Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
sexta-feira, 27 de julho de 2018
Estalagem dos Padres
A Estalagem dos Padres foi fundada em 1818. Este edifício, depois de encerrado teve diversas outras ocupações e funcionalidades. Reabriu agora como unidade de Alojamento no centro de Albergaria-a-velha. Alojamento constituído por suites e camaratas.
https://www.facebook.com/pg/estalagem.dospadres
http://www.estalagemdospadres.pt
O projecto Estalagem dos Padres, está localizado numa das áreas mais antigas da Cidade de Albergaria-a-Velha, junto da Casa de Santo António, sendo considerado um edifício de interesse nacional. A intervenção teve como objetivo restituir a traça desvirtuada ao longo de vários anos e usos, devolvendo o seu traçado original. Em particular na recuperação das fachadas, destacando a fachada principal e evidenciando a sua simplicidade de arquitectura tradicional portuguesa, em que os vãos se expõem num interior simples e claro.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Assembleia Municipal nas freguesias
As alterações ao Regimento da Assembleia Municipal a apreciar no próximo ponto da Ordem do Dia resultam de uma discussão elevada e comparticipada entre os membros da Comissão de Revisão do Regimento, tendo sido proposto a realização de algumas das sessões da Assembleia Municipal nas freguesias, entre 2018 e 2021, usando como critério de ordenação a forma alfabética. Assim, sugere-se a realização de uma sessão na Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior, em 2018; nas Freguesias de Alquerubim e de Angeja, em 2019; nas Freguesias da Branca e de Ribeira de Fráguas, em 2020 e na Freguesia de São João de Loure e Frossos, em 2021, a ter lugar nas instalações das freguesias.
Presidente da Assembleia Municipal, Assembleia Municipal de 27/06/2018
Presidente da Assembleia Municipal, Assembleia Municipal de 27/06/2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
Fontes da Nossa Vida
No blog "Fontes, Bebedouros e Chafarizes" tem imagens de vários do nosso concelho
https://asfontesdaminhavida.blogs.sapo.PT
20 resultados
01. Fonte na Rua da Fonte, Angeja, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 07 Julho 2018
02. Fontanário na Rua do Loureiro, Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 05 Julho 2018
03. Fontanário nos lavadouros de São João de Loure, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 04 Julho 2018
04. Fontanário na Casa do povo de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 03 Julho 2018
05. Fontanário nos lavadouros do Ameal, Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 02 Julho 2018
06. Chafariz de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 01 Julho 2018
07. Fonte na Rua da Vale, Ameal, Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 29 Junho 2018
08. Chafariz no centro de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 28 Junho 2018
09. Chafariz de Santa Marta, Ameal, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 27 Junho 2018
10. Chafariz em Pinheiro, Albergaria-aVelha, Aveiro Publicado por JL a 26 Junho 2018
11. Fonte em Pinheiro, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 25 Junho 2018
12. Fontanário em Pinheiro, São João de Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 24 Junho 2018
13. Fonte em São Marcos, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 23 Junho 2018
14. Fonte em São João de Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 22 Junho 2018
15. Fontanário em São João de Loure, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 13 Junho 2018
16. Fonte da Casa do Lavabo, Universidade de Évora Publicado por JL a 10 Março 2018
17. Fonte em Fontes, Alquerubim, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 24 Fevereiro 2018
18. Fonte da Variante, Angeja, Albergaria-a-velha Publicado por JL a 12 Fevereiro 2018
19. Rotunda de homenagem aos Bombeiros, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 11 Fevereiro 2018
20. Fontanário de Loure, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 09 Fevereiro 2018
https://asfontesdaminhavida.blogs.sapo.PT
20 resultados
01. Fonte na Rua da Fonte, Angeja, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 07 Julho 2018
02. Fontanário na Rua do Loureiro, Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 05 Julho 2018
03. Fontanário nos lavadouros de São João de Loure, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 04 Julho 2018
04. Fontanário na Casa do povo de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 03 Julho 2018
05. Fontanário nos lavadouros do Ameal, Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 02 Julho 2018
06. Chafariz de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 01 Julho 2018
07. Fonte na Rua da Vale, Ameal, Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 29 Junho 2018
08. Chafariz no centro de Alquerubim, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 28 Junho 2018
09. Chafariz de Santa Marta, Ameal, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 27 Junho 2018
10. Chafariz em Pinheiro, Albergaria-aVelha, Aveiro Publicado por JL a 26 Junho 2018
11. Fonte em Pinheiro, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 25 Junho 2018
12. Fontanário em Pinheiro, São João de Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 24 Junho 2018
13. Fonte em São Marcos, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 23 Junho 2018
14. Fonte em São João de Loure, Albergaria-a-Velha, Aveiro Publicado por JL a 22 Junho 2018
15. Fontanário em São João de Loure, Albergaria-a-Nova, Aveiro Publicado por JL a 13 Junho 2018
16. Fonte da Casa do Lavabo, Universidade de Évora Publicado por JL a 10 Março 2018
17. Fonte em Fontes, Alquerubim, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 24 Fevereiro 2018
18. Fonte da Variante, Angeja, Albergaria-a-velha Publicado por JL a 12 Fevereiro 2018
19. Rotunda de homenagem aos Bombeiros, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 11 Fevereiro 2018
20. Fontanário de Loure, Albergaria-a-Velha Publicado por JL a 09 Fevereiro 2018
terça-feira, 3 de julho de 2018
sábado, 30 de junho de 2018
Monumento aos Combatentes do Ultramar
MONUMENTO AOS COMBATENTES DA GUERRA DO ULTRAMAR – 1961/1974
A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha inauguraram um monumento aos Combatentes da Guerra da Ultramar. Louvo e admiro a iniciativa.
Expressões como “combatentes da guerra” e “ultramar” ainda são incómodas, apesar de decorridos mais de 40 anos após o fim da guerra.
Desde então, o soldado português, que combateu em África, passou a ser uma figura algo subalternizada na nossa mitologia, sem lugar no salão, porque associado ao regime “colonialista”. A historiografia politicamente correcta e bem pensante olhava (e fazia-nos olhar) o militar como alguém que, impreparado, se deixou tornar no braço armado do regime “fascista-colonialista”. Digno de “admiração” era o desertor ou o refractário, que fugiu à guerra colonial e foi para a Suíça, França, Suécia. O “sacrifício” elogiado não era tanto o do soldado, até porque pouco esclarecido e supostamente com pouca sensibilidade, mas sim o do desertor, que se recusou a ir para a guerra – e foi para o estrangeiro. Embora aquele desse o peito às balas – em certos meios bem pensantes era este o “herói”.
O termo “ultramar” foi radicalmente proscrito, dadas as suas ressonâncias passadistas: ao longo deste tempo, não se ouviu muito falar no “ultramar português”, porque o correcto passou a ser “colónias”.
Sabe-se que nem todos foram desertores, ou refractários: muitos foram para a guerra, porque entendiam que era esse o seu dever, sem o questionar, ou porque convictamente conscientes que tinham de o fazer. Embora por outras razões, o Partido Comunista Português não apadrinhou a deserção, demovendo os seus militantes de o fazer.
Ninguém ia para a guerra por gosto – mas iam, que remédio!
Nunca simpatizei com os desertores, cujas justificações “políticas” sempre me pareceram outra coisa, inconfessável.
Quanto ao ultramar, sendo certo que geograficamente os territórios africanos eram mesmo “ultramar” – a verdade é que, para quem estava no “continente”, ou para quem vivia lá, o “ultramar” sempre foi entendido como uma parte da nossa História e portanto da nossa consciência colectiva.
Sem preconceitos, sem receio de ofender a historiografia oficial, mas com a desempoeirada consciência de que a Comunidade tem uma dívida para com os Combatentes da Guerra do Ultramar, os nossos autarcas de Albergaria deram, com este monumento, um corajoso exemplo de civismo e de respeito fraternal por quem foi Combatente.
Mário Jorge Lemos Pinto, 29/05/2018, facebook
https://www.facebook.com/mariojorge.lemospinto
O Município de Albergaria-a-Velha homenageou os combatentes do Ultramar do Concelho numa cerimónia que teve lugar a 27 de maio, pelas 15h00, no Cineteatro Alba.
A seguir à cerimónia no Cineteatro Alba, onde foi exibido um documentário, a Câmara Municipal inaugurou o monumento alusivo aos combatentes. na Alameda 5 de Outubro. A obra em pedra de granito foi concebida pelo arquiteto Sérgio Azeredo.
Delfim Bismarck, Vice-presidente do Município, considera que “com esta justa homenagem, valorizamos e honramos os combatentes do Concelho de Albergaria-a-Velha que participaram neste momento importante da História de Portugal”.
A Guerra do Ultramar decorreu nas antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, tendo sido destacados 148 000 soldados portugueses para as zonas de conflito.
CMA.
Mortos na Guerra do Ultramar
O monumento criado em memória dos Combatentes do Ultramar foi uma iniciativa da Câmara Municipal, que se entendeu ser justa. Albergaria-a-Velha era dos poucos municípios que ainda não tinha tido esta iniciativa, pelo que decidiu fazer uma homenagem pública, com a inauguração do monumento. O monumento é da autoria do escultor e Arquiteto Sérgio Azeredo, que ofereceu o projeto, porque também foi combatente no Ultramar. A sua execução teve um custo de cerca de € 5.000,00€ e a escolha do local deve-se ao facto de se tratar de um espaço nobre da cidade, com visibilidade em todas as perspectivas, com alinhamento entre o Cineteatro Alba e o edifício da Câmara Municipal.
Delfim Bismarck, Assembleia Municipal de 27/06/2018
A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha inauguraram um monumento aos Combatentes da Guerra da Ultramar. Louvo e admiro a iniciativa.
Expressões como “combatentes da guerra” e “ultramar” ainda são incómodas, apesar de decorridos mais de 40 anos após o fim da guerra.
Desde então, o soldado português, que combateu em África, passou a ser uma figura algo subalternizada na nossa mitologia, sem lugar no salão, porque associado ao regime “colonialista”. A historiografia politicamente correcta e bem pensante olhava (e fazia-nos olhar) o militar como alguém que, impreparado, se deixou tornar no braço armado do regime “fascista-colonialista”. Digno de “admiração” era o desertor ou o refractário, que fugiu à guerra colonial e foi para a Suíça, França, Suécia. O “sacrifício” elogiado não era tanto o do soldado, até porque pouco esclarecido e supostamente com pouca sensibilidade, mas sim o do desertor, que se recusou a ir para a guerra – e foi para o estrangeiro. Embora aquele desse o peito às balas – em certos meios bem pensantes era este o “herói”.
O termo “ultramar” foi radicalmente proscrito, dadas as suas ressonâncias passadistas: ao longo deste tempo, não se ouviu muito falar no “ultramar português”, porque o correcto passou a ser “colónias”.
Sabe-se que nem todos foram desertores, ou refractários: muitos foram para a guerra, porque entendiam que era esse o seu dever, sem o questionar, ou porque convictamente conscientes que tinham de o fazer. Embora por outras razões, o Partido Comunista Português não apadrinhou a deserção, demovendo os seus militantes de o fazer.
Ninguém ia para a guerra por gosto – mas iam, que remédio!
Nunca simpatizei com os desertores, cujas justificações “políticas” sempre me pareceram outra coisa, inconfessável.
Quanto ao ultramar, sendo certo que geograficamente os territórios africanos eram mesmo “ultramar” – a verdade é que, para quem estava no “continente”, ou para quem vivia lá, o “ultramar” sempre foi entendido como uma parte da nossa História e portanto da nossa consciência colectiva.
Sem preconceitos, sem receio de ofender a historiografia oficial, mas com a desempoeirada consciência de que a Comunidade tem uma dívida para com os Combatentes da Guerra do Ultramar, os nossos autarcas de Albergaria deram, com este monumento, um corajoso exemplo de civismo e de respeito fraternal por quem foi Combatente.
Mário Jorge Lemos Pinto, 29/05/2018, facebook
https://www.facebook.com/mariojorge.lemospinto
O Município de Albergaria-a-Velha homenageou os combatentes do Ultramar do Concelho numa cerimónia que teve lugar a 27 de maio, pelas 15h00, no Cineteatro Alba.
A seguir à cerimónia no Cineteatro Alba, onde foi exibido um documentário, a Câmara Municipal inaugurou o monumento alusivo aos combatentes. na Alameda 5 de Outubro. A obra em pedra de granito foi concebida pelo arquiteto Sérgio Azeredo.
Delfim Bismarck, Vice-presidente do Município, considera que “com esta justa homenagem, valorizamos e honramos os combatentes do Concelho de Albergaria-a-Velha que participaram neste momento importante da História de Portugal”.
A Guerra do Ultramar decorreu nas antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, tendo sido destacados 148 000 soldados portugueses para as zonas de conflito.
CMA.
Mortos na Guerra do Ultramar
O monumento criado em memória dos Combatentes do Ultramar foi uma iniciativa da Câmara Municipal, que se entendeu ser justa. Albergaria-a-Velha era dos poucos municípios que ainda não tinha tido esta iniciativa, pelo que decidiu fazer uma homenagem pública, com a inauguração do monumento. O monumento é da autoria do escultor e Arquiteto Sérgio Azeredo, que ofereceu o projeto, porque também foi combatente no Ultramar. A sua execução teve um custo de cerca de € 5.000,00€ e a escolha do local deve-se ao facto de se tratar de um espaço nobre da cidade, com visibilidade em todas as perspectivas, com alinhamento entre o Cineteatro Alba e o edifício da Câmara Municipal.
Delfim Bismarck, Assembleia Municipal de 27/06/2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
Roteiro da Nossa Cidade
Painel que representa vários marcos arquitetónicos de Albergaria-a-Velha, pintado com aguarelas, por crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 4 e os 13 anos. "Roteiro da Nossa Cidade" por Arq. Carolina Freitas. Direitos Reservados
https://www.facebook.com/JornalDeAlbergaria/photos/p.780161912372190/780161912372190/?type=1&theater
Mercado Municipal - A Praça
Capela S. Sebastião
Estátua D. Teresa
Central de Camionagem
Carro Alba
Edifício Paços do Concelho
Chafariz
Castelo da Boa Vista
Biblioteca Municipal
Cineteatro Alba
Antiga estação da CP
https://www.facebook.com/JornalDeAlbergaria/photos/p.780161912372190/780161912372190/?type=1&theater
Mercado Municipal - A Praça
Capela S. Sebastião
Estátua D. Teresa
Central de Camionagem
Carro Alba
Edifício Paços do Concelho
Chafariz
Castelo da Boa Vista
Biblioteca Municipal
Cineteatro Alba
Antiga estação da CP
terça-feira, 22 de maio de 2018
Homenagem aos Ex-Combatentes do Ultramar
27 maio 2018 | domingo| 15h00
Cineteatro Alba – Sala Principal
Homenagem aos Ex-Combatentes do Ultramar do Concelho de Albergaria-a-Velha
Documentário Gratuito 120 min. O Município de Albergaria-a-Velha presta homenagem aos antigos combatentes da Guerra do Ultramar num documentário a ser apresentado no Cineteatro Alba. Ao todo, foram reunidos depoimentos de 110 Albergarienses que estiveram no conflito, entre 1961 e 1974, bem como imagens dos tempos passados nas ex-colónias. A Guerra do Ultramar decorreu nas antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, tendo sido destacados 148 000 soldados portugueses para as zonas de conflito.
CTA
Cineteatro Alba – Sala Principal
Homenagem aos Ex-Combatentes do Ultramar do Concelho de Albergaria-a-Velha
Documentário Gratuito 120 min. O Município de Albergaria-a-Velha presta homenagem aos antigos combatentes da Guerra do Ultramar num documentário a ser apresentado no Cineteatro Alba. Ao todo, foram reunidos depoimentos de 110 Albergarienses que estiveram no conflito, entre 1961 e 1974, bem como imagens dos tempos passados nas ex-colónias. A Guerra do Ultramar decorreu nas antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, tendo sido destacados 148 000 soldados portugueses para as zonas de conflito.
CTA
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Jornal de Albergaria
Edição especial de Aniversário do Jornal de Albergaria. 107 anos ao serviço de Albergaria. Procure já o seu exemplar
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A mais recente edição aparece encadernada com uma reprodução fac-similada do nº 2 do jornal d' Albergaria de 1911 que está comemorar os seus 107 anos.
A mais recente edição aparece encadernada com uma reprodução fac-similada do nº 2 do jornal d' Albergaria de 1911 que está comemorar os seus 107 anos.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Depoimento
Depoimento
Litoral 11 Maio 1968
Número 705 Pagina 3
Esta carta é a resposta de Costa e Melo a Vasco de Lemos Mourisca relativa ao convite feito por este para aderir à constituição formal da Tertúlia Homem Cristo. Esse convite, em tom de desafio, tinha sido lançado por Vasco L. Mourisca no "Depoimento" que saiu publicado no dia 20.04.1968, no Litoral, ao poeta Costa e Melo. Para convencer os escritores regionais a aderirem à iniciativa, também publicou nesse mesmo depoimento uma carta do próprio escritor Ferreira de Castro, a louvar a iniciativa e a aderir à mesma. No entanto, Costa e Melo responde por carta a V. L. Mourisca, que a publica na íntegra, conforme se verifica acima. A resposta não é totalmente favorável, pois o seu autor argumenta que só aderiria a uma "...TERTÚLIA livre e não etiquetada ou com poleiro certo...", que poderia abranger outras figuras, sugerindo, como referência ampla o nome do grande tribuno aveirense José Estêvão.
Ana Clara Correia, Liberdade e Ditadura em Aveiro: a oposição democrática no Estado Novo.
Litoral 11 Maio 1968
Número 705 Pagina 3
Esta carta é a resposta de Costa e Melo a Vasco de Lemos Mourisca relativa ao convite feito por este para aderir à constituição formal da Tertúlia Homem Cristo. Esse convite, em tom de desafio, tinha sido lançado por Vasco L. Mourisca no "Depoimento" que saiu publicado no dia 20.04.1968, no Litoral, ao poeta Costa e Melo. Para convencer os escritores regionais a aderirem à iniciativa, também publicou nesse mesmo depoimento uma carta do próprio escritor Ferreira de Castro, a louvar a iniciativa e a aderir à mesma. No entanto, Costa e Melo responde por carta a V. L. Mourisca, que a publica na íntegra, conforme se verifica acima. A resposta não é totalmente favorável, pois o seu autor argumenta que só aderiria a uma "...TERTÚLIA livre e não etiquetada ou com poleiro certo...", que poderia abranger outras figuras, sugerindo, como referência ampla o nome do grande tribuno aveirense José Estêvão.
Ana Clara Correia, Liberdade e Ditadura em Aveiro: a oposição democrática no Estado Novo.
terça-feira, 24 de abril de 2018
História da Banda de Angeja em livro
A "Associação de Instrução e Recreio de Angeja" foi fundada a 13 de Setembro de 1867, sob o nome de "Philarmónica Angejense". No dia 15 de Abril foi apresentado, na sede da associação, o livro "A Banda De Angeja" que dá a conhecer a história da mesma. Os autores da obra são Teresa Cruz Tubby e Valter Santos que já colaboraram em várias edições da revista "Albergue".
http://www.jf-angeja.pt/aira.aspx
https://www.facebook.com/bandaangeja.aira
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