Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Arauto de Osseloa 11 de janeiro de 1973
O Distrito de Aveiro em Arauto de Osseloa - Albergaria-a-Velha
Bodas de prata paroquiais do Padre José Maria Domingues
Exposição nos Bombeiros de desenhos feitos pelas crianças das escolas do ensino básico
Provável extinção da Banda Alba
Visita de Eduardo Santiago pelo natal
A Rua do Jogo em necessidade de reparações
Trânsito na avenida
Serviços Municipalizados
Uma saúde ao nosso jornal - reportagem de Carlos Gomes sobre a passagem de ano
Uma nova loja
Saco de Promessas
(...)
terça-feira, 4 de agosto de 2020
Arquivo
•Documentação
•Registos de
autoridade
•Entidades
detentoras
•Funções
•Entidades
geográficas
•Pontos de acesso
não nominais
•Representações
digitais
Acervos
documentais (38)
•Administração do
Concelho de Albergaria-a-Velha
•Administração do
Concelho de Angeja
•Assembleia
Municipal de Albergaria-a-Velha
•Assembleia de
Freguesia de Alquerubim
•Assembleia de
Freguesia de Frossos
•Bilhetes-Postais
de Albergaria-a-Velha
•Casa do Agro
•Comenda de
Frossos
•Comissão
Municipal de Arte e Arqueologia de Albergaria-a-Velha
•Comissão
Municipal de Higiene de Albergaria-a-Velha
•Comissão
Venatória Concelhia de Albergaria-a-Velha
•Comissão de
Recenseamento dos Jurados de Albergaria-a-Velha
•Comissão do
Recenseamento Eleitoral de Albergaria-a-Velha
•Companhia de
Celulose do Caima
•Conselho
Municipal de Albergaria-a-Velha
•Cooperativa de
Comunicação Social de Albergaria
•Câmara Municipal
de Albergaria-a-Velha
•Câmara Municipal
de Angeja
•Câmara Municipal
de Paus
•Câmara Municipal
de Pinheiro
•Escola de Ensino
Primário Elementar da Freguesia de Alquerubim
•Fernando Augusto
Pereira da Silva
•Foto Gomes Albergaria-a-Velha
•Fotografias de
Albergaria-a-Velha
•Fábrica
Metalúrgica Alba
•José Bernardo da
Silva Cabral
•João Ferreira
Pinto
•João Gomes
Soares
•Junta de
Freguesia da Branca
•Junta de
Freguesia de Alquerubim
•Junta de
Freguesia de Frossos
•Juízo Ordinário
do Julgado de Paus
•Miguel da Silva
•Notícias de
Imprensa
•O Arauto de
Osseloa
•Rui Jorge da
Silva Pereira Pinto
•Sport Clube Alba
•Vicente Ferreira
da Silva
Câmara Municipal
de Albergaria-a-Velha
Zona de
identificação
Identificador
CMALB
Forma autorizada
do nome
Câmara Municipal
de Albergaria-a-Velha
Forma(s)
paralela(s) de nome
Outra(s) forma(s)
do nome
Tipo
Zona de contacto
Município de
Albergaria-a-Velha Contacto principal
Tipo
Endereço
Endereço - Praça
Comendador Ferreira Tavares
Localidade -
Albergaria-a-Velha
Região - Aveiro
Nome do país -
Portugal
Código Postal -
3850-053
Telefone - +351
234 529 300
Fax - +351 234
522 225
Email - geral@cm-albergaria.pt
Nota
Arquivo Municipal
de Albergaria-a-Velha
Tipo
Endereço
Endereço - Rua
Doutor Castro Matoso
Localidade -
Albergaria-a-Velha
Região - Aveiro
Nome do país -
Portugal
Código Postal -
3850-030
Telefone - +351
234 520 191
Fax
Email -
arquivo.municipal@cm-albergaria.pt
Nota
área de descrição
história
contexto cultural
e geográfico
Mandatos/Fontes
de autoridade
estrutura administrativa
Políticas de
gestão e entrada de documentos
Prédios
O edifício do
Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha localiza-se na Rua Doutor Castro
Matoso.
Acervos
documentais
Instrumentos de
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área de acesso
horário de
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acesso e uso
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Identificador da
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Regras ou
convenções utilizadas
Estatuto - Versão
provisória
Nível de detalhe
- Mínimo
quinta-feira, 30 de julho de 2020
Fonte da Telha
Uma boa fotografia desta belíssima fonte que deu o nome à Fonte da Telha.
Fonte centenária (já muito anterior ao meu avô José Ribeiro), de água corrente, com dois tanques de granito, onde, durante décadas, as populações (essencialmente mulheres) vinham lavar roupa e encher os cântaros de água para beber e cozinhar.
Ponto de encontro de gentes da nossa Albergaria, como era comum e habitual noutras fontes e lavadouros.
Zona privilegiada de nascentes que embelezam e enriquecem estes terrenos frondosos.
Margarida Mourão Ribeiro, 25/06/2020 (retirado do facebook)
Foto partilhada por Celso Santos no facebook A nascente da Fonte da Telha)
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Na Esquina
ACABAR COM OS VEREADORES A TEMPO INTEIRO
Todas as Câmaras municipais têm vereadores a tempo inteiro, adjuntos e secretários.
O número de uns e de outros varia consoante a dimensão da autarquia. Admito que, em média, a coisa seja como em Albergaria: dois vereadores a tempo inteiro, um adjunto, um(a) secretário(a). Câmaras haverá com mais, outras com menos. Por isso, é uma média.
Quanto se gasta com este staff?
Contas por alto, admitamos que, em gastos directos, sejam uns 8.000€/mês (brutos) para os quatro, ou seja, 112.000€/ano.
Temos 308 municípios, e é só multiplicar: 34.496.000€/ano.
Isto, em gastos directos. Mas há os gastos indirectos: automóveis, telemóveis, consumíveis, desperdícios, etc.
Quanto vale isto? Não sei, mas admitamos mais 20%. Um total, portanto, superior a 41 milhões de euros, por ano.
E cabe perguntar: que faz esta gente? Ou melhor: que faz esta gente, que os funcionários das câmaras não possam, ou não saibam fazer?
Os funcionários das câmaras são trabalhadores experimentados, com provas dadas, habilitações adequadas, com quem o Estado (com os nossos impostos) já gastou na sua preparação. São partidariamente isentos, dedicados (ou pelo menos obrigados) ao serviço público. Estão vinculados à lei e respondem, perante os cidadãos e os tribunais, pelo zelo e diligência com que cumprem as suas funções.
Já os vereadores permanentes, adjuntos e secretários são o pessoal partidário que constitui “o gabinete da presidência”, apenas vinculados ao presidente, trabalhando para a sua manutenção no poder, cuidando das respectivas clientelas político-partidárias. E, como agora se vê por todo o lado, são a estrutura que prepara a recandidatura dos actuais presidentes, ou que suporta a candidatura de um dos vereadores.
A preparação desta gente, em termos de administração autárquica, é em geral nula: apenas se lhes exige fidelidade partidária e voluntarismo.
Sendo assim, porquê, nos tempos de contenção em que vivemos, a existência destes gabinetes, suportados pelos impostos dos portugueses, quando é certo que os funcionários camarários cumpririam bem melhor as suas funções? Pois, de duas, uma: ou as tarefas desse pessoal são administração autárquica, e então lá estão os funcionários que estão mais preparados para as desempenhar. Ou as suas tarefas são de natureza político-partidária, e então não têm que ser pagos pelo orçamento da autarquia!
Seria preferível voltar aos tempos antigos, em que ser vereador era um serviço público, sem outra remuneração que uma senha de presença nas respectivas reuniões, e em que o trabalho técnico era desempenhado pelos funcionários, que são preparados para isso.
E assim se poupavam uns milhões de euros, muito preferível a que o Governo os vá buscar despedindo funcionários públicos, ou cortando as pensões de reforma.
FB
ALBERGARIA SEM VIDA
Faz agora um ano que publiquei no Jornal de Albergaria um artigo sobre o antigo Girassol, e que agora é o Praça Pública, ali entre os Paços do Concelho e a Casa da Justiça. Fiz-lhe um pouco da sua história, enalteci o espaço de convivialidade que tão bem desempenhou, lamentei o seu desdouro e censurei o marasmo em que agora se atolou.
Um ano decorrido, tudo continua na mesma, ou pior. O edifício mantém-se hostil à ampla frequência pública que antes tinha, e por isso, ao começo da noite, o centro da vila (não me habituo a chamar-lhe cidade) fica deserto, inóspito, esvaindo-se de pessoas que, como sombras, se vão afastando.
Escrevi mais ou menos isto (aproveitando agora um título emprestado):
Em 1973, o presidente da Câmara de Albergaria, José Nunes Alves, imaginou a instalação de um café na praça em frente aos Paços do Concelho. Nessa altura ainda não existia o edifício do tribunal, nem a actual Alameda (pastelaria e escritórios). Havia apenas o terreno amplo, com ameixoeiras e diospiros. Ali, um café seria um excelente espaço de convivialidade e de movimentação cívica e comunitária, criando um complemento importante ao centro cívico da vila. Uma espécie de sala de estar, categorizada pela localização e pela vizinhança dos Paços do Concelho (onde, além da câmara, funcionavam os serviços municipalizados, a tesouraria e repartição de finanças, o tribunal e as conservatórias) e pelo restaurante da Casa Alameda, que nessa altura era um referencial turístico da vila (talvez o único).
Alder Lemos Lopes interessou-se pela ideia e construiu ali o café, em regime de contrato de concessão com a câmara municipal. O projecto, da autoria do arquitecto Gigante, era básico, como convinha: um edifício de um piso, circular, totalmente envidraçado, excepto o lado dos serviços (arrecadação, cozinha e WC), virado para o cinema. À frente, para os Paços do Concelho, ficava a esplanada sob as ameixoeiras. O estacionamento era farto e à vontade. De tão simples, e aberto para todos os lados, com largas e despretensiosas vidraças, mobiliário moderno e simples, o edifício era atraente e aprazível. Inaugurado como café e snack-bar, o Girassol (assim foi designado) logo se tornou um local de eleição para o convívio e o encontro dos albergarienses.
As pessoas visitavam-no e frequentavam-no, de manhã até à meia noite (no verão até era mais), sete dias por semana, fosse para a conversa de grupos, fosse para a leitura de um jornal ou um livro, fosse apenas para a contemplação de quem passava nas ruas, num “dolce fare niente” que é também um dos prazeres da vida. O sol jorrava intensamente, para satisfação dos mais idosos que ali espreguiçavam na cavaqueira do futebol e da política.
Era também o local de encontro de quem vinha de fora, porque era uma referência simples e directa: “encontramo-nos no café em frente à câmara”.
Quando em 1980 foi inaugurado o edifício do tribunal, das conservatórias e do notariado, assim completando o centro cívico, o café ganhou maior importância, como local de passagem quase obrigatório das pessoas que acediam a estes serviços públicos.
O Girassol tinha os seus clientes fiéis: mesmo quem almoçava na Casa Alameda, vinha ali tomar o café. Clientes eram praticamente todos os albergarienses que cultivavam o convívio e o “sair de casa”. O espaço era amplo, a esplanada um amplo palco estratégico para quem se entretinha a ver quem passava. Ponto comum a todo o tipo de utilizações, era um espaço óptimo de relações humanas.
O café Girassol acabou no início da década de noventa: foi demolido e substituído por uma outra construção, onde se pretendia manter o café, com a nova valência de restaurante.
Mas o projecto foi claramente infeliz. Não se percebeu que aquilo que fazia a beleza do Girassol e que o tornava um local por excelência de convivialidade era a sua abertura ao exterior, as suas vidraças – e o que foi construído em seu lugar foi exactamente o oposto. Nasceu um edifício bisonho, fechado, com uns requebros classicistas que o tornam sisudo e pesadão, com um arremedo de esplanada para o lado da estação, mas em flagrante conflito com um lago e uma queda de água que, com um bocado de vento, salpica os circundantes. Por dentro, o edifício é claustrofóbico, e quem lá se senta, ou olha para a televisão, ou para as outras mesas: a visão ao exterior, para os Paços do Concelho, para o tribunal, para o jardim, enfim, o “ver quem passa” torna-se praticamente impossível, porque agora, em vez de largas vidraças, passou a haver janelos e postigos, frestas e paredes, a despensa e a cozinha!
O edifício que sucedeu ao excelente Girassol perdeu a funcionalidade natural de sala de estar do centro da vila. E a sua existência lá se veio arrastando penosamente, por mais vinte anos, com gerências desinteressantes e frequência minguada, toda a gente lamentando o desaparecimento do antigo edifício.
Mas se isso era mau, pelo muito que se perdia de rossio e praça de estar de Albergaria (…), pior é agora a utilização que dele estão a fazer.
Redenominado de Praça Pública, ele é hoje a negação do que deve ser um edifício de matriz pública, num local central!
As poucas janelas ou postigos que ainda tinha estão agora praticamente tapados, certamente impedindo que se veja de fora para dentro, mas também a inversa.
Depois, o seu funcionamento é desadequado à sua geratriz de local de convívio e de estar: o “bar”, ou discoteca têm por natureza uma frequência redutora e sectorial, que está nos antípodas da frequência heterogénea dos que apenas pretendem ler o jornal, falar, ou encontrar-se com alguém, ou simplesmente “estar”, no remanso dos dias que passam. Hoje, aquele já não é um local para os albergarienses, novos ou velhos, homens ou mulheres: é um local para uma franja de freguesia muito estreita, provavelmente muito nocturna.
Não se pode consentir em dar esse destino a um espaço central e municipal, que com tanto êxito e eficácia já desempenhou um excelente papel de potenciador da convivialidade dos albergarienses.
O que espanta, é que estas incidências ocorram aparentemente sem qualquer reacção ou oposição da câmara municipal, que é, digamos, a “dona” do edifício, e que assiste, impávida, à subversão da sua finalidade. É um estranho conceito de “interesse público” este, da câmara municipal, que aceita a instalação de semelhante equipamento nas suas “barbas”, pois não é crível que ignore a nova prática comercial que vem sendo ali prosseguida.
O edifício é um bem municipal, pertence à autarquia. A sua exploração foi cedida em regime de concessão, ou pelo menos de arrendamento, a que necessariamente há-de presidir o interesse público do seu funcionamento. E não é isso que acontece.
FB 13/01/2012
AS ELEIÇÕES NA MISERICÓRDIA E JOÃO AGOSTINHO: UM AJUSTE DE CONTAS FRUSTRADO
As eleições para os corpos gerentes da Misericórdia de Albergaria decorreram ontem com uma participação record de 442 eleitores. Venceu a lista A (integrada quase totalmente pelos actuais dirigentes) com 318 votos, contra 119 votos da lista B. Os associados expressaram, com larga maioria, que os actuais dirigentes devem continuar por mais um mandato.
Rectificação da pontuação: "Todos vencedores? Não. Houve um único derrotado: João Agostinho Pereira, presidente da Câmara de Albergaria".
FB 11/11/2011
FALTAM ESPAÇOS PÚBLICOS VERDES
O tempo e os dias ainda convidam a caminhadas e passeios de bicicleta, ao fim do dia ou ao fim de semana. Mas em Albergaria não temos espaços para o fazer com prazer e em segurança. Os passeios são irregulares, as estradas são perigosas, por causa do trânsito. Não é compreensível que as terras vizinhas (Estarreja, Murtosa, Ovar, Águeda, Aveiro, Sever...) tenham ciclopistas e trilhos pedonais devidamente pavimentados, sinalizados e protegidos, e em Albergaria não exista um único percurso! Aqui, as crianças e os idosos andarem de bicicleta pelas ruas é uma aventura de desfecho imprevisível. Caminhar pelo gosto de o fazer é apanhar com os escapes dos automóveis, ou correr o risco de um atropelamento ou de um tropeção.
Os aglomerados urbanos devem ter pelo menos 9m2 de espaço público verde por habitante. Segundo esta regra, Albergaria devia ter 50.000 ou 60.000m2 de espaços públicos verdes. Mas se houver 2.000m2 já será muito.
FB 21/09/2011
Os nossos "estádios"
Vejo as obras da futura biblioteca (na praça D. Teresa) e as obras do futuro centro cultural/cine teatro Alba. Serão dois edifícios enormes, totalmente fora de escala.
Quanto se gastou nas demolições? Quanto se gastará nas construções? E no seu mobiliário e no seu equipamento? Quanto custará, um dia, a manutenção/conservação de um e de outro? E o seu funcionamento, com pessoal, electricidade, aquecimento, etc?
E com a crise que aí está, e que será ainda mais pesada nos próximos anos, com cortes nos orçamentos das autarquias – haverá dinheiro para tudo isso?...
Em 1997 e 2000 escrevi vários artigos no Jornal de Albergaria, em que defendi que o centro cultural e a biblioteca deviam ser um só edifício, exactamente o Cine-Teatro Alba: com obras de adaptação, claro.
Com a crise em que o País está, sem dinheiro para nada, estou cada vez mais convencido que esta ideia estava e está certa: um só edifício para os dois equipamentos era a solução. O dois edifícios, o seu mobiliário (e a sua manutenção) vão deixar as finanças municipais na penúria.
Ao Cine Teatro chamam-lhe “o monstro”. Do mal, o menos: o pior é se os dois edifícios, a biblioteca e o cine teatro, virão a ser para Albergaria o que os Estádios de futebol são para Aveiro, Leiria, Algarve, etc: sorvedouros de dinheiro, na construção e na manutenção.
As megalomanias saem caras. O óptimo é inimigo do bom.
FB 20/08/2011
Mário Jorge Lemos Pinto
copy+paste do facebook - FB (textos de 2011, 2012, )
Os nossos "estádios"
Vejo as obras da futura biblioteca (na praça D. Teresa) e as obras do futuro centro cultural/cine teatro Alba. Serão dois edifícios enormes, totalmente fora de escala.
Quanto se gastou nas demolições? Quanto se gastará nas construções? E no seu mobiliário e no seu equipamento? Quanto custará, um dia, a manutenção/conservação de um e de outro? E o seu funcionamento, com pessoal, electricidade, aquecimento, etc?
E com a crise que aí está, e que será ainda mais pesada nos próximos anos, com cortes nos orçamentos das autarquias – haverá dinheiro para tudo isso?...
Em 1997 e 2000 escrevi vários artigos no Jornal de Albergaria, em que defendi que o centro cultural e a biblioteca deviam ser um só edifício, exactamente o Cine-Teatro Alba: com obras de adaptação, claro.
Com a crise em que o País está, sem dinheiro para nada, estou cada vez mais convencido que esta ideia estava e está certa: um só edifício para os dois equipamentos era a solução. O dois edifícios, o seu mobiliário (e a sua manutenção) vão deixar as finanças municipais na penúria.
Ao Cine Teatro chamam-lhe “o monstro”. Do mal, o menos: o pior é se os dois edifícios, a biblioteca e o cine teatro, virão a ser para Albergaria o que os Estádios de futebol são para Aveiro, Leiria, Algarve, etc: sorvedouros de dinheiro, na construção e na manutenção.
As megalomanias saem caras. O óptimo é inimigo do bom.
FB 20/08/2011
Mário Jorge Lemos Pinto
copy+paste do facebook - FB (textos de 2011, 2012, )
terça-feira, 14 de julho de 2020
Sirene dos bombeiros
Sirene dos Bombeiros - Importante Alteração
Albergaria-a-Velha cresceu significativamente nos últimos anos. A velha urbe não pára de se alargar em todas as direcções e o pólo industrial concentrou-se essencialmente a norte a considerável distância do centro urbano, ajudando à dispersão e afastamento do quartel de grande parte dos efectivos dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha.
Por outro lado, a qualidade de vida dos residentes na parte central da vila há muito que vinha sendo abalada devido à incomodidade da SIRENE, especialmente a altas horas da noite, e à crescente dificuldade de circulação que o movimento de viaturas provoca por ocasião dos grandes sinistros que infelizmente têm fustigado o Concelho com alguma frequência.
Os tempos mudam, as tecnologias vão evoluindo como consequência do progresso e resposta às novas necessidades e os Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha decidiram adoptar uma nova forma de alerta e chamamento dos seus efectivos ao quartel, substituindo a velha sirene por um "PAGER" individual, pequeno aparelho de recepção de mensagens pré-gravadas e accionadas via telefone a partir do quartel.
Trata-se de uma importante modificação nos procedimentos tradicionais em matéria de alerta, mais eficiente, já que cada Bombeiro é avisado individualmente e de imediato pelo sinal sonoro ou vibratório emitido pelo seu "PAGER" - o qual lhe transmite ainda qual o tipo de sinistro para que é chamado - é menos perturbador, uma vez que desaparece o até aqui habitual silvo estridente da sirene com todos os inconvenientes que implicava.
Esta alteração de procedimentos, que implica um significativo esforço financeiro da Corporação, está em vigor desde o início de Junho, Razão pela qual deixou já de se ouvir a tradicional sirene que, de futuro, somente será utilizada em casos transcendentes ou situações de calamidade pública.
Albergaria-a-Velha, Junho de 1997
A Direcção e o Comando
Fonte: Beira Vouga, 30-06-1997
Regressa a sirene dos Bombeiros
Os bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha, informam a população que a partir do dia 1 de Agosto de 2002, o sistema de sirene automática (Bip's), deixa de funcionar para alertar todos os bombeiros de qualquer situação anormal, voltando a ser accionada a sirene do quartel, o que nos devolve a memória dos tempos antigos.
O toque da sirene, não é de todo a maneira mais prática e eficaz de proceder, pelo barulho que provoca, principalmente de noite.
A maioria dos bombeiros, não reside junto do quartel, por isso nem sempre é audível o toque, o que origina toques constantes e prolongados, em qualquer situação o que gostaríamos de evitar.
Durante o dia, o local de trabalho dos bombeiros fica longe do quartel, por isso não se ouve a sirene.
Para isso, o Comando e a Direcção estão a desenvolver todos os esforços para que a situação não se prolongue por muito tempo a fim de conseguirmos uma eficiente chamada dos soldados da paz para socorrer rapidamente quem mais precisa.
Até lá, resta-nos pedir o todos, que compreendam a atitude tomada mas é uma situação que nos ultrapassa e à qual somos alheios.
Fonte: Jornal de Albergaria, 09-07-2002
Sirene volta a tocar
A Sirene do antigo quartel dos Bombeiros, vai voltar a tocar aos domingos e feriados às 12 horas.
Também será accionada sempre que necessário por motivos operacionais.
Fonte: Site Bombeiros, 14-03-2019
quinta-feira, 25 de junho de 2020
2002 - Relvados Sintéticos
Cinco relvados sintéticos em Albergaria-a-Velha
Os cinco campos de futebol de Albergaria-a-Velha vão ser dotados de relvados de piso sintético, o que exigirá da autarquia municipal um investimento da ordem dos 200 mil contos. Depois do sucesso que está a constituir a relva sintética implantada no estádio municipal António Augusto Martins Pereira, onde foram investidos 50 mil contos, seguem-se os campos das freguesias de Frossos, São João de Loure, Alquerubim e Branca, onde os clube do concelho, Alba, Beira Vouga, Azuis do Fial e Alquerubim efectuam os seus jogos oficiais.
O Jogo Nº 316 / 17 Qui, 3 Jan 2002
Os cinco campos de futebol de Albergaria-a-Velha vão ser dotados de relvados de piso sintético, o que exigirá da autarquia municipal um investimento da ordem dos 200 mil contos. Depois do sucesso que está a constituir a relva sintética implantada no estádio municipal António Augusto Martins Pereira, onde foram investidos 50 mil contos, seguem-se os campos das freguesias de Frossos, São João de Loure, Alquerubim e Branca, onde os clube do concelho, Alba, Beira Vouga, Azuis do Fial e Alquerubim efectuam os seus jogos oficiais.
O Jogo Nº 316 / 17 Qui, 3 Jan 2002
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Manual de Identidade
Marca
A marca Albergaria-a-Velha pretende-se simples, directa e afirmativa. Evoca a sobriedade histórica da lápide fixada na frontaria do Hospital, na sequência do acórdão da Relação de Lisboa (1629), onde se encontra o primeiro registo de Albergaria enquanto vila intrinsecamente associada à defesa social e benemerência. Evoca igualmente a Carta do Couto d' Osselôa, de 1155 (primeiro documento em que Portugal aparece com o estatuto de reino).
As versões existentes da marca Albergaria-a-Velha pretendem torná-la num objecto versátil e que responda com maior eficácia às diferentes situações de utilização.
Codificação Cromática
A marca é composta por uma cor: azul (Pantone 2735 C)
Consiste na actualização das cores tradicionalmente associadas ao município, adaptadas à exigência dos suportes comunicacionais em voga.
Tipografia
O estacionário é complementado pelo tipo Frutiger. Frutiger é uma tipografia simples, robusta, sem serifas, de caráter intemporal e que garante boa legibilidade em vários ângulos, tamanhos e distâncias.
A solução tipográfica assenta no tipo Forum. A opção pela caixa alta para o texto deve-se à intenção de reforçar o carácter de imponência, afirmação e estatuto do município, mantendo uma leitura harmoniosa. A disposição irregular, propositada, do lettering pretende constituir afirmação de dinamismo.
A disposição do lettering pretende reconstituír o estilo epigráfico medieval pleno do séc. XII, onde as letras surgem sem grande investimento de organização linear no campo da epígrafe; a acompanhar esta reconstituição, fez-se recurso dos pontos distinguentes, coevos à época, atribuindo-lhe maior coerência.
Manual de Identidade
Anterior Manual de Identidade (2006)
A marca Albergaria-a-Velha pretende-se simples, directa e afirmativa. Evoca a sobriedade histórica da lápide fixada na frontaria do Hospital, na sequência do acórdão da Relação de Lisboa (1629), onde se encontra o primeiro registo de Albergaria enquanto vila intrinsecamente associada à defesa social e benemerência. Evoca igualmente a Carta do Couto d' Osselôa, de 1155 (primeiro documento em que Portugal aparece com o estatuto de reino).
As versões existentes da marca Albergaria-a-Velha pretendem torná-la num objecto versátil e que responda com maior eficácia às diferentes situações de utilização.
Codificação Cromática
A marca é composta por uma cor: azul (Pantone 2735 C)
Consiste na actualização das cores tradicionalmente associadas ao município, adaptadas à exigência dos suportes comunicacionais em voga.
Tipografia
O estacionário é complementado pelo tipo Frutiger. Frutiger é uma tipografia simples, robusta, sem serifas, de caráter intemporal e que garante boa legibilidade em vários ângulos, tamanhos e distâncias.
A solução tipográfica assenta no tipo Forum. A opção pela caixa alta para o texto deve-se à intenção de reforçar o carácter de imponência, afirmação e estatuto do município, mantendo uma leitura harmoniosa. A disposição irregular, propositada, do lettering pretende constituir afirmação de dinamismo.
A disposição do lettering pretende reconstituír o estilo epigráfico medieval pleno do séc. XII, onde as letras surgem sem grande investimento de organização linear no campo da epígrafe; a acompanhar esta reconstituição, fez-se recurso dos pontos distinguentes, coevos à época, atribuindo-lhe maior coerência.
Manual de Identidade
Anterior Manual de Identidade (2006)
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Chafariz no Largo Primeiro de Dezembro
Chafariz histórico regressa ao local de origem
Em tempos, correu muita tinta à volta do desmantelamento do velho mas histórico chafariz público, o mais carismático de Albergaria-a-Velha. Agora a alegria voltou, com a recolocação do mesmo no local originário. O chafariz público, que durante muitas dezenas de anos foi um dos grandes pontos de referência da vila de Albergaria-a-Velha, foi retirado do Largo 1º de Dezembro nos anos 60, originando então um clamor de protestos por parte da população. Mais grave ainda, o histórico fontanário que dava de beber a pessoas e até aos bois que ao tempo faziam trabalhos agrícolas e de transporte de mercadorias e produtos da terra e das matas e que era ponto de referência para quem pretendesse rumar à EN 16, em direcção a Vale Maior, seguindo depois em direcção a Viseu, esteve escondido durante quase trinta anos, até que há cerca de uma década foi recolocado, pedra por pedra, na Alameda 5 de Outubro, em frente ao Cine-Teatro Alba – Casa Municipal da Cultura.
Porém, a estética do chafariz não se coadunava lá muito bem com a envolvência daquele espaço, pelo que a autarquia presidida por João Agostinho Pinto Pereira acaba de (re)colocar o lendário chafariz público no Largo 1º de Dezembro, que assim volta a ser embelezado por um dos mais conhecidos «emblemas» da terra, totalmente construído em pedraria e que retorna ao local de origem, passados mais de quatro décadas de ter sido condenado a um «vil e triste desterro», mas que a memória dos albergarienses nunca esqueceu e cujos habitantes agora se voltam a sentir felizes com a visão primitiva do «seu» chafariz. Muitas pessoas, sobretudo as de mais idade, ao encararem com o chafariz recolocado no Largo 1º de Dezembro, são unânimes em reconhecer a justeza da medida tomada pela autarquia e não falta quem aproveite para, sentado no bordo do chafariz, se deixar fotografar para o seu agora renovado alvo de recordações.
Jacinto Martins / Diário de Aveiro, 01/02/2006
No centro de Albergaria, um chafariz que merecia mais atenção, pois está registado no SIPA (Sistema de Informação para o Património Arquitetónico), com o número IPA.00021623. Supõe-se que seja do século XIX.
Chafariz no Largo Primeiro de Dezembro, Albergaria-a-Velha, Aveiro
Fontes, bebedouros e chafarizes, 07/02/2019
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https://www.visitarportugal.pt/d-aveiro/c-albergaria-velha/albergaria-velha/chafariz-primeiro-dezembro
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Fonte de Albergaria-a-Velha
IPA.00021623
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior
Arquitectura infraestrutural, neoclássica. Fonte de tipo centralizado composta por tanque com bordo saliente e, no centro, um plinto na base do qual surgem duas bicas.
Descrição
Planta centralizada, composta por tanque com rebordo saliente, igual à base, ao centro do qual se ergue um plinto poligonal sobre o qual se eleva uma coluna em cuja base, decorada com flores em relevo, surgem duas bicas em florão; fuste decorado com drapeados em relevo e remate em urna.
Enquadramento
Urbano, destacado. Ergue-se ao centro de um largo pavimentado a paralelepípedos, integrada numa forma elipsoidal tendo num dos extremos a fonte e no oposto um candeeiro de iluminação pública, enquadrado por casario, dando acesso à estrada que vai de Valmaior e Sever do Vouga.
Descrição Complementar
Utilização Inicial
Hidráulica: chafariz
Utilização Actual
Cultural e recreativa: fonte ornamental
Cronologia
Séc. 19 - provável construção da fonte; 2006 - a fonte foi retirada da praça onde se encontrava e recolocada no local original.
Materiais
Calcário, com juntas em argamassa de cimento; encanamento de chumbo.
Intervenção Realizada
CMAV: 2006 - levantamento da fonte do local onde se encontrava, frente ao Cine-Teatro, e transferência para o seu lugar primitivo; construção de um espaço elipsoidal onde foi integrada a fonte e um candeeiro de iluminação pública.
Observações
Até Junho de 2006 a fonte encontrava-se no centro de ampla praça pavimentada de lages, rodeada por jardim, frente ao cine-teatro (v. PT020102010009) e junto da estação dos caminhos-de-ferro de Albergaria-a-Velha.
Autor e Data (Ana Lemos 2003) Actualização (Cecília Matias 2007)
Em tempos, correu muita tinta à volta do desmantelamento do velho mas histórico chafariz público, o mais carismático de Albergaria-a-Velha. Agora a alegria voltou, com a recolocação do mesmo no local originário. O chafariz público, que durante muitas dezenas de anos foi um dos grandes pontos de referência da vila de Albergaria-a-Velha, foi retirado do Largo 1º de Dezembro nos anos 60, originando então um clamor de protestos por parte da população. Mais grave ainda, o histórico fontanário que dava de beber a pessoas e até aos bois que ao tempo faziam trabalhos agrícolas e de transporte de mercadorias e produtos da terra e das matas e que era ponto de referência para quem pretendesse rumar à EN 16, em direcção a Vale Maior, seguindo depois em direcção a Viseu, esteve escondido durante quase trinta anos, até que há cerca de uma década foi recolocado, pedra por pedra, na Alameda 5 de Outubro, em frente ao Cine-Teatro Alba – Casa Municipal da Cultura.
Porém, a estética do chafariz não se coadunava lá muito bem com a envolvência daquele espaço, pelo que a autarquia presidida por João Agostinho Pinto Pereira acaba de (re)colocar o lendário chafariz público no Largo 1º de Dezembro, que assim volta a ser embelezado por um dos mais conhecidos «emblemas» da terra, totalmente construído em pedraria e que retorna ao local de origem, passados mais de quatro décadas de ter sido condenado a um «vil e triste desterro», mas que a memória dos albergarienses nunca esqueceu e cujos habitantes agora se voltam a sentir felizes com a visão primitiva do «seu» chafariz. Muitas pessoas, sobretudo as de mais idade, ao encararem com o chafariz recolocado no Largo 1º de Dezembro, são unânimes em reconhecer a justeza da medida tomada pela autarquia e não falta quem aproveite para, sentado no bordo do chafariz, se deixar fotografar para o seu agora renovado alvo de recordações.
Jacinto Martins / Diário de Aveiro, 01/02/2006
Chafariz no Largo Primeiro de Dezembro, Albergaria-a-Velha, Aveiro
Fontes, bebedouros e chafarizes, 07/02/2019
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https://www.visitarportugal.pt/d-aveiro/c-albergaria-velha/albergaria-velha/chafariz-primeiro-dezembro
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Fonte de Albergaria-a-Velha
IPA.00021623
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior
Arquitectura infraestrutural, neoclássica. Fonte de tipo centralizado composta por tanque com bordo saliente e, no centro, um plinto na base do qual surgem duas bicas.
Descrição
Planta centralizada, composta por tanque com rebordo saliente, igual à base, ao centro do qual se ergue um plinto poligonal sobre o qual se eleva uma coluna em cuja base, decorada com flores em relevo, surgem duas bicas em florão; fuste decorado com drapeados em relevo e remate em urna.
Enquadramento
Urbano, destacado. Ergue-se ao centro de um largo pavimentado a paralelepípedos, integrada numa forma elipsoidal tendo num dos extremos a fonte e no oposto um candeeiro de iluminação pública, enquadrado por casario, dando acesso à estrada que vai de Valmaior e Sever do Vouga.
Descrição Complementar
Utilização Inicial
Hidráulica: chafariz
Utilização Actual
Cultural e recreativa: fonte ornamental
Cronologia
Séc. 19 - provável construção da fonte; 2006 - a fonte foi retirada da praça onde se encontrava e recolocada no local original.
Materiais
Calcário, com juntas em argamassa de cimento; encanamento de chumbo.
Intervenção Realizada
CMAV: 2006 - levantamento da fonte do local onde se encontrava, frente ao Cine-Teatro, e transferência para o seu lugar primitivo; construção de um espaço elipsoidal onde foi integrada a fonte e um candeeiro de iluminação pública.
Observações
Até Junho de 2006 a fonte encontrava-se no centro de ampla praça pavimentada de lages, rodeada por jardim, frente ao cine-teatro (v. PT020102010009) e junto da estação dos caminhos-de-ferro de Albergaria-a-Velha.
Autor e Data (Ana Lemos 2003) Actualização (Cecília Matias 2007)
Primitivamente no Largo da República (atual Largo 1º de Dezembro) o chafariz esteve durante, vários anos este chafariz esteve colocado na Alameda 5 de Outubro em frente ao Cineteatro Alba. Regressou ao seu local de instalação primitivo – Largo 1º de Dezembro – no ano de ____.
É uma peça urbana de relevo que, para além do seu efeito estético marca uma época. Foi mandado construir no tempo do autarca e grande albergariense José Luís Ferreira Tavares (1870/1874), constituindo uma importante forma de abastecimento público de água canalizada do Sorrêgo, equipamento que até essa altura não existia.
texto retirado do antigo site da JF Albergaria
quarta-feira, 13 de maio de 2020
Livros
Por vezes há projectos e ideias de livros que podem ser adiados ou substituídos por outros.
- Foi adjudicado à historiadora Raquel Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX. Já está concluído o projecto "História Social de Albergaria-a-Velha" (2017-2019).
- Luís Altino e José Silva encontravam-se a elaborar um livro que teria como tema "O Associativismo em Angeja". Consultadas as monografias locais e outras fontes bibliográficas, começaram por entrevistar pessoas mais velhas, as Direcções das colectividades e outras entidades. Entretanto a página "História de Angeja" deixou de ser actualizada sinal de que podem ter deixado de lado esses projectos. José Silva também tinha iniciado um trabalho sobre a Toponímia de Angeja.
- Livro sobre ARMAB - Nélia Oliveira
- Foi adjudicado à historiadora Raquel Varela um serviço de investigação especializada e criação de um livro sobre a História económico-social de Albergaria-a-Velha no século XX. Já está concluído o projecto "História Social de Albergaria-a-Velha" (2017-2019).
- Luís Altino e José Silva encontravam-se a elaborar um livro que teria como tema "O Associativismo em Angeja". Consultadas as monografias locais e outras fontes bibliográficas, começaram por entrevistar pessoas mais velhas, as Direcções das colectividades e outras entidades. Entretanto a página "História de Angeja" deixou de ser actualizada sinal de que podem ter deixado de lado esses projectos. José Silva também tinha iniciado um trabalho sobre a Toponímia de Angeja.
- Livro sobre ARMAB - Nélia Oliveira
- Livro sobre Emigração do Dr. Delfim Bismarck Ferreira
(...)
Homenagem a Albuquerque Pinho
Aquando do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho (1921-2002) foi divulgado que teriam ficado por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:
- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.
Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outra) pudesse realizar uma exposição em homenagem ao Dr. Albuquerque Pinho e ainda promovesse a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou de algum livro ou brochura que o lembrasse.
Disponibilização na internet de livros de autores albergarienses
A C.M. Albergaria-a-Velha, ainda na altura do Dr. Rui Marques, chegou a ponderar a reedição das monografias do Dr. António Pinho e do Dr. Ricardo Souto. A internet (página da edilidade, googlebooks, outro local) poderia ser um espaço privilegiado para ter essas obras e outras antigas. Na internet poderiam ser disponibilizados livros de autores albergarienses quer sejam edições da Câmara, autorizados pelos seus autores ou pelos herdeiros ou até outras situações semelhantes.
Sugestões de temáticas para outros livros:
- Sport Clube Alba / Clube de Albergaria / Outras associações ou colectividades
- Desporto em Albergaria
- Imagens do Passado Redux (versão actualizada do anterior livro)
- Fotografias de Albergaria-a-Velha
- Postais de Albergaria
- Arquivo João de Pinho
- Foto Gomes
- Tradições, Folclore
- Albergaria Passado e Presente
- Albergaria no Século XIX, Albergaria no Século XX, Albergaria no Século XXI
- Albergaria no Estado Novo
- Albergaria-a-Velha 1974, Albergaria-a-Velha 1999
- Presidentes da Câmara Municipal
- Freguesias
- Nossa Senhora do Socorro
etc...
Homenagem a Albuquerque Pinho
Aquando do falecimento do Dr. Albuquerque Pinho (1921-2002) foi divulgado que teriam ficado por publicar vários títulos, alguns em co-autoria com o Dr. Delfim Bismarck Ferreira:
- Roteiro de Arte Nova;
- Personalidades;
- Jornais de Albergaria;
- Colectânea de artigos publicados na imprensa albergariense;
- Livro de Poemas;
- Monografia de Alquerubim.
Seria aconselhável que alguma instituição da nossa terra (Câmara, Assemb. Municipal, Arquivo, ou outra) pudesse realizar uma exposição em homenagem ao Dr. Albuquerque Pinho e ainda promovesse a edição de alguns dos trabalhos que deixou por publicar ou de algum livro ou brochura que o lembrasse.
Disponibilização na internet de livros de autores albergarienses
A C.M. Albergaria-a-Velha, ainda na altura do Dr. Rui Marques, chegou a ponderar a reedição das monografias do Dr. António Pinho e do Dr. Ricardo Souto. A internet (página da edilidade, googlebooks, outro local) poderia ser um espaço privilegiado para ter essas obras e outras antigas. Na internet poderiam ser disponibilizados livros de autores albergarienses quer sejam edições da Câmara, autorizados pelos seus autores ou pelos herdeiros ou até outras situações semelhantes.
Sugestões de temáticas para outros livros:
- Sport Clube Alba / Clube de Albergaria / Outras associações ou colectividades
- Desporto em Albergaria
- Imagens do Passado Redux (versão actualizada do anterior livro)
- Fotografias de Albergaria-a-Velha
- Postais de Albergaria
- Arquivo João de Pinho
- Foto Gomes
- Tradições, Folclore
- Albergaria Passado e Presente
- Albergaria no Século XIX, Albergaria no Século XX, Albergaria no Século XXI
- Albergaria no Estado Novo
- Albergaria-a-Velha 1974, Albergaria-a-Velha 1999
- Presidentes da Câmara Municipal
- Freguesias
- Nossa Senhora do Socorro
etc...
quarta-feira, 6 de maio de 2020
Dia Nacional do Azulejo
No dia 6 de Maio assinala-se o Dia Nacional do Azulejo.
Albergaria-a-Velha tem um património azulejar interessante, que vale a pena ser apreciado.
(Facebook Municipio de Albergaria)
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