terça-feira, 15 de agosto de 2017

Um Novo Espaço Público da Cidade


https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/106146
Bruna Filipa Ferreira Melo
Título:  Um novo espaço público da cidade de Albergaria-a-Velha
Data:  2017-04-06


Descrição:  Numa cidade a quantidade e a qualidade dos seus espaços públicos determinam em grande medida a melhor qualidade urbanística da mesma. Ainda em relação a esses espaços, importa que se proporcionem as condições favoráveis a uma relação de bem estar na interação que se estabelece entre os vários elementos arquitetónicos dos mesmos e as pessoas que deles usufruem. Neste trabalho foi elaborado um estudo do espaço público de uma cidade Portuguesa, neste caso a cidade de Albergaria-a-Velha situada no distrito de Aveiro. Através de várias ferramentas, como pesquisas bibliográficas e de arquivo, entrevistas, e elaboração de maquete de projeto, efetuou-se uma análise detalhada dos dois principais espaços públicos da referida cidade - a Praça Ferreira Tavares e a Praça da Alameda 5 de Outubro. No decorrer do trabalho foi efetuada uma análise dos espaços de acordo com diversos pontos de vista. Como resultado deste estudo, conclui-se pela necessidade e importância de se tomarem algumas medidas de foro arquitetónico que possam de algum modo dinamizar e revitalizar os referidos espaços públicos carismático e centrais da cidade, uma vez que da análise realizada se constatou que estes espaços estão gradualmente a transformar-se em espaço "mortos" no atual contexto do tecido urbanístico da cidade em causa.


Assunto:  Artes
Localização Física:  203401
ID Sistema:  http://hdl.handle.net/10216/106146
Tipo de Documento:  Dissertação
Condições de Acesso:  openAccess
Aparece nas coleções: FAUP - Dissertação

https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/106146/2/203401.pdf

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Arqt. Eduardo Costa Ferreira


P: Considera que o facto de se tratar de um município de menor dimensão altera em algum aspeto a forma como trabalha?

R: Eu vejo câmaras no interior do país em que os recursos disponíveis são mais bem utilizados do que no litoral. Não sei a razão, mas de facto isso acontece. Penso que talvez seja uma questão cultural.

P: Que oportunidades lhe deram como arquiteto ao trabalhar numa instituição como esta - uma autarquia?

R: A mim deram-me todas as oportunidades para trabalhar como arquiteto neste município.

P: Quais diria que são as virtudes/vantagens em trabalhar num câmara/autarquia?

R: Para mim a grande vantagem de trabalhar numa Câmara é poder fazer a diferença para as pessoas. Eu trabalho numa autarquia onde acho que posso valorizar a vida das pessoas. Aliás, eu acho que como arquitetos numa Câmara deveríamos de estar a promover o bem-estar público.

P: Se tivesse oportunidade, o que mudaria no município ao nível do trabalho envolvido na área da arquitetura? Alguma medida que considere que, por exemplo,
não existindo restrições como as de carácter económico, seria interessante colocar em prática tendo em conta o contexto geoespacial do Concelho?

R: Quando se fala nisto era importante pensá-lo do ponto de vista da sustentabilidade. Por exemplo criar uma rede de transportes, tanto interna como externamente, bem estruturada acho que era fundamental existir. Mas será isso era sustentável? Na minha opinião desde que vim para este município existem dois pontos-chave que eu considerava, e ainda considero, como importantes. A criação de um aeródromo em Albergaria-a-Velha de forma a podermos trazer passageiros de Lisboa e Porto. E depois construíamos aqui um grande centro de diversões. Seríamos um centro de aventura e de diferença cultural da região centro do país. Uma das coisas que eu incentivaria nos espaços públicos era um incremento na colocação de estatuária e esculturas nos mesmos. Não temos tradição, embora no passado tivemos alguma, e acho que é uma forma de compor os espaços. Tem uma dupla vantagem: dá identidade aos espaços, e permite o agradecimento público aqueles que fizeram algo em prol da comunidade.

P: Há quanto tempo trabalha neste município?

R: Comecei a minha carreira aqui e aqui vou terminá-la. Já lá vão 33 e meio, quase 34 anos.

Entrevista realizada por Bruna Melo ao Arquiteto Eduardo Costa Ferreira da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha (Tese de mestrado apresentada à Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, Abril 2017)

Notas Adicionais:

O Edifício da Câmara Municipal sofreu profundas obras de requalificação entre 1986 e 1993, sob um projeto da autoria do Arquiteto Eduardo Costa Ferreira. Foram iniciadas obras de remodelação em fevereiro de 1989, que ficaram concluídas em março de 1993. O projeto de remodelação foi da autoria do arquiteto Eduardo da Costa Ferreira, atual chefe da Divisão de Planeamento, Gestão Urbanística e Requalificação Urbana da Câmara Municipal.

Foi também o autor da remodelação da nova Biblioteca Municipal, do Centro Cultural de São João de Loure, Novo quartel dos Bombeiros, etc...

Ver também Tese de Elsa Santos sobre estágio na CMA

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Ligações do Partido Comunista a Albergaria-a-Velha durante o Estado Novo

(...)

Em 1936 [António Gomes da Silva/«Russo»] conheceu Anastácio Ramos, que o convenceu a entrar para o partido e para o SVI, foi detido e condenado em TME. Em 1938, Dr. Ferreira Soares convida-o a entrar de novo no partido e, depois da morte dele, apareceram diversos delegados da organização comunista, com quem passou a manter contacto, entregando propaganda e desenvolveu assim a organização de Ovar, de Águeda e de Albergaria-a-Velha. Para o desenvolvimento da organização contactou com Augusto de Lemos Henriques Ribeiro Pinheiro/«Augusto da cadeia».

(...)

No dia seguinte [5/11/1943], era interrogado José Gonçalves Sapateiro. O jornal Avante era-lhe entregue por Manuel Godinho/«Manuel das Cavadas». Ele tinha constituído duas células: a primeira com Evaristo Ferreira Lopes e Danilo Soares Alves Martins, da Faculdade de Direito de Coimbra. Evaristo foi para a Marinha e Danilo para Coimbra e ele constituiu uma nova célula, composta por Álvaro Correia Leite/«Barito» que trabalhava na Fundição de Albergaria-a-Velha e Germano Gomes Pinho/«Germano Serrano». Na véspera da greve de São João, Godinho informou-o do que se ia passar no dia seguinte, encarregando-o de distribuir nessa madrugada panfletos comunistas, o que fez para se livrar da greve porque tinha muito trabalho nessa ocasião.

(...)

Em Dezembro de 1943, são presos membros do partido comunista nos concelhos de Ovar, Albergaria-a-Velha e Águeda. Naquela vila, apareceu um homem que dava pelo nome de «Mário», que começou a acompanhar com Moisés Ferreira Lamarão e alguém lhes disse que era comunista. Este Mário era um homem bastante culto e constava que tinha sido expulso de uma repartição ministerial por questões políticas. Do mesmo documento, consta que Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, «era desafecto da actual situação política do nosso país, sendo ainda elemento com pouca moral». Nos interrogatórios, Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, nega qualquer ligação ao partido comunista e confirma que apenas recebe os jornais que Augusto da Cadeia lhe vende e dá dinheiro à organização comunista por caridade.

António Bernardino Tavares/«Rodas», José Gomes Ferreira/«José Francês», Luís Silva e Costa, escriturário, Leandro Gomes Ferreira, ajudante de notário, Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, Paulo Mendes da Paz, embalador metalúrgico, João Pires Caramonete, ajudante de farmácia, detidos para averiguações, em Dezembro de 1943. José António Lopez Novelle, comerciante, de Orense-Espanha, residente em Albergaria-a-Velha, detido para averiguação de «actividades subversivas», nos interrogatórios responde que vivia em Portugal há trinta anos e que há oito meses Augusto de Lemos Henrique Pinheiro/«Augusto da Cadeia» lhe entregou alguns jornais Avante e, embora tivesse contribuído com algum dinheiro, para auxílio das famílias dos presos políticos, não era comunista.

(...)

António Bernardino Tavares/«Rodas», também recebeu jornais por intermédio de «Augusto da Cadeia» e deu-lhe dinheiro mas «não tem ideal político», embora soubesse que ele pertencia à «organização subversiva».

Leandro Gomes Ferreira, ajudante de notário, é democrático e considerava que no regime actual não existia liberdade de palavra ou religião, esteve filiado no tempo da democracia no Partido Republicano Português, e há cerca de 6 meses conheceu «Augusto da Cadeia» que lhe entregava os jornais que lia e rasgava, assim como lhe dava dinheiro, mas apenas o fez por caridade porque não era comunista.

(...)

«Augusto da Cadeia» era carcereiro da comarca de Albergaria-a-Velha e responsável por um «grupo» dessa localidade. Por intermédio de Luís da Silva e Costa, conheceu outro que lhe dava os jornais comunistas e depois este apresentou-lhe o António das Neves Martins de Barros, a quem passou a entregar o material de propaganda.

(...)

Extractos da tese "O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical" de M. F. R. Lopes que referem algumas ligações a Albergaria-a-Velha

http://repositorio.ul.pt/handle/10451/7351

O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical - Lopes, Maria Filomena Rocha - 2010
Tese de doutoramento, História (História Contemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012

domingo, 6 de agosto de 2017

Publicações de 1934 e 1935



No site de leilões Coisas.com  estiveram à venda dois exemplares da Revista Vouga (entretanto já vendidos) e vários exemplares do jornal A Gazeta.

O Legado de Napoleão é um dos temas abordados com a construção de um novo grupo de casas no Bairro Napoleão ou a péssima administração da herança de Napoleão Ferreira Leão (por exemplo da Casa da Avenida Cinco de Outro, em Lourenço Marques) e a transferência das ossadas do benemérito. - A Gazeta / Vouga

Outro dos temas é a Avenida da Assilhó: "Por se ir retardando o começo dos trabalhos da Avenida da Assilhó, há quem ponha em dúvida a realização essa obra. (...) A demora justifica-se perante as despesas do custeio das expropriações e das edificações a levantar, (...) - Vouga

REVISTA-VOUGA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I-N.º 4-1935
REVISTA-VOUGA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I-N.º 8-1935
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 55-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 57-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 58-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 59-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 61-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 62-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 63-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 64-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 65-1934



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Palacete de Manuel Marques Mendes



Palacete de Manuel Marques Mendes (importante industrial no Rio de Janeiro) situado perto da Estação do Caminho de Ferro. A obra foi da autoria de João Gomes Soares.



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Terras de Portugal

Concurso "Terras de Portugal" do diário de Notícias - década de 1920


Cromo alusivo a Albergaria-A-Velha




a
Coisas



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Habitação Social

População Residente em habitação social propriedade da Câmara Municipal 


Blocos Habitacionais / Freguesia / Número de Fracções / População Residente


Bairro de Napoleão (junto à Misericórdia ) Albergaria-a-Velha - 16 F - 56 P

Bairro de Napoleão (Alto de Assilhó) Albergaria-a-Velha - 6 F - 30 P

Legado de Napoleão ( Rua Eugénio Ribeiro) Albergaria-a-Velha - 6 F - 18 P

Legado de Napoleão  (Açores)  Valmaior - 4F - 12 P

Total 32 Fracções - 116 pessoas

Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha 

as

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Presença na Internet

Aproximar inovando

Não é mais possível esconder ou dissimular a premência de devolver à nossa Assembleia Municipal (AM) a dinâmica e a vocação escrutinadoras que fazem dela a Casa da Democracia do Concelho de Albergaria-a-Velha. Mais do que nunca, importa garantir uma efetiva aproximação entre eleitos e eleitores e entre estes e as instituições.

E passa a ser um desígnio prioritário quando o horizonte habitual das reuniões da AM se confina aos poucos rostos do costume, maioritariamente ligados às forças políticas locais.

 (...)

Mais do que permitir aos munícipes o acesso às notícias relacionadas às atividades da Câmara Municipal e seus eleitos, impor-se-ia inovar, garantindo as transmissões ao vivo e por demanda (vídeos gravados) das sessões plenárias, mormente da AM, audiências públicas e demais eventos realizados pela autarquia. Uma espécie de “TV Câmara”.

Daí que os sítios das Câmaras Municipais na internet vão ganhando importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias. Em razão das exigências contemporâneas, afigura-se imprescindível que as edilidades apostem na democratização de conteúdos pela internet para comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da sua terra.

Uma tarefa que vai muito além de inserir editais, avisos e notícias. E é por tudo isto que me preocupa o website da nossa Câmara Municipal, que, de início, cheguei a acreditar poder vir a ser fortemente otimizado com o novo executivo saído das eleições de 2013. Atualmente, o site está pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

Por exemplo, sobre a atividade legislativa, seria consequente disponibilizar ao cidadão a possibilidade de acompanhar todos os trabalhos relacionados o processo legislativo, mormente ao nível da criação de taxas e da aprovação de novos regulamentos. Desse modo, poder-se-ia facultar informações sobre: tramitação, situação, documentos anexos, adendas, bem como os relatórios e atas de cada sessão plenária.

Falta criar, para cada Vereador e também para o Presidente da AM, a sua própria página para que os eleitores possam acompanhar os seus trabalhos e entrar em contacto com o seu representante. De igual modo, cumpriria franquear, através do website, o acesso às determinações municipais, lei orgânica, regimento interno da edilidade, resoluções várias outras normas jurídicas que a Câmara Municipal entenda publicar.

Contas Públicas. Atendendo ao crescente escrutínio público, seria inteligente promover também a publicação de relatórios e contas da Câmara Municipal, em nome de uma maior transparência na gestão do dinheiro público.

Atendimento ao Cidadão. Grande pecha, que tarda em ser resolvida ou sequer atenuada. Urge enriquecer, através do website, a comunicação entre a Câmara Municipal e o cidadão, possibilitando o envio mensagens, dúvidas, sugestões ou reclamações, com tempos de resposta vinculativos.

José Manuel Alho, 08/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/aproximar-inovando-1044888

Nem de propósito! Na sequência do meu último texto, intitulado “Aproximar Inovando”, versando a temática de os sítios das Câmaras Municipais na internet terem ganho importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias, surgiram, entretanto, novos dados.

Com efeito, teve lugar, em Lisboa, a apresentação púbica dos resultados da IX edição do índice da presença na internet das câmaras municipais 2016 (Ipic2016), numa investigação dinamizada pelo departamento de sistemas de informação da Universidade do Minho, através do GÁVEA – Laboratório de Estudos e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

(...)

No que respeita ao caso concreto de Albergaria, no item «Serviços Online», a edilidade desceu 115 lugares (!) - passou de 26 (2012) para 141 (2014).

Na vertente «Tipo e atualização», o descenso foi ainda mais acentuado e cifrou-se num abaixamento de 193 lugares (!!) - passou de 80 (2012) para 272 (2014). Factos. E é dos factos que reza a História.

Insisto: em razão das exigências contemporâneas, afigura-se incompreensível que não se tenha cumprido a promessa de revitalizar o website da autarquia, promovendo a democratização de conteúdos pela internet para, no essencial, comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da nossa sua terra. Por isso, mantenho: preocupa-me o site da nossa Câmara Municipal. Atualmente, o sítio está inexplicavelmente pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

José Manuel Alho, 22/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/outro-discurso-acima-de-tudo-outra-1045098

O sítio da autarquia não sofreu alterações nos últimos anos. Na mesma altura foram criados, com o mesmo formato, outros sites como de Ovar ou da Murtosa.

Em termos de noticias, editais, publicações e outros documentos foi sendo sempre actualizado. No entanto não é possível (há muito tempo) fazer pesquisas dentro do site. Além disso faz falta um espaço com a actividade municipal e os avisos e editais deveriam ter um acesso mais rápido. Também deverão ser copiadas boas prácticas de outras autarquias como no caso de Águeda que há muito divulgam as reuniões da Assembleia Municipal.

sábado, 10 de junho de 2017

Avenida D. Teresa

A Biblioteca Municipal e o Arquivo Municipal, no centro de Albergaria-a-Velha, vão ficar ligados por uma avenida, que vai ter 119 lugares de estacionamento e uma área de circulação pedonal superior a 1600 metros quadrados.
  
A nova via, que liga a Rua do Hospital e a Rua Dr. Castro Matoso, já está em construção e deverá ficar operacional para os grande eventos da temporada, o Festival Pão de Portugal, no próximo fim de semana, e a Albergaria conVIDA – Feira Regional de Artesanato e Gastronomia de Albergaria-a-Velha, nos dias 29 e 30 de junho e 1 e 2 de julho.


A avenida que liga os dois equipamentos municipais, no sentido nascente-poente, tem duas vias de circulação e um separador central e estende-se por uma área superior a 5 mil metros quadrados. Além de garantir a ligação a dois polos culturais, torna-se uma alternativa ao trânsito viário que circula dentro da cidade, na área da Alameda 5 de Outubro e Praça Ferreira Tavares, contribuindo também para a falta de estacionamento na Rua do Hospital, uma via antiga e estreita, que já fez parte da antiga Estrada Nacional n.º 1.



A nova avenida propõe uma melhor mobilidade pedonal no centro da cidade, através de um percurso pedestre contínuo em passeio, ligando áreas distintas. Dos 119 lugares de estacionamento previstos, quatro são destinados a pessoas com mobilidade condicionada. Os dois lugares que já existiam no estacionamento em frente à Biblioteca mantêm-se. Os passeios vão ser em cubo de granito com um percurso desimpedido de obstáculos. A obra está orçada em cerca de 97 mil euros.



O Presidente da Câmara Municipal, António Loureiro, afirma que “na altura em que Albergaria está a comemorar os 900 anos, seria ótimo darmos o nome de Avenida D. Teresa a esta nova via, a fundadora da comunidade Albergariense, porque vem dinamizar o centro da nossa cidade, melhorar as acessibilidades e é uma obra que fica para o futuro”.