sábado, 19 de novembro de 2016

Igreja da Branca

Encontrada pintura que se suspeita ser um fresco do Século XVII

A pintura foi encontrada aquando da desmontagem da talha dourada do altar do Sagrado Coração de Jesus.

A nova igreja Paroquial, de estilo barroco, foi construída em 1694 para substituir a anterior medieval que se situava nas traseiras do actual adro.

No século XVIII foi colocada a talha dourada proveniente do Real arsenal da Marinha de Lisboa.

Nessa mesma altura foi adquirida à mesma entidade a primitiva imagem de S. Vicente patrono da paróquia.

A última intervenção e restauro de maiores proporções nas talhas douradas aconteceu nos anos 30. do Sec XX.

A fonte de algumas das informações, foi um artigo de António Pires Ladeira, publicado na página 31, da Revista Lusitânia de 16 de Agosto de 1932.

Fonte: Alírio Silva, Beira-Vouga, 2ª quinzena de Novembro de 1996 (adaptado)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vence Prémio Cultura na Gala Litoral Awards

O Município de Albergaria-a-Velha foi distinguido com o Prémio Cultura na terceira edição da Gala Litoral Awards, um evento que visa premiar o “mérito e a excelência” de marcas, entidades e personalidades da região Litoral do Baixo-Vouga.[concelhos de Aveiro, Águeda, Albergaria-a-Velha] A cerimónia decorreu no Teatro Aveirense na noite de sábado, 12 de novembro, e o Vice-Presidente e Vereador da Cultura, Delfim Bismarck, recebeu o prémio em nome da Câmara Municipal.
A organização da Litoral Awards destacou o trabalho do Município nas diversas vertentes da Cultura – da dinamização de eventos nos equipamentos municipais à valorização do património local – como fator distintivo do Concelho no panorama cultural da região.


Num documentário síntese apresentado antes da entrega do prémio, foram destacadas as escavações arqueológicas e a valorização desse património; a dinamização da Rota dos Moinhos; as edições de inventariação e divulgação patrimonial; os eventos marcantes, como o Festival Pão de Portugal, a Albergaria conVIDA e o Lugar das Cores; as comemorações dos forais manuelinos; a programação e a dinâmica do Cineteatro Alba e da Biblioteca Municipal; e o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Municipal. A organização salientou ainda as dezenas de milhares de espetadores e participantes nas iniciativas promovidas pela Autarquia.


Na cerimónia, Delfim Bismarck dedicou o prémio “aos funcionários e colaboradores do Município na área da Cultura”, mas também aos que “têm fruído de todo este diversificado leque de ofertas culturais” e que, em 2015, ultrapassaram as 110 mil pessoas.


A Gala Litoral Awards foi apresentada pelo humorista Luís Franco-Bastos e distinguiu os melhores em treze categorias: Música, Desporto, Moda, Comunicação, Produto Inovação, Design, Marca, Cultura, Desenvolvimento, Carreira, Empresa do Ano, Excelência e Homenagem.


Metronews

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Comendador Manuel Francisco Arede



No ano de 2004 tivemos o prazer de conhecer e entrevistar, no lugar de Açores, freguesia de Valmaior, Albergaria-a-Velha, o comendador Manuel Francisco Arede, que na altura nos ofereceu o livro "Primeira Grande Guerra", de onde tiramos as seguintes informações:

"O número total de militares portugueses mortos e desaparecidos na Grande Guerra, em França, foi de 2.089 Mortos e 109 desaparecidos. Dos 2.089 mortos, só 1.884 têm sepultura conhecida (*); os restantes 205 ou estão em sepulturas cujos ocupantes ainda não foi possível identificar ou não tiveram sepultura. É natural que dos 191 desaparecidos, muitos sejam mortos não identificados. Dos 1.882 militares que têm sepultura conhecida, 241 são militares desconhecidos”.

Neste cemitério estão 1831 sepulturas, 239 delas de desconhecidos. Nem todas elas foram da Batalha de 1918. Algumas vieram da Bélgica

(*) Todas as sepulturas estão assinaladas com uma lápide em que se indica, para os militares conhecidos, o seu nome, posto ou graduação, número da placa de identidade e, sempre que é conhecida , a data da morte. Para militares desconhecidos só se indicam daqueles elementos os que foi possível registar. Estes 1.882 militares estão sepultados nos cemitérios de : Richebourg l' Avoué (1831 sepulturas) , Boulogne-sur-Mer (44 sepulturas ) e Antuérpia ( 7 militares portugueses.).

O Cemitério de Richebourg l'Avoué, expressamente construído por Portugal, contêm 1831 sepulturas.

Manuel Francisco Arede, entre 1960 e 1980 foi emigrante em França e grande dinamizador da construção desse cemitério e com tanto empenho e devoção o fez que recebeu uma condecoração.

Aos 16 de Maio de 1983 foi nomeado pelo Presidente da República, General Ramalho Eanes, Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique, por haver prestado serviços relevantes no estrangeiro, serviços de expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, sua história e seus valores.

Mais de 100.000 militares portugueses estiveram envolvidos na 1ª Guerra Mundial. Além de França, estiveram presentes em Angola e Moçambique.

SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA VILA DE CUCUJÃES E REGIÃO Por: Valter Santos com a colaboração de Teresa Cruz Tubby (extracto)

Ler texto completo

O Dr. Delfim Bismarck Ferreira está a realizar um estudo sobre os Albergarienses que participaram na I Guerra Mundial (1914-1918). Procura todo o género de informações sobre os mesmos: fotografias, cartas, medalhas, condecorações, fardas e todo o tipo de objectos relacionados com a sua presença militar na Europa ou em África.

Pode ser contactado pelo mail info@fundacaomadureira.com

[post publicado inicialmente em 17/04/2012]

O funeral do Comendador Manuel Francisco Arede realiza-se no dia 11 de Novembro de 2016.

Aquando do lançamento da mais recente edição da revista "Albergue", no dia 5 de Novembro de 2016, foi revelado pelo Presidente da Câmara que que estão em preparação duas obras sobre a participação dos Albergarienses na I Guerra Mundial (1914-1918) e na “Guerra do Ultramar” (1961-1974).

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Revista Albergue nº 3



http://biblioteca.cm-albergaria.pt/Eventos/tabid/262/PostID/286/Revista-Albergue---Historia-e-Patrimonio-do-Concelho-de-Albergaria-a-Velha.aspx


REVISTA ALBERGUE
História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha
05 novembro | Sábado | 17h00

Apresentação do nº3

A revista Albergue - História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha é uma publicação anual, editada pela Câmara Municipal, que promove a investigação, preservação, valorização e divulgação do património do Concelho, levando a História local e Património a um público mais vasto. No n.º3, os leitores podem contar com artigos de especialistas de diversas áreas, que demonstram que Albergaria-a-Velha tem um passado que vale a pena conhecer.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Revista Albergue nº 3


Revista Albergue vai ser apresentada no dia 5 de novembro na Biblioteca Municipal  

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vai apresentar o terceiro número da revista “Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha” no dia 5 de novembro, pelas 17h00, na Biblioteca Municipal. A publicação anual da Autarquia, que promove a investigação, preservação, valorização e divulgação do património concelhio, conta com 16 artigos de diversos investigadores locais e nacionais, bem como a contribuição de um autor brasileiro.

A revista Albergue pretende ser um local onde investigadores da História e do Património local “possam editar os resultados dos seus estudos, fomentando e incentivando, assim, o aparecimento de mais e melhores trabalhos de investigação sobre estas temáticas”, salienta Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Diretor da publicação. Os dois primeiros números, lançados em 2014 e 2015, esgotaram pelo que a edição deste ano terá uma tiragem de 600 exemplares, mais cem do que nos anos anteriores.

Os artigos publicados abordam variados temas, como a arte sacra, o cinema, a emigração, a política e a religião, abarcando não só o património edificado, mas também o natural, o imaterial e o geológico. “Manuel Guimarães – O Cinema ou a Vida”, de Leonor Areal, “A Fauna e Flora na Envolvente ao Rio Filveda”, de Milene Matos e “As Mamoas do Taco (Albergaria-a-Velha) – Recuperação e Valorização Patrimonial”, de Pedro Sobral de Carvalho e Vera Caetano são alguns dos artigos que podem ser encontrados no terceiro número da revista Albergue.

Destaca-se, ainda, o estudo biográfico do brasileiro Wanderlei de Oliveira Menezes intitulado “A Trajetória de José Álvares Ferreira (1737-1810) – Um Albergariense e a Carreira da Magistratura no Reino e Ultramar Português”.

A imagem de capa é um retrato a óleo de Bernardino Máximo de Albuquerque existente no Salão Nobre dos Paços do Município. “Homenageamos aquele que foi provavelmente o principal autarca Albergariense de todos os tempos, e que marcou a viragem do século XIX para o século XX, bem como a transição da Monarquia para a República”, explica Delfim Bismarck.

A revista Albergue pode ser adquirida na Biblioteca e Arquivo Municipais pelo preço de dez euros.

CMA, 28/10/2016

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Advogados 1951

REVISTA DA ORDEM DE ADVOGADOS
O DR. ANTÓNIO DE PINHO que eu recordo e que tanto me ensinou de Direito (de Direito e doutras coisas) é já o da segunda metade da sua vida, pois quando eu comecei a advogar, ele Já tinha 66 anos. Havia, então, cá, quatro Advogados: o DR. PINHO, o Dr. Hernâni Ferreira de Miranda, o Dr. Silvino Gonçalves de Sousa (estes dois eram Advogados e Notários) e o Dr. Armando de Albuquerque Miranda, que usava o nome de Armando de Albuquerque. [Mais o Dr. Alfredo de Sousa e Melo e o Dr. Manuel Homem Ferreira que começou a advogar quase quando eu!] Eu comecei a advogar em 1950, mas já cá estava desde 1944, ano em que morreu meu pai e em que eu tive de me fixar em Albergaria-a-Velha. Até 44, eu andava a monte... por Lisboa, pelo Porto, por onde calhava...

Vasco Lemos Mourisca, Arauto de Osseloa, 01/04/1983

http://novos-arruamentos.blogspot.pt/2014/01/albergaria-e-o-seu-concelho.html

Nota: O Dr. Hernâni Miranda faleceu em 1944

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RELAÇÃO DOS ADVOGADOS INSCRITOS NA ORDEM EM 31 DE DEZEMBRO DE 1951

ALBERGARIA-A-VELHA

-- Dr. Alfredo de Sousa e Melo.
-- Dr. António Fortunato de Pinho.
-- Dr. Armando de Albuquerque Miranda.
-- Dr. Manuel Homem de Albuquerque Ferreira.
-- Dr. Silvino Gonçalves de Sousa.
-- Dr. Vasco de Lemos Mourisca.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

1905


Alquerubim


O bispo do Porto, sr d. Antonio Barroso, esteve nestas freguezias — a ultima, do seu bispado — fazer a sua visita pastoral, começando pelas freguezias de Vicente de Pereiro, no concelho de Ovar.


Esteve em Branca, Pinheiro da Bemposta, Palmer, Ribeira do Fragoas nesta localidade (Alquerubim) pernoitou em casa do sr. Manoel Maria Amador.


Em Angeja hospedou-se cm casa do sr. Manoel Maria Souto, abastado proprietário capitalista.


(...)

Albergaria Velha


- Funccionou inspecçao militar, inspeccionando os mancebos deste conselho
- Continua doente filha do presidente da camara.
- Vários indivíduos foram Lisboa assistir aos festejos.


Correio da Manha (Brasil), 22/11/1905

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Monumentos.pt

Registo - Monumentos
Resultados (27)
 
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35159
Bairro da Santa Casa da Misericórdia de Albergaria-a-Velha IPA.00035159 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (DGSU) e privada (Misericórdia) >> Casas para famílias pobres 
 
Conjunto arquitetónico residencial unifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (DGSU) e privada (Santa Casa da Misericórdia). Conjunto de Casas para Famílias Pobres de pequena dimensão, composto por casas geminadas térreas com logradouro no tardoz e fachada principal, formando quarteirões.
  
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34976
Bairro das Lameirinhas IPA.00034976 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial multifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (FFH) 
 
Conjunto arquitetónico residencial multifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (FFH). Conjunto de grande dimensão composto por edifícios multifamiliares em banda de três pisos, formando quarteirões abertos.  

---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34975


Bairro do Jogo IPA.00034975 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (FFH) 
 
Conjunto arquitetónico residencial unifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (FFH). Conjunto de pequena dimensão, composto por casas em banda de dois pisos, com logradouro no tardoz, formando quarteirões.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22134


Capela de Nossa Senhora do Socorro / Santuário de Nossa Senhora do Socorro IPA.00022134 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Arquitetura religiosa, oitocentista. Santuário nacional composto por uma igreja, rodeada por um pequeno parque e zona de lazer. A Igreja é de planta poligonal composta por nave, com alpendre aberto, capela-mor e anexos e torre sineira adossada ao lado direito, com coberturas interiores diferenciadas de madeira em masseira e iluminada uniformemente por janelas rasgadas nas fachadas laterais. Fachada principal rematada em empena, com os vãos rasgados em três eixos, compostos por portal e óculo e por dois postigos. Interior com arco triunfal de volta perfeita e capela-mor com retábulo de talha pintada de estilo revivalista neobarroco.  FOTO.01001261 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=8564

Capela de São Sebastião IPA.00008564 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Arquitectura religiosa, maneirista. Capela de planta longitudinal composta por nave, capela-mor ligeiramente mais baixa e mais estreita, volume adossado à fachada SE.. Fachada principal em empena, coberta a azulejo, rasgada por portal de verga recta e duas janelas de moldura simples. Fachada SE. rasgada por duas portas e fachada NO. por uma porta e três janelas rectilíneas.  FOTO.00654847 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21621


Capela do Divino Espírito Santo IPA.00021621 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Capela de planta retangular com.fachada principal circunscrita por cunhais apilastrados firmados por pináculos e remate em empena, rasgada por porta de verga recta simples e dois óculos. Fachadas E. e O. cegas e fachada posterior rasgada por duas fenestrações. CRUZEIRO seiscentista sobre plinto paralelepipédico almofadado, com a data "1655". Sobre o plinto coluna toscana sobrepujada por cruz latina ostentando na face o Cristo crucificado. Capela com duas pequenas fenestrações rectilíneas simples na fachada posterior. CRUZEIRO com representação escultórica da crucificação na face frontal da cruz vestígios de policromia.  FOTO.00654786 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21163


Casa da Criança de Albergaria-a-Velha IPA.00021163 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Jardim de infância 
 
 
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25599
Casa da Quinta da Fonte / Casa da Fonte IPA.00025599 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa >> Casa abastada 
 
Casa abastada setecentista, integrada em quinta. Evolui em dois pisos, composto por dois corpos, casa principal e celeiro, volumetricamente escalonados, de planta em L. Casa principal com alçados rebocados e pintados circunscritos por cunhais apilastrados na fachada principal, sendo esta percorrida por embasamento pintado; remates em cornija e beiral. Fachada principal e 2º piso da fachada lateral direita rasgadas por vãos em arco abatido, com moldura em arco contracurvado, sendo os do 2º piso encimados por cornija. Fachada principal com vão central do 2º piso de sacada e laterais apresentando avental; à direita da fachada principal, portal nobre, com porta em arco abatido ladeada por pilastras rematadas por entablamento, dá acesso a um pátio. Fachada lateral direita rasgada, no 1º piso, por vão rectilíneo, apresentando escadaria de acesso ao 2º piso. Fachada posterior rasgada por vãos em arco abatido no 1º piso e rectilíneos no 2º piso, sendo marcada por varanda alpendrada com escadas de acesso ao 2º piso.  FOTO.00734454 


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=661


Casa de Santo António IPA.00000661 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa barroca de planta retangular composta por ala residencia e capela integrada na fachada. Destaca-se a composição decorativa do amplo portão para o pátio interior e a existência de pequena sineira sobre pano de muro adossado ao lado direito da capela.  FOTO.00038465 


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22255


Casa do Dr. António Fortunato de Pinho / Casa na Praça Ferreira Tavares IPA.00022255 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa Arte Nova.  


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22253

Casa do Outeiro / Casa da Rua de Cima IPA.00022253 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=261

Casa na Estrada de Aveiro / Casa do Mouro IPA.00000261 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa setecentista de planta rectangular de único volume.  FOTO.00038462 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24288


Casa na rua Doutor José Henriques IPA.00024288 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa construída no séc. 18, ampliada no séc. 20, de dois pisos de planta rectangular tendo articulados dois corpos à fachada posterior, formando planta em L. Corpo principal com alçados rebocados circunscritos por cunhais apilastrados sendo percorridos por embasamento e remate em cornija e beiral. Fachada principal e laterais rasgadas por vãos em arco abatido com moldura contracurvada (na fachada principal e lateral direita) e moldura rectilínea (na fachada lateral esquerda); na fachada lateral direita surge escadaria de acesso ao 2º piso. Fachada posterior rasgada por vãos rectilíneos. O imóvel conserva as molduras em cantaria em arco abatido encimadas por cornija contracurvada ou rectilínea nos vãos da fachada principal e laterais, bem como escadaria de acesso ao 2º piso adossada à fachada lateral direita.  FOTO.00749581 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11331

Cine-Teatro de Albergaria-a-Velha / Cine-Teatro Alba IPA.00011331 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Cultural e recreativo >> Casa de espetáculos >> Cine-teatro 
 
Arquitectura cultural, modernista. Cine-teatro com capacidade para 572 lugares, distribuídos plateia e balcão  FOTO.00795414 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11488


Cruzeiro de Albergaria-a-Velha IPA.00011488 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Religioso >> Cruzeiro 
 
Arquitectura religiosa.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21164


Edifício dos Correios, Telégrafos e Telefones, CTT, de Albergaria-a-Velha IPA.00021164 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Comunicações >> Estação de correios (CTT) 
 
Arquitectura de comunicações, do séc. 20.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24290


Escola Primária Conde de Ferreira de Albergaria-a-Velha / Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha IPA.00024290 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Escola >> Escola primária >> Tipo Conde Ferreira 
 
Escola primária, projetada e construída nas últimas décadas do séc. 19, incluí-se nas construções escolares patrocinadas pelo legado conde Ferreira. Apresenta características que se podem filiar nas "Instruções sobre a fundação de escolas de adultos, creação de novas cadeiras de francez e de inglez, construção de casas para escolas primárias...", publicadas pelo Governo em 1866 (DL 23 jul. 1866, n.º 163), como forma de tornar viável o legado do conde de Ferreira, falecido em março desse mesmo ano, e que previa a construção de 120 casas para escolas em todo o país. No capítulo 4 da referida legislação são estabelecidas as características que estes edifícios devem observar e das quais se destacam: a sua localização em local aprazível e de fácil acesso, reservando alguma distância dos demais edifícios, numa área de terreno nunca inferior a 600-900 m2, murada ou separada do exterior por vala; a área intra-muros contempla duas construções, a da escola e a da casa para o mestre-escola; a escola deve conter uma ou mais salas de aula (consoante o número de alunos), com uma superfície de 50 a 115 m2 e um pé-direito do 4 metros, a sua iluminação natural será efetuada pela existência de janelas, situadas sempre do lado esquerdo dos alunos; contígua à sala de aula ficará uma outra, mais pequena, destinada a apresentações públicas, recepção e biblioteca escolar; é ainda comtemplada a existência de um ou dois vestíbulos, consoante a escola seja para um ou para os dois sexos. A orientação das escolas segundo este primeiro regulamento de construções escolares, deveria ser a SO. (considerada a ideal para Portugal), o que poderia ser alterado de acordo com as condicionantes de cada caso. A ventilação e o aquecimento são igualmente regulamentados, assim como é exigida a existência de espaço para a realização de jogos ao ar livre. Exteriormente apresentam uma feição revivalista, com fachadas percorridas por embasamento, cunhais apilastrados e remates em cornija e beiral, rasgados regularmente por vãos, as janelas molduradas a cantaria formando brincos retangulares e com caixilharia de guilhotina, e as portas com bandeira. Fachada principal de pano único, terminada em platibanda plena de cantaria possuindo ao centro sineira rectangular coroado por frontão triangular, e sendo rasgada por portal de verga reta, moldurado, encimado por largo friso, ornado por almofada retangular, e duplo friso vertical lateral encimado por cornija, entre duas janelas altas e estreitas, com verga superior ornada de duplo friso vertical e cornija. Fachadas laterais semelhantes, de dois panos, um mais estreito, marcados por pilastras, rasgados por cinco vãos, sendo um da lateral esquerda porta travessa de verga reta simples. Fachada posterior terminada em empena reta, rasgada por porta central de verga reta e duas janelas laterais.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23876

Escola Primária de Albergaria-a-Velha / Escola Primária do Pinheiro / Agrupamento 838 do Corpo Nacional de Escutas IPA.00023876 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Escola >> Escola primária >> Tipo Adães Bermudes 
 
Arquitectura educativa, novecentista. Escola do projecto-tipo Adães Bermudes, de uma sala, do sexo masculino, e uma residência, de planta rectangular composta por dois volumes escalonados, o da esquerda mais alto e de dois pisos, destinado à residência do professor, e o lateral com sala de aula antecedida por vestíbulo, e o alpendre e instalações sanitárias desenvolvidos na fachada posterior. O edifício é rasgado, na fachada principal, por vãos em arco abatido, todos com moldura na verga e parte superior da ombreira em cantaria, com pedra de fecho fingida, surgindo, à direita, pano de muro saliente rasgado por portal e rematado por frontão entrecortado por sineira. O corpo situado à esquerda possui, no piso térreo, porta central ladeada por janelas, para individualizar a dependência do professor, a que corresponde, no piso superior, uma janela; na fachada posterior surge também uma janela; este corpo possui, ainda, numa das fachadas laterais, três janelas escalonadas com moldura comum. Corpo situado à direita possui duas salas de aula, a da esquerda com amplas janelas em arco abatido que permitem a iluminação dominante unilateral daquele espaço de estudo, e a da direita com uma única janela, com o interior em tecto plano pintado e pavimento em soalho. No interior da sala da esquerda surge espaço demarcado por pequeno degrau e pela existência de tijolos na parede, que se destina a assegurar o aquecimento, através de salamandra. O edifício encontra-se envolvido, na fachada posterior, por pátio amplo, murado, que constituí a zona de recreio.  FOTO.00813965 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21622

Fontanário de Albergaria-a-Velha IPA.00021622 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo espaldar 
 
Chafariz novecentista, sobre soco quadrangular com degrau, encimado por plinto cúbico moldurado com remate semicircular na face principal, do qual surge uma
bica, por seu turno encimado por plinto canelado que se horientaliza par receber estrutura de perfil curvo. Na face principal, no eixo do remate e no centro do capitel medalhão circular com decoração encimado por drapeado. Reaproveitamento de estela paleocristã.  FOTO.00216540 

---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21623


Fonte de Albergaria-a-Velha IPA.00021623 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo centralizado 
 
Arquitectura infraestrutural, neoclássica. Fonte de tipo centralizado composta por tanque com bordo saliente e, no centro, um plinto na base do qual surgem duas bicas.  FOTO.00216535 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24292


Fonte em Valmaior IPA.00024292 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo espaldar 
 
Arquitectura civil de equipamento, novecentista. Fonte de espaldar simples contracurvado e remate em escudo, sendo prolongado lateralmente por ilhargas; bica em forma de carranca.  FOTO.00761677 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21165


Hospital Subregional de Albergaria-a-Velha / Centro de Saúde de Albergaria-a-Velha IPA.00021165 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Saúde >> Hospital 
 
Arquitetura saúde, do séc. 20.  
----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=8565

Igreja Paroquial de Albergaria-a-Velha / Igreja de Santa Cruz IPA.00008565 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Igreja paroquial 
 
Arquitectura religiosa, maneirista e barroca. Igreja paroquial de planta longitudinal composta por nave com coro-alto, capela-mor ligeiramente mais baixa e mais estreita, sacristia, dependências, capela mortuária e torre sineira adossados ao alçado lateral direito. Fachada principal em empena, rasgada por portal de verga recta encimado por janelão rectangular. Fachadas circunscritas por cunhais apilastrados firmados por pináculos percorridas por embasamento e remates em cornija, as laterais com olhos de boi, janelas em capialço e portas e na fachada E. janelas rectilíneas. Coberturas de madeira e estuque em caixotões, falsa abóbada de berço na capela-mor e tectos planos na ampliação da nave. Arco triunfal pintado com arcantos. Retábulo-mor do séc. 17 estilo barroco nacional e retábulos laterais e colaterais da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino.  FOTO.00654826 


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Igreja Paroquial de Valmaior / Igreja de Santa Eulália IPA.00025593 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Igreja paroquial 
 
Igreja paroquial construída no séc. 18 e 19, de planta poligonal com nave, capela-mor mais baixa e mais estreita e sacristia e capela lateral adossadas à fachada lateral esquerda com a nave amplamente iluminada por um janelão rectilíneo na fachada principal e por 4 janelões em arco abatido, confrontantes, três na nave e um na capela-mor. Fachada principal rasgada por portal em arco contracurvado, ladeado por pilastras e remate em duplo entablamento. Encimado por fragmentos de frontão curvo ladeando janelão em arco contracurvado e remate em cimalha curva interrompida; remate da fachada em frontão contracurvado. À esquerda, adossada à nave, torre sineira composta de dois registos, sendo rasgada no 1º por duas aberturas de verga recta, de diferentes dimensões, na face S. e no 2º rasgada em todas as faces por ventanas em arco de volta perfeita. Fachadas pintadas, circunscritas por cunhais em forma de pilastras toscanas, na nave e capela-mor e cunhais simples na capela lateral e sacristia, firmados por pináculos, percorridas por embasamento na fachada principal e torre sineira; remates em cornija e beiral, em entablamento na torre sineira e em frontão contracurvado na fachada principal. Fachada lateral esquerda rasgada por quatro janelões confrontantes, três na nave e um na capela-mor e porta travessa na fachada lateral direita. Interior com coro-alto assente em arco de asa de cesto, assente em pilastras, com pias de água benta de bacia circular e acesso pelo lado do Evangelho. Confrontantes, aberturas em arco abatido, a do lado do Evangelho dando acesso ao púlpito e a da Epístola formando nicho, retábulos laterais, semelhantes entre si, abrigados em nichos com moldura em arco de volta perfeita, de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino e nichos com moldura simples em arco de volta perfeita, de menores dimensões, à altura do arco triunfal na zona do presbitério, o do lado do Evangelho abrigando pia baptismal de bacia circular, assente em coluna e pedestal. No lado do Evangelho, púlpito de bacia rectangular assente em mísula de cantaria, rematada por pendente, com guarda plena de madeira e acesso por porta em arco abatido. No lado da Epístola porta travessa, ladeada por pia de água benta de bacia circular. Retábulos colaterais, abrigados em nicho, diferentes entre si, de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, o do Evangelho de estrutura maneirista apresentando remate de estrutura barroca e o da Epístola de estrutura maneirista com elementos de transição para o barroco da 1ª metade do séc. 18 e remate idêntico ao do Evangelho. Retábulo-mor de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, de planta convexa, tem estrutura rocócó com alguns elementos de estrutura neoclássica, nomeadamente a utilização das urnas no remate. Na sacristia, lavabo em cantaria, com pia de bacia semicircular monolítica assente em mísula, encimado por espaldar rematado em cimalha curva interrompida. Igreja que mantém as características primitivas, destacando-se os cunhais em forma de pilastras toscanas na nave e capela-mor, a persistência duma gárgula de canhão na face E. da torre sineira e o portal da fachada principal em arco contracurvado, encimado por janelão em arco contracurvado e remate em cimalha curva interrompida. Pés direitos diferentes adaptando-se ao desnível do terreno. No interior destacam-se as pilastras em que assenta o coro-alto com pias de água benta de bacia circular decorada a gomeados, pia de água benta de bacia de bacia circular lisa, púlpito de bacia rectangular assente em mísula rematada por pendente, com guarda plena e retábulos laterais de estrutura da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino apresentando dois elementos dissonantes nas urnas neoclássicas. Coberturas diferenciadas de madeira, de 40 caixotões na nave e 15 na capela-mor. Na sacristia, lavabo com pia de bacia semicircular monolítica, encimado por espaldar com remate idêntico ao do janelão da fachada principal.  FOTO.00732636 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=776
Mamoa de Açôres IPA.00000776 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Funerário >> Mamoa 
 
Mamoa megalítica, construída em datas aproximadas entre o séc. 04 e o séc. 03 e mesmo 02 a. C., que se encontra intacta.  FOTO.00710269 

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sábado, 10 de setembro de 2016

Mostra FC e Fantasia

No momento em que está a decorrer a 3º Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia relembramos o cartaz da 1ª edição que decorreu em Março de 2015 e que tinha uma imagem alusiva ao Torreão

http://mostrafcf.blogspot.pt/search/label/Albergaria%20a%20Velha


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Albergaria Vetera de Meigonfrio

Por fim, se bem que não tenha dado origem a qualquer trabalho arqueológico formal, deve recordar-se o interesse desta região no que se refere aos estudos sobre a viação antiga.


Na verdade, as características geográficas do território de Albergaria-a-Velha, proporcionaram desde tempos muito antigos importantes rotas de circulação, em sentido Norte-Sul como Nascente-Poente, com os respectivos pontos de apoio aos viajantes, circunstância que ficou consagrada, aliás, na história e na toponímia da região, nomeadamente através da Mansio Frigida registada na documentação medieval, por certo antecessora da albergaria vetera de Meigonfrio, instituída por D. Teresa no ano de 1117, na célebre Carta de Couto de Osseloa, a que mais tarde haveria de contrapor-se outra albergaria, a nova, fundada talvez pelos senhores das terras de Santa Maria poucos quilómetros a norte da primitiva, assim dando nome a outro aglomerado urbano que ainda hoje permanece com tal designação (PINHO 1957).


Neste sentido, o estudo da viação romana no concelho tem suscitado a atenção de diversos investigadores (SOUTO 1942; OLIVEIRA 1943; SAA 1960; GONÇALVES 1981; CASTRO 1987; MANTAS 1996; LOPES 1995-1997; 2000a), o mesmo se passando, se bem que com menor intensidade com traçados viários medievais (FERREIRA 2008).


Feito este breve excurso pelo último século da arqueologia albergariense, aprofundemos um pouco mais, agora num percurso cronológico, a natureza dos vestígios arqueológicos identificados na área do município. Servir-nos-emos essencialmente, para além da bibliografia disponível, da base de dados oficial disponível no Portal do Arqueólogo e das informações constantes do Plano Director Municipal, cuja última revisão se encontra em fase de publicação.


SILVA, António Manuel S. P (2014) – Dos vestígios do passado ao património arqueológico. Algumas reflexões sobre a Arqueologia de Albergaria-a-Velha.


Revista portuguesa de filologia, Volumes 2-3 - Manuel de Paiva BoléoFaculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Instituto de Estudos Românicos, 1948








‎Revista Lusitana - José Leite Vasconcellos - 1914
Em parte da villa de S. Pedro de Osselola instituiu a rainha D. Theresa em 11 17 um couto, e uma albergaria, que posteriormente se chamou Albergaria Vetera de Meigonfrio e serviu de núcleo à moderna vila de Albergaria a Velha (2).


Um doc. de 1271 referindo-se a uma herdade chamada das Forcadas sitúa esta «in termino Vauge in cauto de Arbergaria Vetera et in Oselloo» (Ms. n.o 636 da Bibliot. da Universidade de Coimbra, fl. 174 v.).




As grandes vias da Lusitania: o itinerário de Antonino Pio - Mario Saa - 1960
Já em 1258 o lugar da albergaria se chamava Albergaria a Velha de Mesão Frio (Albergaria Vetera de Meigonfrio), assim, em relação a Albergaria a Nova, que já então existia. O ano de 1258 e a indicação do nome do novo ipovoado, consta




Estudos de toponímia da Bairrada e outras notas - P. 182 - Joaquim da Silveira, ‎Arsénio Mota - 1911
... Teresa, em 1117, um couto, e uma albergaria, que posteriormente se chamou Albergaria Vetera de Meigonfrio e serviu de núcleo à moderna vila de Albergaria-a-Velha1 17. Um documento de 1271 citado em nota, e outros dos sécs