sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

400 anos da Igreja Matriz de Angeja - Catálogo


No âmbito das comemorações dos 400 anos da Igreja Matriz de Angeja, vai ser lançado, na noite de 29 de dezembro de 2013, pelas 21h00, o catálogo [e DVD] da exposição Memórias: História, Arte e Fé, de José Fernando Silva e Luís Altino Bastos Resende.

Nesta publicação, o leitor encontra a paixão pelas raízes e o fervor para fazer perceber, aos vindouros, o legado que a população de Angeja recebeu e as exigências que ele coloca. Sem pretender ser uma investigação exaustiva, esta obra é um precioso roteiro e um registo duradouro daquilo que é a vida em comunidade, cívica e religiosa, nesta freguesia ao longo de quatro séculos.

Para Querubim Pereira da Silva, pároco de Angeja, “o livro que ora temos em mãos é um desafio ao nosso permanente desejo de identificar e perceber. Conseguiram os autores uma desconstrução interessante do nosso património, dando-nos a beleza do pormenor e provocando-nos para o trabalho de reconstruirmos a maravilha do todo”.

Durante a apresentação do catálogo na Igreja Matriz de Angeja haverá uma pequena performance de música e canto.

CMA

De 3 a 29 de Agosto de 2013 esteve patente, na Igreja Matriz de Angeja, a Exposição "Memória: História, Arte e Fé".

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Memórias do Cine-Teatro Alba


O Catálogo da Exposição "Alba - Memórias do Cine-Teatro" recebeu uma Menção Honrosa, na Categoria Catálogo, nos Prémios APOM 2013, instituídos pela Associação Portuguesa de Museologia.

O documentário, concebido no âmbito da exposição inaugural do renovado Cineteatro Alba, venceu uma menção honrosa, na Categoria de Património Imaterial, na 8ª Edição do Concurso de Vídeo do Inatel 2013.

O documentário foi anteriormente candidato ao prémio europeu Heritage in Motion, promovido pela Europa Nostra e pela European Museum Academy, nas categorias "Filme/Vídeo" e "Educação", com destaque para as áreas técnicas de câmara/fotografia, realização e edição.

Para a QUE CENA, produtora do documentário, trata-se de "um olhar sobre as vidas de quem trabalhou no Cineteatro ao longo de mais de 50 anos". Pretende-se também demonstrar os sentimentos de vivência e pertença daqueles que passaram por este equipamento cultural que marcou gerações de Albergarienses.

"Entre os rostos enrugados e as mãos tremidas, as memórias caminham connosco, numa interminável contaminação construtiva entre a realidade e o mito".

http://www.youtube.com/watch?v=m2mmFWrxtfc

O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, é uma edição exclusiva de 1.000 exemplares numerados, que apresenta as história de um importante equipamento cultural pelas pessoas que o vivenciaram.

O Catálogo da Exposição “Alba – Memórias do Cine-Teatro”, que vem acompanhado com DVD,  está à venda no Cineteatro Alba, na Biblioteca Municipal e no Arquivo Municipal.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=18784

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=19957

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Valorizando o património

A degradação ou desaparecimento do património edificado constitui um empobrecimento para a vila [de Angeja].

Quando Angela foi sede de concelho, executaram-se grandes obras e edificações, que hoje representam a memória histórica que recordamos com orgulho e devemos preservar, recuperando-as para serem utilizadas em diferentes usos (habitação, comércio ou serviços).

Eu proponho que os proprietários desses edifícios devem organizar-se para obterem benefícios das entidades oficiais para a conservação ou recuperação destes imóveis.

Os filhos de Angeja não podem continuar a fixar-se noutras terras, Temos que pensar no futuro da víla.

Como prometi estou a apresentar a minha proposta para a fachada de uma edificação classificada no centro da vila para comércio.

Até à próxima.

Mercedes Souto, Arquitecta

Nota: nos primeiros números do jornal D' Angeja foram publicados vários artigos interessantes da arquitecta Mercedes Souto sobre recuperação de património.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

ALBERGARIA na Revista de Turismo

Revista Turismo - página dedicada a Albergaria-a-Velha
A Revista «TURISMO» dedica um número ao distrito de Aveiro. É o nº 51 do Ano VII.

«Albergaria-a-Velha e a sua actividade municipal» é uma das páginas.

A nossa terra foi das que menos atenção mereceram, talvez por culpa nossa..

Um anónimo articulista fala ex-catedra do concelho de Albergaria-a-Velha, das obras que a C.M. tem feito e então dos grandes projectos que tem. E diz que tem imensos projectos... Era escusado referi-los, porque a gente já está farta de projectos, como, por exemplo, o do novo Teatro que se há-de fazer no próximo século..

Nem uma única linha sôbre as magnificas realizações e contribuíções do grande industrial Sr. Augusto Martins Pereira, das Fábricas Alba, desta vila.

É claro que «Turismo» não tem culpa directa, embora a tenha indirecta, porque devia informar-se.

A nossa censura vai, sobretudo, para o ilustre articulista, que empregou a tinta toda a dar lustro ao sapato municipal.

artigo do jornal Beira-Vouga, 1941 (?)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dois Postais e Albergaria Ontem

Para a História de Albergaria - Dois postais e 'Albergaria Ontem'

(…) em meados de Julho seguinte [1908] eram postos à venda os 14 postais coloridos, com uma tiragem de mil exemplares de cada.

A edição pertencia a Manoel d'Oliveira Campos e António Marques Pereira que eram proprietários das duas mais importantes casas comerciais da vila.

Os assuntos dos postais são os seguintes: dois aspectos da Avenida da Praça Nova; dois da Rua de Santo António; vista geral dos Paços do Concelho e Cadeia; Rua do Hospital; dois aspectos do Largo do Chafariz; dois do Bairro d'Alagoa; Casa da Fonte e Rua de Campinho; vista do Soito; vista do Chorão dos Pelames; vista da Igreja do lado de Campinho e parte interior da Igreja.

O postal em causa foi escrito no Porto e lançado ao correio em 06/05/1909, por um comerciante, João Augusto Corrêa, que não sei se seria do nosso concelho, e dirigido a um irmão, provavelmente caixeiro viajante ao cuidado da posta restante em Oliveira de Azeméis. Daqui peregrinou em busca do destinatário pela Vila da Seixa até chegar ao Hotel Avenida em Coimbra, donde veio a regressar ao remetente no Porto, no dia 15 de Maio, como atestam as inscrições e os seis carimbos do correio no verso.

(…)

Para além das observações já anotadas no artigo [do número anterior] de António José Vinhas, acrescento que ainda documenta a existência, na Praça, das frondosas austrálias que a ensombravam e protegiam dos calores estivais havia dezenas de anos e que iriam ser quase todas cortadas ainda nesse ano, como pode ler-se no «Correio d'Albergaria», para virem a ser substituídas por árvores de menor porte.

Esta decisão da Câmara, então presidida por Domingos Guimarães, Director da Fábrica de Papel de Valmaior, procurava o embelezamento da Praça Ferreira Tavares, para o que também se encarregou o mestre de obras José Vidal de fazer a planta e apresentar um orçamento para a sua regularização. Dois anos depois, já emoldurada com os Lancis de granito, iniciava-se a macadamização da rua envolvente, obra que veio a ser concluída pelo Dr. Jaime Ferreira que também mandou ensaibrar e regularizar o piso da própria praça.

POSTAL PUBLICADO NA QUARTA PÁGINA

Faz parte de uma nova colecção de 12 postais, não coloridos, com aspectos de Albergaria-a-Velha e Valmaior. Foram postos à venda em Agosto de 1913. Cada postal custava 1 centavo (10 réis), enquanto os anteriores custavam 30 réis.

A edição era de «A Central», o grande estabelecimento comercial que António Marques Pereira possuiu durante cerca de meio século no Largo 1.º de Dezembro, onde entroncava a estrada que vinha de Viseu.

Provavelmente porque a anterior edição se encontraria esgotada, um dos editores mandava executar, apenas 5 anos depois, uma outra. Não é caso para estranhar porque o postal ilustrado e a carta eram as formas correntes de comunicação à distância, para além de estar já em moda o coleccionamento de postais.

Apenas cinco anos decorridos, é sensível a diferença verificada na Avenida. Não só o nome passa a ser Avenida da Liberdade, no que antes se conhecia por Avenida da Praça Nova e oficialmente se designava por Avenida Luiz Quillinan, mas o que, no primeiro postal, aparece ainda como projecto tosco, começa agora a ter o aspecto com que iria manter-se por largos anos.

Nos passeios, já com lancis, despontam as primeiras árvores protectoramente engradadas. Tinham sido mandadas plantar no Inverno de 1911, mas, já no verão, várias tinham morrido ou sido partidas pelo «vandalismo» de que se queixava o «Jornal d'Albergaria». Foram depois substituídas e protegidas como se vê no postal. Mesmo assim não vingaram muito tempo, pois em 1918, a Câmara, presidida então pelo Dr. Francisco António de Miranda, mandou plantar outras que custaram 7$55.

Para além do já referido, também se verifica, nesses cinco anos decorridos entre as duas fotografias, que surgiram numerosas construções, entre as quais avulta, significativamente, uma situada a meio do lado esquerdo da Avenida. É a casa onde, a partir dos anos 30 durante dezenas de anos, foi a residência e consultório do Dr. Flausino Corrêa que fez de Albergaria a sua terra e a serviu com entrega devotada que muitos recordarão gratamente.

Essa casa, demolida há anos e substituída por um prédio de andares, foi considerada na época como um lindo «palacete». Concluída em 1911, pertenceu a Germano Araújo, durante longos anos Secretário da Câmara e foi obra do «habil architecto desta villa, sr. António Marques Pereira», como refere o jornal.

Anoto, por fim, que a fotografia foi tirada num domingo de manhã, dia em que se realizava o mercado semanal na Praça Ferreira Tavares. Ao cimo da Avenida vê-se o mostruário de venda da louça de barro espalhada no chão ensaibrado do passeio do lado direito. Era produto da antiga e afamada «Fábrica de Loiça da Biscaia», nos arredores de Assilhó.

Eis o que me ocorre sobre os postais publicados no número anterior deste jornal.

Embora o estudo da evolução da zona central de Albergaria-a-Velha tenha de ficar para mais tarde, creio que seria pena que estes elementos. agora revelados, se viessem a perder.

Albuquerque Pinho, Beira Vouga, Albergaria-a-Velha, 15 de Abril de 1987.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Albergaria-a-Velha

APRESENTAÇÃO

Resenha histórica

Em Novembro de 1117 D. Teresa concede Carta do Couto de Osseloa em favor do fidalgo Gonçalo Eriz, doando-lhe vastas terras, Uma das razões para o fazer prendia-se com a instituição de uma albergaria ao cimo da estrada do lugar de Osseloa, a qual o fidalgo seria obrigado a manter e serviria para acolher, proteger e assistir os viajantes, pobres e doentes.

A fundação da primitiva "albergaria" levou as pessoas a estabelecerem-se em seu redor e a fixarem-se junto a Assilhó, formando um pequeno povoado que, adotando aquele nome, originaria a atual Albergaria-a-Velha. Esta qualificação de "velha" surgiu para a distinguir de outras albergarias mais recentes, que no país e terras hispânicas junto à fronteira comum foram surgindo.

Depois das terras do Couto terem regressado de direito à administração da Coroa, por extinção da descendência direita de Gonçalo Eriz, o rei D. João II doou-as à irmã, D. Joana, que por sua vez as legou às Dominicanas do Convento de Jesus em Aveiro. As freiras de Jesus acabariam por criar em 1496 a freguesia de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, constituída por Albergaria-a-Velha (a principal aldeia) e pelos lugarejos da área do Couto (Assilhó, Sobreiro, Frias de Baixo e de Cima, S. Marcos e Fontão).

No séc. XIX, em oposição ao absolutismo régio, surgiu um forte núcleo de liberais albergarienses que, em 1828 apoiou as forças do então coronel José António da Silva Torres Ponte de León nos combates do Marnel e da Ponte do Vouga contra as tropas fiéis a D. Miguel. Depois da queda de D. Miguel, general Torres serviu-se do seu alto cargo e em reconhecimento aos albergarienses determinou, apoiado pelo Decreto de 9 de Janeiro de 1834, que o Concelho de Albergaria-a-Velha fosse criado no final desse ano.

Ao promover a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de Vila e criando o seu Concelho, retirou-a do Concelho de Aveiro, anexando-lhe ainda a freguesia de S. João de Loure e duas partes da freguesia de Valmaior. A fundação do Concelho seria assinalada no dia 13 de Fevereiro de 1835, pela primeira sessão da câmara, presidida por José Correia de Meio, conforme consta no "Livro para os Acordãos da Câmara d'este Concelho d'Albergaria Velha".

Em 1842, ano em que se integrou a freguesia de Alquerubim neste Concelho, foi restaurado o Concelho de Paus, extinguindo-se o de Albergaria-a-Velha. A extinção, embora temporária, ocorreu na sequência do período Cabralista e durou até 1846. Vieram posteriormente a incorporar o Concelho as freguesias de Angeja e Frossos (1853), Branca e Ribeira de Fráguas (1855) e a restante parte da freguesia de Valmaior (1856).

O crescimento económico do município desenvolveu-se com base no Rio Vouga, ligado ao progresso das freguesias ribeirinhas de Angeja, Frossos, Alquerubim e S. João de Loure, Com o aparecimento da indústria, aliada às vias de comunicação, as freguesias do interior (Albergaria-a-Velha, Branca e Valmaior) tornaram-se, do séc. XVIII ao XX, em polos de crescimento económico, no que respeita à extração de minério, fabrico da pasta de papel, metalurgia e cerâmica.

Em 1868 a autarquia, presidida por Ferreira Tavares, toma a decisão de construir o edifício dos Paços do Concelho, para nele se poderem instalar todos os serviços da Câmara, que se encontravam dispersos pela Vila em condições impróprias e insuficientes. O inicio da construção deu-se em 1869, mas as obras acabaram por ser suspensas em 1873 por falta de recursos financeiros. A construção recomeçou a mando do Presidente Bernardino Máximo de Albuquerque, em 1890, depois de reformulado o projeto. Em 1897 o edifício foi finalmente inaugurado, realizando-se a primeira sessão da autarquia em 10 de Outubro.

No dia 6 de Abril de 2011, os deputados da Assembleia da República votaram, por unanimidade, em sessão plenária, o Projeto de Lei n.º 424/XI, que promove a elevação de Albergaria-a-Velha à categoria de cidade, situação que acabou por ficar oficializada no dia 28 de Junho do mesmo ano, após a publicação da Lei n.º 34/2011.

Localização e Acessibilidades


A25 / IP5 – Aveiro – Vilar Formoso, com saída em Albergaria-a-Velha;

A1 – Lisboa – Porto com saída para A25 / IP5;

IC2 / EN1 – Lisboa – Porto, com saída em Albergaria-a-Velha.

O Itinerário Principal nº1 (IP1) permite a ligação direta entre os dois centros urbanos principais do país, Lisboa e Porto, assim como dos distritos mais dinâmicos do litoral, Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém. No Município de Albergaria-a-Velha o acesso ao IP1 é feito através do IP5 no nó do Sobreiro, que serve não só o Município de Albergaria-a-Velha como os Municípios envolventes de Aveiro, Águeda, Sever do Vouga, etc.

Na região, a ligação entre o litoral e o interior é feita através do Itinerário Principal nº5 (IP5) que facilita de modo significativo o acesso aos centros do interior, especialmente Viseu e Guarda, no entanto, em virtude de compreender apenas uma faixa de circulação em cada sentido esta via continua inadequada ao fluxo de tráfego que nela circula. A lenta circulação nesta via de comunicação fica também a dever-se ao intenso tráfego de veículos pesados.

Pertencente à Rede Nacional Complementar, o Itinerário Complementar nº2, atravessa no Município a Vila da Branca e a cidade de Albergaria-a-Velha, e faz ligação a norte com os Municípios de Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira e a Sul com o Município de Águeda, ou seja centros industriais importantes na região.

No Município de Albergaria-a-Velha, este eixo compreende algumas áreas problemáticas, principalmente no troço que atravessa os aglomerados urbanos da freguesia da Branca e ainda nos cruzamentos de acesso à cidade de Albergaria-a-Velha."

"O Município de Albergaria-a-Velha encontra-se estruturado por três eixos principais que lhe permite acesso rápido aos centros urbanos nacionais mais importantes" (PDM - Albergaria-a-Velha)

Atividades Económicas


Banhado pelos rios Caima e Vouga que tornam, desde há séculos, particularmente férteis os seus campos, tanto para a agricultura como para a criação de gado, talvez se possa considerar o Município de Albergaria-a-Velha como essencialmente agrícola, embora muitas atividades de cariz industrial se tenham, desde há anos, aqui radicado, contando com ótima localização para o escoamento dos seus produtos.

No Município de Albergaria-a-Velha o sector secundário é o que tem maior representatividade com 56,2% da população ativa, inserindo-se o Município numa região com fortes tradições industriais, O sector primário ocupa apenas 13,6% da população ativa e no sector terciário ocupam-se 30%.

O sector secundário tem representatividade na Indústria transformadora com 74%, de que assume especial importância a fabricação de produtos metálicos, indústrias básicas de metais não ferrosos, indústria têxtil e Indústria de madeira.

Predominam as empresas de pequena e média dimensão com 75% das empresas tendo menos de 20 trabalhadores. A indústria transformadora do Município concentra-se essencialmente nas freguesias de Albergaria-a-Velha e Branca, que fixam à volta de 90% dos postos de trabalho.

O Município de Albergaria-a-Velha beneficia de uma posição geoestratégica, sendo privilegiado com a criação de uma forte e bem estruturada Zona Industrial, na qual assenta, principalmente, o seu desenvolvimento. As atividades do sector secundário mais exercidas no Município são a fundição, as coinfecções, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos vários, a transformação de madeiras, o fabrico de papel, o fabrico e restauro de mobiliário, a produção cerâmica, entre outras.

(retirado do Manual de Qualidade do município de Albergaria-a-Velha)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A visita à floresta

No dia 15 de novembro, na parte da tarde, as turmas da professora Carmo e da professora Céu foram visitar a floresta, que está próxima da escola EB de Albergaria-a-Velha.

Pelo caminho, vimos um quintal com árvores e plantas cultivadas: couve-galega, roseiras e outras flores, limoeiros, laranjeiras, oliveiras, pessegueiros, uma latada e alecrim. Junto do alecrim até cantámos a canção tradicional. Assim, vimos árvores de folha caduca e outras de folha persistente ou perene. A seguir, vimos uma quinta onde havia plásticos pendurados para espantar os pardais e vários potes de água para regar a terra. Também havia um galinheiro onde vivem animais de capoeira. Depois passámos por um eucaliptal.

Num pinhal, pudemos observar várias árvores e plantas silvestres, como: a urze, o trevo, o tojo, o musgo, o azevinho e a hera, que é uma planta trepadeira. Nos pinheiros vimos as pinhas e as agulhas ou caruma.  Um pinheiro tinha um golpe no tronco, onde pudemos ver e tocar a resina que estava seca.

Pudemos, ainda, observar a manta morta que é formada por restos de plantas secas. É uma terra escura e fofinha e um bom solo para alimentar outras plantas. No pinhal também vimos cogumelos, que podem ser venenosos. Também vimos alguns animais, como pássaros, duas lesmas enormes, uma larva e duas tocas. No pinhal não havia barulho, só silêncio e, às vezes, o zumbido da natureza, das árvores a mexer pelo vento. Apesar de nos deslocarmos em silêncio, apenas conseguimos ouvir algum chilrear. A Auxiliar D. Glória explicou-nos que talvez fosse por causa do vento.

As árvores que fazem parte desta floresta são: pinheiros, eucaliptos, carvalhos e alguns sobreiros. Estivemos em duas clareiras.

Também vimos alguma poluição feita pelo homem, como plásticos, embalagens e pneus. Até vimos uma zona que tinha vestígios de madeira queimada e refletimos sobre o problema dos incêndios.

Fizemos uma bela caminhada, com exercício físico, respirando ar puro, mas com a companhia de algumas melgas teimosas.

Foi um passeio interessante onde pudemos observar e aprender muitas coisas e, o mais importante, saber apreciar e proteger a natureza.

Texto elaborado pela Inês Vinhas e enriquecido com os colegas
da turma do 4.º A, da EB de Albergaria-a-Velha


Prof.ª Titular da Turma do 4.º A: Carmo Delgado

http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt/32153.html 

Cais da Escrita
http://caisdaescrita.blogs.sapo.pt

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Boletim Municipal - Curiosidades

Curiosidades do concelho de Albergaria-a-Velha

- Tem uma área de 155.98 Km2.

- É confrontado pelos concelhos de Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Águeda, Aveiro, Murtosa e Estarreja.

- É composta por 8 freguesias: Albergaria-a-Velha, Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, Ribeira de Fráguas, S. João de Loure e VaImaior.

- Tem 68 lugares.

- A maior freguesia do concelho é a Branca (30.22 Km2) e a mais pequena é a freguesia de Frossos (7.95 Km2).

- Cerca de 40% do território municipal é classificado de Reserva Ecológica Nacional e cerca de 30% é classificado de Reserva Agrícola Nacional.

- Aproximadamente 55% do concelho é ocupado por floresta.

- A área urbana do município ocupa cerca de 15% do território.

- Nos últimos cem anos a população do concelho aumentou 88% (de 12.877 habitantes em 1890 para 24.146 habitantes em 1991).

- A densidade populacional do concelho em 1890 era de 83 habitantes/Km2, actualmente é de 154.9 habitantes/Km2.

- Foi o concelho de Albergaria-a-Velha que na década de 80 registou o maior crescimento demográfico (13.2%) de todos os concelhos da região centro.

Boletim Municipal (1991/1992)

sábado, 23 de novembro de 2013

Arquivo Municipal - 5º aniversário


 No dia em que comemorou o seu 5º aniversário – 21 de novembro – o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha celebrou oito protocolos de colaboração com entidades/ particulares que decidiram ceder a mais diversa documentação, desde jornais, atas de reuniões a fotografias a este importante equipamento de preservação da memória coletiva.
Numa cerimónia solene, que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, António Loureiro, e do Vice-Presidente e Vereador responsável pelo Arquivo Municipal, Delfim Bismarck, o ambiente foi de festa com muitas dezenas de munícipes a quererem partilhar desta alegria de ver o espólio do Arquivo Municipal enriquecer com as contribuições da comunidade.

Em relação ao conteúdo dos protocolos, a União de Freguesias de São João de Loure e Frossos cedeu, a título de depósito a 30 anos, Atas das Reuniões da Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia de Frossos dos séculos XIX e XX; o munícipe Fausto Manuel Guimarães Vidal doou a Revista Ilustrada de Propaganda, VOUGA (1931); a Cooperativa de Comunicação Social de Albergaria, CRL doou várias fotografias do arquivo do extinto JORNAL DE ALBERGARIA; a FOTO GOMES doou registos de fotografias, negativos em vidro e negativos em película (cerca de 200 000); o munícipe Pedro Manuel de Oliveira Martins Pereira cedeu, a título de depósito a 5 anos, vários jornais com artigos sobre a família Martins Pereira [ALBA]; a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha cedeu, sob a forma de transmissão de propriedade intelectual, fotografias dos associados; o munícipe Duarte de Jesus Machado doou um cartaz [Nossa Senhora do Socorro] e postal de Albergaria-a-Velha; e, finalmente, o munícipe Pedro Cruz cedeu, sob a forma de transmissão de propriedade intelectual, documentos fotográficos relativos ao desmantelamento do Parque de Recreio e Desporto Alba.

Para além da assinatura dos protocolos de colaboração, o aniversário do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha foi animado com alguns apontamentos musicais pelos alunos do Conservatório de Música da JOBRA, tendo sido, ainda, apresentada uma mostra do trabalho que o fotógrafo Carlos Rio está a desenvolver na Pateira de Frossos e que visa valorizar o património natural do Município.

Graças a este projeto, que também engloba a promoção da fauna daquela zona ribeirinha, a Pateira de Frossos foi incluída no roteiro de Bird Watching (com somente quatro locais assinalados em Portugal), uma “distinção” que a torna bem atrativa para um segmento muito específico de turistas.

Esta segunda iniciativa está inserida num programa mais vasto de valorização do património concelhio, tendo em vista uma maior oferta turística. Por isso mesmo, na manhã do mesmo dia havia sido assinado um protocolo de cooperação com o IPAM no sentido de ser feito um estudo de caracterização do concelho e posteriormente um plano de ação objetivo visando atrair turistas ao concelho.


CMA,22/11/2013


Protocolos 
* Atas das Reuniões da Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia de Frossos dos séculos XIX e XX [depósito a 30 anos]
* Fausto Manuel Guimarães Vidal - Revista VOUGA (1931) [doação]
* Cooperativa de Comunicação Social de Albergaria, CRL - fotografias do arquivo do extinto JORNAL DE ALBERGARIA
* FOTO GOMES - cerca de 200 000 registos de fotografias, negativos em vidro e negativos em película
* Pedro Manuel de Oliveira Martins Pereira - jornais com artigos sobre a família Martins Pereira [depósito a 5 anos]
* Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha - fotografias dos associados [cedência sob a forma de transmissão de propriedade intelectual]
* Duarte de Jesus Machado - cartaz [Nossa Senhora do Socorro] e postal de Albergaria-a-Velha [doação]
* Pedro Cruz - documentos fotográficos relativos ao desmantelamento do Parque de Recreio e Desporto Alba [cedência sob a forma de transmissão de propriedade intelectual]

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Arquivo Municipal

Sandra M. Figueiredo (sandra.figueiredo@cm-albergaria.pt)
Helder Silva (helder.silva@cm-albergaria.pt)
Arquivo Municipal de Albergaria, espaço dedicado à história do concelho

A preservação da memória colectiva do município é grande inspiradora para Sandra Figueiredo, responsável pelo Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha, lutar todos os dias por fazer deste, um espaço dinâmico, próximo da comunidade e optimizado.

Formada em Gestão e Economia, com uma Pós Graduação em Ciências da Informação e Documentação, Sandra Figueiredo personifica um novo paradigma do arquivista e a sua formação e a forma como percepciona um arquivo espelha-se no funcionamento do Arquivo Municipal de Albergaria, que hoje assinala cinco anos de vida.

Sandra Simões, Diário de Aveiro, 21/11/2013
imagem: Paulo Ramos

PROTOCOLOS

2012/NOV/21

No dia do seu 4º aniversário o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha celebrou 14 protocolos de cooperação com entidades e pessoas a título individual, que cederam jornais antigos, fotografias, documentos e objetos relevantes (tais como uma máquina fotográfica antiga, cedida pela Foto Gomes), enriquecendo, desta forma, o fundo histórico deste equipamento municipal. Para além da cedência de bens materiais, o Arquivo Municipal celebrou um protocolo com o Arquivo Distrital de Aveiro com vista a promover o intercâmbio de técnicos especializados entre as duas instituições.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=18855

INFORMAÇÃO DA ACTIVIDADE MUNICIPAL - Sessão de Assembleia Municipal de 24/02/2012

1040 recortes de jornais, distribuídos por 3 álbuns, cedidos pelo Eng.º Pedro Martins Pereira, com notícias sobre Albergaria e a Família Martins Pereira, com especial destaque para a vida e obra do Comendador Augusto Martins Pereira
 
2011/NOV/21

* Fausto Macedo da Silva - jornais, partituras e monografia [depósito]

* Maria Manuela Pinho Ferreira - fotografias e bilhetes-postais

* Sport Club de Alba - jornais antigos e cartões de antigos atletas

* Duarte de Jesus Machado [protocolo de cooperação]

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=17722

2010/NOV/21

No dia em que o Arquivo Municipal soprou duas velas foram celebrados quatro protocolos com particulares e instituições –  dois de doação e dois de aquisição sob forma de depósito. 

* Jorge Manuel Arede Figueiredo - diversos jornais locais antigos, muitos deles com mais de 100 anos [doação]

* Santiago de Lemos - processo judicial cível de 1846, do Julgado de Paus [doação]

* Junta de Freguesia de Alquerubim - vários livros de actas e o projecto da Igreja de Santa Marinha, do Arquitecto Francisco Silva Rocha, um dos nomes mais importantes da arquitectura Arte Nova [depósito]

* Junta de Freguesia da Branca - vários livros de actas, correspondência e registos [depósito]

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=16320

2010/FEV/26

* Junta de Freguesia de Frossos - Foral Manuelino de Frossos, do século XVI [depósito]

Com o objectivo de salvaguardar e difundir a Carta de Foral de Frossos, foi assinado, no dia 26 de Fevereiro, um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e a Junta de Freguesia de Frossos, proprietária do documento em questão.

De acordo com o protocolo assinado, a Junta de Freguesia compromete-se a ceder o Foral Manuelino à guarda do Arquivo Municipal por um período de 30 anos, automaticamente renováveis por períodos de igual duração. Por seu lado, o Arquivo Municipal fará a gestão e a conservação da Carta de Foral, promovendo ainda a sua difusão e a consulta por parte de investigadores e interessados, mediante o cumprimento das normas expressas no Regulamento do Arquivo Municipal.

O Foral Novo, assinado por D. Manuel I, foi dado a Frossos em 1514. Foi concertado e registado na Torre do Tombo por Fernão de Pina, encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia e, actualmente, encontra-se encadernado com capas de tábua protegidas por pele do primeiro quartel do século XIX.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=14952

2009/MAI/21

* Joaquim Almeida - Esquema das Azenhas da Ribeira de Fontão do início do século XX [depósito]

No dia 21 de Maio de 2009 foi assinado o protocolo de cedência de um importante documento histórico ao Arquivo Municipal.

João Agostinho Pereira, Presidente da Câmara Municipal, recebeu das mãos de Joaquim de Jesus Almeida, descendente de moleiros e um apaixonado pela Molinologia, um esquema detalhado das azenhas da Ribeira de Fontão, presumivelmente, do início do século XX. Neste documento, fica-se com a percepção da localização dos engenhos, suas características, havendo também a indicação dos respectivos moleiros e proprietários.

De acordo com o protocolo assinado, o “Esquema de Azenhas da Ribeira de Fontão” é cedido ao Arquivo Municipal durante 10 anos, automaticamente renováveis por períodos de igual duração. Durante este tempo, o documento será alvo de um processo de tratamento e preservação, podendo o Arquivo proceder à sua difusão pelos meios que considerar pertinentes.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=13051

2008/NOV/21

* Metalurgia e Fundição METAFALB, S.A. - partituras da Banda Alba [doação]

* Comissão de Credores da Reficel - Arquivos da antiga Fábrica de Celulose do Caima

* Jorge Figueiredo - 801 jornais da região do Vouga datados entre 1888 e 1945 [doação]

No dia da inauguração do Arquivo Municipal, a autarquia assinou protocolos com os detentores da antiga Fábrica Alba [Metafalb] e da antiga Fábrica de Celulose do Caima [credores da Reficel] com vista à entrega de documentação importante para o fundo local do concelho. A primeira entregou à autarquia as pautas da extinta Banda Alba e a segunda os arquivos que são marca documental do funcionamento da fábrica.

Um exemplo de doação foi o de Jorge Figueiredo, neto do proprietário da Tipografia de Albergaria, de quem herdou uma colecção de 801 jornais da região do Vouga datados entre 1888 e 1945. Este espólio encontra-se agora disponível para consulta do público em geral no Arquivo Municipal, que dispõe de um moderno equipamento de procura de documentação desenvolvido no âmbito do programa Sal-On Line. Trata-se da digitalização dos documentos para uma melhor visualização e fácil utilização. A Câmara assegura que é um método simples de consulta, acessível a todos.

A Câmara quer continuar a estabelecer protocolos com privados que tenham em sua posse património documental de extrema relevância para a história do concelho. Estes protocolos apresentam duas vertentes. Uma estabelece a doação dos documentos à autarquia e a outra visa a entrega da documentação ao município, passando esta a ser uma entidade de salvaguarda daquele património.

http://www.cm-albergaria.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=12169

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Frossos - Comemoração dos 500 anos

Foi criado no facebook a página "Frossos - Comemoração dos 500 anos".

Surge a propósito das comemorações do 500º aniversário do Foral Manuelino do Concelho e Vila de Frossos, Albergaria-a-Velha, e pretende-se que sirva para partilhar ideias, histórias e fotografias.

O objectivo da página divide-se em dois pilares:

1º- receber o máximo de informação sobre a Vila de Frossos, desde documentos, fotografias, historias e estórias das gentes da terra que queiram partilhar, curiosidades, etc...

2º- funcionar como um centro virtual, onde se reúnam todas as informações, propostas, ideias, sugestões etc, para ser feita a comemoração dos 500 anos de Frossos.

APELO

A história de um povo, de um pais ou de uma coletividade, resiste em grande parte no tempo, por que se inscreve na memória coletiva das gentes. E a memória coletiva das gentes é esse conjunto de imagens, pequenas historias, anedotas que tudo junto poderão fazer um acervo cultural para as gerações futuras.

Precisa-se de fotografias que retratem a historia da freguesia... a escola... a pateira... a igreja... as procissões... o campo... as sementeiras... as colheitas... a pesca matinal na pateira... etc.

Tragam-nos a memória, a vossa memória pessoal em imagens e ou em palavras, para que todos possamos contribuir para a história de todos.

Pedimos a quem tenha fotografias antigas sobre Frossos, ou saiba quem as tenha, sejam elas quais forem, que entrem em contacto connosco.

É imperativo para um projecto em marcha que estamos a preparar para Março.

Agora toca a procurar

https://www.facebook.com/pages/Frossos-Comemora%C3%A7%C3%A3o-dos-500-anos/214452475398341

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Trabalhos da lã

Silvandira Pereira da Silva, 91 anos, descreve os trabalhos da lã, da tosquia ao tear.

"A lã, a gente estoquiava as ovelhas e tiravamo-lhes a lã, íamos lavá-la ao rio, e ao depois no fim de a lavar arranjava-se um cardador e vinha cardar a lã e ao depois, Deus perdoe a minha avó, naquelas, assim, pastas da lã fazia os novelos [manelos], e ao depois com os novelos fazia então à maneira de fiar e começava então a fiar com o fuso, a fiar, a fiar, (…) e no fim fazia uma maçaroca de volta do fuso. E ao depois no fim de fazer então o fuso e fazia o novelo, lá r……ava, e ao depois no fim de fazer os novelos mandava-se para a tecedeira e a tecedeira fazia mantas, umas… Para os tecelões [que tinham teares mais largos] não mandamos, era para as tecedeiras, eram emendadas ao meio. E as que eram do tecelão eram inteiras, eram grandes. E as nossas cá eram pequenas, emendavam-se ao meio e remediava. E isto era a lã. E fazíamos mantinhas jeitosinhas. E a gente deitava-as na cama, pois a gente não tinha mais nenhumas. Tanto era assim a lã como os farrapos da roupa: fazia-se também novelos. A gente cortava-os com a tesoura, fazia umas tiras e ao depois mandava fazer os novelos para as tecedeiras e as tecedeiras lá teciam isso tudo, era assim que faziam. E o linho era igual."

video: http://vimeo.com/68470304

Gravado em Vilarinho de São Roque, Albergaria-a-Velha, em 5 de Junho de 2013

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Na Esquina

SPORTING - ALBA: VAIDADE DE SER DE ALBERGARIA-A-VELHA

Fomos a Alvalade ver o Sporting-Alba, e gostámos. O resultado não interessa para nada, pois o que contou foi o respeito que os profissionais do Sporting (e os milhares de espectadores) tiveram para com os amadores de Albergaria; e a dignidade destes em se baterem frente-a-frente com aqueles, todos unidos na paixão comum por uma modalidade desportiva. Foram onze de cada lado a disputar lealmente todas as jogadas. Não houve 'baile', nem houve gozo ou sobranceria: o Sporting bateu-se pelos golos, do primeiro ao último minuto do jogo, como se estivesse a jogar uma final. E festejou-os, dentro e fora do relvado, como se tivessem sido obtidos contra um Barcelona! Creio mesmo que esta foi a melhor homenagem que os profissionais anfitriões prestaram aos amadores visitantes: trataram-nos como IGUAIS, de homem para homem, de atleta para atleta! A isso, o Alba respondeu com correcção, desportivismo e com uma inexcedível entrega ao jogo. Não houve 'frangos', não houve jogadas caricatas que fizessem rir. Gostámos de estar numa bancada com centenas de sportinguistas, que, como nós, também aplaudiram o golo do Alba. E no final eram milhares, felicíssimos por terem ganho ao Alba - de Albergaria-a-Velha, terra do distrito de Aveiro.

ESCOLA SECUNDÁRIA HÁ 40 ANOS

Em Outubro de 1973 (há 40 anos...) a Secção de Albergaria-a-Velha da Escola Industrial e Comercial de Oliveira de Azeméis começou a funcionar nas casas do antigo Bairro Napoleão (na Bela Vista, ao lado do Ciclo Preparatório), que foram despejadas dos seus ocupantes (para Assilhó) e adaptadas a salas de aula. Foi um esforço e uma iniciativa importante do Presidente da Câmara Municipal de então, José Nunes Alves. Aí comecei eu a trabalhar, dando aulas de História e de Direito Comercial, aos cursos de Formação Feminina, Comércio e Mecânica, diurnos e nocturnos. Entre outros, estavam comigo também a dar aulas, Alberto Soares Pereira (que era o subdirector), Luisa Conde, Pureza Seabra, Luis Ribeiro, Olga Andrade, Alberto Gonçalves Silva, Natália Campos, António Fernandes Silva, Damião, Brites, Basilinda, padre José Maria Domingues.... Recordo por várias razões: porque estou a completar 40 anos de trabalho, ininterruptamente (incluindo serviço militar), o que já é muito tempo; porque há 40 anos que a Escola Secundária foi para o local onde hoje está; porque evoco com saudade alguns que já faleceram, e muitos dos meus alunos, com quem ainda hoje me cruzo; porque a memória do presidente José Nunes Alves e a sua obra continuam a reclamar a homenagem que lhe é devida. Sem meios, sem pessoal, sem automóveis, o presidente José Nunes Alves deixou uma obra imperecível.

QUAL A EXPLICAÇÃO PARA A DERROTA?...

Churchill tinha razão: não são as oposições que ganham as eleições; são os governos que as perdem. Há, quem, em Albergaria, tente justificar a derrota de João Agostinho nas autárquicas com o problema nacional: as pessoas, descontentes com o Governo PSD, teriam penalizado as câmaras PSD e votaram noutros partidos. Errado: se assim fosse, não se compreendia que o PSD tivesse ganho em Aveiro, em Braga, na Guarda, mantendo ainda outras câmaras. E também não se compreenderia que o PSD tivesse ganho em Angeja, Alquerubim, S. João de Loure. Os descontentes com o Governo Passos Coelho estariam numas terras, e noutras não?... A tudo acresce que, a haver reflexos do descontentamento nacional nas autárquicas, então o CDS (partido do Governo) também seria penalizado – e não foi. Logo, e sem descartar que os vencedores têm sempre o mérito de se afirmarem como alternativa credível, a explicação para a derrota de João Agostinho (o Pimenta não risca muito nestas contas, já que foi apenas um mero e acidental substituto, um duplo) terá de se encontrar cá dentro. E aqui a perplexidade é imediata: João Agostinho esteve em campanha eleitoral durante 12 anos, ininterruptamente, desde o primeiro dia em que foi presidente; nos últimos quatro anos inaugurou o cine teatro e a biblioteca, fez festivais de variedades; esteve presente em tudo quanto era festa e arraial; teve coberturas fotográficas de tudo e mais alguma coisa, desde entregas de subsídios até assinaturas de contratos; fomentou um culto da personalidade obsceno, com a afixação do seu nome em todas as placas possíveis e imaginárias; sempre aprimorou a sua imagem, nunca prescindindo do fato e gravata; refinou o seu estilo demagógico até ao enjoo, onde não faltaram as choradeiras em público …. E ainda assim perdeu! Temos um case study…

Mário Jorge Lemos Pinto
copy+paste do facebook

(o texto sobre as autárquicas está incluído no artigo publicado por MJLP no Correio de Albergaria mais recente)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Novos órgãos do município já se encontram em funções

O Salão Nobre dos Paços do Município de Albergaria-a-Velha revelou ser pequeno para os muitos Albergarienses que quiseram assistir à instalação dos novos Órgãos do Município na noite de 21 de outubro e que contou com uma convidada especial, a Ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas.

Com o resultado eleitoral de 29 de setembro, que deu vitória ao CDS-PP, este partido garantiu 10 lugares na Assembleia Municipal. Os eleitos foram Mário Branco, Rui Marques, Sandra Almeida, Luís Baptista da Silva, Paulo Silva, Sandra Marcelino, Arménio Silva, Nuno Jesus, Filipa Rodrigues e Manuel Letra. O PPD/PSD, por seu lado, é representado por 9 elementos: João Agostinho Pereira, Ana Moura, Nuno Camões, Filomena Bastos, José Laranjeira, Luís Oliveira, Sara Rios da Silva, Rúben Coelho e Eduardo Marques. Por fim, o PS conta com 2 membros, Jesus Vidinha e Rui Sousa. Na Assembleia Municipal, tomaram, ainda, posse os 6 Presidentes das Juntas de Freguesia do Município: Jorge Lemos (Albergaria-a-Velha e Valmaior, CDS-PP), Patrícia Mortágua (Alquerubim, PPD/PSD), António Almeida (Angeja, PPD/PSD), Carlos Coelho (Branca, CDS-PP), Emília Campos (Ribeira de Fráguas, CDS-PP) e Adalberto Póvoa (S. João de Loure e Frossos, PPD/PSD). O cabeça de lista à Assembleia Municipal pelo CDS, Mário Branco, tomou posse como Presidente deste órgão.

Quanto à Camara Municipal, António Loureiro, do CDS-PP, é o novo Presidente do executivo Albergariense, que conta com os seguintes vereadores: Delfim Bismarck (CDS-PP), Catarina Mendes (CDS-PP), Ana Maria Silva (CDS-PP), José Licínio Pimenta (PPD/PSD), Nuno Silva (PPD/PSD) e Sandra Correia (PPD/PSD).

Após a instalação dos novos órgãos municipais, representantes dos 3 partidos com assento na Assembleia Municipal tomaram a palavra e, embora com diferenças naturais nos discursos, apelaram a um novo ciclo de desenvolvimento no Município, que promova a qualidade de vida dos munícipes, bem como práticas de cidadania ativa.

O novo Presidente da Câmara Municipal, António Loureiro, afirmou que se revê em todos os discursos apresentados pelos diferentes partidos políticos e que está disponível para ouvir todas as propostas, na medida em que não deseja impor medidas, mas aproveitar as sugestões credíveis oriundas das mais diversas fontes. “A partir de agora, o meu partido é Albergaria-a-Velha!”, frisou o novo Presidente demonstrando, como tal, que deseja trabalhar em parceria com todos, incluindo a vereação do PSD: “podemos fazer, em conjunto, um bom trabalho.” Em relação aos eixos estratégicos para este novo mandato, António Loureiro enumerou 3 áreas fundamentais: o desenvolvimento económico; a reabilitação urbana, ambiental e mobilidade; e a sociedade ativa e solidária. Neste último aspeto, o autarca salientou que estará ao lado das IPSS e das coletividades, com as quais espera promover a marca de Albergaria-a-Velha.

A cerimónia encerrou com a eleição da nova Mesa da Assembleia Municipal, tendo sido só apresentada uma lista pelo CDS-PP. Sandra Marcelino (1º secretário) e Nuno Jesus (2º secretário) foram os elementos eleitos, que irão acompanhar o trabalho do Presidente Mário Branco.

CMA, 25-10-2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Bombeiros

Visita dos candiatos do CDS por ocasião da campanha eleitoral - Set/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Antigo salão nobre



Dá para perceber como era o salão nobre da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha antes das obras.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Edifício dos CTT

Postal Tipografia Vouga - 1953
Anúncio n.º 231/2013

Arquivamento do procedimento de classificação do edifício dos CTT Albergaria-a-Velha, sito em Albergaria-a-Velha, freguesia e concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro

1 — Nos termos do n.º 1 do artigo 24.º do Decreto -Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, faço público que, por despacho do então diretor do IGESPAR, I. P., de 16 de março de 2009, exarado, nos termos do artigo 23.º do mesmo decreto-lei, sobre informação da Direção Regional de Cultura do Centro, foi determinado o arquivamento do procedimento administrativo relativo à classificação do edifício dos CTT de Albergaria-a -Velha, sito em Albergaria-a-Velha, freguesia e concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro.

2 — A decisão de arquivamento do procedimento de classificação em causa teve por fundamento o facto de que, pese embora o edifício dos CTT estar integrado numa política construtiva de renovação dos equipamentos públicos dos anos 40 do século XX, as suas características arquitetónicas não corresponderem na íntegra aos critérios de exemplaridade e autenticidade necessários a uma classificação de caráter nacional.

3 — A partir da publicação deste anúncio, o referido imóvel deixa de estar em vias de classificação, deixando igualmente de ter uma zona de proteção de 50 metros a contar dos seus limites externos.

4 — Conforme previsto no n.º 3 do artigo 24.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, poderão os interessados, sustentando o facto, reclamar ou interpor recurso tutelar do ato que decidiu o arquivamento do procedimento de classificação, nos termos do Código do Procedimento Administrativo, sem prejuízo da possibilidade de impugnação contenciosa.

4 de junho de 2013. — A Diretora -Geral do Património Cultural,
Isabel Cordeiro.

http://dre.pt/pdf2sdip/2013/06/119000000/1977919780.pdf

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10949547/

sábado, 12 de outubro de 2013

Museu para Albergaria-a-Velha

programa eleitoral do CDS/PP - 2013

- CRIAÇÃO DO MUSEU DO CONCELHO

- RECUPERAR O CARNAVAL DE ALBERGARIA

- REABILITAR E VALORIZAR O PATRIMÓNIO HISTÓRICO E ARQUEOLÓGICO

- DINAMIZAR O ARQUIVO MUNICIPAL

Albergaria-a-Velha é o único dos concelhos do distrito de Aveiro onde não existe um museu. 

É conhecida a opinião de DBF sobre a criação de um museu do concelho, sobre o aproveitamento da gastronomia, etc

A criação de um Museu Municipal fazia parte dos programas eleitorais de CDS [partido vencedor das eleições] e PS. O candidato do PSD, enquanto actual vereador da cultura, também já tinha manifestado a intenção de fazer um Museu.

Será o primeiro museu do concelho.

Nas autárquicas de 2009 constavam algumas propostas relacionadas  com museus mas apenas se viu alguma progressão na adaptação da escola do Pinheiro.

BE: "Entendemos possível que a Fábrica Alba albergue um polo universitário, um centro cultural associativo e o museu metalúrgico, tirando o máximo partido da estrutura existente."

CDS: "Porque razão a Quinta do Torreão não é transformada num projecto mais multi-funcional, (...), com a construção de uma biblioteca e do Museu de Albergaria?"

CDS/Ribeira de Fráguas: "Contactar a Diocese de Aveiro, no sentido de protocolar e viabilizar a cedência da antiga residência paroquial, com o objectivo de instalar um Museu e Biblioteca para a Freguesia."

PS: "Museus etnográficos nas freguesias. "

PSD: "Conversão da Escola do Pinheiro em Escola Museu. "

PSD/Angeja: "Criar um pequeno museu na escola do Fontão, dedicado às actividades do Lugar, o pão e os moinhos."

http://novos-arruamentos.blogspot.pt/search/label/Museus

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Intervenção de Delfim Bismarck aquando da campanha para as autárquicas 2013

http://www.youtube.com/watch?v=od3PO_HVhWE



terça-feira, 8 de outubro de 2013

Guerras em Albergaria

Não foram só os Romanos, os Bárbaros e os Árabes que marcaram esta terra. Os acontecimentos bélicos posteriores também o fizeram.


O povoamento deste local é muito antigo e as mamoas aí deixadas atestam a sua ancestralidade, mas o nome de Albergaria só aparece a partir do ano de 1117, data da instituição da albergaria pela Carta de Couto de Osseloa. Devido aos perigos que assolavam, desde roubos a assassinatos, na passagem Norte-Sul, a Rainha Dª Teresa mandou erguer uma albergaria para dar apoio e assistência aos viajantes.


Séculos mais tarde, sofreu com a guerra peninsular. Durante a primeira invasão francesa nas mãos dos franceses e espanhóis, mas foi durante a segunda que foram sentidas as maiores atrocidades na terra. A cavalaria de Soult chegou a 30 de Março de 1809, ocupando Albergaria, Alquerubim, Angeja, Mouquim, Serém e S. João de Loure. Do outro lado do Vouga estava a tropa portuguesa e bastantes voluntários. Durante os dias que se seguiram as emboscadas foram aumentando e caíram por terra inúmeras pessoas das duas facções. A 10 de Maio o exército anglo-luso atacou as tropas francesas e, após uma confrontação violenta, Albergaria-a-Velha viu-se livre dos franceses.


Mais tarde viu alguns dos seus habitantes envolvidos na revolução liberal o que levou a perseguições e assassinatos


Teresa Cruz / Caima Online, 8/10/2013
https://www.facebook.com/caimaonline/?hc_ref=SEARCH&fref=nf

sábado, 5 de outubro de 2013

Centro de Saúde



No Centro de Saúde existe um espaço com várias recordações dos antigos hospitais e postos médicos. Fica aqui o alerta para quem nunca tenha visto esse espólio.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

António Loureiro

Autárquicas 2013 - Apresentação de António Loureiro e Programas
 Caros Albergarienses,

Depois de me ter apresentado publicamente, bem como todos os cabeças de lista que integram o nosso projeto, é chegado o momento de uma apresentação mais próxima e pessoal.

Quem me conhece ou tem acompanhado o meu percurso social ou profissional, facilmente entenderá que a minha dedicação a Albergaria-a-Velha tem estado acima de tudo.

Antes de mais, porque é a minha terra, o meu concelho, onde nasci e resido. Depois, porque me sinto preparado para dar o meu contributo no sentido de fazer o nosso concelho evoluir em diversas áreas.

Para fazer nascer e crescer diversos projectos que considero importantes para a nossa terra, acompanha-me uma equipa de constituída por pessoas, na sua grande maioria independentes, provenientes de diversas áreas profissionais que acima de tudo acreditam nas potencialidades do nosso concelho.

É  uma equipa de pessoas  de confiança,  dedicadas e independentes de compromissos.  Pessoas a quem não perguntámos de onde vinham, mas sim para onde queriam ir, formando assim todos eles um projeto agregador: “Unidos por Albergaria”.

Acredito que um trabalho autárquico só é possível ser realizado com sucesso se tivermos como ponto de partida as preocupações dos nossos concidadãos.

É essa a razão maior da política, é essa a razão maior da nossa candidatura nestas eleições autárquicas: as pessoas.

Áreas como: promoção da criação de emprego, a acção social, a regeneração urbana, a cultura e o ambiente, terão da nossa parte uma especial atenção.

O trabalho que nos espera é árduo, principalmente num periodo de crise económica e social como o que vivemos, e numa autarquia que tem alienado o seu património .

Mas o ânimo com que partimos e a vontade de melhorar o concelho de Albergaria-a-Velha e trabalhar em prol das nossas gentes, é ainda maior.

Brevemente daremos a conhecer pormenorizadamente as nossas ideias para o concelho.

Para isso, contamos também com a sua opinião.

Porque connosco a sua opinião conta!

Porque estamos todos “Unidos por Albergaria”.

Um abraço amigo,

António Loureiro
       
 PROGRAMA

1.    Desenvolvimento Económico

1.0    - Dinamização da Zona Industrial de Albergaria-a-Velha

a)    Ampliação e promoção da Zona Industrial

b)    Criação de um Centro de Serviços de apoio à ZI (CTT, Banco, Papelaria, Jardim de Infância, etc.)

c)    Melhorar a sinalética da ZI

1.1.    Criação do Gabinete de Apoio ao Empresário

a.    Simplificação dos processos burocráticos;

b.    Diminuição do valor da Derrama às Empresas que criarem novos postos de trabalho.

c.    Subsidiar a criação de novas empresas, através de um fundo para jovens empreendedores.

d.    Dinamizar a Incubadora de Empresas.

1.2.    Ecoturismo/Ambiente

·    Construção do Parque da Cidade;

·    Construção de Parque de Lazer entre a Ponte Velha e a Ponte da Carrasqueira (Valmaior).

·    Requalificação do Monte de Nossa Senhora do Socorro;

·    Criação de um Centro Interpretativo da Pateira de Frossos;

·    Criação de uma rede de uma rede de Ecopistas/Ciclovias;

·    Criação de redes de trilhos sinalizados com marcações específicas para percursos pedestres e cicláveis;

·    Valorização do Caminho de Santiago;

·    Aproveitamento fluvial – Criação de praias, piscinas naturais e zonas de pesca desportiva.

1.3.    Agricultura biológica

·    Parcerias com Entidades, Associações e Cooperativas de Produção Agrícola;

1.4.    Apoio ao Comércio Local

·    Reabilitação do Mercado Municipal;

·    Redução da taxa do IMI;

·    Campanhas: “Compre no Comércio Local”.

1.5.    Planeamento

·    Revisão do PDM de forma transparente e tendo por base cartografia actualizada, atendendo a que a revisão do mesmo  ainda está em curso;

·    Apoio na elaboração das medidas de auto-protecção das instituições;

·    Resolução da situação das inúmeras construções não licenciadas;

·    Reforço do policiamento.

1.6 Infra-estruturas e instalações de apoio

·    Construção de um parque de apoio a veículos pesados (Centro de Logística).

2-    Reabilitação Urbana – Mobilidade – Ambiente

2.1.     Reabilitação Urbana

·    Mobilização de Fundos Comunitários e Fundos Privados;      
·    Reabilitação de edifícios degradados nas zonas históricas;
·    Incentivos Municipais (Fiscais/Isenções/redução de taxas para reabilitação, destinadas ao arrendamento jovem);
·    Aumentar o estacionamento público nas zonas de maior afluência;
·    Recuperação do Pavilhão Gimnodesportivo, da Central de Camionagem, da antiga Fábrica de Papel de Valmaior, do Bairro das Lameirinhas, entre outros;
·    Melhorar as acessibilidades de pessoas de mobilidade reduzida;
·    Requalificação e ampliação dos Cortes de Ténis e zona envolvente ao Pavilhão Gimnodesportivo. 

2.2.    Reforço do Equipamento da Câmara Municipal

·    Aquisição de uma moto – niveladora e outros equipamentos de trabalho para limpeza de caminhos agrícolas e florestais;
·    Requalificação do Canil Municipal;
·    Criar um Piquete de primeira intervenção.
     
2.3.    Optimização e planeamento operacional de transportes colectivos
           
·   Estabelecer uma parceria com todas as Colectividades e Associações que tenham meios de transporte;
·   Estabelecer plano de transportes com empresas transportadoras de passageiros.

(...)

http://www.antonioloureiro2013.com

ANTÓNIO LOUREIRO

António Loureiro, de 43 anos, gestor, tem uma vida ligada ao setor florestal, desempenhando desde 2006 o cargo de presidente do conselho de administração da Unimadeiras, empresa que agrega 600 empresários florestais.

Foi sócio fundador da Associação Florestal do Baixo Vouga e diretor da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente, fazendo parte, atualmente, dos órgãos sociais destas duas associações.

Ao nível partidário, é presidente da distrital de Aveiro do CDS-PP desde 2010.

Lusa, 29/07/2013

AUTÁRQUICAS 2013

O candidato do CDS-PP à presidência da Câmara de Albergaria-a-Velha, António Loureiro, elegeu como objetivo, nas autárquicas deste ano, a reconquista da presidência do município, que os democratas-cristãos perderam para o PSD em 2001.

António Loureiro concorre pela segunda vez à autarquia, depois de ter obtido há quatro anos 4.373 votos, o que representou uma subida de 42% na votação do CDS, relativamente a 2005.

"O objetivo desta vez é ganhar as eleições e inclusivamente já organizei a minha vida profissional nesse sentido", disse confiante, explicando que é necessária esta mudança para "criar novas dinâmicas e eleger novas prioridades e outras políticas para o concelho".

O combate ao desemprego no concelho é uma das prioridades do candidato, que aposta na dinamização da zona industrial de Albergaria-a-Velha.

O atual vereador na autarquia propõe a criação de um gabinete de apoio aos empresários e uma redução da taxa de derrama a todas as empresas que aumentem os postos de trabalho.

O ecoturismo é outra das apostas de António Loureiro que também pretende aumentar o apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho.

Lusa, 29/07/2013

Em 2005 foi candidato à Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e em 2009 foi candidato à Camara Municipal.

JFA - Autárquicas 2005

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Eleições Autárquicas 2013

CM - CDS (4) PSD (3)
António Loureiro recupera Albergaria-a-Velha para o CDS

O candidato do CDS-PP à presidência da Câmara de Albergaria-a-Velha, António Loureiro, congratulou-se no domingo com a reconquista da presidência do município, que os democratas-cristãos tinham perdido para o PSD em 2001.

"É a maior vitória do CDS de todos os tempos no concelho", disse à Lusa António Loureiro, que concorreu pela segunda vez à autarquia.

O cabeça de lista do CDS disse que a sua eleição é o "resultado natural" do trabalho que os democratas-cristãos fizeram nos últimos quatro anos na Assembleia Municipal, nas juntas de freguesia e na Câmara Municipal.

"Foi uma vitória humilde", destacou, acrescentando que pediu aos seus apoiantes para não fazerem caravanas e para respeitarem os adversários.

"A partir de hoje, sou presidente de todos os albergarienses. Para mim não há cores partidárias", adiantou.

De acordo com os resultados finais oficiais, o CDS-PP com António Loureiro obteve 43,49% dos votos e elegeu quatro dos sete elementos do executivo camarário.

O PSD, através da candidatura do vereador José Licínio Pimenta, alcançou 37,05% dos votos e elegeu os restantes três vereadores.

O PS, liderado por Elísio Apolinário Silva não foi além dos 9,97% e perdeu o único vereador que tinha no executivo.

Em Albergaria-a-Velha, na votação para a Câmara Municipal, registaram-se ainda 387 votos brancos e 276 votos nulos.

Lusa, 30/09/2013

Nota: a maior vitória do CDS foi em 1989

Resultados

http://autarquicas2013.mj.pt/

ASSEMBLEIA MUNICIPAL
AM - Mandatos CDS (10) PSD (9) PS (2)
JUNTAS DE FREGUESIA
JF - ALBERGARIA-A-VELHA E VALMAIOR (CDS) / ALQUERUBIM (PSD) / ANGEJA (PSD) / BRANCA (CDS) / RIBEIRA DE FRÁGUAS (CDS) / S. JOÃO DE LOURE E FROSSOS (PSD)
CAMARA MUNICIPAL

Eleitos:

CDS - 4 - António Loureiro (Presidente); Delfim Bismarck; Catarina Mendes; Ana Silva

PSD - 3 - José Licínio Pimenta; Nuno Silva; Sandra Correia

Total de inscritos: 22811; total de votantes: 13110; abstenções: 9701 (42.53%)

ASSEMBLEIA MUNICIPAL

CDS - 10 - Mário Branco;

PSD - 9 - João Agostinho Pinto Pereira;

PS - 2 - Jesus Vidinha;

JUNTAS DE FREGUESIA

+ Albergaria-a-Velha e Valmaior - CDS - Jorge Lemos
+ Alquerubim - PSD — Patrícia Mortágua
+ Angeja - PSD - António Almeida
+ Branca - CDS - Carlos Coelho
+ Ribeira de Fráguas - CDS - Emília Campos
+ S. João de Loure e Frossos - PSD — Adalberto Póvoa

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Loja do Miguel


Triciclo, motos e automóvel em Albergaria-a-Velha (postal de 1915)

http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2013/05/antigamente-70.html

algumas casas comerciais em 1915:

Ourivesarias - João Luiz de Rezende e Miguel Marques Henriques.

Relojoarias - João Luiz de Rezende, Manuel da Silva Gordo e Miguel Marques Henriques.

Bicicletas - Manuel da Silva Gordo e Miguel Marques Henriques

Automóveis de aluguer - Miguel Marques Henriques.

http://novos-arruamentos.blogspot.com/2008/12/indicaes-uteis.html

Miguel Marques Henriques

http://blogdealbergaria.blogspot.pt/2010/05/casa-miguel-marques-henriques-sec-xx.html

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

João Agostinho Pinto Pereira

Momentos de grande emoção na cerimónia solene dos 22 anos de (re)elevação de Angeja à categoria de Vila! O Presidente da Junta de Freguesia, António Almeida, ofereceu um quadro (da autoria do pintor Paulo Tanoeiro) com o retrato do Presidente João Agostinho Pereira como agradecimento por tudo o que fez pela freguesia durante os seus três mandatos.

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Acta da reunião ordinária da CMA de 18/09/2013 (extracto):

Foi presente uma carta de João Agostinho Pinto Pereira, residente na Rua da Carregosa, lugar do Ameal, freguesia de Alquerubim e município de Albergaria-a-Velha, a legar à Câmara Municipal, nos termos e para efeitos do disposto na alínea h) do n.º 1 do artigo 64º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, com as alterações promovidas pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro, um Quadro com a sua imagem, pintado a óleo sobre tela, da autoria de Paulo Tanoeiro, que lhe foi oferecido, na qualidade de cidadão, e que gostaria que fizesse parte do inventário do município de Albergaria-a-Velha, referenciado como Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha nos mandatos de 2002-2005, 2005-2009 e 2009-2013, ficando exposto no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Município, próximo do Quadro do Ex.mo Sr. Dr. João Eduardo Nogueira e Melo, antigo Presidente da Câmara Municipal, natural e residente, que foi, na freguesia onde, há largos anos, reside o requerente.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aceitar o legado nos termos propostos, bem assim aprovar a presente deliberação em minuta, para efeitos da sua imediata executoriedade, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 92º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, na redação dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de janeiro.

De imediato o Sr. Presidente da Câmara Municipal regressou à Sala das Reuniões, reassumindo as suas funções e a presidência da reunião.

Acta da reunião ordinária da CMA de 18/09/2013 (extracto)

Ainda há poucas semanas foi feito um post neste blog com a indicação das pessoas retratadas no Salão Nobre da Câmara Municipal de Albergaria. Poderia ser uma oportunidade para fazer uma galeria com os presidentes da Câmara e outros autarcas que mais se destacaram.

26/06/2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Beira Vouga

Assinalamos com esta publicação, a milésima edição do Jornal Beira Vouga. Cada edição que chega às mãos dos nossos leitores é fruto de um trabalho que reúne os esforços de toda uma equipa que se empenha para que seja possível assegurar, com dignidade, a cobertura informativa dos concelhos de Sever do Vouga e Albergaria-a-Velha.

Esta milésima edição representa o esforço e o envolvimento de muitas pessoas que, ao longo dos 52 anos do Jornal Beira Vouga, se dedicaram a este projecto. Dos fundadores aos ex-directores, passando pelos funcionários, colaboradores e anunciantes, sem esquecer para quem trabalhamos todos os dias, os nossos leitores.

Para que esta milésima edição fosse possível, foram muitos os obstáculos ultrapassados ao longo dos tempos. Das saídas irregulares, durante o período da Revolução dos Cravos, aos cortes das pequenas verbas de indiscutível interesse público pelo Governo, as dificuldades foram sendo contornadas pelos vários responsáveis deste projecto, como acontece até os dias de hoje.

http://jornais-aav.blogspot.pt/2013/09/beira-vouga_18.html

imagem: capa da 1ª edição de 13/04/1941 reproduzida no livro "Albergaria-a-Velha - 8 Séculos do Passado Ao Futuro" de António Homem Alburquerque Pinho.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Autárquicas 2013

Gráfico: DN
Albergaria-a-Velha

Presidente da câmara: João Agostinho (PSD)
Retrato eleitoral em 2009:
PPD/PSD: 47,76% (4 mandatos)
CDS-PP 32,41% (2 mandatos)
PS 13,59% (1 mandato)
Número de eleitores: 22175

Candidatos:

PSD: José Licínio Pimenta, professor, 41 anos
CDU: Miguel Bento, técnico da Associação de Lavoura do Distrito de Aveiro, 35 anos
CDS: António Loureiro, gestor, 43 anos
PS: Elísio Apolinário Silva, reformado das Finanças, 60 anos
BE: Rui Câncio, empresário, 41 anos

Há uma certeza em Albergaria-A-Velha: o presidente da Câmara vai mudar. José Agostinho, do PSD, entregou ao seu braço direito, José Licínio, a tarefa de manter o poder autárquico. O vereador da cultura ganhou visibilidade com o renovado cine-teatro Alba.

CDS e PS decidiram apostar forte. António Loureiro dá o rosto pelo sonho do CDS de recuperar a autarquia.

O PS, habitual terceira força partidária, também apresenta uma figura conhecida localmente, Elísio Apolinário, ex-presidente dos bombeiros.

Noticias de Aveiro

sábado, 14 de setembro de 2013

Há um ano…

Crónica de José Manuel Alho no Correio de Albergaria

Há um ano aceitei integrar o lote de colaboradores desta III Série do jornal “Correio de Albergaria” (CA), fundado em 1896. Um repto que me sensibilizou por não se revestir de outras motivações que não se confinasse ao exercício das liberdades de pensamento e de expressão.
Na verdade, incorporar um projeto de imprensa local, livre dos anacronismos típicos da subsidiodependência e das tentaculares influências dos caciquismos atávicos que nunca esmoreceram, é um ato de dedicação, sacrifício e doação pessoal que importa replicar.

Durante este tempo, testemunhei o arrojo e o comprometimento de quem assumiu ser possível, em Albergaria, erguer um projeto de comunicação social para reforço de um conceito (rico) de cidadania, cultivando a proximidade, estimulando e conservando vínculos identitários, culturais e históricos da maior relevância coletiva.

Um jornal local só terá sucesso se souber cultivar a Língua Portuguesa, mormente a pensar na emigração, sabendo contornar o escasso investimento publicitário, os baixos índices de leitura e as naturais resistências à fidelização através da(s) assinatura(s). Para ter impacto na vida política, económica e social, mesmo que em concorrência desigual com as novas plataformas digitais, a missão só poderá centrar-se na busca corajosa e insaciável da informação impermeável às contaminações dos que cedo se habituaram ao imobilismo reverencial.

Com efeito, a informação passou a não depender exclusivamente do suporte de papel para circular. A partir do final da década de noventa, o número de leitores que surgem do jornal impresso para o acesso a jornais online tem crescido vertiginosamente. Impõe-se a questão: qual será o futuro do jornal impresso? Para a geração nascida nos anos 2000, os estudos asseguram que não escolherá o papel como a única forma de acomodar a informação. Atualmente, o jornal impresso ainda satisfaz quem tem mais de 25 anos de idade pelo que o futuro comportará desafios e exigências que até poderão favorecer, pela sua especificidade, a imprensa local e regional.

No entanto, muitos responsáveis por publicações similares à do CA têm apontado o dedo às autarquias deste país que utilizarão a publicidade institucional a seu bel-prazer, distribuindo indiscriminadamente os anúncios pelas publicações. Por isso, afiançam, as autarquias constituir-se-ão como grandes meios de pressão sobre o livre exercício do jornalismo. Neste particular, cumprirá notar que este jornal estará liberto desse tipo de suspeições ainda que se reconheça, com crescente premência, o imperativo de instituir e observar, com iniludível rigor, critérios mais claros na distribuição da publicidade abonada pelos poderes locais. Cumulativamente, o combate à diferenciação e à desigualdade no acesso às fontes de informação afigura-se de crucial importância para a erradicação de injustiças que apoucam o serviço disponibilizado às populações.

Em razão até das considerações acima partilhadas, o balanço só pode ser positivo porque recheado de conquistas até há pouco julgadas improváveis. E porque a conquistas nos referimos, nada melhor do que lembrar as sábias palavras de Baron de Montesquieu, que ajudarão a perspetivar o futuro deste periódico: "As conquistas são fáceis de alcançar, pois fazemo-las com todas as nossas forças; mas são difíceis de conservar, uma vez que apenas as mantemos com uma parte das nossas forças."

José Manuel Alho, Correio de Albergaria
republicado em  alho_politicamente_incorrecto, 07.09.13
Notas do Blogue Novos Arruamentos:

Neste primeiro ano de existência  não tem sido pacificas as relações entre o partido no poder (PSD) e o "Correio de Albergaria".

O facto do primeiro director estar ligado ao CDS e a sub-directora ao PS seria um factor potenciador de pluralidade de opiniões e que levasse ao afastamento da partidarização do periódico. A existência de uma secção com artigos de opinião e o pedido recorrente de novos colaboradores poderia levar a que aparecessem artigos de pessoas ligadas ao PSD o que não aconteceu.

Não nos parece correcto que o PSD associe todas as criticas ao executivo como sendo a criação de um contra-poder.

O "Correio de Albergaria" é um meio de comunicação que faz falta ao concelho e que deve ser acarinhado por todas as forças politicas. A pluralidade de opiniões deve ser promovida em prol do desenvolvimento da terra.

Apesar da falta de meios não se compreende a insistência do CA em abordar o município usando o e-mail e queixando-se depois que não obteve resposta. Aquando da apresentação das candidaturas às eleições autárquicas voltaram a insistir nessa forma de comunicação chegando-se ao caricato de ter havido textos de todos as candidaturas menos do PSD que é das que está mais bem colocadas.

Neste episódio, o CA justificou-se que teria contactado o PSD com a informação da data-limite para receberem a informação. Na nossa opinião não se compreende a posição do PSD em não ter facultado a informação mas o CA deveria adiar a publicação dessa peça (com informações sobre todas as candidaturas) para o número seguinte.

Mais recentemente verificou-se uma mudança no cargo de Director do jornal passando a ser ocupado pela anterior sub-directora. Os editoriais ficaram mais pequenos e talvez menos incisivos mas não se compreende, tanto antes como agora, como isso pode causar melindre ao executivo.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Exposição





Exposição de Pintura
"os Tons do Meu Olhar"
Rosângela Larraz

04 a 27 de Setembro 2013

CASA DA JUVENTUDE DE AVEIRO
2ª A 6ª FEIRA
09H30 -12H30 | 14H00 - 18H00


Quadros representados na exposição:

Lavadeiras de Águeda
Fial Amigo
Igreja de Ribeira de Fráguas
Angeja Antiga
Águeda Antiga
Angeja
S. Gonçalo
Angeja
Albergaria-a-Velha
Angeja
Angeja
Igreja dos Ossos
Ruínas Telhadela
Moinhos Fial
Moliceiros Águeda
Fonte em Angeja

Como formadora em Artes Plásticas tem realizado vários workshops na CASA da Juventude de Aveiro. No dia 19 de Outubro irá realizar-se mais um dedicado à Pintura a Acrílico e Técnicas Decorativas.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Solares dos Séc XVIII e XIX

Decorreu, com brilho e na presença de diversas individualidades, a inauguração da exposição de óleo sobre tela, subordinada ao tema "Solares dos Séc XVIII e XIX para Memória Arquitectónica do Concelho de Albergana-a-Velha" de Rosângela Larraz,
no passado dia 22, na sala de reuniões da Junta de Freguesia (de Angeja).

Saliente-se a qualidade das pinturas e, em especial, o registo actual de alguns dos mais belos edifícios de Angeja e de outras freguesias do concelho, que levaram os presentes à vontade imediata de adquirirem a maior parte das telas.

À autora e à Junta de Freguesia de Angeja, cujo presidente [José Manuel Dias Neves 2002/2005] teceu algumas considerações sobre o evento, os nossos parabéns.

Jornal D'Angeja