
Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Exposiçao Internacional do Porto em 1865

Catalogo official da Exposiçao Internacional do Porto em 1865
PRIMEIRA DIVISÃO.
Matérias primas e suas tranaformaçoes immediatas.
CLASSE 1ª Minas, pedreiras, e productos mineraes
PORTO
12. Jorge Alberto Adolpho Leuschuer, Porto.
—Treze mineraes da mina de chumbo, e prata da Várzea de Trevões, S. João da Pesqueira.— 5 mineraes da mina de chumbo de Morcoso, Cambra. —
8 mineraes da mina do cuval da Mó, Albergaria.—
9 mineraes da mina de cobre, e chumbo de Telhadella, Albergaria.— 20 mineraes das minas de chumbo da mina da Penna, Albergaria. — 28 mineraes das minas de chumbo do Braçal, Scver do Vouga. —16 mineraes e 2 caixinhas com crystaes das minas de estanho de Ramalhosa e Portella da Goiva, Amarante. — 7 mineraes e 2 caixinhas com crystaes da mina d'estanho do monte Feital, Guarda. — 4 mineraes daminad'estanho das Rodas do Marão, Amaranle.— Differentes gangas e mineraes das sobreditas minas.
(...)
AVEIRO
17. Manoel Luiz Ferreira, Albergaria Velha.
— Mineraes das minas do Pindello e Pintor.
Vide n.ª 12.
CLASSE 2ª Arte florestal, caça, pesca e colheitas obtidas sem cultur; piscicultura e seus apparelhos.
AVEIRO
59. Manoel Luiz Ferreira, Albergaria Velha.
— Uma amostra de madeira injectada (pinheiro) segundo o systema Boucherie, pra os postes telegraphicos e travessas do caminho de ferro.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Associação de Bombeiros
A Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha foi fundada, no dia 22 de Janeiro de 1923, para criar e manter um corpo de bombeiros no concelho.
Em 1925 foi criado o Corpo de Bombeiros de Albergaria-a-Velha no seio da referida Associação.
O Corpo de Bombeiros cessou em Março de 1944. Só seria restabelecido em 1949 graças ao empenho de Américo Martins Pereira.
Os estatutos da Associação foram aprovados por alvará do Governo Civil de Aveiro em 4 de maio de 1953.
A Associação tem como escopo principal a protecção de pessoas e bens, designadamente o socorro de feridos, doentes ou náufragos, e a extinção de incêndios, detendo e mantendo em actividade, para o efeito, um corpo de bombeiros.
O brasão da associação é constituído por uma fénix estendida e voltada para a direita, de ouro e perfilada de preto, sobre quatro achas de preto incendiadas de ouro, trazendo ao peito dois machados cruzados de prata com cabos de preto, sobrepostos pelas armas do concelho, com listel branco com legenda a negro - "Albergaria-a-Velha".
A bandeira da agora denominada Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha é constituída por fundo vermelho, tendo ao centro o brasão da associação, com o nome da mesma, com o cordão e borlas de ouro e vermelho, haste e lança de ouro.
Nome dos comandantes ao serviço da corporação:
1927 - Fernando Tavares Tinoco
1931 - João Ferreira Pinto
1949/1962 - Evaristo Gomes Ferreira
1962 - João Ferreira Paiva (apenas 48 dias)
1962/1967 - Sérgio Reis da Costa
1967/1969 - Luís Soares de Matos
1969/1974 - Eng.º José António Piedade Laranjeira
1975/1996 - Eng.º António Atanázio Ribeiro
1997/-- - José Ricardo Bismarck Ferreira
Em 1925 foi criado o Corpo de Bombeiros de Albergaria-a-Velha no seio da referida Associação.
O Corpo de Bombeiros cessou em Março de 1944. Só seria restabelecido em 1949 graças ao empenho de Américo Martins Pereira.
Os estatutos da Associação foram aprovados por alvará do Governo Civil de Aveiro em 4 de maio de 1953.
A Associação tem como escopo principal a protecção de pessoas e bens, designadamente o socorro de feridos, doentes ou náufragos, e a extinção de incêndios, detendo e mantendo em actividade, para o efeito, um corpo de bombeiros.
O brasão da associação é constituído por uma fénix estendida e voltada para a direita, de ouro e perfilada de preto, sobre quatro achas de preto incendiadas de ouro, trazendo ao peito dois machados cruzados de prata com cabos de preto, sobrepostos pelas armas do concelho, com listel branco com legenda a negro - "Albergaria-a-Velha".
A bandeira da agora denominada Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha é constituída por fundo vermelho, tendo ao centro o brasão da associação, com o nome da mesma, com o cordão e borlas de ouro e vermelho, haste e lança de ouro.
Nome dos comandantes ao serviço da corporação:
1927 - Fernando Tavares Tinoco
1931 - João Ferreira Pinto
1949/1962 - Evaristo Gomes Ferreira
1962 - João Ferreira Paiva (apenas 48 dias)
1962/1967 - Sérgio Reis da Costa
1967/1969 - Luís Soares de Matos
1969/1974 - Eng.º José António Piedade Laranjeira
1975/1996 - Eng.º António Atanázio Ribeiro
1997/-- - José Ricardo Bismarck Ferreira
domingo, 2 de agosto de 2009
José António da Piedade Laranjeira

José António da Piedade Laranjeira é licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Em Frossos, terra da sua família paterna, casou-se com Rosa Soares de Pinho onde viveu e onde nasceram os seus filhos.
Foi comandante dos Bombeiros de Albergaria-a-Velha entre 1969 e 1974. Em 1983 substituiu o padre Vitor Melícias como Presidente do Serviço Nacional de Bombeiros, cargo que ocupou durante nove anos.
Recebeu o "Crachá de Ouro" da Liga dos Bombeiros Portugueses e foi condecorado com a Ordem de Mérito pelo Presidente da Républica Mário Soares.
Também foi presidente da Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha. Em Fevereiro de 2004 foi nomeado adjunto do Governador Civil de Aveiro.
Em Frossos, terra da sua família paterna, casou-se com Rosa Soares de Pinho onde viveu e onde nasceram os seus filhos.
Foi comandante dos Bombeiros de Albergaria-a-Velha entre 1969 e 1974. Em 1983 substituiu o padre Vitor Melícias como Presidente do Serviço Nacional de Bombeiros, cargo que ocupou durante nove anos.
Recebeu o "Crachá de Ouro" da Liga dos Bombeiros Portugueses e foi condecorado com a Ordem de Mérito pelo Presidente da Républica Mário Soares.
Também foi presidente da Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha. Em Fevereiro de 2004 foi nomeado adjunto do Governador Civil de Aveiro.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Atletismo

Dedicação e empenho diário pelo amor ao atletismo
Escrito por Sandra Carvalho/Beira Vouga
01-Jun-2007
--Márcia Martins pratica atletismo há 11 anos
Márcia Marques Martins tem 24 anos de idade. Natural de Valmaior, a atleta ao serviço do GRECAS, Associação Desportiva e Cultural de Santo António de Vagos dedica grande parte do seu tempo aos treinos e aos atletas da União Desportiva de Valmaior. Actualmente desempenha as funções de escriturária, numa empresa de Albergaria, e gostaria de correr até aos 80 anos.
--A União Desportiva de Valmaior
No ano de 2003, os responsáveis da União Desportiva de Valmaior decidiram abrir a secção de atletismo. Márcia Martins tinha terminado um curso de monitora e convidaram-na para abraçar o projecto.
A primeira iniciativa da associação foi a Prova do 25 de Abril, na freguesia. Tinha tirado um curso de monitora há pouco tempo e como o meu pai era vice-presidente convidaram-me para fazer parte da secção de atletismo.
Na altura começamos apenas com dez atletas. Os mais pequenos passaram a palavra a outros e neste momento treino 26 (20 atletas federados e 6 não federados).
Disponibilizar uma nova modalidade na freguesia foi o objectivo da associação porque em Valmaior não existem muitas. Só noutras freguesias e fica longe para os jovens.
--Como dirige 26 atletas
Márcia Martins tem a responsabilidade, três vezes por semana, de treinar os jovens da União Desportiva de Valmaior. No início era mais fácil porque eram menos. Mas, com um sorriso, confessou ser fácil e que desempenha essa função com grande orgulho.
No início eram apenas dez atletas. Era mais fácil porque eram menos. Dirigir os treinos de 26 jovens atletas é complicado. O mais novo tem apenas dez anos e o mais velho 18. Eles obedecem. Fazem tudo o que eu peço. Cada treino que faço é planeado por escalão. Mas, mesmo com este número de atletas corre sempre bem e conto com a ajuda do Edmundo Dias, responsável pela secção de atletismo da associação.
(Leia a notícia na íntegra na edição da 1.ª quinzena de Junho de 2007 do Beira Vouga)
--
A atleta Márcia Martins conquistou o bronze na Mealhada durante o Campeonato Nacional de Montanha, que decorreu no dia 24 de Maio e teve como palco principal a mata do Buçaco-Luso. Um estilo de prova que é do agrado da atleta da Adercus/Recer e natural de Valmaior, onde é monitora da União Desportiva de Valmaior.
Ao mesmo tempo que a prova era nacional, era também o distrital de montanha, onde Márcia Martins, a atravessar excelente fase da sua carreira, foi a primeira classificada. Conquistas que são motivo de orgulho para Albergaria-a-Velha e todo o distrito de Aveiro. A classificação permite assim a sua participação no Campeonato de Mundo que será disputado na Alemanha
Escrito por Sandra Carvalho/Beira Vouga
01-Jun-2007
--Márcia Martins pratica atletismo há 11 anos
Márcia Marques Martins tem 24 anos de idade. Natural de Valmaior, a atleta ao serviço do GRECAS, Associação Desportiva e Cultural de Santo António de Vagos dedica grande parte do seu tempo aos treinos e aos atletas da União Desportiva de Valmaior. Actualmente desempenha as funções de escriturária, numa empresa de Albergaria, e gostaria de correr até aos 80 anos.
--A União Desportiva de Valmaior
No ano de 2003, os responsáveis da União Desportiva de Valmaior decidiram abrir a secção de atletismo. Márcia Martins tinha terminado um curso de monitora e convidaram-na para abraçar o projecto.
A primeira iniciativa da associação foi a Prova do 25 de Abril, na freguesia. Tinha tirado um curso de monitora há pouco tempo e como o meu pai era vice-presidente convidaram-me para fazer parte da secção de atletismo.
Na altura começamos apenas com dez atletas. Os mais pequenos passaram a palavra a outros e neste momento treino 26 (20 atletas federados e 6 não federados).
Disponibilizar uma nova modalidade na freguesia foi o objectivo da associação porque em Valmaior não existem muitas. Só noutras freguesias e fica longe para os jovens.
--Como dirige 26 atletas
Márcia Martins tem a responsabilidade, três vezes por semana, de treinar os jovens da União Desportiva de Valmaior. No início era mais fácil porque eram menos. Mas, com um sorriso, confessou ser fácil e que desempenha essa função com grande orgulho.
No início eram apenas dez atletas. Era mais fácil porque eram menos. Dirigir os treinos de 26 jovens atletas é complicado. O mais novo tem apenas dez anos e o mais velho 18. Eles obedecem. Fazem tudo o que eu peço. Cada treino que faço é planeado por escalão. Mas, mesmo com este número de atletas corre sempre bem e conto com a ajuda do Edmundo Dias, responsável pela secção de atletismo da associação.
(Leia a notícia na íntegra na edição da 1.ª quinzena de Junho de 2007 do Beira Vouga)
--
A atleta Márcia Martins conquistou o bronze na Mealhada durante o Campeonato Nacional de Montanha, que decorreu no dia 24 de Maio e teve como palco principal a mata do Buçaco-Luso. Um estilo de prova que é do agrado da atleta da Adercus/Recer e natural de Valmaior, onde é monitora da União Desportiva de Valmaior.
Ao mesmo tempo que a prova era nacional, era também o distrital de montanha, onde Márcia Martins, a atravessar excelente fase da sua carreira, foi a primeira classificada. Conquistas que são motivo de orgulho para Albergaria-a-Velha e todo o distrito de Aveiro. A classificação permite assim a sua participação no Campeonato de Mundo que será disputado na Alemanha
sexta-feira, 24 de julho de 2009
arquivomunicipal.com
Depois do lançamento do livro "A Terra do Vouga nos Séculos IX a XIV - Território e Nobreza", do historiador Delfim Bismarck Ferreira, o Arquivo Municipal foi de novo o espaço escolhido para a apresentação de uma outra obra, desta vez, de Armando Carvalho Ferreira, intitulada "Moinhos do Distrito de Aveiro". (...)Já no dia 27 Março, o Arquivo Municipal assinalou o 40º aniversário da chegada do Homem à Lua com a palestra "Um Pé na Lua: 40 anos Depois…". (...)
Finalmente, em Abril, a exposição "100 anos da Linha do Vale do Vouga" tomou conta do edifício da Antiga Cadeia.
in ALBERGARIA EM REVISTA Nº27 - MAIO 2009
EM BUSCA DO ARQUIVO MUNICIPAL
No âmbito das actividades do Campo de Férias, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha organizou uma Caça ao Tesouro intitulada “Em Busca do Arquivo Municipal” nos dias 1, 2 e 3 de Julho. Cerca de 150 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, puseram à prova a sua habilidade para descobrir pistas e encontrar soluções, ao mesmo tempo que aprendiam o modo de funcionamento e a importância de um arquivo.
Divididos em cinco grupos, os participantes foram desafiados a responder a sete blocos de questões, um de carácter mais genérico e os outros seis relacionados com as divisões (recepção/ sala de exposições, depósito documental, sala de leitura, sala de tratamento, sala polivalente) e o edifício exterior. Enquanto deambulavam pelas várias salas, os jovens tiveram a oportunidade de apreciar o trabalho diário de um arquivista, consultar um documento centenário, pesquisar jornais antigos no arquivo digital, conhecer as edições publicadas pela Câmara Municipal e até puderam aprender a arquivar os documentos nas secções adequadas para o efeito.
(...) a Câmara Municipal pretende divulgar “Em Busca do Arquivo Municipal” junto das escolas no próximo ano lectivo, promovendo, assim, o gosto pela História local e alertando os mais novos para a preservação da nossa memória colectiva.
in CMA - JUNHO 2009
Quando estamos prestes a comemorar o 175º aniversário da criação do concelho é de louvar iniciativas que fomentem o melhor conhecimento da história do concelho. Seria adequado o lançamento de concursos de desenho, escrita ou multimédia que possam dirigir-se a vários grupos etários.
Aquando da inauguração do Arquivo informaram que iria ser um espaço dinâmico em termos culturais, com a realização de exposições e visitas guiadas. Encontrando-se ainda no primeiro ano de existência ainda não terá havido oportunidade de alargar o número e o tipo de actividades.
Entre os dias 3 e 31 de Agosto, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha irá apresentar a exposição fotográfica “Os melhores momentos do Campo de Férias 2009”. É a primeira exposição da iniciativa do próprio Arquivo. O conteúdo da mesma não deverá ser muito diferente de outras que estiveram patentes na Biblioteca.
A criação de uma secção dinâmica na página do municipio (ou um mero blog), exposições de produção própria (a história do edificio, imagens do passado, determinada pessoa ou acontecimento local, etc...) ou a interligação com outros meios de comunicação (jornais locais, boletim municipal) poderiam potenciar a ligação do Arquivo à comunidade.
in ALBERGARIA EM REVISTA Nº27 - MAIO 2009
EM BUSCA DO ARQUIVO MUNICIPAL
No âmbito das actividades do Campo de Férias, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha organizou uma Caça ao Tesouro intitulada “Em Busca do Arquivo Municipal” nos dias 1, 2 e 3 de Julho. Cerca de 150 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, puseram à prova a sua habilidade para descobrir pistas e encontrar soluções, ao mesmo tempo que aprendiam o modo de funcionamento e a importância de um arquivo.
Divididos em cinco grupos, os participantes foram desafiados a responder a sete blocos de questões, um de carácter mais genérico e os outros seis relacionados com as divisões (recepção/ sala de exposições, depósito documental, sala de leitura, sala de tratamento, sala polivalente) e o edifício exterior. Enquanto deambulavam pelas várias salas, os jovens tiveram a oportunidade de apreciar o trabalho diário de um arquivista, consultar um documento centenário, pesquisar jornais antigos no arquivo digital, conhecer as edições publicadas pela Câmara Municipal e até puderam aprender a arquivar os documentos nas secções adequadas para o efeito.
(...) a Câmara Municipal pretende divulgar “Em Busca do Arquivo Municipal” junto das escolas no próximo ano lectivo, promovendo, assim, o gosto pela História local e alertando os mais novos para a preservação da nossa memória colectiva.
in CMA - JUNHO 2009
Quando estamos prestes a comemorar o 175º aniversário da criação do concelho é de louvar iniciativas que fomentem o melhor conhecimento da história do concelho. Seria adequado o lançamento de concursos de desenho, escrita ou multimédia que possam dirigir-se a vários grupos etários.
Aquando da inauguração do Arquivo informaram que iria ser um espaço dinâmico em termos culturais, com a realização de exposições e visitas guiadas. Encontrando-se ainda no primeiro ano de existência ainda não terá havido oportunidade de alargar o número e o tipo de actividades.
Entre os dias 3 e 31 de Agosto, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha irá apresentar a exposição fotográfica “Os melhores momentos do Campo de Férias 2009”. É a primeira exposição da iniciativa do próprio Arquivo. O conteúdo da mesma não deverá ser muito diferente de outras que estiveram patentes na Biblioteca.
A criação de uma secção dinâmica na página do municipio (ou um mero blog), exposições de produção própria (a história do edificio, imagens do passado, determinada pessoa ou acontecimento local, etc...) ou a interligação com outros meios de comunicação (jornais locais, boletim municipal) poderiam potenciar a ligação do Arquivo à comunidade.
A Cor das Palavras
A COR DAS PALAVRAS de Artur Oliveira e Ricardo OliveiraA exposição procura dar resposta à pergunta "Qual é o sentido da vida?". Artur e Ricardo Oliveira propõem, nesta mostra, apresentar uma linguagem artística universal enquadrando, em cada uma das obras expostas, a Pintura e a Poesia como duas formas de expressão que indicam um mesmo caminho.
"A exposição conta com duas linguagens artísticas. Cada obra é constituída por uma pintura e por um poema e, por isso, deve ser entendida no seu todo e não numa leitura isolada de cada uma das artes que a compõem" .
Simbolicamente, os artistas pretendem representar um mundo em que cada ser vive ensimesmado e cada saber rebusca em solilóquio, apresentando uma solução de diálogo para a humanidade.
O conceito que preside, então, à criação artística será a universalidade que assiste a cada ser humano. No entanto, a amostra não se esgota neste tema. Ao longo da exposição, o espectador é convidado a reflectir sobre a sua condição de homem, sobre o sentido da sua vida e a finalidade da mesma, ainda terá a oportunidade de pensar acerca da estrutura social, a distribuição da riqueza, a opressão e a divisão do poder. Todos estes temas são abordados de forma directa, ainda que encobertos pela metáfora, para que o espectador possa procurar a verdade ou verdades na sua consciência.
“A Cor das Palavras” é um jogo conceptual em que o espectador vai destapando a intenção crítica dos autores, os quais usam da ironia na observação e análise da realidade, pelo que é uma constante e divertida descoberta.
Ao nível técnico, os quadros apresentam dois planos, sendo o primeiro figurativo, em que o pintor esboça, em traço expressionista, a realidade circunstancial que a obra trata, e o segundo surge, rasgando a tela, em acto de metáfora revoltada, pintado a traço preciso, marcando uma antítese. Os poemas são escritos em versos soltos, propiciando ao poeta uma maior liberdade temática e possibilidade irónica.
Desde 2006 a mostra já passou por Nazaré, Covilhã, Pombal, Vila Nova de Gaia, Condeixa-a-Nova, Braga, Guarda, Coimbra, Valongo e Ermesinde. A partir de Setembro de 2009 estará em Vila do Conde.
AUTORES
ARTUR OLIVEIRA (Belém-do-Pará, 4 de Março de 1971). A família é de Albergaria-a-Velha e aqui reside desde a infância. A sua formação académica é na área da contabilidade mas desde cedo começou a pintar como autodidacta tendo experimentado diferentes materiais e técnicas. Está representado em diversas colecções particulares. A sua obra integrou mais de uma dezena de exposições colectivas. As exposições individuais mais marcantes realizaram-se em 1990 na Galeria J2 (Albergaria-a-Velha) e em 1999 na Galeria Municipal de Aveiro. É membro da ANAP (Associação Nacional dos Artistas Plásticos) desde 2005.
RICARDO OLIVEIRA (Albergaria-a-Velha, 12 de Março de 1980) Formou-se na área do ensino, em Português, Latim e Grego. Procura na poesia a resposta para a subjectividade e o caminho para a verdade.
ligação: http://www.dialogarte.pt.vu
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Memória de Albergaria em forma de saudades
Manuel da Costa e Melo, 1913-2002 O Dr. Costa e Melo fez o seu estágio de advocacia e notariado em Albergaria-a-Velha. Em 1995, já reformado, Costa e Melo escreveu vários artigos no Jornal de Albergaria. Nessas croniquetas, como lhe chamava, abordou nomes como Dr. Silvino, Leandro e Evaristo Ferreira, etc...
- Era uma vez... - 09/02/1995
- O Dr. António Pinho- 23/02/1995
- O Dr. Hernani - 09/03/1995
- O doutor Silvino - 23/03/1995
- O Vasco Mourisca - 06/04/1995
- Os filhos de Adão - 20/04/1995
- A Senhora do Socorro - 25/05/1995
- O Frias (presente no assalto ao D. Maria) - 08/06/1995
- Arauto de Osseloa - 22/06/1995
- O Frias (presente no assalto ao D. Maria) - 08/06/1995
- Arauto de Osseloa - 22/06/1995
- Última crónica - 20/07/1995
OFERTA DO ESPÓLIO AO MUNICIPIO DE AVEIRO
O espólio de Costa e Melo é constituído por 1142 monografias e 113 periódicos, para além de diversos dossiers, recortes, fotografias, videos, cassetes e o seu "arquivo pessoal", estando as peças identificadas e depositadas na Biblioteca e Arquivo Municipal.
Manuel da Costa e Melo nasceu em Mourisca do Vouga, Águeda, em 1913. Licenciado em Direito, desenvolveu uma intensa participação na vida política do país, que lhe valeu a expulsão da Função Pública durante o Estado Novo, vindo a ser reintegrado somente em 1975.
Foi militante da União Socialista, da Acção Socialista Portuguesa e do Partido Socialista e participou activamente nas campanhas eleitorais de Norton de Matos e de Humberto Delgado e nos Congressos Republicanos de Aveiro, em 1957, 1969 e 1973. Após o 25 de Abril de 1974, fez parte da comissão Administrativa da Câmara Municipal, tendo sido, de 1976 a 1979, Governador Civil de Aveiro.
Com extensa obra publicada, Costa e Melo colaborou ainda em diversos jornais e revistas de Lisboa e do Porto e na imprensa regional de Águeda, Albergaria-a-Velha [Arauto de Osseloa e Jornal de Albergaria] e Aveiro.
Jornal da Bairrada - 21/03/2006
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Vila Francelina - Imóvel de Interesse Municipal
A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, em Agosto de 2001, declarar que considera de elevado interesse concelhio o empreendimento de Turismo de Habitação para a Quinta Vila Francelina, situada na freguesia de Frossos, propriedade de António Domingos Laranjeira Pinho, respeitando a Lei n.º 13/85, de 6 de Julho.Mais foi deliberado unanimemente declarar que o projecto representa para o concelho uma mais valia, face à qualidade e potencialidades da casa principal, imóvel de características arquitectónicas eruditas com elementos de Arte Nova, datado de finais do Séc. XIX e também face à zona envolvente, com a Pateira de Frossos como horizonte.
Este mês foi publicado um Edital referente à classificação do referido edifício como Imóvel de Interesse Municipal.

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