Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
quinta-feira, 6 de abril de 2023
Nós Portugueses
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
Currículo Local de Albergaria-a-Velha
https://educara.regiaodeaveiro.pt
A partir de hoje, estudantes e docentes Albergarienses podem aceder ao Currículo Local de Albergaria-a-Velha na plataforma educativa online Educ@RA, desenvolvida pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.
Na área de Currículo Local, os alunos podem conhecer o património material e imaterial do seu concelho e compreender a importância da sua participação, como cidadãos ativos e responsáveis, na construção de uma comunidade melhor. Nos vídeos disponíveis são apresentados alguns dados genéricos sobre Albergaria-a-Velha (História, situação geográfica, brasão, órgãos locais), bem como espaços emblemáticos (Biblioteca Municipal, Cineteatro Alba, Rota dos Moinhos e Mamoas do Taco) e eventos de referência (Festival Pão de Portugal e Albergaria conVIDA). Estes conteúdos podem ser trabalhados de forma criativa com as crianças do Pré-escolar e 1.º Ciclo, complementando as atividades curriculares.
A plataforma Educ@RA apresenta-se como um instrumento complementar de aprendizagem que visa a promoção do sucesso educativo na região de Aveiro. Através da publicação de atividades e desafios dinâmicos, relacionados com as temáticas de Currículo Local, Educação para a Cidadania e Conteúdos Curriculares, torna-se simultáneamente num programa lúdico e de entretenimento para as crianças.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Recordações toponímicas de Alquerubim
A força da Tradição…
Não me lembro de quem escreveu estas palavras:
… É enorme. Podem os homens mudar os nomes das ruas, das praças ou dos becos, que o vulgo continuará a chamar Rua Direita à mais tortuosa rua da cidade e a designar pelo seu antigo nome, às vezes velho de séculos, as curvas, as encruzilhadas, tudo o que na toponímia da aldeia, da cidade, da região, ganhou fixação duradoura na memória das gerações.
Temos exemplos disto na nossa terra. Ali, naquele trecho que da casa comercial de Américo Gonçalves dos Santos segue para Beduído, a uns 15 a 20 metros do estabelecimento, há um ponto que eu sempre ouvi chamar a «Laranjeira Azeda». Tal nome decerto resultou de uma laranjeira azeda que ali existisse, no Passal dos priores. E suponho mesmo que tal árvore é a que ali ainda existe, tombada, de tronco carcomido e vèlhinha, tão vèlhinha, que não se aguenta direita, como uma pessoa que, sob o peso dos anos, não se mantém de pé. Sabida a longevidade que as laranjeiras atingem, não me repugna acreditar que aquela árvore, que ali jaz, ainda dando frutos, seja a mesma que, há mais de 70 anos, deu o nome por que ainda hoje é conhecido o local.
Outro sítio nas mesmas condições é aquele onde se cruza com a estrada 16-2, o troço que vai da antiga fonte de chafurda de Fontes e que é vulgarmente conhecido por «Val de Carneiro». De onde lhe vem tal nome? Ninguém o sabe, creio.
A encruzilhada, perto da qual fica a «Casa do Povo», é conhecida por «Senhor dos Aflitos». Haverá alguém que me possa elucidar sobre a origem de tal designação? Palpita-me que deve haver qualquer coisa de interessante na origem deste nome.
Entre a «Laranjeira Azeda» e o «Senhor dos Aflitos», na curva do muro que veda a propriedade do Sr. Eduardo Lemos, foram colocadas umas Alminhas, creio que no tempo do Pároco Padre Miguel, as quais, pela inscrição que nelas foi colocada, vejo que são designadas por «Alminhas do Chão da Cruz». Confesso ignorar que algum dia ali tivesse havido essas alminhas, e louvo o zelo e diligência daquele sacerdote em te-las descoberto da poeira do tempo e assinalado com um monumento novo, reatando assim o fio de uma tradição que se desvaneceria se o restauro não fosse feito.
O outeiro que se levanta defronte da igreja matriz é conhecido por «Alto da Igreja Nova». Poucas pessoas haverá hoje em Alquerubim que tenham sido contemporâneas de tal baptismo. Ele deriva da circunstância de ter sido destinado a erigir-se ali uma nova igreja matriz, que viria substituir a antiga, que naquele tempo era um templo sem elegância e já se encontrava muito necessitado de reparação. Neste jornal já foi feira uma referência a isto pelo erudito autor dos «Retalhinhos Históricos». Ainda lá se conservam, no estado de abandono definitivo de há mais de 60 anos, os caboucos que foram abertos para demarcação do edifício, que ficaria sendo uma das mais notáveis, se não a mais notável, pela situação e linhas arquitectónicas, das igrejas destas redondezas.
Abandonada a ideia da construção do novo templo, foi resolvido reparar o antigo, que, diga-se também, ficou sendo um dos mais lindos da diocese de Aveiro. Foi pena que não ficasse no alto do outeiro, que ficou sendo conhecido pelo «Alto da Igreja Nova», designação que se tem conservado através dos anos e creio que se conservará pelos séculos fora.
Logo ao ultrapassar o edifício das Escolas Primárias Centrais, na estrada para Albergaria, o terreno à esquerda, hoje aproveitado como terra de cultura, é conhecido pelo «Hospital». Também já aqui fiz referência a isso num dos meus Recordandos. Foi ali construído, há mais de 70 anos, o edifício para um hospital. Não chegou a acabar-se, por falecimento do doador, e mais tarde foi demolido, mas o sítio sempre ficou sendo conhecido por «Hospital».
Isto seria um nunca acabar. A imaginação popular é prolífera na criação de motivos que, uma vez erigidos na mente das populações, ficam anos e anos, séculos e séculos, a atestar a existência de factos que muitas vezes não passam de uma promessa, de um desejo, de uma aspiração.
Todos os lugares da freguesia têm destas recordações toponímicas, e se eu estivesse mais novo, ainda me lançaria à tarefa de organizar uma colectânea que colheria da tradição. Um ponto que não me escaparia de averiguar na sua origem é o de «Pica-Boi», acolá no alto do Fial de Cima, lugar cheio de poesia, como é toda a zona por onde se estende o Fial (de Baixo e de Cima), e onde todos os anos se realiza uma romaria aonde acorre metade da mocidade da freguesia. Por que razão foi dado ao aprazível sítio um tão esquisito nome?
Este e muitos outros eu procuraria averiguar, mas isso demanda esforço com que já não posso.
António Augusto de Miranda, Mensagem, 15 de março de 1961
"A publicação das crónicas Recordando, da autoria de António Augusto de Miranda, publicadas na Mensagem, o Boletim da Paróquia de Alquerubim, entre 1956 e 1962, pretendem constituir um contributo para a preservação da nossa memória." Emília Maria Santiago Miranda (a sua neta mais nova)
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Moinhos de Portugal
https://www.facebook.com/MoinhosPortugal
Para quem gosta de colaborar na divulgação e valorização do património molinológico do nosso país sugerimos a página de facebook Moinhos de Portugal que está a fazer onze anos e que já se tornou uma referência da área a nível nacional.
Foto publicada na referida página:
Segurelha, bucha, veio e cunhas. Moinhos da Freirôa. Rio Caima. Albergaria-a-Velha, 2006.
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Moinhos
Em Albergaria-a-Velha há uma rota que o leva a descobrir 14 moinhos
Construíram-nos nas margens dos rios, ribeiros e regatos; desviaram as águas para que embatessem furiosamente nos rodízios de madeira; os grãos que lhes dão a moer fazem as pesadas pedras giratórias ranger sincronizadamente e a farinha que de tudo isto resulta sussurra ao cair das mós. Durante séculos, o moinho foi um dos lugares centrais da vida das comunidades rurais e, em toda a Europa, não há terra que os tenha em tão grande quantidade como o município de Albergaria-a-Velha. Existirão mais de 350 moinhos no concelho!
Com vista à requalificação e proteção destas estruturas, o município de Albergaria-a-Velha, em parceria com associações e instituições locais, criou, em 2014, a Rota dos Moinhos, uma oferta turística que, atualmente, conta já com 11 núcleos (num total de 14 moinhos) espalhados por todas as freguesias. O projeto vai além da salvaguarda do património edificado e da atração de turistas, focando-se na preservação dos saberes, memórias, vivências e tradições dos antigos moleiros, bem como na afirmação da identidade de Albergaria-a-Velha como terra de água, moinhos e pão.
(...)
https://www.aveiromag.pt/2020/07/11/em-albergaria-a-velha-ha-uma-rota-que-o-leva-a-descobrir-14-moinhos/
segunda-feira, 30 de março de 2020
Legislação Régia
https://dre.pt/legislacao-regia
Procurando por Albergaria-a-Velha dá 26 resultado(s) encontrados. Vários diplomas relacionados com minas, expropriações por causa da construção da linha do Vale do Vouga, etc E até um diploma de 1908 louvando dois cidadãos [Manuel Nunes Sequeira e Joaquim Nunes Sequeira] da freguesia de Frossos, concelho de Albergaria-a-Velha, pela doação que fizeram de material de ensino para a escola da referida freguesia.
PORTARIA, 31 DE DEZEMBRO DE 1836
Portaria da divisão de Territorio relativa
> SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DO REINO, Livro 1837 - 1º Sem
PORTARIA, 19 DE SETEMBRO DE 1855
Portaria (pelo Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 229) concedendo provisoriamente uma mina de chumbo, nos Concelhos de Pinheiro da Bemposta e Albergaria a Velha, Districto de Aveiro
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1855
DECRETO, 19 DE NOVEMBRO DE 1856
Decreto (pelo Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 115 de 1857) concedendo definitivamente a propriedade de uma mina de chumbo nas margens do rio Caina, Concelho de Albergaria a Velha, Districto de Aveiro.Supp.
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1856
PORTARIA, 13 DE ABRIL DE 1858
Portaria (pelo Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 87) fazendo a concessão provisoria de uma mina de cobre no sitio do Palhal, concelho de Albergaria a Velha, districto de Aveiro
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1858
PORTARIA, 19 DE ABRIL DE 1859
Portaria (pelo Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 96) concedendo provisoriamente uma mina de cobre sita em Telhadella, freguezia da Ribeira de Fragoas, concelho de Albergaria a Velha, districto de Aveiro
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1859
DECRETO, 03 DE MAIO DE 1859
Decreto (pelo Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 122) concedendo definitivamente uma mina de cobre no sitio do Palhal e margens da ribeira de Caima, concelho de Albergaria a Velha, districto de Aveiro
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1859
PORTARIA, 22 DE AGOSTO DE 1860
Portaria (pelo ministerio das obras publicas — Diario de Lisboa n.° 252 de 3 de novembro) concedendo provisoriamente uma mina de cobre, sita na volta de Telhadella, freguezia da Ribeira de Fragoas, concelho de Albergaria a Velha, districto de Aveiro.Supp
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1860
ALVARÁ, 02 DE ABRIL DE 1861
Alvará (pelo ministerio das obras publicas — Diario de Lisboa n.° 87 de 19) concedendo definitivamente uma mina do cobre sita na Volta de Telhadella, freguezia da Ribeira de Fraguas, concelho de Albergaria a Velha, districto de Aveiro
> D. PEDRO V (1853-1861), Livro 1861
PORTARIA, 30 DE MAIO DE 1862
Portaria (pelo ministerio do reino — Diario de Lisboa n.° 124 de 3 de junho) ordenando que se levante conflicto de jurisdicção por se ingerir o poder judicial a conhecer de uma execucão administrativa por congrua em Albergaria a Velha
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1862
DECRETO, 11 DE JANEIRO DE 1871
Decreto (ministerio do reino — Diario do governo n.° 20) commettendo o julgamento das causas de coimas no concelho de Albergaria a Velha ao juiz ordinario
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1871
DECRETO, 23 DE NOVEMBRO DE 1881
Decreto (ministerio do reino — Diario do governo n.° 4 de 1882) denegando provimento no recurso de José Soares de Almeida contra a junta de parochia de Albergaria a Velha, por divisão de baldios
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1881
DECRETO, 20 DE AGOSTO DE 1885
Decreto (ministerio das obras publicas — Diario do governo n.° 214 de 24 de setembro) mandando incluir na tabella das estradas districtaes sob n.° 31-C a de Albergaria a Velha á estrada districtal n.º 54-A
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1885
DECRETO, 16 DE JUNHO DE 1887
Decreto (ministerio da justiça — Diario do governo n.° 136 de 22 de junho) creando um julgado municipal no concelho de Albergaria a Velha
> MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, Livro 1887
DECRETO, 19 DE JANEIRO DE 1888
Decreto (ministerio da justiça — Diario do governo n.° 17 de 21 de janeiro) fixando o dia 7 de fevereiro para a installação do julgado municipal de Albergaria a Velha.
> MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, Livro 1888
DECRETO, 28 DE SETEMBRO DE 1895
Decreto (ministerio do reino — Diario do governo n.° 221, de 1 de outubro) approvando os impostos votados, para 1896, pelas camaras municipaes de Albergaria a Velha, Murça, S. Thiago de Cacem, Ourique, Penacova, Sattam e Pampilhosa (Erratas no Diario n.° 225
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1895
DECRETO, 26 DE MARÇO DE 1896
Decreto (ministerio do reino — Diario do governo n.° 72, de 31 de março) auctorisando a camara municipal de Albergaria a Velha a continuar a cobrança dos impostos indirectos que eram receita do concelho ao tempo da promulgação do novo codigo administrativo
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1896
DECRETO, 16 DE MARÇO DE 1903
Decreto (Ministerio do Reino — Diario do Governo, n.° 84, de 18 de abril) negando provimento no recurso do Barão do Cruzeiro sobre distribuição de baldios feita pela Junta de Parochia de Albergaria a Velha, com exclusão do recorrente
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1903
DECRETO, 27 DE MAIO DE 1905
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo, n.º 121, de 2 de junho) mandando incluir uma estrada do concelho de Albergaria a Velha no numero das estradas municipaes de 2.ª classe do districto de Aveiro
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1905
DECRETO, 15 DE OUTUBRO DE 1908
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo, n.º 237, de 20 de outubro) declarando urgente a expropriação de varios terrenos situados no concelho de Albergaria-a-Velha para a construcção de um troço do caminho de ferro do Valle do Vouga
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1908
DECRETO, 29 DE OUTUBRO DE 1908
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo, n.° 247, de 31 de outubro) declarando urgente a expropriação de um terreno no concelho de Albergaria-a-Velha para construcção de um troço do caminho de ferro do Valle de Vouga
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1908
PORTARIA, 28 DE NOVEMBRO DE 1908
Portaria (Ministerio do Reino — Diario do Governo, n.° 273, de 1 de dezembro) louvando dois cidadãos [Manuel Nunes Sequeira e Joaquim Nunes Sequeira] da freguesia de Frossos, concelho de Albergaria-a-Velha, pela doação que fizeram de material de ensino para a escola da referida freguesia
> MINISTÉRIO DO REINO, Livro 1908
DECRETO, 17 DE FEVEREIRO DE 1909
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo nº 41, de 22 do fevereiro) declarando de utilidade publica a expropriação de um terreno no concelho de Albergaria-a-Velha para a construcção de um troço do caminho de ferro do Valle do Vouga, comprehendido entre Oliveira de Azemeis e o rio Vouga
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1909
DECRETO, 18 DE MARÇO DE 1909
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo, nº 63, de 22 de março) declarando urgente a expropriação de varias parcelas de terreno no concelho de Albergaria a Velha, para a construcção do troço do caminho de ferro do Valle do Vouga, entre Oliveira de Azemeis e o rio Vouga
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1909
DECRETO, 18 DE MARÇO DE 1909
Decreto (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo nº 63.º, de 22 de março) declarando urgente a expropriação de um terreno no concelho de Albergaria-a-Velha para a construcção do troço do caminho de ferro do Valle do Vouga entre Oliveira de Azemeis e o rio Vouga
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1909
PORTARIA, 28 DE MAIO DE 1910
Portaria (Ministerio das Obras Publicas — Diario do. Governo n.º 118, de 31 de maio) approva a conta da liquidação do complemento da garantia de juro, relativa ao lanço da linha ferrea do Valle do Vouga, comprehendido entre Espinho e Albergaria-a-Velha, e referente ao primeiro semestre de 1910
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1910
PORTARIA, 21 DE JUNHO DE 1910
Portaria (Ministerio das Obras Publicas — Diario do Governo n.° 139, de 28 de junho) reduz a area de uma mina de chumbo no concelho de Albergaria-a-Velha
> MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, Livro 1910
domingo, 1 de março de 2020
Nós, Portugueses
O levantamento exaustivo de todos os registos paroquiais existentes em Portugal e a sua organização numa base de dados única permitirá uma multiplicidade de utilizações por parte de investigadores de diferentes áreas do conhecimento e de particulares com interesses diversos.
Os registos paroquiais, como fonte primária que abrange todo o país, constituirão a base fundamental a partir da qual se estrutura o Nós Portugueses. No entanto, não deixaremos de nos socorrer de fontes primárias alternativas, sempre devidamente referenciadas, que permitam complementar as inevitáveis lacunas e omissões com que nos iremos deparar.
Nós, Portugueses é um projecto em constante evolução e sempre sujeito a melhoramentos e correcções, o que se torna possível graças ao suporte tecnológico de base que o sustenta.
34.115 pessoas
* Última actualização 20.07.2018
32.833 pessoas
* Última actualização 13.02.2020
(site em construção)

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* Pesquisa Avançada
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
https://pt.pinterest.com/luisloureiro/albergaria-a-velha/
Pinterest é uma rede social que permite compartilhar fotos de variadas temáticas.
O link acima está relacionado com Albergaria-a-Velha.
Cidade do distrito de Aveiro, na zona centro de Portugal
domingo, 22 de março de 2015
Portal de Telhadela
Esta página não será mais do que um olhar pessoal sobre a aldeia de Telhadela. No entanto será uma espécie de fundo local, onde poderá ser obtida toda a informação sobre o que se passou, o que se passa e que se passará na aldeia de Telhadela.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Wikipedia 2014
Páginas na categoria "Albergaria-a-Velha"
Esta categoria contém as seguintes 38 páginas (de um total de 38).
Albergaria-a-Velha
*
Lista de escritores do concelho de Albergaria-a-Velha
A
Alba (automóvel)
Antigo Palace-Garage Hotel
Apeadeiro de Branca / Apeadeiro de Urgueiras / Estações
Arciprestado de Albergaria-a-Velha
Associação de Instrução e Recreio Angejense
Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
Augusto Martins Pereira
B
Banda Recreativa União Pinheirense
C
Casa e Capela de Santo António
Castelo e Palacete da Boa Vista /
Cine-Teatro Alba
Clube de Albergaria /
Clube Desportivo de Campinho /
E
Estação Ferroviária de Albergaria-a-Velha /
F
Fontão (Angeja)
Freguesias de Albergaria-a-Velha ordenadas por área
Freguesias de Albergaria-a-Velha ordenadas por população
G
Grupo Folclórico As Lavadeiras do Vouga
Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha
Grupo Folclórico de Danças e Cantares do Fial
Grupo Folclórico de Ribeira de Fráguas
Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha
L
Lápide do Real Hospital de Albergaria
Lista de jornais e revistas de Albergaria-a-Velha
Lista de livros sobre Albergaria-a-Velha
M
Martinho de Soure
K
Teresa Heinz Kerry
P
Paus (Alquerubim)
Projecto Vocal
R
Rancho Folclórico Casa do Povo de Angeja
Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho
S
Santuário de Nossa Senhora do Socorro
São João de Loure e Frossos
Sport Clube Alba /
T
Telhadela
V
Vilarinho de São Roque
Outras categorias:
+ Naturais de Albergaria-a-Velha + (15 P)
Alexandre Correia Teles de Araújo e Albuquerque
António Fortunato de Pinho
António Homem de Albuquerque Pinho
Delfim Bismarck Ferreira
Fátima Santos
João António Ferreira Resende Alves
Luís de Barros (Portugal)
Manoel Dias Branco
Manuel Capela
Manuel Guimarães
Marina Bastos
Patrício Theodoro Álvares Ferreira
Sandra Pereira (cantora)
Silvino Vidal
Vasco de Lemos Mourisca
+ Administradores do concelho de Albergaria-a-Velha + (3 P)
António Fortunato de Pinho
Jacinto Inácio de Brito Rebelo
Patrício Theodoro Álvares Ferreira
+ Antigas freguesias de Albergaria-a-Velha + (4 P)
+ Freguesias de Albergaria-a-Velha + (1 C, 6 P)
+ Património edificado em Albergaria-a-Velha + (8 P)
Anexo:Lista de património edificado em Albergaria-a-Velha
Antigo Palace-Garage Hotel
Casa e Capela de Santo António
Castelo e Palacete da Boa Vista
Cine-Teatro Alba
Mamoa de Açôres
Pelourinho de Angeja
Pelourinho de Frossos
+ Presidentes da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha + (3 P)
António Fortunato de Pinho
Augusto Martins Pereira
Patrício Theodoro Álvares Ferreira
+ Toponímia do Concelho de Albergaria-a-Velha + (vazia)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
O Natal
Natal
O Natal
NATAL
Marcos Neves
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa
http://www.oapix.org.pt/100000/1/,01,16/index.htm?l=50
OAPIX tem como principal objectivo o acesso online de imagens das colecções dos arquivos da Ordem dos Arquitectos. Em permanente crescimento e actualização, pretende-se criar um banco de imagens digitais que assuma particular destaque enquanto forma de divulgação cultural, para fins de investigação e educativos.
(informação partillhada por Armando Ferreira no grupo do Facebook "Amo a Minha Terra")
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A visita à floresta
Pelo caminho, vimos um quintal com árvores e plantas cultivadas: couve-galega, roseiras e outras flores, limoeiros, laranjeiras, oliveiras, pessegueiros, uma latada e alecrim. Junto do alecrim até cantámos a canção tradicional. Assim, vimos árvores de folha caduca e outras de folha persistente ou perene. A seguir, vimos uma quinta onde havia plásticos pendurados para espantar os pardais e vários potes de água para regar a terra. Também havia um galinheiro onde vivem animais de capoeira. Depois passámos por um eucaliptal.
Num pinhal, pudemos observar várias árvores e plantas silvestres, como: a urze, o trevo, o tojo, o musgo, o azevinho e a hera, que é uma planta trepadeira. Nos pinheiros vimos as pinhas e as agulhas ou caruma. Um pinheiro tinha um golpe no tronco, onde pudemos ver e tocar a resina que estava seca.
Pudemos, ainda, observar a manta morta que é formada por restos de plantas secas. É uma terra escura e fofinha e um bom solo para alimentar outras plantas. No pinhal também vimos cogumelos, que podem ser venenosos. Também vimos alguns animais, como pássaros, duas lesmas enormes, uma larva e duas tocas. No pinhal não havia barulho, só silêncio e, às vezes, o zumbido da natureza, das árvores a mexer pelo vento. Apesar de nos deslocarmos em silêncio, apenas conseguimos ouvir algum chilrear. A Auxiliar D. Glória explicou-nos que talvez fosse por causa do vento.
As árvores que fazem parte desta floresta são: pinheiros, eucaliptos, carvalhos e alguns sobreiros. Estivemos em duas clareiras.
Também vimos alguma poluição feita pelo homem, como plásticos, embalagens e pneus. Até vimos uma zona que tinha vestígios de madeira queimada e refletimos sobre o problema dos incêndios.
Fizemos uma bela caminhada, com exercício físico, respirando ar puro, mas com a companhia de algumas melgas teimosas.
Foi um passeio interessante onde pudemos observar e aprender muitas coisas e, o mais importante, saber apreciar e proteger a natureza.
Texto elaborado pela Inês Vinhas e enriquecido com os colegas
da turma do 4.º A, da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª Titular da Turma do 4.º A: Carmo Delgado
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt/32153.html
Cais da Escrita
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Frossos - Comemoração dos 500 anos
Surge a propósito das comemorações do 500º aniversário do Foral Manuelino do Concelho e Vila de Frossos, Albergaria-a-Velha, e pretende-se que sirva para partilhar ideias, histórias e fotografias.
O objectivo da página divide-se em dois pilares:
1º- receber o máximo de informação sobre a Vila de Frossos, desde documentos, fotografias, historias e estórias das gentes da terra que queiram partilhar, curiosidades, etc...
2º- funcionar como um centro virtual, onde se reúnam todas as informações, propostas, ideias, sugestões etc, para ser feita a comemoração dos 500 anos de Frossos.
APELO
A história de um povo, de um pais ou de uma coletividade, resiste em grande parte no tempo, por que se inscreve na memória coletiva das gentes. E a memória coletiva das gentes é esse conjunto de imagens, pequenas historias, anedotas que tudo junto poderão fazer um acervo cultural para as gerações futuras.
Precisa-se de fotografias que retratem a historia da freguesia... a escola... a pateira... a igreja... as procissões... o campo... as sementeiras... as colheitas... a pesca matinal na pateira... etc.
Tragam-nos a memória, a vossa memória pessoal em imagens e ou em palavras, para que todos possamos contribuir para a história de todos.
Pedimos a quem tenha fotografias antigas sobre Frossos, ou saiba quem as tenha, sejam elas quais forem, que entrem em contacto connosco.
É imperativo para um projecto em marcha que estamos a preparar para Março.
Agora toca a procurar
https://www.facebook.com/pages/Frossos-Comemora%C3%A7%C3%A3o-dos-500-anos/214452475398341
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Angeja: Memória: História, Arte e Fé
Aproximam-se 3 centenários marcantes na História de Angeja: "400 anos da Igreja Matriz", "500 anos do Foral / Pelourinho" e "100 anos da Escola Primária da Várzea"
José Silva e Luís Altino foram desafiados a organizar uma exposição que procura descrever os principais acontecimentos históricos desta igreja e paróquia nos últimos 400 anos.
De 3 a 29 de Agosto estará patente, na Igreja Matriz de Angeja, a Exposição "Memória: História, Arte e Fé".
Pelo pouco tempo que existiu para a estruturação da exposição não poderá ser muito mais do que uma pequena cronologia temporal dos acontecimentos mais marcantes da paroquia e da vida paroquial de Angeja.
A exposição procurará descrever o que se passou de mais significativo na comunidade paroquial ao longo dos últimos 400 anos. Pretende-se que a exposição apresente alguns dos objectos, artefactos e documentos mais representativos.
A paróquia não tem 400 anos é certo mas a “vida paroquial” tem muito mais. Antes de existir a igreja matriz que hoje conhecemos já existia uma pequena capela onde se celebrava o culto religioso.
Video no You tube
Celebra-se este ano de 2013, a partir do mês de Agosto, os 400 anos da igreja Matriz de Angeja.
Prevê-se a emissão de Medalhas comemorativas do Centenário e a publicação de um livro com o Historial do Nosso Templo. As festividades, com componente cultural e religiosa, estão a ser programadas.
Alberto Silva / You tube
Imagens do Templo
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
António Augusto de Lemos Martins Pereira 1927-2013
Capa da edição número 12 do Correio de Albergaria.
É feita uma homenagem mais do que justa ao ilustre albergariense António Augusto Martins Pereira! Por isso, a capa a preto e branco, em sinal de luto...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Albergaria-a-Velha em postal
Há já muitos anos Albergaria-a-Velha foi editada em postal, coisa que para a época era brinde para quem à distância gostava de saber novidades ou minimizar a saudade da sua terra, para muitos que deixaram o seu torrão natal e debandaram terras de África, Brasil ou América, ou até mesmo aqueles jovens que obrigatoriamente cumpriram o seu dever militar em terras da Índia.
Para aquela época recuada, um postal de Albergaria-a-Velha era ouro para quem o recebia e uma prenda para quem o enviava com carinho e amor. Alguns exemplares de então constituem motivos de estima por quem os possui, quer pelas imagens, quando comparadas com as de hoje, quer pelo texto que escondia por vezes o amor e a paixão deixadas por cá, ou a promessa de uma visita no mais breve tempo possível. Até mesmo o casamento, estava implícito no envio de um simples postal.
Era o tempo em que se escrevia à família e aos amigos em contraste com o que hoje se passa. O postal era a comunicação, e mais do que isto, representava a sociedade e a urbanização daquele tempo.
Durante muitos anos, e logo que a edição se esgotou, nunca mais vimos nada que levasse o nosso visitante a enviar aos familiares um abraço ou um simples beijo. Assim sendo, foi com enorme satisfação que quando entrámos na Papelaria do Mercado deparámos com três exemplares, que contemplam o edifício da nossa Câmara Municipal, um outro com o Monumento ao Bombeiro e Fonte Luminosa e ainda um terceiro com a Alameda 5 de Outubro, Fonte Luminosa, Monumento ao Bombeiro e a Capela de Nª Sª do Socorro.
Maria Elisabete Lima, proprietária do estabelecimento, considera, porém, que sabe a pouco e que Albergaria-a-Velha tem muito mais para mostrar e para oferecer. É verdade, e num adeus de simpatia foi-nos dizendo: “não vai ficar por aqui... Estes postais são para mostrar um bocadinho da nossa terra, vou pensar em outra edição, vou pensar muito brevemente”. Ficámos a magicar o que levou a Elisabete a promover desta forma a nossa Albergaria-a-Velha. Talvez o mesmo que nós: o amor, sim, o amor às nossas coisas e à nossa terra. m
António Vinhas, Região de Águeda, 1 de Agosto de 2005
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Ver vários postais de Albergaria-a-Velha no blog http://postaisdealbergaria.blogspot.pt/
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Página do CDS Albergaria
Aproveitando as comemorações do 5 de Outubro dia da implantação da República, o blog CDS ALBERGARIA entendeu comemorar esta importante data, apresentando uma nova imagem, mais fresca, jovem e virada para o futuro. As atualizações vão passar a ser contínuas, e o blog passa a estar diretamente ligado à página do Facebook e do Twiter do CDS Albergaria, atualizando automáticamente as páginas destas redes sociais, permitindo assim, de modo mais eficiente, partilhar todos os novos posts do blog. As mudanças não ficam por aqui, o blog alterará o seu conceito e começará a veicular informação da atividade de todos os eleitos pelas listas do partido, designadamente a atividade dos Vereadores do CDS na Câmara Municipal, dos deputados municipais, bem como a atividade desenvolvida pelos autarcas do partido nas respetivas freguesias.
É de primordial importância que as populações passem a estar informadas dos assuntos mais importantes do nosso concelho e de tudo o que o CDS ALBERGARIA faz para defender e apoiar as necessidades, expectativas e interesses de todos os albegarienses sem exceção. O blog continuará a veicular informação relevante acerca das atividades do partido.
Como nota final, o CDS ALBERGARIA quer deixar uma mensagem de esperança no futuro do concelho, sublinhando que a mudança é possível e deve começar por cada um de nós. E que cada um de nós pode mesmo fazer a diferença.
CDS Albergaria
Vamos ver como corre e se a ideia é seguida pelos restantes partidos.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Arte Cristã em Albergaria-a-Velha
A página é coordenada pelo professor Luís Silva, que leciona Educação Moral e Religiosa Católica na Secundária de Albergaria. Encontra-se em http://luismanue2.wix.com/arte_crista.
Correio do Vouga, 14/06/2012
Pesquisa e catalogação do património religioso da região
Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha, professor de EMRC e um grupo de Alunos elaborou um trabalho de pesquisa e catalogação do património religioso da região. Apresenta-se num site com notas informais, fotografias, dados histórico, sociais, Capelas, Igrejas e suas dedicatórias.
No nosso agrupamento, estamos, neste período, a lecionar a unidade sobre «arte cristã». Nesse contexto, estamos a construir com os alunos um site em que recolhemos fotos e dados sobre as capelas e igrejas do arciprestado. Vejam no nosso site: http://luismanue2.wix.com/arte_crista
Ao divulgar esta ideia, pretendemos contribuir com uma sugestão para a forma como pode ser lecionada esta unidade: os alunos estão entusiasmados com a recolha de fotos e estão, muitos deles, a conhecer o respetivo pároco, com quem devem falar para pedir autorização para recolher as fotos.
Abraço Luís Silva, Isabel Santos e Mónica Pires.
(via - http://emrc-vida.blogspot.pt/2012/06/emrc-agrupamento-de-escolas-de.html)
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