quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Comer e beber

https://arquivo.pt/wayback/20170228193139/https://ruas.openalfa.pt/albergaria-a-velha/comer-beber

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Comer e beber em Albergaria-a-Velha, Centro

Bar

Café Boavista

Café Bristol

Café Concerto

Café da Leucádia

Café Lameiro | Rua da Boavista

Café Novo Horizonte | Rua da Várzea

Café Tanoeiro | Rua do Comércio, 8C

Café Várzea

Café Vila Malta | Rua Comendador Augusto M Pereira

Café Vouga | Rua do Comércio, 8B

Chico's Bar | Rua do Comércio, 3A

Colinas

Momentos

Quanto Baste

Snuggle's

Surf's Beer

Taberna do Polícia | Rua Marquês Pombal, 35A

Cafe

After Hours

Alex Bar

Angera's Café | Largo de Nossa Senhora dos Milagres

Boca doce

Café Adro

Café Antigo Salumão

Café Bar Latino | Rua Eng. Duarte Pacheco, 2

Café Benchick

Café Bijou | Rua do Hospital, 16

Café Caetano

Café Cafézito

Café Cantinho do campo

Café da Barroca

Café da Sandrita

Café Dias

Café do Mercado

Café Fortaleza

Café Imperial

Café Marabuto

Café O Telheiro

Café Rito

Café S. Lázaro

Café Triângulo | Rua Doutor José Henriques

Casa Turco

Correios Bar

Danela

Digodá

Fornalha

Gáscomb

Malhalba

Padaria Nova Alameda | Alameda 5 de Outubro

Quebra

Quizz Café

Sabores

Sal e Pimenta

São Lázaro

Snack-Bar Osseloa

Sra das dores

Taberna Casa Dulce

Taberna Marlene

Tasquinha

Varandas de Nobrijo

Veneza

Vira-Copos

Fast food

Franguito na Brasa

Restaurant

A Bica

Adega do Leitão

Baptista - Casa dos Leitões

Café Snack-Bar Evaristo | Rua da Liberdade

Café-Restaurante "El Moderno"

Canto Novo

Estevão

Fumeiro

Ilha da Brasa

Krocante

Lusitano

Mesa dos Rendeiros

Norte

O Gordo

O Vitor

Oficina de Sabores d'Angeja | Rua da Liberdade

Petroleiro

Poiso do Rei

Ponto Final

Quinta do Palhal

Rei dos Franguitos

Restaurante A Cabacinha | Rua do Cubo

Restaurante Brandão | Rua Cova da Raposa, 30

Restaurante Casa da Alameda

Restaurante Casa dos Leitões Rua Desembargador Nogueira Souto Angeja

Restaurante Fina Flor Rua da Gândara

Restaurante Milénio

Salvador Caffé | Rua Doutor Quina Ferreira, 45

Tacho Pronto

Tasquinha dos Amigos



terça-feira, 14 de novembro de 2023

Rede de Embaixadores Empresariais

O Município apresentou, no dia 17 de maio de 2023, a Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha, uma das ações da Estratégia para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico de Albergaria-a-Velha – “Albergaria 2030”. Este grupo informal é composto, na sua primeira fase, por empresários de 33 empresas de referência do Concelho, que se evidenciam pelo forte impacto económico em termos regionais e nacionais e pela sua representatividade internacional.

A Rede de Embaixadores Empresariais tem como principais objetivos divulgar os fatores de atratividade económica do Município e incentivar e dinamizar a economia local; intensificar a atratividade do Município de Albergaria-a-Velha para a instalação de novas empresas e unidades industriais; promover o desenvolvimento de atividades económicas, de alto valor acrescentado e de cariz tecnológico, que potenciem o crescimento do PIB do Município, as exportações e o emprego qualificado; representar o Município de Albergaria-a-Velha em missões empresariais de grande relevância; colaborar no desenvolvimento de ações de promoção do ecossistema empreendedor local com enfoque no empreendedorismo verde, inovação tecnológica, inovação social e economia circular, valorização dos produtos e recursos locais e sua biodiversidade; e acompanhar/monitorizar a implementação do Plano Estratégico para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico – “Albergaria 2030”.

O projeto do Município, que será alargado no futuro a mais empresas, foi bastante elogiado pelos empresários presentes, na medida em que se apresenta bem estruturado e com ações concretas, demonstrando a aposta da Câmara Municipal no desenvolvimento das empresas e do território. António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal, realçou que a estratégia municipal não é um plano fechado e que a Autarquia agradece os contributos das empresas e a partilha das suas preocupações. Assim, o objetivo é reunir a Rede de Embaixadores duas vezes por ano, de forma a monitorizar os progressos. “Queremos, com o vosso sucesso, promover o território de Albergaria-a-Velha”, afirmou António Loureiro.

De acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, o Município de Albergaria-a-Velha tem 2789 empresas, que empregam 7404 pessoas. O volume de negócios, em 2021, foi de 1 275 777 080 euros e o volume de exportações, no mesmo ano, foi de 538 357 220 euros, o que faz com que o Município ocupe o 34.º lugar a nível nacional em termos de volume de exportações. Salienta-se, ainda, que existem 31 empresas PME Líder, 17 empresas PME Excelência e 2 empresas PME Excelência Turismo.

Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha (1.ª fase)

- ACUSTEKPRO – Pedro Teixeira

- AGNER SERVICE – António Ferreirinha/ Jiancarlo Piaz

- AMBIGROUP – João Candeias

- AVEICELLULAR – Carlos Aguiar

- BIOFLORESTAL – Vítor Frias

- BIMBO – Nuno Nogueira

- CUTBRIK TOOLS – Fernando Abreu

- CASA DOS LEITÕES – Paula Oliveira

- DURIT – Flausino Silva

- FISOLA – Samuel Coelho

- FLEXACO – Valter Matias

- FUNCIONAL – António Morais

- GROHE PORTUGAL – João Brás

- HELIROMA – José Estima

- J. NADAIS – INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS – Joaquim Nadais

- JADE CREACTION – Almudena Parga/ Cristophe

- LARUS – Pedro Martins Pereira

- M.C. RIOS – Carlos Rios

- METALUSA INDUSTRIAL – Alberto Cravo

- MOMENTO NUMÉRICO – José Rodrigues

- O2A – AUTOADESIVOS – António Almeida

- PALBIT – Jorge Ferreira

- PLANIFLEX – INDÚSTRIA DE COLCHÕES – João Valente

- POLIVOUGA – INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS – Daniel Barros/Tiago Barros

- PORTOPAL – MADEIRAS DE DERIVADOS – Jorge Nadais

- PRIFER – TECNICAL MOLDS – Carlos Neves

- Q PROVIDER – Poul Jansen

- QUIMIALMEL – QUÍMICOS E MINERAIS – Joaquim Soares

- SOLAR DO CONDADO – Marisa Almeida

- SOTAVINHOS – Fernando Tavares

- TRANSBRANCA – TRANSPORTES - Humberto Ferreira / Paula Ferreira

- UNIMADEIRAS – Jorge Loureiro

- VALART – Valdemar Coutinh

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Acção Católica Rural

 


A Ação Católica Rural foi criada pelo Papa Pio XI, em 1922, e está em Portugal desde 1933; é um movimento “formado e dirigido por leigos jovens e adultos, abrangendo na sua ação adolescentes e crianças” e “obedece às características gerais” da ação católica dedicando-se de forma organizada à “evangelização e promoção do meio rural” com um método de “Revisão de Vida” – ver, julgar, agir.

CB


https://agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-portugal-acao-catolica-rural-desafiada-a-abracar-o-mundo-com-a-esperanca/


Acção Católica Rural (antiga JAC e LAC)


segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Entrevista Diário de Aveiro


Albergaria-a-Velha: «A história local e regional é apaixonante e ensina-nos muitas coisas»

A revista “Albergue - História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha” acaba de atingir os dez anos de edição. Este marco foi o pretexto para uma conversa com Delfim Bismarck, diretor da publicação municipal e vice-presidente da autarquia. Ao Diário de Aveiro, diz que perscrutar o passado ajuda a «tomar as melhores decisões no presente». E assinala: «A massificação e uniformização dos territórios levará a que aqueles que preservarem a sua memória, identidade e património serão os mais diferenciados e valorizados».

Diário de Aveiro: Considera que o propósito que levou à criação da revista “Albergue” foi alcançado, agora que a­tin­giu a primeira década de publicação?

Delfim Bismarck: Sim, sem dúvida. A missão a que nos propusemos desde o primeiro número, há uma década, de criar uma edição que servisse de veículo de inventariação, preservação, valorização e divulgação da história e do património do concelho de Albergaria-a-Velha não se esgotou. Todos os anos somos surpreendidos com artigos sobre as temáticas mais diversificadas, que nos lembram de como há ainda tanto por fazer. Para além disso, esta publicação continua a ser um local de excelência onde aqueles que se dedicam ao estudo da história e do património do concelho e da região podem editar os resultados dos seus estudos, fomentando e incentivando, assim, o aparecimento de mais e melhores trabalhos de investigação.

Leia a notícia completa na edição em papel.

TEXTO DE RUI CUNHA, Dário de Aveiro, 04/11/2023

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Revista Albergue nº 10

 


O Município de Albergaria-a-Velha apresenta no dia 4 de novembro, pelas 16h00, o n.º 10 da Revista Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha. A sessão tem lugar no Cineteatro Alba e é de entrada livre.

“Uma década na vida de uma publicação periódica, dedicada à História e ao Património de um concelho, é um desafio, uma obra, um marco e uma conquista”, salienta Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Diretor da Revista Albergue. “Dez edições a assistir ao gradual aumento do interesse por parte dos leitores, traduzido no facto de terem esgotado praticamente todas as edições anteriores, associado ao crescente interesse por parte de investigadores em contribuírem com os seus mais recentes trabalhos para esta publicação, conforta-nos, satisfaz-nos e estimula-nos”.

No n.º 10, os leitores podem contar com 15 artigos e a habitual secção de Notas Soltas. As temáticas são bastante variadas, permitindo descobrir mais sobre ourivesaria religiosa e arte sacra; um pelourinho quinhentista; o legado de um dos maiores beneméritos do Concelho; e um polémico processo ambiental que teve o seu início com a exploração mineira e evoluiu para a indústria química. A complementar estes estudos, são apresentados seis artigos de cariz mais biográfico sobre a vida e obra de um prelado, um pedagogo e autarca, um jurista e autarca, um emigrante e benemérito, e um engenheiro, com destaque para uma princesa e Santa. Há ainda a destacar dois artigos sobre fontes - um tendo como temática uma roda dos expostos e outro escrituras diversas - para além de um artigo versando o Património Natural, abordando a atividade do Centro de Interpretação da Pateira de Frossos.

Para a imagem de capa, a escolha recaiu no retrato da Princesa Santa Joana, existente no Museu de Aveiro, prestando assim homenagem à principal figura feminina da região de Aveiro do século XV e que foi proprietária de parte do território que hoje compõe o Concelho de Albergaria-a-Velha.

“Todos estes motivos serão mais do que suficientes para que esta edição continue a agradar aos leitores e a contribuir para que todos aqueles que se interessam pela História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha e da sua região aprofundem os seus conhecimentos, alimentem a sua curiosidade e se tornem mais atentos, mais informados, mais e melhores defensores e fruidores daquele que foi o legado dos nossos antepassados”, conclui Delfim Bismarck.

CMAAVª, 20 de outubro de 2023

https://www.cm-albergaria.pt/municipio/noticias-do-municipio/noticia/revista-albergue-faz-10-anos

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Bimbo


A Bimbo, empresa líder na indústria da panificação, foi galardoada com uma Medalha de Mérito – Grau Ouro -, pelo Município de Albergaria-a-Velha, no âmbito das comemorações dos 188 anos da Fundação do Concelho.

Esta distinção honorífica, que foi atribuída em cerimónia pública solene, no passado dia 18 de fevereiro, deve-se ao contributo da empresa no desenvolvimento económico e social do Município, através da criação de emprego, ao longo dos últimos 25 anos.

Para Nuno Nogueira, diretor da fábrica de Albergaria-a-Velha: “É com grande orgulho que recebemos esta distinção. Desde 1998, ano em que a Bimbo inaugurou a sua primeira fábrica em Portugal, em Albergaria-a-Velha, que assumimos o compromisso de contribuir para o desenvolvimento económico e social do Concelho de forma a proporcionar a melhoria das condições gerais de vida e de trabalho dos habitantes.”

Em Portugal, a Bimbo conta com mais de 800 colaboradores, 13 delegações, e duas fábricas, com sete linhas de produção. Esta rede garante 330 rotas de distribuição que, durante seis dias por semana, entregam os produtos da Bimbo a mais de 18 mil pontos e venda por todo o território nacional.

CN, 01/03/2023

https://creativenews.pt/2023/03/01/bimbo-recebe-medalha-de-merito-municipal-em-albergaria-a-velha/

(Bimbo vai construir uma fábrica em Aveiro - 1997)

A produção da nova unidade, orçada em dois milhões de contos, destina-se ao mercado nacional e noroeste de Espanha

A Bimbo escolheu a zona industrial de Albergaria-a-Velha, em Aveiro, para instalar a sua primeira fábrica em portugal. O investimento está orçado em dois milhões de contos, devendo a construção arrancar nos próximos meses.

A previsão é de que a fábrica entre em laboração já em Agosto de 1998, destinando-se a produção - fundamentalmente de pão pré-embalado - ao abastecimento de todo o território nacional e noroeste de Espanha.

De acordo com a directora-geral da Bimbo em Portugal, Leonor de Sá Machado, este crescimento de capacidade vai permitir à empresa aumentar a sua quota de mercado no País, fortalecendo por outro lado a posição de liderança que a marca detém em Espanha nos produtos frescos de pão.

É que apesar da empresa contar já com seis fábricas no país vizinho, que até agora forneciam todo o mercado ibérico, estas encontram-se no seu limite de capacidade, devendo a fábrica de Albergaria-a-Velha possibilitar a desejada expansão.

Nesse ponto e no que se refere ao mercado português, Leonor de Sá Machado está confiante num futuro promissor. "Trata-se de um mercado com imenso potencial de crescimento, uma vez que o conceito do pão de forma pré-embalado é ainda recente e pouco desenvolvido em Portugal. Basta dizer que enquanto o consumo per capita português deste tipo de produto não vai além dos 900 gramas por ano, em Espanha atinge já os 3,2 quilos", salientou.

Há menos de cinco anos em Portugal, onde o mercado se encontrava até então praticamente dominado pela Panrico, a Bimbo encerrou o ano de 1996 já com uma penetração de 22,4 por cento - quase tanto como todas as marcas da distribuição juntas (23,9 por cento) -, contra 52,4 por cento da Panrico.

Além do pão de forma, que constitui o seu principal negócio, com 47 por cento da facturação total de produtos de panificação, a Bimbo comercializa também no País pães recheados (20 por cento), tostas (12 por cento), pão para hamburger e hot-dog (17 por cento) e pão especial (cinco por cento). A pastelaria (linhas infantil, juvenil e familiar) e os aperitivos Eagle são outra parte do negócio. No ano passado, o volume de negócios da empresa totalizou 2,8 milhões de contos, mais dez por cento do que em 1995, cujo crescimento em relação ao ano anterior havia já sido de 16 por cento.

A actual estratégia da Bimbo passa por implementar a marca no país, "prevendo-se um crescimento significativo do volume de negócios igualmente para 1997", segundo Leonor de Sá Machado. Desenvolver o negócio de tostas e produtos Eagle e alargar o leque de produtos oferecidos com o desenvolvimento de gamas adequadas ao mercado português, nomeadamente na linha de pastelaria, são outras das apostas fortes da empresa.

Para alcançar mais facilmente os objectivos que se propõe, a empresa atravessa neste momento uma fase de reestruturação interna, com especial enfoque na formação e informatização, que visa "dotar a Bimbo em Portugal dos recursos necessários para enfrentar a concorrência", adiantou ainda ao DN a sua directora-geral.

Com 125 funcionários e sediada na Abrunheira (Sintra), a Bimbo - Produtos Alimentares possui já delegações em Lisboa, Porto, Coimbra, Guarda e Faro. Uma frota própria de 90 veículos assegura que os seus produtos cheguem diariamente a todos os pontos do País.

O capital social é inteiramente detido pela Bimbo espanhola, sediada em Barcelona, por sua vez subsidiária da multinacional americana Earthgrains.

Eduarda Frommhold, DN, 03/02/1997 

https://arquivo.pt/wayback/19980613133402/http://www.maie.pt/bimbo/b_press2.html

https://www.bimbo.pt/cronologia/

1998 - Inauguração da primeira fábrica em Portugal, em Albergaria-a-Velha.

2001 - A multinacional norte-americana Sara Lee Corporation adquire o negócio da Bimbo® em Espanha e Portugal.

2011 - Grupo Bimbo® adquire novamente a BIMBO® Espanha e Portugal, voltando assim a integrar-se na maior panificadora do mundo.

2016 - A empresa adquire o negócio de Bolos da Panrico e marcas emblemáticas como Donuts, Donettes, Bollycao, La Bella Easo, Eidetesa e Qé!



domingo, 1 de outubro de 2023

Município quer adquirir antiga Fábrica do Papel - 2000

A Câmara de Albergaria-a-Velha formalizou o interesse na aquisição da antiga fábrica de papel, em Vale Maior. 

 De acordo com o presidente da edilidade, citado pelo semanário Linha da Frente, trata-se de «um espaço nobre» no centro da freguesia «que poderá ser utilizado pelas colectividades locais». 

Rui Marques minimiza o estado avançado de degradação do imóvel, considerando que restaurado poderia albergar também um centro de dia para idosos ou a delegação da Associação Portuguesa dos Pais e Amigos Cidadãos Deficientes actualmente a funcionar em instalações provisórias em Soutelo, freguesia da Branca. 

O interesse na compra da velha fábrica do papel foi dado a conhecer ao executivo camarário que ainda não tomou qualquer decisão. 

Antes, a Câmara deseja saber a opinião da Junta de Freguesia de Vale Maior. 

O presidente da edilidade não avança, para já, com os números envolvidos neste negócio mas já terá feito uma proposta à empresa Companhia de Papel do Prado, actual proprietária do imóvel e terrenos adjacentes. 

Existe, inclusivamente, um pré-acordo que poderá originar o contrato de compra e venda definitivo se a Câmara, primeiro, e a Assembleia Municipal, depois, autorizarem.

Cultura motiva críticas

 Em artigo de opinião publicado pelo jornal "Linha da Frente", Jesus Vidinha, vogal do PS na Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha, considera a actividade cultural do concelho «frágil e diluída», advogando um reforço desta componente da vida comunitária.

Um papel que cabe ao município desempenhar. «São necessários mais e largos passos» para Albergaria-a-Velha «uma verdadeira política que verse a cultura». 

O articulista reconhece o esforço com a aquisição do cine-teatro Alba e a promoção de alguns eventos culturais. 

Acha, no entanto, que se trata de «uma visão redutora». Jesus Vidinha defende uma actividade cultural mais abrangente e envolver de modo horizontal toda a actividade autárquica.

Valorizar os edifícios históricos e  criar espaços museológicos são duas propostas que o vogal do PS apresenta.  

19/06/2000

https://arquivo.pt/wayback/20010527024921/http://www.noticiasdeaveiro.pt:80/alba19jun2000.htm

https://novos-arruamentos.blogspot.com/2010/06/fabrica-de-papel-de-valmaior.html


sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Futuro Museu Nacional de Recursos Hídricos?

Albergaria vai acolher futuro Museu Nacional de Recursos Hídricos

O município de Albergaria-a-Velha vai acolher um museu de âmbito nacional dedicado aos recursos hídricos, no âmbito de um protocolo que foi assinado este mês entre esta autarquia do distrito de Aveiro e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Em declarações à Lusa, o vereador com o pelouro da Cultura, Delfim Bismarck, disse que o Museu Nacional e Arquivo Histórico dos Recursos Hídricos irá ficar instalado numa parte da antiga fábrica de papel de Valmaior, que será alvo de requalificação.

Segundo o vereador, o investimento com a requalificação do imóvel e aquisição do equipamento deverá rondar uma quantia entre os seis e os sete milhões de euros, os quais serão suportados quase na sua totalidade por fundos comunitários.

“Isto é um processo demorado. Não vamos ter o museu aberto daqui a dois anos, mas esperemos ter o edifício já quase requalificado nessa altura, ou em vias disso e estar tudo a andar”, disse o vereador.

Delfim Bismarck referiu que o projeto nasceu da necessidade de centralizar toda a documentação histórica da APA que se encontra “espalhada a nível nacional por sete ou oito edifícios” sem condições.

“Um ou outro [documento] tem a inventariação e tratamento documental, mas a maior parte da documentação está posta de lado, está em armazéns com humidade, não inventariada. Os investigadores querem estudar cada vez mais essa documentação e não conseguem aceder porque não está inventariada, está em caixotes, não está numerada, não está organizada”, disse o vereador.

Além da preservação e tratamento deste acervo histórico, o objetivo deste projeto é também disponibilizar estes arquivos para investigação.

“O que se pretende é que Valmaior, para além de ter os seus funcionários do arquivo e do museu, tenha uma comunidade científica, os investigadores, principalmente os da Universidade de Aveiro que, pela sua proximidade, vão lucrar bastante com isso, terem a documentação história de recursos hídricos portugueses toda ali disponível a médio prazo”, referiu Delfim Bismarck.

No âmbito do protocolo que foi assinado entre as duas entidades, o município compromete-se a disponibilizar um espaço e recursos técnicos para a constituição do museu em estrita colaboração com a APA.

A APA obriga-se a contribuir com uma quantia anual até 36 mil euros para as despesas de manutenção e funcionamento dos espaços ocupados pelo museu, bem como a suportar os encargos imputados ao respetivo transporte.

O protocolo terá a duração de três anos renovável automaticamente e sucessivamente por igual período.

28 / SETEMBRO / 2023

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Carta aberta dos Autarcas do PSD

20 medidas para Albergaria!


28 Abril, 20204683


Em função da evolução do quadro da pandemia no nosso Concelho, aceitamos a responsabilidade de sermos parte da solução apresentando novas propostas. Desta vez, de estímulo e apoio às Famílias e aos agentes da economia albergariense que, seguramente, estão a passar por momentos de grande dificuldade e ansiedade, com um futuro pleno de incertezas.




Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha,

António Loureiro


Antes de mais, fazemos os mais sinceros votos de que se encontre bem, protegido da covid19, em conjunto com os seus amigos e familiares. Foi com alguma surpresa que registámos a ausência de resposta à carta que lhe enviámos. Quando decidimos enviar-lhe o primeiro conjunto de propostas fizemo-lo com o melhor espírito de colaboração, pois entendemos que este é o momento de estarmos juntos, colocando de lado as cores partidárias. Somos oposição? Sim, mas ao vírus!


Contudo, é com satisfação que verificamos que a Câmara Municipal já se encontra a providenciar algumas das nossas sugestões, como é o caso da enfermaria comunitária, uma importante resposta social.


Entendemos que este é também o tempo da política, pois é aos políticos eleitos que compete apontar os melhores caminhos, tomar as decisões mais ousadas, justas e necessárias. É este o tempo das decisões corajosas, da mobilização do coletivo, da atenção aos mais fragilizados, expostos ou necessitados. Este é o tempo das ações!


Neste sentido, e em função da evolução do quadro da pandemia no nosso Concelho, aceitamos a responsabilidade de sermos parte da solução apresentando novas propostas. Desta vez, de estímulo e apoio às Famílias e aos agentes da economia albergariense que, seguramente, estão a passar por momentos de grande dificuldade e ansiedade, com um futuro pleno de incertezas.



 

1- Garantir o apoio e reforço do fornecimento dos (EPI) Equipamentos de Proteção Individual aos profissionais das IPSS, Bombeiros, GNR e profissionais de saúde a atuar na área do Município;


2- Em caso de necessidade, garantir as condições de funcionamento da enfermaria comunitária, quer de bens e equipamentos, quer de recursos humanos;


3- Reforçar o apoio às IPSS com valência de ERPI – Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas, quer para despesa corrente para fazer face à COVID19, quer para investimento;


4- Promover uma campanha de promoção de comportamentos responsáveis e de proteção individual e coletiva no âmbito da covid19;



 

5- Distribuir máscaras junto das comunidades mais desfavorecidas;



 

6- Isentar todos os consumidores inseridos nos escalões até 7 metros cúbicos de água – domésticos e não-domésticos – (ou creditar) do valor correspondente à Taxa de Resíduos Sólidos Urbanos correspondente aos meses de março, abril e maio;


7- Assumir, perante a ADRA, a exigência da não faturação de 2 metros cúbicos de água e saneamento para todos os contratos domésticos correspondentes aos meses de março, abril e maio de 2020, assumindo a Câmara Municipal, em último caso, a diferença;


8- Reduzir em 50%, durante 12 meses, o valor de todas as taxas urbanísticas;


9- Isentar do pagamento de rendas sociais, até 12 meses a contar a partir do passado mês de março, todos os inquilinos de habitação social, propriedade do Município, que viram os seus rendimentos afetados e evidenciam dificuldades económicas que comprometem a subsistência familiar;


10- Isentar do pagamento de taxas e rendas de ocupação de espaços públicos ou concessionados (Centro Coordenador de Transportes; Quiosques; Lojas, Bancas e outros espaços do Mercado Municipal; e outros) entre 1 de março e 31 de dezembro de 2020;


11- Isentar e/ou devolver os valores já pagos pelos estabelecimentos comerciais, de taxas municipais referentes à ocupação de espaço aéreo e espaço público com toldos, reclames, suportes publicitários e similares, correspondente aos meses entre março e dezembro de 2020;


12- Dar tolerância de 90 dias para o cumprimento de obrigações perante a Câmara Municipal, a partir de 1 de março de 2020;

13- Prorrogar, automaticamente e de forma gratuita, o prazo dos Alvarás de Construção, vencidos ou a vencer, até 31 de agosto 2020;

14- Isentar do pagamento dos contratos de instalação das empresas na Incubadora de Empresas de Albergaria-a-Velha entre 1 de março e 31 de dezembro de 2020;

15- Garantir a manutenção de todos os subsídios e apoios previstos no Programa de Apoio ao Movimento Associativo para 2020;

16- Reforçar o apoio aos Agrupamentos de Escolas, nomeadamente com a atribuição de uma verba para aquisição de computadores (ou equivalente) e sistemas de acesso à internet, especialmente para os alunos do 1º CEB, de modo a garantir condições mínimas de acesso e frequência da componente letiva, combater as desigualdades e promover o sucesso da comunidade escolar – estimativa de 70 mil euros;

17- Reforçar os valores protocolados com as Juntas de Freguesia para 2020 com uma rubrica específica de combate à COVID 19;

18- Garantir prazos de pagamento inferiores a 15 dias para todos os fornecedores da Câmara Municipal a partir de 1 de maio de 2020 e providenciar o pagamento imediato de todas as faturas validadas;

19- Isentar da Taxa da Derrama as empresas que comprovarem que a sua produtividade ficou afetada em 20% ou mais ou que tenham entrado em layoff;

20- Dotar os equipamentos municipais de condições de atendimento e frequência do público, nomeadamente com colocação de acrílicos separadores nos espaços de atendimento e limpeza frequente.

20 medidas concretas, realistas e exequíveis!

A expressão financeira destas medidas terá correspondência no financiamento e cabimento previstos em 2020 para os eventos de grande público, redução das faturas de funcionamento dos equipamentos municipais (piscinas, pavilhões, estádios, biblioteca, Cineteatro Alba e Centros Culturais da Branca e S. João de Loure); Escolas de Jardins-de-Infância; transportes escolares (passes da rede de transportes públicos e táxis); entre outras opções de gestão corrente não prioritárias.

Este é, uma vez mais, o nosso contributo!

Por Albergaria e pelos Albergarienses!

* Carta aberta assinado por todos os autarcas do PSD em Albergaria-a-Velha

https://www.noticiasdeaveiro.pt/20-medidas-para-albergaria/

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Nossa Senhora do Socorro

A Ermida da Nossa Senhora do Socorro ergue-se no Bico do Monte. Já em 1117, figurava no Couto de Osseloa, concedido pela Rainha D. Teresa a Gonçalo Eriz, com a denominação de “Pedra da Águia”.

A “Pedra da Águia” era um monumento megalítico, constituído por uma espécie de pirâmide com base larga e dentada em muitos pontos, formando um maciço de pedras de xisto sobrepostas e terminada com uma pedra mais elevada no cimo. Com a construção da primitiva Ermida (hoje Capela Mor) a “Pedra da Águia” teve de ser demolida.

Em 1855, uma epidemia de cólera grassou no país e atingiu parcelas do Concelho onde deixou um rasto de luto e de pânico perante a doença pestífera sem remédio que rapidamente causou dezenas de mortos na vila. Impotentes perante o mal que não cessava, os albergarienses fizeram o voto de erigir no Bico do Monte, antigamente denominado “Pedra-de-águia”, que se ergue sobre a planura, uma capela dedicada a Nossa Senhora do Socorro cuja proteção invocavam. Depois desse voto coletivo e solene não se registou mais nenhum caso mortal, o que foi considerado um milagre.

A construção da Capela iniciou-se logo no ano seguinte e foi consagrada e aberta ao culto em 15 de Agosto de 1857, bem como foi benzida a imagem da Senhora do Socorro esculpida nesse ano pelo entalhador e santeiro Albergariense, José da Silva Vidal. A partir dai, para além de inúmeros atos religiosos durante o ano, passou a realizar-se uma grande festa no terceiro domingo e segunda-feira de Agosto, a festa das famílias albergarienses, a que acorreram sempre milhares de peregrinos e de festeiros, os quais contribuíram com as suas generosas dádivas para o aformoseamento do recinto de vistas deslumbrantes e belas sombras deleitosas. A pequena ermida inicial foi sendo aumentada e reformada ao longo dos tempos para poder servir ao avolumar dos crentes que iam comparecendo cada vez em maior número nas festividades.

Há poucos anos, a construção de uma Casa Diocesana para a realização de reuniões nacionais e internacionais de organismos católicos veio dar uma projeção ainda maior ao ato devoto dos atormentados albergarienses de há cerca de um século e meio.

Texto retirado do antigo site da JF Albergaria