https://alhopoliticamenteincorreto.blogs.sapo.pt/918554.html
https://alhopoliticamenteincorreto.blogs.sapo.pt/albergaria-a-velha-obras-recentes-nao-992343
https://alhopoliticamenteincorreto.blogs.sapo.pt/a-praca-adormecida-numa-cidade-1037255
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
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Código de referência PT/AHPGR/PGR/05/05/02/062
Título "Ácêrca das duas representações: uma da Camara Municipal do Concelho d'Albergaria, e outra do povo da freguezia de Valle Maior do mesmo Concelho contra a lavra das minas situadas nas margens da ribeira do Caima"
Data(s) 1875 fevereiro 12 (Produção)
Nível de descrição Doc. simples
Dimensão e suporte 1 parecer
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, relativo a reclamações da Câmara Municipal e de população de Albergaria-a-Velha, pelos prejuízos causados à agricultura, em consequência de assoreamentos e da poluição das águas, causados pela exploração de minas junto às margens do Rio Caima.
https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/qqj01
https://arquivo.pt/wayback/20170228193139/https://ruas.openalfa.pt/albergaria-a-velha/comer-beber
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Comer e beber em Albergaria-a-Velha, Centro
Bar
Café Boavista
Café Bristol
Café Concerto
Café da Leucádia
Café Lameiro | Rua da Boavista
Café Novo Horizonte | Rua da Várzea
Café Tanoeiro | Rua do Comércio, 8C
Café Várzea
Café Vila Malta | Rua Comendador Augusto M Pereira
Café Vouga | Rua do Comércio, 8B
Chico's Bar | Rua do Comércio, 3A
Colinas
Momentos
Quanto Baste
Snuggle's
Surf's Beer
Taberna do Polícia | Rua Marquês Pombal, 35A
Cafe
After Hours
Alex Bar
Angera's Café | Largo de Nossa Senhora dos Milagres
Boca doce
Café Adro
Café Antigo Salumão
Café Bar Latino | Rua Eng. Duarte Pacheco, 2
Café Benchick
Café Bijou | Rua do Hospital, 16
Café Caetano
Café Cafézito
Café Cantinho do campo
Café da Barroca
Café da Sandrita
Café Dias
Café do Mercado
Café Fortaleza
Café Imperial
Café Marabuto
Café O Telheiro
Café Rito
Café S. Lázaro
Café Triângulo | Rua Doutor José Henriques
Casa Turco
Correios Bar
Danela
Digodá
Fornalha
Gáscomb
Malhalba
Padaria Nova Alameda | Alameda 5 de Outubro
Quebra
Quizz Café
Sabores
Sal e Pimenta
São Lázaro
Snack-Bar Osseloa
Sra das dores
Taberna Casa Dulce
Taberna Marlene
Tasquinha
Varandas de Nobrijo
Veneza
Vira-Copos
Fast food
Franguito na Brasa
Restaurant
A Bica
Adega do Leitão
Baptista - Casa dos Leitões
Café Snack-Bar Evaristo | Rua da Liberdade
Café-Restaurante "El Moderno"
Canto Novo
Estevão
Fumeiro
Ilha da Brasa
Krocante
Lusitano
Mesa dos Rendeiros
Norte
O Gordo
O Vitor
Oficina de Sabores d'Angeja | Rua da Liberdade
Petroleiro
Poiso do Rei
Ponto Final
Quinta do Palhal
Rei dos Franguitos
Restaurante A Cabacinha | Rua do Cubo
Restaurante Brandão | Rua Cova da Raposa, 30
Restaurante Casa da Alameda
Restaurante Casa dos Leitões Rua Desembargador Nogueira Souto Angeja
Restaurante Fina Flor Rua da Gândara
Restaurante Milénio
Salvador Caffé | Rua Doutor Quina Ferreira, 45
Tacho Pronto
Tasquinha dos Amigos
O Município apresentou, no dia 17 de maio de 2023, a Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha, uma das ações da Estratégia para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico de Albergaria-a-Velha – “Albergaria 2030”. Este grupo informal é composto, na sua primeira fase, por empresários de 33 empresas de referência do Concelho, que se evidenciam pelo forte impacto económico em termos regionais e nacionais e pela sua representatividade internacional.
A Rede de Embaixadores Empresariais tem como principais objetivos divulgar os fatores de atratividade económica do Município e incentivar e dinamizar a economia local; intensificar a atratividade do Município de Albergaria-a-Velha para a instalação de novas empresas e unidades industriais; promover o desenvolvimento de atividades económicas, de alto valor acrescentado e de cariz tecnológico, que potenciem o crescimento do PIB do Município, as exportações e o emprego qualificado; representar o Município de Albergaria-a-Velha em missões empresariais de grande relevância; colaborar no desenvolvimento de ações de promoção do ecossistema empreendedor local com enfoque no empreendedorismo verde, inovação tecnológica, inovação social e economia circular, valorização dos produtos e recursos locais e sua biodiversidade; e acompanhar/monitorizar a implementação do Plano Estratégico para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico – “Albergaria 2030”.
O projeto do Município, que será alargado no futuro a mais empresas, foi bastante elogiado pelos empresários presentes, na medida em que se apresenta bem estruturado e com ações concretas, demonstrando a aposta da Câmara Municipal no desenvolvimento das empresas e do território. António Loureiro, Presidente da Câmara Municipal, realçou que a estratégia municipal não é um plano fechado e que a Autarquia agradece os contributos das empresas e a partilha das suas preocupações. Assim, o objetivo é reunir a Rede de Embaixadores duas vezes por ano, de forma a monitorizar os progressos. “Queremos, com o vosso sucesso, promover o território de Albergaria-a-Velha”, afirmou António Loureiro.
De acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, o Município de Albergaria-a-Velha tem 2789 empresas, que empregam 7404 pessoas. O volume de negócios, em 2021, foi de 1 275 777 080 euros e o volume de exportações, no mesmo ano, foi de 538 357 220 euros, o que faz com que o Município ocupe o 34.º lugar a nível nacional em termos de volume de exportações. Salienta-se, ainda, que existem 31 empresas PME Líder, 17 empresas PME Excelência e 2 empresas PME Excelência Turismo.
Rede de Embaixadores Empresariais de Albergaria-a-Velha (1.ª fase)
- ACUSTEKPRO – Pedro Teixeira
- AGNER SERVICE – António Ferreirinha/ Jiancarlo Piaz
- AMBIGROUP – João Candeias
- AVEICELLULAR – Carlos Aguiar
- BIOFLORESTAL – Vítor Frias
- BIMBO – Nuno Nogueira
- CUTBRIK TOOLS – Fernando Abreu
- CASA DOS LEITÕES – Paula Oliveira
- DURIT – Flausino Silva
- FISOLA – Samuel Coelho
- FLEXACO – Valter Matias
- FUNCIONAL – António Morais
- GROHE PORTUGAL – João Brás
- HELIROMA – José Estima
- J. NADAIS – INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS – Joaquim Nadais
- JADE CREACTION – Almudena Parga/ Cristophe
- LARUS – Pedro Martins Pereira
- M.C. RIOS – Carlos Rios
- METALUSA INDUSTRIAL – Alberto Cravo
- MOMENTO NUMÉRICO – José Rodrigues
- O2A – AUTOADESIVOS – António Almeida
- PALBIT – Jorge Ferreira
- PLANIFLEX – INDÚSTRIA DE COLCHÕES – João Valente
- POLIVOUGA – INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS – Daniel Barros/Tiago Barros
- PORTOPAL – MADEIRAS DE DERIVADOS – Jorge Nadais
- PRIFER – TECNICAL MOLDS – Carlos Neves
- Q PROVIDER – Poul Jansen
- QUIMIALMEL – QUÍMICOS E MINERAIS – Joaquim Soares
- SOLAR DO CONDADO – Marisa Almeida
- SOTAVINHOS – Fernando Tavares
- TRANSBRANCA – TRANSPORTES - Humberto Ferreira / Paula Ferreira
- UNIMADEIRAS – Jorge Loureiro
- VALART – Valdemar Coutinh
CB
A revista “Albergue - História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha” acaba de atingir os dez anos de edição. Este marco foi o pretexto para uma conversa com Delfim Bismarck, diretor da publicação municipal e vice-presidente da autarquia. Ao Diário de Aveiro, diz que perscrutar o passado ajuda a «tomar as melhores decisões no presente». E assinala: «A massificação e uniformização dos territórios levará a que aqueles que preservarem a sua memória, identidade e património serão os mais diferenciados e valorizados».
Diário de Aveiro: Considera que o propósito que levou à criação da revista “Albergue” foi alcançado, agora que atingiu a primeira década de publicação?
Delfim Bismarck: Sim, sem dúvida. A missão a que nos propusemos desde o primeiro número, há uma década, de criar uma edição que servisse de veículo de inventariação, preservação, valorização e divulgação da história e do património do concelho de Albergaria-a-Velha não se esgotou. Todos os anos somos surpreendidos com artigos sobre as temáticas mais diversificadas, que nos lembram de como há ainda tanto por fazer. Para além disso, esta publicação continua a ser um local de excelência onde aqueles que se dedicam ao estudo da história e do património do concelho e da região podem editar os resultados dos seus estudos, fomentando e incentivando, assim, o aparecimento de mais e melhores trabalhos de investigação.
Leia a notícia completa na edição em papel.
“Uma década na vida de uma publicação periódica, dedicada à História e ao Património de um concelho, é um desafio, uma obra, um marco e uma conquista”, salienta Delfim Bismarck, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Diretor da Revista Albergue. “Dez edições a assistir ao gradual aumento do interesse por parte dos leitores, traduzido no facto de terem esgotado praticamente todas as edições anteriores, associado ao crescente interesse por parte de investigadores em contribuírem com os seus mais recentes trabalhos para esta publicação, conforta-nos, satisfaz-nos e estimula-nos”.
No n.º 10, os leitores podem contar com 15 artigos e a habitual secção de Notas Soltas. As temáticas são bastante variadas, permitindo descobrir mais sobre ourivesaria religiosa e arte sacra; um pelourinho quinhentista; o legado de um dos maiores beneméritos do Concelho; e um polémico processo ambiental que teve o seu início com a exploração mineira e evoluiu para a indústria química. A complementar estes estudos, são apresentados seis artigos de cariz mais biográfico sobre a vida e obra de um prelado, um pedagogo e autarca, um jurista e autarca, um emigrante e benemérito, e um engenheiro, com destaque para uma princesa e Santa. Há ainda a destacar dois artigos sobre fontes - um tendo como temática uma roda dos expostos e outro escrituras diversas - para além de um artigo versando o Património Natural, abordando a atividade do Centro de Interpretação da Pateira de Frossos.
Para a imagem de capa, a escolha recaiu no retrato da Princesa Santa Joana, existente no Museu de Aveiro, prestando assim homenagem à principal figura feminina da região de Aveiro do século XV e que foi proprietária de parte do território que hoje compõe o Concelho de Albergaria-a-Velha.
“Todos estes motivos serão mais do que suficientes para que esta edição continue a agradar aos leitores e a contribuir para que todos aqueles que se interessam pela História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha e da sua região aprofundem os seus conhecimentos, alimentem a sua curiosidade e se tornem mais atentos, mais informados, mais e melhores defensores e fruidores daquele que foi o legado dos nossos antepassados”, conclui Delfim Bismarck.
CMAAVª, 20 de outubro de 2023
https://www.cm-albergaria.pt/municipio/noticias-do-municipio/noticia/revista-albergue-faz-10-anos
A Bimbo, empresa líder na indústria da panificação, foi galardoada com uma Medalha de Mérito – Grau Ouro -, pelo Município de Albergaria-a-Velha, no âmbito das comemorações dos 188 anos da Fundação do Concelho.
Esta distinção honorífica, que foi atribuída em cerimónia pública solene, no passado dia 18 de fevereiro, deve-se ao contributo da empresa no desenvolvimento económico e social do Município, através da criação de emprego, ao longo dos últimos 25 anos.
Para Nuno Nogueira, diretor da fábrica de Albergaria-a-Velha: “É com grande orgulho que recebemos esta distinção. Desde 1998, ano em que a Bimbo inaugurou a sua primeira fábrica em Portugal, em Albergaria-a-Velha, que assumimos o compromisso de contribuir para o desenvolvimento económico e social do Concelho de forma a proporcionar a melhoria das condições gerais de vida e de trabalho dos habitantes.”
Em Portugal, a Bimbo conta com mais de 800 colaboradores, 13 delegações, e duas fábricas, com sete linhas de produção. Esta rede garante 330 rotas de distribuição que, durante seis dias por semana, entregam os produtos da Bimbo a mais de 18 mil pontos e venda por todo o território nacional.
CN, 01/03/2023
https://creativenews.pt/2023/03/01/bimbo-recebe-medalha-de-merito-municipal-em-albergaria-a-velha/
(Bimbo vai construir uma fábrica em Aveiro - 1997)
A produção da nova unidade, orçada em dois milhões de contos, destina-se ao mercado nacional e noroeste de Espanha
A Bimbo escolheu a zona industrial de Albergaria-a-Velha, em Aveiro, para instalar a sua primeira fábrica em portugal. O investimento está orçado em dois milhões de contos, devendo a construção arrancar nos próximos meses.
A previsão é de que a fábrica entre em laboração já em Agosto de 1998, destinando-se a produção - fundamentalmente de pão pré-embalado - ao abastecimento de todo o território nacional e noroeste de Espanha.
De acordo com a directora-geral da Bimbo em Portugal, Leonor de Sá Machado, este crescimento de capacidade vai permitir à empresa aumentar a sua quota de mercado no País, fortalecendo por outro lado a posição de liderança que a marca detém em Espanha nos produtos frescos de pão.
É que apesar da empresa contar já com seis fábricas no país vizinho, que até agora forneciam todo o mercado ibérico, estas encontram-se no seu limite de capacidade, devendo a fábrica de Albergaria-a-Velha possibilitar a desejada expansão.
Nesse ponto e no que se refere ao mercado português, Leonor de Sá Machado está confiante num futuro promissor. "Trata-se de um mercado com imenso potencial de crescimento, uma vez que o conceito do pão de forma pré-embalado é ainda recente e pouco desenvolvido em Portugal. Basta dizer que enquanto o consumo per capita português deste tipo de produto não vai além dos 900 gramas por ano, em Espanha atinge já os 3,2 quilos", salientou.
Há menos de cinco anos em Portugal, onde o mercado se encontrava até então praticamente dominado pela Panrico, a Bimbo encerrou o ano de 1996 já com uma penetração de 22,4 por cento - quase tanto como todas as marcas da distribuição juntas (23,9 por cento) -, contra 52,4 por cento da Panrico.
Além do pão de forma, que constitui o seu principal negócio, com 47 por cento da facturação total de produtos de panificação, a Bimbo comercializa também no País pães recheados (20 por cento), tostas (12 por cento), pão para hamburger e hot-dog (17 por cento) e pão especial (cinco por cento). A pastelaria (linhas infantil, juvenil e familiar) e os aperitivos Eagle são outra parte do negócio. No ano passado, o volume de negócios da empresa totalizou 2,8 milhões de contos, mais dez por cento do que em 1995, cujo crescimento em relação ao ano anterior havia já sido de 16 por cento.
A actual estratégia da Bimbo passa por implementar a marca no país, "prevendo-se um crescimento significativo do volume de negócios igualmente para 1997", segundo Leonor de Sá Machado. Desenvolver o negócio de tostas e produtos Eagle e alargar o leque de produtos oferecidos com o desenvolvimento de gamas adequadas ao mercado português, nomeadamente na linha de pastelaria, são outras das apostas fortes da empresa.
Para alcançar mais facilmente os objectivos que se propõe, a empresa atravessa neste momento uma fase de reestruturação interna, com especial enfoque na formação e informatização, que visa "dotar a Bimbo em Portugal dos recursos necessários para enfrentar a concorrência", adiantou ainda ao DN a sua directora-geral.
Com 125 funcionários e sediada na Abrunheira (Sintra), a Bimbo - Produtos Alimentares possui já delegações em Lisboa, Porto, Coimbra, Guarda e Faro. Uma frota própria de 90 veículos assegura que os seus produtos cheguem diariamente a todos os pontos do País.
O capital social é inteiramente detido pela Bimbo espanhola, sediada em Barcelona, por sua vez subsidiária da multinacional americana Earthgrains.
Eduarda Frommhold, DN, 03/02/1997
https://arquivo.pt/wayback/19980613133402/http://www.maie.pt/bimbo/b_press2.html
https://www.bimbo.pt/cronologia/
1998 - Inauguração da primeira fábrica em Portugal, em Albergaria-a-Velha.
2001 - A multinacional norte-americana Sara Lee Corporation adquire o negócio da Bimbo® em Espanha e Portugal.
2011 - Grupo Bimbo® adquire novamente a BIMBO® Espanha e Portugal, voltando assim a integrar-se na maior panificadora do mundo.
2016 - A empresa adquire o negócio de Bolos da Panrico e marcas emblemáticas como Donuts, Donettes, Bollycao, La Bella Easo, Eidetesa e Qé!
A Câmara de Albergaria-a-Velha formalizou o interesse na aquisição da antiga fábrica de papel, em Vale Maior.
De acordo com o presidente da edilidade, citado pelo semanário Linha da Frente, trata-se de «um espaço nobre» no centro da freguesia «que poderá ser utilizado pelas colectividades locais».
Rui Marques minimiza o estado avançado de degradação do imóvel, considerando que restaurado poderia albergar também um centro de dia para idosos ou a delegação da Associação Portuguesa dos Pais e Amigos Cidadãos Deficientes actualmente a funcionar em instalações provisórias em Soutelo, freguesia da Branca.
O interesse na compra da velha fábrica do papel foi dado a conhecer ao executivo camarário que ainda não tomou qualquer decisão.
Antes, a Câmara deseja saber a opinião da Junta de Freguesia de Vale Maior.
O presidente da edilidade não avança, para já, com os números envolvidos neste negócio mas já terá feito uma proposta à empresa Companhia de Papel do Prado, actual proprietária do imóvel e terrenos adjacentes.
Existe, inclusivamente, um pré-acordo que poderá originar o contrato de compra e venda definitivo se a Câmara, primeiro, e a Assembleia Municipal, depois, autorizarem.
Cultura motiva críticas
Em artigo de opinião publicado pelo jornal "Linha da Frente", Jesus Vidinha, vogal do PS na Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha, considera a actividade cultural do concelho «frágil e diluída», advogando um reforço desta componente da vida comunitária.
Um papel que cabe ao município desempenhar. «São necessários mais e largos passos» para Albergaria-a-Velha «uma verdadeira política que verse a cultura».
O articulista reconhece o esforço com a aquisição do cine-teatro Alba e a promoção de alguns eventos culturais.
Acha, no entanto, que se trata de «uma visão redutora». Jesus Vidinha defende uma actividade cultural mais abrangente e envolver de modo horizontal toda a actividade autárquica.
Valorizar os edifícios históricos e criar espaços museológicos são duas propostas que o vogal do PS apresenta.
19/06/2000
https://arquivo.pt/wayback/20010527024921/http://www.noticiasdeaveiro.pt:80/alba19jun2000.htm
https://novos-arruamentos.blogspot.com/2010/06/fabrica-de-papel-de-valmaior.html
Albergaria vai acolher futuro Museu Nacional de Recursos Hídricos
O município de Albergaria-a-Velha vai acolher um museu de âmbito nacional dedicado aos recursos hídricos, no âmbito de um protocolo que foi assinado este mês entre esta autarquia do distrito de Aveiro e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Em declarações à Lusa, o vereador com o pelouro da Cultura, Delfim Bismarck, disse que o Museu Nacional e Arquivo Histórico dos Recursos Hídricos irá ficar instalado numa parte da antiga fábrica de papel de Valmaior, que será alvo de requalificação.
Segundo o vereador, o investimento com a requalificação do imóvel e aquisição do equipamento deverá rondar uma quantia entre os seis e os sete milhões de euros, os quais serão suportados quase na sua totalidade por fundos comunitários.
“Isto é um processo demorado. Não vamos ter o museu aberto daqui a dois anos, mas esperemos ter o edifício já quase requalificado nessa altura, ou em vias disso e estar tudo a andar”, disse o vereador.
Delfim Bismarck referiu que o projeto nasceu da necessidade de centralizar toda a documentação histórica da APA que se encontra “espalhada a nível nacional por sete ou oito edifícios” sem condições.
“Um ou outro [documento] tem a inventariação e tratamento documental, mas a maior parte da documentação está posta de lado, está em armazéns com humidade, não inventariada. Os investigadores querem estudar cada vez mais essa documentação e não conseguem aceder porque não está inventariada, está em caixotes, não está numerada, não está organizada”, disse o vereador.
Além da preservação e tratamento deste acervo histórico, o objetivo deste projeto é também disponibilizar estes arquivos para investigação.
“O que se pretende é que Valmaior, para além de ter os seus funcionários do arquivo e do museu, tenha uma comunidade científica, os investigadores, principalmente os da Universidade de Aveiro que, pela sua proximidade, vão lucrar bastante com isso, terem a documentação história de recursos hídricos portugueses toda ali disponível a médio prazo”, referiu Delfim Bismarck.
No âmbito do protocolo que foi assinado entre as duas entidades, o município compromete-se a disponibilizar um espaço e recursos técnicos para a constituição do museu em estrita colaboração com a APA.
A APA obriga-se a contribuir com uma quantia anual até 36 mil euros para as despesas de manutenção e funcionamento dos espaços ocupados pelo museu, bem como a suportar os encargos imputados ao respetivo transporte.
O protocolo terá a duração de três anos renovável automaticamente e sucessivamente por igual período.