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quarta-feira, 19 de julho de 2023

Alba

Registo dos estatutos do Sport Clube ALBA, sob a égide da Fábrica Metalúrgica ALBA, em Maio de 1941

Partilhado por Fausto Vidal em 22 de Fevereiro de 2016 



Sob a égide das fábricas metalúrgicas "Alba" e com a denominação de "ALBA SPORT CLUB", foi fundado em 1 de Janeiro de 1941 nesta vila de Albergaria-a-Velha, um club Sportivo o quel poderá ser composto de numero ilimitado de sócios de ambos os sexos.

Os fundadores foram Augusto Martins Pereira, Américo Martins Pereira, Evaristo Gomes Ferreira, Fausto Vidal, Viriato da Costa Vidal, Horácio Ferreira Geraldo, Alberto Lemos Pinto, Sertório de Andrade Costa, Hernâni Lemos Limas, João Ferreira Pinto e Álvaro Faca.




terça-feira, 8 de junho de 2021

História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX


No âmbito das comemorações do centenário da Alba, o Município de Albergaria-a-Velha vai lançar o livro "O Mundo é um Moinho - História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX", de Raquel Varela e Luísa Barbosa Pereira. A apresentação oficial tem lugar a 19 de junho, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal. A lotação do espaço é limitada, pelo que é obrigatório fazer a marcação prévia através do endereço biblioteca@cm-albergaria.pt.

"O Mundo é um Moinho - História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX" partiu de um arquivo raro em Portugal, o arquivo das fichas completas de todos os trabalhadores da Alba, uma das mais importantes metalúrgicas nacionais, desde o início do século XX até ao seu encerramento. São quase quatro mil fichas com informação detalhada de quem lá trabalhou, quando foi admitido, escolaridade, origem, etc. Isto permitiu às investigadoras Raquel Varela e Luísa Barbosa Pereira traçar um panorama histórico, ao longo de 100 anos, do mundo do trabalho na Alba.

Foi este o mote para um livro que não só traz a público estas informações, inéditas, que se enquadram e são explicativas da História global de Portugal, incluindo das ex-colónias, como olha a História económica e social de Albergaria-a-Velha no século XX, região conhecida por abrigar empresas que marcaram a história industrial de Portugal.

A coordenação da edição do livro esteve a cargo da historiadora Raquel Varela, que contou com a estreita colaboração dos técnicos do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha, que disponibilizaram fotografías, depoimentos e documentação variada para a investigação.




Em 2017 foi adjudicado à historiadora Raquel Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX.

A primeira apresentação do estudo dos trabalhadores da fábrica Alba no século XX (Alba - Uma História Económica e social) foi em 2019 no decurso das "Jornadas Europeias do Património". 

Raquel Varela, Com Luisa Barbosa Pereira (Antropóloga, FCSH/UNL) e Henrique Silveira (Matemático, CAMGSD/IST/UL) 

https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2019/10/06/historia-da-alba

“Há algo em Albergaria que ninguém imagina”

A historiadora Raquel Varela foi desafiada a conhecer por dentro a antiga Fábrica Alba, em Albergaria-a-Velha. Através da análise de antigas fichas dos trabalhadores da metalúrgica, Raquel Varela, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, pôde perceber o importante papel que esta grande indústria desempenhou no desenvolvimento do concelho. 

A Alba, um ícone de Albergaria e não só, foi fundada por Augusto Martins Pereira em 1921 e lá chegaram a trabalhar 700 operários em simultâneo. Acabaria por definhar no final da década de 1990 e fechou as portas no início deste século. O trabalho de investigação de Raquel Varela sobre a história económico-social da empresa vai dar origem a um livro.

Diário de Aveiro: Como nasceu a ideia de fazer uma investigação histórica sobre a Fábrica Alba?

Raquel Varela: Há algo em Albergaria que ninguém imagina. Trago colegas de outras partes do mundo para ver. O arquivo dos trabalhadores da Alba está digitalizado com as fichas, entradas, saída, idade, formação, acidentes, origem, quase tudo... É um mundo para estudar de forma intensiva a classe trabalhadora portuguesa e, claro, a história de Portugal, porque a Alba é uma das grandes empresas metalúrgicas do país no século XX.

Diário de Aveiro, 24/11/2019

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Exposição 100 Anos Alba - Uma História Global


Para comemorar o centenário de uma das marcas mais emblemáticas de Albergaria-a-Velha, da região e do País, a Câmara Municipal inaugura, no dia 5 de junho, pelas 16h00, a exposição “100 Anos Alba, Uma História Global”.

A mostra estará patente na Biblioteca Municipal até ao final do ano.

A Alba, fundição situada em Albergaria-a-Velha, é “uma marca portuguesa no mundo” que atravessa praticamente todo o século XX, com impacto nacional, nas ex-colónias e com exportações para a Europa e o Brasil. Dos bancos de jardim icónicos aos utensílios de cozinha, ao primeiro e único carro português, a Alba, registada oficialmente em 1929, permite-nos olhar a história global a partir de Albergaria-a-Velha.

A história começa com a industrialização portuguesa acarinhada pelo condicionamento industrial do Estado Novo, passa pela II Guerra Mundial, a Guerra Colonial, a independência das colónias, a Revolução dos Cravos, e terminará depois da restruturação produtiva após a adesão à CEE/UE e aos efeitos da concorrência na globalização depois dos anos 90 do século XX. A história da Alba abrange, assim, quase um século de um país em mutação profunda e do seu lugar na economia e no sistema internacional de Estados.

Para Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador da Cultura, “esta exposição assume especial importância por diversos fatores: Primeiro porque a ALBA é muito mais do que uma marca; Foi um modelo de progresso industrial, que atingiu um notável prestígio económico, social e cultural, não apenas na região mas em todo o país; Foi uma verdadeira escola técnico-profissional de um sem número de atividades e profissões, bem como uma das marcas pioneiras em utensílios domésticos, mobiliário urbano e acessórios diversos que marcaram o século XX português”.

“Esta exposição é uma "viagem no tempo" que há muito se desejava materializar e que é marcante na memória do nosso território”, conclui o autarca.

No âmbito das comemorações do centenário, será também editado um livro, da autoria da historiadora Raquel Varela, com lançamento previsto para o dia 19 de junho, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal.

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

100 ANOS DA ALBA, UMA HISTÓRIA GLOBAL - BIBLIOTECA MUNICIPAL

05 DE JUNHO | SÁBADO | 16H00

Patente de 05 de junho a 31 de dezembro de 2021

Horário

segunda-feira das 09h30 às 18h00, de terça a sexta-feira das 09h30 às 19h00, sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Jornal dos Clássicos

O Museu do Caramulo vai produzir, através do Jornal dos Clássicos, uma série documental sobre os automóveis portugueses.

O objectivo desta série é mostrar alguns dos mais extraordinários automóveis produzidos em Portugal, evitando que as suas histórias caiam no esquecimento ou permaneçam no total desconhecimento por parte do grande público.

A série “Automóveis Portugueses” terá seis episódios, cobrindo os automóveis Felcom (1933), Edfor (1937), Alba (1952), DM (1953), AR (1955), cinco dos automóveis que sobreviveram e que ainda se encontram em condições de circulação. Cada um destes cinco episódios focará a história do modelo, do seu criador assim como do seu actual proprietário.

O último episódio será dedicado a toda a indústria e projectos motorizados portugueses e contará com a apresentação de José Barros Rodrigues, o conhecido autor de vários livros sobre automóveis produzidos em Portugal.

Haverá ainda um episódio extra com o “making of” da série, incluindo as imagens do “behind the scenes”, bloopers, conversas com os participantes, entre outros conteúdos.

Para isto, o Jornal dos Clássicos vai recorrer a uma produção profissional e munida de todas as capacidades técnicas para poder trazer o melhor que existe na arte de contar uma história e mostrar da melhor forma possível as extraordinárias aventuras de criatividade e empreendedorismo que marcaram a era dourada da produção de automóveis em Portugal, entre os anos 30 e 50.

A série “Automóveis Portugueses”, que já se encontra em gravações, vai estrear durante o segundo semestre de 2020 [adiado?] no canal do Jornal dos Clássicos no Youtube, com um episódio a ser lançado a cada semana.

https://www.jornaldosclassicos.com/2020/07/03/museu-do-caramulo-vai-produzir-serie-sobre-automoveis-portugueses/

https://www.jornaldosclassicos.com/tag/alba/

https://www.youtube.com/c/JornaldosCl%C3%A1ssicosTV/videos

sexta-feira, 6 de março de 2020

Demissão de Augusto Martins Pereira

https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=3889412

Pode ser consultado na internet, em https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=3889412, o processo relativo à Demissão de Augusto Martins Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha (1957/8), pertencente ao Arquivo Salazar.

Revela as relações pouco amistosas com o Governador Civil de Aveiro Francisco Vale Guimarães e com as comissões politicas da União Nacional. O substituto na Câmara foi o Coronel Gaspar Inácio Ferreira.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Encontro imaginário de Albergaria

D. Teresa, Augusto Martins Pereira, João Ferreira júnior  e o encenador Hélder Costa

janeiro 2019 | quinta-feira | 22h00
Cineteatro Alba – Espaço Café-Concerto
ÀS QUINTAS: Encontro Imaginário de Albergaria
Gratuito | 75 min | M/3
O que diriam D. Teresa de Leão, mãe de D. Afonso Henriques, o Comendador Augusto Martins Pereira, empresário e filantropo, e João Ferreira Júnior, herói e mártir na luta contra o Absolutismo, se se encontrassem, hoje, num programa de entrevistas? É este o ponto de partida do Encontro Imaginário de Albergaria, uma dramatização que nos permite descobrir mais sobre três figuras importantes da História local. A ideia original é de Hélder Costa, levada à cena no Teatro A Barraca, em Lisboa. Após inúmeras apresentações com outras personagens, chega a edição especial sobre Albergaria-a-Velha, com texto/argumento original do mesmo autor.
Interpretação
D. Teresa de Leão Ana Paula Aidos
Comendador Augusto Martins Pereira Zé Lu
João Ferreira Júnior José Rui Branco

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Alba

ALBA é A MARCA de referência de Albergaria-a-Velha. Já uma vez escrevi que Albergaria foi conhecida, por todo o País e durante décadas, pela Casa Alameda, pelo Colégio de Albergaria e pela Fábrica Alba - pela/o ALBA.

Por isso, aplaudo tudo o que de bom seja feito para restituir a marca ALBA ao seu antigo esplendor, revigorando os seus produtos.

Mas pela mesma razão que aplaudo isso e felicito o Pedro Martins Pereira, também lamento, e profundamente, a utilização abusiva, abastardada, que outros fazem do nome ALBA. SE já não bastassem mercados de mercearias ALBA, temos agora, mesmo à entrada Clube de Albergaria, na antiga Auto Reparadora, em letras garrafais, um "ALBA SHOPING" a feirar bugigangas chinesas! Defender o prestígio do nome ALBA é não apenas fazer renascer os seus produtos, mas também impedir os abastardamentos abusivos que fazem dele. Há leis que protegem o nome, a marca, a insígnia.

Mário Jorge Lemos Pinto, 28/11/2013

Nota do blog: Em alguns casos funciona apenas como mais uma associação a Albergaria e quase não há uma ligação directa com as Fábricas Metalúrgica Alba mas deveria haver mais cuidado quando é escolhida uma denominação semelhante.

Albimóveis, Albicampo, Albicalor, ...

Albamercado, Alba Shopping, Escola Condução Alba, Bar Flor Alba, vidraria Vitro Alba,  ...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Novo livro sobre a Fábrica Alba


A ADERAV vai apresentar o livro "Alba – Uma Marca Portuguesa no Mundo" no próximo sábado, 17 de dezembro, no Cineteatro Alba. A sessão, com início às 17h00, contará com a presença dos autores Delfim Bismarck Ferreira e Pedro Martins Pereira.

“Procurámos com este estudo trazer a público uma panorâmica geral da vida e obra do Comendador Augusto Martins Pereira e de seus filhos, bem como da indústria daquela que foi uma das principais marcas industriais portuguesas do século XX e início do XXI”, escrevem os autores na introdução.

A marca Alba, registada em 1929, teve ao longo de várias décadas uma grande difusão, quer em Portugal, quer nos "países" que constituíam o designado Império Ultramarino Português. O seu fundador, Augusto Martins Pereira, lançou as bases daquela que foi talvez a principal marca portuguesa de utensílios domésticos, mobiliário urbano e acessórios fundidos para águas e saneamento do século passado.

A importância da marca Alba não se ficou somente pelos produtos fabricados. As instalações fabris foram uma verdadeira escola técnico-profissional, formando técnicos especializados em diversas áreas que, na altura, faltavam no mercado de trabalho.

A família Martins Pereira assumiu também um papel importante no desenvolvimento social, cultural e desportivo do Concelho, com destaque para a criação e apoio do Sport Clube Alba, a construção do Parque de Recreio e Desporto Alba e do Cineteatro Alba.

Autores

Pedro Martins Pereira é bisneto do fundador da marca Alba, tendo trabalhado na fábrica metalúrgica nas décadas de 1970 e 1980. Atualmente, é sócio-gerente da LARUS, empresa de design urbano e fundador e sócio-gerente da empresa ProjectoAlba Unipessoal, Lda., detentora da marca Alba.

Delfim Bismarck Ferreira é historiador e autor de mais de quatro dezenas de estudos nas áreas de História, Património, Genealogia, Heráldica e Biografia. Foi presidente da ADERAV entre 2001 e 2005 e é, desde 2013, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

CMAAV, 13/12/2016

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Parque Alba

Capa


Grande enciclopédia portuguesa e brasileira: Ilustrada com cêrca de 15.000 gravuras e 400 estampas a côres, Volume 39

Página 190






Página 190

Na biografia do arquitecto paisagista Francisco Caldeira Cabral é referido, entre outros trabalhos, o ajardinamento que foi feito no Parque Alba.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

A envolvente da antiga Fábrica Alba

http://www.prof2000.pt/users/hjco/aderav/patrimonios/Patrim10_185.htm
Unidade de Intervenção 4 da ARU - A envolvente da antiga Fábrica Alba;

ÁREA/ESPAÇO ABRANGIDO

A fábrica ALBA situada em Albergaria-a-Velha foi um dos ícones mais importantes do Concelho de Albergaria-a-Velha no século passado. Através desta empresa, o nome de Albergaria perpetuou-se no mundo, através do mobiliário urbano que se pode ainda ver em muitas cidades e vilas portuguesas e estrangeiras, bem como na ação humanitária, social e cultural do seu principal fundador: Augusto Martins Pereira.

A Fábrica que se encontra, atualmente, em estado devoluto e em mau estado de conservação, situa-se na Rua Comendador Augusto Martins Pereira.

ESTADO ATUAL/PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO

Em Abril de 2001, a ALBA foi adquirida pela Metalurgia e Fundição METAFALB, SA, empresa integrada no Grupo DURIT, com a preocupação de recuperar uma indústria com um largo passado de prestígio. Entretanto, a empresa em Albergaria-a-Velha foi desativada, pelo que o edifício está totalmente abandonado, em mau estado de conservação.

O Edifício da Antiga Fabrica Alba (parcela com cerca de 30 mil metros quadrados, dos quais 16 mil são de área coberta) tem nos últimos anos sido objeto de discussão ao nível de eventuais projetos de requalificação, sem que entretanto nenhum tenha sido concretizado.

ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO

A estratégia de intervenção nesta Unidade, procura a Reabilitação do edifício preservando assim uma das principais memorias e um dos mais emblemáticos elementos marcantes da história e da imagem da Cidade.

Para além da reabilitação física da estrutura edificada a estratégia de intervenção incidirá também na reconversão funcional conferindo a este edifício a dignidade própria de outrora. Nesse sentido pretende-se reutilizar parte do Edifício enquanto Unidade Museológica Temática.

A intervenção incidirá ainda na valorização do espaço exterior envolvente, potenciando a criação de zonas de lazer, zonas verdes e estacionamentos públicos.

ARU/2015

A rubrica "Abandonados" da SIC é transmitida quinzenalmente no Jornal da Noite, depois das 20h. A reportagem do próximo domingo, 10 de maio de 2014, é sobre a FÁBRICA ALBA
.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Cineteatro Alba - exposição permanente


13 FEVEREIRO 2015

Exposição | CTAlba

EXPOSIÇÃO PERMANENTE CINETEATRO ALBA – 65 ANOS

Gratuito

http://www.cineteatroalba.com/exposicao-permanente-do-cineteatro-alba/

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Nome de Rua

Foi publicado no Diário de Aveiro do passado dia 11 de janeiro de 2015, na série Os Nomes que Vestem as Ruas, um artigo sobre o Comendador Augusto Martins Pereira, fundador da Alba e que tem ruas com o seu nome em Albergaria-a-Velha, Frossos e Sever do Vouga.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Documentário sobre a Alba


Alba, uma marca ao serviço da comunidade retrata a história fascinante da empresa e da marca Alba, um caso exemplar e pioneiro no panorama da indústria portuguesa. É um percurso centenário, norteado por um espírito empresarial inovador, aventureiro, solidário e humanista, colocando o sucesso ao serviço da comunidade, tornando-se assim fator de agregação de uma região e evitando a exclusão social. Este documentário constitui, ainda, uma justa homenagem ao verdadeiro mentor do projeto Alba – Comendador Augusto Martins Pereira – e às várias gerações da família que lhe deram sequência, nomeadamente António Augusto Martins Pereira, seu neto, que faleceu em Janeiro de 2013 e cujo depoimento foi gravado poucos meses antes da sua morte.

autoria Delfim Bismarck Ferreira

guião Miguel Ferraz

pesquisa e documentação Delfim Bismarck Ferreira, Ildeberto Beirão e Miguel Ferraz

op. Imagem Fernando Falcão, João Rodrigues, Luis Cutileiro, Luis Malaia

edição vídeo e grafismo Elisabete Grazina

pós-produção áudio José Raposo / Sound Station

consultora Rita Saldanha

produção Luís de Freitas, Ildeberto Beirão, Miguel Ferraz

realização Elisabete Grazina, Fernando Falcão

http://www.cineteatroalba.com/alba-uma-marca-ao-servico-da-comunidade/

29 ABRIL 2014 | TERÇA-FEIRA | 21H00

Documentário | CineTeatro Alba – Sala Principal
ALBA, UMA MARCA AO SERVIÇO DA COMUNIDADE
Gratuito (sujeito a levantamento de ingresso e à lotação da sala) | 40 min. | M/ 3

sexta-feira, 7 de março de 2014

Fábrica Alba

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha e a empresa Durit celebraram hoje um Protocolo de Doação da documentação pertencente à extinta Fábrica Metalúrgica Alba. O objetivo de ambas as entidades é salvaguardar e difundir o património industrial de elevado interesse e importância para a História Local do Concelho.

https://www.facebook.com/municipiodealbergariaavelha
07/03/2014

Mais sobre a Fábrica Alba:

http://fabrica-alba.blogspot.pt/ Blog sobre a Alba

http://3-historia-patrimonio-industria.blogspot.pt/p/resumos-e-cvs.html Apresentação Dra. Nélia

http://www.prof2000.pt/users/HJCO/Aderav/Patrimonios/Patrim10_185.htm Artigo revista Patrimónios

https://pt-pt.facebook.com/alba.albergaria Projecto Alba

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Filme sobre a Alba com estreia prevista para Abril


 
 
 Falar sobre a Alba é falar sobre uma empresa que se dedicou a uma região e que se entregou à uma comunidade. E fê-lo de uma maneira arrojada para a época, reflectindo a postura visionária do seu fundador, o Comendador Augusto Martins Pereira. O legado que deixou é a prova viva da dedicação às gentes das suas terras, Sever do Vouga, de onde era natural, e Albergaria-a-Velha, onde fundou a Alba. 
 
Com estreia prevista para Abril, o filme «Alba, uma marca ao serviço da comunidade», produzido pela Animacroma Filmes, pretende salvaguardar a memória de uma das empresas mais importantes da nossa região, com uma acção notável, não só a nível económico, mas também social, desportivo e cultural, através da criação de diversas infra-estruturas que até hoje persistem no tempo.

 
Leia a notícia detalhada na edição da 1.ª quinzena de Fevereiro. Mais em www.jornalbeiravouga.com

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Memórias do Cine-Teatro Alba


O Catálogo da Exposição "Alba - Memórias do Cine-Teatro" recebeu uma Menção Honrosa, na Categoria Catálogo, nos Prémios APOM 2013, instituídos pela Associação Portuguesa de Museologia.

O documentário, concebido no âmbito da exposição inaugural do renovado Cineteatro Alba, venceu uma menção honrosa, na Categoria de Património Imaterial, na 8ª Edição do Concurso de Vídeo do Inatel 2013.

O documentário foi anteriormente candidato ao prémio europeu Heritage in Motion, promovido pela Europa Nostra e pela European Museum Academy, nas categorias "Filme/Vídeo" e "Educação", com destaque para as áreas técnicas de câmara/fotografia, realização e edição.

Para a QUE CENA, produtora do documentário, trata-se de "um olhar sobre as vidas de quem trabalhou no Cineteatro ao longo de mais de 50 anos". Pretende-se também demonstrar os sentimentos de vivência e pertença daqueles que passaram por este equipamento cultural que marcou gerações de Albergarienses.

"Entre os rostos enrugados e as mãos tremidas, as memórias caminham connosco, numa interminável contaminação construtiva entre a realidade e o mito".

http://www.youtube.com/watch?v=m2mmFWrxtfc

O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, é uma edição exclusiva de 1.000 exemplares numerados, que apresenta as história de um importante equipamento cultural pelas pessoas que o vivenciaram.

O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, que vem acompanhado com DVD,  está à venda no Cineteatro Alba, na Biblioteca Municipal e no Arquivo Municipal.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=18784

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=19957

domingo, 25 de agosto de 2013

Alba design - Fundição de ideias e negócios


uma proposta de 2012 por Hugo Almeida / Arquitectos Anónimos
ainda por concretizar




ALBA DESIGN - FUNDIÇÃO DE IDEIAS E NEGÓCIOS, é um projecto que resulta da vontade de criar um espaço inovador dedicado ao empreendedorismo, comércio, formação, ensino, Cultura e lazer.

O projecto pretende criar sinergias com a história de Albergaria e da ALBA com todo o seu espólio industrial e histórico.

Contará com espaços como o Museu de Albergaria e da ALBA, Clusters Empresariais, Núcleos de Ensino, Formação e Conservação e também Espaços Comerciais.

- Alba Design Fundição

Incubadora/geradora de empresas
Serviços Administrativos Partilhados
Centro de Negócios, Valorização e Transferêncía de Saberes e Tecnologia
Rede de Competências Empresariais (Design Industrial, Fundição, Moldes,
Agroalimentar, Saúde, etc..)

- Alba Design Expo

Centro de Exposições
Showroom empresarial
Gabinetes de Ação Empresarial e Cultural

- Alba Design Desenvolvimento e Formação

Design e Engenharia de Produto
Metalurgia, Design Industrial e Moldes
Desenvolvimento de criatividade e talentos
Formação e Aprendizagem
Centro de Experiências e Inovação Partilhada
Gabinete Patentes e Direitos de Autor
Parcerias com Institutos de Investigação e Universidades

- Alba Design Museu

História do Território de Albergaria
A Estrada – Centro de aprendizagem pedagógica Rodoviària
A ALBA

- Alba Design Arquivo (vivo)

Arquivo e Tratamento de Espólio
Consulta e Pesquisa
Atelier Pedagógico

- Zona Social

Lounge
Bar e Cafetaria
Zona de Descanso

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

António Augusto Martins Pereira

António Augusto Martins Pereira nasceu em 1927, sendo filho de Américo Martins Pereira e neto do Comendador Augusto Martins Pereira, representantes de uma das famílias que mais marcaram, de forma positiva, o século XX do concelho de Albergaria-a-Velha.


António Augusto Martins Pereira é uma lenda viva do desporto albergariense. Desde muito novo, ainda estudante, começou a praticar voleibol no Sport Clube do Porto, jogando também futebol nos júniores do Infesta, dado que estudava no Colégio Almeida Garret, no Porto.

Foi igualmente praticante de motonáutica e o automobilismo foi outra das suas grandes paixões da juventude. O célebre carro Alba, uma relíquia que faz parte do seu espólio pessoal, acelerou pelo país inteiro, ganhando várias provas de âmbito, como a 2ª Taça Cidade do Porto e vários rallys, o mais importante de todos o do Vinho do Porto-Régua. O lendário carro Alba, da sua autoria, era vencedor habitual da categoria Sport, conduzido pelas mãos hábeis e pela perícia de António Augusto Martins Pereira.

Até que chegou a altura do futebol a sério e no renascer do Sport Clube Alba, no começo dos anos 50, após uma interrupção das actividades do clube que o seu pai e avô haviam fundado a 1 de Janeiro de 1941. Logo ficou patente o empenhamento e a dedicação sem limites de António Augusto Martins Pereira. Primeiro como jogador, nas posições de extremo-direito e avançado-centro, e até esporadicamente como defesa direito, sob a orientação de outro dos “monstros sagrados” do futebol albergariense, o inesquecível Carlos Alves, o homem das luvas pretas.

(...)

António Augusto Martins Pereira pode ser considerado o mais completo e dedicado desportista do nosso concelho, pois foi ainda presidente do Sport Clube Beira Mar, durante dois anos e quatro como vice-presidente. Foi igualmente membro das direcções do Sporting Clube de Aveiro, do Clube Naval de Aveiro e do Clube de Albergaria, do qual é (tal como do Sport Clube Alba) sócio número um.

Jornal de Albergaria - retirado de http://blogdealbergaria.blogspot.pt/2008/08/antnio-augusto-martins-pereira.html

LUTO MUNICIPAL em memória do Ex.mo Sr. António Augusto de Lemos Martins Pereira


É com profundo pesar que a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha tomou conhecimento do falecimento do Ex.mo Senhor António Augusto de Lemos Martins Pereira no final do dia 24 de janeiro de 2013.

Nesta hora de dor, em nome da Câmara Municipal, o Presidente João Agostinho Pereira envia as condolências à família, aos amigos e aos Albergarienses em geral que se reveem na obra que ele nos deixou.

O Senhor António Augusto de Lemos Martins Pereira ficará para a história da cidade e do município de Albergaria-a-Velha como Homem Bom e Ilustre, que honrou a história do poder local e que foi exemplo de dedicação ao serviço público. A história da sua Vida cruzar-se-á com a história das últimas décadas do Município, a nível industrial, desportivo, cultural e social, quer pela obra física quer pelo seu afeto e relacionamento pessoal.

Muito mais se poderia dizer de António Augusto de Lemos Martins Pereira, mas as palavras, especialmente nestes momentos, são sempre poucas para expressar, de forma completa, o sentimento e a estima que devemos a cidadãos desta dimensão, tratando-se, indubitavelmente, de um símbolo da nossa Terra e da nossa Comunidade.

Assim, com este sentimento de perda, é declarado LUTO MUNICIPAL nos dias 25 e 26 de janeiro de 2013, reconhecendo, publicamente, o relevante mérito que o cidadão António Augusto de Lemos Martins Pereira tem para o Município e sua comunidade.

A Câmara Municipal apresenta, também, sentidas condolências à Família enlutada.

É colocada a meia haste a Bandeira do Município em todos os seus edifícios.

CMA, 25/01/2013

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Alba: Memórias do Cine-Teatro

O Catálogo da Exposição "Alba: Memórias do Cine-Teatro" só foi possível graças aos contributos das pessoas que partilharam as suas recordações deste importante equipamento cultural


Fb

No dia 28 de outubro foi apresentado o Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, uma edição exclusiva de 1.000 exemplares numerados, que apresenta as história de um importante equipamento cultural pelas pessoas que o vivenciaram.

Não se pretende que este livro seja a realização de um exaustivo trabalho de investigação sobre o Cineteatro Alba (CTAlba), mas antes uma súmula de recordações, informações e memórias que são essenciais para a compreensão da história de um espaço que tanto significa para Albergaria-a-Velha e seus habitantes.

Para este trabalho, foram convidados antigos funcionários e colaboradores, que partilharam os seus conhecimentos e memórias, de forma a ilustrar um lugar especial que lhes marcou a vida. Ao longo das páginas do Catálogo, é possível encontrar recordações de quem construiu o Cineteatro Alba, de quem aqui trabalhou ou, simplesmente, de quem aqui se divertia. “Não se trata aqui de fazer a História de um edifício, de representarmos lugares, mas apenas de recuperarmos emoções, atmosferas e sensações, envolvidas em imagens desvanecidas pelo tempo.”

O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, que vem acompanhado com DVD, vai estar à venda no CTAlba, na Biblioteca Municipal e no Arquivo Municipal.  

CMA

CTAlba – Sala de Exposições (até 6 de Janeiro de 2013)
 
Alba, Memórias do Cineteatro debruça-se sobre a fascinante viagem pela memória de um espaço de cultura que se destacou na História recente de Albergaria. Nesta mostra aborda-se a fundação da Fábrica Alba, a edificação do Cineteatro, os seus funcionários, as recordações e as vivências dos diversos espetáculos culturais que aqui ocorreram, contando a autarquia com a colaboração e empenho de diversas pessoas que, através do empréstimo de peças, objectos e do relato das suas memórias, contribuíram para o enriquecimento deste evento. Procura-se captar o espírito de um lugar que marcou e continuará a marcar gerações, um local mágico, que nos fez rir e chorar, que criou momentos únicos que ainda hoje perduram na memória.


Facebook do Cineteatro Alba

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alba, Memórias de um Cineteatro

27 abril a 06 de Janeiro 2013
CTAlba – Sala de Exposições

Alba, Memórias de um Cineteatro debruça-se sobre a fascinante viagem pela memória de um espaço de cultura que se destacou na História recente de Albergaria. Nesta mostra aborda-se a fundação da Fábrica Alba, a edificação do Cine Teatro, os seus funcionários, as recordações e as vivências dos diversos espectáculos culturais que aqui ocorreram, contando a autarquia com a colaboração e empenho de diversas pessoas que, através do empréstimo de peças, objectos e do relato das suas memórias, contribuíram para o enriquecimento deste evento. Procura-se captar o espírito de um lugar que marcou e continuará a marcar gerações, um local mágico, que nos fez rir e chorar, que criou momentos únicos que ainda hoje perduram na memória.