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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Lenda encantada sobre Albergaria-a-Velha

 No âmbito do Dia do Município, o SAC – Serviço de Aprendizagem Criativa apresenta uma lenda encantada sobre Albergaria-a-Velha.

Gostou do vídeo?


Agradecem a sua avaliação através do seguinte link:

https://forms.gle/bwHELUKgRuJ1iw3HA


Inspirado no conto escrito por Elisa Sá da Costa

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Livros

Por vezes há projectos e ideias de livros que podem ser adiados ou substituídos por outros.

- Foi adjudicado à historiadora Raquel Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX. Já está concluído o projecto "História Social de Albergaria-a-Velha" (2017-2019).

- Luís Altino e José Silva encontravam-se a elaborar um livro que teria como tema "O Associativismo em Angeja". Consultadas as monografias locais e outras fontes bibliográficas, começaram por entrevistar pessoas mais velhas, as Direcções das colectividades e outras entidades. Entretanto a página "História de Angeja" deixou de ser actualizada sinal de que podem ter deixado de lado esses projectos. José Silva também tinha iniciado um trabalho sobre a Toponímia de Angeja.

- Livro sobre ARMAB - Nélia Oliveira

- Livro sobre Emigração do Dr. Delfim Bismarck Ferreira

(...)

Homenagem a Albuquerque Pinho

Aquando do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho (1921-2002) foi divulgado que teriam ficado por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:

- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.

Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outra) pudesse realizar uma exposição em homenagem ao Dr. Albuquerque Pinho e ainda promovesse a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou de algum livro ou brochura que o lembrasse.

Disponibilização na internet de livros de autores albergarienses

A C.M. Albergaria-a-Velha, ainda na altura do Dr. Rui Marques, chegou a ponderar a reedição das monografias do Dr. António Pinho e do Dr. Ricardo Souto. A internet (página da edilidade, googlebooks, outro local) poderia ser um espaço privilegiado para ter essas obras e outras antigas. Na internet poderiam ser disponibilizados livros de autores albergarienses quer sejam edições da Câmara, autorizados pelos seus autores ou pelos herdeiros ou até outras situações semelhantes.

Sugestões de temáticas para outros livros:

- Sport Clube Alba / Clube de Albergaria / Outras associações ou colectividades
- Desporto em Albergaria

- Imagens do Passado Redux (versão actualizada do anterior livro)
- Fotografias de Albergaria-a-Velha
- Postais de Albergaria
- Arquivo João de Pinho
- Foto Gomes

- Tradições, Folclore

- Albergaria Passado e Presente
- Albergaria no Século XIX, Albergaria no Século XX, Albergaria no Século XXI
- Albergaria no Estado Novo
- Albergaria-a-Velha 1974, Albergaria-a-Velha 1999

- Presidentes da Câmara Municipal

- Freguesias
- Nossa Senhora do Socorro

etc...

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Albergaria-a-Velha e a sua Gastronomia

A gastronomia é hoje um dos principais motivos de atracção turística de qualquer região. Para além disso, é também uma importante componente do turismo que, como é sabido, é o responsável por uma fatia substancial do PIB do nosso país, transformado, cada vez mais, num país de serviços, aproveitando a sua localização e clima.

Desde há alguns anos, a gastronomia é igualmente considerada “Património”, a classificar, a estudar, a preservar e divulgar, inclusive a certificar, como aconteceu recentemente com os Ovos Moles de Aveiro.

Apesar das instituições que têm obrigação de o fazer pouco ou nada terem feito, não se pense que o concelho de Albergaria-a-Velha não possui nada de relevante que não mereça ser preservado, estudado e salvaguardado, seja na área do património arqueológico, edificado, cultural ou mesmo gastronómico.

É precisamente sobre este último que aqui vos falarei hoje. Das suas qualidades e tradições, assim como das suas potencialidades e subaproveitamento para os mais diversos fins como o têm feito, e bem, grande parte dos concelhos nossos vizinhos.

Senão vejamos. Quem nunca provou e confirmou a excelente qualidade de alguma da gastronomia tradicional do nosso concelho? Quem nunca provou enguias fritas ou de escabeche, leitão assado, lampreias em arroz ou à bordalesa, peixinhos do rio fritos, ou vitela assada? Quem nunca provou pães ou padas, regueifas, pães doces, folares, broas, ou biscoitos diversos como, raivas, rosquilhas, bolos de gema ou turcos? Já para não falar em rabanadas e bilharacos?

Enfim, após esta pequena apresentação, afinal todos nós nos lembramos de que temos gastronomia diversificada e de grande qualidade.

Mas para além disso, esta não é uma gastronomia de hoje, sem raízes nem tradições, aproveitada e adaptada de outras terras ou regiões.

Na muita documentação que tenho consultado ao longo dos anos, pontualmente vou encontrando pequenas referências à nossa gastronomia. Por isso, aqui destacarei hoje o pão, o leitão e os biscoitos.
Primeiro o pão. Segundo um apontamento datado de 1882: os “bolos de pão alvo … da casa da Ti Quitéria do Agostinho, ou ainda da Ti Costa …. As duas boas creaturas indicadas … exerciam a vida de padeiras com o maior aperfeiçoamento e aceitação dos consumidores ainda de muito longe. A primeira fabricava pão para o ultimo Bispo de Aveiro, D. Manuel Pacheco de Rezende – tres vezes por semana era o Paço Episcopal fornecido; e ambas a seu turno o Convento de Serém. Muitas terras há que possuem especialidades a certo ramo da industria. Albergaria Velha dedica-se ao fabrico de pão, e é da sua labra o feitio dos pães emitando pujadas têtas, … sem se vêr igual em outra parte, a não ser por emitação”. Por aqui facilmente se vê como o pão confeccionado em Albergaria-a-Velha era afamado na região, e que outros aqui vinham consumir e imitar as nossas produções.

Depois o leitão. Um outro apontamento do final do século XIX informa-nos de que “entre os bons assadores de leitão, que é das melhores iguarias que em Albergaria se prepara, há o costume de o trazerem uma ou outra vez a arejar, depois de meio assado, para o constiparem, dizem. A pele assim torna-se mais quebradiça e a carne tenra e enxuta. A expressão “leitoeiro” utilizava-se quando se referiam a um apreciador de leitão”. Também esta pequena nota nos demonstra como era já tradição o leitão assado no nosso concelho, e como era já umas das principais iguarias que aqui se preparava.

Por fim, os biscoitos. Nesta matéria, existia em Albergaria-a-Velha desde o final do século XIX uma pequena fábrica de bolachas e biscoitos que atingiu grande fama na região, a “Loja Nova”, situada na Rua de Santo António, fundada por Joaquim Ribeiro e Silva.

Os seus produtos, de grande qualidade, eram equiparados aos melhores de Coimbra e Porto, e por esse motivo eram expedidos para todo o país. Mesmo depois do proprietário ter transferido residência para o Porto, os seus familiares aqui mantiveram a sua produção de escala mais regional por mais alguns anos. De entre os seus produtos, os mais procurados eram os biscoitos, raivas e folares da Páscoa.  A tradição de confeccionar este género de produtos conseguiu manter-se viva ao longo dos anos, graças inicialmente à “Casa Turco” e actualmente a D. Margarida Ferreira, herdeira das receitas destes afamados doces regionais.

Por estas três amostras bem se antevêem as potencialidades da gastronomia do nosso concelho. Mas, se tudo isto não bastasse, ainda assistimos, impávidos e serenos, ao aproveitamento, e bem, com fins económicos e turísticos, por parte dos nossos concelhos vizinhos, de alguns destes produtos.

Senão vejamos: o pão. Quem ainda não foi ao Museu do Pão, em Seia, que ali atrai milhares de pessoas anualmente, ou ao Festival da Broa de Avanca, organizado pela Confraria da Broa ali existente. Ora sendo o concelho de Albergaria-a-Velha um dos que mais moinhos, moleiros e padeiros teve, porque nunca aproveitou esses recursos para fins semelhantes? O pão do Fontão e de Albergaria-a-Nova continua a ser do melhor que há.

Depois o leitão, que Águeda transforma na Festa do Leitão e ali faz deslocar milhares de pessoas, ou que Anadia e Mealhada divulgam há muitos mais anos de forma bem rentável. No nosso concelho, temos uma forma diferente de o assar, mais saudável, como se pode comprovar com o sucesso que é a “Casa dos Leitões” em Angeja.

As enguias enlatadas, que uma empresa da Murtosa exporta para todo o mundo, contrapõem com as que aqui podemos saborear, fritas ou de escabeche.

E as lampreias que Sever do Vouga transforma no Festival da Lampreia, ali levando milhares de pessoas, enquanto assistimos à sua passagem a subir os rios que existem na quase totalidade das freguesias do nosso concelho, sem delas fazermos aproveitamento económico e turístico, fosse com arroz ou à bordalesa. Ou a vitela, que também Sever do Vouga bem divulga e apresenta, enquanto nós por cá nos limitamos a prová-la sem grande divulgação. Até os folares que Ílhavo apresenta como bandeira concelhia, são aqui feitos com mestria e em nada lhes ficam atrás, com ou sem ovos.

Apenas os biscoitos diversos descendentes da “Casa Turco” ainda levam longe o bom nome de Albergaria-a-Velha, mas até quando? Parece que apenas a regueifa e o pão doce estão esquecidos e ainda ninguém se lembrou de os aproveitar para fins económicos e turísticos nos concelhos vizinhos, já que as rabanadas e os bilharacos são produtos mais sazonais. A título de curiosidade, as famosas cavacas típicas das Festas de São Gonçalinho, em Aveiro, foram este ano confeccionadas no nosso concelho, na Branca.

Agora, se a estas qualidades gastronómicas e potencialidades turísticas adicionarmos um outro condimento – a excelente localização geográfica do concelho de Albergaria-a-Velha –, então porque não salvaguardamos e divulgamos os nossos excelentes produtos gastronómicos, prestando diversos “serviços” ao mesmo tempo que salvamos o nosso “Património”, atraímos turismo, criamos emprego, geramos riqueza e divulgamos algumas das boas coisas que ainda existem no nosso concelho.

04-05-2010
Fonte: Dr. Delfim Bismarck, Portal de Albergaria

Após a leitura deste artigo, constato que o autor, na realidade, está atento à assimetria gastronómica do nosso concelho.

Somente comento três iguarias “serranas”, que há séculos vão para a mesa dos habitantes da freguesia  da Ribeira de Fráguas.

Mesa sem vitela assada no forno (a lenha), nos dias das festividades locais, é situação rara.
Provavelmente uma herança secular do movimento migratório oriundo da região lafonense, para a nossa freguesia.

As regueifas e cavacas confeccionadas no lugar de Vilarinho de São Roque, são outro testemunho da gastronomia local.

Em jeito de brincadeira, com boa vontade, ainda ainda vamos formar a Confraria do Caracol, aqui pela Ribeira.

Um abraço.

Nuno Jesus, 6 de Maio de 2010, 19:21

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Livros

Por vezes há projectos e ideias de livros que podem ser adiados ou substituídos por outros.

O livro sobre a "Banda De Angeja" esteve anunciado que ia ser feito pelo Dr. Delfim Bismarck e depois foi feito por outros autores. Falou-se de um livro sobre a Alba mas depois foi feito o documentário não impedindo ainda a publicação do livro "Alba Uma Marca Portuguesa No Mundo" em 2016.

A ADERAV vai lançar em breve a obra "O Concelho de Albergaria-a-Velha e a I Guerra Mundial", da autoria de Delfim Bismarck Ferreira.

Luís Altino e José Silva encontravam-se a elaborar um livro que teria como tema "O Associativismo em Angeja". Consultadas as monografias locais e outras fontes bibliográficas, começaram por entrevistar pessoas mais velhas, as Direcções das colectividades e outras entidades.

José Silva tinha iniciado um trabalho sobre a Toponímia de Angeja.

Nuno Jesus estava a preparar um novo trabalho sobre Telhadela.

Foi adjudicado à historiadora Raquel Cardeia Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX

Homenagem a Albuquerque Pinho

Aquando do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho (1921-2002) foi divulgado que teriam ficado por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:

- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.

Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outro) pudesse realizar uma exposição em homenagem ao Dr. Albuquerque Pinho e ainda promovesse a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou de algum livro ou brochura que o lembrasse.

Disponibilização na internet de livros de autores albergarienses

A C.M. Albergaria-a-Velha, ainda na altura do Dr. Rui Marques, chegou a ponderar a reedição das monografias do Dr. António Pinho e do Dr. Ricardo Souto. A internet (página da edilidade, googlebooks, outro local) poderia ser um espaço privilegiado para ter essas obras e outras antigas. Na internet poderiam ser disponibilizados livros de autores albergarienses quer sejam edições da Câmara, autorizados pelos seus autores ou pelos herdeiros ou até outras situações.

Sugestões de outros livros:

- Sport Clube Alba / Clube de Albergaria / Outras associações ou colectividades
- Tradições
- Albergaria Passado e Presente
- Albergaria no Século XX
- Freguesias
- Nossa Senhora do Socorro
etc...

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Medalhas 2018

A Câmara Municipal distingue individualidades, empresas e coletividades no Dia do Município


No âmbito das comemorações dos 183 anos do Concelho de Albergaria-a-Velha, a Câmara Municipal vai atribuir oito Medalhas de Mérito Municipal a individualidades, empresas e coletividades locais, numa cerimónia a ter lugar nos Paços do Município a 17 de fevereiro, pelas 16h00.

As Medalhas de Mérito Municipal visam distinguir pessoas e entidades que, ao longo dos anos, têm contribuído para a melhoria das condições de vida da comunidade, através da ação social, do ensino, da cultura, da arte e do desporto, bem como na melhoria da qualidade de vida dos munícipes e para o aumento do prestígio do Município de Albergaria-a-Velha a nível regional, nacional e internacional. Na cerimónia de sábado vão ser atribuídas três medalhas Grau Ouro, três medalhas Grau Prata e duas medalhas Grau Cobre.

As medalhas de Grau Ouro vão distinguir Marina Bastos, atleta natural da Branca, Campeã da Europa de Estrada em 2004 e Campeã de Portugal por diversas vezes nas provas de atletismo de 1500m, 3000m e 5000m; a Grohe, empresa de sanitários que produz cerca de 4,5 milhões de peças por ano e emprega 800 trabalhadores; e a Alberplás/Polivouga, uma das maiores empresas do sector dos plásticos na Europa, com 550 trabalhadores.

As medalhas de Grau Prata vão ser atribuídas à Casa da Alameda, pensão e restaurante centenário, que ao longo dos anos tem sido uma referência na região em termos de restauração; à Banda Recreativa União Pinheirense, formação musical que comemora, este ano, o seu 70.º aniversário; e ao Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho, que celebra 60 anos de atividade em prol do folclore em 2018.

Finalmente, a Associação Cultural e Recreativa Sobreirense, que faz 36 anos, e o Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas, que comemora 26 anos, recebem a Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre.

À noite, pelas 21h30, as comemorações continuam no Cineteatro Alba com "Circus Time" do Mimo’s Dixie Band. Um espetáculo concebido para palcos interiores, onde a inovação parte de uma linguagem única, fruto da aliança entre o Jazz Dixieland dos "anos 20", o gesto mímico, as artes circenses e a comédia. Os bilhetes têm o preço de dois e quatro euros.

Ainda no âmbito do Dia do Município, a Autarquia organiza, na sexta-feira, 16 de fevereiro, um dia aberto, onde crianças do 3.º ano das escolas do Concelho vão ter a oportunidade de conhecer os diversos serviços da Câmara Municipal.               

CMA,  12/02/2018

MEDALHAS

Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro

Marina Bastos
Grohe
Alberplás/Polivouga

Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata

Casa da Alameda
Banda Recreativa União Pinheirense
Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho
Associação Cultural e Recreativa Sobreirense

Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre

Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=24122

Distinções Honoríficas - DIA DO MUNICÍPIO - 17 de fevereiro de 2018 - Nos termos do disposto no Regulamento das Distinções Honoríficas do Município de Albergaria-a-Velha, propor a atribuição de Medalhas de Mérito Municipal a Individualidades, Instituições, Associações e Empresas que, ao longo dos anos, têm contribuído para a melhoria das condições de vida da nossa comunidade, através do ação social, do ensino, da cultura, da arte e do desporto, bem como na melhoria da qualidade de vida dos nossos munícipes e para o aumento do prestígio do Município de Albergaria-a-Velha, a nível Regional, Nacional e Internacional. Proponho, ainda, que a atribuição destas distinções honoríficas se realize em Cerimónia pública solene por ocasião da comemoração dos 183 anos do Concelho de Albergaria-a-Velha e 900 anos da fundação de Albergaria-a-Velha, a realizar no dia 17 de fevereiro de 2018.

INDIVIDUALIDADES

Comendador José dos Santos da Silva Azevedo - Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Marina Bastos - Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Grohe - Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Alberplás/Polivouga - Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Juiz Conselheiro Dr. Manuel Augusto Fernandes da Silva - Medalha de Mérito Municipal – Grau
Ouro
Casa da Alameda - Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata

INSTITUIÇÕES E COLETIVIDADES

Banda Recreativa União Pinheirense - Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata (70 anos em
2018 / teve cobre em 1998)
Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho - Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata (60
anos em 2018 / teve cobre em 2009)
Associação Cultural e Recreativa Sobreirense - Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata (36 anos em 2018)
Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas - Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre (26 anos em 2018).

O Sr. Vereador Dr. Nuno solicitou esclarecimentos sobre os critérios que fundamentaram a proposta de distinção das empresas, tendo o Sr. Presidente informado que se iniciou este ano o reconhecimento de empresas do município pelas que se apresentam como maiores empregadoras e com maior volume de negócios, entre outros fundamentos constantes dos respetivos currículos. O Sr. Vereador Dr. Licínio Pimenta referiu que, a exemplo de idêntico procedimento nos anos transatos, entende que a atribuição de uma distinção honorífica merece um procedimento cuidado, devendo refletir o contributo dado à comunidade e por esta reconhecido. Considera também importante que a fundamentação reflita o conjunto dos critérios que são ponderados. O Sr. Presidente mencionou que as propostas visam distinguir pessoas, individuais ou coletivas, cujo trabalho traduza prestígio para o município e o projetem, como é o caso das constantes da sua proposta.

Apreciada a proposta do Sr. Presidente, a Câmara Municipal passou à votação da atribuição das distinções honoríficas, por escrutínio secreto, tendo em conta o contributo da sua atividade, nos termos propostos.

Ata 2018

Grande incidência em empresas com três nomeadas. Parece que não se justificaria para já o grau de Ouro já que é o grau mais elevado. Há outras empresas que também poderiam merecer uma homenagem. Nalguns casos como Durit ou Fundição Penedo Beira também poderiam ser homenageados os seus fundadores.

Continua a tendência de nomear com a medalha de cobre todas as associações que completam os 25 anos ou mais tempo. Será que todas elas irão receber o grau de Prata daqui a alguns anos?

Curioso que tenha sido recusada a atribuição das medalhas ao Comendador José dos Santos da Silva Azevedo e Conselheiro Dr. Manuel Augusto Fernandes da Silva quando ambos mereceram cinco votos a favor e uma abstenção. As regras obrigam à existência de unanimidade!

Depois de ter sido adiada no ano passado finalmente é reconhecida uma homenagem à atleta Marina Bastos. Não se percebe que Paula Pinho não seja homenageada quando já deu tanto pelo futebol feminino.

Parece que também há alguma dificuldade em nomear alguns dos antigos autarcas (que já eram sugeridos em 1998!) excepto quanto aos presidentes:

ARMÉNIO SOARES DE PINHO [Autarca, Frossos]
MANUEL DA SILVA LETRA [Autarca, Valmaior]
DR. FLAUSINO JOSÉ PEREIRA DA SILVA [Industrial, Deputado, Autarca]
DR. ROGERIO SAO BENTO CAMOES [Autarca]
CARLOS MORTÁGUA [Deputado, Autarca]

MEDALHAS

Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro

- Marina Bastos
- Grohe
- Alberplás/Polivouga
- José António da Piedade Laranjeira
- Irmandade da Misericórdia de Albergaria-a-Velha
- Rui Marques
- Associação de Instrução e Recreio Angejense
- Clube de Albergaria
- PADRE ANTÓNIO DIAS DE ALMEIDA
- DR. ANTÓNIO HOMEM CORREIA TELES DE ALBUQUERQUE PINHO
- ANTÓNIO MANUEL ATANÁZIO DE CARVALHO HENRIQUES RIBEIRO
- ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALBERGARIA-A-VELHA
- ANTÓNIO AUGUSTO DE LEMOS MARTINS PEREIRA
- FERNANDO NUNES DE ALMEIDA
- DR. FLAUSINO FERNANDES CORREIA
- JOSE NUNES ALVES
- DR. QUINA FERREIRA
- DR. SIZENANDO EVARISTO RIBEIRO DA CUNHA
- BANDA VELHA UNIÃO SANJOANENSE
- COLÉGIO DE ALBERGARIA

Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata

- Casa da Alameda
- Banda Recreativa União Pinheirense
- Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho
- Casa do Povo de Alquerubim
- Pedro Martins Pereira
- João António Ferreira Resende Alves
- Sport Clube Alba
- ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
- PADRE QUERUBIM SILVA
- DR. RUI AUGUSTO GIRÃO MARQUES
- ASSOC. INST. RECREIRO ANGEJENSE
- CLUBE DE ALBERGARIA

Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre

- Associação Cultural e Recreativa Sobreirense
- Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas
- Margarida Ferreira Coutinho
- Agrupamento n.º 838 de Escuteiros de Albergaria-a-Velha
- Grupo Columbófilo de Valmaior
- Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas
- União Desportiva e Cultural de Mouquim
- União Desportiva de Valmaior.
- Edgar Miguel Lemos Pinto
- Centro Cultural, Recreativo e Desportivo do Fial – Grupo de Danças e Cantares do Fial
- ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA SOBREIRENSE
- GRUPO DE TEATRO “A BATEIRA”
- CASA DO POVO DE ALQUERUBIM
- CLUBE DESPORTIVO DE CAMPINHO
- JOBRA-ASSOCIAÇÃO DE JOVENS DA BRANCA
- CRECUS-CLUBE RECREATIVO E CULTURAL SANJOANENSE
- ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DAS ESCOLAS, CULTURA E RECREIO DE LOURE
- CAPA-CENTRO ACTIVIDADES POPULARES DE ALQUERUBIM
- GRUPO DESPORTIVO BEIRA VOUGA
- GRUPO RECREATIVO E CULTURAL DE TELHADELA
- GRUPO FOLCLÓRICO, CULTURAL E RECREATIVO DE ALBERGARIA-A-VELHA
- GRUPO FOLCLÓRICO E ETNOGRÁFICO DE ALBERGARIA-A-VELHA
- RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE ANGEJA
- GRUPO FOLCLÓRICO “AS LAVADEIRAS DO VOUGA”
- RANCHO FOLCLÓRICO MALMEQUERES DO CAMPINHO *
- BANDA RECREATIVA E CULTURAL PINHEIRENSE *
- ASSOC. RECREATIVA MUSICAL AMIGOS DA BRANCA *
- ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALBERGARIA-A-VELHA *
- SANTA CASA DA MISERICORDIA DE ALBERGARIA-A-VELHA *
- SPORT CLUBE ALBA *

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Eleições 2017


https://ephemerajpp.com/2017/08/19/eleicoes-autarquicas-de-2017-albergaria-a-velha-angeja-ps/

Já apareceu no Ephemera uma primeira entrada sobre as eleições autárquicas no nosso concelho. Esperemos que haja muitas outras contribuições que tenham dado entrada e que as candidaturas locais tenham o cuidado de guardar para remeter para o referido arquivo.

https://ephemerajpp.com/category/geo-portugal/albergaria-a-velha/

Será mais fácil e mais completo e abrangente se forem os próprios partidos / candidaturas locais a guardarem tudo o que produzirem para todas as freguesias.

Há cada vez mais locais associados ao Ephemera onde se podem entregar esses materiais o que facilita o processo de entrega.

Além de ficarem guardadas num arquivo importante poderão eventualmente aparecer em alguma exposição que se venha a realizar a nível distrital ou servir de fonte a publicações que procurem essa informação.

De Albergaria-a-Velha já tem alguns exemplos de materiais de eleições passadas e mais poderão ter se houver contribuições (de anteriores mas sobretudo de futuras eleições) de quem está ligado directamente aos partidos e/ou às candidaturas.

https://ephemerajpp.com/?s=albergaria&x=0&y=0
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APELO (para partilhar): AS AUTÁRQUICAS JÁ COMEÇARAM

As eleições autárquicas são as mais difíceis de cobrir. Há milhares de listas (municípios, concelhos, freguesias) e um número muito elevado de espécimes de todo o tipo. Um cálculo que fizemos sobre o número de espécimes nas eleições de 2013 chegou às muitas dezenas de milhares (painéis, faixas, cartazes, autocolantes, calendários, panfletos, objectos, materiais audio-visuais, etc., etc., Nessas eleições conseguimos recolher por volta de 35.000 espécimes, menos de metade do que foi produzido. E ninguém, mesmo ninguém, faz esta recolha. Daí o apelo a que comecemos desde já, o mais depressa possível, a organizarmos-nos para cobrir a maioria do pais. Muitas campanhas oferecem-nos também os seus materiais e eles são bem vindos, mas lembro que o carácter do arquivo valoriza o material físico para além do digital.

Tenho a certeza que com os nossos magníficos amigos vamos conseguir uma grande recolha.

Obrigado.
https://www.facebook.com/ArquivoEphemera/

ephemerajpp -  2013

http://abrupto.blogspot.pt/2013/09/ephemera-apelo-com-urgencia-para-que-e.html
Depois das eleições começa de imediato a destruição de cartazes, panfletos, objectos de propaganda, com o encerramento e “limpeza” das sedes.

Por isso, nos contactos com as candidaturas e os voluntários que ajudam o EPHEMERA neste trabalho se salienta sempre a importância de recolher o papel de um panfleto, mesmo quando haja o texto na Rede.

Apelo a todos para que ajudem neste trabalho, voluntário e voluntarioso, nas suas terras, freguesias e concelhos, nas candidaturas em que participem, nos partidos e movimentos de que façam parte.
http://ephemerajpp.com/category/geo-portugal/albergaria-a-velha/

CONTACTOS:

https://ephemerajpp.com.
http://www.officialjpp.com/
jppereira@gmail.com

O Arquivo Municipal também poderia reunir esse tipo de espólio mas não sei se o faz. Poderia ser boa ideia uma exposição com materiais que foram usados em campanhas autárquicas locais. Por serem coisas que nem sempre se guardam e por outro lado porque há sempre motivos de interesse como candidatos que já não nos lembramos, slogans e mesmo o aspecto visual das campanhas.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

PDM


(No âmbito da discussão e aprovação do PDM do concelho permitam-nos destacar a participação de Elisío Apolinário Silva. O requerente foi candidato pelo PS nas últimas eleições autárquicas de 2013 e foi um dos perdedores. Apesar das suas ideias para o PDM não terem sido aproveitadas vimos enaltecer a sua participação cívica bem como algumas das ideias.)

1.Reconhecimento do Espaço Urbano Disperso do Murtório, na Freguesia de Alquerubim, a exemplo da que está contemplada para o Vale da Silva;

2.Desenvolvimento da UOPG prevista para o espaço da LARUS;

3.Criação do Parque Molinológico do Fontão em articulação com o Parque Ecológico do Vale da Ribeira do Fontão;

4.Criação do Parque Molinlógico do Fial e Murtório;

5.Criação do Parque Intermunicipal Ecológico e de Lazer do Médio Vouga, em cooperação com os Municípios de Sever do Vouga, Águeda e Albergaria-a-Velha, com a finalidade de repor a flora autóctone nas vertentes junto ao Rio Vouga e aproveitamento do troço restante da antiga linha do Vale do Vouga desde a Foz do Rio Mau até Sernada como pista pedonal e clicável.

6.Criação de linhas envolventes de defesa natural da Floresta contra Incêndios, ao longo de todo o curso dos rios Vouga, Caima, Fílveda; pequeno, Mau, Fontão e Jardim.

7.Criação de reserva para um ancoradouro de embarcações de recreio e artesanais na zona do Cubo, na margem direita do Rio Vouga.

8.Aproveitamento da Zona do Reguinho para hortas sociais e não para PARQUE MUNICIPAL visto que, para esse efeito, é exíguo e demasiado retalhado por infra estruturas rodoviárias.

9.Parque da Cidade, duas sugestões:

9.1 - No seguimento para Nascente da quinta da Boavista (torreão) até Valmaior e eventual aproveitamento da Quinta dos Lagos;

9.2 – Vale do Fontão no espaço compreendido entre a Pontarranha e as lagoas de estação de tratamento e eventual prolongamento até ao Brandão Gomes.

10.Parque do Município: todo o troço do Caima, desde a Ponte do Pinto até ao limite do Concelho a Sul, integrando todo o património edificado, Casa Branca, Quinta das Tílias, aproveitamentos mini-hidricos, Quinta do Caima, Moinhos da Freiroa, Fabrica do Prado e Praia Fluvial de Valmaior.

PDM


PONDERAÇÃO
           .
Analisadas as sugestões apresentadas pelo requerente informa-se o seguinte:

1-Não tem características nem expressão territorial para ser integrado em Área de Edificação Dispersa.

2-A UOPG do Gorgulhão já foi delimitada conforme possível expansão das empresas que ali se encontram. Um aumento de área da mesma não é viável tendo em conta as condicionantes aplicáveis ao território.

Não é intenção estratégica do município disseminar polos industriais, mas sim concentrar na Zona Industrial de Albergaria-a-Velha.

3-A sustentabilidade da criação de um parque molinológico não é reforçada pela disseminação de delimitação de vários parques  pelo  território,  pelo  que  o  que  não  é  de  considerar  a sugestão.
Existe enquadramento  no  PDM  para  a recuperação dos moinhos.

4-A sustentabilidade da criação de um parque molinológico não é reforçada pela disseminação de delimitação de vários parques  pelo  território,  pelo  que o  que  não  é  de  considerar  a sugestão.
Existe  enquadramento  no  PDM  para  a recuperação dos moinhos.

5-Não está no âmbito da 2ª Discussão Pública e não tendo sido nunca considerada como opção no quadro das intenções pelo que não é aceitar.

6-Esta questão é do âmbito do PMDFCI e não do PDM.

7-Trata-se de operações urbanísticas e não de ações de planeamento.

8-Não é objetivo estratégico o ação justificada para a qualificação do solo.

9-O parque da cidade é considerado noutra área tendo por base a sua localização central e a sua aproximação à Sra. do Socorro.

10-Não é de considerar a sugestão visto que não existe enquadramento no Plano para dois tipos diferenciados de Parques (parque da cidade e parque do município), sendo que este ultimo situa-se
muito próxima do Parque Molinológico do Caima.



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Valorizando o património


A degradação ou desaparecimento do património edificado constitui um empobrecimento para a vila [de Angeja].

Quando Angeja foi sede de concelho, executaram-se grandes obras e edificações, que hoje representam a memória histórica que recordamos com orgulho e devemos preservar, recuperando-as para serem utilizadas em diferentes usos (habitação, comércio ou serviços).

Eu proponho que os proprietários desses edifícios devem organizar-se para obterem benefícios das entidades oficiais para a conservação ou recuperação destes imóveis.

Os filhos de Angeja não podem continuar a fixar-se noutras terras, Temos que pensar no futuro da víla.

Como prometi estou a apresentar a minha proposta para a fachada de uma edificação classificada no centro da vila para comércio.

Até à próxima.

Mercedes Souto, Arquitecta

Nota: nos primeiros números do jornal D' Angeja foram publicados vários artigos interessantes da arquitecta Mercedes Souto sobre recuperação de património.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Na Esquina

SPORTING - ALBA: VAIDADE DE SER DE ALBERGARIA-A-VELHA

Fomos a Alvalade ver o Sporting-Alba, e gostámos. O resultado não interessa para nada, pois o que contou foi o respeito que os profissionais do Sporting (e os milhares de espectadores) tiveram para com os amadores de Albergaria; e a dignidade destes em se baterem frente-a-frente com aqueles, todos unidos na paixão comum por uma modalidade desportiva. Foram onze de cada lado a disputar lealmente todas as jogadas. Não houve 'baile', nem houve gozo ou sobranceria: o Sporting bateu-se pelos golos, do primeiro ao último minuto do jogo, como se estivesse a jogar uma final. E festejou-os, dentro e fora do relvado, como se tivessem sido obtidos contra um Barcelona! Creio mesmo que esta foi a melhor homenagem que os profissionais anfitriões prestaram aos amadores visitantes: trataram-nos como IGUAIS, de homem para homem, de atleta para atleta! A isso, o Alba respondeu com correcção, desportivismo e com uma inexcedível entrega ao jogo. Não houve 'frangos', não houve jogadas caricatas que fizessem rir. Gostámos de estar numa bancada com centenas de sportinguistas, que, como nós, também aplaudiram o golo do Alba. E no final eram milhares, felicíssimos por terem ganho ao Alba - de Albergaria-a-Velha, terra do distrito de Aveiro.

ESCOLA SECUNDÁRIA HÁ 40 ANOS

Em Outubro de 1973 (há 40 anos...) a Secção de Albergaria-a-Velha da Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis começou a funcionar nas casas do antigo Bairro Napoleão (na Bela Vista, ao lado do Ciclo Preparatório), que foram despejadas dos seus ocupantes (para Assilhó) e adaptadas a salas de aula. Foi um esforço e uma iniciativa importante do Presidente da Câmara Municipal de então, José Nunes Alves. Aí comecei eu a trabalhar, dando aulas de História e de Direito Comercial, aos cursos de Formação Feminina, Comércio e Mecânica, diurnos e nocturnos. Entre outros, estavam comigo também a dar aulas, Alberto Soares Pereira (que era o subdirector), Luisa Conde, Pureza Seabra, Luis Ribeiro, Olga Andrade, Alberto Gonçalves Silva, Natália Campos, António Fernandes Silva, Damião, Brites, Basilinda, padre José Maria Domingues.... Recordo por várias razões: porque estou a completar 40 anos de trabalho, ininterruptamente (incluindo serviço militar), o que já é muito tempo; porque há 40 anos que a Escola Secundária foi para o local onde hoje está; porque evoco com saudade alguns que já faleceram, e muitos dos meus alunos, com quem ainda hoje me cruzo; porque a memória do presidente José Nunes Alves e a sua obra continuam a reclamar a homenagem que lhe é devida. Sem meios, sem pessoal, sem automóveis, o presidente José Nunes Alves deixou uma obra imperecível.

QUAL A EXPLICAÇÃO PARA A DERROTA?...

Churchill tinha razão: não são as oposições que ganham as eleições; são os governos que as perdem. Há, quem, em Albergaria, tente justificar a derrota de João Agostinho nas autárquicas com o problema nacional: as pessoas, descontentes com o Governo PSD, teriam penalizado as câmaras PSD e votaram noutros partidos. Errado: se assim fosse, não se compreendia que o PSD tivesse ganho em Aveiro, em Braga, na Guarda, mantendo ainda outras câmaras. E também não se compreenderia que o PSD tivesse ganho em Angeja, Alquerubim, S. João de Loure. Os descontentes com o Governo Passos Coelho estariam numas terras, e noutras não?... A tudo acresce que, a haver reflexos do descontentamento nacional nas autárquicas, então o CDS (partido do Governo) também seria penalizado – e não foi. Logo, e sem descartar que os vencedores têm sempre o mérito de se afirmarem como alternativa credível, a explicação para a derrota de João Agostinho (o Pimenta não risca muito nestas contas, já que foi apenas um mero e acidental substituto, um duplo) terá de se encontrar cá dentro. E aqui a perplexidade é imediata: João Agostinho esteve em campanha eleitoral durante 12 anos, ininterruptamente, desde o primeiro dia em que foi presidente; nos últimos quatro anos inaugurou o cine teatro e a biblioteca, fez festivais de variedades; esteve presente em tudo quanto era festa e arraial; teve coberturas fotográficas de tudo e mais alguma coisa, desde entregas de subsídios até assinaturas de contratos; fomentou um culto da personalidade obsceno, com a afixação do seu nome em todas as placas possíveis e imaginárias; sempre aprimorou a sua imagem, nunca prescindindo do fato e gravata; refinou o seu estilo demagógico até ao enjoo, onde não faltaram as choradeiras em público …. E ainda assim perdeu! Temos um case study…

Mário Jorge Lemos Pinto
copy+paste do facebook

(o texto sobre as autárquicas está incluído no artigo publicado por MJLP no Correio de Albergaria mais recente)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

João Agostinho Pinto Pereira

Momentos de grande emoção na cerimónia solene dos 22 anos de (re)elevação de Angeja à categoria de Vila! O Presidente da Junta de Freguesia, António Almeida, ofereceu um quadro (da autoria do pintor Paulo Tanoeiro) com o retrato do Presidente João Agostinho Pereira como agradecimento por tudo o que fez pela freguesia durante os seus três mandatos.

Facebook

Acta da reunião ordinária da CMA de 18/09/2013 (extracto):

Foi presente uma carta de João Agostinho Pinto Pereira, residente na Rua da Carregosa, lugar do Ameal, freguesia de Alquerubim e município de Albergaria-a-Velha, a legar à Câmara Municipal, nos termos e para efeitos do disposto na alínea h) do n.º 1 do artigo 64º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, com as alterações promovidas pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro, um Quadro com a sua imagem, pintado a óleo sobre tela, da autoria de Paulo Tanoeiro, que lhe foi oferecido, na qualidade de cidadão, e que gostaria que fizesse parte do inventário do município de Albergaria-a-Velha, referenciado como Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha nos mandatos de 2002-2005, 2005-2009 e 2009-2013, ficando exposto no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Município, próximo do Quadro do Ex.mo Sr. Dr. João Eduardo Nogueira e Melo, antigo Presidente da Câmara Municipal, natural e residente, que foi, na freguesia onde, há largos anos, reside o requerente.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aceitar o legado nos termos propostos, bem assim aprovar a presente deliberação em minuta, para efeitos da sua imediata executoriedade, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 92º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, na redação dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro.

De imediato o Sr. Presidente da Câmara Municipal regressou à Sala das Reuniões, reassumindo as suas funções e a presidência da reunião.

Acta da reunião ordinária da CMA de 18/09/2013 (extracto)

Ainda há poucas semanas foi feito um post neste blog com a indicação das pessoas retratadas no Salão Nobre da Câmara Municipal de Albergaria. Poderia ser uma oportunidade para fazer uma galeria com os presidentes da Câmara e outros autarcas que mais se destacaram.

26/06/2013

sábado, 14 de setembro de 2013

Há um ano…

Crónica de José Manuel Alho no Correio de Albergaria

Há um ano aceitei integrar o lote de colaboradores desta III Série do jornal “Correio de Albergaria” (CA), fundado em 1896. Um repto que me sensibilizou por não se revestir de outras motivações que não se confinasse ao exercício das liberdades de pensamento e de expressão.
Na verdade, incorporar um projeto de imprensa local, livre dos anacronismos típicos da subsidiodependência e das tentaculares influências dos caciquismos atávicos que nunca esmoreceram, é um ato de dedicação, sacrifício e doação pessoal que importa replicar.

Durante este tempo, testemunhei o arrojo e o comprometimento de quem assumiu ser possível, em Albergaria, erguer um projeto de comunicação social para reforço de um conceito (rico) de cidadania, cultivando a proximidade, estimulando e conservando vínculos identitários, culturais e históricos da maior relevância coletiva.

Um jornal local só terá sucesso se souber cultivar a Língua Portuguesa, mormente a pensar na emigração, sabendo contornar o escasso investimento publicitário, os baixos índices de leitura e as naturais resistências à fidelização através da(s) assinatura(s). Para ter impacto na vida política, económica e social, mesmo que em concorrência desigual com as novas plataformas digitais, a missão só poderá centrar-se na busca corajosa e insaciável da informação impermeável às contaminações dos que cedo se habituaram ao imobilismo reverencial.

Com efeito, a informação passou a não depender exclusivamente do suporte de papel para circular. A partir do final da década de noventa, o número de leitores que surgem do jornal impresso para o acesso a jornais online tem crescido vertiginosamente. Impõe-se a questão: qual será o futuro do jornal impresso? Para a geração nascida nos anos 2000, os estudos asseguram que não escolherá o papel como a única forma de acomodar a informação. Atualmente, o jornal impresso ainda satisfaz quem tem mais de 25 anos de idade pelo que o futuro comportará desafios e exigências que até poderão favorecer, pela sua especificidade, a imprensa local e regional.

No entanto, muitos responsáveis por publicações similares à do CA têm apontado o dedo às autarquias deste país que utilizarão a publicidade institucional a seu bel-prazer, distribuindo indiscriminadamente os anúncios pelas publicações. Por isso, afiançam, as autarquias constituir-se-ão como grandes meios de pressão sobre o livre exercício do jornalismo. Neste particular, cumprirá notar que este jornal estará liberto desse tipo de suspeições ainda que se reconheça, com crescente premência, o imperativo de instituir e observar, com iniludível rigor, critérios mais claros na distribuição da publicidade abonada pelos poderes locais. Cumulativamente, o combate à diferenciação e à desigualdade no acesso às fontes de informação afigura-se de crucial importância para a erradicação de injustiças que apoucam o serviço disponibilizado às populações.

Em razão até das considerações acima partilhadas, o balanço só pode ser positivo porque recheado de conquistas até há pouco julgadas improváveis. E porque a conquistas nos referimos, nada melhor do que lembrar as sábias palavras de Baron de Montesquieu, que ajudarão a perspetivar o futuro deste periódico: "As conquistas são fáceis de alcançar, pois fazemo-las com todas as nossas forças; mas são difíceis de conservar, uma vez que apenas as mantemos com uma parte das nossas forças."

José Manuel Alho, Correio de Albergaria
republicado em  alho_politicamente_incorrecto, 07.09.13
Notas do Blogue Novos Arruamentos:

Neste primeiro ano de existência  não tem sido pacificas as relações entre o partido no poder (PSD) e o "Correio de Albergaria".

O facto do primeiro director estar ligado ao CDS e a sub-directora ao PS seria um factor potenciador de pluralidade de opiniões e que levasse ao afastamento da partidarização do periódico. A existência de uma secção com artigos de opinião e o pedido recorrente de novos colaboradores poderia levar a que aparecessem artigos de pessoas ligadas ao PSD o que não aconteceu.

Não nos parece correcto que o PSD associe todas as criticas ao executivo como sendo a criação de um contra-poder.

O "Correio de Albergaria" é um meio de comunicação que faz falta ao concelho e que deve ser acarinhado por todas as forças politicas. A pluralidade de opiniões deve ser promovida em prol do desenvolvimento da terra.

Apesar da falta de meios não se compreende a insistência do CA em abordar o município usando o e-mail e queixando-se depois que não obteve resposta. Aquando da apresentação das candidaturas às eleições autárquicas voltaram a insistir nessa forma de comunicação chegando-se ao caricato de ter havido textos de todos as candidaturas menos do PSD que é das que está mais bem colocadas.

Neste episódio, o CA justificou-se que teria contactado o PSD com a informação da data-limite para receberem a informação. Na nossa opinião não se compreende a posição do PSD em não ter facultado a informação mas o CA deveria adiar a publicação dessa peça (com informações sobre todas as candidaturas) para o número seguinte.

Mais recentemente verificou-se uma mudança no cargo de Director do jornal passando a ser ocupado pela anterior sub-directora. Os editoriais ficaram mais pequenos e talvez menos incisivos mas não se compreende, tanto antes como agora, como isso pode causar melindre ao executivo.

domingo, 12 de maio de 2013

Nome de rua

«As placas toponímicas deveriam conter mais informação, nomeadamente os anos de nascimento e morte, bem como as actividades em que se destacaram e pelas quais mereceram ter uma rua com o seu nome, caso contrário, os vindouros não saberão em que época viveram essas pessoas, nem tão pouco o que fizeram para que merecessem tal distinção.»

Este extracto é de um recente artigo de Delfim Bismarck Ferreira, no Correio de Albergaria nº17, a propósito da série "Gente Com Nome de Rua".

Concordamos com o teor do mesmo mas o acréscimo de informação nas placas toponimicas não se destinaria apenas aos vindouros mas também à maioria dos albergarienses.

Nessa série do Correio de Albergaria já foram publicados textos sobre o Comendador José Luis Ferreira Tavares (CA10), Bernardino Máximo Albuquerque (CA13), António de Albuquerque Pinho (CA14), Alexandre Albuquerque (CA15), Bento Alváres Ferreira (CA17) e Conselheiro Sousa e Melo (CA18).

Aproveitamos para lembrar que no Blog de Albergaria existe uma etiqueta com o mesmo objectivo permitindo assim uma asssociação dos nomes de ruas às personalidades homenageadas. Aí tem aparecido várias biografias retiradas do livro "Gente Iluste de Albergaria" (1993) de António Homem de Albuquerque Pinho.

Recentemente foram aprovados alguns novos topónimos para a cidade de Albergaria homenageando nomes como Armando de Albuquerque Miranda, Manuel Homem Ferreira, Vicente Rodrigues Faca e Jacinto de Almeida. Deveria haver um parecer justificativo dessa atribuição, eventualmente por parte da comissão de Toponimia, que deveria ser publicitado no site da CMA. Poderia conter uma pequena biografia dos homenageados e as razões dessa atribuição,

A autarquia talvez pudesse renomear algumas das ruas e não se limitarem a atribuir novos topónimos apenas quando aparecem novas ruas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Jornal de Albergaria

capa da primeira edição

O nº. 1 da 2ª série do Jornal de Albergaria foi publicado no dia 19/02/1993. Com algum atraso sobre o previsto coube a Mário Jorge Lemos Pinto, o seu primeiro (e único) director, fazer a sua apresentação. A ideia de um novo jornal surgia num quadro de progresso e dinamismo do concelho de Albergaria-a-Velha.

Depois de abortado o projecto da Rádio Osseloa verificou-se a criação, por parte de outras pessoas, da Cooperativa de Comunicação Social de Albergaria. Os objectivos da cooperativa, conforme estatutos de 15/12/1992, eram: promover os valores culturais do concelho; contribuir para o enriquecimento informativo e cultural da população; e despertar nas pessoas a liberdade crítica, com respeito pelas instituições e pelas leis.

Nesse primeiro número destaca-se o editorial, uma reportagem sobre o Lar de Terceira Idade, a primeira parte do artigo de Albuquerque Pinho (secção "Para a História de Albergaria") que abordava o primeiro número do Jornal de Albergaria datado de 13/05/1911, notícias das freguesias, desporto, apontamento sobre o Carnaval, a secção "De Ecclesia" e o espaço das Escolas.

Primeiros Colaboradores:

José António Moreira Vinhas
Dr. António Albuquerque Pinho
António Augusto Lemos (Desporto)
Pe. Querubim Silva
Luis Filipe
João Agostinho Pereira (Alquerubim)
João Ricardo Valente (Angeja)
José Silva (S. J. Loure)

Director Mário Jorge Lemos Pinto

A última edição do Jornal de Albergaria, com o nº 420, aconteceu em 12 de Agosto de 2011. 

A quem de direito sugere-se por exemplo a edição de um volume com muitos dos artigos do Dr. Albuquerque Pinho e com as efemérides locais que publicou ao longo de vários anos.


mudança de instalações para a Rua Serpa Pinto, depois ainda mudaria para a Azerveira


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Agenda Municipal

A Câmara Municipal de Albergaria lançou o nº 1 de uma nova publicação - "Agenda Municipal" - que engloba os principais eventos do período de Abril a Julho de 2012. Destacam-se os espectáculos do Cineteatro Alba incluindo os da inauguração do espaço (27 e 28).

Agenda Municipal

Destaca-se a boa qualidade da publicação bem como o alto nível da programação para os próximos meses.

Pela negativa verifica-se que não é aproveitada a publicação para promover o Arquivo Municipal mantendo-se a página de efemérides, iniciada há precisamente um ano, que tem algum interesse mas que poderia ser aproveitada de outra forma mais atractiva. As sugestões que aqui fizemos nessa data ainda se mantém.

Não sabemos se a agenda cultural, de formato mensal, se vai manter mas aproveitamos para lembrar que aquando do seu aparecimento havia uma rubrica "vale a pena" que foi abandonada por falta de espaço mas que não foi recuperada quando o desporto foi retirado da publicação.

As publicações tem de ser informativas mas também é necessário serem mais apelativas para os eventuais leitores da mesma.

Seria também aconselhável que Albergaria se juntasse aos concelhos vizinhos para lançar uma publicação como a Agenda Metropolitana do Porto que junta 16 concelhos à volta do Porto (incluindo Oliveira de Azeméis aqui bem perto) e que poderia ser copiado.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Albuquerque Pinho

Aproxima-se o 10º aniversário do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho.

Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outro) pudesse realizar uma exposição em sua homenagem e ainda promover a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou algum livro ou brochura que o lembrasse.

Seria interessante e de fácil elaboração a publicação de um pequeno livro com a compilação das efemérides locais (publicadas a partir de Fevereiro 1993 no Jornal de Albergaria) a que se juntaria uma breve biografia do homenageado bem como uma exposição alusiva à efeméride.

Ficaram por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:

- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.

imagem e dados biográficos em Blog de Albergaria

“Albergaria-a-Velha- Oito Séculos, do Passado ao Futuro”

Durante a Feira do Livro de Albergaria-a-Velha, a 2ª edição desta obra fundamental do historiador António de Albuquerque Pinho mereceu inúmeros elogios dos visitantes que passavam pelo espaço da Câmara Municipal. Os mais impulsivos aproveitaram para comprar o livro no momento, mas houve muitos albergarienses que optaram por adiar a compra.

Assim, para todos aqueles que desejam adquirir agora a obra “Albergaria-a-Velha- Oito Séculos, do Passado ao Futuro”, informamos que ela se encontra à venda nos Paços do Concelho e nas 3 papelarias/ livrarias presentes na Feira do Livro: “Arte Livro”, “Papelaria do Mercado” e “Papelaria/ Livraria Moderna”. O preço de capa é de 20€.

Não adie por mais tempo esta oportunidade de conhecer melhor a admirável História do nosso Concelho!

https://arquivo.pt/wayback/20020809025409/http://www.cm-albergaria.pt/newsletter/newsletter.htm

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Memórias de Albergaria-a-Velha




Agenda Cultural nº 110 - Maio/2011



[ver também comentário no mês de Abril sobre este novo espaço da agenda cultural]



- O actual formato da secção ocupa muito espaço na parte lateral e torna-se monótono pelo facto de se manter na totalidade o design da secção em termos de cores, estrutura e parte lateral.

- Era preferivel abordar um ou dois temas por mês ou alargar o espaço para duas páginas.

- Talvez fosse ainda mais aliciante ter um espaço para divulgar extractos de jornais antigos (publicidade da época, recortes, ...) ou outras curiosidades. Mais do que para avivar recordações funcionaria para termos uma ideia do que se passava em determinada época.


- Actualmente serve apenas para apontar meia duzia de curiosidades sem se tornar numa secção que poderia ser uma mais-valia para o Arquivo Municipal e para a publicação. Poderia até ser coleccionada para mais tarde recordar.


comparar as edições:


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Memórias de Albergaria-a-Velha

Com (...) novo formato, a Agenda Cultural torna-se mais informativa(...) há uma nova secção do Arquivo Municipal, Memórias de Albergaria-a-Velha, com efemérides retiradas da Hemeroteca que, certamente, irão avivar as recordações de muitos Albergarienses.

.Agenda Cultural 109, Abril 2011

Estas efemérides lembram muito um dos espaços que o Dr. Alburquerque Pinho assinou nos jornais locais [Efemérides do concelho] mas com outro tratamento.

Era preferivel abordar um ou dois temas por mês ou alargar o espaço para duas páginas. Talvez fosse mais aliciante ter um espaço para divulgar extractos de jornais antigos (publicidade da época, recortes, ...) e outras curiosidades. Mais do que para avivar recordações funcionaria para termos uma ideia do que se passava em determinada época.

Também era de saudar um espaço na internet (blog, facebook, página da autarquia) para divulgar essas e outras recordações da nossa terra.

Uma parceria ao Jornal de Albergaria também poderia ser benéfico para ambas as partes. Lembro que por ocasião da morte do Dr. Albuquerque Pinho (2002) foi divulgada uma lista de alguns livros em que estava a trabalhar. Um deles seria uma "Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense".

Fica mais uma vez esta nota porque o 10º aniversário da sua morte (em 2012) poderá ser uma oportunidade para fazer o lançamento de algumas dessas obras e de fazer outras iniciativas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Cidadania activa

Na última edição do Jornal de Albergaria é destacado um artigo do Dr. Delfim Bismarck em que fala dos 176 anos do Concelho de Albergaria-a-Velha. O assunto já tinha sido abordado pelo articulista, enquando vereador, nas comemorações do 25 de Abril do ano passado e na Assembleia Municipal de Dezembro. No entanto a autarquia não tomou nenhuma iniciativa para comemorar a efeméride. Os 175 anos da criação do concelho também foram referidos neste blog.

Em Assembleia Municipal recente houve trocas de galhardetes entre o Dr. Delfim Bismarck (vereador do CDS) e o Prof. Agostinho Pereira (Presidente da Câmara, PSD) por causa de um livro sobre as pontes de São João Loure da autoria do primeiro. A confusão até levou o Prof. Rogério Camões (Presidente da Assembleia Municipal, PSD) a pedir algum respeito pelo orgão a que preside.

Para a reunião de Câmara de 2 de Março está incluída, na ordem de assuntos a tratar, uma exposição do Dr. Delfim Bismarck intitulada "Quinta da Boa Vista, freguesia de Albergaria-a-Velha". O edificio da próxima Biblioteca Municipal e o Cine-teatro Alba foram temas várias vezes abordados pelo Dr. Delfim Birmarck.

A minha pergunta é a seguinte. Será que o executivo PSD sente-se perseguido pelo Dr. Delfim Bismarck?

Não tendo qualquer ligação com as pessoas envolvidas, ou quaisquer partidos, fico grato pelas inciativas do Dr. Delfim Bismarck em prol da defesa da nossa terra. Até sugeria que se criasse uma associação de amigos da terra (como há por exemplo em Águeda ou Oliveira do Bairro) que servisse como elemento consultivo e evitasse-se asssim a questão partidária.

sábado, 6 de novembro de 2010

Aniversário do Arquivo Municipal


O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha comemora o seu segundo aniversário no próximo dia 21 de Novembro com um dia aberto à comunidade.

Nessa tarde de domingo serão abertas as portas para uma visita guiada às várias divisões do edifício, mesmo as salas que estão interditas ao público. A participação é gratuita mas obriga a uma inscrição prévia.

O tema da visita é "Em Busca dos Documentos Antigos". Oportunidade única para ver o Foral Manuelino de Frossos que, devido aos seus 500 anos, é conservado em cofre. Mais recentes são os documentos das antigas câmaras de Paus e Angeja (séc. XIX). A comemorar-se o centenário da República, serão ainda apresentados documentos da época em que a monarquia caiu.

[sugestão:]

Comemorando-se este ano os 100 anos da república, e até aproveitando a edição do Livro "Albergaria-a-Velha 1910 - Da Monarquia À República", porque não promover uma exposição alusiva a essa época.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

175º Aniversário do Concelho de Albergaria-a-Velha





Em 1984 foi feita uma medalha comemorativa dos 150 anos do concelho (1834-1984). Apesar de estarmos a comemorar o 175º aniversário do concelho (ínicio em Dezembro de 1834) ainda não houve qualquer iniciativa para comemorar esta efeméride. Fica mais uma vez a lembrança!