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quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Zona Industrial

ALBERGARIA INVESTE 3,7 MILHÕES NA EXPANSÃO DA ZONA INDUSTRIAL PARA CAPTAR INVESTIMENTO

O Município de Albergaria ambiciona atrair mais investimentos e criar novos postos de trabalho até ao final do próximo ano. Nesse sentido, a autarquia está a investir 3,7 milhões de euros na ampliação da Zona Industrial.

Com a última revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), deu-se um aumento de 200 hectares de solo industrial destinado às atividades económicas - a totalidade da Zona Industrial é 448 hectares -, onde foram desenvolvidas infraestruturas adequadas à instalação de novas empresas.

Na sequência desta expansão, está a decorrer as candidaturas para a aquisição de 25 lotes com áreas entre os 3000 e 8000 metros quadrados. O preço de venda está fixado em 25 euros por metro quadrado.

“Nos últimos anos, o Município de Albergaria tem realizado um forte investimento no desenvolvimento económico, dinamizando o setor empresarial e a economia local. Para a Zona Industrial constituir-se um espaço atrativo com as infraestruturas necessárias, captação de investimentos e criação de postos de trabalho, investimos já um total de 3,7 milhões de euros”, afirma António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

Com uma favorável posição geoestratégica, apoiada por vários acessos rodoviários, este Concelho do distrito de Aveiro tem-se afirmado como um importante polo industrial.

O Município de Albergaria acolhe mais de 700 empresas, com um volume de negócios superior a 1000 milhões de euros, e totaliza mais de 7000 postos de trabalho. A indústria é responsável por cerca de 60% do total da produção, sendo as atividades mais relevantes neste setor a fundição, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos, a transformação das borrachas e plásticos e as madeiras.

No âmbito do desenvolvimento económico e social, o Município dispõe de um conjunto de medidas de apoio ao investimento com vista ao reforço da competitividade e da coesão territorial, nomeadamente, benefícios fiscais para novas empresas ou empresas sediadas no Concelho classificadas como projetos de investimento de interesse municipal, programa de incubação e programa de incentivos à criação do próprio emprego.

CMA, 19 outubro 2022


https://www.cm-albergaria.pt/investir/zona-industrial/zona-industrial-de-albergaria-a-velha


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

1500 Maiores Empresas Aveiro 2020


Das 1500 maiores empresas do distrito de Aveiro, 71 encontram-se localizadas no concelho de Albergaria-a-Velha e apresentam um volume de negócios superior a 900 milhões de euros.

O Município de Albergaria-a-Velha felicita estas empresas sediadas no concelho, pelo desempenho conquistado e pelo contributo que têm dado para a criação de postos de trabalho e consequentemente para o desenvolvimento socioeconómico local.

Os dados foram recentemente publicados pelo jornal “Diário de Aveiro” na sua Revista "1500 Maiores Empresas Aveiro 2020".

Nesta edição reportam-se os dados financeiros referentes ao ano 2019, verificando-se um acréscimo de empresas do Concelho de Albergaria-a-Velha no ranking das 1500 maiores: em 2020 figuram 71 empresas, enquanto em 2019 figuravam 69.

No que respeita ao volume de negócios, as maiores 71 empresas do concelho de Albergaria-a-Velha, que em 2019, empregavam 4.442 pessoas, apresentaram um volume de negócios de 905,6 milhões de euros, um resultado líquido de 33,79 milhões de euros e um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 184,29 milhões de euros.

O Município de Albergaria-a-Velha continua ao dispor dos empresários para os apoiar no seu percurso, criando as condições necessárias para estas alcançarem o êxito desejado e vencerem os desafios que se avizinham devido aos impactos da crise desencadeada pela pandemia da doença COVID-19.

É com este propósito que, concluído o Plano de Ação de Apoio ao Empreendedorismo 2014-2020 - Albergaria-Empreende+, à luz do qual o Município implementou um conjunto de medidas e mecanismos concretos de apoio e de incentivo à atividade empresarial no concelho, visando atrair empreendedores e investimento, e apoiar o tecido empresarial instalado, a Autarquia se encontra a trabalhar na definição da nova estratégia de promoção do desenvolvimento económico e apoio ao empreendedorismo para Albergaria-a-Velha no horizonte 2030.

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS – ALBERGARIA-A-VELHA

Grohe Portugal – Componentes Sanitários, Lda.

Polivouga- Indústria de Plásticos, S.A.

Unimadeiras – Produção, Comércio e Exploração Florestal, S.A.

Jade Creaction, Lda.

Quimialmel – Químicos e Minerais, Lda.

Aveicellular – Comunicações e Acessórios, Lda.

Tabamanos, Lda.

Durit – Metalurgia Portuguesa do Tungsténio, Lda

Palbit, S.A.

Prifer – Technical Molds, S.A.

Hunter Douglas Portugal, S.A.

Heliroma – Plásticos, S.A.

Flexaco – Concentrados e Aditivos Plásticos, S.A.

Metalusa, S.A.

Alberplás – Indústria de Plásticos, S.A.

João de Almeida Oliveira, Lda

M.C. Rios, S.A.

Sotavinhos – Distribuição de Bebidas, S.A.

Portopal – Madeiras e Derivados, S.A.

Galvaza – Construções Metálicas e Galvanização, Lda.

O2A – Autoadesivos, S.A.

Duromin – Equipamentos p/ Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda.

Freire e Pires, Lda.

Alsecus – Comércio e Indústria, S.A.

Industrial Laborum Ibérica, S.A.

Melatusa Portugal, S.A.

Transbranca – Transportes, S.A.

Fisola – Fábrica de Isoladores Elétricos, Lda.

Águas do Vouga – Exploração e Gestão Sistema Regional Carvoeiro, S.A.

Vitricer – Fritas e Vidros Cerâmicos, Lda.

Momento Numérico, S.A.

Duritcast, S.A.

RibeiroEscala – Construções, S.A..

Interalbergaria – Supermercados, Lda.

Transescusa – Transportes e Materiais de Construção, Lda.

Eurocolchão, Lda.

Mybag – Indústria de Papel, S.A.

ST Ibérica, Sociedade Unipessoal, Lda.

Agrofontes – Sociedade Comercial de Produtos p/ Agricultura, Lda.

Salsamotor – Comércio, Reparação de Automóveis, Lda.

Petlene – Imobiliária, S.A.

Basmorais – Fábrica de Carroçarias e Basculantes, Lda. 

4Energy – Comércio e Instalações Técnicas, Lda.

Aveimaster – Equipamentos e Acessórios, Lda.

Madeibranca – Comércio de Derivados de Madeira, Lda.

2M – Comércio e Serviços de Eletricidade, Lda.

Duravit – Comércio e Equipamentos Industriais, Lda.

Fisola-IP, Lda.

Planiflex – Indústria de Colchões, Lda

Antero Martins dos Santos, Lda.

SPX – Soluções para Fixação, Lda.

RecordGreen II, Lda.

Newstamp – Estampagem de Componentes Metálicos, Lda.

Acustekpro – Soluções Técnicas de Isolamento, Lda.

Herkulis – Comércio de Máquinas e Equipamentos Agrícolas, S.A.

Q Provider, Lda.

O2A – Soluções de Embalagem, Lda.

CFPJ Matelas, Lda

Transfialense, S.A.

Transpalmaz – Camionagem de Carga, Lda.

Serrano da Silva – Madeiras e Transportes, Lda

S-Plus, S.A.

Roberlo Portugal – Produtos Químicos, Unipessoal, Lda

Sitarcol – Sociedade de Ar Comprimido, Lda. 

Marques, Silva e Pereira, Lda.

Petrobranca Combustíveis, S.A.

Frigodia – Transportes e Logística, Lda.

Helitene – Indústria de Plásticos, Lda.

Citergaz – Caldeiraria e Manutenção, S.A.

Piscomotor – Comércio de Automóveis, Lda.

Funcional – Divisão e Decoração de Espaços, Lda. 

https://www.cm-albergaria.pt/municipio/noticias-do-municipio/noticia/albergaria-a-velha-tem-71-empresas-na-lista-das-maiores-do-distrito-de-aveiro

Empresas PME 2012

https://novos-arruamentos.blogspot.com/2013/02/empresas-pme.html

Maiores do Concelho - 2016

https://novos-arruamentos.blogspot.com/2018/02/maiores-do-concelho-de-albergaria-velha.html

quinta-feira, 15 de março de 2018

O Património Industrial - Antiga Fábrica de Papel de Valmaior



O Município de Albergaria-a-Velha, em parceria com a Universidade de Aveiro, organiza a 20 de março, pelas 14h30, um seminário sobre Património Industrial, inserido nas comemorações do Ano Europeu do Património. A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória para biblioteca@cm-albergaria.pt.


O seminário tem como objetivo discutir a importância de preservar o património como elemento dinamizador da economia e da sociedade, através do seu potencial direto e indireto. É o primeiro de um ciclo a decorrer em vários concelhos com quais a Universidade de Aveiro tem parcerias, tendo cada evento um tema específico. Em Albergaria-a-Velha, vai-se falar sobre a Antiga Fábrica de Papel de Valmaior na Biblioteca Municipal.


Tendo começado a laborar em 1872, a Fábrica de Papel de Valmaior foi uma das primeiras empresas industriais a instalarem-se no Concelho, com a mais moderna maquinaria existente na Europa. Dois anos após o início de atividade, já empregava 120 trabalhadores, que transformavam caruma e serradura de pinheiro em papel, que depois era utilizado em diversas publicações periódicas e jornais, como O Século. A fábrica fechou portas em 1999.


O seminário vai contar com as intervenções de Delfim Bismarck (Historiador e Vice-Presidente do Município de Albergaria-a-Velha), Cláudia Redondo (Investigadora do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro) e Alice Tavares (Arquiteta e Investigadora no Departamento de Engenharia Civil na universidade Aveiro). O debate é moderado por Ana Veloso, professora no Departamento de Comunicação e Arte da UA.


A sessão de abertura do seminário conta com as presenças de António Loureiro (Presidente do Município de Albergaria-a-Velha), Paula Silva (Diretora Geral da Direção Geral do Património Cultural) e Aníbal Costa (Professor Catedrático do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro).


CMA, 13/03/2018

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Maiores do Concelho de Albergaria-a-Velha



Grohe continua a ser a maior empresa de Albergaria-a-Velha

Não há novidades no topo da tabela do concelho de Albergaria-a-Velha, que continua a ser liderado pela Grohe Portugal — Componentes Sanitários, Lda.
~
Com base no exercício de 2016, a empresa fabricante de outras torneiras e válvulas (CAE 28140) ocupa a 10.ª posição no ranking das 2.000 maiores empresas do distrito de Aveiro, subindo dois lugares nesta listagem face a 2015.

A Grohe obteve, em 2016, um volume de negócios de 152,78 milhões de euros, um valor 15,44% mais elevado do que os 132,34 milhões de euros facturados em 2015. Já não tão positivo foi o desempenho nos resultados líquidos, uma vez que dos 5,10 milhões de euros de lucros alcançados em 2015, a empresa registou 4,70 milhões de euros em 2016, denotando uma quebra de 7,80% neste indicador

Quanto ao VAB (Valor Acrescentado Bruto), a Grohe obteve 26,61 milhões de euros em 2016, o que compara com os 24,50 milhões de euros de 2015, evidenciando um crescimento de 8,63%.

O grupo Grohe, de origem alemã e com uma das suas fábricas em Albergaria-a-Velha, é líder mundial em torneias. Em 2012, o grupo elegeu a empresa portuguesa como a melhor do grupo. Um facto que deixou a direcção e equipa com mais de 600 trabalhadores "orgulhosa", uma vez que "as fábricas alemãs da GROHE estão já entre as melhores fábricas da Alemanha", como se pode ler no website da empresa. Destaca, ainda, a "tecnologia mais avançada do grupo", que faz com que a Grohe de Albergaria-a-Velha seja "responsável por 25% da produção total da marca".
Fabricante de produtos para quarto de banho, duche, cozinha e smartphones, a empresa destaca três produtos que "ilustram o altíssimo nível técnico e de inovação da nossa fábrica": Minta Touch, Grohe Blue e Termostática Grohtherm 1000 Cosmopolítan.

Resultados

À semelhança dos últimos anos, a Grohe mantém a liderança das maiores empresas do concelho de Albergaria, apresentando, no ano passado, um crescimento de 15,44% no volume de negócios
Percentagens comparativas 2o16/2015
Volume de NegÓcios - 15,44%
Resultado Líquido - ~7.80%
VAB - 8.63%

A Grohe obteve, em 2016, um volume de negócios de 152,78 milhões de euros, mais 15,44% do que o facturado em 2015

Concelho

O ranking das 2000 maiores do distrito de Aveiro tem 104 empresas sediadas em Albergaria-a-Velha, que, em 2016, davam emprego a 4.843 pessoas. Estas empresas registaram, no exercício em apreço, um aumento em todos os indicadores quando comparado com o ano anterior. Deste modo, em 2016, as 104 empresas apresentaram um total de 941,22 milhões de euros de volume de negócios, bem como 40,48 milhões de euros de resultado líquido e 178,05 milhões de euros de VAB.

Metodologia

Com base numa listagem de 2.000 maiores empresas do distrito de Aveiro, facultada pela lberinform Portugal e referente ao
exercício de 2o16, divulgamos, hoje, as maiores empresas do concelho de Albergaria-a-Velha (páginas 22 e 23). Publicamos, ainda, a tabela da rentabilidade das vendas, do Valor Acrescentado Bruto (VAB) e dos resultados líquidos (rentáveis), obtidas no ano contabilístico em análise, pelas 10 melhores empresas com base nestes indicadores no concelho.

DIÁRIO DE AVEIRO, 06/02/2018

Top do Concelho

1º lugar
Grohe Portugal – Componentes Sanitários, Lda.
N.º de Empregados: 626
Volume de Negócios 2016: 152.778.18o €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): 15,44%
Resultado Líquido 2016: 4.699.987€
Crescimento Res. Líq.
2o16/2015:-7,80%
VAB 2o16:26.609.124,00 €
Pos. Ranking: 10
www.grohe.pt

2º lugar
Polivouga - Indútria de Plásticos SA
N.º de Empregados: 207
Volume de Negócios 2016: 142.085.608 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%):16,06%
Resultado Líquido 2016: 9.106.992 €
Crescimento Res. Líq.
2016/2015: -34,45%
VAB 2016: 23.164.836,00 €
Pos. Ranking; 12
www.polivouga.pt

3º lugar
Aveicellular – Comunicações e Acessórios, Lda.
N.º de Empregados: 24
Volume de Negócios 2016: 56.712.206 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -19,60%
Resultado Líquido 2016: 1.169.430c
Crescimento Res. Líq.
2o16/2015:-1,45%
VAB 2016:2198.711,00 €
Pos. Ranking: 41
www.aveicellular.pt

4.º lugar
Unimadeiras – Produção, Com. e Exploração Florestal. S.A.
N.º de Empregados: 14
Volume de Negócios 2016: 46.359.219 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -9,23%
Resultado Líquido 2016: 355.413 €
Crescimento Res. Líq.
2016/2015:-0,17%
VAB 2016:145.363,00 €
Pos. Ranking: 53
www.unimadeiras.pt

5.º lugar
Alberplás - Indústria de Plásticos, SA
N.º de Empregados: 126
Volume de Negócios 2016: 41.880.916 €
Crescimento Vol. Neg.
2016/2015 (%): -4,20%
Resultado Líquido 2016: 2.249.018€
Crescimento Res. Líq.
2016/2015: -0,43%
VAB 2016:6.229.723,00 €
Pos. Ranking. 60
www.alberplas.pt

Top 10 das empresas do concelho com melhor VAB
GROHE PORTUGAL -COMP. SANITÁRIOS, LDA
POLIVOUGA - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, SA
DURIT - MET. PORT. DO TUNGSTENI0, LDA
PALBIT SA
ALBERPLAS - INDúSTRIA DE PLÁSTICOS, S.A.
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LDA
HUNTER DOUGLAS PORTUGAL SA
JADE CREACTION, LDA
AGUAS DO VOUGA - E. E G. SIST. REG. CARVOEIRO SA
ALSECUS - COMÉRCIO E INDÚSTRIA SA

Top 10 da rentabilidade de vendas das empresas do concelho
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LIDA
AGUAS DO VOUGA - E EG. SIST REG. CARVOEIROSA
PALBIT S.A.
MAGA MOLDES, LDA
CUTBRIKTOOLS,SA
SCC - ASSISTÊNCIA TÉCNICA U N 1 PESSOAL, IDA
EUROCOLCHÃO,LDA
PLANI FLEX - INDúSTRIA DE COLCHOES, LDA
PORTOFLEX - FÁBRICA DE TU BO FLEXíVEL LDA
HELIROMA - PLÁSTICOS, SA



Top 10 das empresas mais rentáveis do concelho
POLIVOUGA - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, SA.
PRIFER - INDUSTRIA DE MOLDES, LDA
GROHE PORTUGAL - COMP. SANITÁRIOS, LDA
PALBIT S.A.
ALBERPLAS - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, S.A.
ALSECUS - COMÉRCIO E INDÚSTRIA SA
DURIT - MET. PORTUGUESA DO TUNGSTENIO, LDA
HUNTER DOUGLAS PORTUGAL, SA
AGUAS DO VOUGA - E. E G. SIST. REG. CARVOEIRO SA
JADE CREACTION, LDA

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Um Novo Espaço Público da Cidade


https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/106146
Bruna Filipa Ferreira Melo
Título:  Um novo espaço público da cidade de Albergaria-a-Velha
Data:  2017-04-06


Descrição:  Numa cidade a quantidade e a qualidade dos seus espaços públicos determinam em grande medida a melhor qualidade urbanística da mesma. Ainda em relação a esses espaços, importa que se proporcionem as condições favoráveis a uma relação de bem estar na interação que se estabelece entre os vários elementos arquitetónicos dos mesmos e as pessoas que deles usufruem. Neste trabalho foi elaborado um estudo do espaço público de uma cidade Portuguesa, neste caso a cidade de Albergaria-a-Velha situada no distrito de Aveiro. Através de várias ferramentas, como pesquisas bibliográficas e de arquivo, entrevistas, e elaboração de maquete de projeto, efetuou-se uma análise detalhada dos dois principais espaços públicos da referida cidade - a Praça Ferreira Tavares e a Praça da Alameda 5 de Outubro. No decorrer do trabalho foi efetuada uma análise dos espaços de acordo com diversos pontos de vista. Como resultado deste estudo, conclui-se pela necessidade e importância de se tomarem algumas medidas de foro arquitetónico que possam de algum modo dinamizar e revitalizar os referidos espaços públicos carismático e centrais da cidade, uma vez que da análise realizada se constatou que estes espaços estão gradualmente a transformar-se em espaço "mortos" no atual contexto do tecido urbanístico da cidade em causa.


Assunto:  Artes
Localização Física:  203401
ID Sistema:  http://hdl.handle.net/10216/106146
Tipo de Documento:  Dissertação
Condições de Acesso:  openAccess
Aparece nas coleções: FAUP - Dissertação

https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/106146/2/203401.pdf

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Presença na Internet

Aproximar inovando

Não é mais possível esconder ou dissimular a premência de devolver à nossa Assembleia Municipal (AM) a dinâmica e a vocação escrutinadoras que fazem dela a Casa da Democracia do Concelho de Albergaria-a-Velha. Mais do que nunca, importa garantir uma efetiva aproximação entre eleitos e eleitores e entre estes e as instituições.

E passa a ser um desígnio prioritário quando o horizonte habitual das reuniões da AM se confina aos poucos rostos do costume, maioritariamente ligados às forças políticas locais.

 (...)

Mais do que permitir aos munícipes o acesso às notícias relacionadas às atividades da Câmara Municipal e seus eleitos, impor-se-ia inovar, garantindo as transmissões ao vivo e por demanda (vídeos gravados) das sessões plenárias, mormente da AM, audiências públicas e demais eventos realizados pela autarquia. Uma espécie de “TV Câmara”.

Daí que os sítios das Câmaras Municipais na internet vão ganhando importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias. Em razão das exigências contemporâneas, afigura-se imprescindível que as edilidades apostem na democratização de conteúdos pela internet para comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da sua terra.

Uma tarefa que vai muito além de inserir editais, avisos e notícias. E é por tudo isto que me preocupa o website da nossa Câmara Municipal, que, de início, cheguei a acreditar poder vir a ser fortemente otimizado com o novo executivo saído das eleições de 2013. Atualmente, o site está pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

Por exemplo, sobre a atividade legislativa, seria consequente disponibilizar ao cidadão a possibilidade de acompanhar todos os trabalhos relacionados o processo legislativo, mormente ao nível da criação de taxas e da aprovação de novos regulamentos. Desse modo, poder-se-ia facultar informações sobre: tramitação, situação, documentos anexos, adendas, bem como os relatórios e atas de cada sessão plenária.

Falta criar, para cada Vereador e também para o Presidente da AM, a sua própria página para que os eleitores possam acompanhar os seus trabalhos e entrar em contacto com o seu representante. De igual modo, cumpriria franquear, através do website, o acesso às determinações municipais, lei orgânica, regimento interno da edilidade, resoluções várias outras normas jurídicas que a Câmara Municipal entenda publicar.

Contas Públicas. Atendendo ao crescente escrutínio público, seria inteligente promover também a publicação de relatórios e contas da Câmara Municipal, em nome de uma maior transparência na gestão do dinheiro público.

Atendimento ao Cidadão. Grande pecha, que tarda em ser resolvida ou sequer atenuada. Urge enriquecer, através do website, a comunicação entre a Câmara Municipal e o cidadão, possibilitando o envio mensagens, dúvidas, sugestões ou reclamações, com tempos de resposta vinculativos.

José Manuel Alho, 08/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/aproximar-inovando-1044888

Nem de propósito! Na sequência do meu último texto, intitulado “Aproximar Inovando”, versando a temática de os sítios das Câmaras Municipais na internet terem ganho importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias, surgiram, entretanto, novos dados.

Com efeito, teve lugar, em Lisboa, a apresentação púbica dos resultados da IX edição do índice da presença na internet das câmaras municipais 2016 (Ipic2016), numa investigação dinamizada pelo departamento de sistemas de informação da Universidade do Minho, através do GÁVEA – Laboratório de Estudos e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

(...)

No que respeita ao caso concreto de Albergaria, no item «Serviços Online», a edilidade desceu 115 lugares (!) - passou de 26 (2012) para 141 (2014).

Na vertente «Tipo e atualização», o descenso foi ainda mais acentuado e cifrou-se num abaixamento de 193 lugares (!!) - passou de 80 (2012) para 272 (2014). Factos. E é dos factos que reza a História.

Insisto: em razão das exigências contemporâneas, afigura-se incompreensível que não se tenha cumprido a promessa de revitalizar o website da autarquia, promovendo a democratização de conteúdos pela internet para, no essencial, comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da nossa sua terra. Por isso, mantenho: preocupa-me o site da nossa Câmara Municipal. Atualmente, o sítio está inexplicavelmente pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

José Manuel Alho, 22/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/outro-discurso-acima-de-tudo-outra-1045098

O sítio da autarquia não sofreu alterações nos últimos anos. Na mesma altura foram criados, com o mesmo formato, outros sites como de Ovar ou da Murtosa.

Em termos de noticias, editais, publicações e outros documentos foi sendo sempre actualizado. No entanto não é possível (há muito tempo) fazer pesquisas dentro do site. Além disso faz falta um espaço com a actividade municipal e os avisos e editais deveriam ter um acesso mais rápido. Também deverão ser copiadas boas prácticas de outras autarquias como no caso de Águeda que há muito divulgam as reuniões da Assembleia Municipal.

sábado, 10 de junho de 2017

Avenida D. Teresa

A Biblioteca Municipal e o Arquivo Municipal, no centro de Albergaria-a-Velha, vão ficar ligados por uma avenida, que vai ter 119 lugares de estacionamento e uma área de circulação pedonal superior a 1600 metros quadrados.
  
A nova via, que liga a Rua do Hospital e a Rua Dr. Castro Matoso, já está em construção e deverá ficar operacional para os grande eventos da temporada, o Festival Pão de Portugal, no próximo fim de semana, e a Albergaria conVIDA – Feira Regional de Artesanato e Gastronomia de Albergaria-a-Velha, nos dias 29 e 30 de junho e 1 e 2 de julho.


A avenida que liga os dois equipamentos municipais, no sentido nascente-poente, tem duas vias de circulação e um separador central e estende-se por uma área superior a 5 mil metros quadrados. Além de garantir a ligação a dois polos culturais, torna-se uma alternativa ao trânsito viário que circula dentro da cidade, na área da Alameda 5 de Outubro e Praça Ferreira Tavares, contribuindo também para a falta de estacionamento na Rua do Hospital, uma via antiga e estreita, que já fez parte da antiga Estrada Nacional n.º 1.



A nova avenida propõe uma melhor mobilidade pedonal no centro da cidade, através de um percurso pedestre contínuo em passeio, ligando áreas distintas. Dos 119 lugares de estacionamento previstos, quatro são destinados a pessoas com mobilidade condicionada. Os dois lugares que já existiam no estacionamento em frente à Biblioteca mantêm-se. Os passeios vão ser em cubo de granito com um percurso desimpedido de obstáculos. A obra está orçada em cerca de 97 mil euros.



O Presidente da Câmara Municipal, António Loureiro, afirma que “na altura em que Albergaria está a comemorar os 900 anos, seria ótimo darmos o nome de Avenida D. Teresa a esta nova via, a fundadora da comunidade Albergariense, porque vem dinamizar o centro da nossa cidade, melhorar as acessibilidades e é uma obra que fica para o futuro”.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vence Prémio Cultura na Gala Litoral Awards

O Município de Albergaria-a-Velha foi distinguido com o Prémio Cultura na terceira edição da Gala Litoral Awards, um evento que visa premiar o “mérito e a excelência” de marcas, entidades e personalidades da região Litoral do Baixo-Vouga.[concelhos de Aveiro, Águeda, Albergaria-a-Velha] A cerimónia decorreu no Teatro Aveirense na noite de sábado, 12 de novembro, e o Vice-Presidente e Vereador da Cultura, Delfim Bismarck, recebeu o prémio em nome da Câmara Municipal.
A organização da Litoral Awards destacou o trabalho do Município nas diversas vertentes da Cultura – da dinamização de eventos nos equipamentos municipais à valorização do património local – como fator distintivo do Concelho no panorama cultural da região.


Num documentário síntese apresentado antes da entrega do prémio, foram destacadas as escavações arqueológicas e a valorização desse património; a dinamização da Rota dos Moinhos; as edições de inventariação e divulgação patrimonial; os eventos marcantes, como o Festival Pão de Portugal, a Albergaria conVIDA e o Lugar das Cores; as comemorações dos forais manuelinos; a programação e a dinâmica do Cineteatro Alba e da Biblioteca Municipal; e o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Municipal. A organização salientou ainda as dezenas de milhares de espetadores e participantes nas iniciativas promovidas pela Autarquia.


Na cerimónia, Delfim Bismarck dedicou o prémio “aos funcionários e colaboradores do Município na área da Cultura”, mas também aos que “têm fruído de todo este diversificado leque de ofertas culturais” e que, em 2015, ultrapassaram as 110 mil pessoas.


A Gala Litoral Awards foi apresentada pelo humorista Luís Franco-Bastos e distinguiu os melhores em treze categorias: Música, Desporto, Moda, Comunicação, Produto Inovação, Design, Marca, Cultura, Desenvolvimento, Carreira, Empresa do Ano, Excelência e Homenagem.


Metronews

sábado, 25 de julho de 2015

Circuito da Memória - Angeja

Angeja é uma vila do concelho de Albergaria-a-Velha com uma paisagem natural única, com uma história riquíssima, com um conjunto de memórias coletivas dignas de registo mas acima de tudo com uma enorme vontade, aproveitando todas estas potencialidades, de proporcionar a todos aqueles que a visitam um elevado conjunto de experiências emocionais e sensoriais.

É com este propósito que, no próximo dia 26 de Julho, serão lançadas as primeiras caches que irão integrar o “Circuito da Memória”

Este circuito prevê uma série de caches que visam mostrar e promover, alguns dos locais que pela sua singularidade fazem parte da história e da memória coletiva da freguesia. Na seleção destes locais esteve igualmente a intensão de contribuir para a sua valorização emocional e do seu significado patrimonial.

História e memória coletiva complementam-se, devem caminhar lado a lado de forma a almejar um cada vez maior sentimento de pertença.

As caches terão diferentes graus de dificuldade sempre com o intuito de serem o mais abrangentes possível. Crianças, idosos, pessoas com mobilidade condicionada e principiantes nesta modalidade não serão excluídas deste circuito, para além da função lúdica e recreativa, este circuito pretende ser uma forma de vivenciar emoções.

Este será um circuito que se pretende dinâmico, pelo que estão já previstas para breve novas caches.

Convidamos assim a comunidade a vir descobrir as caches integrantes do "Circuito da Memória".

Para o 1º geocacher a descobrir cada uma destas 5 caches iniciais, será atribuído um pequeno prémio, e para todos os participantes no dia do lançamento haverá lembranças.

Junte-se a nós em Angeja, no dia 26 de Julho, pelas 18h30 nas seguintes coordenadas: N 40° 40.466 W 008° 33.335
zds

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Fábrica Cerâmica da Branca

Habitantes queixam-se da degradação da antiga Fábrica de Cerâmica da Branca

Os habitantes do lugar da Estrada, na Vila da Branca, mais precisamente da Travessa da Arroteia e Rua da Cerâmica, queixam-se do estado de abandono dos terrenos da antiga Fábrica de Cerâmica da Branca, da qual actualmente só resta a chaminé. De acordo com os habitantes, os silvados e matos favorecem a presença de animais, como ratos e cobras, que chegam mesmo a “passear” nos seus quintais.

Nos últimos tempos, foram feitas diversas diligências no sentido de resolver esta situação que continua a provocar dores de cabeça aos moradores do lugar. Recorde-se que o terreno é propriedade da Caja de Ahorros de Salamanca y Soria C Duero, S.O., que possui uma filial em Lisboa.

A primeira diligência remonta ao ano de 2007 quando os habitantes procuraram ajuda através da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. O facto do terreno encontrar-se em zona urbana levou ao arquivamento do processo, de acordo com a legislação em vigor, uma vez que a Câmara Municipal não tinha competências para proceder à limpeza do local. Os habitantes não baixaram os braços e mostraram o seu descontentamento junto da empresa proprietária do terreno, não tendo surtido qualquer efeito.


(...)

Beira-Vouga, 2/10/2012

(Leia a notícia na íntegra na edição da 1.ª quinzena de Outubro do Beira Vouga)

imagem: anúncio Gazeta dos CF nº 1363 - 1944

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Obras de adaptação do Palacete da Boa Vista a Biblioteca Municipal


O projecto, que vai implicar um investimento de 1.418.755,49 euros, foi adjudicado à empresa SCARP – António Rodrigues Parente, S.A., sendo que o prazo de execução é de 20 meses.

 O projecto da nova Biblioteca Municipal, da autoria do arquitecto Eduardo Costa Ferreira, prevê uma área bruta de construção de 1.906,10 m2, sendo que o modelo de estrutura a adoptar será o tipo B.M.2, definido no Programa de Apoio às Bibliotecas Públicas da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.

Para além de preservar os aspectos de maior valor patrimonial do palacete – onde se incluem as nove telas de Domingos da Costa (1910) que já foram retiradas para restauro em Junho – a Biblioteca vai ter um corpo novo, que vai surgir nas traseiras do actual edifício. Em termos de distribuição de espaço, vão existir duas zonas: uma de serviço interno e uma outra de serviço público. Na primeira, a ocupar, essencialmente, a cave e o sótão, teremos gabinetes de trabalho, sala de manutenção, depósito central de documentos, depósito de difusão, sala de informática, arrumos, instalações sanitárias e uma sala de reuniões (esta no 1º andar). Quanto à zona de serviço público, o projecto contempla um átrio, com espaço de cafetaria/bar, a secção de adultos, a secção infantil e uma sala polivalente, também no 1º andar. É de destacar que as secções de adultos e crianças funcionarão em dois pisos diferentes, mas no mesmo volume espacial. No caso da área dos adultos, a zona de “mezzanine” parcial será destinada às tarefas de exigência mais reservada. Já na área das crianças, o piso superior estará vocacionado para a consulta local, enquanto no piso inferior se desenvolverão as actividades para o público infantil. É de realçar, ainda, a existência de uma sala polivalente no 1º andar, ideal para palestras, apresentações de livros e outras actividades culturais.

 Com a nova Biblioteca Municipal, Albergaria-a-Velha ganha mais um espaço de qualidade que, juntamente com outros equipamentos (dos quais se pode destacar o novo Cine-Teatro Alba), vai conferir uma nova dinâmica cultural ao Município.

Carlos Diniz,  Anteprojectos , 06/10/2010

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Presidente inaugurou novas instalações do Cineteatro Alba em Albergaria-a-Velha

O Presidente da República visitou o concelho de Albergaria-a-Velha, tendo inaugurado as novas instalações do Cineteatro Alba.

Mais tarde, o Presidente Aníbal Cavaco Silva visitou a exposição alusiva às memórias do Cineteatro Alba (1950-2010) e assistiu a um pequeno filme sobre a história do Cineteatro.

Após um breve momento artístico, uma dança inspirada no "Cinema Paradiso", [com música] de Ennio Morricone,o Presidente da República proferiu uma intervenção.

Site da Presidência da República 
27.04.2012 

 imagens

Carro Alba
Exposição "Memórias do Cineteatro Alba" (Comendador Martins Pereira/Cadeira nº1)
Coro Despertar

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Agenda Municipal

A Câmara Municipal de Albergaria lançou o nº 1 de uma nova publicação - "Agenda Municipal" - que engloba os principais eventos do período de Abril a Julho de 2012. Destacam-se os espectáculos do Cineteatro Alba incluindo os da inauguração do espaço (27 e 28).

Agenda Municipal

Destaca-se a boa qualidade da publicação bem como o alto nível da programação para os próximos meses.

Pela negativa verifica-se que não é aproveitada a publicação para promover o Arquivo Municipal mantendo-se a página de efemérides, iniciada há precisamente um ano, que tem algum interesse mas que poderia ser aproveitada de outra forma mais atractiva. As sugestões que aqui fizemos nessa data ainda se mantém.

Não sabemos se a agenda cultural, de formato mensal, se vai manter mas aproveitamos para lembrar que aquando do seu aparecimento havia uma rubrica "vale a pena" que foi abandonada por falta de espaço mas que não foi recuperada quando o desporto foi retirado da publicação.

As publicações tem de ser informativas mas também é necessário serem mais apelativas para os eventuais leitores da mesma.

Seria também aconselhável que Albergaria se juntasse aos concelhos vizinhos para lançar uma publicação como a Agenda Metropolitana do Porto que junta 16 concelhos à volta do Porto (incluindo Oliveira de Azeméis aqui bem perto) e que poderia ser copiado.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cineteatro Alba


Numa iniciativa que deve ser inédita a nível nacional, o CineTeatro Alba abriu ontem as suas portas à comunidade a um mês da sua inauguração oficial.

As obras de requalificação do CineTeatro Alba (CTA), que em Julho de 2010 tiveram início, num projecto com a assinatura do arquitecto Rui Rosmaninho, estão bem perto do fim: A abertura ao público está marcada para o próximo dia 27 de Abril.

A história do imóvel, que vem desde meados do Século XX, está em cada canto, em cada parede. O vereador da Cultura da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, José Licínio Pimenta, foi peremptório quanto aos desejos do Município no momento da sua recuperação: “Manter a identidade, conciliando-a com as exigências da modernidade”.

É visível a olho nu que a renovação desta infra-estrutura cultural conferiu-lhe um carácter contemporâneo baseado em linhas simples e minimalistas, mas com profundo respeito e em harmonia com os elementos de inegável valor arquitectónico que já apresentava. O interior então oferece pormenores deliciosos.

Luis Ventura, Diário de Aveiro, 31 de Março de 2012


imagem Jorge Sá

A renovação desta infra-estrutura cultural, cuja construção original data de 1950, pretende assumir um carácter contemporâneo baseado em linhas simples e minimalistas, mas com profundo respeito e em harmonia com os elementos de inegável valor arquitectónico que apresenta.

«As várias obras de reabilitação que temos no nosso curriculum foram determinantes na escolha da Lucios para a execução deste projecto, através de concurso público, e a sua considerável complexidade vai também elevar a nossa experiência e notoriedade no mercado da construção e obras públicas em Portugal», refere Filipe Azevedo, administrador da Lucios.

Da autoria do arquitecto Rui Rosmaninho, o projecto, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2012, contempla a renovação do auditório principal, mas também a criação de novos espaços, como uma sala polivalente no rés-do-chão e uma sala de café-concerto no primeiro piso.

No segundo piso, destaque para a construção de uma nova caixa de palco, zonas técnicas, camarins, área infantil, bar e serviços administrativos, além de diversos gabinetes de trabalho e uma sala de reuniões.

Para a Lucios – que nos próximos 12 meses estima facturar cerca de €40M, sendo que só no âmbito da reabilitação conta realizar metade do valor desta previsão –, a obra no Cineteatro Alba vai também ao encontro do desejo da empresa nortenha em alargar o seu raio de acção a nível nacional.

«Apesar das principais referências ao nível dos projectos de reabilitação que temos em curso se concentrarem na zona do Grande Porto, estamos a estudar várias obras públicas e privadas em todo o território nacional e vamos abraçar as melhores oportunidades e consolidar a nossa dispersão geográfica pelo país», acrescenta o mesmo responsável.

Fonte: LUCIOS, 2010

sábado, 12 de novembro de 2011

Ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria-a-Velha com sede em Cidade













Ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria-a-Velha com sede em Cidade

Ver Heráldica na Página do Municipio

Edital


Aviso n.º 20983/2011
Heráldica do Município de Albergaria -a -Velha com sede em Cidade

Diário da República, 2ª série, nº 203, 21/10/2011

João Agostinho Pinto Pereira, presidente da Câmara Municipal de Albergaria -a -Velha, torna pública a ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo do Município de Albergaria -a -Velha, após emissão de parecer 41974 Diário da República, 2.ª série — N.º 203 — 21 de Outubro de 2011 da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, em 12 de Julho de 2011, e que foi estabelecida em sessão ordinária da Assembleia Municipal de 23 de Setembro de 2011, sob proposta da Câmara Municipal, deliberada em reunião de 17 de Agosto de 2011, nos termos da alínea t) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5 -A/2002, de 11 de Janeiro:

Brasão — escudo de ouro, cruz de azul; orla de negro, carregada de oito rosas heráldicas de ouro, folhadas de verde e botonadas de vermelho. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco, com a legenda a negro: “MUNICÍPIO DE ALBERGARIA -A -VELHA”.

Bandeira — gironada de oito peças de amarelo e púrpura. Cordão e borlas de ouro e púrpura. Haste e lança de ouro.

Selo — nos termos da lei, com a legenda: “Câmara Municipal de Albergaria -a -Velha”.

E para constar e demais efeitos, se publica o presente aviso e se afixam editais de igual teor nos lugares públicos do costume.

14 de Outubro de 2011. — O Presidente da Câmara Municipal de
Albergaria -a -Velha, João Agostinho Pinto Pereira.


(anterior)




Armas - Escudo de ouro, com uma cruz de azul. Orla de negro carregada de oito rosas de ouro folhadas de verde e abotoadas de vermelho. Coroa mural de quatro torres de prata. Listel branco com a legenda de negro : " VILA DE ALBERGARIA-A-VELHA ".



Cruz de azul - Símbolo do espírito cristão, da representação das armas de D. Teresa e o antigo nome de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, a Rainha D. Teresa mandou criar a "albergaria", "servindo de exemplo à protecção aos pobres, aos doentes e aos desprotegidos da sorte".



Orla de negro - Representada de negro por ser deste esmalte que, em heráldica, se representa a honestidade e a terra.



Oito rosas de ouro - Representam a caridade, a generosidade, a esmola que se dá aos pobres, foi escolhido o ouro para as rosas porque este material significa nobreza, constância e liberalidade.
Escudo de ouro - Por ser este o material mais nobre.




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Novos Símbolos Heráldicos

Os deputados municipais de Albergaria-a-Velha reuniram-se em sessão no dia 23 de Setembro.

Nesta sessão, os deputados aprovaram os “Símbolos Heráldicos para o Município de Albergaria com sede em Cidade”, tendo sido feita uma ressalva pelo deputado Delfim Bismarck que alertou para algumas falhas.

Jornal Beira-Vouga

Ponto 2 – Apreciação e votação dos “Símbolos Heráldicos para o Município de
Albergaria-a-Velha com Sede em Cidade”;

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Imagens


Bustos do Comendador Martins Pereira (Albergaria-a-Velha) e Dr. Jaime Portugal (Angeja) que foram furtadas nos últimos dias.

Imagens:Igogo e Panoramio

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Terra a Terra



Semana a semana o microfone da TSF dá voz às gentes e aos sítios que visita. No Terra-a-Terra soltam-se os sons de conversas e reportagens que revelam as maravilhas da paisagem, o património e as histórias e personagens de todos os cantos do país.
Os saberes tradicionais, a gastronomia, o passado e a modernidade tem espaço garantido e em directo num programa de rádio que cruza as histórias do povo que somos.

Terra-a-Terra
Aos Sábados, das 09h10 até às 11h00

Emissão do dia 9/04/2011 directamente da Exploflorestal

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Museu da Região de Albergaria-a-Velha



Por Delfim Bismarck *

É uma necessidade urgente a elaboração de um projecto para a criação de um futuro Museu da Região de Albergaria-a-Velha. Caso contrário grande parte do espólio que o deveria constituir, perder-se-à irremediavelmente.

A constituição de um espaço museológico deste género, poderá e deverá contar com apoios comunitários, estatais, camarários ou, ainda, e como é corrente no nosso país, através da apresentação de uma candidatura no âmbito do Programa Operacional da Cultura (P.O.C.) ou no âmbito do Programa Operacional do Centro coordenado pela Comissão de Coordenação da Região Centro (C.C.R.C.), pois só assim será possível obter os recursos financeiros necessários e reunir as condições mínimas para o desenvolvimento de um projecto desta ordem.

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, é a entidade competente para a elaboração de um projecto Museológico desta ordem, deverá utilizar para tal um dos edifícios que já detenha para servir de sede do Museu, adaptando-o para o efeito, já que a ausência de um edifício apropriado parece muitas vezes ser o argumento principal para a apatia das autarquias nesta área.

A adaptação dos espaços a musealizar, é de extrema importância para um bom funcionamento do futuro museu, pois, só assim, o Concelho de Albergaria-a-Velha ficará dotado de um equipamento adequado nas áreas da investigação e da divulgação cultural.

Este espaço museológico, serviria de interligação entre a conservação, a investigação e a divulgação, tendo por objectivo mais geral o incrementar uma intervenção mais directa nos campos da acção pedagógica, da dinamização cultural e do turismo, que directa ou indirectamente levem a um desenvolvimento sustentado do concelho.

Ideia de há 100 anos

A ideia de criação de um Museu em Albergaria-a-Velha não é de agora. Rigorosamente há cem anos, mais precisamente em 1902, Patrício Theodoro Álvares Ferreira alertava para que "a Câmara Municipal destinasse nos Paços do Concelho ou no edifício da Cadeia nova, onde havia salas de sobejo, um compartimento somente destinado para objectos dignos de ser conservados e pertencentes ao território do concelho, o que serviria de núcleo a um pequenino museu".

Entretanto, os anos lá foram passando e, como parece já ser hábito no nossos concelho, muitas das peças que teriam o maior interesse em serem preservadas num ou para um Museu, lá foram sendo destruídas, vendidas, alteradas, descaracterizadas ou acabaram por sair definitivamente da nossa região, perdendo-se para sempre.

Já na década de 80, o Dr. José Simões Ferreira, legou à Câmara Municipal, para além de uma vasta biblioteca, um conjunto de objectos etnográficos ligados aos costumes locais, e que foram depositados num anexo da nossa "pseudo" Biblioteca. Também na mesma década, outros Albergarienses destinaram algumas peças dos seus espólios com vista à criação de um museu, como foi o caso do Comendador Manuel Arêde, que ofereceu à Câmara Municipal o seu colar e insígnias da Comenda da Ordem do Infante, para serem expostos num futuro Museu.

O próprio Dr. Jacinto Pires de Almeida, disponibilizou-se para oferecer a sua vasta colecção de Arte Sacra e o seu imenso arquivo pessoal para o mesmo fim, o qual, pela sua qualidade e quantidade, não teria paralelo em todo o distrito, o que nunca chegou a acontecer até ao seu falecimento em 2 de Outubro de 1995.

Também o Grupo Etnográfico e Cultural de Albergaria-a-Velha, detém, aproximadamente desde a mesma altura, na sua sede, um pequeno núcleo museológico etnográfico com bastante interesse, que se não fosse a sua iniciativa já se teriam perdido para sempre.

À semelhança destes, também alguns, senão muitos privados, detém objectos ligados ao passado do nosso concelho, que gostariam, um dia, ver expostos ao serviço da sua comunidade.

A propósito, seria conveniente que a actual Câmara Municipal, tomasse conhecimento e fizesse um inventário minucioso dos espólios arqueológicos oriundos das seguintes campanhas de escavações: "Mamoas do Taco" (pré-histórico), "Cristelo" (romano) e "Monte de S. Julião" (pré-histórico e romano). Pois, segundo julgo saber, restará uma pequena parte desse espólio. Terá evaporado? É urgente apurar responsabilidades e questionar os responsáveis pelo paradeiro dessas peças com milhares de anos. Também a parte documental deverá ser alvo da maior atenção.

O projecto

A criação de um espaço museológico numa região como a de Albergaria-a-Velha, onde não existe qualquer tipo de equipamento com estas características, coloca inevitavelmente várias questões sobre a sua estrutura e temática.

A vila de Albergaria-a-Velha, para além de sede de um concelho com mais de 20.000 habitantes, é o centro de uma região extremamente rica e diversificada, quer nos aspectos naturais e paisagísticos, quer em actividades tradicionais (algumas já extintas e outras em fase de extinção) como a exploração de minério, moagem, olaria, cestaria, gastronomia, doçaria, património monumental e arqueológico, e tantas outras.

Um futuro projecto museológico deve ser muito mais do que um espaço físico de exposições, mas sim um centro cultural que possibilite a investigação sobre a região e a sua divulgação nas vertentes pedagógica e turística, um espaço de animação cultural que traga à região iniciativas e acções exteriores, mas devidamente enquadradas com um plano e com a actividade do Museu.

Na nossa modesta opinião, uma das funções de um museu de "província", como deverá ser este, é identificar os que partiram e os que ficaram com as suas raízes ancestrais, promovendo a diferença e contrariando uma massificação excessiva da sociedade.

Em termos de estratégia de actuação, não se pretende que o museu seja um simples repositório de peças, mas sim um local de partida ou de chegada de e para a região. Que seja também uma pequena montra, com meio de informação e de orientação de locais de visita, procurando situar-se no eixo de uma rede concelhia de lugares de interesse, como: monumentos históricos, sítios arqueológicos, pontos de observação paisagística, etc., integrando-se, assim, no que hoje é denominado por "Ecomuseu", ou museu polinucleado, que permita outros pólos de interesse no concelho (como por exemplo: arqueologia urbana, arte sacra, pelourinhos ou cruzeiros, núcleus artesanais, núcleus molinológicos, etc.) fora do edifício do Museu.

"Neste caso, o Museu é a própria região. Pode-se perguntar: então, qual é o papel do edifício? Como atrás se disse, este é apenas a janela de onde se entrevê a região, mas também, o centro de recolha, conservação e estudo de materiais que, pelas suas características, não podem ficar no terreno. Local de recepção e informação através de materiais, textos e imagens, integrados num todo coerente, como objectivo de transmitir as realidades locais, desafios vencidos e problemas a resolver."

Há ainda grandes possibilidades de organizar pequenos núcleos museológicos temáticos nas freguesias do concelho, compondo, assim, uma pequena rede concelhia de Museus, que deveria integrar, também, museus de industria que possam vir a aparecer, nomeadamente ligados à industria da fundição, do papel, do minério, ou outras.

A disponibilização de um espaço físico para albergar um futuro núcleo museológico, com as condições mínimas de espaço, que permitam albergar uma série de equipamentos indispensáveis ao bom funcionamento de uma unidade museológica, constitui um elemento decisivo para a concretização da ideia que, como já foi referido, foi sendo adiada ao longo dos tempos. Para a elaboração deste projecto, deverão ser ouvidas as entidades mais directamente interessadas, como a autarquia, as juntas de freguesia, as escolas, as associações culturais e, acima de tudo, os munícipes, pois sem o empenhamento destes, nesse projecto colectivo, o Museu nunca será um "espaço vivo".

Justificação

Tendo em conta o que foi anteriormente exposto, entendemos conveniente que se torna necessário dotar a região de Albergaria-a-Velha de um equipamento de utilização colectiva desta natureza, considerando o seu relevante interesse social, que poderá constituir:

- um instrumento de apoio pedagógico, no quadro da interacção escola-meio;
- um meio de consciencialização da população local para os valores do património natural/cultural e melhor conhecimento de si própria;
- um centro de apoio à investigação regional;
- instrumento de dinamização cultural, promovendo acções de divulgação dos diversos patrimónios da região no exterior e trazendo a esta intervenções e conhecimentos complementares da actividade do Museu;
- complemento de atracção turística, sobretudo quando estão a despontar iniciativas de turismo rural.

Objectivos

Antes de expormos objectivos que presidem a um equipamento deste género, importa apresentar aqui a definição de museu adoptada pelo ICOM (International Council of Museums): "O Museu é uma instituição permanente, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, sem fins lucrativos e aberto ao público, que faz investigações sobre os testemunhos materiais do homem e do seu meio ambiente, ao mesmo tempo que os adquire, conserva e muito especialmente os expõe para fins de estudo, educação e recreio".

No seguimento desta ordem de raciocínio, o Museu da Região de Albergaria-a-Velha deveria ser:

- um centro de recolha e conservação de materiais arqueológicos provenientes da região (de escavações sistemáticas, acções de emergência, ou achados fortuitos);
- um espaço de informação e exposição de matérias e materiais com especial destaque para os temas mais significativos para a região;
- uma unidade de investigação científica, com vista ao desenvolvimento do conhecimento ao nível mais específico;
- um polo de dinamização cultural (lugar de estudo, educação e recreio) em cooperação com as escolas;
- uma "Central" distribuidora de percursos e informações sobre os lugares de interesse histórico-paisagístico da região;
- um meio de atracção turística, "prendendo" o visitante mais tempo na região, o qual pode aproveitar melhor a estadia; diversificando a oferta através de mais um produto cultural, espera-se contribuir para a escolha desta região como destino turístico.

Em suma, ainda no plano de alcance social, esta iniciativa tem por objectivo combater o imobilismo, parente próximo do derrotismo, que é o pior inimigo do homem.

Destinatários

Os destinatários de um projecto museológico, serão, de modo geral, todos os visitantes.

Podemos, no entanto, tentar ordenar o nosso público-alvo em três grupos principais:

- primeiro os Albergarienses (porque o museu será, em primeira instância, deles), os residentes e os não residentes que gostam de se rever na sua terra quando temporariamente regressam da diáspora, mais ou menos forçada, pelos diversos cantos do mundo;
- a população escolar, devendo o Museu ser uma extensão de apoio pedagógico às escolas;
- população exterior: investigadores e turistas (nacionais e estrangeiros). No grupo dos turistas será ainda necessário distinguir os de turismo cultural (que procuram mais documentação de apoio, percursos alternativos e interesse em conhecer melhor o património existente).

Tendo em atenção os diferentes tipos e níveis de público, o Museu, como instituição, deverá procurar ser o mais abrangente possível, adaptando-se aos interesses particulares de cada um.

Resultados esperados

Este projecto não persegue fins lucrativos, para além do auto-financiamento de algumas iniciativas, designadamente: publicações, edições de postais, réplicas, com um custo mínimo de ingressos.

Assim sendo, os resultados esperados, quantificáveis, só poderão reportar-se à frequência de visitantes/ano, o que, neste momento, é imprevisível, e ao apoio do mecenato. A este respeito, note-se, como mero indicador, que a Exposição sobre "Fotografias e Postais Antigos do Concelho de Albergaria-a-Velha", patente no edifício da antiga Cadeia desde 10 a 17 de Abril de 1994, organizada pelo Leo Clube de Albergaria-a-Velha, contou com mais de nove centenas de visitantes. Recorde-se, também, o número de pessoas que visitavam a vila de Albergaria-a-Velha, quando existiam carnavais, provas desportivas, eventos culturais de melhor qualidade, etc., demonstrando bem a carência de actividades culturais e lúdicas das nossas gentes.Talvez nos interessem mais os resultados de ordem qualitativa e que situamos ao nível da correspondência/adesão aos objectivos propostos: aumento substancial do conhecimento sobre a região e a temática cultural exposta; identificação dos naturais e residentes com as origens da terra a que pertencem, num espírito de regionalidade consciente e sã; reforço da componente turística, em termos de oferta cultural que rompa o que não foi uma política cultural nos tempos da "outra senhora".

Âmbito espacial da intervenção

O campo de actuação directa do museu será o Concelho de Albergaria-a-Velha. Preferimos, todavia, utilizar o termo "Região", por ir ao encontro de uma realidade mais natural, contrariando o artificialismo do recorte administrativo do concelho actual, saído do século XIX. Como é evidente, as recolhas de objectos terão em conta o princípio da territorialidade administrativa, embora o museu possa e deva vir a colaborar com municípios limítrofes, desde que solicitado para tal.

Num plano mais geral, aguarda-se a organização de uma rede regional de museus, em coordenação, no distrito de Aveiro, com o Museu Santa Joana, em Aveiro. Caso tal se verifique, o Museu da Região de Albergaria-a-Velha poderá vir a beneficiar da sua integração numa estrutura deste género. A proximidade com Aveiro pode trazer inúmeras vantagens, nomeadamente nos próximos anos, devído à realização de eventos de grande dimensão, como são, por exemplo, o Euro 2004 de futebol.

Metodologia de intervenção

Conforme se disse anteriormente, aquando da explicitação do que deveria ser o projecto, pretende-se que o mesmo seja inovador no seu campo. Um museu, hoje, não é um armazém de peças mais ou menos interessantes e mais ou menos antigas. Assim, seria demasiado fácil fazer um "Museu".

Na linha da chamada "Nova Museologia", procurar-se a circulação de um saber interactivo, jogando com as ciências humanas (Arqueologia/História...), as ciências naturais (Geologia/Biologia...), e outras como a Medicina ou a Estatística, para além de técnicas (relacionadas com o tipo de colecções existentes), tendo como ponto de apoio o edifício (e possível terreno em anexo) e a região, que está sempre presente.

Pensar é fácil!
Resta-nos, agora, esperar por um bom desempenho dos nossos autarcas em todas as áreas, em especial nesta, pois, só eles podem e devem liderar um projecto deste género.

NOTICIAS DE AVEIRO
editor Júlio Almeida actualizado em 29-03-2002

* Delfim Bismarck é historiador

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Posto de Turismo


Abriu no dia 7 de Junho de 2004 o primeiro Posto de Turismo de Albergaria-a-Velha. Neste espaço central, junto ao tribunal, o visitante poderá encontrar a mais diversa informação sobre os 15 concelhos que fazem parte da Região de Turismo da Rota da Luz: Águeda, Albergaria-a-Velha, Arouca, Aveiro, Castelo de Paiva, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar, S. João da Madeira, Sever do Vouga, Vale de Cambra e Vagos.

Para além de folhetos turísticos sobre estes concelhos, estão disponíveis guias temáticos (artesanato, gastronomia, museus, etc .), percursos de fim-de-semana, agendas de eventos e mapas.

Nesta fase experimental, o Posto de Turismo estará aberto até final de Setembro, todos os dias úteis, entre as 9h00 - 12h30 e 14h00 - 17h30. Porém, se a afluência se justificar, a Câmara Municipal não coloca de parte a hipótese de manter este novo espaço aberto durante todo o ano.

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Posto de Turismo

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Nota: apenas esteve aberto nesse ano.

Acta 21/11/2012

Vereador António Loureiro (CDS) – questionou sobre a existência de dados estatísticos sobre o número de visitantes/turistas que entram no município, mencionando a existência de um posto de turismo no centro da cidade, tendo o Sr. Presidente informado que não é possível contabilizar esses números, após o que deu a palavra ao Sr. Vereador Dr. José Licínio, que informou que o posto de turismo é da competência e responsabilidade da Região de Turismo do Centro e a sua abertura ocorreu somente num ano e foi sazonal, pelo período de três meses, com um colaborador pago pela referida entidade. Concluiu referindo que é prestado apoio aos visitantes do município, quer pelos serviços do edifício dos Paços do Município, quer pelos serviços do Cineteatro Alba, que se complementam pelos seus horários de funcionamento