segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Primeiras autárquicas foram há 40 anos!


Foi em 12 de Dezembro de 1976 que se realizaram as primeiras eleições autárquicas em Portugal. Experiência única de democraticidade e de participação dos cidadãos na escolha dos que, mais perto de si, iriam assumir a administração local.

Para a presidência da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha concorria pelo PPD José Nunes Alves, que já ocupava o cargo desde os finais da década de 60, quando Vale Guimarães era governador civil de Aveiro. Nunes Alves passou incólume a turbulência do 25 de Abril de 1974, por se lhe reconhecer o seu passado de democrata, a sua capacidade de trabalho, a sua seriedade.

Presidiu à comissão administrativa que se seguiu à dissolução dos órgãos administrativos decretada após o 25 de Abril.

José Nunes Alves venceu e continuou por mais uns anos. Até 1981, quando faleceu.

A primeira Câmara Municipal eleita, de Albergaria-Velha, ficou assim constituída:

José Nunes Alves (PPD)
Prof. Rogério Camões (PPD)
Dr. Henrique Souto (PPD)
Eng. Rui Tavares (CDS)
Gualdino Silva (CDS)
António A. Martins Pereira (CDS)
Aires Rodrigues (PS)

A primeira Assembleia Municipal, eleita na mesma data, ficou presidida pelo Dr. Flausino Pereira da Silva. Dela faziam parte entre outros, Dr. Júlio Pereira (CDS), Lutero Letra da Costa (PPD), Armando Santos (PS), Carlos Mortágua (PPD), Mário Vidal da Silva (PPD),  Sebastião Resende (CDS), Silvino Lopes (PPD).

Os primeiros presidentes das Juntas de Freguesia, igualmente eleitos nesse dia, foram:

Albergaria: Manuel de Silva (CDS)
Angeja: Domingos Rodrigues de Silva (PPD);
Alquerubim: Manuel Barreto (CDS)
Branca: Grive da Silva Gomes (PPD));
Frossos: José António Praça (PPD);
S. João de Loure: Inocêncio Marques (PPD);
Valmaior: Manuel Letra (CDS)
Ribeira de Fráguas: João António da Silva (CDS)

Rogério São Bento Camões, Flausino Pereira da Silva e Carlos Manuel Melo Mortágua são os totalistas, pois desde 1976 que ocupam, ininterruptamente, cargos autárquicos.

Nos 20 anos de poder local, bem merecem, juntamente com os outros eleitos, a nossa homenagem.

Jornal de Albergaria, 19/12/1996


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Novo livro sobre a Fábrica Alba


A ADERAV vai apresentar o livro "Alba – Uma Marca Portuguesa no Mundo" no próximo sábado, 17 de dezembro, no Cineteatro Alba. A sessão, com início às 17h00, contará com a presença dos autores Delfim Bismarck Ferreira e Pedro Martins Pereira.

“Procurámos com este estudo trazer a público uma panorâmica geral da vida e obra do Comendador Augusto Martins Pereira e de seus filhos, bem como da indústria daquela que foi uma das principais marcas industriais portuguesas do século XX e início do XXI”, escrevem os autores na introdução.

A marca Alba, registada em 1929, teve ao longo de várias décadas uma grande difusão, quer em Portugal, quer nos "países" que constituíam o designado Império Ultramarino Português. O seu fundador, Augusto Martins Pereira, lançou as bases daquela que foi talvez a principal marca portuguesa de utensílios domésticos, mobiliário urbano e acessórios fundidos para águas e saneamento do século passado.

A importância da marca Alba não se ficou somente pelos produtos fabricados. As instalações fabris foram uma verdadeira escola técnico-profissional, formando técnicos especializados em diversas áreas que, na altura, faltavam no mercado de trabalho.

A família Martins Pereira assumiu também um papel importante no desenvolvimento social, cultural e desportivo do Concelho, com destaque para a criação e apoio do Sport Clube Alba, a construção do Parque de Recreio e Desporto Alba e do Cineteatro Alba.

Autores

Pedro Martins Pereira é bisneto do fundador da marca Alba, tendo trabalhado na fábrica metalúrgica nas décadas de 1970 e 1980. Atualmente, é sócio-gerente da LARUS, empresa de design urbano e fundador e sócio-gerente da empresa ProjectoAlba Unipessoal, Lda., detentora da marca Alba.

Delfim Bismarck Ferreira é historiador e autor de mais de quatro dezenas de estudos nas áreas de História, Património, Genealogia, Heráldica e Biografia. Foi presidente da ADERAV entre 2001 e 2005 e é, desde 2013, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

CMAAV, 13/12/2016

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sábado, 10 de dezembro de 2016

Bilhete Postal 1920



Carimbos de duplo círculo. Postal ilustrado circulado de Albergaria-a-Velha (19.07.20) para o Porto (20.07.20), com selo de 2C laranja, denteado 15x14. Carimbo batido a preto de ALBERGARIA-A-VELHA. MB


Bilhete Postal da casa Manoel d'Oliveira Campos & Filho fundada em 1846 e sedeada na Rua de Santo António.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Património Arquitetónico

Albergaria tem um traçado único que conta uma história. Começa pela sua posição estratégica geográfica e que deixou as marcas do tempo no desenho da cidade ao longos dos séculos.

A antiga estrada real, depois chamada nacional, que corresponde às atuais Rua Mártires da Liberdade, de Santo António, do Hospital e Dr. Alexandre de Albuquerque, bem como o outro eixo da antiga estrada Real Aveiro-Viseu, atuais Rua de Campinho, Dr. José Henriques Ferreira, etc, denunciam a importância deste território ao longo dos séculos, a aí encontramos boas obras de arquitetura.

Há erros no passado, nomeadamente quando se destrói património e a nossa identidade, mas para isso não há remédio, só há memória.

Faltou planeamento e espaços públicos de qualidade, que acredito que as intervenções cirúrgicas que estão a ser desenvolvidas irão contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.

Gosto da escala da cidade e há elementos de interesse arquitetónico que precisam de ser valorizados!

Entrevista à Arquitecta Ana Maio Pinheiro Machado, Correio de Albergaria, 16/11/2016

Ana Maio é natural do Porto e reside em Albergaria-a-Velha desde há 7 anos. Tem vários projectos a serem desenvolvidos na região. O mais recente foi a obra de recuperação do edifico onde se encontram os laboratórios Avelab e o Jornal Correio de Albergaria. Em 2009 desenhou o monumento às Vítimas das Invasões Francesas, no Concelho de Albergaria, pelas tropas de Napoleão em 1809. Monumento em aço corten  que se encontra na rotunda de ligação à EN 16, a estrada que liga a Valmaior.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Postal de Albergaria


No endereço www.joaquimjaneiro.pt tem vários postais em que aparecem carros incluindo um postal de Albergaria-a-Velha com  a indicação de alguns dos carros presentes.

185 - Albergaria a Velha  - Portugal  ( I live here ! ) Rekord  A and C , Olympia Rekord P1, etc

http://joaquimjaneiro.pt/postais181190/index.htm



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A exposição de brinquedos e miniaturas. “Coleção de uma Vida” do colecionador Joaquim Janeiro está durante este mês na Biblioteca Municipal:

A exposição de brinquedos e miniaturas. “Coleção de uma Vida” reúne cerca de 400 peças do colecionador Joaquim Janeiro e inclui automóveis, livros e brinquedos tradicionais portugueses.
     
Natural de Mourisca do Vouga, mas residente em Albergaria-a-Velha desde os três anos, Joaquim Janeiro começou a colecionar miniaturas e brinquedos por influência de um amigo, quando estudava Farmácia na Universidade de Coimbra. As duas primeiras miniaturas que comprou foram os carros Opel GT e Opel Manta, que lhe custaram 53 escudos cada um (cerca de 27 cêntimos na moeda atual). O “bichinho” do colecionismo nunca mais o largou e, nos tempos de estudante, comprava uma média de três miniaturas por mês, utilizando o dinheiro que poupava dos almoços.

Atualmente, a coleção de Joaquim Janeiro é composta por mais de 8000 miniaturas, para além de algumas centenas de brinquedos fabricados em vários países. A peça mais antiga que possui é uma mota com sidecar da década de 1930, feita em madeira, e a mais pequena, um veículo com sete milímetros.

Não obstante ter miniaturas e brinquedos de várias proveniências, a maioria são peças da Opel, marca na qual se especializou. A coleção está presente na Internet no endereço www.joaquimjaneiro.pt.

A exposição “Coleção de uma Vida” pode ser visitada durante o horário normal de funcionamento da Biblioteca Municipal, até ao dia 30 de dezembro.        

CMAV




sábado, 3 de dezembro de 2016

Venturas e desventuras num vale de nome maior

"Flores Silvestres: Venturas e desventuras de cinco irmãs nascidas e criadas entre verduras campestres e urzes agrestes num vale de nome maior"

Autor (a): Florbela Carvalho

Ligação para o livro (Amazon.com)

A escrita é, por excelência, a melhor forma de expressão dos meus sentimentos e pensamentos.

Visite a página da autora no facebook

Página de facebook da autora

Retalhos de memórias que perduram nas brumas do tempo, narrados pela segunda de cinco filhas de uma família de parcos recursos económicos. A autora tateia, através dos seus contos, a vida que teimou em ficar para trás, algures no tempo. Retrata cada momento ido com o olhar nostálgico de quem justifica a sua existência pela convicção de que é nesse esquivo lugar que se fizeram as gentes. A sua Gente. As dores e alegrias confundem-se, ao longo do livro, num misto de sonhos e pesadelos dançando em volta da vida como se a vida não fosse senão uma frágil e volátil bola de sabão.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Toponimia Angeja

É sabido que a toponímia para além da importância que tem como elemento identitário de uma comunidade, é ainda de elevada importância para o estudo e conhecimento da história dos locais. O nome dos lugares e das ruas de uma localidade, para além do reflexo da sua história e da sua evolução ao longo do tempo, fazem parte do seu património, pelo que o seu estudo e recolha numa época em que os testemunhos materiais e imateriais se apagam a uma velocidade assustadora é de extrema importância.

Como forma de contribuir para a preservação destas memórias já algum tempo que venho fazendo a recolha, caracterização e estudo de alguns dos topónimos da Vila de Angeja.

Porque o saber de nada serve se não for partilhado, por aqui irei publicar um pouco da história dos topónimos da Vila de Angeja.

José Silva, História Angeja, 22/11/2016




A partir de 22 de Novembro começaram a ser publicadas no facebook História Angeja várias informações e curiosidades sobre as ruas de Angeja. A primeira rua abordada foi a Rua da Cruz.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Arquivo Municipal - doações e depósitos



O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha recebeu um conjunto de doações e depósitos no dia do seu 8º aniversário. Os protocolos foram assinados no dia 21 de Novembro pelo Vereador da Cultura, Delfim Bismarck, que também deixou em depósito cerca de 4500 jornais, datados de 1887 até 2014.

Foi a Vereadora Catarina Mendes a assinar este depósito, lembrando que a qualidade do Arquivo é cada vez mais evidente, estando agora mais rico, continuando a contribuir para um melhor conhecimento do passado.

https://www.facebook.com/municipiodealbergariaavelha/

PROTOCOLOS

Na cerimónia de aniversário, que decorreu segunda-feira, 21 de novembro, ao fim do dia, foram assinados protocolos de doação ou depósito de diversos suportes. Foram doadas cassetes com gravações de jogos de futebol do Sport Clube Alba da década de 1980, representações digitais do arquivo pessoal do inventor Albergariense de material cirúrgico Manuel Valente dos Santos e representações digitais de “O Nosso Jornal”, o periódico mensal dos trabalhadores do Centro de Produção Fabril da antiga Portucel de Cacia, do período de 1977 a 1994.

O Vereador da Cultura, Delfim Bismarck, deixou em depósito cerca de 4500 jornais relacionados com o Concelho de Albergaria-a-Velha, datados de 1887 a 2014. Muitos dos jornais do século XIX e mesmo alguns do início do século XX são exemplares únicos.

PLATAFORMA ONLINE

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha adotou há cerca de um ano uma plataforma de software livre, um procedimento que é apontado como exemplo de boas práticas. Os técnicos municipais têm sido convidados a mostrar o funcionamento da plataforma em vários encontros nacionais da especialidade. O software adotado não tem custos de manutenção e permite a migração e continuidade dos registos existentes.

No primeiro ano de funcionamento do novo site do Arquivo Municipal, que corresponde praticamente a 2016, foram digitalizadas 1800 imagens de fotografias em vidro, provenientes do fundo Foto Gomes, foram descritos cerca de 2000 registos de sumários de atas da Câmara Municipal, foram digitalizados 8000 processos de obras particulares e foram inseridos na base de dados 30 000 registos de encomendas do fundo Foto Gomes, correspondentes ao período 1936-1964.

FUNDO FOTO GOMES

Técnicos do Arquivo Municipal de Albergaria vão começar a visitar os utentes do Lar de Idosos da Irmandade da Misericórdia de Albergaria-a-Velha, num projeto que visa a identificação das pessoas retratadas nas fotografias do fundo Foto Gomes.

A parceria entre a Câmara Municipal e a Irmandade da Misericórdia foi revelada ontem na cerimónia que assinalou o 8.º aniversário do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha. O Vereador da Cultura Delfim Bismarck explicou que os técnicos daquele equipamento vão deslocar-se algumas vezes por mês, ao longo de 2017, ao Lar de Idosos e projetar imagens das pessoas retratadas nas fotografias da casa Foto Gomes, que tem mais de 200 mil registos arquivados, correspondentes ao período entre 1935 e 2008.

O Autarca explica que as imagens estão quase todas identificadas, porque vinham acompanhadas de livros de registo, que indicam quem encomendou as fotografias. “Mas ainda há 600 chapas que não têm registo e vamos tentar que alguém identifique as pessoas retratadas junto dos utentes do Lar de Idosos da Misericórdia”, explicou Delfim Bismarck.

A lista dos protocolos celebrados pode ser consultada aqui.     


CMAAV, 22/11/2016



  PROTOCOLOS 2016 

Sr. Rui Jorge da Silva Pinto
1 VHS e 1 Betamax com Jogos de futebol do Alba: 
  - Clube Desportivo Luso vs S.C. Alba (2-3)
  - S.C. Alba vs Anadia F.C.
  - S.C. Alba vs Pessegueirense (0-1) 

Sr. Manuel da Silva  Lapa
  - 1 Fotografia de Fausto Vidal sobre o Carnaval de 1930 
  - 1 Fotografia ''Início da abertura da Avenida de Assilhó'' (Av. Bernardino M. Albuquerque)

Sr. Leonel Joaquim
  - 1 Postal - “Escola de Mouquim em Construção – Albergaria-a-Velha” (autoria: Fausto Vidal, séc. XX)
  - 1 Postal - “Estrada da Fontinha, Alquerubim – Albergaria-a-Velha” (autoria: Fausto Vidal, séc. XX)

Sr. Manuel José Tavares de  Abrantes
 Coleção de notícias locais de 2011 a 2014 do jornal regional “Diário de Aveiro”   

Dr.ª Teresa Cruz Tubby
 269 fascículos de Jornais Regionais de 2004 a 2008

Eng.º Luís Altino
Digitalização do livro “Angeja, Rainha do Vouga: Poesias” 1913 de Venâncio  da Silva Mattos.
Doa: 1 fascículo “O Jornal de Estarreja” 10 de Julho de 1921
1 fascículo “Povo de Angeja” n.º 169 de 28 de Abril de 1932
 1 Exemplar de estimativas de custos para obras de reparação e restauro da  Igreja Matriz de Angeja, de 5 de Agosto de 1997 

Dr. Delfim Bismarck
 4516 fascículos de Jornais Regionais de 1887 a 2014

Sr. Carlos Ribeiro dos  Santos
Digitalizações do arquivo do inventor Manuel Valente dos Santos

Sr. João Bernardo de  Jesus Magalhães
Digitalizações de 159 fascículos (1977-1994) de “O Nosso Jornal”, o periódico  mensal dos trabalhadores do Centro de Produção Fabril de Cacia.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha recebe novo espólio no dia do seu aniversário

Construído de raiz no início do século XX para ser uma cadeia, o edifício do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha acolheu diversas instituições ao longo dos anos. Já foi escola, junta de freguesia, câmara municipal e até sede da CPCJ. O Arquivo assinala na segunda-feira, dia 21 de novembro, o seu oitavo aniversário e vai receber um conjunto de doações, desde jornais e fotografias, até direitos de utilização de desenhos técnicos e obras de literatura.

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha foi inaugurado em 2008, depois de obras de adaptação, comparticipadas pelo Programa de Apoio à Rede de Arquivos Municipais. Desde essa altura passou a fazer parte da Rede Nacional de Arquivos.

(...)

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha deu um grande salto qualitativo desde o último aniversário, quando passou a permitir o acesso aos seus acervos e fundos arquivísticos através de uma página na Internet, construída numa plataforma de software livre. Esta plataforma não tem custos de manutenção e permite a migração e continuidade dos registos existentes. Foi o primeiro Arquivo Municipal da Região de Aveiro a adotar uma plataforma de software livre.

Ativa desde o início do ano, a página http://arquivo.cm-albergaria.pt, conta já 33 595 registos visualizados, contabilizando 2214 visitas ao site, o que corresponde a 1068 utilizadores individuais.

Na segunda-feira, no dia de aniversário do Arquivo Municipal, numa cerimónia marcada para as 18h00, serão assinados protocolos de doação com nove munícipes, que vão depositar os suportes históricos mais variados. Desde jogos de futebol do Sport Clube Alba, em vídeo VHS e Betamax, a fotografias e postais de momentos relevantes na história do Concelho, como a abertura da Avenida Bernardino Máximo de Albuquerque, a construção da Escola de Mouquim, e até representações digitais dos desenhos do inventor Albergariense Manuel Valente dos Santos

CMAAV, Data: 18-11-2016

sábado, 19 de novembro de 2016

Igreja da Branca

Encontrada pintura que se suspeita ser um fresco do Século XVII

A pintura foi encontrada aquando da desmontagem da talha dourada do altar do Sagrado Coração de Jesus.

A nova igreja Paroquial, de estilo barroco, foi construída em 1694 para substituir a anterior medieval que se situava nas traseiras do actual adro.

No século XVIII foi colocada a talha dourada proveniente do Real arsenal da Marinha de Lisboa.

Nessa mesma altura foi adquirida à mesma entidade a primitiva imagem de S. Vicente patrono da paróquia.

A última intervenção e restauro de maiores proporções nas talhas douradas aconteceu nos anos 30. do Sec XX.

A fonte de algumas das informações, foi um artigo de António Pires Ladeira, publicado na página 31, da Revista Lusitânia de 16 de Agosto de 1932.

Fonte: Alírio Silva, Beira-Vouga, 2ª quinzena de Novembro de 1996 (adaptado)