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terça-feira, 14 de novembro de 2023

Rede de Embaixadores Empresariais

O Município apresentou, no dia 17 de maio de 2023, a Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha, uma das ações da Estratégia para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico de Albergaria-a-Velha – “Albergaria 2030”. Este grupo informal é composto, na sua primeira fase, por empresários de 33 empresas de referência do Concelho, que se evidenciam pelo forte impacto económico em termos regionais e nacionais e pela sua representatividade internacional.

A Rede de Embaixadores Empresariais tem como principais objetivos divulgar os fatores de atratividade económica do Município e incentivar e dinamizar a economia local; intensificar a atratividade do Município de Albergaria-a-Velha para a instalação de novas empresas e unidades industriais; promover o desenvolvimento de atividades económicas, de alto valor acrescentado e de cariz tecnológico, que potenciem o crescimento do PIB do Município, as exportações e o emprego qualificado; representar o Município de Albergaria-a-Velha em missões empresariais de grande relevância; colaborar no desenvolvimento de ações de promoção do ecossistema empreendedor local com enfoque no empreendedorismo verde, inovação tecnológica, inovação social e economia circular, valorização dos produtos e recursos locais e sua biodiversidade; e acompanhar/monitorizar a implementação do Plano Estratégico para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico – “Albergaria 2030”.

O projeto do Município, que será alargado no futuro a mais empresas, foi bastante elogiado pelos empresários presentes, na medida em que se apresenta bem estruturado e com ações concretas, demonstrando a aposta da Câmara Municipal no desenvolvimento das empresas e do território. António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal, realçou que a estratégia municipal não é um plano fechado e que a Autarquia agradece os contributos das empresas e a partilha das suas preocupações. Assim, o objetivo é reunir a Rede de Embaixadores duas vezes por ano, de forma a monitorizar os progressos. “Queremos, com o vosso sucesso, promover o território de Albergaria-a-Velha”, afirmou António Loureiro.

De acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, o Município de Albergaria-a-Velha tem 2789 empresas, que empregam 7404 pessoas. O volume de negócios, em 2021, foi de 1 275 777 080 euros e o volume de exportações, no mesmo ano, foi de 538 357 220 euros, o que faz com que o Município ocupe o 34.º lugar a nível nacional em termos de volume de exportações. Salienta-se, ainda, que existem 31 empresas PME Líder, 17 empresas PME Excelência e 2 empresas PME Excelência Turismo.

Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha (1.ª fase)

- ACUSTEKPRO – Pedro Teixeira

- AGNER SERVICE – António Ferreirinha/ Jiancarlo Piaz

- AMBIGROUP – João Candeias

- AVEICELLULAR – Carlos Aguiar

- BIOFLORESTAL – Vítor Frias

- BIMBO – Nuno Nogueira

- CUTBRIK TOOLS – Fernando Abreu

- CASA DOS LEITÕES – Paula Oliveira

- DURIT – Flausino Silva

- FISOLA – Samuel Coelho

- FLEXACO – Valter Matias

- FUNCIONAL – António Morais

- GROHE PORTUGAL – João Brás

- HELIROMA – José Estima

- J. NADAIS – INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS – Joaquim Nadais

- JADE CREACTION – Almudena Parga/ Cristophe

- LARUS – Pedro Martins Pereira

- M.C. RIOS – Carlos Rios

- METALUSA INDUSTRIAL – Alberto Cravo

- MOMENTO NUMÉRICO – José Rodrigues

- O2A – AUTOADESIVOS – António Almeida

- PALBIT – Jorge Ferreira

- PLANIFLEX – INDÚSTRIA DE COLCHÕES – João Valente

- POLIVOUGA – INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS – Daniel Barros/Tiago Barros

- PORTOPAL – MADEIRAS DE DERIVADOS – Jorge Nadais

- PRIFER – TECNICAL MOLDS – Carlos Neves

- Q PROVIDER – Poul Jansen

- QUIMIALMEL – QUÍMICOS E MINERAIS – Joaquim Soares

- SOLAR DO CONDADO – Marisa Almeida

- SOTAVINHOS – Fernando Tavares

- TRANSBRANCA – TRANSPORTES - Humberto Ferreira / Paula Ferreira

- UNIMADEIRAS – Jorge Loureiro

- VALART – Valdemar Coutinh

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Zona Industrial

ALBERGARIA INVESTE 3,7 MILHÕES NA EXPANSÃO DA ZONA INDUSTRIAL PARA CAPTAR INVESTIMENTO

O Município de Albergaria ambiciona atrair mais investimentos e criar novos postos de trabalho até ao final do próximo ano. Nesse sentido, a autarquia está a investir 3,7 milhões de euros na ampliação da Zona Industrial.

Com a última revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), deu-se um aumento de 200 hectares de solo industrial destinado às atividades económicas - a totalidade da Zona Industrial é 448 hectares -, onde foram desenvolvidas infraestruturas adequadas à instalação de novas empresas.

Na sequência desta expansão, está a decorrer as candidaturas para a aquisição de 25 lotes com áreas entre os 3000 e 8000 metros quadrados. O preço de venda está fixado em 25 euros por metro quadrado.

“Nos últimos anos, o Município de Albergaria tem realizado um forte investimento no desenvolvimento económico, dinamizando o setor empresarial e a economia local. Para a Zona Industrial constituir-se um espaço atrativo com as infraestruturas necessárias, captação de investimentos e criação de postos de trabalho, investimos já um total de 3,7 milhões de euros”, afirma António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

Com uma favorável posição geoestratégica, apoiada por vários acessos rodoviários, este Concelho do distrito de Aveiro tem-se afirmado como um importante polo industrial.

O Município de Albergaria acolhe mais de 700 empresas, com um volume de negócios superior a 1000 milhões de euros, e totaliza mais de 7000 postos de trabalho. A indústria é responsável por cerca de 60% do total da produção, sendo as atividades mais relevantes neste setor a fundição, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos, a transformação das borrachas e plásticos e as madeiras.

No âmbito do desenvolvimento económico e social, o Município dispõe de um conjunto de medidas de apoio ao investimento com vista ao reforço da competitividade e da coesão territorial, nomeadamente, benefícios fiscais para novas empresas ou empresas sediadas no Concelho classificadas como projetos de investimento de interesse municipal, programa de incubação e programa de incentivos à criação do próprio emprego.

CMA, 19 outubro 2022


https://www.cm-albergaria.pt/investir/zona-industrial/zona-industrial-de-albergaria-a-velha


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

1500 Maiores Empresas Aveiro 2020


Das 1500 maiores empresas do distrito de Aveiro, 71 encontram-se localizadas no concelho de Albergaria-a-Velha e apresentam um volume de negócios superior a 900 milhões de euros.

O Município de Albergaria-a-Velha felicita estas empresas sediadas no concelho, pelo desempenho conquistado e pelo contributo que têm dado para a criação de postos de trabalho e consequentemente para o desenvolvimento socioeconómico local.

Os dados foram recentemente publicados pelo jornal “Diário de Aveiro” na sua Revista "1500 Maiores Empresas Aveiro 2020".

Nesta edição reportam-se os dados financeiros referentes ao ano 2019, verificando-se um acréscimo de empresas do Concelho de Albergaria-a-Velha no ranking das 1500 maiores: em 2020 figuram 71 empresas, enquanto em 2019 figuravam 69.

No que respeita ao volume de negócios, as maiores 71 empresas do concelho de Albergaria-a-Velha, que em 2019, empregavam 4.442 pessoas, apresentaram um volume de negócios de 905,6 milhões de euros, um resultado líquido de 33,79 milhões de euros e um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 184,29 milhões de euros.

O Município de Albergaria-a-Velha continua ao dispor dos empresários para os apoiar no seu percurso, criando as condições necessárias para estas alcançarem o êxito desejado e vencerem os desafios que se avizinham devido aos impactos da crise desencadeada pela pandemia da doença COVID-19.

É com este propósito que, concluído o Plano de Ação de Apoio ao Empreendedorismo 2014-2020 - Albergaria-Empreende+, à luz do qual o Município implementou um conjunto de medidas e mecanismos concretos de apoio e de incentivo à atividade empresarial no concelho, visando atrair empreendedores e investimento, e apoiar o tecido empresarial instalado, a Autarquia se encontra a trabalhar na definição da nova estratégia de promoção do desenvolvimento económico e apoio ao empreendedorismo para Albergaria-a-Velha no horizonte 2030.

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS – ALBERGARIA-A-VELHA

Grohe Portugal – Componentes Sanitários, Lda.

Polivouga- Indústria de Plásticos, S.A.

Unimadeiras – Produção, Comércio e Exploração Florestal, S.A.

Jade Creaction, Lda.

Quimialmel – Químicos e Minerais, Lda.

Aveicellular – Comunicações e Acessórios, Lda.

Tabamanos, Lda.

Durit – Metalurgia Portuguesa do Tungsténio, Lda

Palbit, S.A.

Prifer – Technical Molds, S.A.

Hunter Douglas Portugal, S.A.

Heliroma – Plásticos, S.A.

Flexaco – Concentrados e Aditivos Plásticos, S.A.

Metalusa, S.A.

Alberplás – Indústria de Plásticos, S.A.

João de Almeida Oliveira, Lda

M.C. Rios, S.A.

Sotavinhos – Distribuição de Bebidas, S.A.

Portopal – Madeiras e Derivados, S.A.

Galvaza – Construções Metálicas e Galvanização, Lda.

O2A – Autoadesivos, S.A.

Duromin – Equipamentos p/ Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda.

Freire e Pires, Lda.

Alsecus – Comércio e Indústria, S.A.

Industrial Laborum Ibérica, S.A.

Melatusa Portugal, S.A.

Transbranca – Transportes, S.A.

Fisola – Fábrica de Isoladores Elétricos, Lda.

Águas do Vouga – Exploração e Gestão Sistema Regional Carvoeiro, S.A.

Vitricer – Fritas e Vidros Cerâmicos, Lda.

Momento Numérico, S.A.

Duritcast, S.A.

RibeiroEscala – Construções, S.A..

Interalbergaria – Supermercados, Lda.

Transescusa – Transportes e Materiais de Construção, Lda.

Eurocolchão, Lda.

Mybag – Indústria de Papel, S.A.

ST Ibérica, Sociedade Unipessoal, Lda.

Agrofontes – Sociedade Comercial de Produtos p/ Agricultura, Lda.

Salsamotor – Comércio, Reparação de Automóveis, Lda.

Petlene – Imobiliária, S.A.

Basmorais – Fábrica de Carroçarias e Basculantes, Lda. 

4Energy – Comércio e Instalações Técnicas, Lda.

Aveimaster – Equipamentos e Acessórios, Lda.

Madeibranca – Comércio de Derivados de Madeira, Lda.

2M – Comércio e Serviços de Eletricidade, Lda.

Duravit – Comércio e Equipamentos Industriais, Lda.

Fisola-IP, Lda.

Planiflex – Indústria de Colchões, Lda

Antero Martins dos Santos, Lda.

SPX – Soluções para Fixação, Lda.

RecordGreen II, Lda.

Newstamp – Estampagem de Componentes Metálicos, Lda.

Acustekpro – Soluções Técnicas de Isolamento, Lda.

Herkulis – Comércio de Máquinas e Equipamentos Agrícolas, S.A.

Q Provider, Lda.

O2A – Soluções de Embalagem, Lda.

CFPJ Matelas, Lda

Transfialense, S.A.

Transpalmaz – Camionagem de Carga, Lda.

Serrano da Silva – Madeiras e Transportes, Lda

S-Plus, S.A.

Roberlo Portugal – Produtos Químicos, Unipessoal, Lda

Sitarcol – Sociedade de Ar Comprimido, Lda. 

Marques, Silva e Pereira, Lda.

Petrobranca Combustíveis, S.A.

Frigodia – Transportes e Logística, Lda.

Helitene – Indústria de Plásticos, Lda.

Citergaz – Caldeiraria e Manutenção, S.A.

Piscomotor – Comércio de Automóveis, Lda.

Funcional – Divisão e Decoração de Espaços, Lda. 

https://www.cm-albergaria.pt/municipio/noticias-do-municipio/noticia/albergaria-a-velha-tem-71-empresas-na-lista-das-maiores-do-distrito-de-aveiro

Empresas PME 2012

https://novos-arruamentos.blogspot.com/2013/02/empresas-pme.html

Maiores do Concelho - 2016

https://novos-arruamentos.blogspot.com/2018/02/maiores-do-concelho-de-albergaria-velha.html

sábado, 14 de abril de 2018

Zona Industrial de Albergaria-a-Velha

Foi no último mandato do Presidente José Alves que se decidiu demarcar uma Zona Industrial, para nela se instalarem, de futuro, todas as indústrias do Concelho.

Esta decisão foi criticada em vários tons e por várias razões, nomeadamente por impedir a instalação de indústrias a belo prazer dos empresários e por vir a constituir um perigoso foco de poluição. (...)

O processo de negociação e (ou) expropriação dos terrenos foi moroso, mas cometeu-se um erro básico: quis-se abranger toda a área em vez de se avançar por fases. E o mesmo se passou com as infra-estruturas.

Teria sido preferível marcar sectores, estabelecer prioridades, definir objectivos e faseá-los no tempo.

Não se atraem empresários e indústrias sem electricidade, sem a rede primária de esgotos e sem as vias que vertebrem o sistema.

Ainda hoje se sente isso mesmo. Mau grado as deficiências apresentadas, construiram-se desde 1980 para cá, pelo menos quatro novas instalações industriais, e mais duas estão em fase de acabamento.

Quando se inaugurou a Volvo, em 5 de Dezembro de 1981, como que começou um segundo folêgo da Zona Industrial, apesar de se descortinarem já os alvores da Crise Económica, que veio a persistir até aos dias de hoje.

A seguir nasceu a DURITE, que marcou decisavamente a qualidade da Zona Industrial, quer pela sua arquitectura exterior, quer pela sua tecnologia.

A vida da Zona Industrial continuou a crescer, tendo recentemente sofrido mais um impulso positivo, com o início da laboração da nova Fábrica de Confecções Albergaria.

E já se vislumbravam novas unidades que alargarão, quer a área, quer o leque de actividades.

Se incluirmos na Zona Industrial, como é devido, a Litocerâmica, a Pavileca, as novas unidades de Confecções que vão instalar-se nos Areeiros, nos edifícios ali já construídos, a fábrica da Part-Time e a da Norterssências, em acabamento, podemos concluir que, até ao fim do ano o conjunto de indústrias representarão mais de 500 postos de trabalho, e abrangerão os sectores de Cerâmica, Madeiras, Metalurgia, Metalomecânica, Químico, Mobiliário, Automóvel, Construção Civil e Confecções.

Esta variedade, que gera complementaridades é, em si mesma, um factor de aceleração do crescimento. (...)

Flausino Silva, Beira Vouga , 01/08/1987

Zona Industrial de Albergaria-a-Velha (1987)

Flausino Silva: A DURIT foi a terceira empresa a instalar-se aqui [nos arruamentos próximos da empresa], só existia a Fisola e a Fundição Penedo Beira.

Correio de Albergaria, 04/04/2018

Albergaria-a-Velha vai duplicar área da Zona Industrial

A Zona Industrial de Albergaria-a-Velha vai duplicar a área, devendo o processo iniciar-se em janeiro, após a revisão do Plano Diretor Municipal, anunciou hoje a autarquia.

Segundo o presidente da Câmara, António Loureiro, "a revisão do PDM, irá aumentar significativamente a área da zona industrial, trazendo com isso mais emprego e melhores condições para os empresários, que pretendem expandir as suas atividades".

O executivo municipal espera que a revisão do Plano diretor seja aprovada até ao final do mês e conta começar a fazer algumas intervenções na área, em janeiro.

Atualmente com 206,9 hectares, a Zona Industrial de Albergaria-a-Velha vai ficar com uma área total de 449, 4 hectares, após a revisão do PDM.

"A tipologia dos lotes ainda não está definida, mas a ideia é adaptar a tipologia ao tipo de investimento que o empresário quer, ou seja, as tipologias vão ser diferentes e versáteis", explicou António Loureiro.

A expansão da ZI é um dos principais instrumentos de apoio da autarquia às atividades económicas em que aposta o executivo liderado por António Loureiro, que sublinha a importância do tecido produtivo do Concelho, onde estão instaladas mais de 2500 empresas, que representam um volume de negócios de mil milhões de euros, com uma cobertura das exportações sobre as importações superior a 140 por cento.

A posição geográfica de Albergaria-a-Velha, em que se cruzam eixos rodoviários principais como a A1, A25 e A17, a proximidade ao Porto de Aveiro e à ferrovia da Linha do Norte, têm atraído várias empresas para a sua zona industrial, localizada nas proximidades de Sobreiro, registando-se a procura de terrenos para expansão de algumas unidades e para albergar novas fábricas.

http://portocanal.sapo.pt/noticia/43129

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Maiores do Concelho de Albergaria-a-Velha



Grohe continua a ser a maior empresa de Albergaria-a-Velha

Não há novidades no topo da tabela do concelho de Albergaria-a-Velha, que continua a ser liderado pela Grohe Portugal — Componentes Sanitários, Lda.
~
Com base no exercício de 2016, a empresa fabricante de outras torneiras e válvulas (CAE 28140) ocupa a 10.ª posição no ranking das 2.000 maiores empresas do distrito de Aveiro, subindo dois lugares nesta listagem face a 2015.

A Grohe obteve, em 2016, um volume de negócios de 152,78 milhões de euros, um valor 15,44% mais elevado do que os 132,34 milhões de euros facturados em 2015. Já não tão positivo foi o desempenho nos resultados líquidos, uma vez que dos 5,10 milhões de euros de lucros alcançados em 2015, a empresa registou 4,70 milhões de euros em 2016, denotando uma quebra de 7,80% neste indicador

Quanto ao VAB (Valor Acrescentado Bruto), a Grohe obteve 26,61 milhões de euros em 2016, o que compara com os 24,50 milhões de euros de 2015, evidenciando um crescimento de 8,63%.

O grupo Grohe, de origem alemã e com uma das suas fábricas em Albergaria-a-Velha, é líder mundial em torneias. Em 2012, o grupo elegeu a empresa portuguesa como a melhor do grupo. Um facto que deixou a direcção e equipa com mais de 600 trabalhadores "orgulhosa", uma vez que "as fábricas alemãs da GROHE estão já entre as melhores fábricas da Alemanha", como se pode ler no website da empresa. Destaca, ainda, a "tecnologia mais avançada do grupo", que faz com que a Grohe de Albergaria-a-Velha seja "responsável por 25% da produção total da marca".
Fabricante de produtos para quarto de banho, duche, cozinha e smartphones, a empresa destaca três produtos que "ilustram o altíssimo nível técnico e de inovação da nossa fábrica": Minta Touch, Grohe Blue e Termostática Grohtherm 1000 Cosmopolítan.

Resultados

À semelhança dos últimos anos, a Grohe mantém a liderança das maiores empresas do concelho de Albergaria, apresentando, no ano passado, um crescimento de 15,44% no volume de negócios
Percentagens comparativas 2o16/2015
Volume de NegÓcios - 15,44%
Resultado Líquido - ~7.80%
VAB - 8.63%

A Grohe obteve, em 2016, um volume de negócios de 152,78 milhões de euros, mais 15,44% do que o facturado em 2015

Concelho

O ranking das 2000 maiores do distrito de Aveiro tem 104 empresas sediadas em Albergaria-a-Velha, que, em 2016, davam emprego a 4.843 pessoas. Estas empresas registaram, no exercício em apreço, um aumento em todos os indicadores quando comparado com o ano anterior. Deste modo, em 2016, as 104 empresas apresentaram um total de 941,22 milhões de euros de volume de negócios, bem como 40,48 milhões de euros de resultado líquido e 178,05 milhões de euros de VAB.

Metodologia

Com base numa listagem de 2.000 maiores empresas do distrito de Aveiro, facultada pela lberinform Portugal e referente ao
exercício de 2o16, divulgamos, hoje, as maiores empresas do concelho de Albergaria-a-Velha (páginas 22 e 23). Publicamos, ainda, a tabela da rentabilidade das vendas, do Valor Acrescentado Bruto (VAB) e dos resultados líquidos (rentáveis), obtidas no ano contabilístico em análise, pelas 10 melhores empresas com base nestes indicadores no concelho.

DIÁRIO DE AVEIRO, 06/02/2018

Top do Concelho

1º lugar
Grohe Portugal – Componentes Sanitários, Lda.
N.º de Empregados: 626
Volume de Negócios 2016: 152.778.18o €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): 15,44%
Resultado Líquido 2016: 4.699.987€
Crescimento Res. Líq.
2o16/2015:-7,80%
VAB 2o16:26.609.124,00 €
Pos. Ranking: 10
www.grohe.pt

2º lugar
Polivouga - Indútria de Plásticos SA
N.º de Empregados: 207
Volume de Negócios 2016: 142.085.608 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%):16,06%
Resultado Líquido 2016: 9.106.992 €
Crescimento Res. Líq.
2016/2015: -34,45%
VAB 2016: 23.164.836,00 €
Pos. Ranking; 12
www.polivouga.pt

3º lugar
Aveicellular – Comunicações e Acessórios, Lda.
N.º de Empregados: 24
Volume de Negócios 2016: 56.712.206 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -19,60%
Resultado Líquido 2016: 1.169.430c
Crescimento Res. Líq.
2o16/2015:-1,45%
VAB 2016:2198.711,00 €
Pos. Ranking: 41
www.aveicellular.pt

4.º lugar
Unimadeiras – Produção, Com. e Exploração Florestal. S.A.
N.º de Empregados: 14
Volume de Negócios 2016: 46.359.219 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -9,23%
Resultado Líquido 2016: 355.413 €
Crescimento Res. Líq.
2016/2015:-0,17%
VAB 2016:145.363,00 €
Pos. Ranking: 53
www.unimadeiras.pt

5.º lugar
Alberplás - Indústria de Plásticos, SA
N.º de Empregados: 126
Volume de Negócios 2016: 41.880.916 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -4,20%
Resultado Líquido 2016: 2.249.018€
Crescimento Res. Líq.
2016/2015: -0,43%
VAB 2016:6.229.723,00 €
Pos. Ranking. 60
www.alberplas.pt

Top 10 das empresas do concelho com melhor VAB
GROHE PORTUGAL -COMP. SANITÁRIOS, LDA
POLIVOUGA - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, SA
DURIT - MET. PORT. DO TUNGSTENI0, LDA
PALBIT SA
ALBERPLAS - INDúSTRIA DE PLÁSTICOS, S.A.
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LDA
HUNTER DOUGLAS PORTUGAL SA
JADE CREACTION, LDA
AGUAS DO VOUGA - E. E G. SIST. REG. CARVOEIRO SA
ALSECUS - COMÉRCIO E INDÚSTRIA SA

Top 10 da rentabilidade de vendas das empresas do concelho
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LIDA
AGUAS DO VOUGA - E EG. SIST REG. CARVOEIROSA
PALBIT S.A.
MAGA MOLDES, LDA
CUTBRIKTOOLS,SA
SCC - ASSISTÊNCIA TÉCNICA U N 1 PESSOAL, IDA
EUROCOLCHÃO,LDA
PLANI FLEX - INDúSTRIA DE COLCHOES, LDA
PORTOFLEX - FÁBRICA DE TU BO FLEXíVEL LDA
HELIROMA - PLÁSTICOS, SA



Top 10 das empresas mais rentáveis do concelho
POLIVOUGA - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, SA.
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LDA
GROHE PORTUGAL - COMP. SANITÁRIOS, LDA
PALBIT S.A.
ALBERPLAS - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, S.A.
ALSECUS - COMÉRCIO E INDÚSTRIA SA
DURIT - MET. PORTUGUESA DO TUNGSTENIO, LDA
HUNTER DOUGLAS PORTUGAL, SA
AGUAS DO VOUGA - E. E G. SIST. REG. CARVOEIRO SA
JADE CREACTION, LDA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Empresas PME

Foram distinguidas 12 empresas de Albergaria-a-Velha com o estatuto PME Excelência 2012, numa sessão presidida pelo Ministro da Economia e do Emprego, em Braga. Tratam-se de pequenas e médias empresas que apresentaram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no ano de 2011. Em todo o país, foram reconhecidas 1.239 empresas.

(adaptado, edição da 2.ª quinzena de Janeiro do Beira Vouga)

Lista de empresas do concelho - PME Excelência 2012

Acustekpro - Soluções Técnicas de Isolamento, Lda - CAE 43290
António Bastos de Almeida & Irmão, Lda. - CAE 56101
Aveicabo - Telecomunicações e Serviços, S.A. - CAE 42220
Fernando Abreu, S.A. - CAE 25731
Fisola - Fábrica de Isoladores Eléctricos, Lda - CAE 27900
Grupel - Grupos Electrogéneos, S.A. - CAE 27110
Litoralalbe - Alimentos para Animais, S.A. - CAE 46211
Maga Moldes, Lda - CAE 25734
Marques, Silva & Pereira, Lda - CAE 16101
Palbit, S.A. - CAE 25733
Planiflex - Indústria de Colchões, Lda - CAE 31030
Transpalmaz - Camionagem de Carga, Lda - CAE 49410

Empresas PME Líder / Plataforma FINCRESCE

2M - Comércio e Serviços de Electricidade, Lda - CAE 43290
Aveicellular - Comunicações e Acessórios, Lda - CAE 46520
Aveidigital - Produtos de Telecomunicações, Lda - CAE 46520
Bioflorestal, S.A. - CAE 2200
Covema - Madeiras, Lda - CAE 46731
Duravit - Comércio e Equipamento Industrial, Lda - CAE 46620
Duromin - Equipamentos para Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda - CAE 46900
Eurocolchão, Lda - CAE 31030
Fernando Pimenta & Filho, Lda - CAE 41200
Futurvida - Fabricação de Veículos Especiais, Lda - CAE 29320
Heliroma - Plásticos, S.A. - CAE 22292
Intermaco - Comércio e Representações de Máquinas e Ferramentas, Lda - CAE 46620
João de Almeida Oliveira, Lda - CAE 47300
Larus - Artigos para Construção e Equipamentos, Lda - CAE 25120
M.C. Rios, S.A. - CAE 46211
Madeibranca - Comércio de Derivados de Madeira, Lda - CAE 46731
Marinhauto - Indústrias Metalúrgicas, Lda - CAE 25620
Mazel - Rações para Animais, S.A. - CAE 10912
Mazel - Transportes, S.A. - CAE 49410
Mercocentro - Comércio de Produtos Alimentares e Bebidas, Lda - CAE 46170
MetalFaj - Indústria Metalúrgica, Lda - CAE 25992
Metalusa, S.A. - CAE 25110
Newstamp - Estampagem de Componentes Metálicos, Lda - CAE 25501
O 2 A - Autoadesivos, S.A. - CAE 32996
Oligas - Instalações Eléctricas e Gás, Unipessoal Lda - CAE 43210
Petrobranca - Combustíveis, S.A. - CAE 47300
Portoflex - Fábrica de Tubo Flexível, Lda - CAE 25992
Portopal - Madeiras e Derivados, S.A. - CAE 46731
Q. Provider, Lda - CAE 14131
Refracivil - Construções, Lda - CAE 41200
Ribeiroescala - Construções, Lda - CAE 41200
Serrano da Silva - Madeiras e Transportes, Lda - CAE 49410
Sopormetal - Sociedade Portuguesa de Metais, Lda - CAE 46720
Sotavinhos - Distribuição de Bebidas, S.A. - CAE 46341
Transbranca - Transportes, S.A. - CAE 49410
Transportes de Mercadorias Valente & Aguiar, Lda - CAE 49410
TV Ria - Sistemas de Comunicação, Lda - CAE 61900
Unimadeiras - Produção, Comércio e Exploração Florestal, S.A. - CAE 46731
Valart - Metalúrgica Central do Vouga, Lda - CAE 29200
Valpel - Comércio e Tranformação de Papel, Lda - CAE 17220
Viecon - Transportes Nacionais e Internacionais, Lda - CAE 49410


terça-feira, 10 de maio de 2011

2000:Zonas Industriais

A concorrência é grande na região de Aveiro mas a procura tem dado para todos, incentivando a disponibilização de cada vez mais lotes.

Concelho que se preze tem de possuir zona industrial. Se na década de oitenta não passou de uma moda, os imperativos legais dos últimos anos vieram tornar obrigatório espaços devidamente infra-estruturados para acolher empresas a partir de certas dimensões.

Os municípios investem milhões de contos para dar melhores condições a indústrias locais e atrair novos investimentos, na esperança de fomentar o progresso dos concelhos.

Uns foram mais bem sucedidos do que outros. Mas apesar da forte concorrência, no geral, são poucos os lotes que ficam por vender. E não há terrenos oferecidos, como acontece em outros pontos do País.

SANTA MARIA DA FEIRA

O caso mais extremo, actualmente, será o de Santa Maria da Feira, onde os investidores enfrentam grandes dificuldades para obter parcelas com fins industriais.

Os lotes da mais recente zona industrial, criada na freguesia de Fiães, esfumaram-se em escassas semanas, tendo a Câmara local dado prioridade à deslocalização de empresas ilegais ou incorrectamente instaladas em núcleos urbanos. O preço do metro quadrado rondou 5500 escudos.

A médio prazo, está projectado criar mais duas zonas industriais em Mozelos e Santa Maria de Lamas. A história repete-se, sendo a procura muito superior à oferta. «Ainda estamos a fazer o cadastro e iniciar as negociações para a compra de terrenos mas a exclusão de pedidos já ronda 50 por cento», revela Alexandra Bastos, do Gabinete de Apoio ao Empresário (GAE), a funcionar no município local.

Com um fervilhante tecido empresarial, Santa Maria da Feira beneficia de bons acessos, uma localização intermédia entre o Porto e Aveiro e mão-de-obra abundante.

ALBERGARIA-A-VELHA

Falta de terrenos para instalações industriais é um problema que ainda não se coloca a Albergaria-A-Velha, recordista de crescimento no centro do País.

Regressado de Espanha, onde visitou mais uma empresa que pretende instalar-se no concelho, o presidente da Câmara nega aliciar investidores com lotes em saldo. «Nada disso», afirma Rui Marques (PP), adiantando que os últimos foram a 4000 escudos o metro quadrado.

Quando tomou as rédeas do município, há quinze anos, a zona industrial «era um arruamento». De então para cá, as fábricas instalaram-se a uma cadência invulgar.

Boas infra-estruturas e proximidade de eixos viários importantes (A1, IC2 e IP5) atraíram para Albergaria-A-Velha dezenas de empresas que criaram milhares de postos de trabalho. A mão-de-obra começa, de resto, a escassear, apesar de absorver muita gente de concelhos vizinhos. Muitas delas são multinacionais, tornando a zona industrial numa espécie de centro 'franchizado' de marcas internacionalmente conhecidas, como são os casos das torneiras Gröhe, o pão Bimbo ou as ferramentes da American Tool.

A autarquia não se satisfaz por existir rede de águas residuais, emissário de efluentes para a ETAR municipal, rede de gás, abastecimento de água e até um heliporto.

A médio prazo vão surgir outro tipo de equipamentos para oferecer serviços que as empresas necessitam (bancos, CTT, restaurantes, etc.), aproveitando a iniciativa governamental 'Áreas de Localização Empresarial'. Rui Marques admite até vir a entregar a gestão da zona industrial a uma entidade privada do ramo.

Albergaria-A-Velha é caracterizada pela diversificada dos sectores. Da metalomecânica, à química e texteis, passando pelos plásticos e a madeira, existe de tudo um pouco.

ESTARREJA

Com um desenvolvimento mono industrial feito à sombra da indústria química pesada, Estarreja quer alterar essa imagem com cinquenta anos.

Foi justamente dos escombros do antigo Amoníaco Português que nasceu, no início da década de 90, o Quimiparque, ainda nas mãos do Estado mas hoje ocupado por mais de cinquenta pequenas e médias empresas que beneficiam de instalações e serviços de apoio a rendas atractivas. E ainda há espaço livre para mais, não muitas é certo. «Há um edifício que está em obras e vai ser reconvertido. São mais 2000 metros quadrados de área coberta, adianta o director, Gaspar Reis, prevendo mais construções no próximo ano.

A autarquia estarrejense confia cegamente na nova zona industrial, localizada nas proximidades do complexo químico mas vocacionada para instalar empresas de raíz.

Com um ramal ferroviário novo e a expectativa de usufruir de uma ligação privilegiada à futura Scut da Costa Verde, espera-se que os investidores optem mais pelo concelho, viabilizando 500 hectares, na esmagadora maioria por vender, e a construção de infra-estruturas orçadas em 3,8 milhões de contos.

OUTRAS

Vendo empresas locais a rumar outras paragens, por falta de espaços, o concelho de Oliveira de Azeméis acelerou a criação de quatro zonas de acolhimento industrial. Em Loureiro, junto à A1, para unidades de maior dimensão. S. Roque, Cesar e Nogueira do Cravo ficam reservadas a PME's.

No vizinho concelho de S. João da Madeira, a Câmara aposta actualmente em cativar empresas tecnologicamente de maior valor.

Uma política de preços aliciantes levou para Ovar, nos últimos anos, algumas empresas que empregam elevado número de trabalhadores.

A sul, a freguesia de Oiã (Oliveira do Bairro) e o concelho de Águeda, mais do que atrair empresas, afirmaram-se pela actividade industrial de iniciativa própria.

Aveiro tem as zonas industriais de Tabueira e Mamodeiro, embora hoje menos activas na captação de novos investimentos, ao contrário do que acontece com os serviços e comércio.

Zonas industriais: Municípios aumentam oferta de lotes
Notícias de Aveiro Editor: Júlio Almeida 13/07/2000

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

1982: criação de uma zona industrial

Decreto Regulamentar n.º 19/82, de 10 de Abril

Encontra-se Albergaria-a-Velha num situação privilegiada no que respeita à possibilidade de criação de uma zona industrial, uma vez que se situa no nó de importantes vias rodoviárias (estrada nacional n.º 1, variante à estrada nacional n.º 16, com os respectivos prolongamentos para Vilar Formoso e para o nó de Sobreiro da Auto-Estrada do Norte, em construção).

A existência de vastas zonas sem aptidão agrícola e com óptimas características para a implantação de indústrias (fraca pendente dos terrenos, fácil escoamento de efluentes, proximidade de núcleos urbanos, entre outras) conduziu ao aparecimento desordenado de indústrias de carácter diversificado, que englobam desde a pequena oficina até às unidades de grandes dimensões.

Em face destas pressões, e integrado no reordenamento urbanístico, está a ser elaborado um plano de estrutura da zona industrial, a que se seguirá um plano de pormenor de modo a garantir um aproveitamento racional do terreno disponível e possibilitar a criação de uma rede viária e de infra-estruturas que, com traçados correctos, venha a servir convenientemente toda a zona.

O referido plano prevê 3 fases distintas de execução. Verifica-se, entretanto, que os proprietários dos terrenos abrangidos pelo plano de estrutura da zona industrial estão tentando a destruição, que ameaça ser sistemática, da densa arborização que cobre a zona. Daqui advirão prejuízos incalculáveis para toda a estruturação prevista, uma vez que as zonas de arborização existentes foram classificadas pelo plano de estrutura e proposto o seu aproveitamento para a organização de zonas de protecção e enquadramento dos diversos percursos, áreas desportivas e outros equipamentos que virão a implantar-se no território abrangido pelo plano.

A efectivar-se a destruição das árvores que se anuncia, só dentro de muitos anos se poderá repor o necessário equilíbrio ecológico pela criação de uma flora semelhante, com evidentes prejuízos para a zona industrial projectada e ainda para os aglomerados urbanos entre os quais a mesma se situa - Albergaria-a-Velha e Albergaria-a-Nova.

Há, portanto, necessidade de intervir, com urgência, na área abrangida pelo plano de estrutura da zona industrial de Albergaria-a-Velha, conforme proposta da respectiva câmara municipal, por forma a disciplinar a intervenção dos particulares e evitar os prejuízos apontados.

Nestes termos:
Ao abrigo do disposto no artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 794/76 , de 5 de Novembro, o Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 202.º da Constituição, o seguinte:

Artigo 1.º Durante o prazo de 2 anos fica dependente de autorização da Direcção-Geral do Planeamento Urbanístico, sem prejuízo de quaisquer outros condicionamentos legalmente exigidos, a prática, na área definida na planta anexa a este diploma, dos actos ou actividades seguintes:

a) Criação de novos núcleos populacionais;
b) Construção, reconstrução ou ampliação de edifícios ou outras instalações;
c) Instalações de explorações ou ampliação das já existentes;
d) Alterações importantes, por meio de aterros ou escavações à configuração geral do terreno;

e) Derrube de árvores em maciço, com qualquer área superior à fixada;
f) Destruição do solo vivo e do coberto vegetal.
Art. 2.º É aplicável às medidas preventivas aqui previstas o disposto nos artigos 10.º a 13.º do Decreto-Lei n.º 794/76 , de 5 de Novembro.

Francisco José Pereira Pinto Balsemão - José Ângelo Ferreira Correia - José Carlos Pinto Soromenho Viana Baptista.

Promulgado em 24 de Março de 1982.
Publique-se.
O Presidente da República, ANTÓNIO RAMALHO EANES.

(ver documento original)