Mostrar mensagens com a etiqueta educação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta educação. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Escola Secundária de Albergaria-a-Velha

A Escola Secundária c/3º ceb de Albergaria-a-Velha (ESAAV), que integra o Agrupamento de escolas de Albergaria-a-Velha, é a única escola secundária pública do concelho.

A ESAAV e constituída por um conjunto de edifícios, que incluem quatro pavilhões com 28 salas de aula, quatro laboratórios de áreas dedicadas, salas de Educação Visual e de Informática, vários gabinetes de trabalho, um pavilhão gimnodesportivo e oficinas.

A ESAAV possui um pavilhão polivalente onde se encontram alojados a papelaria, o bufete, a cozinha, o refeitório, a biblioteca, a reprografia, o economato, a secretaria, a direcção, a sala dos professores e a sala da Associação de Estudantes.

Todos os edifícios da ESAAV são instalações próprias.

A construção do(s) edifício(s) conta já 42 (*) anos, tendo sido alvo de diversas intervenções ao longo do tempo – ao nível da cobertura, das instalações sanitárias, pisos, e outras pequenas reparações de manutenção –, mas acusando, aos dias de hoje, sinais muito visíveis de degradação e de desatualização face às necessidades atuais da escola. 

A ESAAV não foi alvo de intervenção no âmbito do “Programa de modernização das escolas secundárias", do QREN, nem se prevê, a curto prazo, o seu enquadramento em qualquer outro tipo de financiamento.

A ESAAV é uma das 356 escolas (77% da totalidade do parque escolar) construídas a partir do final da década de 60, sob a responsabilidade partilhada, à época, pelos Ministério da Educação e Ministério das Obras Públicas, tendo mais recentemente ficado excluída do Programa de Modernização do Parque Escolar.

Apesar de ter sido alvo de algumas intervenções corretivas, essas adaptações e melhoramentos processaram-se de forma isolada, ora por iniciativa da própria Escola junto da Direção Regional de Educação, ora no âmbito de programas específicos de reequipamento da responsabilidade do Ministério da Educação.

No entanto, o caráter pontual das intervenções realizadas não permitiu uma requalificação abrangente da Escola, que apresenta, atualmente, sinais muito evidentes de degradação, com necessidade urgente de intervenção em todos os edifícios que a compõem, para além de se encontrar desajustada face às necessidades de modernização, de abertura à comunidade e de possibilidade de implementação de um novo modelo de gestão de instalações.

A ESAAV apresenta problemas ao nível de canalização (águas e saneamento), eletricidade, isolamento térmico, acústico e da cobertura (a caixilharia remonta ao ano de construção e nunca foi revista); na cobertura foi substituído o fibrocimento mas persistem infiltrações; alguns dos pisos das salas de aula foram substituídos, mas a grande maioria mantém-se, tal como as instalações sanitárias, consideradas insuficientes e obsoletas; o espaço exterior e as paredes e estruturas de ligação entre pavilhões encontram-se em mau estado, apresentando um aspeto desagradável e a necessitar de substituição, dando ao edifício um aspeto igualmente descuidado e desagradável; e as salas dedicadas (laboratórios, oficinas, …) encontram-se muito degradadas e desatualizadas.

É, assim, urgente um processo de requalificação da Escola, abrangente e sistemático, que crie condições para a sua adequação às atuais necessidades da população discente e docente, para uma verdadeira adequação do processo de ensino e aprendizagem e concorrente para formação e educação do século XXI.

O Executivo Municipal de Albergaria-a-Velha manifestou já o seu empenho em colaborar com a comunidade escolar na procura de soluções para a ESAAV, tendo disponibilizado os seus técnicos para uma cuidada avaliação, em equipa com a DGeste Centro, por forma a se proceder ao levantamento, planeamento e priorização da intervenção a realizar, e tendo prevista uma dotação orçamental para o programa de requalificação a propor pela equipa técnica, desde que enquadrado em acordo de compromisso com o Ministério da Educação.

CDS, 25/01/2017

(*) DADOS DO ANTERIOR SITE DA ESEC - 25 ANOS - 1975/2000

Há 25 anos...
... surgiu a Escola Secundária de Albergaria-a-Velha (Dec-lei nº260/75 de 26 Maio)
Porque...
... com o crescimento demográfico, acompanhado por uma revitalização e expansão das actividades económicas da população residente, a vila debatia-se com dificuldades em oferecer aos seus jovens o ensino conducente à sua formação académica.

Assim, a ESAV resultou da transformação de uma secção de ensino técnico secundário da Escola Comercial e Industrial de Oliveira de Azeméis.

Situada, onde funcionava a Biblioteca Municipal da vila, na Escola funcionava o ensino secundário técnico diurno e nocturno, com os seguintes cursos gerais: Formação Feminina,

Administração e Comércio, Electricidade e Mecânica. O número de alunos era inferior a 500 alunos e os quadros de docência, pessoal administrativo e auxiliar consistiam em 22, 7 e 18 respectivamente.

http://arquivo.pt/wayback/20131106214604/http://www.esec-albergaria-a-velha.rcts.pt/25anos.htm

Actualmente a Escola apresenta-se composta por 4 pavilhões com 28 salas da aula e Laboratórios de Biologia, Geologia, Química e Matemática, bem como salas específicas para Educação Visual e Informática e alguns gabinetes de trabalho. Existe ainda um pavilhão gimno-desportivo e outro oficinal.

No Pavilhão Polivalente encontram-se os serviços de papelaria, bufete, cozinha e refeitório, biblioteca, reprografia, economato e secretaria. Existem ainda a sala de Professores, a sala da Associação de Estudantes e o gabinete dos serviços de apoio de Psicologia e Orientação Vocacional, onde também se encontra a UNIVA.

Encontra-se também sediado nesta escola o Centro de Formação da Associação de Escolas de Albergaria-a-Velha.

http://arquivo.pt/wayback/20131106213745/http://www.esec-albergaria-a-velha.rcts.pt/home.htm



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A visita à floresta

No dia 15 de novembro, na parte da tarde, as turmas da professora Carmo e da professora Céu foram visitar a floresta, que está próxima da escola EB de Albergaria-a-Velha.

Pelo caminho, vimos um quintal com árvores e plantas cultivadas: couve-galega, roseiras e outras flores, limoeiros, laranjeiras, oliveiras, pessegueiros, uma latada e alecrim. Junto do alecrim até cantámos a canção tradicional. Assim, vimos árvores de folha caduca e outras de folha persistente ou perene. A seguir, vimos uma quinta onde havia plásticos pendurados para espantar os pardais e vários potes de água para regar a terra. Também havia um galinheiro onde vivem animais de capoeira. Depois passámos por um eucaliptal.

Num pinhal, pudemos observar várias árvores e plantas silvestres, como: a urze, o trevo, o tojo, o musgo, o azevinho e a hera, que é uma planta trepadeira. Nos pinheiros vimos as pinhas e as agulhas ou caruma.  Um pinheiro tinha um golpe no tronco, onde pudemos ver e tocar a resina que estava seca.

Pudemos, ainda, observar a manta morta que é formada por restos de plantas secas. É uma terra escura e fofinha e um bom solo para alimentar outras plantas. No pinhal também vimos cogumelos, que podem ser venenosos. Também vimos alguns animais, como pássaros, duas lesmas enormes, uma larva e duas tocas. No pinhal não havia barulho, só silêncio e, às vezes, o zumbido da natureza, das árvores a mexer pelo vento. Apesar de nos deslocarmos em silêncio, apenas conseguimos ouvir algum chilrear. A Auxiliar D. Glória explicou-nos que talvez fosse por causa do vento.

As árvores que fazem parte desta floresta são: pinheiros, eucaliptos, carvalhos e alguns sobreiros. Estivemos em duas clareiras.

Também vimos alguma poluição feita pelo homem, como plásticos, embalagens e pneus. Até vimos uma zona que tinha vestígios de madeira queimada e refletimos sobre o problema dos incêndios.

Fizemos uma bela caminhada, com exercício físico, respirando ar puro, mas com a companhia de algumas melgas teimosas.

Foi um passeio interessante onde pudemos observar e aprender muitas coisas e, o mais importante, saber apreciar e proteger a natureza.

Texto elaborado pela Inês Vinhas e enriquecido com os colegas
da turma do 4.º A, da EB de Albergaria-a-Velha


Prof.ª Titular da Turma do 4.º A: Carmo Delgado

http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt/32153.html 

Cais da Escrita
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Na Esquina

SPORTING - ALBA: VAIDADE DE SER DE ALBERGARIA-A-VELHA

Fomos a Alvalade ver o Sporting-Alba, e gostámos. O resultado não interessa para nada, pois o que contou foi o respeito que os profissionais do Sporting (e os milhares de espectadores) tiveram para com os amadores de Albergaria; e a dignidade destes em se baterem frente-a-frente com aqueles, todos unidos na paixão comum por uma modalidade desportiva. Foram onze de cada lado a disputar lealmente todas as jogadas. Não houve 'baile', nem houve gozo ou sobranceria: o Sporting bateu-se pelos golos, do primeiro ao último minuto do jogo, como se estivesse a jogar uma final. E festejou-os, dentro e fora do relvado, como se tivessem sido obtidos contra um Barcelona! Creio mesmo que esta foi a melhor homenagem que os profissionais anfitriões prestaram aos amadores visitantes: trataram-nos como IGUAIS, de homem para homem, de atleta para atleta! A isso, o Alba respondeu com correcção, desportivismo e com uma inexcedível entrega ao jogo. Não houve 'frangos', não houve jogadas caricatas que fizessem rir. Gostámos de estar numa bancada com centenas de sportinguistas, que, como nós, também aplaudiram o golo do Alba. E no final eram milhares, felicíssimos por terem ganho ao Alba - de Albergaria-a-Velha, terra do distrito de Aveiro.

ESCOLA SECUNDÁRIA HÁ 40 ANOS

Em Outubro de 1973 (há 40 anos...) a Secção de Albergaria-a-Velha da Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis começou a funcionar nas casas do antigo Bairro Napoleão (na Bela Vista, ao lado do Ciclo Preparatório), que foram despejadas dos seus ocupantes (para Assilhó) e adaptadas a salas de aula. Foi um esforço e uma iniciativa importante do Presidente da Câmara Municipal de então, José Nunes Alves. Aí comecei eu a trabalhar, dando aulas de História e de Direito Comercial, aos cursos de Formação Feminina, Comércio e Mecânica, diurnos e nocturnos. Entre outros, estavam comigo também a dar aulas, Alberto Soares Pereira (que era o subdirector), Luisa Conde, Pureza Seabra, Luis Ribeiro, Olga Andrade, Alberto Gonçalves Silva, Natália Campos, António Fernandes Silva, Damião, Brites, Basilinda, padre José Maria Domingues.... Recordo por várias razões: porque estou a completar 40 anos de trabalho, ininterruptamente (incluindo serviço militar), o que já é muito tempo; porque há 40 anos que a Escola Secundária foi para o local onde hoje está; porque evoco com saudade alguns que já faleceram, e muitos dos meus alunos, com quem ainda hoje me cruzo; porque a memória do presidente José Nunes Alves e a sua obra continuam a reclamar a homenagem que lhe é devida. Sem meios, sem pessoal, sem automóveis, o presidente José Nunes Alves deixou uma obra imperecível.

QUAL A EXPLICAÇÃO PARA A DERROTA?...

Churchill tinha razão: não são as oposições que ganham as eleições; são os governos que as perdem. Há, quem, em Albergaria, tente justificar a derrota de João Agostinho nas autárquicas com o problema nacional: as pessoas, descontentes com o Governo PSD, teriam penalizado as câmaras PSD e votaram noutros partidos. Errado: se assim fosse, não se compreendia que o PSD tivesse ganho em Aveiro, em Braga, na Guarda, mantendo ainda outras câmaras. E também não se compreenderia que o PSD tivesse ganho em Angeja, Alquerubim, S. João de Loure. Os descontentes com o Governo Passos Coelho estariam numas terras, e noutras não?... A tudo acresce que, a haver reflexos do descontentamento nacional nas autárquicas, então o CDS (partido do Governo) também seria penalizado – e não foi. Logo, e sem descartar que os vencedores têm sempre o mérito de se afirmarem como alternativa credível, a explicação para a derrota de João Agostinho (o Pimenta não risca muito nestas contas, já que foi apenas um mero e acidental substituto, um duplo) terá de se encontrar cá dentro. E aqui a perplexidade é imediata: João Agostinho esteve em campanha eleitoral durante 12 anos, ininterruptamente, desde o primeiro dia em que foi presidente; nos últimos quatro anos inaugurou o cine teatro e a biblioteca, fez festivais de variedades; esteve presente em tudo quanto era festa e arraial; teve coberturas fotográficas de tudo e mais alguma coisa, desde entregas de subsídios até assinaturas de contratos; fomentou um culto da personalidade obsceno, com a afixação do seu nome em todas as placas possíveis e imaginárias; sempre aprimorou a sua imagem, nunca prescindindo do fato e gravata; refinou o seu estilo demagógico até ao enjoo, onde não faltaram as choradeiras em público …. E ainda assim perdeu! Temos um case study…

Mário Jorge Lemos Pinto
copy+paste do facebook

(o texto sobre as autárquicas está incluído no artigo publicado por MJLP no Correio de Albergaria mais recente)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Visita do Presidente República - 11/10/2008



Uma pequena multidão concentrou-se na Escola Básica de Albergaria-a-Velha na manhã de 11 de Outubro para receber o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que foi convidado para inaugurar a nova infra-estrutura.

Pelas 11h00, o mais alto representante da Nação foi recebido por uma parada do corpo de Bombeiros e por elementos das quatro Bandas do Município, que tocaram, em conjunto, o Hino Nacional. Já dentro de um dos blocos, e antes da bênção do novo espaço e do descerramento da lápide, um grupo de alunos brindou os presentes com a interpretação do Hino da Escola, tendo este momento merecido os mais rasgados elogios do Presidente, que insistiu em tirar uma foto conjunto com os pequenos cantores.

"Felicito a Câmara Municipal por esta aposta. A aposta certa!", afirmou Cavaco Silva, perante uma plateia de centenas de pessoas. "A educação é um verdadeiro desígnio nacional, que deverá unir os Portugueses; contribui para a igualdade, a justiça social, o desenvolvimento económico e a melhoria das condições de vida da população". Sendo assim, o Presidente da República exortou os pais a fazerem tudo para que os seus filhos permanecessem na escola, no mínimo, até ao 12º ano e pediu, também, a toda a comunidade para acompanhar as actividades desenvolvidas na área de educação.

O investimento na requalificação e apetrechamento do parque escolar, a aposta em actividades de desenvolvimento integral dos estudantes e o desenvolvimento de parcerias com outras entidades, tais como a Universidade de Aveiro, foram louvados por Cavaco Silva que defendeu que, modelos como este, "deveriam ser replicados noutros Concelhos".

Nesta sua visita a Albergaria-a-Velha, o Presidente da República foi distinguido com o título de Cidadão Honorário e recebeu a Medalha de Ouro do Município.

CMA

sábado, 13 de setembro de 2008

Dr. Albertino Pardinhas

O Dr. Albertino Alves Pardinhas foi a sepultar, no passado dia 2, no cemitério paroquial de Cortegaça, terra que muito amou e serviu e onde nasceu no dia 30 de Janeiro de 1922. Falecera subitamente na véspera, uma morte que a todos surpreendeu face ao conhecido vigor do agora saudoso extinto.

Tendo deixado o Seminário Maior do Porto no 2.º ano de Teologia, licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, possuindo ainda o Curso de Professores Adjuntos do 8.º Grupo do Ensino Técnico – Profissional e o Curso de Ciências Pedagógicas. Ao ensino dedicaria a maior parcela de uma longa e multifacetada vida, exercendo a docência na Escola Infante D. Henrique, do Porto, na Escola Industrial e Comercial de Bragança e ainda nas de Ovar, São João da Madeira e Oliveira de Azeméis. No ensino particular, leccionou na Escola de Enfermagem do Hospital de Santo António, no Porto, nos Colégios Portugal, Alexandre Herculano e S. Pedro, de Coimbra, no Instituto Missionário Padre Dehon, da mesma cidade, no Colégio de Albergaria-a-Velha, no Grande Colégio Universal, do Porto, e no Colégio de Oliveira de Azeméis. Ainda na actividade pedagógica e didáctica, e de parceria com o Dr. Pedro Homem de Melo e outros, publicaria a selecta “Terra Portuguesa”; com o Dr. Agostinho Manuel da Silva deu à estampa a selecta “Língua Portuguesa”. Foi autor de “Teatro de Gil Vicente” e “Frei Luís de Sousa”, estudos com o texto, introdução e notas. Deixou mais “Fogos – Fátuos”, poemas em poesia menor.Apaixonado pela investigação, legou a “Monografia de Cortegaça”, em edições de 1980 e 1992, trabalho de aprofundada e laboriosa investigação histórica, com um suplemento em 1995, e “Achegas para a Etnografia de Cortegaça”. Oliveira de Azeméis deve-lhe “Para os Anais do Município – Efemérides de Actividade Política, Administrativa e Religiosa – 1830 – 1910”, bem como duas separatas de “Ul – Vária” – “Relação dos Presidentes da Câmara de O. Azeméis – 1800 a 1995” e “A origem do nome, a elevação a vila e as povoações do seu concelho”. Foi director e editor do “Jornal de Cortegaça” e director, editor e proprietário do “Povo de Cortegaça, deixando vasta e valiosa colaboração no “Correio de Azeméis, “Voz de Azeméis”, “Notícias de Ovar” e “Jornal de Albergaria”.Vereador da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, presidiu à Direcção da Casa-Museu de Oliveira de Azeméis e à Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Cortegaça. Relevando os muitos serviços prestados, a Câmara Municipal de Ovar atribui-lhe a medalha de ouro do concelho, recebendo a medalha de ouro de Vila de Cortegaça.

O Dr. Albertino Alves Pardinhas foi empossado como Director da Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis, em regime de comissão de serviço, no dia 25 de Setembro de 1963 (o novo edifício havia sido inaugurado em Abril), e nesta situação se manteve até 30 de Setembro de 1974, momento em que novas regras para a gestão escolar puseram termo à figura do director. Foi, assim, o último director deste estabelecimento de ensino. Cessada a comissão de serviço, apresentou-se na Escola Industrial e Comercial de Ovar, a cujo quadro pertencia. Regressaria a Oliveira de Azeméis no ano lectivo de 1978/79 como professor efectivo do 8.º grupo B, situação em que se manteve até à aposentação, a 17 de Agosto de 1987.Os onze anos de permanência do Dr. Albertino Pardinhas na direcção da então Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis ficaram assinalados por uma profunda revolução em que revelou bem o tacto pedagógico, a generosidade de esforço e a grandeza de carácter.

(...) Durante o longo mandato, o Dr. Pardinhas foi cumulativamente director e instalador das Escolas Industriais e Comerciais de Albergaria-a-Velha e Vale de Cambra, tarefa árdua mas bem sucedida, ainda hoje aí recordada.

António Magalhães / Correio de Azeméis
ver artigo completo