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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Alquerubim na ficção


(Carta de Alquerubim, de 31 de julho de 1898) Ainda sobre o Tio Alexandre: "É um homem importante e de grandes amizades e prestígio". Sobre o Tio Vicente: reside em Albergaria, tem boa clinica e fortuna. (...)


Um vice cônsul de Portugal, uma mossoroense valenta que fez história em ...‎
Vingt-un Rosado, Fundação Guimarães Duque - 2000 - 123 páginas

E de repente tentou de novo decifrar o enigma, a mensagem cabalística inscrita no portal da casa: "Fial de Alquerubim". (Seria uma fórmula de amor, seria o grito de um sonho contra o escuro da vida?)

Um Homem Particular
‎H Dobal - 2002 - 42 páginas

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Historia on line


Iniciada há um mês [05-04-2008], a 1.ª História Online do Município de Albergaria-a-Velha já conta com 11 episódios e dezenas de participações de cidadãos que querem dar o seu contributo para um conto escrito a várias mãos.

No primeiro episódio, conhecemos Ricardo, um homem sonhador e um pouco azarado, que descobre que a vizinha deslumbrante do 4.º andar, Margarida, é a sua nova chefe na empresa. A atracção parece ser mútua, mas o que fazer com a namorada perfeita, que deixa de ser perfeita quando aparece com meio quilo de haxixe? E o homem misterioso, que Margarida trata carinhosamente, acusado de tráfico de armas em Angola? Em cada novo episódio, com cada nova participação, a história dá reviravoltas inesperadas, onde até os mortos acabam por "ressuscitar"!

A participação na 1ª História Online do Município de Albergaria-a-Velha está aberta a toda a comunidade. Para dar o seu contributo, basta estar atento aos episódios publicados de três em três dias e enviar a continuação da história (...)

O final será revelado a 29 de Maio. Mais informações em http://www.cm-albergaria.pt/.

Escrito por Beira Vouga 19-Mai-2008

O Vereador da Cultura, José Licínio Pimenta, confidenciou ao programa "Escolhidos A Dedo" da Rádio Clube que a 1ª História Online será editada em livro no próximo mês de Abril.

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Navios Iluminados- Ranulpho Prata (1937)

"Seu Manuel Milagre, logo que veio de Portugal, empregou-se na Companhia, onde estava há 23 anos. Fez carreira. Começando como guincheiro, a trabalhar nas pontes volantes (...).

Viera casado da terra já com filha, a Florinda. Mas, a mulher, arrancada aos ares bons de Telhadella, freguesia de Ribeira de Frágoas, estranhou o clima de Santos, adoeceu, morrendo pouco tempo depois. Milagre sentiu com sinceridade. Mas, a vida não deixou que ele fosse fiel à memória, como desejava. Era pobre, precisava de ajuda da mulher, tinha filha pequena para criar. Casou-se com a brasileira Francisca, uma das primeiras amizades da defunta."

Nota: Telhadela é um lugar da freguesia de Ribeira de Fráguas, concelho de Albergaria-a-Velha.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Novas Cartas Portuguesas



Novas cartas portuguesas

Livro de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa
Publicado por Editorial Nórdica, 1974

Saber mais sobre a Obra

No livro (relacionado com as "Cartas de Uma Freira Portuguesa" de Mariana Alcoforado) é publicada uma carta de Maria Ana para o marido, emigrado no Canadá, e a resposta do marido. A aldeia do Carvalhal é situada geograficamente no distrito de Aveiro e no Concelho de Albergaria-a-Velha mas é indicada a freguesia de Oliveira de Fráguas quando na realidade deveria estar Ribeira de Fráguas.

"Carta de um homem de nome António, emigrado no Canadá há doze anos na cidade de Kitimat, na Costa Ocidental, frente às ilhas da Rainha Carlota e perto da fronteira do Alaska, a sua mulher de nome Ana Maria, da aldeia do Carvalhal, pertencente à freguesia de Oliveira de Fráguas, do concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro."
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Link

(...) encontramos também discursos que nada têm a ver com a paixão da freira de Beja, inscrevendo-se antes num espaço social bem definido, como a emigração ou a revolta juvenil e introduzidos, respectivamente, pela carta de uma mulher da aldeia do Carvalhal, dirigida a seu marido, emigrante no Canadá, e pela carta de uma universitária de Lisboa endereçada ao seu noivo, desertor, propondo assim a afirmação de vivências múltiplas e singulares.

(...) propondo ironicamente uma definição das “tarefas” femininas, apresentadas sob a forma de um exercício escolar, como a “redacção de uma rapartiga de nome Maria Adélia nascida no Carvalhal e educada num asilo religioso em Beja”