terça-feira, 8 de agosto de 2017

Ligações do Partido Comunista a Albergaria-a-Velha durante o Estado Novo

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Em 1936 [António Gomes da Silva/«Russo»] conheceu Anastácio Ramos, que o convenceu a entrar para o partido e para o SVI, foi detido e condenado em TME. Em 1938, Dr. Ferreira Soares convida-o a entrar de novo no partido e, depois da morte dele, apareceram diversos delegados da organização comunista, com quem passou a manter contacto, entregando propaganda e desenvolveu assim a organização de Ovar, de Águeda e de Albergaria-a-Velha. Para o desenvolvimento da organização contactou com Augusto de Lemos Henriques Ribeiro Pinheiro/«Augusto da cadeia».




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No dia seguinte [5/11/1943], era interrogado José Gonçalves Sapateiro. O jornal Avante era-lhe entregue por Manuel Godinho/«Manuel das Cavadas». Ele tinha constituído duas células: a primeira com Evaristo Ferreira Lopes e Danilo Soares Alves Martins, da Faculdade de Direito de Coimbra. Evaristo foi para a Marinha e Danilo para Coimbra e ele constituiu uma nova célula, composta por Álvaro Correia Leite/«Barito» que trabalhava na Fundição de Albergaria-a-Velha e Germano Gomes Pinho/«Germano Serrano». Na véspera da greve de São João, Godinho informou-o do que se ia passar no dia seguinte, encarregando-o de distribuir nessa madrugada panfletos comunistas, o que fez para se livrar da greve porque tinha muito trabalho nessa ocasião.




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Em Dezembro de 1943, são presos membros do partido comunista nos concelhos de Ovar, Albergaria-a-Velha e Águeda. Naquela vila, apareceu um homem que dava pelo nome de «Mário», que começou a acompanhar com Moisés Ferreira Lamarão e alguém lhes disse que era comunista. Este Mário era um homem bastante culto e constava que tinha sido expulso de uma repartição ministerial por questões políticas. Do mesmo documento, consta que Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, «era desafecto da actual situação política do nosso país, sendo ainda elemento com pouca moral». Nos interrogatórios, Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, nega qualquer ligação ao partido comunista e confirma que apenas recebe os jornais que Augusto da Cadeia lhe vende e dá dinheiro à organização comunista por caridade.




António Bernardino Tavares/«Rodas», José Gomes Ferreira/«José Francês», Luís Silva e Costa, escriturário, Leandro Gomes Ferreira, ajudante de notário, Henrique Marques Alexandre, médico veterinário, Paulo Mendes da Paz, embalador metalúrgico, João Pires Caramonete, ajudante de farmácia, detidos para averiguações, em Dezembro de 1943. José António Lopez Novelle, comerciante, de Orense-Espanha, residente em Albergaria-a-Velha, detido para averiguação de «actividades subversivas», nos interrogatórios responde que vivia em Portugal há trinta anos e que há oito meses Augusto de Lemos Henrique Pinheiro/«Augusto da Cadeia» lhe entregou alguns jornais Avante e, embora tivesse contribuído com algum dinheiro, para auxílio das famílias dos presos políticos, não era comunista.




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António Bernardino Tavares/«Rodas», também recebeu jornais por intermédio de «Augusto da Cadeia» e deu-lhe dinheiro mas «não tem ideal político», embora soubesse que ele pertencia à «organização subversiva».




Leandro Gomes Ferreira, ajudante de notário, é democrático e considerava que no regime actual não existia liberdade de palavra ou religião, esteve filiado no tempo da democracia no Partido Republicano Português, e há cerca de 6 meses conheceu «Augusto da Cadeia» que lhe entregava os jornais que lia e rasgava, assim como lhe dava dinheiro, mas apenas o fez por caridade porque não era comunista.




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«Augusto Cadeia» era carcereiro da comarca de Albergaria-a-Velha e responsável por um «grupo» dessa localidade. Por intermédio de Luís da Silva e Costa, conheceu outro que lhe dava os jornais comunistas e depois este apresentou-lhe o António das Neves Martins de Barros, a quem passou a entregar o material de propaganda.



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Extractos da tese "O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical" de M. F. R. Lopes que referem algumas ligações a Albergaria-a-Velha


http://repositorio.ul.pt/handle/10451/7351




O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical - Lopes, Maria Filomena Rocha - 2010
Tese de doutoramento, História (História Contemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012





domingo, 6 de agosto de 2017

Publicações de 1934 e 1935



No site de leilões Coisas.com  estiveram à venda dois exemplares da Revista Vouga (entretanto já vendidos) e vários exemplares do jornal A Gazeta.

O Legado de Napoleão é um dos temas abordados com a construção de um novo grupo de casas no Bairro Napoleão ou a péssima administração da herança de Napoleão Ferreira Leão (por exemplo da Casa da Avenida Cinco de Outro, em Lourenço Marques) e a transferência das ossadas do benemérito. - A Gazeta / Vouga

Outro dos temas é a Avenida da Assilhó: "Por se ir retardando o começo dos trabalhos da Avenida da Assilhó, há quem ponha em dúvida a realização essa obra. (...) A demora justifica-se perante as despesas do custeio das expropriações e das edificações a levantar, (...) - Vouga

REVISTA-VOUGA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I-N.º 4-1935
REVISTA-VOUGA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I-N.º 8-1935
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 55-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 57-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 58-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 59-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 61-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 62-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 63-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 64-1934
A GAZETA-ALBERGARIA A VELHA-ANO I (ÚNICO)-N.º 65-1934



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Palacete de Manuel Marques Mendes



Palacete de Manuel Marques Mendes (importante industrial no Rio de Janeiro) situado perto da Estação do Caminho de Ferro. A obra foi da autoria de João Gomes Soares.



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Terras de Portugal

Concurso "Terras de Portugal" do diário de Notícias - década de 1920


Cromo alusivo a Albergaria-A-Velha




a
Coisas



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Habitação Social

População Residente em habitação social propriedade da Câmara Municipal 


Blocos Habitacionais / Freguesia / Número de Fracções / População Residente


Bairro de Napoleão (junto à Misericórdia ) Albergaria-a-Velha - 16 F - 56 P

Bairro de Napoleão (Alto de Assilhó) Albergaria-a-Velha - 6 F - 30 P

Legado de Napoleão ( Rua Eugénio Ribeiro) Albergaria-a-Velha - 6 F - 18 P

Legado de Napoleão  (Açores)  Valmaior - 4F - 12 P

Total 32 Fracções - 116 pessoas

Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha 

as

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Presença na Internet

Aproximar inovando

Não é mais possível esconder ou dissimular a premência de devolver à nossa Assembleia Municipal (AM) a dinâmica e a vocação escrutinadoras que fazem dela a Casa da Democracia do Concelho de Albergaria-a-Velha. Mais do que nunca, importa garantir uma efetiva aproximação entre eleitos e eleitores e entre estes e as instituições.

E passa a ser um desígnio prioritário quando o horizonte habitual das reuniões da AM se confina aos poucos rostos do costume, maioritariamente ligados às forças políticas locais.

 (...)

Mais do que permitir aos munícipes o acesso às notícias relacionadas às atividades da Câmara Municipal e seus eleitos, impor-se-ia inovar, garantindo as transmissões ao vivo e por demanda (vídeos gravados) das sessões plenárias, mormente da AM, audiências públicas e demais eventos realizados pela autarquia. Uma espécie de “TV Câmara”.

Daí que os sítios das Câmaras Municipais na internet vão ganhando importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias. Em razão das exigências contemporâneas, afigura-se imprescindível que as edilidades apostem na democratização de conteúdos pela internet para comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da sua terra.

Uma tarefa que vai muito além de inserir editais, avisos e notícias. E é por tudo isto que me preocupa o website da nossa Câmara Municipal, que, de início, cheguei a acreditar poder vir a ser fortemente otimizado com o novo executivo saído das eleições de 2013. Atualmente, o site está pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

Por exemplo, sobre a atividade legislativa, seria consequente disponibilizar ao cidadão a possibilidade de acompanhar todos os trabalhos relacionados o processo legislativo, mormente ao nível da criação de taxas e da aprovação de novos regulamentos. Desse modo, poder-se-ia facultar informações sobre: tramitação, situação, documentos anexos, adendas, bem como os relatórios e atas de cada sessão plenária.

Falta criar, para cada Vereador e também para o Presidente da AM, a sua própria página para que os eleitores possam acompanhar os seus trabalhos e entrar em contacto com o seu representante. De igual modo, cumpriria franquear, através do website, o acesso às determinações municipais, lei orgânica, regimento interno da edilidade, resoluções várias outras normas jurídicas que a Câmara Municipal entenda publicar.

Contas Públicas. Atendendo ao crescente escrutínio público, seria inteligente promover também a publicação de relatórios e contas da Câmara Municipal, em nome de uma maior transparência na gestão do dinheiro público.

Atendimento ao Cidadão. Grande pecha, que tarda em ser resolvida ou sequer atenuada. Urge enriquecer, através do website, a comunicação entre a Câmara Municipal e o cidadão, possibilitando o envio mensagens, dúvidas, sugestões ou reclamações, com tempos de resposta vinculativos.

José Manuel Alho, 08/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/aproximar-inovando-1044888

Nem de propósito! Na sequência do meu último texto, intitulado “Aproximar Inovando”, versando a temática de os sítios das Câmaras Municipais na internet terem ganho importância crescente ao ponto de o fosso entre as autarquias digitais e as outras ser, recorrentemente, um poderoso indicador de modernidade, transparência e eficácia gestionárias, surgiram, entretanto, novos dados.

Com efeito, teve lugar, em Lisboa, a apresentação púbica dos resultados da IX edição do índice da presença na internet das câmaras municipais 2016 (Ipic2016), numa investigação dinamizada pelo departamento de sistemas de informação da Universidade do Minho, através do GÁVEA – Laboratório de Estudos e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

(...)

No que respeita ao caso concreto de Albergaria, no item «Serviços Online», a edilidade desceu 115 lugares (!) - passou de 26 (2012) para 141 (2014).

Na vertente «Tipo e atualização», o descenso foi ainda mais acentuado e cifrou-se num abaixamento de 193 lugares (!!) - passou de 80 (2012) para 272 (2014). Factos. E é dos factos que reza a História.

Insisto: em razão das exigências contemporâneas, afigura-se incompreensível que não se tenha cumprido a promessa de revitalizar o website da autarquia, promovendo a democratização de conteúdos pela internet para, no essencial, comunicar, de forma direta, com os munícipes, com os visitantes e simpatizantes da nossa sua terra. Por isso, mantenho: preocupa-me o site da nossa Câmara Municipal. Atualmente, o sítio está inexplicavelmente pesado, enfadonho, com uma navegação nada fluída ou atrativa.

José Manuel Alho, 22/06/2017

http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/outro-discurso-acima-de-tudo-outra-1045098

O sítio da autarquia não sofreu alterações nos últimos anos. Na mesma altura foram criados, com o mesmo formato, outros sites como de Ovar ou da Murtosa.

Em termos de noticias, editais, publicações e outros documentos foi sendo sempre actualizado. No entanto não é possível (há muito tempo) fazer pesquisas dentro do site. Além disso faz falta um espaço com a actividade municipal e os avisos e editais deveriam ter um acesso mais rápido. Também deverão ser copiadas boas prácticas de outras autarquias como no caso de Águeda que há muito divulgam as reuniões da Assembleia Municipal.

sábado, 27 de maio de 2017

Aveiro Virtual (1994)



ALBERGARIA-A-VELHA

O concelho foi criado já em pleno séc.XIX, com origem num povoado que remonta à época pré - romana, facto que se encontra confirmado pela existência dos Castros de Loure e Branca.


O nome advém-lhe o facto de D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, alí ter fundado uma albergaria com privilégios especiais, tais como a recolha e socorro a viajantes pobres.


Área - 155,98 Km2
Freguesias - 8 (Albergaria-a-Velha, Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, Ribeira de Fráguas, S. João de Loure e Valmaior).
População - 24.146 habitantes
Eleitores - 18.563
Receitas Fiscais - 735.300 contos
Feriado Municipal - Segunda-feira seguinte ao 3º Domingo de Agosto


Câmara Municipal


3850 Albergaria-a-Velha


Tel. (034) 523114/523131
Telex 37240 - Fax 522225


Presidente - Rui Pereira Marques (CDS/PP)


Vereadores - Saúl Oliveira Silva (CDS/PP); Tércio Melo Silva (CDS/PP); Alberto Camões Sobral (PSD); José Carlos Silva Oliveira (PSD); e José Silva Pedro (PS)


Indústria - As 178 empresas do concelho empregam 3.236 trabalhadores, assumindo especial relevância a Cerâmica, Madeiras e Metalomecânica, embora o amoir número de empresas esteja no sector da Construção Civil (56). As maiores empregadoras são Produtos Metálicos (776), Metalurgia (525), Têxteis e Vestuário (536) e Madeiras (399). O sector secundário absorve 51% da população activa, o primário 26% e o terceário 23%.


Comércio - Segundo dados de 1993, há neste concelho registo de 349 estabelecimentos comerciais, sendo 39 grossistas e 310 retalhistas. São 144 os trabalhadores nos estabelecimentos de comércio por grosso e 578 nos retalhistas.


Educação - Para uma população estudantil na idade pré escolar de 339 alunos, há no concelho 20 Jardins de Infância onde leccionam 20 educadoras O Ensino Básico é frequentado, nas suas 31 Escolas, por 1.829 alunos que recebem aulas de 87 professores. São 2.274 os alunos que frequentam 1 Escola do Ensino Preparatório e 2 do Ensino Secundário e 1 Colégio.


Desporto - São 18 as instalações desportivas de concelho, estando três em fase de construção e/ou conclusão.


Saúde - O Centro de Saúde, com 26.006 utentes inscritos, é constituido por Sede com Ambulatório, S.A.P. e Internamento e 6 Unidades de Saúde, estando os recursos humanos assim distribuídos: 2 médicos de Saúde Pública e 15 de Clínica Geral; 14 Enfermeiros; 23 funcionários administrativos e 22 auxiliares.


Nos últimos anos foi construida de raiz uma Extensão, em Angeja (1987), e está programada a construção de uma outra na Branca. Em fase de execução encontra-se o Centro de Saúde de Albergaria-a-Velha com um custo estimado em 162 mil contos e que se prevê concluído em Agosto/95.


Artesanato - Cesto de verga.


Gastronomia - Os pratos mais apreciados são o Arroz de Vitela no Forno e a Lampreia. Também a Caldeirada de peixe do Rio (nas freguesias ribeirinhas do Rio Vouga) são muito mais apreciadas. Na doçaria são os Turcos os doces típicos.


Comunicação Social - São dois os títulos com publicação regular registados neste concelho, más é o único em que as Rádios ficaram mudas, não havendo qualquer frequência atribuída.


Acessibilidades Existentes
• IP1 - ligação nó de Albergaria
• IP5 - ligação nó de Talhadas e nó de Albergaria
• EN16 - ligação a Sever do Vouga


Em projecto


•Duplicação do IP5

Segurança - Um posto da GNR na sede do concelho


Turismo - Mamoas (monumentos megalíticos) podem ser vistos em alguns locais do concelho.


Com visita obrigatória está o Parque do Monte da Senhora do Socorro, o Monte de S. Gião (Branca), Pateira de Frossos e ainda o Alto de Angeja, sem esquecer o monumento megalítico do Taco. Os Pelourinhos de Angeja e Frossos e o Cruzeiro de S. João de Loure, são também pontos de interesse. 
 
AVEIRO VIRTUAL - guia do Distrito de Aveiro (1994?)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Albergaria-a-Velha | Faz Acontecer

 

Albergaria-a-Velha | Faz Acontecer T1 Ep.1

De Norte a Sul do país (e Ilhas), André Leonardo vai à procura de pessoas de mangas arregaçadas que conseguiram pegar numa ideia de negócio e fazê-la acontecer. Uma oportunidade de conhecer melhor Portugal e os mais promissores negócios nacionais.



Horário: Sábados, às 22:30h, no Canal Q.
Posição 16 no MEO, 70 na NOS e 19 na VODAFONE.

Disponível também em:

domingo, 30 de abril de 2017

Carta Aberta a um Espírita - Vasco de Lemos Mourisca (1952)



Carta de Jaime Brasil para Alexandre Vieira (23 de Janeiro de 1955)


Assunto: Presta informações sobre um folheto de Vasco Mourisca, intitulado "Carta Aberta a um Espírita", posfaciado por Jaime Brasil. Refere que não foi posto à venda pelo receio da sua apreensão, e que os exemplares foram enviados para o Brasil. Obtenção de um exemplar junto do autor para oferta a Alexandre Vieira.


http://www.casacomum.org/cc/visualizador?pasta=09770.229


Fundação Mário Soares
Pasta: 09770.229
Fundo: Alberto Pedroso


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Fernando Piteira Santos escreveu uma critica a essa publicação na revista LER:


Coluna. “Livros e os Autores”. 1953 - [Recensão crítica a] MOURISCA, Vasco de Lemos - Carta aberta a um espírita. Ler. Ano 1, nº 10 (Jan. 1953); p. 4. Coluna.


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https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_de_Lemos_Mourisca