela de São Luís; Capela de Santo Estêvão; Capela de São Pedro o Velho; Capela de Nossa Senhora das Dores. 1911-08-23 a 1943-01-08(ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/002)
-Autorização para aplicação de um legado à reconstrução da Igreja de Alquerubim. 1912-04-25 a 1914-09-12. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/011)
-Entrega à Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de Alquerubim sustida por despacho do Ministro das Finanças, de 11-07-1944. 1942-07-24 a 1955-03-07. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/020)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Alquerubim. 1934-06-10 a 1935-09-14. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/006)
-Venda ilegal de vários objectos do culto pertencentes à Igreja Matriz da Freguesia de Alquerubim feita pela respectiva Junta de Freguesia. 1932-07-02 a 1934-07-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/016)
-Inventário: Igreja de Angeja; Capela de São Gregório; Capela do Espírito Santo; Confraria de São Sebastião; Confraria de Santo António; Confraria do Senhor Jesus; Confraria de São Miguel; Capela de São Sebastião; Capela de Nossa Senhora das Neves. 1911-08-25 a 1931-07-10 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/003)
-Aposentação do pároco da freguesia de Angeja, Manuel de Bastos Pereira. 1926-01-30 a 1926-06-09. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/001)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Angeja. 1930-05-08 a 1935-12-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/008)
-Inventário: Igreja de Frossos; Confraria da Senhora do Rosário; Confraria do Espírito Santo; Confraria de São Paio; Confraria de Santo António; Confraria de São Sebastião. 1911-08-15. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/005)
-Cedência da Capela de Sampaio de Frossos, Albergaria-a-Velha. 1912-09-22 a 1913-02-18. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/CEDEN/002)
-Pedido de dispensa do exercício das funções de serventuário da Igreja de Frossos. 1937-01-25 a 1937-05-06. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/004)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto-Lei nº 30615, freguesia de Frossos. 1927-07-17 a 1930-07-26. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/003)
-Denúncia apresentada contra os moradores da freguesia de Ribeira de Fráguas, que construindo uma capela sob a invocação de São Sebastião, e para se livrarem de pagar licença, pediram a um religioso da Ordem terceira de São Francisco para aí dizer missa sem terem autorização e sem o altar ser benzido. 1690-12-02 (AUC, Cabido de Coimbra, Instituições pias, cx XVII, doc. 19).
-Reparação das capelas da freguesia de são Tiago de Ribeira de Fráguas, em especial da capela de Nossa Senhora da Lourosa, do lugar do Carvalhal, conforme foi determinado pelos visitadores. 1766-01-07 (AUC, Cabido de Coimbra, Instituições pias, cx XVII, doc. 20).
-Reclamação da residência e terreno anexo (já incorporados na Fazenda Nacional e vendidos) pela Junta de Freguesia de Ribeira de Fráguas. 1916-09-16 a 1916-12-23. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/012)
-Processo de investigação administrativa sobre factos atribuídos ao padre Adelino de Almeida Paiva, pároco da freguesia de Ribeira de Fráguas, concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro. Foi acusado de dizer que o «Estado não pode vender as residências paroquiais e que todo aquele que as compre fica excomungado. E, a tal ponto é poderosa a sua sugestão sobre o ânimo do povo que o escuta que apenas a residência paroquial de Ribeira de Fráguas foi arrematada logo sofreu um atentado pela dinamite! 1917-03-15 a 1917-04-10. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/PROCD/001)
-Aposentação do pároco da freguesia de Ribeira de Fráguas, Adelino de Almeida Paiva. 1927-01-20 a 1927-05-05. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/004)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Ribeira de Fráguas (Santiago). 1928-07-05 a 1930-07-26. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/007)
- Inventário: Igreja de São João de Loure; Capela de São Silvestre; Capela de Santana; Capela de São Miguel; Capela de São Bartolomeu. 1911-08-20 a 1939-06-25. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/007)
- Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de São João de Loure. 1928-07-04 a 1930-07-25. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/001)
-Cedência das salas do presbitério para sessões e arquivo da Junta de Paróquia de São João de Soure. 1916-04-08 a 1922-01-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/CEDEN/001)
- Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao padre António Soares de Almeida, pároco da freguesia de São João de Loure. 1911-10-31 a 1911-11-09. (ACMF/Arquivo/CNPE/AVE/ALB/PENEC/001)
-Arrolamento de diversos bens existentes na freguesia de Loure (São João). 1928-08-16 a 1939-07-03. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/015)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto-Lei nº 30615, freguesia de São João de Loure. 1942-03-27 a 1943-08-04. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/002)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Vale Maior. 1927-06-17 a 1940-06-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/010)
-Aposentação do pároco da freguesia de Vale Maior (bispado do Porto), Augusto da Silva Santiago. 1920-07-30 a 1921-09-24. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/003)
-Arrolamento de diversos bens existentes na freguesia de Vale Maior. 1928-08-15 a 1939-07-04. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/014)
1.Albergaria-a-Velha (Santa Cruz)
-Inventário: Igreja Matriz de Albergaria; Capela de São Sebastião; Capela de Santa Cruz; Capela do Espírito Santo; Capela de São Gonçalo do Sobreiro; Capela de São Marcos; Capela das Frias; Capela de São José de Assilhó. 1911-07-20. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/001)
-Cedência de terreno do passal de Albergaria-a-Velha para um matadouro. 1911-11-28 a 1914-08-24. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/017)
- Livro de Conta Corrente com a Comissão Concelhia (1911-1922). Ofícios, correspondência e documentos relativos à administração da Comissão. Receita e Despesa da Corporação Cultual do concelho e freguesia de Albergaria-a-Velha. Concelho de Albergaria-a-Velha. 1923-10-16 a 1937-07-02. (Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha)
-Lista dos cidadãos para a comissão concelhia de Albergaria-a-Velha; cópia da acta de instalação e primeira sessão da dita comissão; cópia da acta da sessão extraordinária da Junta de Paróquia de Alquerubim; Proc. 2199: Sobre o pagamento das dívidas à Confraria de Nossa Senhora do Rosário, da freguesia de Branca; Proc. 3131: Pedido de exoneração de membros da comissão concelhia de Albergaria-a-Velha; Proc. 1432: Pedido de reparação da capela da freguesia de Alquerubim pelos seus habitantes; Proc. 1848: Sobre o pagamento dos débitos à Confraria de Nossa Senhora do Rosário, da freguesia de Branca; Proc. 6343: Instalação da comissão concelhia de Albergaria-a-Velha e nomes dos indivíduos que a constituem. 1911-10-12 a 1919-11-14 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/019)
-Aposentação do pároco da freguesia de Albergaria-a-Velha, Júlio Pires Álvares Mourão. 1923-06-20 a 1923-12-13 (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/002)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Albergaria-a-Velha. 1928-07-04 a 1930-07-25 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/005)
2.Alquerubim (Santa Marinha)
- Inventário: Igreja de Alquerubim; Capela de Santa Marta; Capela de São Pedro; Capela de São Luís; Capela de Santo Estêvão; Capela de São Pedro o Velho; Capela de Nossa Senhora das Dores. 1911-08-23 a 1943-01-08(ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/002)
-Autorização para aplicação de um legado à reconstrução da Igreja de Alquerubim. 1912-04-25 a 1914-09-12. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/011)
-Entrega à Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de Alquerubim sustida por despacho do Ministro das Finanças, de 11-07-1944. 1942-07-24 a 1955-03-07. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/020)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Alquerubim. 1934-06-10 a 1935-09-14. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/006)
-Venda ilegal de vários objectos do culto pertencentes à Igreja Matriz da Freguesia de Alquerubim feita pela respectiva Junta de Freguesia. 1932-07-02 a 1934-07-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/016)
3.Angeja (Virgem das Neves)
-Inventário: Igreja de Angeja; Capela de São Gregório; Capela do Espírito Santo; Confraria de São Sebastião; Confraria de Santo António; Confraria do Senhor Jesus; Confraria de São Miguel; Capela de São Sebastião; Capela de Nossa Senhora das Neves. 1911-08-25 a 1931-07-10 (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/003)
-Aposentação do pároco da freguesia de Angeja, Manuel de Bastos Pereira. 1926-01-30 a 1926-06-09. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/001)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Angeja. 1930-05-08 a 1935-12-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/008)
4.Branca (São Vicente)
-Inventário: Igreja da Branca; Capela de Santa Luzia; Capela de Santana; Capela da Senhora da Alegria; Capela de São Julião; Capela de São Marcos; Confraria da Nossa Senhora do Rosário. 1911-08-29 a 1914-03-30. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/004)
-Cedência à Junta de Freguesia de Branca de uma terra denominada a Seara, sita na referida freguesia, para alargamento do cemitério. 1927-12-08 a 1939-02-08. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/013)
-Arrolamento de bens e entrega dos mesmos à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Branca. 1927-01-24 a 1931-01-17. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/009)
-Cedência à Junta de Freguesia de Branca de uma terra denominada a Seara, sita na referida freguesia, para alargamento do cemitério. 1927-12-08 a 1939-02-08. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/013)
-Arrolamento de bens e entrega dos mesmos à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Branca. 1927-01-24 a 1931-01-17. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/009)
5.Frossos (São Paio)
-Inventário: Igreja de Frossos; Confraria da Senhora do Rosário; Confraria do Espírito Santo; Confraria de São Paio; Confraria de Santo António; Confraria de São Sebastião. 1911-08-15. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/005)
-Cedência da Capela de Sampaio de Frossos, Albergaria-a-Velha. 1912-09-22 a 1913-02-18. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/CEDEN/002)
-Pedido de dispensa do exercício das funções de serventuário da Igreja de Frossos. 1937-01-25 a 1937-05-06. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/004)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto-Lei nº 30615, freguesia de Frossos. 1927-07-17 a 1930-07-26. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/003)
6.Ribeira das Fráguas (São Tiago)
-Denúncia apresentada contra os moradores da freguesia de Ribeira de Fráguas, que construindo uma capela sob a invocação de São Sebastião, e para se livrarem de pagar licença, pediram a um religioso da Ordem terceira de São Francisco para aí dizer missa sem terem autorização e sem o altar ser benzido. 1690-12-02 (AUC, Cabido de Coimbra, Instituições pias, cx XVII, doc. 19).
-Reparação das capelas da freguesia de são Tiago de Ribeira de Fráguas, em especial da capela de Nossa Senhora da Lourosa, do lugar do Carvalhal, conforme foi determinado pelos visitadores. 1766-01-07 (AUC, Cabido de Coimbra, Instituições pias, cx XVII, doc. 20).
-Reclamação da residência e terreno anexo (já incorporados na Fazenda Nacional e vendidos) pela Junta de Freguesia de Ribeira de Fráguas. 1916-09-16 a 1916-12-23. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/012)
-Processo de investigação administrativa sobre factos atribuídos ao padre Adelino de Almeida Paiva, pároco da freguesia de Ribeira de Fráguas, concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro. Foi acusado de dizer que o «Estado não pode vender as residências paroquiais e que todo aquele que as compre fica excomungado. E, a tal ponto é poderosa a sua sugestão sobre o ânimo do povo que o escuta que apenas a residência paroquial de Ribeira de Fráguas foi arrematada logo sofreu um atentado pela dinamite! 1917-03-15 a 1917-04-10. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/PROCD/001)
-Aposentação do pároco da freguesia de Ribeira de Fráguas, Adelino de Almeida Paiva. 1927-01-20 a 1927-05-05. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/004)
-Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Ribeira de Fráguas (Santiago). 1928-07-05 a 1930-07-26. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/007)
7.São João de Loure (São João Baptista)
- Inventário: Igreja de São João de Loure; Capela de São Silvestre; Capela de Santana; Capela de São Miguel; Capela de São Bartolomeu. 1911-08-20 a 1939-06-25. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ARROL/007)
- Entrega de bens à corporação encarregada do culto, ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de São João de Loure. 1928-07-04 a 1930-07-25. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/001)
-Cedência das salas do presbitério para sessões e arquivo da Junta de Paróquia de São João de Soure. 1916-04-08 a 1922-01-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/CEDEN/001)
- Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao padre António Soares de Almeida, pároco da freguesia de São João de Loure. 1911-10-31 a 1911-11-09. (ACMF/Arquivo/CNPE/AVE/ALB/PENEC/001)
-Arrolamento de diversos bens existentes na freguesia de Loure (São João). 1928-08-16 a 1939-07-03. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/015)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto-Lei nº 30615, freguesia de São João de Loure. 1942-03-27 a 1943-08-04. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/002)
8.Vale Maior (Santa Eulália)
-Entrega de bens ao abrigo do Decreto nº 11887, freguesia de Vale Maior. 1927-06-17 a 1940-06-21. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/010)
-Aposentação do pároco da freguesia de Vale Maior (bispado do Porto), Augusto da Silva Santiago. 1920-07-30 a 1921-09-24. (ACMF/Arquivo/DGJC/AVE/ALB/APECL/003)
-Arrolamento de diversos bens existentes na freguesia de Vale Maior. 1928-08-15 a 1939-07-04. (ACMF/Arquivo/CJBC/AVE/ALB/ADMIN/014)
domingo, 31 de janeiro de 2016
O Passado do Carnaval de Albergaria
Este ano o corso é noturno e decorre no centro da cidade, nas noites de 6 e 8 de fevereiro, a partir das 21h00. Depois do desfile, a festa do Carnaval de Albergaria 2016 prolonga-se na tenda montada na Alameda 5 de Outubro.
EXPOSIÇÃO DE 30 DE JANEIRO ATÉ 13 DE FEVEREIRO
Integrada no Carnaval Albergaria 2016 surge também a exposição “Passado Carnavalesco”. Serão mostrados fatos carnavalescos, acessórios usados em corsos antigos, fotos e também vídeos de eventos passados. A exposição “Passado Carnavalesco” estará patente ao público no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior a partir de 30 de Janeiro até 13 de fevereiro.
CMA
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Medalhas 2016
[personalidades, instituições e coletividades Albergarienses vão ser homenageadas pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, em cerimónia pública solene nos Paços do Município,] no Dia do Município, 13 de fevereiro, data em que se assinalam os 181 anos da fundação do Concelho.
Segundo proposta do Executivo Albergariense serão atribuídas Medalhas de Mérito Municipal, “pelo contributo para o desenvolvimento e promoção do Município de Albergaria-a-Velha, nas mais diversas áreas e aos mais diversos níveis, melhorando as condições de vida da nossa comunidade, bem como contribuindo para o aumento do prestígio do Município de Albergaria-a-Velha a nível regional, nacional e internacional”.
Entre as individualidades a condecorar encontram-se José António da Piedade Laranjeira (Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro), engenheiro mecânico, que chegou a diretor de departamento na Fundição das Fábricas Metalúrgicas Alba, com uma carreira ligada aos Bombeiros Voluntários, primeiro em São Pedro de Penaferrim, Sintra, onde nasceu, e depois em Albergaria-a-Velha, onde casou e vive. Foi diretor do Serviço Nacional de Bombeiros, entre 1983 e 1992. Preside atualmente à Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha e ao Conselho Superior Consultivo da Liga dos Bombeiros Portugueses. Recebeu diversas condecorações e distinções de organizações nacionais e estrangeiras, sendo Comendador da Ordem do Mérito, comenda atribuída pela Presidência da República, em 1990.
Pedro Martins Pereira vai receber a Medalha de Mérito Municipal Grau Prata. Engenheiro metalúrgico, trabalhou muitos anos na fábrica da família, a Fundição das Fábricas Metalúrgicas Alba. Em 1988 fundou a Larus – Artigos para Construção e Equipamentos, que se dedica ao projeto, fabrico e comercialização de mobiliário urbano, vencendo diversos prémios de design, nacionais e internacionais. Em 2008 fundou a empresa ProjectoAlba que visa recuperar a marca Alba e os seus produtos de catálogo.
João António Ferreira Resende Alves, natural de Albergaria-a-Velha, será agraciado com a Medalha de Mérito Municipal Grau Prata. Jogador de futebol conhecido por “Luvas Pretas”, que envergava em cada jogo, jogou no Boavista e no Benfica tendo sido chamado à Seleção Nacional de Futebol por 36 vezes. Foi Campeão Nacional pelo Benfica por duas vezes e venceu quatro Taças de Portugal, pelo Boavista e pelo Benfica.
Edgar Miguel Lemos Pinto, nascido em Albergaria-a-Velha, em 1985, vai receber a Medalha de Mérito Municipal Grau Cobre. Ciclista profissional, começou por se dedicar ao BTT, mas lançou-se definitivamente no ciclismo de estrada em 2001, profissionalizando-se em 2008. Representou as equipa de S. João de Ver, Sport Lisboa e Benfica, Liberty Seguros, La – Paredes Rota dos Móveis, La – Antarte, correndo atualmente pela SkyDive Dubai.
A Irmandade da Misericórdia de Albergaria-a-Velha será distinguida com a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro. Fundada em 1923, a Misericórdia passou a gerir o Hospital local, na década de 1930. Mais tarde foi responsável pela Cozinha e Sopa dos Pobres e procedeu à construção de um bairro social. Na década de 1980 criou um Lar de Terceira Idade, nas traseiras do Hospital, que foi entretanto desativado. O Lar foi ampliado em 2011, ocupando todo o edifício hospitalar, empregando atualmente cerca de cem pessoas. Cobre as valências de Lar de Terceira Idade, Centro de Dia e Apoio Domiciliário e Fisioterapia, prestando apoio a cerca de 150 pessoas.
Entre as distinções honoríficas concedidas pela Câmara Municipal às Coletividades, o Sport Clube Alba vai ser agraciado com a Medalha de Mérito Municipal Grau Prata. O clube de futebol de Albergaria foi fundado no dia 1 de janeiro de 1940 sob a égide da Fundição das Fábricas Metalúrgicas Alba. Durante várias décadas desenvolveu diversas modalidades além do futebol, como basquetebol, hóquei em patins, ténis de mesa, voleibol, columbofilia, pesca desportiva, entre outras. Em maio de 1995 a Câmara Municipal já tinha distinguido o Sport Clube Alba, com a Medalha de Mérito Municipal Grau Cobre.
A ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca vai ser distinguida com a Medalha de Mérito Municipal Grau Prata. A Associação completou em março do ano passado 75 anos de existência, um percurso de contínua evolução artística, sendo hoje uma das mais importantes associações musicais do Concelho. A ARMAB compreende uma escola de formação e uma banda sinfónica com um corpo permanente de 85 instrumentistas, que lhe permite abarcar um repertório que vai desde o classicismo ao século XXI. Atua regularmente por todo o país, fazendo incursões regulares no estrangeiro, devendo apresentar-se em Belém, no Brasil, este ano, no Festival Música nas Américas.
Finalmente, o Centro Cultural, Recreativo e Desportivo do Fial – Grupo de Danças e Cantares do Fial vai ser agraciado com a Medalha de Mérito Municipal Grau Cobre. Nascido na sequência da organização de marchas populares, em 1986, o Centro Cultural afirmou-se na mesma altura com a Grande Marcha do Fial, acabando por formar o grupo folclórico. Em 1991, o Grupo iniciou uma recolha de tradições, usos e costumes, que lhe permitiu a filiação na Federação do Folclore Português.
As propostas de distinção foram apresentadas em reunião de Câmara na quarta-feira e aprovadas por unanimidade.
CMA, 21/01/2016
MEDALHAS
Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro
- José António da Piedade Laranjeira
- Irmandade da Misericórdia de Albergaria-a-Velha
Medalha de Mérito Municipal Grau Prata
- Pedro Martins Pereira
- João António Ferreira Resende Alves
- Sport Clube Alba *
- ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
Medalha de Mérito Municipal Grau Cobre
- Edgar Miguel Lemos Pinto
- Centro Cultural, Recreativo e Desportivo do Fial – Grupo de Danças e Cantares do Fial *
* Em maio de 1995 a Câmara Municipal já tinha distinguido o Sport Clube Alba, com a Medalha de Mérito Municipal Grau Cobre.
* Realizou-se em 2009 uma Sessão Solene da Assembleia Municipal, no Salão Nobre dos Paços do Município tendo sido distinguidas as Associações e Colectividades com, pelo menos, 25 anos de actividade ao serviço da comunidade.
2016
PROPOSTA PARA ATRIBUIÇÃO DE DISTINÇÕES HONORÍFICAS
O Sr. Presidente da Câmara apresentou proposta escrita para atribuição de medalhas de Mérito Municipal a Individualidades, Instituições e Coletividades do município, a qual se transcreve: “Nos termos do disposto no Regulamento das Distinções Honoríficas do Município de Albergaria-a-Velha, proponho que Individualidades, Instituições e Coletividades a seguir identificadas sejam distinguidas com a Medalha de Mérito Municipal, pelo contributo para o desenvolvimento e promoção do Município de Albergaria-a-Velha, nas mais diversas áreas e aos mais diversos níveis, melhorando as condições de vida da nossa comunidade, bem como contribuindo para o aumento do prestígio do Município de Albergaria-a-Velha a nível regional, nacional e internacional - vidé documentos anexos. Proponho, ainda, que a atribuição destas distinções honoríficas se realize em Cerimónia Pública Solene, por ocasião das comemorações dos 181 anos do Concelho de Albergaria-a-Velha, a realizar no dia 13 de fevereiro de 2016.
INDIVIDUALIDADES:
Comendador Eng.º José António da Piedade Laranjeira – Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro;
Manuel Francisco Arede – Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro;
Grau Ouro;
Eng.º Pedro Manuel de Oliveira Martins Pereira – Medalha de Mérito Municipal –
Grau Prata;
João António Ferreira Resende Alves – Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata;
Edgar Miguel Lemos Pinto – Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre;
INSTITUIÇÕES:
Santa Casa da Misericórdia de Albergaria-a-Velha – Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro;
COLETIVIDADES:
Sport Clube Alba – Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata;
Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca (ARMAB) – Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata;
Centro Cultural, Recreativo e Desportivo do Fial - Grupo de Danças e Cantares do Fial –
Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre.”
-
O Sr. Vereador Dr. Licínio Pimenta solicitou informação sobre os critérios que basearam a proposta ora apresentada, referindo que as distinções honoríficas têm sido atribuídas a personalidades que, além do contributo dado à comunidade e, independente do mérito profissional, são reconhecidas publicamente pelos mesmos contributos a nível local, situação que entende não estar refletida em todas as individualidades propostas, nem nos fundamentos apresentados, considerando que algumas culminaram somente em resultados individuais e não em benefício coletivo para o município.
O Sr. Vereador Dr. Delfim Bismarck, após lhe ser concedida a palavra pelo Sr. Presidente, passou a explicar os critérios que basearam a proposta, designadamente quanto aos graus que distinguem as coletividades e outras instituições, resumindo os factos que foram considerados justificativos do mérito da distinção e informando que a proposta mereceu a concordância dos líderes dos partidos representados na Assembleia Municipal, bem como do Sr. Presidente daquele órgão, os quais foram ouvidos oportunamente. Mais esclareceu que as individualidades que tiveram o seu percurso profissional fora deste município, foram já condecorados ao mais alto nível por Presidentes da República Portuguesa, bem como, num caso concreto, foi atingido o cargo mais elevado da magistratura nacional, entendendo, por isso, existir motivo mais do que suficiente para que a autarquia da sua terra natal reconheça os serviços prestados ao país, considerando ser motivo de orgulho para o município. -
Ata CM
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Entrevista Diário de Aveiro
“Havia menos audácia no passado”
António Loureiro: Faço um balanço positivo, tendo em consideração o programa eleitoral em que as pessoas votaram. Estamos a cumprir os objectivos que tínhamos traçado. Por outro lado, tivemos de corrigir algumas situações… Houve mudanças. Há um conjunto de áreas que nos dão alguma segurança. Um é a zona industrial – com a revisão do PDM vamos ter um crescimento de 52 por cento da área, que vai permitir que o preço por metro quadrado baixe de forma a atrair mais empresas. E é daqui que começa tudo: a partir da criação de postos de trabalho podemos dinamizar o desenvolvimento do município. Há uma estratégia com 20 medidas de acção.
Diário de Aveiro, 11 de Janeiro de 2016
http://www.diarioaveiro.pt/noticia/879
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