quinta-feira, 30 de julho de 2009

Imagens


Atletismo


Dedicação e empenho diário pelo amor ao atletismo
Escrito por Sandra Carvalho/Beira Vouga
01-Jun-2007

--Márcia Martins pratica atletismo há 11 anos

Márcia Marques Martins tem 24 anos de idade. Natural de Valmaior, a atleta ao serviço do GRECAS, Associação Desportiva e Cultural de Santo António de Vagos dedica grande parte do seu tempo aos treinos e aos atletas da União Desportiva de Valmaior. Actualmente desempenha as funções de escriturária, numa empresa de Albergaria, e gostaria de correr até aos 80 anos.

--A União Desportiva de Valmaior

No ano de 2003, os responsáveis da União Desportiva de Valmaior decidiram abrir a secção de atletismo. Márcia Martins tinha terminado um curso de monitora e convidaram-na para abraçar o projecto.

A primeira iniciativa da associação foi a Prova do 25 de Abril, na freguesia. Tinha tirado um curso de monitora há pouco tempo e como o meu pai era vice-presidente convidaram-me para fazer parte da secção de atletismo.

Na altura começamos apenas com dez atletas. Os mais pequenos passaram a palavra a outros e neste momento treino 26 (20 atletas federados e 6 não federados).

Disponibilizar uma nova modalidade na freguesia foi o objectivo da associação porque em Valmaior não existem muitas. Só noutras freguesias e fica longe para os jovens.

--Como dirige 26 atletas

Márcia Martins tem a responsabilidade, três vezes por semana, de treinar os jovens da União Desportiva de Valmaior. No início era mais fácil porque eram menos. Mas, com um sorriso, confessou ser fácil e que desempenha essa função com grande orgulho.

No início eram apenas dez atletas. Era mais fácil porque eram menos. Dirigir os treinos de 26 jovens atletas é complicado. O mais novo tem apenas dez anos e o mais velho 18. Eles obedecem. Fazem tudo o que eu peço. Cada treino que faço é planeado por escalão. Mas, mesmo com este número de atletas corre sempre bem e conto com a ajuda do Edmundo Dias, responsável pela secção de atletismo da associação.

(Leia a notícia na íntegra na edição da 1.ª quinzena de Junho de 2007 do Beira Vouga)

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A atleta Márcia Martins conquistou o bronze na Mealhada durante o Campeonato Nacional de Montanha, que decorreu no dia 24 de Maio e teve como palco principal a mata do Buçaco-Luso. Um estilo de prova que é do agrado da atleta da Adercus/Recer e natural de Valmaior, onde é monitora da União Desportiva de Valmaior.

Ao mesmo tempo que a prova era nacional, era também o distrital de montanha, onde Márcia Martins, a atravessar excelente fase da sua carreira, foi a primeira classificada. Conquistas que são motivo de orgulho para Albergaria-a-Velha e todo o distrito de Aveiro. A classificação permite assim a sua participação no Campeonato de Mundo que será disputado na Alemanha

sexta-feira, 24 de julho de 2009

arquivomunicipal.com

Depois do lançamento do livro "A Terra do Vouga nos Séculos IX a XIV - Território e Nobreza", do historiador Delfim Bismarck Ferreira, o Arquivo Municipal foi de novo o espaço escolhido para a apresentação de uma outra obra, desta vez, de Armando Carvalho Ferreira, intitulada "Moinhos do Distrito de Aveiro". (...)

Já no dia 27 Março, o Arquivo Municipal assinalou o 40º aniversário da chegada do Homem à Lua com a palestra "Um Pé na Lua: 40 anos Depois…". (...)

Finalmente, em Abril, a exposição "100 anos da Linha do Vale do Vouga" tomou conta do edifício da Antiga Cadeia.

in ALBERGARIA EM REVISTA Nº27 - MAIO 2009

EM BUSCA DO ARQUIVO MUNICIPAL

No âmbito das actividades do Campo de Férias, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha organizou uma Caça ao Tesouro intitulada “Em Busca do Arquivo Municipal” nos dias 1, 2 e 3 de Julho. Cerca de 150 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, puseram à prova a sua habilidade para descobrir pistas e encontrar soluções, ao mesmo tempo que aprendiam o modo de funcionamento e a importância de um arquivo.

Divididos em cinco grupos, os participantes foram desafiados a responder a sete blocos de questões, um de carácter mais genérico e os outros seis relacionados com as divisões (recepção/ sala de exposições, depósito documental, sala de leitura, sala de tratamento, sala polivalente) e o edifício exterior. Enquanto deambulavam pelas várias salas, os jovens tiveram a oportunidade de apreciar o trabalho diário de um arquivista, consultar um documento centenário, pesquisar jornais antigos no arquivo digital, conhecer as edições publicadas pela Câmara Municipal e até puderam aprender a arquivar os documentos nas secções adequadas para o efeito.

(...) a Câmara Municipal pretende divulgar “Em Busca do Arquivo Municipal” junto das escolas no próximo ano lectivo, promovendo, assim, o gosto pela História local e alertando os mais novos para a preservação da nossa memória colectiva.

in CMA - JUNHO 2009

Quando estamos prestes a comemorar o 175º aniversário da criação do concelho é de louvar iniciativas que fomentem o melhor conhecimento da história do concelho. Seria adequado o lançamento de concursos de desenho, escrita ou multimédia que possam dirigir-se a vários grupos etários.

Aquando da inauguração do Arquivo informaram que iria ser um espaço dinâmico em termos culturais, com a realização de exposições e visitas guiadas. Encontrando-se ainda no primeiro ano de existência ainda não terá havido oportunidade de alargar o número e o tipo de actividades.

Entre os dias 3 e 31 de Agosto, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha irá apresentar a exposição fotográfica “Os melhores momentos do Campo de Férias 2009”. É a primeira exposição da iniciativa do próprio Arquivo. O conteúdo da mesma não deverá ser muito diferente de outras que estiveram patentes na Biblioteca.

A criação de uma secção dinâmica na página do municipio (ou um mero blog), exposições de produção própria (a história do edificio, imagens do passado, determinada pessoa ou acontecimento local, etc...) ou a interligação com outros meios de comunicação (jornais locais, boletim municipal) poderiam potenciar a ligação do Arquivo à comunidade.

A Cor das Palavras

A COR DAS PALAVRAS de Artur Oliveira e Ricardo Oliveira

A exposição procura dar resposta à pergunta "Qual é o sentido da vida?". Artur e Ricardo Oliveira propõem, nesta mostra, apresentar uma linguagem artística universal enquadrando, em cada uma das obras expostas, a Pintura e a Poesia como duas formas de expressão que indicam um mesmo caminho.

"A exposição conta com duas linguagens artísticas. Cada obra é constituída por uma pintura e por um poema e, por isso, deve ser entendida no seu todo e não numa leitura isolada de cada uma das artes que a compõem" .

Simbolicamente, os artistas pretendem representar um mundo em que cada ser vive ensimesmado e cada saber rebusca em solilóquio, apresentando uma solução de diálogo para a humanidade.

O conceito que preside, então, à criação artística será a universalidade que assiste a cada ser humano. No entanto, a amostra não se esgota neste tema. Ao longo da exposição, o espectador é convidado a reflectir sobre a sua condição de homem, sobre o sentido da sua vida e a finalidade da mesma, ainda terá a oportunidade de pensar acerca da estrutura social, a distribuição da riqueza, a opressão e a divisão do poder. Todos estes temas são abordados de forma directa, ainda que encobertos pela metáfora, para que o espectador possa procurar a verdade ou verdades na sua consciência.

“A Cor das Palavras” é um jogo conceptual em que o espectador vai destapando a intenção crítica dos autores, os quais usam da ironia na observação e análise da realidade, pelo que é uma constante e divertida descoberta.

Ao nível técnico, os quadros apresentam dois planos, sendo o primeiro figurativo, em que o pintor esboça, em traço expressionista, a realidade circunstancial que a obra trata, e o segundo surge, rasgando a tela, em acto de metáfora revoltada, pintado a traço preciso, marcando uma antítese. Os poemas são escritos em versos soltos, propiciando ao poeta uma maior liberdade temática e possibilidade irónica.

Desde 2006 a mostra já passou por Nazaré, Covilhã, Pombal, Vila Nova de Gaia, Condeixa-a-Nova, Braga, Guarda, Coimbra, Valongo e Ermesinde. A partir de Setembro de 2009 estará em Vila do Conde.

AUTORES

ARTUR OLIVEIRA (Belém-do-Pará, 4 de Março de 1971). A família é de Albergaria-a-Velha e aqui reside desde a infância. A sua formação académica é na área da contabilidade mas desde cedo começou a pintar como autodidacta tendo experimentado diferentes materiais e técnicas. Está representado em diversas colecções particulares. A sua obra integrou mais de uma dezena de exposições colectivas. As exposições individuais mais marcantes realizaram-se em 1990 na Galeria J2 (Albergaria-a-Velha) e em 1999 na Galeria Municipal de Aveiro. É membro da ANAP (Associação Nacional dos Artistas Plásticos) desde 2005.

RICARDO OLIVEIRA (Albergaria-a-Velha, 12 de Março de 1980) Formou-se na área do ensino, em Português, Latim e Grego. Procura na poesia a resposta para a subjectividade e o caminho para a verdade.

ligação: http://www.dialogarte.pt.vu

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Memória de Albergaria em forma de saudades

Manuel da Costa e Melo, 1913-2002
O Dr. Costa e Melo fez o seu estágio de advocacia e notariado em Albergaria-a-Velha. Em 1995, já reformado, Costa e Melo escreveu vários artigos no Jornal de Albergaria. Nessas croniquetas, como lhe chamava, abordou nomes como Dr. Silvino, Leandro e Evaristo Ferreira, etc...

- Era uma vez... - 09/02/1995
- O Dr. António Pinho- 23/02/1995
- O Dr. Hernani - 09/03/1995
- O doutor Silvino - 23/03/1995
- O Vasco Mourisca - 06/04/1995
- Os filhos de Adão - 20/04/1995
- A Senhora do Socorro - 25/05/1995
- O Frias (presente no assalto ao D. Maria) - 08/06/1995
- Arauto de Osseloa - 22/06/1995
- Última crónica - 20/07/1995


OFERTA DO ESPÓLIO AO MUNICIPIO DE AVEIRO

O espólio de Costa e Melo é constituído por 1142 monografias e 113 periódicos, para além de diversos dossiers, recortes, fotografias, videos, cassetes e o seu "arquivo pessoal", estando as peças identificadas e depositadas na Biblioteca e Arquivo Municipal.

Manuel da Costa e Melo nasceu em Mourisca do Vouga, Águeda, em 1913. Licenciado em Direito, desenvolveu uma intensa participação na vida política do país, que lhe valeu a expulsão da Função Pública durante o Estado Novo, vindo a ser reintegrado somente em 1975.

Foi militante da União Socialista, da Acção Socialista Portuguesa e do Partido Socialista e participou activamente nas campanhas eleitorais de Norton de Matos e de Humberto Delgado e nos Congressos Republicanos de Aveiro, em 1957, 1969 e 1973. Após o 25 de Abril de 1974, fez parte da comissão Administrativa da Câmara Municipal, tendo sido, de 1976 a 1979, Governador Civil de Aveiro.

Com extensa obra publicada, Costa e Melo colaborou ainda em diversos jornais e revistas de Lisboa e do Porto e na imprensa regional de Águeda, Albergaria-a-Velha [Arauto de Osseloa e Jornal de Albergaria] e Aveiro.

Jornal da Bairrada - 21/03/2006

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Vila Francelina - Imóvel de Interesse Municipal

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, em Agosto de 2001, declarar que considera de elevado interesse concelhio o empreendimento de Turismo de Habitação para a Quinta Vila Francelina, situada na freguesia de Frossos, propriedade de António Domingos Laranjeira Pinho, respeitando a Lei n.º 13/85, de 6 de Julho.
Mais foi deliberado unanimemente declarar que o projecto representa para o concelho uma mais valia, face à qualidade e potencialidades da casa principal, imóvel de características arquitectónicas eruditas com elementos de Arte Nova, datado de finais do Séc. XIX e também face à zona envolvente, com a Pateira de Frossos como horizonte.

Este mês foi publicado um Edital referente à classificação do referido edifício como Imóvel de Interesse Municipal.


Quinta da Vila Francelina

Edifício dos CTT de Albergaria-a-Velha


Despacho de 16.03.2009 do Director do IGESPAR, I.P. determinou o encerramento do processo; o imóvel esteve em vias de classificação nos termos do DL 173/06, de 24 de Agosto

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aveiro 250 Anos “Histórias de Aveiro – Sínteses E Perspectivas”


Na próxima sexta-feira, dia 17 de Julho, pelas 18.30 horas, no plenário do edifício da Antiga Capitania, será lançado o Livro “Histórias de Aveiro – Sínteses e Perspectivas”, coordenado por Amaro Neves e Delfim Bismarck Ferreira.

No âmbito das comemorações do 250.º aniversário da elevação de Aveiro à categoria de Cidade, a presente obra pretende reunir num volume os mais recentes trabalhos de investigação produzidos por aveirógrafos, ou seja, por autores que se dedicam ao estudo dos mais diversos aspectos relacionados com o passado e evolução de Aveiro.

Este desafio, difícil de materializar, só foi possível graças à participação de cerca de duas dezenas de autores, constituindo-se, assim, a História de Aveiro - Sínteses e Perspectivas, onde o leitor poderá vislumbrar uma “viagem” por muitos dos aspectos marcantes da evolução de Aveiro, da sua Geologia e Geografia ao Turismo, passando pela Arqueologia, História, Arte, Heráldica e Património.

Em suma, uma síntese desde as suas mais remotas origens até à contemporaneidade, abordando os seus mais distintos aspectos e principais actividades artísticas, económicas e sociais. Naturalmente, uma obra deste género não pode abarcar todo o passado de uma comunidade, constituído certamente de grandes momentos de glória mas também de longos períodos de sofrimento, ao longo de milhares de anos de existência.

Os Autores das investigações são: Amaro Neves; Ana Clara Correia; Armando Teixeira Carneiro; Artur Jorge Almeida; Clara Sarmento; Delfim Bismarck Ferreira; Énio Semedo; Fernando L. Ladeira; Francisco Messias Trindade Ferreira; Francisco Teixeira Homem; Hugo Calão; Inês Amorim; João Gonçalves Gaspar; Luís M. Ferreira Gomes; Manuel Barreira; Manuel Fernandes Thomaz; Paulo Morgado; Rosa Maria Oliveira; Saul António Gomes e Sónia Filipe.

Informações Complementares:

AMARO Ferreira NEVES, nasceu em Fermentelos (Águeda), em 1942. Cumpriu o serviço militar (1964-1967) incluindo comissão no norte de Angola. Licenciou-se em Ciências Históricas (Porto, 1970) e concluiu o curso superior de Ciências Pedagógicas (Porto, 1972), seguindo a carreira docente. Dirigiu a Escola Preparatória de Albergaria-a-Velha (1973-1974), tendo sido professor efectivo na Escola Secundária (Águeda, 1976-1978). Leccionou no Liceu de Aveiro, mais de 25 anos. Foi fundador da ADERAV – Associação de Defesa e Valorização do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro (1979) e seu presidente por vários anos. Presidiu ao Conservatório de Música de Aveiro (1985-1987) e dirigiu os Serviços Sociais da Universidade de Aveiro (1987-1989), tendo sido na mesma altura membro do CNASES – Conselho Nacional da Acção Social do Ensino Superior. Fez o Mestrado em História da Arte Moderna (Universidade de Coimbra, 1993-1995), integrou o Conselho Consultivo Municipal da Cultura (Aveiro, 1998-2001). Membro do Rotary-Clube de Aveiro (1987-2002) e membro fundador da FEDRAVE (1989), presidiu dez anos ao ISCIA, coordenando cursos superiores de pós-graduação em História e Património Cultural. Foi Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro (1998-2004), tem publicado diversos trabalhos na área e dirigiu diversos órgãos de comunicação (jornais e revistas) sobre História, Património Cultural e História da Arte. Em 2009 a Câmara Municipal de Aveiro atribui-lhe a Medalha da Cidade. A ADERAV distinguiu–o como sócio honorário da instituição.

Delfim dos Santos Bismarck Álvares Ferreira (Albergaria-a-Velha, 1970). É mestre em História da Idade Média, na especialização de História Económica, Social e Cultural (FL-UC), licenciado em História, variante de História da Arte (FCSH-UNL), pós-graduado em História e Património Local (ISCIA) e diplomado em Genealogia e Heráldica (IPH e UML).
Conservador da Casa-Museu Marieta Solheiro Madureira, em Estarreja, desde 1997, foi presidente da ADERAV – Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro (2001-2005). É director fundador das revistas Patrimónios, Revista Lusófona de Genealogia e Heráldica e Terras de Antuã, para além de presidente do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto, membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais, da Associação Portuguesa de Genealogia e do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos.

E ainda: membro da Comissão Municipal de Toponímia da Câmara Municipal de Aveiro, desde 2006; membro da Comissão Consultiva do Património Edificado da Câmara Municipal de Aveiro, (2001-2008), e membro da Comissão Executiva das Comemorações do 250.º aniversário da elevação de Aveiro a Cidade - 2009;

É autor de diversos estudos sobre a região de Aveiro, com destaque para:

· História de Aveiro - Sínteses e Perspectivas, (co-coordenador), 2009;
· Christiano Vicente Leal - pintor retratista e fotógrafo (1848-1911), 2009;
· O Combate de Albergaria - a região de Albergaria-a-Velha e Estarreja durante as Invasões Francesas de 1809 (co-autor), 2009;
· Estarreja, Cidade-Município, (co-coordenador), 2009;
· A Terra de Vouga nos séculos IX a XIV - Território e Nobreza, 2008;
· A inédita Carta de Brasão de Armas de Gaspar Pessoa Tavares de Amorim, 2008;
· Estarreja na Idade Média - documentação dos séculos X a XIII, 2008;
· Ramsay - uma família escocesa em Aveiro no século XVII, 2008;
· Os Regedores das freguesias do concelho de Estarreja, 2007;
· O Colégio Portuense - um estabelecimento de ensino modelo no final do século XIX - Fundação, primeiros docentes e alunos, 2006;
· A Carta de Couto de Osseloa (1117) (co-autor), 2005;
· As Pontes de São João de Loure (1896-2006), 2006;
· Valmaior ao longo dos séculos, 2005;
· Percurso de Salreu - Guia de Campo (co-autor), 2005;
· A Fábrica de Papel de Valle Maior (1872-1999), 2004;
· Moinhos do Concelho de Albergaria-a-Velha (co-autor), 2003;
· Um inédito manuscrito genealógico do século XVIII da autoria do Dr. António Mourão da Rocha Botelho e Magalhães, 2003;
· Moinhos da Freirôa - uns dos seculares moinhos no Rio Caima no concelho de Albergaria-a-Velha (co-autor), 2003;
· Pedras de Armas no Concelho de Albergaria-a-Velha, 2001;
· Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha - Subsídios para a sua História, 2000;
· Casa e Capela de Santo António em Albergaria-a-Velha - Genealogia, História e Arte, 1999;
· Albergaria-a-Velha - Imagens do Passado, 1994;
Nota: Albergaria-a-Velha pertenceu ao concelho de Aveiro e faz parte do distrito de Aveiro. Os autores têm (ou tiveram) ligação a Albergaria-a-Velha.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Celulose do Caima - Visita Guiada

Celulose do Caima

Aveiro Foto Clube - Visita guiada à Fábrica Caima

Dia e Hora: 19 de Julho de 2009 às 9:30h
Localização:Google Maps: http://maps.google.pt/
Direcção: 40.736177, -8.462418 Link Directo: Google Maps

O Guia irá explicar como era naquele tempo. Mais informação "a desactivada fábrica de papel do caima... uma antiga fábrica enorme que hoje parece uma autêntica cidade fantasma (clica aqui para ver a foto), parece os antigos campos de concentração Nazi..." EnduroOAZ