quinta-feira, 29 de março de 2012

Normas de Utilização do Cineteatro Alba


Edital nº 34/2012
(extracto)

consultar o edital e anexo

Foi aprovado em reunião de Câmara o normativo que regulará a utilização do novo Cineteatro Alba.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Albuquerque Pinho

Aproxima-se o 10º aniversário do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho.

Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outro) pudesse realizar uma exposição em sua homenagem e ainda promover a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou algum livro ou brochura que o lembrasse.

Seria interessante e de fácil elaboração a publicação de um pequeno livro com a compilação das efemérides locais (publicadas a partir de Fevereiro 1993 no Jornal de Albergaria) a que se juntaria uma breve biografia do homenageado bem como uma exposição alusiva à efeméride.

Ficaram por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:

- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.

imagem e dados biográficos em Blog de Albergaria

“Albergaria-a-Velha- Oito Séculos, do Passado ao Futuro”

Durante a Feira do Livro de Albergaria-a-Velha, a 2ª edição desta obra fundamental do historiador António de Albuquerque Pinho mereceu inúmeros elogios dos visitantes que passavam pelo espaço da Câmara Municipal. Os mais impulsivos aproveitaram para comprar o livro no momento, mas houve muitos albergarienses que optaram por adiar a compra.

Assim, para todos aqueles que desejam adquirir agora a obra “Albergaria-a-Velha- Oito Séculos, do Passado ao Futuro”, informamos que ela se encontra à venda nos Paços do Concelho e nas 3 papelarias/ livrarias presentes na Feira do Livro: “Arte Livro”, “Papelaria do Mercado” e “Papelaria/ Livraria Moderna”. O preço de capa é de 20€.

Não adie por mais tempo esta oportunidade de conhecer melhor a admirável História do nosso Concelho!

https://arquivo.pt/wayback/20020809025409/http://www.cm-albergaria.pt/newsletter/newsletter.htm

quinta-feira, 22 de março de 2012

Os Padres Aredes

O apelido “AREDE” aparece no Distrito de Aveiro em meados do século XVI, e em Cucujães em 1864.

Como biógrafo do Abade João Domingos de Arede e no meu afã de conhecer seu passado, deparei-me com milhares de seus “parentes genealógicos” e destes, inúmeros elementos do clero e daí nasce este artigo que de maneira sucinta dá conta da passagem de 4 padres “Aredes” por esta região do Caima onde Cucujães se insere.

Comecemos pela Vila de Albergaria-a-Velha, onde a partir do ano de 1771 começou a paroquiar na igreja de Stª Cruz o Padre, Manuel Fernandes Arede, natural da Serra de Baixo, Castanheira do Vouga. Este padre teve uma longa vida eclesiástica de 60 anos pois o seu último registo nos livros paroquiais de Albergaria-a-Velha data do ano de 1831.

Teve este Pª Manuel Fernandes Arede a ingrata tarefa de registar os óbitos de 13 albergarienses mortos pelas invasores franceses, comandados pelo marechal Soult , entre os dias 11 e 17 de Abril de 1809.

Sucedeu-lhe na paróquia o seu sobrinho, o Padre José Fernandes de Arede, que aí se manteve até ao ano de 1860.

História de Cucujães - Valter Santos (Os padres AREDES na região do Caima) - extracto

ler texto completo

quarta-feira, 14 de março de 2012

Estabelecimento da Alameda 5 de Outubro



Edital n.º 029/2012
Estabelecimento da Alameda 5 de Outubro, em Albergaria-a-Velha - Termo da Concessão

http://www.cm-albergaria.pt//Templates/GenericDetails.aspx?id_object=18134

sexta-feira, 9 de março de 2012

Jornal de Albergaria


Albérico Ribeiro foi fundador e director do Jornal de Albergaria. Em cima Bilhete Postal de um leitor a solicitar o reencaminhamento do jornal para Frossos onde se encontrava (1954).

saber mais sobre os jornais locais em http://jornais-aav.blogspot.com

quinta-feira, 8 de março de 2012

Homenagem da AM a José Ricardo Bismarck



A Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha, reunida a 24 de Fevereiro, aprovou o voto de louvor a José Ricardo Bismarck que pediu a exoneração do cargo de Comandante dos Bombeiros Voluntários de Albergaria. A proposta, apresentada pelo CDS/PP, mereceu a aprovação de todos os deputados presentes, sendo a única excepção Delfim Bismarck, líder da bancada do CDS/PP, que justificou o facto, com uma declaração de voto, por ser irmão do homenageado.

(Leia a notícia na íntegra na edição da 1.ª quinzena de Março de 2012 do jornal Beira Vouga)

Notícia de 1997 do jornal Beira Vouga aquando da tomada de posse

quinta-feira, 1 de março de 2012

As Pontes de São João de Loure


Presidente da Câmara Municipal: Usou da palavra para informar (..)

Que, durante o mandato a que preside, já foram realizadas mais de seiscentas obras, sendo que algumas foram muito criticadas e desvalorizadas, nomeadamente a escola EB1/2 de Albergaria-a-Velha, que por quatro ocasiões estiveram em risco de não execução uma das quais com o contrato programa assinado. Convém mencionar que alguns cidadãos eram contra a sua construção, que houve muita celeuma à volta da mesma e foi graças ao seu esforço de persuasão que se encontra hoje ao serviço das crianças, sendo uma mais valia para uma melhor formação escolar.

As pontes de S. João de Loure, um trabalho que também lhe requereu um grande esforço com uma vitória alcançada, em que está construída uma faixa de rodagem de 7,50 m em detrimento dos 4,20 m de largura inicialmente previstos, que permite a passagem entre o concelho de Albergaria-a-Velha e o de Aveiro, em que também muitas vozes do contra se levantaram para que se mantivessem em ferro a preservar a memória futura. Nestes termos e em consideração à população, foi construído um monumento com os elementos da antiga ponte e publicado um livro para relatar a sua história às gerações futuras, sendo o autor do mesmo o Dr. Delfim Bismarck Membro, desta Assembleia, que estando por dentro do procedimento não relatou o esforço realizado para que as gerações vindouras se orgulhassem de pertencerem ao concelho e verificarem que ainda existem homens que se preocupam com o bem estar da população que os elegeu, isto sim é história e teria sido designadamente interessante que fizesse parte do livro o ofício redigido pelo Presidente da Câmara e enviado à Direcção de Estradas com as assinaturas dos autarcas de Albergaria-a-Velha e de Aveiro, um dos documentos mais importantes que certamente contribuiu de forma decisiva para a construção das pontes. Tanto se fala em história e na sua preservação para memória futura e afinal quando se tem a oportunidade, não se relatam os acontecimentos importantes e marcantes que originaram a história para que os vindouros tenham conhecimento do que na realidade aconteceu. As iniciativas da actividade municipal são desvalorizadas conforme relatou o Membro Municipal Miguel Meireles, o que é lamentável, porque quem as desvaloriza não tem conhecimento nem do trabalho e nem do esforço que estão por detrás da sua construção.

Delfim Bismarck – CDS/PP: Usou da palavra para comentar que as Estradas de Portugal lhe encomendaram um estudo sobre a história da ponte de ferro de S. João de Loure, para fazer um livro e quando o livro estava pronto para ir para a gráfica, a empresa Obrecol que pagou a publicação e a executou pediu-lhe para acrescentar um capítulo final com as plantas técnicas, características, com fotografias da nova ponte, que foi acrescentado e enviado por eles, porque não lhe competia elaborar esse capítulo.

Sobre a escola EB1/2 solicita explicações, por desconhecimento de causa, argumentando que foi crítico aos dois últimos mandatos presididos pelo Dr. Rui Marques, inclusive escrevia mensalmente artigos no jornal sobre aspectos que achava negativos da Câmara de então, não sendo militante de qualquer partido nem tão pouco membro da Assembleia na altura e não tendo qualquer responsabilidade relativamente à actividade camarária.

(…)

Adalberto Póvoa – PPD/PSD: Interveio para comentar alguns aspectos relacionados com a construção das pontes em S. João de Loure, que constituírem muitos amargos de boca e originaram muitas discussões acesas na Assembleia de Freguesia e ainda algumas divergências por inflamações com munícipes à época.

Informa que em relação à construção do memorial para perpetuar a memória da ponte de ferro, foi sugerida a sua construção pelo Presidente de Câmara de Albergaria-a-Velha, numa reunião em que estiveram presentes os quatro autarcas interessados com o Engº Joaquim Rosas, responsável pela Direcção à época, assim como um memorial de algo escrito que resultou num livro.

Estranha que o autor do livro tenha dito que o mesmo foi encomendado pela Direcção de Estradas e depois terem sido solicitadas correcções por parte da empresa Obrecol.

Comenta ainda que, já leu o livro e que existem excertos que não relatam parte da história da antiga ponte de ferro nem relatam aquilo que é a execução da arquitectura e obra de arte. Que não diga que o livro apenas contém trechos, frases e expressões históricas e que apenas acrescentou a nova estrutura da ponte, porque contém muito mais informação.

Delfim Bismarck_- CDS/PP: Usou da palavra em defesa da honra para esclarecer que a ideia do lançamento do livro foi da empresa Obrecol estando previsto no caderno de encargos e que foi a Obrecol quem pagou com a chancela das Estradas de Portugal. Que foi contratado um determinado número de páginas para relatar sobre a parte histórica, dos antecedentes até à ponte de ferro, que a compilação dos documentos que fazem parte do livro dependiam do seu critério. E que sobre a nova ponte foram entregues os projectos os quais tinham de ser resumidos incluindo também fotografias, desde que não ultrapassasse o número de páginas acordadas.

Presidente da Câmara Municipal: Referiu que ficou esclarecido com a intervenção do Membro da Assembleia Delfim Bismarck quanto aos critérios que usou na compilação dos documentos que fazem parte do livro e acrescenta que o papel de um historiador é investigar o passado, o percurso de um determinado acontecimento, onde todas as pistas/documentos alusivos ao mesmo são investigados e escritos para memória futura. -

Acta da Assembleia Municipal, 25/02/2011

A Ponte sobre o Rio Vouga

No dia 10 do mês de Julho de 1892 começou a construir-se a “Ponte de Ferro” de S. João de Loure, que foi posta à disposição do respectivo público no dia 23 de Fevereiro de 1896.

Esta ponte serviu a população durante 109 anos, foi encerrada ao público a 24 de Outubro 2005, sendo posteriormente desmantelada. Foi substituída por uma nova ponte aberta ao público a 26 de Julho de 2006.

Foi criado um memorial com partes da ponte antiga, sendo assim possível recordá-la.

Banda Velha União Sanjoanense (ver mais imagens neste endereço)

ver também Blog de Albergaria sobre o livro

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cineteatro Alba


A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha está a preparar uma exposição que integra as memórias do Cineteatro Alba, a ser inaugurada aquando da sua reabertura, ele que é um dos símbolos mais importantes do Município. Numa perspectiva de envolver a comunidade nesta viagem pelo passado do Cineteatro, a autarquia convida os munícipes a apresentarem objectos, documentos e outros materiais ligados à História do equipamento que possam ser expostos na Sala de Exposições do novo edifício.

Fotografias de eventos, bilhetes, cartazes, postais, peças decorativas... Tudo o que esteja relacionado com o antigo Cineteatro Alba pode ser apresentado no AMA - Arquivo Municipal (...).

Todos os materiais considerados pertinentes para a mostra serão formalmente requisitados, em regime de cedência temporária, sendo devolvidos aos proprietários no final da exposição.

CMA, 21/02/2012 (AO)

Apesar da comunicação da CMA considerar o dia 29 de Fevereiro como data limite para a recepção desses materiais isso não deverá ser o mais importante porque interessará antes que haja boas surpresas no material angariado para a exposição pois ainda falta algum tempo para a reabertura do equipamento.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

1992:Carnaval de Albergaria


Nos anos cinquenta Albergaria-a-Velha ostentou e sustentou o maior Carnaval do Pais. Não havia a predominância das viaturas de hoje, mas mesmo em carros de bois fizeram-se coisas verdadeiramente fantásticas que hoje só as fotografias amarelecidas pelo tempo faz saudade.

Com o advento de outros Carnavais Albergaria-a-Velha foi atirada para trás das costas e a carolice acabou por cair de madura.

No entanto o bichinho continuou a minar e não houve vacina que o matasse.

Daqui apareceu e ressurgiu o Carnaval albergariense que vai já na sua 6ª edição e tem vindo a deliciar os muitos turistas ou simples visitantes que nesta época vêm a Albergaria.

De ano para ano a festa tem vindo a ser cada vez maior. As pessoas empenham-se a valer e os carros alegóricos muito bem apresentados e bem enquadrados por grupos de samba, que este ano prometem trajar e vir para a rua, copiando o Brasil em toda a pujança carnavalesca e cobrindo apenas as vergonhas que fazem corar. O resto fica a nu, que é bem bom.

Mas este ano há uma novidade. As escolas e os jardins de infância juntaram-se e as crianças, que também elas têm dado ao Carnaval um toque de graciosidade, resolveram jogar na antecipação. E o dia 23 vai trazer a Albergaria-a-Velha um movimento desusado, porque só há duas vezes no ano: Domingo e terça feira de Carnaval, ou, melhor, dias 1 e 3 de Março.

Enfeites variados, dichotes escritos, carros com apresentação e a dizerem que sem as crianças o Carnaval de Albergaria seria bem diferente.

A cor, o desfile a dizer que criança também é gente e que quando chegar o dia grande, haver vamos quem dá mais cartas.

Albergaria-a-Velha revigora-se, vive o Carnaval como não acontece em outra terra e a gente de palmo e meio a dizer que está aqui para as curvas, ela que não conhece ainda o Carnaval da vida. Mas que vale a pena visitar a nossa vila na quadra carnavalesca, não tenham dúvidas. Como aperitivo fica por certo e a contento o próximo dia 23, venha ter connosco se for capaz de nos reconhecer, mas fique com a lembrança de que viu o maior Carnaval do distrito. Verdade, verdadinha, vá por nós se quer viver a verdadeira vida, rindo-se a bandeiras despregadas. O Carnaval começa aqui... em Albergaria-a-Velha.

A. J. VINHAS, O Aveiro, 13/02/1992

CARNAVAL DE ALBERGARIA É MESMO A SÉRIO

Albergaria-a-Velha tem pergaminhos quanto ao Carnaval. Esta gente é danada pr'a brincadeira como diria o Herman. Já foi mesmo o melhor Carnaval do pais. Entrou em decadência e agora o pessoal cá do sítio agarrou-os a valer. Em 5 anos tem crescido a olhos vistos e até já tem honras da TV.

Este ano a coisa promete. Os pequerruchos ajudados pelas professoras, pais e encarregados de educação querem ter o seu Carnaval.

E assim no próximo dia 26 de Fevereiro à tarde sai tudo para a rua. Ideias não faltam e a criançada vai divertir-se à brava. E não só porque os adultos, esses não vão perdoar, e com o Rei Momo, grupos de samba, carros alegóricos. batalha de flores, vai ser de arromba, Visitar Albergaria-a-Velha pelo Carnaval é assistir por certo ao melhor do melhor. Nós prometemos a reportagem, antes e depois. Venha até cá, quem sabe se vai ficar na fotografia? Experimente... e depois se verá.

JOSÉ VINHAS / O Aveiro, 06/02/1992

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Carnaval Albergariense em exposição no Museu da Cidade – Aveiro


Até ao dia 29 de fevereiro, está patente, no Museu da Cidade, em Aveiro, a exposição “Carnavais da Ria – Mostra de Carnaval dos Municípios da Ria”, que conta com uma secção dedicada ao Carnaval Albergariense.

Dos objectos e documentos expostos, cedidos pela Câmara Municipal, o visitante pode encontrar caretos concebidos por crianças e idosos no âmbito do Concurso de Entrudos, notícias de jornais antigos, um cartaz de 1954 e um postal do Carnaval de 1936, retratando a passagem do carro alegórico Alba pelo Edifício dos Paços do Concelho.

Para além de Albergaria-a-Velha, esta mostra conta com material dos Municípios de Ílhavo, Ovar, Estarreja, Aveiro, Águeda, Sever do Vouga e Murtosa. Trajes carnavalescos, máscaras, cartazes, fotos e os famosos cabeçudos compõem um conjunto tradicional, “que reflecte modos de vida, expressões culturais, crenças e costumes regionais, e que, simultaneamente, fomenta o conhecimento.”

CMA, 10/02/2012