quinta-feira, 29 de julho de 2021

A Necrópole Megalítica do Taco

http://aleph.letras.up.pt/index.php/tae/article/viewFile/10599/9676

 Fernando A. Pereira da Silva (1992)

--A Necrópole Megalítica do Taco (Albergaria-a-Velha), in Trabalhos de Antropologia e Etnologia , XXXII. Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia , Porto , pag. 263-292

terça-feira, 6 de julho de 2021

Corografia

Em sucessivos números do Boletim do Trabalho Industrial foram publicadas monografias sobre o estado das indústrias em vários concelhos do País. Foi autor de quase todas elas o eng. Anibal Gomes Ferreira Cabido, para quem a história ficou em débito pelo precioso trabalho que pôs à disposição dos vindouros (...) Publicou: Chorographia Industrial do Concelho de Albergaria-a-Velha (Districto de Aveiro), no Boletim n.o 53, Lisboa, 1911; ...

Guia de história da 1a. República Portuguesa - António Henrique R. de Oliveira Marques

Editorial Estampa, 1981


sexta-feira, 18 de junho de 2021

Eleições 1989

 

A oposição na Câmara de Albergaria-a-Velha

Há dias perguntaram-me, com alguma entoação sarcástica na voz:

— "Que oposição existe na Câmara de Albergaria-a-Velha?"

Nas eleições de Dezembro de 1989, os cidadãos eleitores foram bem claros nas suas opções e, assim, para a Câmara "deram" a maioria absoluta (4 elementos) ao CDS e a minoria a dois outros partidos (PSD - 2 elementos; PS - 1 elemento); e para a Assembleia Municipal não tendo dado a maioria absoluta a qualquer dos partidos "deram", no entanto, a maioria relativa ao CDS.

Por ter a maioria na Câmara, o CDS viu o seu "cabeça de lista" assumir a Presidência, como determina a lei, enquanto no seio da Assembleia Municipal foi eleita uma mesa CDS correspondendo, embora por via indirecta, à vontade dos eleitores que, com a maioria relativa, deram indicações claras de que desejavam o CDS a presidir a este órgão Autárquico. Neste último caso — da Assembleia Municipal — nem sempre foi assim pois há anos, e também sem qualquer dos partidos ter a maioria absoluta, uma ligação CDS - PS colocou a presidir à Assembleia um partido que não correspondia à vontade dos eleitores que apontaram, inequivocamente, para que fosse um elemento do PSD a exercer aquela função, já que este partido obteve então a maioria relativa.

Deste modo, temos, actualmente, em Albergaria-a-Velha, nos órgãos autárquicos municipais, duas situações bem distintas: uma na Câmara, onde a "oposição" pelo voto nada consegue contra a "maioria absoluta"; e outra na Assembleia Municipal onde, pelo voto, se duas das minorias se aliarem vencem a outra minoria, mesmo que esta seja a maior minoria.

Fica bem claro que na Assembleia Municipal é possível propor alterações e fazer aprovar ou não aprovar propostas da Câmara ou de qualquer um dos partidos representados nesta Assembleia, enquanto na Câmara a "oposição" - se a maioria estiver unida se  limita a ditar para a acta a sua opinião mas, como é óbvio, sem qualquer resultado prático.

Mas é assim que tem acontecido em Albergaria-a-Velha?

A "oposição" na Câmara nada tem conseguido?

Em meu entender, a "oposição" muito tem conseguido e no que me diz respeito, não me tenho limitado a ditar para a acta, mas tenho apresentado propostas que têm merecido a aprovação da Câmara, ou tenho procurado influenciar a Câmara de modo a que sejam alteradas propostas em discussão.

Mas na Câmara muitas das questões não são aprovadas por unanimidade?

É um facto e é o que relatam as actas, mas o que não se escreve nas actas é que muitas das deliberações por unanimidade (maioria mais oposição) só foram possíveis após intensos debates em que se modificaram profundamente as propostas iniciais, modificações que também têm tido por base as posições assumidas pela "oposição".

E tem sido assim porque em vez de uma "oposição", só usando a "crítica selvagem" (contra tudo e contra todos) optamos por uma "critica humana", isto é, por uma crítica que apresenta alternativas para os problemas em apreciação.

Temos tido êxito e por isso o resultado desta "luta" oposição-maioria, no seio da Câmara, só pode favorecer o Concelho de Albergaria-a-Velha, nosso objectivo primeiro quando tomamos posse do cargo de Vereador, mesmo em minoria absoluta e, assim, nos manteremos até ao fim do nosso mandato.

Por José António Laranjeira — Vereador (PSD)
Boletim Municipal nº 14, Fevereiro de 1992

terça-feira, 8 de junho de 2021

História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX


No âmbito das comemorações do centenário da Alba, o Município de Albergaria-a-Velha vai lançar o livro "O Mundo é um Moinho - História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX", de Raquel Varela e Luísa Barbosa Pereira. A apresentação oficial tem lugar a 19 de junho, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal. A lotação do espaço é limitada, pelo que é obrigatório fazer a marcação prévia através do endereço biblioteca@cm-albergaria.pt.

"O Mundo é um Moinho - História Económica e Social de Albergaria-a-Velha no Século XX" partiu de um arquivo raro em Portugal, o arquivo das fichas completas de todos os trabalhadores da Alba, uma das mais importantes metalúrgicas nacionais, desde o início do século XX até ao seu encerramento. São quase quatro mil fichas com informação detalhada de quem lá trabalhou, quando foi admitido, escolaridade, origem, etc. Isto permitiu às investigadoras Raquel Varela e Luísa Barbosa Pereira traçar um panorama histórico, ao longo de 100 anos, do mundo do trabalho na Alba.

Foi este o mote para um livro que não só traz a público estas informações, inéditas, que se enquadram e são explicativas da História global de Portugal, incluindo das ex-colónias, como olha a História económica e social de Albergaria-a-Velha no século XX, região conhecida por abrigar empresas que marcaram a história industrial de Portugal.

A coordenação da edição do livro esteve a cargo da historiadora Raquel Varela, que contou com a estreita colaboração dos técnicos do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha, que disponibilizaram fotografías, depoimentos e documentação variada para a investigação.




Em 2017 foi adjudicado à historiadora Raquel Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX.

A primeira apresentação do estudo dos trabalhadores da fábrica Alba no século XX (Alba - Uma História Económica e social) foi em 2019 no decurso das "Jornadas Europeias do Património". 

Raquel Varela, Com Luisa Barbosa Pereira (Antropóloga, FCSH/UNL) e Henrique Silveira (Matemático, CAMGSD/IST/UL) 

https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2019/10/06/historia-da-alba

“Há algo em Albergaria que ninguém imagina”

A historiadora Raquel Varela foi desafiada a conhecer por dentro a antiga Fábrica Alba, em Albergaria-a-Velha. Através da análise de antigas fichas dos trabalhadores da metalúrgica, Raquel Varela, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, pôde perceber o importante papel que esta grande indústria desempenhou no desenvolvimento do concelho. 

A Alba, um ícone de Albergaria e não só, foi fundada por Augusto Martins Pereira em 1921 e lá chegaram a trabalhar 700 operários em simultâneo. Acabaria por definhar no final da década de 1990 e fechou as portas no início deste século. O trabalho de investigação de Raquel Varela sobre a história económico-social da empresa vai dar origem a um livro.

Diário de Aveiro: Como nasceu a ideia de fazer uma investigação histórica sobre a Fábrica Alba?

Raquel Varela: Há algo em Albergaria que ninguém imagina. Trago colegas de outras partes do mundo para ver. O arquivo dos trabalhadores da Alba está digitalizado com as fichas, entradas, saída, idade, formação, acidentes, origem, quase tudo... É um mundo para estudar de forma intensiva a classe trabalhadora portuguesa e, claro, a história de Portugal, porque a Alba é uma das grandes empresas metalúrgicas do país no século XX.

Diário de Aveiro, 24/11/2019

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Exposição 100 Anos Alba - Uma História Global


Para comemorar o centenário de uma das marcas mais emblemáticas de Albergaria-a-Velha, da região e do País, a Câmara Municipal inaugura, no dia 5 de junho, pelas 16h00, a exposição “100 Anos Alba, Uma História Global”.

A mostra estará patente na Biblioteca Municipal até ao final do ano.

A Alba, fundição situada em Albergaria-a-Velha, é “uma marca portuguesa no mundo” que atravessa praticamente todo o século XX, com impacto nacional, nas ex-colónias e com exportações para a Europa e o Brasil. Dos bancos de jardim icónicos aos utensílios de cozinha, ao primeiro e único carro português, a Alba, registada oficialmente em 1929, permite-nos olhar a história global a partir de Albergaria-a-Velha.

A história começa com a industrialização portuguesa acarinhada pelo condicionamento industrial do Estado Novo, passa pela II Guerra Mundial, a Guerra Colonial, a independência das colónias, a Revolução dos Cravos, e terminará depois da restruturação produtiva após a adesão à CEE/UE e aos efeitos da concorrência na globalização depois dos anos 90 do século XX. A história da Alba abrange, assim, quase um século de um país em mutação profunda e do seu lugar na economia e no sistema internacional de Estados.

Para Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador da Cultura, “esta exposição assume especial importância por diversos fatores: Primeiro porque a ALBA é muito mais do que uma marca; Foi um modelo de progresso industrial, que atingiu um notável prestígio económico, social e cultural, não apenas na região mas em todo o país; Foi uma verdadeira escola técnico-profissional de um sem número de atividades e profissões, bem como uma das marcas pioneiras em utensílios domésticos, mobiliário urbano e acessórios diversos que marcaram o século XX português”.

“Esta exposição é uma "viagem no tempo" que há muito se desejava materializar e que é marcante na memória do nosso território”, conclui o autarca.

No âmbito das comemorações do centenário, será também editado um livro, da autoria da historiadora Raquel Varela, com lançamento previsto para o dia 19 de junho, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal.

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

100 ANOS DA ALBA, UMA HISTÓRIA GLOBAL - BIBLIOTECA MUNICIPAL

05 DE JUNHO | SÁBADO | 16H00

Patente de 05 de junho a 31 de dezembro de 2021

Horário

segunda-feira das 09h30 às 18h00, de terça a sexta-feira das 09h30 às 19h00, sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Palavras Cruzadas


 A 25.ª “etapa” da Volta a Portugal em Palavras Cruzadas é dedicada ao Concelho de Albergaria-a-Velha.

Palavras utilizadas (banco de palavras):

Alba, Albergaria, albergariense, Alquerubim, Alva, Angeja, António, Assilhó, Branca, bunho, Fontão, Fráguas, Francelina, Freirôa, Frossos, Gonçalo, Lápide, Loure, Malhoa, Moinhos, Napoleão, Osseloa, Pão, regueifa, Relvas, Risorius, Socorro, Taco, Tanques, Tavares, Torreão, turcos, Valmaior, Vouga.

Paulo Freixinho, 2017

1

(...)-a-Velha, concelho do distrito de Aveiro situado na Região do Centro (NUT II) e no Baixo Vouga (NUT III) (é o concelho com o maior número de moinhos inventariados da Europa).

3

Freguesia que fica na margem direita do Rio Caima (Locais de Interesse: Igreja Matriz, Capelas de S. Martinho, S. Luís, Nossa Senhora da Lapa, Senhora da Luz e Senhor dos Passos; Gastronomia: Vitela assada e lampreia; Artesanato: Tapeçaria).

5

Carta do Couto de (...), carta concedida por rainha D. Teresa, mãe do primeiro rei de Portugal, a Gonçalo Eriz, em 1117.

6

São João de (...), papas de abóbora e carolos de milho são duas iguarias desta freguesia que foi agregada à freguesia de Frossos.

8

Rota dos (...), rota que possibilita a visita a um dos elementos importantes da paisagem rural das linhas de água que percorrem o Concelho e que se distribui pelas aldeias de Vilarinho de S. Roque, Ribeira de Fráguas, Soutelo, Nossa Senhora do Socorro (vale do Rio Caima), Mouquim, Fontão e Fial.

9

Comendador José Luiz Ferreira (...), como presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, em 1868, tomou a decisão de construir um edifício para uns Paços do Concelho (1821-1877).

10

Pastéis de (...), bilharacos, lampreia, caldeirada de enguias, rojões com grelos e cabrito assado são iguarias desta freguesia de Albergaria-a-Velha.

12

Pateira de (...), espelho de água que se forma nos terrenos baixos do Vouga e que esconde imensos encantos.

13

Pão de (...), o afamado pão do concelho de Albergaria-a-Velha (sem til).

15

Natural ou habitante de Albergaria-a-Velha.

18

(...) de Canela, uma das iguarias da Gastronomia do concelho de Albergaria-a-Velha.

19

Centro Cultural da (...), da autoria de Carrilho da Graça, é um equipamento municipal que reúne excelentes espaços, salas de aula, ensaio e apoio administrativo, um auditório com 180 lugares e uma pequena Biblioteca, o que possibilita o ensino/aprendizagem da música, e das artes.

20

Metalúrgica fundada por Augusto Martins Pereira que aprendeu a arte da fundição em Boston, nos Estados Unidos da América (construiu panelas, bancos de jardim e até três automóveis; dá nome ao cineteatro de Albergaria-a-Velha).

25

Leitão assado, enguias fritas ou de caldeirada, rojões típicos e pão de Fontão são iguarias desta freguesia de Albergaria-a-Velha.

26

(...) Luiz Ferreira Leão, benemérito de Albergaria-a-Velha, o seu busto encontra-se sobre uma coluna no centro do jardim em frente ao edifício dos Paços do Concelho (1866-1922) (sem til).

27

Capela de Nossa Senhora do (...), foi erguida em 1856 como forma de agradecimento pela auxílio da Virgem durante um grande surto de cólera no concelho de Albergaria-a-Velha (a festa que lhe é dedicada, em agosto, é a maior e principal do concelho).

VERTICAL

1

(...) Fortunato de Pinho, autor da erudita monografia "Albergaria-a-Velha e o seu Concelho", em 1944, a qual, ainda hoje, é fundamental repositório de elementos; a sua casa - Arte Nova - faz parte do património do Concelho (1874-1958) (sem acento).

2

Festival de Humor e Arte de Albergaria-a-Velha.

3

Rio que flui devagar e sereno no concelho de Albergaria-a-Velha (nos vários parques ribeirinhos pode-se praticar exercício físico, conviver com amigos à volta de um belo piquenique ou simplesmente contemplar a serena paisagem).

4

Quinta das (...), situado na Freguesia da Branca, perto da Igreja Matriz de S. Vicente, é o primeiro Classificado como Imóvel de Interesse Municipal (conjunto do século XVIII).

6

(...) do Real Hospital de Albergaria, é um dos principais símbolos de Albergaria-a-Velha que relembra os habitantes das origens da sua terra (sem acento).

7

Especialidade centenária do concelho de Albergaria-a-Velha, estes biscoitos apresentam três variedades: Rosquilhas, Raivas e Bolos de Gema.

8

José (...), famoso pintor que, em 1883, pintou o quadro ‘O Vouga em Angeja’ (440 x 640).

10

Onde surgiu a “albergaria” a qual o fidalgo Gonçalo Eriz seria obrigado a manter e serviria para acolher, proteger e assistir os viajantes, pobres e doentes (Osseloa) (com acento).

11

Ribeira de (...), margem do Rio Fílveda, espigueiros, moinhos de água e Alto da Floresta são locais de interesse desta freguesia de Albergaria-a-Velha (sem acento).

12

Quinta da Vila (...), inserida na Reserva Ecológica da Pateira de Frossos, com excelente enquadramento paisagístico e de passagem de aves migratórias, está aproveitada para turismo de habitação.

13

Moinhos da (...), núcleo de moinhos de rodízio, um dos mais antigos existente nas margens do Rio Caima, no concelho de Albergaria-a-Velha, remontando, pelo menos, ao início do século XIX (sem acento).

14

(...) da Rotunda da Assilhó, foram transformados em museu de modo a preservarem a memória das lavadeiras de outros tempos.

16

Igreja de São (...), situada no Sobreiro, está revestida a azulejos da Fábrica da Biscaia (com cedilha).

17

Quinta do (...), onde está instalada a biblioteca municipal de Albergaria-a-Velha (sem til).

21

Esteiras de (...), produção tradicional de Frossos que está certificada; outros tipos de Artesanato do Concelho: latoaria, tecelagem (linho), bordados, cestaria, tapeçaria, rendas, trabalhos em madeira e pintura de azulejos.

22

Farinha (...), farinha certificada produzida nos moinhos pertencentes à Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha onde é moída segundo as técnicas ancestrais.

23

Mamoas do (...), conjunto de monumentos megalíticos, conhecidos em Albergaria-a-Velha desde o final do século XIX, que foram recuperados e valorizados.

24

Festival (...) de Portugal, evento que se realiza na Quinta da Boa Vista/Torreão e que recebe dezenas de produtores (sem til).



quinta-feira, 13 de maio de 2021

Jornal de Albergaria

Os cerca de quarenta títulos que ao longo de todos estes anos vieram a público, tiveram os mais diversos formatos, dimensões, géneros, orientações políticas, de cariz satírico ou formal, e deveram-se a muitos homens e mulheres que dispuseram do seu tempo, do seu saber e dos seus bens, de forma muitas vezes abnegada, com o apoio de empresas e casas comerciais, tornando possível que se registassem factos que dessa forma passaram a perpetuar-se no tempo, criando assim um alforge de informação histórica de grande utilidade para os tempos presentes e futuros. 

Mas hoje é dia de assinalar o aniversário do “Jornal de Albergaria”. Este é o periódico albergariense com vida mais longa, sobreviveu a suspensões revolucionárias, cortes de censura e falta de papel. 

Afirmou-se, na sua primeira série, como semanário regionalista independente, e acompanhou a vida local (cultural, social, desportiva) e municipalista ao longo de várias décadas.

Com início a 13 de Maio de 1911, apresentava-se como “Semanário independente”. Domingos Guimarães foi o primeiro diretor, Eugénio Ribeiro e redactor e como editor e secretário Albérico Henriques Ribeiro. Era composto por 4 páginas. – Delfim Bismarck Ferreira

Em 1915 Albérico Henriques Ribeiro assume o cargo de diretor, proprietário e editor.

Em 1919 Eugénio Ribeiro e Silva assume o cargo de diretor.

Em 1922, novamente pela mão de Albérico Henriques Ribeiro, surge como “Semanário defensor dos interesses do Concelho”, impresso na Tipografia Silva, em Albergaria-a-Velha, tendo Alfredo Mendes como Administrador.

Já a 19 de Fevereiro de 1927 apresentava-se como “Periódico Independente, fora e acima dos partidos, defensor dos interesses do concelho e da região da Beira-Vouga-Mar”, e a 26 de Janeiro de 1935 apresenta-se como “Semanário regionalista”.

Eugénio Ribeiro e Silva assume a direcção a partir do n.º 11, Albérico Henriques Ribeiro é editor e redactor e Manuel Silva o administrador. Era então composto por 6 a 8 páginas.

A 8 de Março de 1954, mantendo o mote, D. Helena de Carvalho e Ribeiro é diretora, editora e proprietária, sendo impresso no Colégio de Albergaria. O Engº. António Atanázio de Carvalho Henriques Ribeiro, por força legal, aparece como administrador cargo que manteve até Maio de 1970, data em que terminou a publicação.

Sob a direção do Dr. Mário Jorge de Lemos Pinto retoma a publicação a 19 de Fevereiro de 1993, sendo propriedade da Cooperativa de Comunicação Social de Albergaria-a-Velha, impresso na Coraze, em Oliveira de Azeméis. Assumindo a periodicidade quinzenal apresenta-se como projeto informativo de serviço público, com artigos de assuntos da atualidade cultural, política e social, história local, desportivos e artigos de opinião e publicidade. Tinha como principais colaboradores: o Dr. António de Albuquerque Pinho, o Dr. Augusto Neves, o Dr. Delfim Bismarck, o Dr. Jesus Vidinha e João Nogueira Melo, entre tantos outros. Composto por 24 páginas, cessou a impressão a 12 de Agosto de 2011, com o n.º 420.

Sete anos depois, a 15 de Março de 2018, o “Jornal de Albergaria” inicia a terceira série, mantendo a sua periodicidade quinzenal. Com sede na Rua da Azerveira, fração X em Albergaria-a-Velha e registado na Entidade Reguladora para a Comunicação com o número 127085, sai com uma tiragem média mensal de 6.000 exemplares.

A propriedade do jornal é da empresa Resumo Próprio – Comunicação Unipessoal, Lda tendo como sócia gerente Cecília Dias. A direção é assumida por Paulo Simões, filho e neto de albergarienses. Com experiência adquirida ao longo de mais de duas décadas ligadas à comunicação social, na imprensa local de Estarreja e de Albergaria-a-Velha. Numa primeira fase a composição e impressão do renovado “Jornal de Albergaria” decorreu na FIG – Indústrias Gráficas, S.A em Coimbra, e actualmente é impresso na Gráfica .

Site JA 2020

A imprensa local, no concelho de Albergaria-a-Velha, surgiu pela primeira vez no dia 1 de Maio de 1864 com a edição do jornal “O Vesicatório”. Assim, assinalou-se no passado dia 1 o 157.º aniversário da imprensa albergariense, e a 13 de Maio o 110.º aniversário do mais longo título albergariense, o “Jornal de Albergaria”.


terça-feira, 11 de maio de 2021

Edição em formato revista do Jornal de Albergaria - 110º aniversário


EDIÇÃO ESPECIAL 110º ANIVERSÁRIO

No próximo dia 13 de maio, o Jornal de Albergaria celebra 110 anos de vida. Para assinalar esta data tão importante vai para as bancas uma edição muito especial em formato revista.

Serão 84 páginas onde valoriza-se o melhor do concelho, a capacidade das suas gentes e é feita uma viagem pela história deste mais de um século de atividade.

História - Cultura - Arte - Educação - Saúde - Turismo - Trilhos - Moinhos - Gastronomia

ESTATUTO EDITORIAL

O “Jornal de Albergaria” é um quinzenário de informação pública geral, mas com carácter predominantemente regionalista, pluralista e independente cuja principal missão é defender os legítimos e verdadeiros interesses nacionais, regionais e concelhios, é um órgão estruturalmente independente de todos os poderes políticos, económicos, sociais, religiosos ou culturais, alargando esse espírito de independência também em relação aos seus próprios anunciantes, mas em contrapartida, ativamente e aberto a tudo o que contribua para a promoção material e cultural do povo de Albergaria-a-Velha. Considera a liberdade de expressão do pensamento que se integra no direito dos cidadãos a uma informação livre e pluralista, isenta e verdadeira, no respeito pelos direitos fundamentais da pessoa humana, como essencial à defesa da paz e ao progresso político, social e económico do país.

Identificado com estes princípios, que são os da verdadeira democracia, o “Jornal de Albergaria” compromete-se, tal qual se determina no artigo 17.º da Lei de Imprensa “a respeitar os princípios deontológicos da Imprensa e a ética profissional, de modo a não poder prosseguir apenas fins comerciais, nem abusar da boa-fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação”, distingue claramente as notícias – que deverão ser objetivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos para cujo apuramento devem ser ouvidas as diversas partes, e as opiniões, ou crónicas, que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis.

O “Jornal de Albergaria” recusa-se, a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade e considera que uma sociedade informada, transparente e participativa é condição base para o desenvolvimento individual e coletivo, económico e intelectual.

Jornal de Albergaria (3ª série)

RESUMO DO JORNAL

Tem data de 15 de Março de 2018 o nº 1 do novo Jornal de Albergaria agora na sua 3ª série. Tem periodicidade quinzenal e o director é Paulo Simões tendo Solange Ferreira como chefe de redação.

Jornal de Albergaria 

https://www.facebook.com/JornalDeAlbergaria 

Rua da Azerveira, n-2, Fracção X

3850-151 Albergaria-a-Velha

geral@jornaldealbergaria.pt

http://www.jornaldealbergaria.pt

Tel. 912 470 017

O Jornal de Albergaria na sua segunda série foi fundado no dia 15 de Fevereiro de 1993. Terminou em 12 de Agosto de 2011 com a publicação do nº 420. O único director desta série foi Mário Jorge de Lemos Pinto.

http://jornaldealbergaria.no.comunidades.net/

O “Jornal d'Albergaria” apareceu no dia 13 de Maio de 1911 e manteve-se durante sessenta anos.

O jornal foi fundado por Domingos Guimarães, Eugénio Ribeiro e Albérico Ribeiro.

1911 (ano 1, nº 1)

1970 (ano 58, nº 2182)

http://jornais-aav.blogspot.com

sábado, 24 de abril de 2021

Desfrutar Portugal 2020


O GOLDENBOOK lançou a edição especial DESFRUTAR PORTUGAL 2020 para divulgar as características únicas e imperdíveis do nosso País, com o seu vasto património natural e arquitetónico, biológico e histórico, do passado e do presente, oferecendo os mais variados destinos para visitar e desfrutar, desde cidades, vilas, aldeias, parques naturais, praias espaçosas e amplas, serras e paisagens protegidas.

Albergaria-a-Velha é um dos municípios presentes nesta edição, nas páginas 12 e 13, que convida os portugueses a desfrutarem plenamente o território nacional.

http://goldenbook.pt/books/desfrutarportugal/index-h5.html?page=1

https://www.cm-albergaria.pt/visitar/rotas-e-percursos/goldenbook


segunda-feira, 19 de abril de 2021

Calendário

calendário de 1987


Provincia: Beira Litoral Distrito: Aveiro Diocese: Aveiro Orago: Santa Cruz

Àrea aprox.: 15 598 ha Nº de Freguesias: 8 Nº de Habitantes: 21 683

Feriado: 3ª 2ª F. de Agosto

atracções turísticas: Torreão, Capela e casa de Santo António, Igreja, Alto de N. Sra. do Socorro, Largo das Cruzes, Pelourinho de Frossos, Igreja de Angeja

https://imagensdealbergaria.blogspot.com/2011/04/calendario-com-brasao-do-concelho-de.html